Jaguatirica baleada e atropelada se recupera e é devolvida à natureza

Uma jaguatirica que foi vítima de um tiro e de atropelamento se recuperou dos ferimentos e foi devolvida à natureza no interior de São Paulo. O animal foi encontrado ferido na rodovia João Baptista Cabral Rennó (SP-225), em março, e foi solta a 200 quilômetros do município de Bauru, em área de mata determinada pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente. A soltura contou com o acompanhamento de uma equipe composta por integrantes da da Concessionária Auto Raposo Tavares (Cart), veterinários e biólogos.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

Quando foi encontrada, a jaguatirica, espécie ameaçada de extinção, apresentava feridas na cabeça e na coxa direita, além de ter um projétil de arma de fogo alojado na patela direita, com ferimento já cicatrizado. As informações são do portal A Tarde.

A suspeita é que a jaguatirica tenha sido atropelada após sobreviver a um ataque anterior, promovido por caçadores. “É um caso raro de dupla sobrevivência, esperamos que daqui para a frente ela possa viver em paz e se reproduzir”, disse Astélio Ferreira de Moura, diretor do Zoológico Municipal de Bauru, que abrigou e tratou do animal durante o período de recuperação. A soltura na natureza foi realizada na última quarta-feira (10).

A jaguatirica foi levada para o zoo após ser resgatada pela equipe ambiental da Concessionária Auto Raposo Tavares. Desidratada e debilitada, ela recebeu os cuidados necessários e se recuperou. O projétil encontrado no corpo do animal, do tipo balote usado em arma de caça, foi extraído com sucesso.

A bióloga Fernanda Abra, da Via Fauna, empresa parceira da Cart, explicou que a caça, da qual a jaguatirica provavelmente foi alvo, é uma das principais causa do declínio da espécie na natureza. A jaguatirica está classificada como vulnerável no Livro Vermelho do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), de 2018, que lista as espécies ameaçadas de extinção. Devolvido ao habitat em fase reprodutiva, o animal pode contribuir com a reprodução da espécie.

“Quando um animal duplamente ferido, como esse, se recupera e tem a chance de retornar à natureza, isso deve ser comemorado. Vida longa a essa jaguatirica”, disse Fernanda.

Justiça confirma 5 anos de prisão a acusados de matar cachorro em SC

A 3ª Câmara Criminal do TJ (Tribunal de Justiça) de Santa Catarina confirmou pena de cinco anos de reclusão, além de mais quatro meses e 15 dias de detenção, a dois homens acusados de matar um cão a tiro, em Garuva.

O crime ocorreu em 2015, e a decisão sobre recurso apresentado pela dupla foi divulgada nesta quinta (4). A sentença prevê pena em regime inicial semiaberto.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

Segundo o TJ, a acusação do Ministério Público aponta que os homens se envolveram em uma confusão em uma festa, saíram pra buscar uma arma —uma espingarda com numeração raspada— e, por algum motivo, não retornaram ao local. No entanto, ao andar pelo bairro, atiraram na cabeça do cachorro, que estava preso no quintal de uma casa.

Acionada pelo tutor do animal, a polícia localizou os suspeitos perto dali, após novo tiro ser disparado na rua.

A dupla foi denunciada por crimes contra a incolumidade pública e o meio ambiente, e respondeu por porte ilegal de arma, disparo de arma de fogo em local público e maus-tratos contra animal.

Em recurso, os homens alegaram que estavam embriagados e não agiram com dolo. Afirmaram também que atiraram contra o cachorro em legítima defesa, pois o animal poderia mordê-los.

Segundo o TJ, o desembargador Ernani Guetten de Almeida descartou os argumentos e votou pela manutenção da pena. Foi seguido de forma unânime pelos demais integrantes da câmara.

Fonte: Blog Bom Pra Cachorro – Folha de S. Paulo

Veado baleado foge de caçador e morre após ser resgatado em MG

Um veado ferido por arma de fogo que conseguiu fugir de um caçador foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros em Montes Claro (MG) na manhã de sexta-feira (29). O animal estava escondido em um sítio no bairro Jardim Liberdade, nas proximidades do Parque Sapucaia. Apesar de ter sido socorrido, ele não sobreviveu.

Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Os bombeiros foram acionados pelo proprietário do sítio, que encontrou o animal. Ferimentos nas patas traseiras que aparentavam ter sido provocados por arma de fogo e marcas de mordidas nas orelhas, feitas por cães, levaram os militares a concluir que o veado estava sendo caçado e fugiu.

Uma rede foi usada para resgatar o veado. O tenente Diego Prates reforça a importância de acionar o Corpo de Bombeiros em uma situação como esta. As informações são do portal G1.

“Recomenda-se às pessoas que não tentem capturar, nem praticar maus-tratos aos animais silvestres. Elas devem acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros para a guarnição fazer a captura correta e entregar aos órgãos específicos”, disse.

Após realizar o resgate, os bombeiros acionaram a Polícia Militar de Meio Ambiente para que fosse iniciado um rastreamento ao responsável por atirar no veado, o que é considerado crime ambiental.

O animal silvestre foi encaminhado ao Ibama, que informou que ele não resistiu aos ferimentos e morreu na tarde de sexta-feira, por volta das 15 horas.

Moradores de comunidade acusam policial de atirar em cachorro no RJ

Moradores da comunidade de Vila Aliança, em Bangu, no Rio de Janeiro, acusam um policial do Bope pelo tiro dado contra um cachorro. Testemunhas afirmam que se protegiam de um tiroteio em um ponto de kombis, onde dois cães conhecidos na comunidade costumam ficar: Guilherme e Orelha. Ao ver um policial abordar abruptamente os rapazes, Orelha teria latido. Por isso, o policial se irritou e efetuou um disparo, que acertou Guilherme. O animal sobreviveu, mas teve uma pata amputada.

Foto: Arquivo pessoal / Morador da Vila Aliança

Um vídeo registrou o cão ferido, à espera de atendimento. Ele foi socorrido por um morador, que preferiu não se identificar e afirmou que por muito pouco Guilherme não morreu. Ele é amigo do tutor do cachorro e passou o dia cuidando dele.

O socorro ao animal só foi possível, segundo o morador, graças à mobilização da comunidade, que reuniram recursos e levaram o cão até à Fazenda Modelo, em Guaratiba, onde ele recebeu os cuidados necessários. As informações são do portal Extra.

“O Guilherme é conhecido na comunidade. O pessoal que trabalha no ponto das kombis o adotou quando era pequeno. Ele fica ali e a gente dá ração, fez uma casinha pra ele, dá tudo, e ele mora ali. Eu trabalho perto, então passo ali todo dia, conheço todo mundo, estou acostumado. Na hora do fato, eu estava presente e vi tudo”, disse o morador.

Segundo ele, uma intensa troca de tiros ocorria entre os traficantes da comunidade e os policiais do Bope por volta de umas 8h10 da manhã. “A essa hora, todos estão saindo para trabalhar. O pessoal que trabalha nas kombis foi se abrigar onde o cachorro estava, e recuamos para a parede. Nisso — foi tudo muito rápido — chegaram por volta de uns cinco ou seis policiais do Bope. Um deles já chegou enquadrando todo mundo, pedindo para todo mundo encostar na parede, e o outro veio atrás para fazer o apoio”, contou.

Foto: Arquivo pessoal / Morador da Vila Aliança

O morador lembra que os cachorros vivem no local há dois anos e fazem companhia para as pessoas que trabalham com as kombis. “Como os policiais estavam nos coagindo, um deles, o Orelha, latiu. Ele só latiu. Ele não avançou, não mordeu, não fez nada com o policial, somente latiu. Por ele latir, o policial se irritou e atirou na primeira coisa que viu na frente, que foi o outro cãozinho, o Guilherme. Deu um tiro nele e saiu andando como se nada tivesse acontecido”, afirmou.

“O PM ainda saiu falando que o Guilherme era cachorro de rua, que não tinha tutor. O outro policial que vinha atrás atrás viu o rastro de sangue e perguntou se alguém tinha sido baleado. Respondemos para ele: ‘não, foi o seu companheiro que baleou um cachorro’. Esse policial colocou até a mão na cabeça e falou “pô, por que ele fez isso?”, se lamentando, né? Porque é uma vida, ele fez isso do nada. Foi quando o cachorro, baleado, correu, atravessou a rua, e caiu na grama”, completou.

Os moradores da comunidade, então, arrastaram o cachorro e começaram a fazer uma vaquinha para ajudá-lo. “Já havia passado 1h30 do momento em que ele foi atingido, estávamos tentando o transporte e a arrecadação de dinheiro para fazer cirurgia, porque é tudo bem caro. Foi aí que tivemos a ideia de trazer aqui para a Fazenda Modelo, em Guaratiba”, disse. “Chegamos aqui e fomos imediatamente muito bem recebidos, a equipe pegou o cachorro muito rápido e parou tudo para atendê-lo porque realmente era muito grave, um tiro de 762 num cachorro. Quando a cirurgia acabou, houve outro problema: ele precisava de uma transfusão de sangue, mas não tinha nem o sangue nem a bolsa”, acrescentou.

A transfusão feita no cachorro foi a primeira da história da Fazenda Modelo, segundo a equipe do local. Os profissionais são altamente qualificados, mas não têm o costume de realizar transfusões na unidade. “É até uma ideia para a Prefeitura, colocar um suporte para eles, que são referência no Rio de Janeiro em tratamento de animal”, sugeriu o morador.

“A gente teve que agitar, cada um de um lado, e conseguiu fazer. A equipe toda se comoveu: um foi comprar a bolsa e outros foram procurar um cachorro saudável que pudesse doar sangue. Todos se mobilizaram e conseguimos. Eles nos deram todo o suporte. Deram fralda, alimento, remédio, e voltaremos amanhã para pegar mais remédio. Ele ficou mais algumas horas lá, recebeu a transfusão e teve alta. Está tudo bem com ele”, disse.

Foto: Arquivo pessoal / Morador da Vila Aliança

O morador se indignou com o que aconteceu com o animal e disse ter registrado os fatos. “Eu registrei tudo que pude porque isso porque tem que ser divulgado. Isso não é uma coisa que acontece no nosso cotidiano, é muito atípico. Fiz vídeo dele na mesa de cirurgia, fotos na transfusão, relatei tudo para poder passar isso para vocês. O que todo mundo fez foi salvar uma vida. Eu queria colocar meu rosto, falar mesmo. Mas, infelizmente, onde eu vivo, isso é impossível. Eu tenho família, vocês sabem como é. Represália existe. Mas o que todo mundo fez hoje vai ser eterno”, concluiu.

O caso gerou revolta na comunidade e também entre internautas, após divulgação do vídeo. “Eu ia retuitar um vídeo mas pouparei. Um cachorro foi baleado por policiais. Meu medo é esse… o meu é um fofoqueiro que fica na janela latindo pra todo mundo. Tenho muito medo de fazerem essa maldade com meu bebê”, comentou uma mulher.

“Até cachorro sendo baleado!”, indignou-se um rapaz. “Que absurdo, agora só falta dizer que o cachorro estava latindo para avisar que tinha polícia na favela”, ironizou uma mulher.

O outro lado

A Polícia Militar afirmou, por meio de nota, que por volta das 15h policiais militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) estavam atuando na comunidade Vila Aliança, em Bangu, nesta quarta-feira (27), e que ainda não havia balanço da operação.

Um vídeo do cachorro ferido foi enviado à corporação, com relatos dos moradores, pela reportagem do jornal Extra. A PM, no entanto, não comentou o caso.

A página Onde Tem Tiroteio (OTT-RJ) registrou disparos na comunidade às 10h30 e às 12h40. Na madrugada de quarta-feira, de acordo com a polícia, duas pessoas morreram durante um tiroteio com policiais do 14º BPM (Bangu) e um fuzil, uma granada e um radiotransmissor foram apreendidos e encaminhados para a 35ª DP (Campo Grande).

Onça-parda é encontrada morta com marca de tiro em terreno particular

Uma onça foi encontrada morta em um terreno particular em Rio Negrinho, no estado de Santa Catarina. O morador do local, que encontrou o animal próximo a uma região de mata, registrou um boletim de ocorrência na terça-feira (19).

Foto: PMSC/ Divulgação

Após encontrar o animal silvestre sem vida, o homem chamou a filha, que é estudante de medicina veterinária. Ela identificou o animal como um macho adulto de onça-parda. As informações são do portal G1.

Depois do caso ser registrado na delegacia, os policiais se deslocaram até o terreno onde a onça estava morta e entraram em contato com a Polícia Militar Ambiental (PMA) de Canoinhas.

O animal pesava de 50 a 60 quilos e apresentava uma marca no corpo provocada por disparo de arma de fogo. A suspeita é de que ele tenha sido morto por caçadores. No entanto, não foi encontrado vestígio do autor do crime ambiental no local e, por isso, ninguém foi detido.

O major Christopher Rudolf Froehner afirmou que a região conta com policiamento ostensivo para coibir a ação de caçadores.

“Em 2018, retiramos 25 armas de fogo de circulação que eram utilizadas para a caça. Orientamos os moradores para procurar a polícia quando se deparar com tal situação e também trabalhamos com educação ambiental com as crianças nas escolas”, disse.

O corpo do animal, considerado raro, foi entregue a Universidade da Região de Joinville (Univille), que ficou responsável por realizar uma perícia e apontar as causas da morte.

‘Extrema crueldade’, diz tutora sobre cadela morta a tiro por vizinho

Uma cadela de sete meses de idade foi morta na noite de domingo (10) por um tiro. O agressor, de 50 anos, é vizinho da tutora do animal. O crime aconteceu dentro de um condomínio residencial na avenida Cosme Ferreira, no bairro Colônia Antônio Aleixo, em Manaus, no Amazonas.

Chocolate, como era chamada, passeava solta, sob a supervisão da tutora, pelas ruas do condomínio quando foi morta. Durante o passeio, testemunhas disseram à jovem que o homem tinha arremessado uma pedra na direção do animal. “Após os vizinhos me alertarem que ele havia jogado a pedra, chamei meu animal para perto”, explicou a estudante universitária Tamara Radzinsky, de 18 anos. As informações são do portal A Crítica.

Foto: Arquivo Pessoal

Em seguida, o homem saiu de dentro de casa com uma arma de pressão e atirou em Chocolate, atingida na pata esquerda. “Perguntei a razão de ele ter feito aquilo. Ele simplesmente me ignorou. Meu irmão chamou a Polícia Militar (PM), mas, ainda assim, ele afirmava que o caso não daria em nada, justamente, por se tratar de um animal”, disse.

A universitária afirma que o vizinho lavava o carro na companhia das filhas quando o crime aconteceu. As crianças brincaram com a cadela, o que teria irritado o homem. “Ele agiu com extrema crueldade. No momento fiquei em choque, pensei até que o ferimento não tinha sido tão grave, mas ela saiu correndo, gritando de dor. Quando consegui pegar a Chocolate, ela já estava morrendo”, lamentou.

Ao ser questionado pelos moradores do condomínio, o homem afirmou que matou a cadela porque ela estava no terreno dele e disse que com uma arma de pressão ele poderia caçar qualquer animal. A tutora, porém, desmente o vizinho. “Ela não estava no terreno dele. Estava na área pública do condomínio, as imagens das câmeras comprovam isso”, explicou.

O caso foi registrado como danos morais no 14º Distrito Integrado de Polícia (DIP). A arma do crime não foi apresentada pelo homem. “O escrivão disse que não poderia fazer muita coisa, por se tratar de um animal. Mas, hoje já registramos na Delegacia Especializada em Crimes contra o Meio Ambiente e Urbanismo (Dema) o caso como maus-tratos seguido de morte”, declarou.

O projétil foi removido do corpo da cadela para ser submetido à exame de balística, conforme solicitado na delegacia especializada. De acordo com a titular da Dema, a delegada Carla Biaggi, o homem será intimado a comparecer na delegacia para realização de oitivas e terá que apresentar a arma do crime. O caso segue sob investigação.

Segundo laudo assinado pela médica veterinária Gabriela Imakawa, Chocolate apresentava uma lesão cutânea sem perfuração muscular no lado esquerdo do tórax. A lesão, de acordo com a profissional, era arredondada e com bordas bem definidas.

O caso é acompanhado pela deputada Joana Darc (PR), que é presidente da Comissão de Meio Ambiente e Proteção dos Animais e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa. “É mais um caso que não deixaremos passar em branco. O que essa pessoa fez é um crime, um atentado contra a vida de um animal dócil e inocente. Estou dando todo o suporte possível, para que essa senhora consiga ver esse criminoso pagando por seu ato”, disse a parlamentar.

Homem confessa ter atirado em cão porque animal correu atrás de moto

O homem que foi flagrado por câmeras de segurança ao atirar contra um cachorro em Medicilândia, município do sudoeste do Pará, confessou o crime.

Foto: Polícia Civil / PA

O cão foi baleado nas proximidades de uma agência bancária. Gravemente ferido, ele foi resgatado, mas devido ao quadro de saúde apresentado, teve que ser sacrificado em uma clínica veterinária. As informações são do portal G1.

O agressor, Alexandre de Sousa Wagner, foi preso na quinta-feira (7). Ele confessou à Polícia Civil ter baleado o cachorro. Em depoimento, Alexandre disse que atirou porque o animal correu atrás de uma moto que era dirigida por ele.

De acordo com o delegado Lucas Luz, responsável pelo caso, após ser feita a identificação do responsável pelo crime, policiais continuaram em ronda pela cidade até que a prisão fosse efetuada.

Alexandre irá responder por crime de porte ilegal de arma de fogo e por maus-tratos a animais, que resultou em morte. A arma a usada para balear o cachorro foi apreendida pela polícia.

Crocodilo de 80 anos é morto a tiros dentro de um rio

O pescador Ryan Moody avistou o réptil de 4,5 metros boiando no rio na última quinta-feira (28) e alertou o Departamento de Meio Ambiente e Ciência. Moody também foi até as redes sociais para protestar contra a morte de Bismarck que, aparentemente, levou um tiro na cabeça.

“Bem, Cardwell diz adeus a uma de suas maiores atrações turísticas”, disse ele.

“Este crocodilo nunca foi uma ameaça para os humanos. Ele simplesmente adorava comer tartarugas”.

“Incrível como os humanos podem tornar as situações mais perigosas através de atos de pura estupidez”.

“Eu gostaria de agradecer ao ‘bogan’ que fez isso, eu me pergunto se ele gostaria que eu desse o troco e pulasse em sua cabeça por uma hora o socando com meus punhos, provavelmente não.”

A polícia local está investigando o caso, mas ainda não foi capaz de confirmar se o crocodilo foi baleado ou morreu de causas naturais.

“Se ele é mesmo o crocodilo local, isso seria uma perda para a comunidade, já que era uma atração turística para a área”, disse o sargento Stephen Gillinder.

“Eles são predadores de ponta, mas este não mostrou nenhum sinal de agressão aos humanos”.

“Dependendo da classe do animal, se eles estão em perigo ou protegidos, as penalidades podem ser severas”, disse ele.

O Departamento de Meio Ambiente e Ciência também esta investigando sobre a morte de Bismarck. As informações são do Daily Mail.

A Lei de Conservação da Natureza diz que é crime deliberadamente interferir, prejudicar ou matar crocodilos sem autorização, com uma penalidade máxima de aproximadamente 30 mil dólares (cerca de 115 mil reais).

Homem é preso após tentar matar cachorro com tiro de espingarda

Foto: Divulgação

Um homem foi preso por maus-tratos após deixar um cachorro ferido com estilhaços de chumbo provocado por um disparo de espingarda em Imbuia, no Vale do Itajaí. O suspeito pagou fiança e foi solto na tarde de terça-feira (22). O animal segue internado e aguarda cirurgia para a retirada de um projétil que ficou alojado próximo das vértebras cervicais.

O animal sofreu ferimentos no pescoço e na cabeça. Branquinho, que tem aproximadamente um ano e meio, foi resgatado pela tutora há quatro meses.

Segundo a tutora Mariana Costa, o cachorro estava brincando perto da casa da família, que fica em uma área rural. Ela disse que ouviu tiros e depois o cachorro resmungando.

Mariana disse que foi procurar pelo animal e o encontrou ferido na garagem da casa da família. Ainda de acordo com a tutora, o suspeito de efetuar o disparo é vizinho do terreno.

O cão foi levado para uma clínica veterinária em Rio do Sul, onde passou por cirurgia para a retirada de alguns estilhaços. De acordo com a tutora, o animal deve ser encaminhado para Blumenau e deve passar por uma nova cirurgia.

A família tenta arrecadar dinheiro para fazer o procedimento. Conforme Mariana, o estado de saúde do cachorro é estável, mas o novo procedimento é considerado de risco pelos veterinários que cuidam do caso.

Investigação

A família registrou um boletim de ocorrência. Segundo o titular da Delegacia de Ituporanga, Bruno Augusto Reis, o homem foi preso em flagrante e prestou esclarecimentos na polícia, onde confessou o crime ao delegado.

Conforme Reis, o homem tentou esconder a arma usada, mas o objeto foi localizado no mato e apreendido.

O suspeito foi liberado após pagar fiança no valor de um salário mínimo. Ele deve responder em liberdade por maus-tratos contra animais e posse irregular de arma de fogo.

Fonte: G1

Cachorro morre após ser baleado durante assalto em Nova Iguaçu (RJ)

Um cachorro da raça dachshund morreu após ser baleado por um criminoso durante um assalto em Nova Iguaçu, município do estado do Rio de Janeiro.

(Foto: Pixabay / Ilustrativa)

Apolo, como era chamado, foi ferido após o tutor dele ser abordado por um assaltante nas proximidades do Conjunto Palmares. As informações são do portal O Dia.

O criminoso roubou um cordão do homem e atirou no cachorro após o tutor afirmar que não tinha mais nada para entregar.

O cachorro foi socorrido após o crime, mas não resistiu aos ferimentos. O criminoso fugiu e, até o momento, não foi identificado pela polícia.