Explorado e sob intenso estresse, leão reage violentamente ao interagir com menina

Foto: Pixabay

Zoológicos são exemplos de exploração, dor e sofrimento à vida selvagem. Animais em cativeiro desenvolvem comportamentos anormais ou potencializam os mais agressivos devido ao cruel impacto psicológico que sofrem em ambientes pequenos, sem estímulo, estressantes e sujos.

Às vezes, eles podem ser vistos como dóceis e submissos por trás de paredes de vidro ou pequenos cercados, em outras, exibem sinais de zoocose, como balançar para frente e para trás. O ataque a seres humanos e outras espécies também é bem comum como consequência da frustração e estresse causados nesses ambiente.

O vídeo da reação de um leão ao ser “beijado” por uma menina é claramente o resultado do sofrimento e desespero de animais selvagens presos e explorados por toda a vida.

Nele, a criança é vista pressionando o rosto contra a parede de vidro de um recinto de leões em um zoológico. A princípio, o leão apenas olha para ela. No entanto, rapidamente ele se demostra extremamente irritado com aquilo quando a jovem pressiona os lábios contra o vidro. O leão se levanta em suas patas traseiras e começa a arranhar exasperadamente a parede.

Ano passado, um gorila de Silverback também atacou o vidro de um zoológico de Nebraska depois que uma menina brincou em seu peito. Estes animais vivem em inegáveis ​​estados de aflição. Eles podem não agir assim durante 24 horas por dia mas, em momentos como esses, fica evidente o tamanho do desespero que sentem por estarem aprisionados.

A pequena jovem do vídeo talvez ainda não seja capaz de entender tudo o que um zoológico é na verdade, pois nasceu em uma sociedade sem compaixão, gananciosa e egoísta, onde as viagens a locais como estes são organizadas por escolas e pelos próprios pais incapazes de enxergar a relação distorcida e injusta entre humanos e animais.

 

 

 

bezerro torturado

Investigação secreta revela funcionários torturando bezerros por ‘diversão’ em uma fábrica de laticínios

Investigadores secretos da PETA filmaram cenas cruéis de funcionários de uma fábrica de laticínios torturando bezerros com ferros quentes. Um deles disse que era mais “divertido e excitante” ver os animais gritando de dor.

bezerro torturado

Foto: PETA

O vídeo, filmado na Heifer Solutions em Wisconsin, Estados Unidos, em dezembro, mostra os criminosos usando ferros quentes para queimar a cabeça dos animais e impedir que os chifres cresçam.

O vídeo mostra os animais se debatendo e gritando de dor, enquanto a fumaça sobe de sua carne carbonizada. De acordo com a PETA, as queimaduras de terceiro grau causadas nesse tipo de procedimento podem causar dor aos animais por semanas.

“O funcionário disse que fornecer anestésicos aos bezerros antes de queimá-los tornaria o ato ‘muito mais fácil, mas onde está a graça nisso?'”, disse a organização. “Ele até disse que manter o ferro quente pressionado contra as cabeças dos bezerros enquanto eles pulavam e chutavam tornava o processo ‘mais excitante’ para ele.”

“Os bezerros lutavam violentamente, de uma forma que indica extrema angústia, dor e sofrimento”, disse um veterinário que revisou as imagens. “Na minha opinião profissional, esse procedimento realizado nas fábricas é cruel e causa dor e sofrimento extremo.”

O funcionário flagrado no vídeo recebeu apenas uma suspensão da Heifer Solutions.

Homem é preso suspeito de furar com prego, envenenar e matar animais

Vizinho é suspeito de furar gato com prego em Goiânia, Goiás — Foto: Divulgação/ Polícia Civil

Istênio Ribeiro Machado, de 41 anos, foi preso suspeito de envenenar cães de um vizinho e causar a morte de um dos animais, em Niquelândia, no norte goiano. Segundo a Polícia Civil, ele também furou, com um prego, o gato de outro morador da rua.

O suspeito nega os crimes. Até a publicação desta reportagem, ele não havia apresentado um advogado aos policiais e seguia preso na Unidade Prisional de Niquelândia, visto que foi estipulada fiança de quase R$ 20 mil.

O delegado responsável pelo caso, Cássio Arantes, explicou que o tutor dos cães viu quando Istênio envenenou os cães, na madrugada de quarta-feira. “O morador viu quando ele jogou, pelo portão, pedaços de frango e os cachorros comeram. Ele não imaginou que tinha veneno”, relatou.

Segundo o delegado, o tutor procurou os policiais, que apreenderam pedaços de frango que ficaram jogados na área da casa. Arantes disse que a Vigilância Sanitária constatou que a morte do cão foi causada por envenenamento.

Ao ir ao local, outro vizinho relatou que o gato tinha sido maltratado por Istênio. De acordo com os moradores, esta foi a primeira vez que ele machucou os animais da rua. No entanto, eles já tinham registrado várias queixas contra o suspeito.

“Ele tinha muitas passagens por delitos envolvendo praticamente todos os vizinhos, mas outros crimes como dano e perturbação do sossego”, contou o delegado.

Fiança de quase R$ 20 mil

Istênio foi preso em flagrante pelo crime de maus-tratos. O delegado estipulou fiança de R$ 19,9 mil devido à gravidade dos gatos e o aumento da violência das ações do suspeito contra os vizinhos.

“Considerei várias circunstâncias. Dentre elas a gravidade do fato, a ação como foi praticada, a vida pregressa do autuado, que tem uma vasta gama de passagens de pequeno delito, e a periculosidade, de certa forma, ele tem uma crescente criminosa, eram pequenos delitos e vem se agravando”, explicou Arantes.

Como Istênio não pagou a fiança, foi levado para o presídio. Ele deve passar, nos próximos dias, por audiência de custódia, que definirá se o suspeito continuará preso.

Fonte: G1

Macacos são torturados e explorados nas ruas para entreter turistas

Macacos são cruelmente explorados e mortos em laboratórios de todo o mundo e, em circos e zoológicos, são forçados a aprender, com privação de alimentos, truques “engraçados” para divertir pessoas. Mas a maldade do homem não tem limites e, na Indonésia, eles são torturados e abusados nas ruas de Medan, a quarta maior do país, para entreter turistas e moradores.

Fotos angustiantes mostram os animais acorrentados pelo pescoço, vestem trajes bizarros, máscaras grotescas e andam de motocicletas em miniatura. Como não bastasse tamanha atrocidade, no fim dos “shows”, os pobres e indefesos macacos são mantidos em cativeiros minúsculos, escuros, sujos e com as correntes ainda em volta do pescoço.

Os homens que “cuidam” dos animais também foram registrados nas imagens pegando-os pelas mãos, pelos pés, deixando-os no chão, apenas para trocar as fantasias bizarras.

 

Quem capturou as terríveis imagens foi Sutanta Aditya, que visitou as ruas de Medan, na Indonésia, na semana passada. As informações são do Daily Mail.

Ela acredita que isto acontece devido a necessidades econômicas. “Os shows são controversos por causa da sensibilidade dos sentimentos humanos”.

Nada justifica torturar outras criaturas e as privar da liberdade em gaiolas e correntes de ferro para ganhar dinheiro.

“Se você está domando uma criatura de Deus, deve haver uma responsabilidade que vem disso. Sinto-me triste pelos macacos e espero que minhas fotos produzam pensamentos e ações”.

As tristes exposições também são encontradas na Índia, Vietnã, Paquistão, Tailândia, China, Camboja, Japão e Coréia do Sul.

 

 

 

Ativistas filmam a realidade dos porcos antes de serem mortos na Grande SP

Na madrugada deste sábado, dezenas de ativistas pelos direitos animais se reuniram em frente ao Frigorífico Rajá, em Carapicuíba, na Grande São Paulo, para filmarem a realidade dos porcos pouco antes de serem abatidos. No vídeo registrado pela ativista Beatriz Silva é possível ver os animais amontoados, assustados e sedentos dentro dos caminhões que chegavam ao matadouro.

Incomodados com a situação, os ativistas deram um pouco de água aos animais. Imagens: Beatriz Silva

Os porcos estavam em jejum, inclusive de água, prática que visa evitar que evacuem durante o processo de abate, que consiste em choque seguido de degola. Basicamente é a mesma realidade partilhada por dezenas de milhões de suínos que são mortos todos os anos no Brasil. Incomodados com a situação, os ativistas deram um pouco de água aos animais.

Também questionaram como isso pode ser aceitável e criticaram o fato de que os interesses que pesam no destino dos porcos são apenas os dos criadores, dos frigoríficos e dos consumidores – já os interesses dos animais são ignorados porque são classificados apenas como produtos.

O objetivo da filmagem foi mostrar que por trás da carne que as pessoas compram confortavelmente nos açougues, há uma trajetória que inclui privação, sofrimento e morte precoce – já que os porcos têm expectativa de vida de 15 anos, mas são abatidos com seis meses.

A agitação e o estresse dos animais registrados no interior dos caminhões são apontados como uma reação natural de estranhamento diante da realidade, assim como os gritos e gemidos durante o processo de abate. “Não existem abatedouros felizes, mágicos ou éticos. Matar sempre será cruel. Matar um ser que não deseja morrer é assassinato”, destacaram em um banner exibido durante a vigília.

rato crucificado

Estudante crucifica e queima rato após ele supostamente comer sua tartaruga

Um estudante universitário pendurou um rato em uma cruz de madeira e o queimou em um campus na China. Ele alega que fez isso porque flagrou o rato comendo sua tartaruga.

rato crucificado

Foto: Daily Mail

Fotos mostrando o pequeno animal sendo amarrado à cruz de madeira com as patas dianteiras abertas de ambos os lados de seu corpo e exibidas no campus da universidade surgiram on-line.

O incidente causou revolta imediata da população no Weibo, uma plataforma de mídia social popular na China, com os usuários expressando sua indignação com o tratamento cruel com o animal.

O incidente aconteceu no Instituto de Artes de Guangxi, em Nanning, capital da região autônoma de Guangxi Zhuang, no sul da China, em 6 de janeiro, segundo postagens no Weibo.

Um post disse no domingo que o rato amarrado foi publicamente torturado ao lado de um lago no campus. Outro post afirmou na segunda-feira que o roedor ficou preso na cruz por um dia antes de ser queimado. Ainda não está claro se o rato estava ou não vivo enquanto foi queimado pelo estudante.

Um porta-voz da universidade confirmou as críticas online no site de notícias chinês btime.com. Ele disse que conversou com o aluno sobre o incidente e desaprovou seu ato bárbaro.

duas galinhas em um quintal

Nova decisão da Bélgica levanta debate sobre direitos animais e liberdade religiosa

Cada vez mais, as jurisdições promulgam leis que promovem considerações sociais legítimas que, por sua vez, entram em conflito com alguns costumes tradicionais religiosos.

duas galinhas em um quintal

Foto: Getty Images

A Europa Ocidental está liderando o caminho. A Bélgica agora exige que todos os animais devem ser atordoados antes de serem mortos, o que impede que sua carne seja declarada kosher ou halal de acordo com as exigências religiosas do judaísmo e do islamismo.

Até recentemente, havia uma exceção às leis de bem-estar animal que permitia isenções religiosas limitadas. Essas brechas legislativas agora estão sendo sistematicamente removidas.

A maioria dos países e a União Européia permitem exceções religiosas à exigência impressionante, embora em alguns lugares – como na Holanda, onde uma nova lei entrou em vigor no ano passado, e na Alemanha – as exceções sejam muito estreitas. A Bélgica está se juntando à Suécia, Noruega, Islândia, Dinamarca e Eslovênia entre as nações que não prevêem nenhuma exceção.

Ann De Greef, diretora da Ação Global no Interesse de Animais, um grupo belga de defesa dos direitos dos animais, insistiu que o atordoamento não entra em conflito com a doutrina kosher e halal e que ainda pode ser considerado de acordo com o ritual, mas as autoridades religiosas se recusam a aceitar sua fala.

“Eles querem continuar vivendo na Idade Média e continuar a massacrar sem atordoar – pois a técnica ainda não existia naquela época – sem ter que responder à lei”, disse ela. “Bem, me desculpe, na Bélgica a lei está acima da religião e isso vai ficar assim.”

No Brasil, entre 2017 e 2018, houve uma tentativa de proibição do abuso e da matança de animais em rituais religiosos, mas o julgamento do STF foi suspenso em agosto do ano passado, devido a um pedido do ministro Alexandre de Moraes.

urso raju com a corda amarrada no focinho

Urso torturado e forçado a dançar é resgatado na Índia

Com uma corda amarrada no nariz controlando cada movimento seu, o urso Raju foi forçado por seu algoz a “dançar” nas ruas da Índia para ganhar gorjetas. Para quem via o espetáculo, parecia que ele estava dançando, mas Raju na verdade estava se contorcendo de dor enquanto seu tutor puxava a corda para frente e para trás como um marionetista cruel.

urso raju com a corda amarrada no focinho

Foto: The Dodo

Essa era a vida de Raju e de incontáveis ​​outros ursos nas ruas da Índia, onde a prática era popular há quase 400 anos. Quando as pessoas começaram a falar contra a negligência, a prática foi banida em 1972, e os grupos de proteção da vida silvestre trabalharam para resgatar os ursos um por um, cortando suas cordas e terminando sua tortura. Mas Raju ainda estava preso – até que a Wildlife SOS encontrou o urso e lhe deu um lar seguro em 2009.

Raju, de dezesseis anos de idade, leva uma vida melhor agora no Centro de Resgate de Ursos da Wildlife SOS Bannerghatta – mas seus salvadores nunca se esquecerão da negligência que ele sofreu.

o urso raju com a corda amarrada no focinho. seu focnho tem cicatrizes e está sujo de terra

Foto: The Dodo

“As cicatrizes no focinho desfigurado de Raju e vários dentes perdidos atuam como um lembrete constante da crueldade infligida a centenas de vidas inocentes de ursos, tudo em nome da prática de exploração de ursos que já foi predominante na Índia”, Geeta Seshamani, co-fundadora da Wildlife SOS, disse em um comunicado. “No entanto, Raju se mostrou um urso de extraordinária força emocional e caráter, apesar de tudo o que ele sofreu no passado.”

Este ano, Raju está comemorando seu nono ano de liberdade no santuário, onde vive ao lado de centenas de outros ursos. Em vez de viver com dor, ele passa seus dias procurando por lanches, escalando árvores e deitando-se ao sol.

o urso resgatado, brincando com um bambu

Foto: The Dodo

“Ao longo dos anos, vimos Raju crescer e se transformar em um urso forte e animado”, Dr. Arun. A. Sha, diretor de operações veterinárias do resgate, disse. “Foi uma grande jornada para todos nós, do lugar onde toda a esperança parecia estar perdida para este pequeno refúgio onde Raju e centenas de outros ursos encontraram um lar e sua liberdade.”