Oito cavalos são sacrificados após descoberta de caso severo de negligência

Foto: MEN Media

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Os oito cavalos tiveram que ser sacrificados depois de terem sido encontrados aleijados em um estábulo minúsculo “amontoados” uns nos outros e com estrume por todo lado em um caso criminoso de negligência .

Oficiais de bem-estar animal descobriram dez animais que vivem em um estábulo imundo cercado por suas próprias fezes e urina, em um caso de negligência que o inspetor do departamento disse ser “o pior que já viu”.

Para chegar até dois dos cavalos os funcionários tiveram que escavar a sujeira, pois os dejetos estavam bloqueando a porta do estábulo.

Os cavalos não tinham um ferrador para aparar os cascos por pelo menos 12 meses, quando isso deveria acontecer a cada seis semanas.

Isso fez com que os cascos dos animais crescessem descontroladamente, deixando os cavalos aleijados e tendo que lutar para conseguir se locomover.

Foto: MEN Media

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Cinco cavalos estavam em tal estado de sofrimento que um veterinário independente decidiu que a melhor coisa era sacrificá-los imediatamente.

Outros três foram encaminhados para uma cirurgia de emergência antes de ser decidido que eles também precisavam ser sacrificados para acabar com seu sofrimento.

Um tribunal proibiu o homem responsável pelos cavalos de manter todos os animais em seu poder depois que sua negligência foi descoberta.

Carl Kawka, 57 anos, de Greenbank Road, na cidade de Rochdale, Inglaterra se declarou culpado de duas acusações de crueldade e atentado ao bem-estar animal quando compareceu ao tribunal de magistrados de Tameside na última quinta-feira.

O tribunal ouviu como a RSPCA (ONG que atua em defesa dos direitos animais) foi enviada para investigar Kawka devido a preocupações sobre 10 cavalos que ele tinha sob seus cuidados em seus estábulos em Oldham.

Foto: MEN Media

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O inspetor Danni Jennings e os oficiais do World Horse Welfare descobriram que oito cavalos tinham cascos enormes e deformados que os deixaram aleijados.

Em mitigação, o tribunal ouviu que Kawka estava com dificuldades devido a problemas de saúde.

Felizmente, após um longo tratamento, dois dos cavalos estão a caminho da recuperação.

Um deles, chamado Ronnie, agora foi realocado, e outra égua chamada Celine está se recuperando bem e deve voltar para casa em breve.

Kawka foi proibido de manter todos os animais, recebeu uma sentença de 18 semanas de prisão suspensa por 12 meses e um toque de recolher de cinco meses entre as 19h e as 7hs da manhã.

“Este é o pior caso de negligência que já vi em minha carreira de 11 anos como inspetor da RSPCA.

“Os cavalos estavam claramente sofrendo e estavam aleijados, lutando para andar e se mexer e era óbvio que não tinham visto a luz do dia por um longo período de tempo.

“O modo como foram negligenciados foi horrível – foi um dia muito triste e deprimente para todos os envolvidos”.

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Advogada defende o direito do público falar em nome dos animais nos tribunais

Por Rafaela Damasceno

Uma advogada aposentada de Toronto, Canadá, foi até o tribunal para argumentar sobre os direitos dos advogados se manifestarem em favor dos direitos animais.

Um pequeno rato preso em uma armadilha

Foto: Today Ville

O caso começou no início do ano, quando Sandra Schnurr apresentou um pedido contra cinco empresas que vendem armadilhas para roedores. Ela argumentou que as armadilhas causam aos animais uma morte lenta e dolorosa, e apresentou uma petição para impedir que as grandes empresas (Canadian Tie, Walmart, Home Depot, Home Hardware e Lowe’s) de vender.

As empresas entraram com uma ação para negar a acusação, alegando que Sandra não tinha legitimidade alguma para levar a questão até o tribunal. Ela, por sua vez, declarou que as regras sobre quem deve ou não falar sobre algo nos tribunais vêm sendo relaxadas e que os defensores dos direitos animais deveriam poder falar por eles no Canadá.

“Se tivermos sucesso nisso, mesmo se perdermos a questão da armadilha, o fato de termos conseguido atrair o interesse público em falar pelos animais seria muito bom”, garantiu Sandra, em entrevista ao Today Ville.

As empresas afirmaram que membros do público não possuem o direito de aplicar a lei criminal, e que esses assuntos são de competência exclusiva de um procurador geral. Mas Sandra acredita que os tribunais estão dispostos a adotar uma visão mais ampla da posição de interesse público.

“Obviamente, os ratos e camundongos, os maiores afetados pelas armadilhas, não podem ir ao tribunal e falar por si mesmos. Os candidatos, que se dedicam a defender esses seres, serão a melhor escolha”, afirmou ela.

Sandra ainda disse que aqueles que buscam defender os animais devem cumprir três critérios: ter uma participação real ou interesse no assunto, usar recursos judiciais adequados e levantar uma questão que possa ser abordada de maneira eficaz. Esses critérios seriam utilizados para demonstrar que há realmente uma questão genuína de justiça.

A questão foi discutida recentemente pelo juiz do Supremo Tribunal de Ontário, Lorne Sossin, e deve ser decidida definitivamente nos próximos meses.


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Adolescente é filmado pelos amigos agredindo um gambá repetidas vezes

Foto: Snapchat

Foto: Snapchat

Um adolescente foi acusado legalmente de crueldade com os animais após um vídeo em que ele arranca um gambá de uma árvore durante a noite e ataca-o brutalmente ter sido divulgado nas redes sociais.

O jovem de 19 anos que mora em Cannonvale nos Whitsundays (Austrália) foi filmado por amigos segurando o gambá de cabeça para baixo pelo rabo e repetidamente perfurando-o no rosto e no corpo.

Outra pessoa que não foi incluída na gravação também atacou gambá, que em determinado momento pareceu se afastar dos agressores.

Ele então começou a jogar o gambá sem a menor cerimônia na sacada.

Foto: Snapchat

Foto: Snapchat

A filmagem foi enviada para o Snapchat e vista pela polícia pouco tempo depois, que confirmou que o adolescente havia sido acusado de crueldade com animais.

A polícia disse que o caso continuaria a ser investigado.

A filmagem do Snapchat foi legendada como “missão cumprida” quando foi compartilhada na conta do infrator.

Michael Beatty, porta-voz da RSPCA da austrália com sede em Queensland, disse ao 7News que a filmagem era preocupante.

“É terrível”, disse ele.

“É um ato de crueldade premeditado e mostra uma total falta de empatia com os animais”

Ele também disse que estava preocupado que os adolescentes parecessem ter prazer em causar dor aos animais.

O infrator principal deve comparecer ao tribunal em 16 de julho para responder por seu crime.

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Câmera escondida flagra caçadora alimentando cães com filhotes de raposa

Foto: SWNS

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Um investigador que atua em defesa dos direitos animais flagrou o momento em que um caçador alimentou seus cães com filhotes de raposa.

Paul Oliver, de 40 anos, é acusado de jogar os filhotes para seus cães antes que as duas raposas fossem encontradas mortas em uma lixeira. Ele nega acusações.

Na sexta-feira, o Tribunal de Magistrados de Birmingham (Inglaterra) assistiu as gravações secretas, depois que ativistas anti-caça instalaram as câmeras escondidas no canil South Herefordshire Hunt em 16 de maio de 2016.

Três pessoas foram julgadas por acusações de crueldade contra animais após as imagens secretas vieram à tona.

Foto: SWNS

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O vídeo mostra um homem carregando um filhote de raposa até os canis, enquanto os cães podem ser ouvidos latindo alvoroçadamente.

Minutos depois, o homem sai do canil e joga o animal morto em uma lixeira antes de borrifá-lo com um líquido.

Oliver, a empregada do canil Hannah Rose, 30, e o terrierman Nathan Parry, 40, negam as quatro acusações de causar sofrimento desnecessário a um animal protegido.

Julie Elmore, 55, de Abergavenny, País de Gales, e Paul Reece, 48, de Itton, no País de Gales, admitiram duas acusações de causar sofrimento desnecessário a um animal protegido.

O tribunal ouviu como o investigador dos direitos animais, Karl Garside, capturou as filmagens depois de colocar um rastreador magnético no Land Rover da Parry.

Foto: SWNS

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Ele disse que as câmeras foram instaladas perto de trailers brancos no local onde fica o canil SHH Kennels, onde ele também encontrou um filhote de raposa em uma gaiola.

Garside, o investigador, observou que a caça à raposa foi proibida em 2005, então ele instalou a câmera para descobrir por que o filhote de raposa estava lá.

Ele disse que as imagens mostram um homem de boné colocando a raposa morta em uma lixeira, antes de ser visto levando outro filhote de raposa para dentro do canil.

Garside acrescentou: “Ele é visto então pulverizando algo sobre as raposas no lixo, fomos ao local mais tarde e vimos os filhotes de raposa no lixo, eles estavam azuis.”

Um funcionário rural disse ao tribunal que acredita que as raposas podem ter sido mortas com um martelo antes de serem dadas aos cães.

A testemunha de defesa, que foi referida apenas como Dr. Lomax, disse: “Sabemos que as lesões na cabeça e no peito ocorreram com cerca de um minuto de intervalo entre uma e outra.

“Pode-se supor que o golpe na cabeça teria sido o primeiro”.

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Tribunal Superior da Índia concede aos animais os mesmos direitos dos seres humanos

Foto: photowall

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O fato dos animais serem sencientes, ou seja, possuírem a capacidade de sentir, sofrer, amar, criar vínculos e compreender o mundo ao seu redor já foi cientificamente comprovado e corroborado por especialistas desde 2012 pela Declaração de Cambridge para o mundo todo.

Agora sua personalidade jurídica também foi garantida por uma ordem do Tribunal Superior Punjab e Haryana na Índia. A suprema corte de Punjab e Haryana concedeu aos animais do estado o status de “pessoa ou entidade legal”, segundo o jornal The Indian Express.

Os animais que vivem na região localizada norte da Índia agora têm os “direitos, deveres e responsabilidades correspondentes de uma pessoa viva” graças à nova lei de proteção animal.

Foto: Caters News Agency

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A decisão visa “proteger e promover maior bem-estar dos animais”, de acordo com o juiz Rajiv Sharma, que escreveu a ordem.

Animais, incluindo aves e aquáticos, “não podem ser tratados como objetos ou propriedades”.

“Os animais devem ser saudáveis, estar confortáveis, bem nutridos, seguros, capazes de expressar comportamento inato sem dor, medo e angústia”, disse Sharma. “Eles têm direito à justiça.”

“Temos que mostrar compaixão por todas as criaturas vivas. Os animais podem ser mudos, mas nós, como sociedade, temos que falar em seu nome. Nenhuma dor ou agonia deve ser causada aos animais. A crueldade com os animais também causa dor psicológica a eles ”, continuou ele.

“Na mitologia hindu, todo animal é associado a Deus. Os animais respiram como nós e têm emoções. Os animais precisam de comida, água, abrigo, comportamento normal, cuidados médicos, autodeterminação ” segundo o juiz.

Foto: Getty Images

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A ordem nomeou cidadãos de Haryana “pessoas in loco parentis” dos animais do estado, referindo-se à responsabilidade legal de assumir algumas das funções de pais em relação aos animais.

Sharma escreveu uma ordem semelhante no ano passado para o Supremo Tribunal de Uttarakhand. A decisão reconhecia a personalidade jurídica dos animais que vivem em Uttarakhand, também um estado no norte da Índia.

Assim como a decisão de Haryana, a ordem de Uttarakhand coloca os residentes do estado como “guardiões” de animais. A ordem, que inclui “todo o reino animal”, foi criada para combater o tráfico, os agressores de animais e a poluição ambiental.

A Índia e a proteção ambiental

Em 2017, Sharma foi membro da banca que declarou rios Ganga e Yamuna, e todos os seus afluentes e córregos, como entidades vivas. Os 2.525 km do rio Ganga e seus afluentes são uma fonte vital de água para 400 milhões de pessoas. Foi a primeira vez na Índia e a segunda vez no mundo que tal reconhecimento ocorreu, porém, o veredicto foi suspenso pela Suprema Corte.

Bem-estar animal na Índia

No ano passado, a Índia baniu todas as exportações de animais vivos em uma tentativa de melhorar o bem-estar animal no país. “Demandas do público” inspiraram a proibição, segundo Mansukh Mandaviya, ministro do departamento de União para o Transporte Marítimo, depois que protestos públicos foram realizados em várias partes do país.

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Austrália proíbe extermínio de tubarões na Grande Barreira de Corais

Foto: Independent/Reprodução

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Os tubarões não podem mais ser mortos na Grande Barreira de Corais, uma das mais visitadas atrações turísticas australianas, após uma decisão do tribunal do país que derrubou um esquema de extermínio da espécie feito pelo governo.

Ativistas têm lutado há tempos para acabar com a prática de matar tubarões na região, a desculpa usada para justificar a ação, era a necessidade de redução do risco de ataques em Queensland.

Quase 200 linhas defensivas de pesca eram usadas para matá-los, e enquanto muitos tubarões se afogavam depois de serem capturados nessas armadilhas, outros eram encontrados vivos, porém, grave ou fatalmente feridos.

Foto: Independent/Reprodução

Foto: Independent/Reprodução

No entanto, o tribunal encontrou evidências “esmagadoras” de que matar o peixe gigante não reduz o risco de interações com tubarões.

O tribunal afirmou: “Ficou claro, a partir das evidências fornecidas neste processo, que o programa letal de controle de tubarões de Queensland está fora de sintonia com os desenvolvimentos nacionais e internacionais de proteção às espécies do país”.

Lawrence Chlebeck, militante de ações marinhas da Humane Society International, disse que: “Desde os anos 1960, os tubarões são mortos a tiros na Grande Barreira de Corais. Hoje isso acabou. Esta é uma grande vitória para tubarões e animais marinhos”

A sentença concluiu em seu texto que os tubarões não podem mais ser mortos por tiros, exceto em “motivos de vida ou morte”(ataques em andamento onde vidas estejam ameaçadas).

O texto afirmava também que os anzóis devem ser checados com mais frequência, e qualquer tubarão tigre, touro ou branco que for encontrado preso a eles, deve ser marcado antes (etiqueta de acompanhamento) e ser libertado “vivo” no mar.

Linhas de pesca defensivas | Foto: Independent

Linhas de pesca defensivas | Foto: Independent

Finalmente, o tribunal ordenou que apenas poderão ser usadas linhas de pesca não letais e outros métodos que permitirão que o peixe seja removido sem ser prejudicado em caso de necessidade.

“O julgamento deixa claro que a tecnologia não-letal (sem o envolvimento de mortes) é o caminho para o controle de tubarões na Grande Barreira de Corais”, disse Chlebeck.

“Como resultado deste julgamento, descobrimos que matar tubarões não tem impacto sobre a segurança dos banhistas, por isso a HSI intima o governo de Queensland a atualizar seu programa de gestão de tubarões ao longo de toda a costa.”

Desde 2016, mais de 500 tubarões morreram como resultado de “medidas de prevenção” a ataques na região. O tribunal descobriu que os tubarões-tigres sofreram um sério declínio nos números da espécie.

Autoridades disseram aos veículos de notícias locais que estavam revisando a decisão tomada pelo tribunal.

Tribunal veta a proibição de investigações secretas em fazendas industriais e matadouros

O Tribunal Distrital dos EUA derrubou a lei Ag-Mord de Iowa, na última quinta-feira (10), sustentando que a proibição de investigações secretas em fazendas industriais e matadouros viola a Primeira Emenda.

Foto: Pixabay

O Animal Legal Defence Fund, em 2017, liderou uma coalizão de grupos de defesa animal, ambiental e comunitária, desafiando a constitucionalidade da lei. Tribunais federais da mesma forma derrubaram as leis Ag-Gag em Idaho e Utah como inconstitucionais.

A lei Ag-Gag de Iowa criminaliza investigações secretas em uma ampla gama de instalações de animais, incluindo fazendas industriais, fábricas de filhotes e matadouros, impedindo que os defensores exponham a crueldade e o meio ambiente, os direitos dos trabalhadores e as violações de segurança alimentar. A lei alcançou seu objetivo de suprimir investigações secretas – nenhuma investigação foi realizada desde a aprovação da lei em 2012.

“As leis da Ag-Gag são uma tentativa perniciosa das indústrias de exploração animal de esconder algumas das piores formas de abuso de animais nos Estados Unidos”, diz o diretor executivo do Animal Legal Defense Fund, Stephen Wells. “A vitória de hoje deixa claro que o governo não pode proteger essas indústrias em detrimento de nossos direitos constitucionais.” As informações são do The Poultry Site.

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Por mais de um século, o público contou com investigações secretas para expor práticas cruéis e ilegais em fazendas industriais e matadouros. Nenhuma lei federal governa a condição em que os animais de criação são criados e as leis que tratam do assassinato e do transporte são frouxamente aplicadas. Investigações secretas são a principal via pela qual o público recebe informações sobre operações de pecuária. Iowa é o maior produtor de suínos criados para carne e galinhas criadas para ovos nos Estados Unidos, o que torna extremamente importante que as investigações não sejam suprimidas.

O Animal Legal Defense Fund é a organização de defesa legal proeminente do país para animais e liderou coalizões para derrubar as leis Ag-Gag em Idaho e Utah. Litígios contra a lei Ag-Gag da Carolina do Norte estão em andamento.

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Os autores do processo são o Animal Legal Defense Fund, Iowa Citizens for Community Improvement, Beverly Benji, People for the Ethical Treatment of Animals (PETA) e o Center for Food Safety. Eles são representados pelo Animal Legal Defense Fund, pela American Civil Liberties Union (ACLU) de Iowa, pela Public Justice e pelo Law Office de Matthew Strugar.