Visitante de zoo bêbado invade cativeiro das girafas e monta em um dos animais

Foto: CEN/Turkestan_today

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Câmeras flagram o momento que um visitante do zoológico bêbado escala uma cerca para montar uma girafa antes de ser arremessado de costas pelos animal.

A polícia está procurando o invasor aós ter acesso às imagens do homem montando a bela criatura de pescoço delgado no Zoológico Shymkent, no Cazaquistão.

O visitante pode ser visto escalando a cerca enquanto a girafa se inclina, fazendo com que o homem comece a acariciar seu pescoço antes de pular nas costas do animal.

Ele continua montando o animal antes que a girafa finalmente consegue empurrar o homem de costas, mandando-o diretamente para o chão.

O homem então faz uma rápida retirada, subindo de volta pela cerca enquanto o animal, agora livre, se ergue sobre ele.

O zoológico é uma das atrações turísticas mais populares do país, com mais de 130 hectares, incluindo um rebanho de girafas.

Nos últimos segundos da filmagem, a girafa é vista voltando e o homem assustado rapidamente volta para a cerca, de onde ele escapou antes que pudesse ser preso.

Foto: CEN/Turkestan_today

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A polícia confirmou que está tentando identificar o homem que será preso pela invasão e perturbação aos animais selvagens.

A mídia local afirmou que o homem estava bêbado na hora em que montou no animal.

Zoológicos são prisões

Além de serem privados de sua liberdade e do convívio em seus habitats naturais os animais mantidos em cativeiro podem desenvolver doenças de fundo mental e emocional.

Ficar confinado a espaços que jamais poderão se comparar às savanas africanas – caso das girafas – ou a qualquer outra parte da natureza, afeta terrivelmente os animais selvagens e entendem os zoológicos como prisões.

Umas das doenças que comumente afeta animais em cativeiro é a zoocose, um distúrbio compulsivo que leva os animais a se auto-mutilarem e a movimentar de forma repetitiva inúmeras vezes, levando-os a exaustão.

Foto: ROBERT MUCKLEY/GETTY IMAGES

Foto: ROBERT MUCKLEY/GETTY IMAGES

Esses movimentos incluem balançar de cabeça, trançar de pernas, bater a cabeça ou algum membro contra uma parede, chocar-se contra arvores ou contra as próprias grades do cativeiro.

Animais nasceram para ser livres, não apoie essa prática, ao visitar zoológicos você alimenta um indústria que explora os animais pata entretenimento humano.

Ameaçadas de extinção

Considerados os maiores mamíferos do mundo, esses gigantes esbeltos e belos, nativos das savanas africanas estão ameaçados exatamente por sua beleza exuberante, o que inclui sua padronagem única de manchas na pele. Não há dois indivíduos da espécie com as manchas distribuídas de forma igual.

Com seus longos pescoços e pernas imensas uma girava pode chegar a medir 6 metros de altura, e esses animais alcançam mais de 50 km/h ao correr, e elas adoram correr pelas savanas!

Além de contribuir na hora de conseguir alimento – as girafas são herbívoras – alcançando facilmente as folhas na copa das árvores, sua altura também é usada como forma de proteção pois esses animais imensos podem enxergar predadores ou ameaçadas a uma boa distância e se proteger a tempo.

Mas infelizmente esses animais de porte impressionante podem estar seriamente ameaçados pelo impacto humano. As populações de girafas caíram até 40% nos últimos 30 anos, em consequência da caça, perda de habitat e conflitos humanos que atingiram grande parte de sua área de circulação e habitação, de acordo com o jornal The Independent.

Mas, enquanto o comércio de produtos de elefantes e rinocerontes enfrentam controles cada vez mais rígidos, a “extinção silenciosa” das girafas até agora tem sido negligenciada.

Ativistas alertam que a enxurrada de troféus de caça, ornamentos de ossos de girafas e comércio de peles tem contribuído para a sua morte.

Partes do corpo de girafas tem sido comercializadas para serem transformadas em bolsas, tapetes e até pulseiras – facilmente encontradas à venda no Reino Unido, na Europa e no mundo todo.

Apesar de estar na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas, com cerca de apenas 97 mil sobreviventes da espécie, essas criaturas soberanas, ainda estão sendo mortas por um esporte hediondo em que caçadores sanguinários posam ao lado de seus corpos sem vida para tirar selfies e divulgar nas redes sociais.

Sem falar que durante a última década, 40 mil itens de partes de girafa foram exportadas para os EUA, as investigações também revelaram demandas no Reino Unido e em outras partes da Europa.

O especialista em tráfico de vida selvagem pela Humane Society Internacional (HSI), Adam Peyman disse: “A demanda por partes de girafa têm aumentado exatamente porque não há regulamentações protegendo esse animal – são itens fáceis de serem obtidos, você não precisa de uma permissão ou qualquer coisa para comprá-la”.

Banir esses produtos feitos de partes de girafas é um ato de responsabilidade para com essa espécie indefesa perante os interesses que movem o mercado paralelo de tráfico de animais. Se medidas urgentes não forem tomadas, logo não fará mais diferença proibir o comércio desses itens pois as girafas não mais existirão no planeta.

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Turista desce do carro e tenta pegar urso filhote mas o pequeno se defende

Foto: The Siberian Times

Foto: The Siberian Times

Animais selvagens tem instintos próprios, são naturalmente designados para viver em liberdade e na selva, e apesar de serem comprovadamente capazes de sentir, sofrer, amar e compreender o mundo ao seu redor, também são capazes de reagir a estranhos que lhes pareçam ameaçadores e se defender.

Longe de serem fontes de entretenimento humano como os zoológicos e circos querem fazer crer, esses seres sencientes tem capacidade de raciocínio peculiar e própria sendo que tem autonomia na natureza para definir seus territórios e buscar seu alimento e cavar suas tocas.

As imagens abaixo são o exemplo disso, elas flagram o momento em que um turista é obrigado a fugir de um urso pardo filhote selvagem após ele ter irresponsavelmente provocado o animal.

O homem que reside do leste da Rússia é filmado tentando brincar com o urso, provavelmente na intenção de acariciá-lo como a um cão ou gato, pela forma como se aproxima.

Ele irresponsavelmente tenta se aproximar-se do animal com a esperança de pegá-lo e acariciá-lo.

O vídeo mostra o turista indo em direção ao urso aparentemente alheio ao perigo em que esta colocando sua vida.

Foto: Siberian Times

Foto: Siberian Times

O animal inicialmente recua, mas o homem de repente resolve arriscar, então comete o erro de provocar o animal e correr.

O urso imediatamente se lança em direção a ele enquanto o turista corre para voltar para dentro de seu carro.

Os amigos do homem gritam e juram tentar assustar o urso, dizem relatos.

A criatura selvagem sobe nas pernas traseiras em sinal de agressividade quando se aproxima do veículo.

Foto: Siberian Times

Foto: Siberian Times

O turista não foi identificado, mas ele desafiou e descumpriu os alertas na região de Kamchatka, na Rússia, para não alimentar ou aproximar dos ursos, provocando uma reação irada dos moradores locais, informou o jornal The Siberian Times.

Um morador da região Konstantin postou: “Quantas vezes pedimos às pessoas que parassem de sair de seus carros e alimentassem ursos? Eles não são alguns bichinhos de pelúcia fofos.

“Por que as pessoas não podem crescer e se comportar de maneira madura na natureza?”

Liudmila Fedosenkova escreveu: “O urso pegou ele? Não? Que pena”.

“Não há lei que resolva para um tolo desses. Ele trata um animal selvagem como um animal doméstico”, afirmou Sandra Fadeeva.

“É uma pena que o urso não tenha rasgado um pedaço de seu traseiro. Não sinto simpatia por idiotas como esse”, disse Tatiana Zolnikova.

Turista espanta chita usando câmera fotográfica e é massivamente criticado pela internet

Foto: Wonders of Africa/Instagram

Foto: Wonders of Africa/Instagram

Um fotógrafo filmado espantando de forma agressiva uma chita curiosa, que tentava subir a bordo do jipe de turismo em que ele estava, foi “surrado” online.

O vídeo, que foi postado no Instagram da Wonders of Africa, mostra duas chitas curiosas enfiando as cabeças sobre a lateral do veículo e logo em seguida o homem – não identificado – começa a empurrá-las, atacando-as com a câmera fotográfica.

Além de terem seu território invadido por turistas, os animais, selvagens por natureza, ainda tem que tolerar serem enxotados quando se aproximam dos estranhos.

Os animais confusos se afastaram não sem antes rosnar para o homem, que continuou a espantar as chitas investindo com a câmera em sua direção.

O episódio continuou por vários segundos antes que o guia da excursão ligasse o veículo e as chitas se afastassem lentamente.

Nas mídias sociais, o fotógrafo, o guia e o motorista foram severamente criticados pela forma como lidaram com a situação.

Alguns comentários de usuários, reproduzidos abaixo, evidenciam o desagrado e contrariedade com que o ato do fotógrafo foi recebido pelo público.

Um usuário do Instagram disse: “Deixe o idiota com a câmera inconsciente e empurre-o para fora do veículo após remover todos os seus pertences”.

“Vamos ver como eles se sai frente a frente com a chita, mão contra pata, depois de provocá-las empurrando uma teleobjetiva no rosto das onças, por que existem pessoas assim?”.

Outro disse usando a ironia: “Ah, claro, provoque a chita mesmo. Isso com certeza terminará bem. O guia deveria ser orientado a não deixar isso chegar tão longe – até o ponto em que eles estão quase entrando no carro”.

“Eu acabei de voltar de um safári, e sei que de maneira nenhuma um guia responsável deixaria isso acontecer. Você pode até se aproximar respeitando o espaço e o território dos animais, mas nada além disso. Não há nada engraçado sobre este post”.

Um outro acrescentou: “Ele deveria ligar o carro e sair logo, evitando assim que o animal subisse nele … O ideal mesmo é evitar esse hábito de chegar tão perto dos animais, pois ele está transformando nossos grandes felinos em animais domésticos”.

E outro disse: “Você tem sorte que a chita não reagiu ao seu “xôôô”’. Acho que a buzina teria sido uma boa ideia ou outro ruído agudo.

“A chita deveria ser bem mansa ou acostumada a visitantes se elas foram corajosas o suficiente para subir no jipe. Mas isso poderia ser evitado”.

E outro acrescentou: “O homem estava golpeando a pobre criatura … suas ações não estavam corretas e eram agressivas, o que sem dúvida causou a reação da chita”.

Animais não são fantoches para desempenhar papéis coreografados perante uma audiência humana, ao invadir seu habitat assume-se o risco de ter que arcar com suas naturezas predatórias, no caso das chitas.

O respeito ao espaço alheio e ao meio ambiente evita acidentes provocados por leviandade e ignorância.