Elefante que chorou ao ser resgatado celebra cinco anos de liberdade

Raju se diverte no santuário | Foto: Wildlife SOS

Raju se diverte no santuário | Foto: Wildlife SOS

Após sofrer por 50 anos vítima de maus tratos nas mãos de um tutor abusivo, Raju conheceu finalmente a liberdade, e em julho é o aniversário de cinco anos desse momento emocionante e inesquecível.

Cinco anos atrás, na noite de 4 de julho, uma equipe da Wildlife SOS, de Nova Délhi (Índia), cortou as imensas e dolorosas algemas de perna de Raju e conduziu-o a um caminhão de transporte para levá-lo ao santuário de elefantes.

Raju chorou quando percebeu que estava sendo resgatado.

“A equipe ficou impressionada e emocionada ao ver as lágrimas rolarem pelo rosto do elefante durante o resgate”, disse Pooja Binepal, porta-voz da Wildlife SOS, na época. “Foi incrivelmente emocional para todos nós. Nós sabíamos em nossos corações que ele percebeu que estava sendo libertado.

Agora, Raju está comemorando seu aniversário de cinco anos de liberdade.

“Os últimos cinco anos com Raju foram uma jornada incrível para todos nós”, disse Kartick Satyanarayan, co-fundador da Wildlife SOS, ao USA Today/For The Win Outdoors. “Sua determinação em melhorar acelerou sua recuperação de uma forma que ninguém tinha certeza de que seria possível.

Raju comendo livremente | Foto: Wildlife SOS

Raju comendo livremente | Foto: Wildlife SOS

“Às vezes é difícil imaginar a quantidade de dor e solidão que ele suportou por tantos anos. Assistir Raju desfrutar de sua aposentadoria em paz enche nosso coração de felicidade e nos mantém motivados para ajudar outros elefantes que continuam a ser tratados com tanta crueldade como ele. ”

Acredita-se que Raju tenha sido caçado e afastado definitivamente de sua mãe quando era ainda um bebê, ele foi espancado e largado sangrando por um tutor abusivo que fez o elefante implorar por comida e sobreviver comendo plástico e papel na falta de outra coisa.

O tutor também arrancou os cabelos da cauda de Raju para vender como amuletos de boa sorte, disse o fundador da Wildlife SOS, Kartick Satyanarayan.

Raju ganhando guloseimas | Foto: Wildlife SOS

Raju ganhando guloseimas | Foto: Wildlife SOS

Um ano depois de saber da situação de Raju, a Wildlife SOS liderou uma equipe de 10 veterinários e funcionários da vida selvagem, 20 oficiais do departamento florestal e seis policiais, e resgatou o elefante abusado da área de Uttar Pradesh, na Índia, depois de receber uma ordem judicial.

O algoz de Raju supostamente tentou impedir o resgate, acrescentando mais correntes ao redor das pernas do elefante, bloqueando a estrada e gritando ordens para tentar provocá-lo (Raju) à violência. Mas a equipe de resgate se manteve firme e libertou o animal. Nesse ponto, as lágrimas começaram a rolar pelo rosto de Raju.

Correntes sendo cortadas das pernas de Raju | Foto: Wildlife SOS

Correntes sendo cortadas das pernas de Raju | Foto: Wildlife SOS

“Incrivelmente, ele saiu do caminhão e deu seu primeiro passo para a liberdade exatamente um minuto após a meia-noite de 4 de julho, o que parecia tão extraordinariamente adequado”, disse Satyanarayan na época (no dia 04 de julho comemora-se a independência dos Estados Unidos).

“A primeira vez que eu coloquei os olhos em Raju, fiquei pasmo ao vê-lo vivendo em condições tão nocivas”, disse o Dr. Yaduraj Khadpekar, veterinário da Wildlife SOS, ao For The Win Outdoors. “Ele tinha correntes enormes cravadas ao redor de seus pés, que estavam se afundando e ferindo sua carne, seu corpo estava cheio de cicatrizes e abscessos dolorosos.

Raju se diverte com sua boia | Foto: Wildlife SOS

Raju se diverte com sua boia | Foto: Wildlife SOS

“Remover aquelas correntes cravadas em Raju foi bastante simbólico. Para nós, significava que tínhamos essa grande oportunidade e responsabilidade de dar a Raju uma segunda chance e a liberdade. Para Raju, foi um momento simbólico de ele entrar em uma vida nova e feliz”.

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Cão adotado por funcionário de companhia de limpeza ganha roupa de gari

Pretinho, como é chamado o cachorro adotado por Alcenir de Aguiar Oliveira, de 50 anos, ficou famoso em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Isso porque Mineiro, como é conhecido o tutor dele, trabalha na Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) há 18 anos e pediu para uma costureira fazer uma roupa de gari, usando um uniforme velho, para o cão, que às vezes acompanha Mineiro no trabalho, chamando atenção por onde passa.

Foto: Reprodução / Comlurb

Oliveira adotou o animal há dois anos, enquanto trabalhava nas Olimpíadas. “Eu conheci o ‘Pretinho’ à serviço da Comlurb durante as Olimpíadas. Quando eu estava em Magalhães Bastos. Estava abandonado em um posto de gasolina e doente, estava com a doença do carrapato, nem comia. Cuidei dele. Agora está aí. Meu amiguinho, que me dá toda a alegria”, contou Mineiro ao jornal O Dia.

“Pelo menos dois dias na semana ele me ajuda e enquanto eu varro ele fica do meu lado. Quem adotar um cachorro na rua faz um bem a si mesmo. Não somos um tutor, é tipo pai e filho. O segredo é tratar com carinho. Eles sempre retribuem o amor”, completou.

Foto: Reprodução / Comlurb

De acordo com o gari, o cachorro faz sucesso em Campo Grande. “Aonde eu passo com ele é sucesso. Todo mundo fica alegre. Para mim ele é o melhor cachorrinho do mundo. Tipo um filho para mim. Ele até parece que entende o que eu falo”, explicou.

Mineiro contou ainda que, apesar de acompanhá-lo no trabalho, o cachorro faz o que tem vontade e muitas vezes fica na sombra enquanto ele trabalha.


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Cachorro que perdeu metade do rosto finalmente encontra o final feliz que merece

Foto: Viktor Larkhill

Foto: Viktor Larkhill

Brutalmente espancado até perder metade do rosto, o pequeno cãozinho, com muita coragem e resiliência, lutou para sobreviver e finalmente conseguiu a vida que merecia.

Tutor monstruoso

O cachorrinho, chamado Skye, só queria brincar. Seu antigo tutor, por outro lado, não tinha paciência para isso.

Skye pediu de novo e de novo por atenção, latindo para seu tutor e convidando-o para brincar. Depois de um tempo, seu dono simplesmente não queria mais aturar isso.

Segundo informações do site Wamiz, ele se levantou de repente, pegou o primeiro objeto pontiagudo que encontrou e começou a espancar violentamente o cachorro com ele.

Um resgate muito aguardado

Felizmente para Skye, as notícias sobre a condição em que ele havia sido deixado logo chegaram até o abrigo local de animais. Um voluntário deste abrigo decidiu ir em seu socorro. Ela foi buscá-lo e levou-o diretamente para ser atendido pelos veterinários.

Os nervos no rosto de Skye estavam tão danificados que ele nem conseguia abrir a boca. De fato, para ser alimentado, Skye teve que ter um tubo enfiado em sua garganta. A terrível surra o deixara apenas com metade do rosto.

Uma nova vida

Depois que Skye foi tratado e começou a se recuperar, voluntários do abrigo publicaram um post nas mídias sociais, esperando que sua personalidade ofuscasse sua aparência e o ajudasse a ser adotado.

Skye foi de fato adotado, mas seus ferimentos continuaram severos. Sua família amorosa decidiu levá-lo à Espanha para ver o único veterinário que poderia fazer algo mais por ele: Dr. Viktor Larkhill.

Depois de várias intervenções, o especialista conseguiu curar completamente o que restava do rosto do cachorro. Skye agora é capaz de comer com sucesso sem sonda gástrica.

E depois de meses de reabilitação, ele agora está vivendo uma vida feliz e serena cercada por sua família humana e canina amorosa. O passado não passa, definitivamente, de passado.

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Conheça o cachorro que só come após o tutor dele cantar uma música

É hora da refeição. Mikenelson, um golden retriever de seis anos, recusa-se a jantar. Seu meio irmão, Diamante, e uma das irmãs felinas comem. Ele olha a comida, bebe água e deita no chão. Mesmo com a sua tutora falando para ele comer a ração, ele espera por algo. É só depois que seu tutor começa a bater palmas e se aproximar que ele levanta. Mikenelson tem um hábito peculiar: ele só come a ração quando Luiz canta uma música.

Mike foi adotado por Carla quando tinha 2 anos (Foto: Carla Altman)

Carla Altman, moradora de Toledo, no Paraná, tutora de Mike, contou essa história em um grupo do Facebook na última semana. A história viralizou, tendo mais de 7 mil compartilhamentos. “Juro para vocês! Se não cantar, ele não come”, dizia na postagem. Nos comentários, os usuários comentavam como era engraçado o ritual do golden e pediam um vídeo mostrando. Foi aí que Carla gravou a cena que viralizou.

Mikenelson — nome usado apenas em ocasiões em que Carla está irritada com ele — sempre foi muito enjoado para comer. Biscoitos e patês eram misturados à comida para que ele se alimentasse. Após começar o relacionamento com Luiz Felipe Turmina, que é adestrador de cães, ele sugeriu tentarem uma alternativa mais saudável, para que o golden não ficasse tão “mimado”.

Em entrevista para GaúchaZH, Carla contou que eles começaram a mexer no pote, bater palmas, fazer “festa” durante as refeições. Perceberam que deu resultado e continuaram a experiência. Um dia, Luiz começou a brincar e a cantar para Mike. E acabou dando mais certo do que ele imaginava.

— Com a repetição, ele começou a se acostumar. Entendeu aquela dinâmica. Eu, o pote e a musiquinha significava que era hora de comer — explica Luiz, acrescentando que a música nunca é a mesma.

E quando o tutor não canta, ele sente que um dos elementos de sua rotina está faltando, e aí não come. Carla até pode tentar cantar, e se ele estiver com muita fome, pode se alimentar, mas não é o que ele quer.

Adoção

O cachorro foi doado por um conhecido a um ex-namorado de Carla, que a presenteou com o animal. Apesar de sempre querer um golden retriever, ela ficou um pouco insegura no começo. Grande, de porte adulto, Mike já tinha as manias dele.

— Ele era outro cachorro quando eu o peguei. Muito assustado, fazia xixi com qualquer movimento que eu fazia — diz Carla.

Conversando com o homem que doou o golden, Carla descobriu que ele nasceu em uma fazenda que explorava os animais para vendê-los. Como Mike não tinha os traços bem definidos da raça, acabou ficando para trás. Quando cresceu, o tutor tentou se desfazer dele de todas as maneiras, até chegar em Carla.

— Ele é um cachorro traumatizado por causa dessa experiência. Tem muitas cicatrizes no rabo, tem medo de trovões e muito, muito medo de homens. Não sei bem o que aconteceu — conta a tutora.

Mas o carinho da Carla foi essencial para o cachorro, que logo começou a melhorar e se tornou um animal extremamente dócil. A convivência também era essencial para a tutora:

— Ele foi um dos remédios para não entrar em depressão e não ter crises de pânico.

Depois de um tempo solteira, ela conheceu o Luiz no Instagram. Ele curtiu umas fotos do Mike para chamar a atenção dela. Começaram a se falar, saíram e estão juntos desde então.

— Normalmente, quando as pessoas começam a morar juntas, a gente diz que elas juntam as escovas. Nós juntamos os cachorros — brinca Luiz.

Além de Mikenelson, Luiz Felipe trouxe um cachorro chamado Diamante, e, juntos, eles adotaram três gatos (Coiso, Brigitte, Jaguara), um spitz alemão chamado Noah e a pitbull Flor.

Aos poucos, Luiz foi conquistando Mike e usando seus dotes como adestrador para ajudá-lo a perder um pouco o medo de homens.

— Somos uma família feliz, todos os bichinhos têm vida de rei aqui — afirma Carla.

Veja o vídeo:

Fonte: GauchaZH


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‘Meu anjo da guarda’, diz tutor sobre cachorro que o acordou de coma

Andy Szasz, de 65 anos, estava em um coma profundo e relata ter acordado graças a seu cachorro. No hospital em que Andy foi internado, a equipe médica permitiu que Teddy, como é chamado o cão, fizesse companhia para o tutor, após um pedido da esposa de Andy. O animal ficava sentado ao lado da cama do paciente, que garante ter voltado do coma graças a Teddy.

Foto: Reprodução/Fatos Desconhecidos

“Eles colocaram Teddy no meu peito e ele me acordou. De certa forma eu acho que é meu anjo da guarda”, afirmou Andy. O caso aconteceu no Reino Unido.

Andy foi colocado em coma induzido pelos médicos devido a um quadro de saúde grave. Ele estava fazendo tratamento para um câncer de intestino e teve, também, pneumonia. As informações são do portal Fatos Desconhecidos.

Diante da situação, a esposa de Andy pediu que os médicos autorizassem a entrada do cão da família no hospital. Teddy, mostrando ser um companheiro fiel, passou a ficar deitado em cima do tutor.

Foto: Reprodução/Fatos Desconhecidos

Após quatro dias recebendo a visita do cachorro, Andy acordou enquanto o cão lambia seu rosto. A situação encantou os profissionais do hospital.

A companhia do cachorro, no entanto, não foi importante apenas durante a internação. Isso porque Teddy continuou a auxiliar o tutor após a alta médica. Ele sempre acompanha Andy em suas caminhadas diárias.

A história da dupla alcançou tamanha repercussão que foi contada no programa Dog Rescuers, um programa de TV britânico que apresenta o trabalho feito pela ONG de proteção animal RPSCA. O episódio em questão tratou da importância da companhia animal na recuperação de pacientes.

Foto: Reprodução/Fatos Desconhecidos

“Eu sempre digo às pessoas que eu resgatei Teddy e que ele me resgatou. Temos um vínculo especial”, disse Andy ao The Times.

Após tirar o tutor do coma, Teddy passou a visitar o Southampton General Hospital, além de casas de repouso, escolas e centros médicos, para levar afeto para pessoas que precisam.


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Estudo aponta que 86% das pessoas se separariam de um parceiro que não gostasse de seu cão

De acordo com uma nova pesquisa, se você gosta de alguém, de forma romântica, é melhor se dar bem com o cachorro dessa pessoa também.

A pesquisa foi conduzida pela empresa Wag!, empresa de passeadores de cães, relata o site WJLA. Descobriu-se que quatro em cada cinco donos de cães disseram que a reação que seu cão tem em relação a um parceiro em potencial, afeta seus sentimentos no relacionamento.

Além disso, 86% dos participantes da pesquisa disseram que se separariam de um parceiro que não gostasse de seu cachorro, dizendo que um parceiro em potencial que não gostasse do cachorro era pior do que uma pessoa que não quisesse ter filhos, tivesse mal hálito ou não se vestisse bem.

A CEO da Wag!, Hilary Schneider, disse: “Não é surpresa para nós da Wag! que os pais do cão dão valor às opiniões de seus cães sobre outros seres humanos e que isso represente um fator decisivo em suas vidas amorosas”.

A relação entre tutores e cães é desenvolvida no dia a dia, repleta de particularidades, entrega e momentos únicos que muitas vezes não são partilhados por nenhum outro ser humano nas relações do tutor.

É natural que o cachorro desempenhe papel fundamental na hora de escolher um parceiro amoroso, em virtude da força da troca e do amor envolvidos entre tutor e animal.

Muitas pessoas consideram seus cães e gatos mais importantes que outros seres humanos e delegam a eles o papel primordial em seus corações e sentimentos.

Ou seja, para entrar no coração dessas pessoas, é preciso antes passar por seus companheiros de quatro patas primeiro.

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Tutor leva cachorra cega em escala para ajudá-la a recuperar sua confiança

Foto: Instagram/_roamad_

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Kyle Rohrig sabia que seria arriscado trazer sua cachorra da raça shiba inu de 8 anos, Katana, para a Florida Trail (Trilha da Flórida). A caminhada de 1.100 milhas ja era desafiadora o suficiente para terminar sozinho quem dirá com um cão cego ao lado, seria o maior teste de paciência e perseverança que ele já havia enfrentado.

“Quando trouxe Katana para cá, era para afundar ou nadar, ou tudo ou nada”, disse Rohrig ao The Dodo. “A única pegadinha da aventura é que eu não ia deixá-la afundar jamais”.

Katana já era uma “trilheira” experiente quando começou a perder a visão. Ela e seu pai haviam completado o percurso da Trilha dos Apalaches, de 4.200 km, e estavam no meio de uma caminhada de 2.650 milhas (cerca de 4.300 km) da trlha do Pacific Crest Trail, quando o glaucoma a atingiu e nublou a visão do seu olho esquerdo.

Foto: Instagram/_roamad_

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Os dois foram forçados a deixar o deserto para que Katana pudesse fazer uma cirurgia, mas retornaram, como bons aventureiros, assim que o veterinário a liberou para terminar a trilha juntos.

No entanto, quando Katana perdeu a visão em seu olho direito um pouco menos de dois anos depois, a personalidade da cadelinha sempre confiante mudou. “No começo, ela se tornou muito cautelosa e tímida ao fazer qualquer coisa”, disse Rohrig. “Ela parecia insegura de si mesma”.

Rohrig sabia que Katana poderia memorizar o layout de uma casa e viver o resto de seus dias com conforto, mas ele não queria acreditar que suas aventuras juntos tinham acabado.

Foto: Instagram/_roamad_

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Quando Katana começou a se acostumar com a escuridão, Rohrig formulou um plano para reconstruir a confiança de sua filhota em si mesma e em suas habilidades como “trilheira”.

“Eu estava de olho na trilha da Florida Trail há alguns anos, mas nunca fiz planos oficiais para percorrê-la”, disse Rohrig. “Depois que Katana ficou cega, eu pensei que seria o caminho perfeito, literalmente, para ajudá-la a realmente aceitar suas novas circunstâncias e superá-las”.

“Nós tínhamos ‘comido e dormido’ sua cegueira por meses”, ele acrescentou, “mas lá fora, na trilha, estaríamos respirando também”.

Foto: Instagram/_roamad_

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Rohrig e Katana começaram sua caminhada em 8 de janeiro, no início da trilha em Big Cypress, no Everglades (EUA). Ele calculou que levaria entre dois e três meses para atravessar o estado até o Forte Pickens.

A trilha era praticamente plana – mas é aí que a facilidade acabou. “O clima estava muito úmido, lamacento, cheio de insetos e às vezes tínhamos que atravessar água, lama ou pântano por quilômetros … às vezes cobertos de água ou barro até a cintura”, disse Rohrig. “Foi um ano difícil e úmido para fazer esta trilha.”

Nos 72 dias seguintes, os dois jacarés, cobras, estradas ocupadas, árvores derrubadas e, às vezes, uma trilha que simplesmente desaparecia no crescimento exagerado do mato nas bordas. “A trilha da Flórida foi tão monótona e cansativa quanto esperávamos”, disse Rohrig.

Foto: Instagram/_roamad_

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Katana caminhava sozinha todos os dias – mesmo que fosse só por uma milha ou duas. Sempre que as condições da trilha ficavam muito difíceis, Rohrig colocava Katana nos ombros sobre a mochila e adotava uma postura ágil mesmo com os 21 quilos a mais da filha. A cachorrinha se reclinava nas costas do pai como se estivesse descansando em seu sofá em casa, Rohrig observou: “Foi um ótimo sistema que funcionou incrivelmente bem”.

“Ela amava cada segundo da liberdade da trilha na natureza e explorava novos lugares”, acrescentou Rohrig. “Eu realmente acho que esse é o sonho de todo cachorro.”

Ao todo, Katana caminhou mais de 200 milhas (cerca de 300 km) da trilha ela mesma, enquanto Rohrig a levou nas costas por mais de 800 milhas (em torno de 1.200 km).

Foto: Instagram/_roamad_

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Quando chegaram à fronteira do estado no final de março, Rohrig pôde dizer que a cachorra medrosa com quem ele partiu de casa já não era o mesma que essa cadelinha forte e segura de si, liderando o caminho em direção ao final da jornada.

“Eu não sei exatamente como ela fazia isso, mas ela podia me guiar para baixo na trilha perfeitamente, sem atingir um único obstáculo, enquanto respondia e desviava a cada reviravolta na pista”, disse Rohrig. “Katana passou de cautelosa e tímida para confiante e curiosa”.

A experiência também mudou a vida de Rohrig. “Foi emocionante vê-la se sair tão bem”, disse ele, “como se nada tivesse mudado desde nossos dias nostálgicos, quando começamos a fazer caminhadas de longa distância juntos”.

Agora em casa, Katana está aplicando todas as habilidades que aprendeu em sua aventura em sua vida cotidiana. Ela entra e sai pelas portas de cães para patrulhar o enorme quintal de sua casa, e ela pula pra cima e pra fora do sofá e da cama sem pensar duas vezes.

“Ela não está apenas lidando com suas novas circunstâncias – ela está prosperando, e está evoluindo e ousando onde quer que vá”, disse Rohrig. “Temos muitas outras aventuras planejadas, e vou continuar a levá-la até que ela pare de apreciá-las. Nós dois estamos vivendo o nosso sonho juntos”.

Motorista é parado por policial que se surpreende ao encontrar um porco de 250 kg em seu colo


Chapéu: Explicação de peso

Título: Motorista é parado por policial se que surpreende ao encontrar um porco de 250 kg em seu colo

Olho: Para evitar que seu companheiro porco se resfriasse na viagem de mudança, o tutor resolveu trazê-lo bem pertinho de si, assim o animal se manteria protegido, seguro e tranquilo

Quando guardas de trânsito ou policiais param carros de motoristas distraídos, geralmente é porque eles estão tentando mandar mensagens no celular ou comendo atrás do volante.

Então, quando um oficial em Minnesota (EUA) recentemente ordenou que um carro estacionasse e encontrou um porco de 250 quilos no banco do motorista, mais especificamente no colo dele, ele com certeza tinha algumas perguntas a serem feitas.

O sargento Jason Foster estava patrulhando com sua viatura de polícia no condado de Chisago quando notou um motorista distraído. Quando o policial olhou pela janela, ficou chocado ao ver um porco no colo do motorista e outro porco menor ao lado no banco do carona, disse Foster à KMSP-TV.

Os dois porcos eram animais domésticos e pareciam estar posando para uma foto quando Foster pegou o celular para tirar uma foto da cena inusitada e engraçada.

“Esta entrou para o top 10 das coisas mais malucas que vemos nesta profissão”, disse Foster.

O porco menor é mostrado de pé ao lado do banco do motorista, enquanto o porco grande ocupa o centro do palco no colo do pai.

Como o proprietário explicou a Foster, ele estava no processo de se mudar para outra parte do estado e não queria que seus porcos domésticos passassem frio durante a viagem.

Embora os porcos tenham sido definitivamente uma surpresa adorável para Foster, ao viajar de carro com animais domésticos, recomenda-se colocá-los em caixas ou suportes seguros e bem ventilados dentro do carro.

No entanto, Foster deixou o tutor dos porcos ir mas com um aviso – lembrando-o de que carregar animais no carro por aí sem segurança apropriada pode se tornar muito perigoso, especialmente se esse animal é um porco de 250 quilos.

“Ver um porco no colo de alguém realmente foi a primeira vez- até mesmo para nós”, Foster brincou ao escrever sobre o episódio no Twitter depois.

Pit bull é abandonado na porta de abrigo com uma nota de despedida

Facebook/Villalobos Rescue Center

Facebook/Villalobos Rescue Center

Os funcionários do Centro de Resgate Villalobos (VRC) foram recebidos por uma visão triste e desoladora quando chegaram ao trabalho, no mês passado.

Amarrado a uma cerca na propriedade do abrigo de resgate em Nova Orleans (EUA), havia um jovem pit bull. O cão nervoso e agitado, se encolheu de medo quando os funcionários se aproximaram dele.

Eles podiam ver que a perna do cão estava toda enrolada na coleira, o que impedia a circulação de sangue para o membro.

No entanto, libertar o cão de sua situação desconfortável se mostrou uma situação difícil e delicada.

Facebook/Villalobos Rescue Center

Facebook/Villalobos Rescue Center

“O cão estava todo enrolado na coleira e não nos deixava realmente nos aproximarmos dele”, disse um dos socorristas em um vídeo feito na época. “Tivemos que descobrir como soltar o animal sem machucá-lo”.

Uma sacola de plástico cheia com os poucos pertences do cão foi deixada ali perto. Quando as equipes de resgate pegaram a bolsa, encontraram uma nota manuscrita que partiria seus corações mais uma vez:

“Conheça o Rock”, dizia a nota. “Eu não posso mais ficar com ele devido a problemas pessoais com minha família. Ele ficou isolado no meu quarto a vida inteira, pois meus pais não o queriam fora do quarto e, além disso, o dono da casa não queria cachorros aqui. Ele tem 1 ano e 4 meses e nunca teve nenhuma interação humana além da minha família, então por favor construa uma interação humana com ele”.

“Uma vez que você o conhece, ele é o cão mais doce que você vai encontrar” a nota continuava. “Ele aceita animais domésticos, mas pode ficar nervoso ao redor de pessoas estranhas. Por favor, dê um tempo a ele e providencie uma casa melhor para Rocky. Eu sempre doarei o máximo que puder para a lista de desejos (lista de necessidades dos cães, que fica exposta no site do abrigo). Ele sabe de suas possibilidades”.

Facebook/Villalobos Rescue Center

Facebook/Villalobos Rescue Center

Já sobrecarregados com cães indesejados, os funcionários do abrigo de resgate não tinham ideia de como poderiam acomodar mais um – especialmente um com problemas de medo e ansiedade incapacitantes.

Então eles postaram o vídeo do resgate do cachorro no Facebook, esperando que algum indivíduo gentil se apresentasse para ajudar.

“Honestamente, não tínhamos muita esperança nesse cachorro, especialmente depois de abandonado, vivendo em um ambiente de abrigo”, escreveu o VRC em um post no Facebook. “Não tínhamos meios para colocar Rocky em outro lugar, para que ele pudesse relaxar e se aclimatar ao mundo exterior ao seu redor. Ele não deixava que nenhum de nós chegasse perto dele”.

Facebook/Villalobos Rescue Center

Facebook/Villalobos Rescue Center

Por acaso, e numa reviravolta surpreendente, o irmão do antigo tutor viu o post nas redes sociais e correu para o centro de resgate. “Ele estava sobrecarregado de tristeza e desespero”, escreveu o VRC. “Ele conhecia Rocky desde que era um filhote e, como não morava mais com a família, imaginou que tudo corria bem com o cachorro”.

Os funcionários hesitaram em entregar o filhote problemático, mas quando Rocky viu seu antigo irmão novamente, tudo mudou. Em questão de segundos, o cachorro passou de um cão agressivo que rosnava e se encolhia e se se transformou correndo para seu novo pai (e ao mesmo tempo antigo conhecido) com beijos e lambidas, implorando para que ele lhe coçasse a barriga.

Você pode assistir a reunião tocante deles aqui:

Rocky agora tem uma nova vida, e alguém para ajudá-lo de verdade a se aclimatar ao mundo em seu próprio ritmo. Longe do confinamento de um quarto ou de um canil, Rocky pode finalmente experimentar a vida como um animal doméstico amoroso.

“Você está comigo agora”, diz o novo tutor de Rocky no vídeo. “Você finalmente está na sua casa”, finaliza satisfeito ele.

Pit bull puxa tutor desacordado para fora do carro após o veículo se chocar contra uma árvore

Foto: Jennifer Lenotte

Foto: Jennifer Lenotte

Depois que a irmã mais velha de Isaiah Lenotte foi para a faculdade, ele começou a se aproximar da cadela pit bull resgatada pela família, Athena, que estava chateada e confusa com a partida da irmã para a faculdade. O par encontrou conforto um no outro e passou a ficar mais tempo juntos, aproximando-se mais a cada dia.

“Ela nunca sai do meu lado em casa e está sempre esperando por mim quando eu chego da rua”, disse Lenotte ao The Dodo. “Não há ninguém em quem eu confie mais.”

No último fim de semana, Lenotte decidiu levar Athena para pescar com ele. Os dois passaram uma tarde maravilhosa juntos, relaxando e brincando, até que chegou a hora de ir para casa.

Foto: Jennifer Lenotte

Foto: Jennifer Lenotte

O dia estava perfeito, e os dois estavam apenas indo embora de carro, e quando chegaram na última colina antes de sua casa, repente Lenotte se sentiu fraco, sem forças – e antes que ele percebesse o que estava acontecendo, o carro saiu da estrada e foi direto para uma pedra, e em seguida para uma árvore.

“Até o carro bater na árvore eu esta consciente mas apaguei em seguida”, disse Lenotte. Acordei logo depois com o carro cheio de fumaça dos airbags e metade dele na água. Eu então comecei a tentar sair do carro, que pensei que poderia estar em chamas”.

Apesar de estar machucado e cheio de cortes, Lenotte sabia que tinha que sair do carro e levar Athena com ele o mais rápido possível. Mover-se, porém, era uma luta, e quando ele estava abrindo a porta do carro e tentando tirar ele e sua melhor amiga do perigo, Athena decidiu resolver o problema com suas próprias mãos.

Foto: Jennifer Lenotte

Foto: Jennifer Lenotte

“Eu abri a porta traseira do lado direito do passageiro e fui puxado para fora por Athena”, disse Lenotte. “Ela escapou da coleira enquanto me tirava do jipe, mas ficou do meu lado, embora quisesse sair do carro tanto quanto eu”.

O acidente de carro definitivamente tinha assustado Athena, mas ela não seu medo atrapalhar enquanto puxava seu irmão para a segurança. Ela sabia que ele precisava dela, e então fez tudo o que podia para ter certeza de que ele estava bem e o par conseguiu atravessar a rua e se afastar do carro.

Assim que os pais de Lenotte chegaram ao local, sua mãe tentou colocar Athena em sua caminhonete e longe de toda a comoção gerada – mas ela não havia terminado de proteger seu irmão ainda.

Foto: Jennifer Lenotte

Foto: Jennifer Lenotte

“Quando cheguei lá, ela estava sentada protegendo ele, mas tremendo toda”, disse Jennifer Lenotte, a mãe do casal, ao The Dodo. “Eu a peguei e coloquei na minha caminhonete, mas tive que levá-la de volta porque ela estava desesperada e continuava procurando pelo meu filho.”

Athena se recusou a sair do lado de seu irmão, mesmo quando as pessoas chegaram para ajudá-lo, e finalmente só se aceitou se separar dele quando os paramédicos chegaram para levá-lo ao hospital para que os dois fossem atendidos.

“Ela surpreendentemente não se incomodou com a quantidade de pessoas e caos que estava ao nosso redor e com certeza me confortou, já que eu estava confortando-a”, disse Isaiah Lenotte. “Ela parecia saber que todos estavam lá para ajudar.”

Foto: Jennifer Lenotte

Foto: Jennifer Lenotte

Atena foi abalada por toda a situação e o acidente, mas saiu milagrosamente ilesa do acidente. Ela podia obviamente sentir que estava bem e seu irmão não, e sabia que ela tinha que ser a única a assumir o controle.

Os pais de Athena a levaram para casa, onde ela esperou que seu irmão voltasse do hospital – e assim que ele voltou para casa, ela voltou a ficar ao lado dele.

Felizmente, Lenotte só sofreu ferimentos leves do acidente, e ele e Athena estão se recuperando maravilhosamente bem. Se Athena não estivesse com ele, a coisa toda teria sido muito mais difícil de lidar, e Lenotte é eternamente grato por sua melhor amiga.

“Eu não poderia estar mais agradecido ela amizade de uma companheira tão incrível”, disse Isaiah Lenotte.