Fotógrafo registra últimos momentos de vida de animais ao lado de tutores

O fotojornalista e professor-assistente da Universidade do Colorado (EUA), Ross Taylor, registra há duas décadas situações traumáticas vividas por famílias. Na mais recente foto-série realizada pelo fotógrafo e intitulada “Last Moments” (Últimos Momentos, em tradução livre), ele registrou os últimos instantes de vida de animais ao lado dos tutores. As fotos carregam muita sensibilidade, dor e emoção.

Foto: Ross Taylor

“A minha esperança é que esse trabalho documental ajude a desenvolver a empatia em relação aos outros, fornecendo mais informações sobre as condições que algumas pessoas compartilham”, disse Ross ao portal BuzzFeed News.

Com autorização prévia de tutores e veterinários, Ross teve acesso à rotina de dezenas de famílias e capturou com as lentes de sua câmera momentos dramáticos entre tutores e animais. As imagens mostram os laços de amor e companheirismo entre humanos e animais.

“O foco do Last Moments, em parte, é ajudar aqueles que passam por este processo a saber que não estão sozinhos, e que sua dor não deve ser negligenciada, nem minimizada pelos outros. É real e doloroso,” explicou Ross.

Foto: Ross Taylor

Apesar de toda dor sentida durante o ensaio fotográfico, Ross garante que este foi um dos trabalhos mais incríveis que ele já teve a oportunidade de fazer. Diz ainda que as fotos o ajudaram a enxergar e admirar o trabalho dos veterinários.

Segundo o fotógrafo, a tristeza das famílias que perdem um animal é tão grande que, no momento do ensaio fotográfico, elas se esquecem da câmera, choram e soluçam bastante. Os tutores, segundo Ross, também demonstram profunda gratidão aos veterinários, por terem feito o melhor pelos animais.

“Há uma imagem particular de uma mulher que está angustiada e grita em voz alta a perda seu cachorro, apenas momentos depois que percebeu que ele havia morrido. Essa senhora passa a mão carinhosamente no rosto de seu cãozinho, enquanto seu marido e o veterinário, Dr. Dani McVety, estendem a mão para consolá-la. Foi um dos primeiros casos que presenciei e teve um impacto profundo em mim. Foi nesse momento que percebi a importância de documentar a intensidade do vínculo”, concluiu Ross.

Confira mais fotos:

Foto: Ross Taylor

Foto: Ross Taylor

Foto: Ross Taylor

Foto: Ross Taylor

Foto: Ross Taylor

Foto: Ross Taylor

Foto: Ross Taylor

Foto: Ross Taylor

Foto: Ross Taylor

Tutores criam lista de atividades para os últimos dias de seu cachorro


Natasha Bull e Aarron Brown, de Hope Island, na Austrália, montaram uma lista de atividades obrigatórias para “Turbo”, um american staffordshire terrier, de dez anos de idade, depois de descobrir que ele tem pouco tempo de vida.

Tudo começou quando o cão começou a ter problemas para caminhar, seus tutores o levaram para um veterinário que alertou que possivelmente poderia ser câncer nos ossos.

Em uma tentativa de tornar seus últimos dias o mais agradáveis, o casal criou uma lista de desejos para seu adorável cão, que eles descrevem como “um grande bobão”.

“Eu chorei sabendo que ele não estava fazendo o melhor”, disse Bull ao Daily Mail Australia.

“Ele deslocou o ombro e, a partir daí, tudo piorou, por isso precisa de mais testes para descobrir mais”, acrescentou.

“Nossa família está apoiando e quer participar da aventura. Nós já falamos de três coisas até o momento em que nós começamos a lista de desejos na semana passada”.

“Nós comemos um cheeseburger hoje, sorvetes na praia e tomamos uma cerveja”, acrescentou ela.

Bull criou uma conta no Facebook e no Instagram para documentar os últimos dias de “Turbo”.

A lista completa também inclui outras atividades, como: tomar café da manhã na cama, comer em um café para cães, assistir a um filme no drive-thru, fazer um piquenique no parque e escolher um brinquedo no pet shop.

Só quem realmente ama um animal pode entender o que estes momentos significam para um tutor. Nada apaga a dor da perda é irreparável, mas guardar boas e felizes recordações ameniza o sofrimento pela partida destas criaturas fantásticas.

A ligação forte ligação entre cães e humanos é recíproca e ultrapassa o entendimento e a aceitação de algumas pessoas. Perder, em ambos os lado, é extremamente impactante e pode trazer sérias consequências.

Especialistas começam a abordar o luto animal mas já existe o consenso de que bichinhos sofrem tristeza pela ausência momentânea (no caso de viagens, por exemplo) ou permanente de alguém ou de algum animal próximo. Pesquisas também comprovam que os animais podem ter depressão.

“A psicologia animal está investigando o tema, mas alguns sentimentos são entendidos como humanização: o luto é algo humano, de apego emocional após um elo construído. Nesse formato, não se conhece nada nas espécies animais, mas vemos que cães, gatos e até animais silvestres demonstram carinho e dependência e que, na perda do tutor ou do companheiro, podem ter depressão – esta, sim, uma patologia reconhecida, que pede tratamento psicoterápico”, diz a médica veterinária Fabíola Paes Leme.

Ela explica que cães abandonados também podem apresentar a doença, bem como os que lidam com a chegada de outro animal ou de um bebê a seu lar. “Há cães que, inclusive, morrem por depressão. Parece extremo, mas a dor do abandono traz efeitos físicos, e esse sofrimento é tão grande quanto o nosso”, diz.

Tutores descobrem que cães comprados vieram de canis envolvidos com maus-tratos

Casos de maus-tratos a animais em canis que os exploram para reprodução e venda são comuns. Apenas no estado de São Paulo, mais de 4,6 mil denúncias relacionadas a criadores foram registradas em 2018, segundo dados da Polícia Ambiental. Muitos tutores que optam por comprar animais, no entanto, não tem consciência dessa realidade. Outros, passam a descobrir com o tempo.

Nanaïs34/Creative Commons

É o caso da médica veterinária Daniela Mello, que comprou um chihuahua em uma das lojas da rede Petland e, recentemente, descobriu que o animal veio de um canil fechado por maus-tratos. Hoje, ela lamenta o sofrimento dos pais de Mogli, como é chamado o cão, devido aos maus-tratos que eles sofreram para que o chihuahua nascesse.

Um spitz alemão comprado por uma mulher que preferiu não se identificar também sofreu as consequências de ter nascido em um canil que ficou conhecido por maltratar animais. O filhote foi comprado em uma pet shop nos Jardins, em São Paulo, e pouco meses depois foi diagnosticado com alopecia, uma doença de pele sem cura. Pior foi saber que o animal vinha de um canil que praticava maus-tratos. As informações são do blog Comportamento Animal, do Estadão.

“Quando soube, chorei, chorei muito, porque nunca imaginei que um dia eu poderia ter financiado aquela barbárie”, disse. “Eu fiquei muito decepcionada, sempre me preocupei com essas questões de qualidade de vida dos pais do meu cachorro, é uma sensação de profunda tristeza saber que o meu bebê vive tão bem, enquanto os pais estavam naquelas condições insalubres”, completou.

A tutora afirma que os proprietários da pet shop que venderam o cachorro também não sabiam das condições do canil. “A dona do canil os recebia em um ambiente totalmente diferente daquele encontrado pela polícia”, explicou. Lidyane, proprietária da pet shop, está avaliando se continuará vendendo cães no estabelecimento.

Ao ser questionada se recomendaria que outras pessoas comprassem animais, a mulher respondeu que prefere indicar a adoção. “Com a quantidade de cães de abrigo, tanto SRD como os de raça, eu sugeriria adoção”, afirmou.

Pikakoko/Creative Commons

Assim como o spitz alemão, o buldogue francês comprado pela gerente de Estudos Clínicos, Camila Canale, também apresentou doenças devido a forma como foi criado no canil. O animal foi comprado em uma loja da Petz, que revendia cães do canil Céu Azul, fechado por maus-tratos na última semana. Camila pretendia comprar um pug, mas decidiu antes conversar com o marido. Quando retornou ao estabelecimento, o cão havia sido vendido e ela decidiu, então, levar o buldogue. A tutora conta que os vendedores não fizeram nenhuma pergunta para ela e nem a alertaram sobre problemas que poderiam ocorrer com o animal. “Foi uma compra impulsiva. Estava muito triste pela perda do meu cachorro e pensei que outro animal poderia me ajudar neste período difícil” contou Camila, que comprou o buldogue logo após a morte de um labrador da família.

O buldogue, porém, veio muito doente. Durante os oito anos de vida dele, diversos tratamentos foram feitos para várias patologias, algumas associadas a fatores genéticos. “Conversei muito com meu marido sobre a origem dos próximos animais que teríamos e quando nos interessamos pelo filhote na Petz, tínhamos uma falsa segurança que ele viria de um criador responsável e que seria saudável. Só percebemos que algo estava errado depois de mais ou menos 2 meses com o filhote. Levamos ao veterinário e veio a confirmação de displasia femoral”, lamentou. O buldogue veio do canil Sakura Kennel, ainda em atividade.

“Hoje sou totalmente contra a venda de animais em pet shop. A forma como ele é vendido o transforma em objeto. Se alguém compra por impulso e não tem noção da responsabilidade de cuidar de um animal, certamente devolve ou ‘se livra’ de alguma forma. Acredito que hoje, as ONGs que fazem adoção, tenham mais cuidado com a escolha dos tutores de animais que os pet shops que vendem”, alertou Camila.

Foto: Camila Canale

Portas abertas para a adoção

Nas últimas décadas, a forma como os animais são tratados por empresas do ramo tem mudado. A Cobasi é um exemplo dessa mudança. Há 21 anos, a empresa começou a trabalhar com a adoção de cachorros e gatos.

“Em 1998 fiz uma viagem aos Estados Unidos e observei a forma que eles trabalham a adoção nas lojas e achei importante trazer um projeto desse para o Brasil. Assim que retornei da viagem quis implementar as adoções nas lojas e criei o primeiro centro de adoções na Cobasi Villa Lobos, primeiro dentro de um pet shop”, contou Ricardo Nassar, Sócio Diretor da Cobasi.

Atualmente, a empresa é parceira de 27 entidades de proteção animal e eventos de adoção são organizados em 28 lojas no país. O objetivo é ampliar as unidades com eventos de adoção. “Nesses 21 anos de centros de adoções já conseguimos lares para mais de 30 mil animais”, comemorou Ricardo.

Na terça-feira (19), a Petz anunciou que também não irá mais vender filhotes de cães e gatos em suas lojas. A decisão, tomada tardiamente, veio após um escândalo tornar pública a parceria da empresa com o canil Céu Azul, fechado na última semana por maus-tratos. A pressão feita por ativistas e internautas para que a empresa parasse de vender cachorros e gatos surtiu efeito.

Rex Sorgatz/Creative Commons

“É uma decisão assertiva, seguindo o caminho que a Cobasi tomou há alguns anos de não comercializar esses animais e promover a adoção”, disse Ricardo, da Cobasi.

O fim das vendas de cachorros e gatos na Petz foi cobrado durante cinco anos pela entidade Ampara Animal, que levou profissionais à empresa, apontou a existência de grandes redes, brasileiras e americanas, que não vendem animais. Porém, o presidente da Petz, Sergio Zimerman, mostrava-se irredutível. Foi necessário um lamentável caso de maus-tratos ligado à empresa ocorrer para que as vendas fossem finalizadas. Esse tipo de comércio era realizado pela Petz desde a inauguração da empresa, há 16 anos.

As últimas ninhadas que estão nas lojas permanecerão à venda, segundo o presidente. O dinheiro arrecadado com a venda dos filhotes será destinado a ONGs – prática, no mínimo, controversa, que opta por doar a entidades dinheiro adquirido com base na exploração e crueldade animal ao invés de disponibilizar os cães e gatos para adoção.

No entanto, apesar das mudanças, nem todas as lojas puseram fim às vendas. É o caso da Petland, que ainda comercializa animais, mostrando que está desalinhada com a luta pela defesa dos animais, amplamente difundida em todo o mundo. “Estamos avaliando os possíveis cenários e desdobramentos, antes de tomar qualquer decisão”, afirmou um porta-voz da empresa.

A Petland, porém, também realiza ações sociais voltadas aos animais. São mais de 150 eventos de adoção realizados por ano, parcerias com 23 entidades, doações feitas para as ONGs por franqueados e pela franqueadora através do programa sócio-colaborador & ONG Aila, além da empresa reverter parte das vendas dos produtos da PET CHOICE, marca própria, para ONGS parceiras, realizar o SRDay, no último sábado do mês de outubro, quando o valor arrecadado em royalties das lojas é destinados a três entidades parceiras e fazer o programa voluntários por um dia, no qual ONGs são visitadas para que os animais recebam amor e carinho dos voluntários. Todas essas ações, no entanto, não anulam a exploração animal perpetuada pela empresa ao comercializar seres vivos.

Gatos se tornam companheiros dos tutores e fazem parte da família

Para muitos, os gatos são os companheiros ideais. Geralmente são animais calmos, gostam de dormir, vivem em espaços pequenos e são higiênicos. Por isso, acabam se tornando parte de famílias e da vida dos donos. E hoje, 17 de fevereiro é comemorado o Dia Mundial do Gato.

A data foi criada por uma instituição italiana com o objetivo de ajudar a promover uma campanha contra os maus-tratos aos gatos, e é comemorada por ONG’s e instituições de apoio aos animais em todo o mundo.

Luke (Foto: Kellyn Teixeira/Arquivo pessoal)

Para a publicitária Kellyn Teixeira Marinho, de 23 anos, ter um gato em casa é sinônimo de muito amor e gratidão. Ela conta que Luke, hoje com 4 anos, nasceu em uma garagem, em Campo Grande, e foi adotado por ela.

“A mãezinha dele teve seis filhotes e ela deu à luz em uma garagem que vende carros. A minha mãe era amiga da dona dessa garagem e eles precisavam doar os filhotinhos pois lá não era um ambiente seguro pra eles”, relembra.

Ao G1, ela disse que na época era muito sozinha e decidiu adotar um dos filhotes para ser uma companhia. “Quando cheguei ao local, reparei que Luke era o único que não ficava por perto, e parecia não gostar de interagir com os irmãos, aparentemente pensando que ele também era muito sozinho, resolvi adotá-lo”, conta.

Com o tempo ela percebeu que o comportamento faz parte da personalidade do animal. Ele é quieto, quase não ronrona, escolhe os momentos de carinho ou de colo, mas sempre está por perto, do jeito dele.

Luke (Foto: Kellyn Teixeira/Arquivo pessoal)

Ele já teve alguns problemas de saúde. Na ocasião, uma infecção a fez pensar que ia perdê-lo. Segundo a publicitária, isso a deixou com mais certeza do quanto o animal é importante.

“Eu o amo da maneira que ele é. Mesmo sendo mais reservado, ele só me faz bem, e por isso ele é tão importante. Sei que ele também me ama, do jeito dele”, conclui.

Para a vendedora Diana Valensuela, de 30 anos, a adoção da gata Frida foi uma forma de superar a perda de um cachorro em 2016. Ela relembra que após a morte do animal, devido a uma doença, sentia-se muito sozinha. O esposo de Diana sugeriu então que ela adotasse um gato.

“Eu estava muito triste, e então meu esposo me sugeriu adotar um filhote de gato. Comecei a procurar pela internet. Sempre compartilho publicações de pessoas que estão doando, mas nunca havia me interessado por gatos”, diz.

Alguns dias depois, ela compartilhou uma publicação na qual filhotes haviam sido abandonados em um terreno baldio e mostrou ao marido. Ele então a convenceu a irem até o Centro de Controle de Zoonoses de Campo Grande (CCZ). Ao chegarem no local, a intenção era escolher um filhote, quieto e dócil.

Frida (Foto: Diana Valensuela/Arquivo pessoal)

Mas uma gata em especial chamou a atenção, era a Frida. Diana lembra que ao perceber o movimento, a gata fez de tudo para chamar atenção, subindo na tela e miando. Ao ser pega no colo, foi amor a primeira vista.

“Ela estava em pé, me olhando, quando a peguei foi instantâneo. Ela veio no meu colo, fez carinho e me olhou profundamente. Não tem explicação, eu só sabia que a partir daquele instante ela era minha”, conta.

Para a vendedora, Frida os escolhera assim que chegaram ao abrigo. Hoje, muito amada, ela é a rainha da casa e uma companheira inseparável de todos os dias.

Atualmente, de acordo com censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), existem aproximadamente 22,1 milhões de gatos no Brasil.

Fonte: G1

Cão escapa de ser soterrado e faz vigília pelos tutores em Brumadinho (MG)

Um cachorro que foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros em Brumadinho (MG), após o rompimento da barragem da Vale, passou a esperar pelos tutores. A fidelidade do animal, que escapou de ser soterrado pela lama, emocionou internautas de todo o país.

(Foto: Alexandre Guzanshe/EM)

Vitinho, como é chamado o cão, vive em um sítio na rua Alberto Flores. Como a lama não ter permitido que o animal volte para casa, ele tem esperado pelos tutores nas proximidades do local. De forma insistente, ele permanece em uma região a cerca de 500 metros da pousada Nova Estância, que foi completamente destruída. O animal foi retirado do local diversas vezes para sua própria segurança, mas retorna, com saudade da família.

O tutor do cachorro já foi identificado. O auxiliar administrativo Lucas Assis, de 32 anos, vive com os pais e a namorada em Brumadinho. O sítio deles está temporariamente interditado pela Defesa Civil. As informações são do jornal Estado de Minas.

“Antes de sairmos, minha mãe o chamou várias vezes, mas ele não atendeu. Ele conhece bem a região, sabe o caminho de casa, mas achamos que ele não retornou porque está confuso por causa do barulho das aeronaves e a perturbação toda. De todo modo, deixamos comida e água pra ele”, relata o tutor.

Durante quase todo o final de semana, a família ficou hospedada em uma pousada da cidade. Com a casa liberada na noite do último domingo (27), eles retornaram ao sítio. O cão Vitinho, no entanto, ainda não voltou para casa, o que tem deixado a família preocupada.

“Nós encontramos nossa gata e um outro cachorro, mas o Vitinho até agora, nada. Estamos aflitos”, diz Vanessa Tavares, namorada de Lucas. “Chegamos a sair para procurá-lo, sem sucesso. Infelizmente, o acesso à área em que ele foi fotografado é restrito, então não podemos ver se ele ainda está lá. Agradecemos quem puder nos dar informações sobre ele e acolhê-lo”, completa Lucas.

O tutor conta que o nome do cachorro, de quatro anos de idade, foi escolhido como forma de homenagear o goleiro do time de futebol Atlético Mineiro, do qual a mãe de Lucas, a aposentada Santuza Assis, de 60 anos, é torcedora.

“Minha mãe é torcedora fanática do Galo. Daí batizou o cão de “Vitinho” em homenagem a ‘São Victor’, goleiro do time”, revela.