Universidade de Londres não servirá mais carne nos restaurantes

Foto: Goldsmith University of London

Foto: Goldsmith University of London

Além de proibir a carne bovina, a universidade Goldsmiths instalará mais painéis solares e fará a transição para um fornecedor de energia 100% limpa. A universidade tem como alvo a poluição por plásticos também, cobrando aos alunos uma taxa de 10 pences por garrafas descartáveis e copos de água de plástico para desencorajar o uso.

A universidade também está avaliando seus cursos para ver como ela poderia incorporar melhor tópicos sobre mudanças climáticas em seus diplomas.

“A declaração de uma emergência climática não pode ser apenas uma medida vazia”, disse a professora Frances Corner, a nova Warden of Goldsmiths, em um comunicado. O Prof Corner assumiu o cargo no início deste mês. A proibição da carne bovina é o primeiro anúncio que ela fez desde que entrou na posição.

“O crescente apelo global para que as organizações levem a sério suas responsabilidades pela interrupção e combate às mudanças climáticas é impossível de ignorar”, disse Warden.

“Embora eu tenha acabado de chegar à Goldsmiths, é vejo o quanto a equipe da universidade e alunos se preocupam com o futuro do meio ambiente e que estão determinados a ajudar o planeta e realizar as mudanças que precisamos para reduzir nossa pegada de carbono drasticamente e tão rapidamente quanto possível”, acrescentou ele.

Mais escolas estão abandonando a carne

Outras entidades educacionais fizeram avanços em direção à sustentabilidade aprimorada.

Os serviços de bufê da Universidade de Cambridge não oferecem carne ou cordeiro desde 2016, em vez disso eles “promovem o consumo de mais alimentos vegetarianos e veganos”.

A Universidade de Westminster também incentiva os alunos a escolher refeições sem carne, oferecendo um “cartão de fidelidade carnívoro em meio período”, segundo o qual aqueles que compram quatro refeições vegetarianas ganham uma gratuitamente.

Os cardápios dos cafés do campus da Universidade de Edimburgo são cerca de 40% veganos ou vegetarianos, de acordo com o diretor de sustentabilidade da universidade, Dave Gorman. Gorman revelou ao Telegraph que a universidade quer aumentar esse número para 50%.

A Universidade de East Anglia, a Universidade de Ulster e algumas faculdades em Cambridge e Oxford participam da campanha “Segundas-feiras Sem Carne. A iniciativa também chegou aos Estados Unidos; todas as escolas públicas da cidade de Nova York – o maior sistema de escolas públicas do mundo – atualmente se dedicam ao movimento “segundas-feiras sem carne”.

A estratégia que das escolas de Nova York, ao oferecer aos alunos cafés da manhã vegetarianos e almoços todas as segundas-feiras, foi adotado para melhorar a saúde dos estudantes.

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Universidade de Brasília ofertará disciplina de direitos animais

Por Rafaela Damasceno

Direito animal é o nome da nova matéria da Universidade de Brasília (UnB). A disciplina é aberta também à comunidade e abordará tanto o aspecto acadêmico quanto o ativista.

Uma mão humana e uma pata de cachorro se tocando

Foto: Jennings Wire

“Pela primeira vez a Universidade de Brasília chega com a oferta de uma disciplina para tratar os direitos animais no primeiro plano. Ou seja, pelo fundamento dos direitos animais. Geralmente você tem essa disciplina dentro de conteúdos de direito ambiental. Mas uma disciplina exclusiva para pensar o direito animal, assim como a gente já pensa, por exemplo, os direitos humanos, é a primeira vez”, explicou a Vanessa Negrini, professora de Comunicação Organizacional da Faculdade de Comunicação da UnB.

A ideia da criação da disciplina partiu dela, em sua tese de doutorado, onde falou sobre direito animal e comunicação, e já está sendo um sucesso: há 70 vagas para os alunos e 30 vagas para a comunidade, e o número de interessados ultrapassou 100 pessoas. Há uma lista de espera, caso algum inscrito desista, segundo o Tarde Nacional – Brasília.

A disciplina foi criada pela primeira vez na Universidade de São Paulo (USP), no começo deste ano.


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Cachorro pede carinho com a pata e vídeo da cena viraliza na internet

Um cachorro usou a pata para pedir mais carinho a estudantes da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) logo após os jovens pararem de fazer cafuné no animal. A cena foi registrada em um vídeo (veja abaixo), que viralizou na internet.

Foto: Reprodução / Twitter / @mazolha

Nas imagens, três garotos fazem carinho no cachorro. Eles param quando a professora pede para que prestem atenção na aula. Insatisfeito, o cachorro levanta a pata para um dos jovens para mostrar que quer mais cafuné.

O vídeo, publicado no Twitter, foi visto por mais de 1,43 milhão de pessoas e compartilhado 30 mil vezes. As informações são do Portal do Animal.

“Esse vídeo é muito perfeito, a cara que o doguinho faz de que ‘ok prof, vou prestar atenção mas coleguinha só coça aqui rapidinho’”, disse uma internauta. “Essa reação [dos estudantes] é o mínimo que eu espero das pessoas quando um cachorro respira. Amo demais!”, comentou outra ao se referir ao carinho dos jovens com o cão.

Usuários do Twitter aproveitaram a publicação para relatar casos semelhantes que presenciaram. “Este doguinho apareceu na minha sala. Alguns o apelidaram de Dentinho, outros de Serotonina porque ele traz felicidade”, disse um internauta ao publicar a foto de um cachorro. “Esse é o cachorrinho que mora lá na minha escola, super carente, uma gracinha”, afirmou outro.

Confira o vídeo abaixo:

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Paul McCartney pede o fim dos testes com cães em universidade americana

Foto: Livekindly

Foto: Livekindly

Paul McCartney escreveu uma carta em nome da ONG PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais), expressando surpresa ao ficar sabendo sobre os experimentos com cães da TAMU durante uma turnê.

A universidade cria cães da raça golden retriever para desenvolver distrofia muscular, dificultando sua locomoção, a deglutição e a respiração. De acordo com a PETA, esse tipo de experimento foi usado por quase 40 anos e não resultou em nenhum tratamento capaz de reverter a doença.

O co-fundador da Meat Free Monday descreveu o vídeo divulgado pela organização como “devastador”, e implorou ao TAMU para parar os experimentos e colocar os cães para adoção. McCartney acrescentou: “Eu convivo com cachorros desde que era menino e amei e tratei todos eles com carinho, incluindo Martha, que foi minha companheira por cerca de 15 anos e sobre quem escrevi a música‘Martha My Dear’”.

“Por favor, façam a coisa certa, acabando com o sofrimento dos cães no laboratório de pesquisas de distrofia muscular da TAMU e mudando para métodos modernos de pesquisa”, concluiu.

O ativismo de Paul McCartney

Vegetariano, desde 1975 o músico virou vegano, McCartney apareceu em várias campanhas de direitos animais, incluindo a participação como narrador do documentário produzido peka PETA “Glass Walls”, que fala sobre os horrores das fazendas de criação de animais. Ele também trabalhou com a Humane Society dos Estados Unidos e a Sociedade Mundial de Proteção aos Animais.

Em 2009, ele e suas filhas, a estilista vegana ética Stella e a fotógrafa Mary, lançaram a campanha Meat Free Monday no Reino Unido para incentivar as pessoas a comer mais alimentos à base de vegetais. O décimo aniversário da campanha foi comemrado por celebridades como Tom Hanks, Orlando Bloom e Alicia Silverstone.

Experiências com cães da TAMU

Esta não é a primeira vez que a TAMU está sendp acusada por seus experimentos. Falando à Fox News em novembro de 2017, a Dra. Alka Chandna, especialista sênior em supervisão laboratorial da PETA, disse que os testes são financiados com dinheiro público.

Um representante da TAMU defendeu os experimentos, observando que o FDA (Food and Drugs Administration/órgão regulador de vigilância sanitária dos EUA) exige que os medicamentos sejam testados em pelo menos duas espécies de animais antes de serem usados por seres humanos.

No entanto, Chandna explicou que o vídeo, obtido em 2013, mostra condições cruéis: “Eu vejo claramente que que não há amor ali. Também não há cuidado. Isto não é um tratamento humano”.

O New York Post notou que pelo menos uma outra universidade dos EUA conduz testes semelhantes em cães.

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Advogados e juristas do mundo todo se reúnem em conferência para discutir os direitos animais

Foto: The Vegan Society

Foto: The Vegan Society

A proposta do parlamento europeu de proibir o uso de rótulos como ‘hambúrguer’ e ‘salsicha’ de serem usados para descrever produtos vegetarianos e veganos é uma das questões que serão discutidas por especialistas legais em uma conferência pioneira de direitos animais e veganos na Itália.

As propostas, se aprovadas, significariam que produtos como hambúrgueres vegetarianos e veganos poderiam ser chamados de “discos” e salsichas de “tubos”.

À luz dessas questões e assuntos semelhantes, advogados e juristas veganos de todo o mundo se reunirão em uma conferência jurídica anual para discutir como influenciar a lei em benefício dos animais e do planeta. O evento é organizado pela Aliança Internacional dos Direitos Veganos (IVRA) e pela The Vegan Society, com a primeira fusão oficial para se tornar a Rede Internacional de Direitos da Sociedade, no dia 31 de maio.

O tema da Conferência da IVRA deste ano – que acontece na Universidade de Milão, Itália, de 31 de maio a 1 de junho – é como os direitos veganos podem ajudar a criar uma sociedade que respeite, em vez de explorar, os animais.

A Dra. Jeanette Rowley, fundadora da IVRA, falará em seu discurso de abertura sobre o uso da lei dentro do movimento vegano e criticará as recentes propostas da UE para proibir certas denominações de produtos veganos.

A Dra. Rowley disse: “O veganismo na lei interrompe a ideia de direitos exclusivos de proteção apenas para os seres humanos.

“Ele enfatiza nossa capacidade natural de ser responsável, zeloso e compassivo em resposta à vulnerabilidade, injustiça, opressão e sofrimento dos animais.

“Promover o veganismo na lei ajudará a trazer a mudança de paradigma de que precisamos para garantir que os animais recebam a proteção de que precisam e merecem.”

A fundadora da IVRA também dirige o serviço de direitos da Sociedade Vegana, que ajudou com casos como na ajuda a crianças em idade escolar, pacientes de hospitais e prisioneiros a terem acesso a comida vegana; garantir permissões para os alunos usarem materiais amigáveis aos veganos em suas avaliações; e conseguir que os trabalhadores tivessem acesso a uniformes amigáveis aos veganos. Este é o único serviço legal gratuito dessa natureza atualmente em execução.

Louise Davies, Chefe de Campanhas, Políticas e Pesquisas da The Vegan Society, disse: “Estamos muito felizes por estar assumindo o importante trabalho da IVRA. “Esperamos trabalhar com toda a nova Rede Internacional de Direitos para liderar na defesa de veganos vulneráveis e, por extensão, proteger e promover os direitos dos animais”.

Os participantes ouvirão especialistas veganos que viajam da Inglaterra, Escócia, Irlanda, Estados Unidos, Canadá, Itália, Portugal, Alemanha e França, e compartilharão suas experiências com lobby de vários governos e se envolverão em casos legais relacionados ao veganismo.

Os palestrantes da conferência também incluem Sandra Higgins da Go Vegan World, cuja campanha de cartazes “inumanos” foi aprovada pela Advertising Standards Authority e Mark Banahan, da The Vegan Society, falando sobre sua revolucionária campanha Catering for Everyone para opções veganas em cardápios do setor público.

Os detalhes da conferência podem ser encontrados nesta página e informações sobre a Rede Internacional de Direitos da Sociedade Vegana podem ser encontradas aqui.

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Cientistas revelam que os níveis de antibióticos dos rios se tornam perigosos

Foto: Adobe/Reprodução

Foto: Adobe/Reprodução

A notícia tem sido considerada altamente “preocupante” por cientistas que revelaram que a poluição por drogas (remédios) é uma das principais formas pelas quais as bactérias podem se tornar resistentes aos antibióticos.

Centenas de rios em todo o mundo estão contaminados por altos níveis “perigosos” de antibióticos, de acordo com o novo estudo, publicado recentemente.

O estudo, realizado pela Universidade de York, analisou 144 antibióticos comumente usados em amostras dos principais rios em 72 países no mundo todo, incluindo o Danúbio, Mekong, Sena, Tamisa, Tibre e Tigre.

Eles encontraram antibióticos em 65% dos rios – com concentrações superiores a ‘níveis seguros’ (conforme definido pela AMR Industry Alliance, que visa combater a resistência antimicrobiana) em até 300 vezes acima do ideal em algumas amostras.

As descobertas preocuparam os cientistas pois a poluição por drogas medicamentosas é uma das principais formas pelas quais as bactérias podem se tornar resistentes aos remédios desenvolvidos exatamente para combatê-las. Além disso, existe também a possibilidade da água contaminada entrar tanto no suprimento de consumo quanto na cadeia alimentar.

Antibióticos

Entre os antibióticos encontrados na água estavam o trimetoprim – que é usado principalmente para tratar infecções do trato urinário, metronidazol – que é usado para tratar infecções de pele e boca, e ciprofloxacina – usado no tratamento de infecções respiratórias, urinárias e de pele.

As áreas que mais excederam os limites de segurança foram Ásia e África, mas os níveis encontrados na Europa, América do Norte e América do Sul provaram que a contaminação por antibióticos é um “problema global”.

Foto: Adobe/Reprodução

Foto: Adobe/Reprodução

Locais de alto risco estavam normalmente próximos de sistemas de tratamento de esgoto, depósitos de lixo ou depósitos de esgoto, de acordo com o estudo.

Problema em escala

O Dr. John Wilkinson, que coordenou o trabalho de monitoramento, disse que nenhum outro estudo foi feito nessa escala tão abrangente.

“Até agora, a maioria dos trabalhos de monitoramento ambiental em relação à contaminação por antibióticos foi feita na Europa, América do Norte e China. Muitas vezes, com apenas alguns antibióticos. Sabemos muito pouco sobre a escala real do problema global”, acrescentou.

“Nosso estudo ajuda a preencher essa lacuna de conhecimento chave com dados sendo gerados peça primeira vez para países que nunca haviam sido monitorados antes”, disse Wilkinson

Conscientização e preocupação

O professor Alistair Boxall, do Instituto de Sustentabilidade Ambiental de York, na Inglaterra, disse: “Os resultados são realmente surpreendentes e preocupantes, demonstrando a contaminação generalizada de sistemas fluviais em todo o mundo por compostos antibióticos”.

“Muitos cientistas e políticos reconhecem agora o papel do ambiente natural no problema da resistência antimicrobiana. Nossos dados mostram que a contaminação por antibióticos dos rios pode ser um importante e perigoso contribuinte”.

“Resolver o problema será um desafio gigantesco e necessitará de investimentos pesados em infraestruturas para tratamento de resíduos e águas contaminadas, regulamentação mais rigorosa e limpeza de locais já contaminados”.

Cão espera todos os dias do lado de fora de sala de aula pelo seu amigo professor que morreu

Buboy espera por seu amigo | Foto: Metro UK/Reprodução

Buboy espera por seu amigo | Foto: Metro UK/Reprodução

Um cão fiel esteve esperando do lado de fora de uma sala de aula todos os dias por seu amado amigo humano que morreu recentemente.

Um vídeo comovente mostra o cão sentado na frente a uma sala de aula de uma universidade, esperando para ser recebido pelo professor Carmelito Marcelo.

O amigo de quatro patas arranha a porta na esperança de que Carmelito venha abri-la, mas infelizmente isso jamais vai acontecer de novo.

Carmelito, de 58 anos, se tornou amigo do cão em situação de rua, Buboy, há mais de dois anos, enquanto lecionava no Mabalacat City College, em Pampanga, nas Filipinas.

Tornou-se uma rotina para Buboy ir à sala de aula do professor para comer de manhã e voltar na hora do almoço para um lanchinho e petiscos.

Buboy ficava em volta do campus e vigiava os prédios à noite.

Infelizmente, Carmelito parou de ir à escola lecionar quando sofreu um derrame no início deste mês e faleceu no sábado último, 18 de maio.

Nas últimas duas semanas, o cão leal vem até a sala de aula todas as manhãs, esperando para cumprimentar o professor.

Professor Carmelito | Foto: Metro UK/Reprodução

Professor Carmelito | Foto: Metro UK/Reprodução

A atitude de Buboy tocou o coração dos alunos de Carmelito e eles decidiram levar o cachorro para a igreja onde o corpo do professor esta sendo mantido.

Em um ponto durante a reunião, Buboy se inclinou na beira do caixão aberto de Carmelito e choramingou com ganidos baixos e doloridos enquanto olhava para o corpo do professor.

Buboy então chegou ao chão e se colocou na frente do caixão, deitando.

O último adeus | Foto: Metro UK/Reprodução

O último adeus | Foto: Metro UK/Reprodução

O estudante Mark Christian Arceo, que tirou as fotos e fez o vídeo do momento, postou o conteúdo nas redes sociais e escreveu: “‘Um cachorro é a única coisa na terra que mais te ama do que ele ama a si mesmo’ – Josh Billings”.

“É difícil e triste ver o cachorro esperando por seu amigo. Ele não sabe que seu companheiro especial foi embora e não vai retornar”.

Foto: Metro UK/Reprodução

Foto: Metro UK/Reprodução

“Todo mundo se uniu para ajudar com a alimentação de Buboy. A equipe, alunos e professores estão fornecendo comida para ele”.

Os funcionários da faculdade Mabalacat City College disseram que agora planejam ajudar a conseguir um novo lar para Buboy.

Especialistas tentam resgatar onça encontrada em universidade em MG

Na manhã deste sábado (4), a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) divulgou que os especialistas ainda não resgataram a onça-pintada após a instalação de duas armadilhas de laço, que estão escondidas no chão do Jardim Botânico da universidade. Ainda não foi divulgado o local exato que o animal será levado após o resgate.

Novas fotos foram divulgadas da onça-pintada no Jardim Botânico em Juiz de Fora — Foto: Pedro Nobre/UFJF

Os profissionais iniciaram a instalação dos objetos nesta sexta-feira (3), após a chegada do biólogo Rogério Cunha e o veterinário Paulo Roberto Amaral, do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (Cenap).

Ainda conforme a UFJF, os profissionais trouxeram um colar para monitoramento via GPS e equipamentos que compõem a armadilha de laço. Para a preservação da espécie, ao ser resgatado, o felino será levado para uma área florestal ampla e adequada para a reprodução da espécie.

Processo de captura

De acordo com UFJF, as armadilhas foram instaladas baseadas no trajeto utilizado pelo felino. Em seguida, os professores e biólogos cavaram um buraco, onde colocaram um laço, preso a uma alavanca, sobre uma almofada.

Equipe instala armadilha de laço, escondido no chão; técnica é das mais seguras e eficazes — Foto: Raul Mourão/UFJF

Um transmissor também foi instalado na área da armadilha. Conforme a assessoria do Jardim Botânico, ele envia sinais sonoros a uma sala do local, onde a equipe se reveza de plantão na escuta dos sinais, desde o anoitecer, quando se inicia a movimentação do animal.

Para assegurar que o felino não escape até que o profissional, acompanhado do médico veterinário Paulo Roberto Amaral, chegue até a onça, o laço é preso a quatro vergalhões de ferro enterrados, de cerca de um metro.

A uma distância de 15 a 20 metros, o veterinário irá atirar uma dosagem mista de anestésico local e tranquilizante. “É um anestésico forte, potente, porém o animal fica excitado com luz e barulho. Não sente dor. É bastante seguro com uma dosagem básica”, explica o veterinário.

Colar possui transmissor com GPS e dispositivo retangular externo que se desprende, em um ano, e faz o colar se abrir (Foto: Raul Mourão/UFJF) — Foto: Raul Mourão/UFJF

Localização

Após o transporte da onça-pintada para o novo local, o animal vai receber um colar com um transmissor para monitoramento de 24 horas. A cada hora, o aparelho emite sinais de localização captados pelo Cenap e compartilhados com a universidade.

Segundo a UFJF, o animal deve ficar com o aparelho por cerca de um ano. Ao chegar neste limite, um dispositivo, conhecido como “dropoff”, se desprende, e o colar se abre. A partir do último sinal emitido, é possível recuperá-lo, uma vez que a bateria do colar dura um ano e meio.

Fonte: G1

Universidade de Berlim abre primeira cantina 100% vegana

Foto: DPA Picture Alliance/Alamy Stock Photo

Foto: DPA Picture Alliance/Alamy Stock Photo

A Universidade de Berlim inaugura sua primeira cantina totalmente vegana, construída na universidade técnica da capital. O sindicato estudantil anunciou que o estabelecimento começou oficialmente as operações em 23 de abril.

Devido à crescente demanda por alternativas veganas nos refeitórios nos últimos anos, um local 100% baseado em vegetais foi solicitado.

A abertura do restaurante reflete um interesse crescente em comer apenas alimentos à base de vegetais na Alemanha.

Em uma pesquisa recente com 14 mil estudantes de Berlim, 13,5% disseram que eram veganos, em comparação com apenas 1,6% da população em geral.

A oferta diária da “Veggie 2.0 – a Mensa profundamente verde”, incluirá entradas, uma sopa, vários pratos principais, bem como sobremesas e bolos.

O estabelecimento também será equipado com uma fábrica de massas com paredes de vidro para a produção de massas frescas todos os dias.

Para o projeto, a antiga cafeteria da Hardenbergstrasse 34 foi convertida em cantina. Desde 2010, a FU em Dahlem tem uma cantina vegetariana (“Veggie No. 1”), à qual a organização de bem-estar animal PETA novamente premiou com quatro estrelas no ano passado em sua avaliação das cantinas mais veganas da Alemanha.

Estudantes no campus da Universidade de Berlim | dpa picture alliance/Alamy Stock Photo

Estudantes no campus da Universidade de Berlim | dpa picture alliance/Alamy Stock Photo

Além disso, pelo menos uma oferta de prato vegano está disponível diariamente nas outras cantinas da Universidade de Berlim.

Mas como a cantina – conhecida comumente em alemão como “mensa” – também está aberta a membros do público, a expectativa é que o interesse se espalhe.

Jana Judisch porta-voz da Studierendenwerk Berlin, a organização estatal que rege os assuntos estudantis disse: “Esperamos 500 clientes por dia”, disse ela ao Berliner Zeitung. Cerca de 4.500 pessoas freqüentam a cantina no mesmo edifício, que serve pratos de carne e peixe – tipicamente schnitzel, linguiça e almôndegas.

Os pratos, preparados pela qualificada chef de cozinha vegana, Nicole Graf, incluem rissóis de sementes de abóbora e lentilhas e curry de mix de grãos. Não menos do que duas entradas, quatro pratos principais, uma variedade de acompanhamentos e saladas e três sobremesas estão no menu todos os dias.

“O mais interessante sobre a culinária vegana é que há muito para descobrir, estou aprendendo o tempo todo e aqui podemos experimentar coisas novas”, disse a chef.

A cantina não é a primeira na Alemanha – Nuremberg abriu uma para estudantes em 2017, mas em uma escala muito menor. Os criadores do Veggie 2.0 disseram que terão prazer em compartilhar suas ideias e descobertas com outras iniciativas semelhantes.

Universidade nega que cão tenha sido jogado do segundo andar de prédio

O Centro Universitário de Barra Mansa (UBM), instituição de ensino do município de Barra Mansa, no Rio de Janeiro, promoveu uma entrevista coletiva na quarta-feira (20) para dar explicações sobre o caso do cachorro que teria sido jogado por um funcionário do segundo andar de um dos prédios da universidade. O UBM nega os maus-tratos e afirma que o animal está vivo e passa bem.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

O suposto caso de maus-tratos chegou a ser notificado por veículos de comunicação, que afirmaram que o cachorro havia morrido após ser arremessado do prédio. Foi noticiado ainda que o animal teria sido encaminhado para a Clínica de Pequenos Animais do UBM, onde teria sido atendido, o que a universidade também nega. As informações são do jornal A Voz da Cidade.

O que se sabe até o momento, segundo o centro universitário, é que pessoas ouviram um cachorro chorar e depois o viram correr para fora da universidade. As testemunhas teriam afirmado que viram funcionários do UBM enxotando o animal. As câmeras de videomonitoramento do local, que poderiam auxiliar na apuração dos fatos, não estariam funcionando há algum tempo.

O UBM investiga o caso para tomar as medidas cabíveis. Para isso, foi criada uma Comissão Interna que conta com integrantes da comunidade acadêmica, administrativa, estudantes e representantes de instituições da sociedade civil.

A direção do centro universitário declarou ser contra qualquer tipo de maus-tratos a animais e repudiou o ato. Disse ainda que a presença de cachorros na universidade é comum e que, inclusive, eles são alimentados por funcionários.