Vacas mortas são encontradas encalhadas nas praias das Ilhas Canárias

Reprodução | Facebook

Turistas e moradores locais foram surpreendidos por vários cadáveres de vacas trazidos pela maré até um resort costeiro nas Ilhas Canárias.

Semana passada, pelo menos três vacas mortas foram encontradas nas praias do arquipélago espanhol.

O primeiro animal morto encontrado foi avistado na praia turística de Playa de La Jaquita, perto de El Medano, por dois banhistas que nadavam no local.

Eles a trouxeram até a terra com a ajuda de um piloto de jet ski.

O cadáver do animal foi rebocado e levado para um aterro pelos funcionários do conselho.

Apenas alguns dias depois, outra vaca foi encontrada em Granadilla de Abona, uma área industrial.

Uma terceira vaca foi encontrada flutuando no meio do mar perto da ilha de La Gomera.

Acredita-se que os animais tenham vindo de cargueiros que viajam transportando bois e vacas, vindo da América do Sul.

Além de sofrerem todos os tipos de maus-tratos sendo transportados em locais apertados, sem condições mínimas de higiene, obrigados a permanecer em locais superlotados sem espaço para se movimentar, misturados às suas próprias necessidades biológicas expostos a todo tipo de doenças e sem tratamento adequado.

É costume nesse tipo de transporte cruel e desumano, jogar os animais ao mar se eles morrerem durante a viagem.

No ano passado, duas vacas mortas foram vistas flutuando ao longo da Gran Canaria.

Suspeita-se que os cadáveres recentes possam ter sido lançados do Polaris 2, um navio de transporte de carga viva que opera sob a bandeira panamenha.

Conhecido como um “barco que cheira mal”, o navio transporta regularmente carga viva da América do Sul para a Europa ou Norte da África.

A embarcação deixou Rio Grande, na Argentina, no dia 22 de março e deve passar pelas Ilhas Canárias.

O Ministério da Agricultura das Ilhas Canárias disse que as três vacas mortas “vêm com toda a certeza de um desses barcos que transportam os rebanhos de gado do continente americano, animais que, com toda probabilidade, morreram a bordo e foram jogados no mar”.

De acordo com o diretor geral de pecuária do arquipélago, David de Vera, o despejo de animais mortos no mar “é proibido pelo direito internacional”.

Cem ativistas veganos ocupam fazenda de criação de animais em Queensland

Foto: Meat The Victims/Instagram

Foto: Meat The Victims/Instagram

Chapéu: Austrália

Título: Cem ativistas veganos ocupam fazenda de criação de animais em Queensland

Olho: Em protesto contra a morte e exploração de centenas de vacas e bois pela indústria de criação, os ativistas defendem o direito que possuem os animais tanto a vida como a liberdade

Mais de cem ativistas veganos ocuparam uma fazenda de criação de animais australiana, usando roupas pretas com os dizeres “meat the victims”, numa troca de palavras entre o verbo conhecer em inglês “meet” e a palavra carne “meat”, resultando na frase com a mensagem “conheça as vítimas”. Enquanto isso, outros 50 ativistas protestavam do lado de fora das instalações da propriedade.

Os ativistas, que se intitulavam “abolicionistas animais”, descobriram três vacas que haviam sido mortas quando entraram no Lemontree Feedlot (fazenda) em Queensland.

O fazendeiro e dono da propriedade, David McNamee, foi filmado gritando aos manifestantes: “Não vá em frente seus f*******! Isso é ridículo”, e “Saiam do meu país seus f******”.

McNamee também se defendeu argumentando que as vacas foram “baleadas compassivamente” – fazendo com que um ativista respondesse no ato “como você atira compassivamente em uma vaca?”.

Assumindo responsabilidade

A ativista vegana e criadora do movimento Meat The Victims, Leah Doellinger, escreveu no Instagram: “Meat the Victims está nos lembrando que as vítimas estão lá apenas por causa de nossas escolhas, então precisamos assumir a responsabilidade por essa verdade, de quem nós somos, e o que estamos representando.

“É tão simples como certo e errado. Não há nada que desculpe o fato de que outros seres sofram à nossa mercê.”

Não há forma compassiva de matar alguém

Doellinger acrescentou: “A mensagem que estamos querendo passar é simples: os animais estão aqui conosco, não para nós. A vida dos animais é um direito deles e o que está acontecendo com eles é uma violência injusta e desnecessária”.

“Não há maneira compassiva de explorar e matar alguém”, sentenciou ela.

O Lemontree Feedlot foi contatado para comentar, segundo o site Plant Based News, mas não deu resposta.

Vídeo denuncia assassinato de vacas doentes na Polônia

Os animais aparecem sendo arrastados para fora dos caminhões e então são encaminhados matadouro adentro (Foto: TVN 24)

Uma investigação realizada pelo canal polonês TVN 24 revelou que vacas doentes estão sendo mortas na Polônia. No vídeo, é possível ver animais tão debilitados que não conseguem ficar sobre as quatro patas. Eles aparecem sendo arrastados brutalmente para fora dos caminhões. Também são carregados com o uso de um guincho, o mesmo usado no transporte de equipamentos pesados.

As imagens mostram também vacas agonizando com cordas amarradas em torno de suas pernas e de seus chifres. Para não chamar a atenção, um matadouro situado na Mazóvia estava matando os animais doentes à noite.

Depois os funcionários tinham de remover pedaços de carne que traziam feridas e tumores. Segundo o canal TVN 24, algumas vacas chegaram a passar dias deitadas e sofrendo, incapazes de se levantarem, até serem encaminhadas para a morte.

Mesmo com a denúncia, tudo indica que as únicas implicações serão em relação às irregularidades sanitárias, embora grupos de defesa dos direitos animais estejam pressionando o governo polonês para tomar medidas mais severas.

No ano passado, a Polônia já havia atraído atenção internacional quando um ativista dos direitos animais se infiltrou em uma fazenda para gravar um vídeo denunciando a tortura de frangos e pintinhos.

Em uma das cenas, um funcionário ataca os pintinhos e os espanca até a morte com um cano de metal antes de jogar seus corpos dentro de baldes. Um dos animais mortos era um frango de três patas. Uma ave cega também é violentada até a morte.

“O que documentei nessa fazenda ilustra os aspectos cotidianos da crueldade relacionada à criação de frangos e galinhas no mundo todo, como excesso de estoque, fraturas ósseas, insuficiência cardíaca e animais que crescem tão rapidamente que não conseguem andar. Também ilustra o que consideramos abuso ilegal de animais”, declarou o infiltrado identificado apenas como Adam.

Fonte: Vegazeta 

Estudo diz que a urina das vacas contribui para as emissões de gases de efeito estufa

De acordo com um novo estudo publicado na revista Scientific Reports, não é apenas o gás metano liberado pelas vacas que contribui para o aquecimento global, mas também a sua urina.

Foto: Getty Images

Quando os animais urinam nas pastagens, eles produzem o óxido nitroso dos gases de efeito estufa, que, como o metano, tem um efeito climático muito mais grave do que o dióxido de carbono (CO2).

Pesquisas anteriores realizadas no condado de Somerset, no Reino Unido, mostraram como a adição de urina de vaca às pastagens estimula a produção de gás, adicionando nitrogênio ao sistema e aumentando a quantidade de água no solo.

Em um novo estudo, cientistas investigaram os níveis de óxido nitroso proveniente de pastos de vacas na América Latina e no Caribe, após despejar amostras de urina neles.

Eles descobriram que, enquanto a urina inevitavelmente produz gases de efeito estufa, a quantidade de óxido nitroso liberado nos campos que continham solo de baixa qualidade era três vezes maior.

As indústria agropecuária é a principal culpada pelo aquecimento global, liberando CO2, metano e óxido nitroso, responsáveis ​​por 10% das emissões apenas no Reino Unido. No Brasil, ela é responsável por 69% das emissões de gases de efeito estufa.

Dieta vegana em prol do planeta

Inúmeros estudos já comprovaram que a melhor ação individual que alguém pode fazer contra as mudanças climáticas é adotar uma dieta vegana. Além de ser a opção ética, pois os animais não foram feitos para o nosso consumo, parar de consumir produtos de origem animal tem um efeito benéfico ao meio ambiente e à saúde humana.

Em dezembro do ano passado, a ONU afirmou que o consumo de carne é o problema mais urgente do mundo, recomendando que os países adotassem uma dieta com mais vegetais. A equipe do Instituto Internacional de Análise de Sistemas Aplicados (IIASA) afirmou que a redução do consumo de produtos de origem animal é uma rota eficaz em direção a um planeta mais saudável.

A noção é espelhada em uma análise de produção de alimentos concluída por pesquisadores de Oxford em 2018. Os pesquisadores avaliaram os danos que a produção de alimentos tem no planeta, do uso da terra, uso da água, poluição do ar, poluição da água e emissões de carbono. Após o estudo, os pesquisadores afirmaram que tornar-se vegano é “a maior e melhor maneira de reduzir seu impacto no planeta Terra.”

Governo brasileiro diz que começará a exportar bois vivos para a Malásia

Embarque de 27 mil bois em navio no Porto de Santos, SP. Foto: Reprodução/TV Tribuna

Como não se bastassem as recentes e tristes notícias que assolam o país, o Chanceler do governo Bolsonaro, Ernesto Araújo, anunciou em sua conta pessoal no Twitter a abertura do mercado de exportação de bois vivos para a Malásia.

A lamentável notícia foi dada por uma nota conjunta do Ministério das Relações Exteriores e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Hoje, o Brasil vive umas de suas maiores tragédias ambientais. Dezenas de pessoas morreram e centenas ainda estão desaparecidas sob a lama de Brumadinho, incontáveis animais também perderam suas vidas pela ganância e irresponsabilidade humana.

Bois e vacas atolados foram mortos friamente a tiros pela polícia e, estranhamente, isso chocou a população. Grande parte destas pessoas, consome carne bovina e financia todas as torturas e crueldades a que esses animais são submetidos durante toda a vida em matadouros e em navios de exportação de carga viva, como estes que em breve partirão do Brasil levando dor e desespero a milhares de criaturas indefesas.

Foto: Renan Fiuza | G1

Amontoados em um ambiente sujo e quente, muitos não chegam ao seu destino. Fezes e urinas, quando retirados, são jogados em alto mais, assim como os cadáveres daqueles que não suportam a jornada. Os dejetos dessas animais têm impacto negativo para a vida marinha, contribuindo para a poluição dos oceanos e, consequentemente, com a morte de milhares de outros animais.

Com a declaração, Ernesto Araújo, se vangloria em dizer que o Brasil reforçará a posição “de um dos maiores líderes mundiais na exportação de proteína animal”.

Este é apenas mais um grande passo para trás dado pelo pais, que tem leis fracas e falhas de proteção animal e do meio ambiente, que explora e destrói a floresta Amazônica com ações criminosas sem precedentes.

A luta contra a exportação de cargas vivas

A polêmica sobre a terrível e cruel prática de exportar animais vivos foi um assusto muito discutido ano passado. Em fevereiro de 2018, mais de 20 mil bois foram transportados em um navio destinado à Turquia.

A embarcação chegou a ficar retida no porto, após intervenção de ativistas e entidades de proteção animal mas, infelizmente a liminar que proibia a partida do navio foi derrubada e eles se foram.

Foto: Divulgação

Após tamanha repercussão, uma lei municipal em Santos, proibindo o tráfego de veículos de transporte de carga viva pelas ruas da cidade, foi aprovada. Mas, em outubro do ano passado, por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou uma decisão individual do ministro Edson Fachin que suspendeu a lei.

 

 

 

 

 

Vacas são levadas pela correnteza e vão parar em praia lotada de crocodilos

O clima na Austrália tem enfrentado mudanças radicais e repentinas. Ondas de calor escaldantes afetam diversas cidades, matam os animais devido à seca e trazem problemas respiratórios. Agora, as fortes chuvas e os alagamentos preocupam a população e as autoridades.

Um rebanho de bois foi levado vivo até uma praia infestada de crocodilos. Acredita-se que o gado tenha sido pego pela correnteza nas águas do rio Daintree e, como resultado, foi levado para a praia de Wonga, no norte de Cairns, no último domingo (27).

Moradores que passaram pelo local ficaram nervosos depois de verem as vacas dentro da água. Alguns animais não resistiram a força da água e acabaram morrendo enterrados na areia.

A costa nordeste de Queensland, sofre sua pior inundação em 118 anos, segundo a Wild Search Australia.

Segundo testemunhas, o rio atingiu alturas espantosas de 12,6 metros, desde a noite anterior (26), e o gado sofreu as consequências desastrosas.

A moradora local, Bec Waters, disse que estava levando seu cachorro para passear na praia quando viu um boi ferido.

“Foi horrível. Tínhamos tido um clima maluco e o gado foi levado para o mar ”, disse ela ao Daily Mail Australia.

Vi um boi sobrevivente preso na lama e ele parecia muito cansado. Consegui ajudá-lo a mover-se em direção a um solo mais sólido e fora da lama escorregadia.

“Ele parecia exausto e deve ter nadado durante horas durante a noite”, acrescentou.

Mais a frente, Waters logo se deparou com outra cena triste enquanto continuava a caminhar pela praia.

“Vi as carcaças de dois bois mortos. Foi horrível e meu cachorro estava ficando louco”, ela disse.

Graças às fotos, que mostraram a marca do gado, os moradores locais conseguiram rastrear os proprietários e alertá-los sobre o trágico incidente.

Ela também contou que estava preocupada com crocodilos que chegavam na praia em uma tentativa de comer os pobres animais tão vulneráveis.

Outro morador, Ashton Davenport, também postou uma imagem de outras vacas ainda presas na água na praia.

Juntamente com a foto surpreendente, ele escreveu: “Os bois estão sendo levadas para Wonga Beach e outras praias vizinhas da Daintree !! Continuam vivos”

“Pegamos um boi marrom na água e depois um rebanho de 4 e eles se juntara. HÁ há um grupo de 5 vacas perambulando por aí na praia ou no matagal”, acrescentou.

A chuva no norte de Queensland causou enchentes e deslizamentos de terra, com algumas áreas recebendo mais de 400mm de chuva em menos de um dia.

Um aviso foi emitido para os moradores de Douglas Shire, que vivem nas proximidades do rio. O nível do rio Daintree agora está caindo, mas especialistas alertaram que as condições climáticas ainda continuarão.

 

 

Cabras famintas e quase congeladas são resgatadas e encontram o lar perfeito

Era apenas o começo do inverno – e a pequena família já estava congelando e morrendo de fome dentro do celeiro que conheciam como lar.

Foto: Humane Society

Uma das cabras famintas era uma fêmea chamada Junebell  estava grávida. Ela devia dar à luz a qualquer dia e não sabia que aquela seria a última vez que sua família precisaria desejar que a vida melhorasse.

Em dezembro, a Humane Society dos Estados Unidos foi alertada sobre as condições deploráveis ​​em que os animais da fazenda de Maryland estavam vivendo. As dez cabras, três ovelhas e quatro vacas que estavam definhando no local foram resgatadas.

Foto: Humane Society

Extremamente magros e sofrendo uma série de problemas respiratórios, os animais foram levados para o rancho Amory Black Beauty, no Texas, onde foram aquecidos, alimentados e tratados com amor pela primeira vez na vida.

“Esses animais vieram de condições deploráveis ​​e estamos trabalhando duro para continuar sua reabilitação e garantir que eles sejam capazes de se adaptar à qualidade de vida que merecem”, disse Noelle Almrud, diretora do Black Beauty Ranch de Cleveland Amory, ao The Dodo.  “Eles nunca vão sofrer novamente”.

Felizmente, Junebell esperou até que estivesse segura no santuário para ter seus bebês.

Foto: Humane Society

Foto: Humane Society

Foto: Humane Society

Menos de duas semanas após o resgate, ela deu à luz dois bebês saudáveis ​​chamados Honey Suckle e Sabastian.

Os dois novos membros da família estão indo muito bem – e não há como negar que eles são adoráveis.

À medida que ele crescerem, terão muito espaço para correr, pular e brincar uns com os outros no santuário – e assim que terminarem a quarentena de saúde necessária, os filhotes e sua mãe se juntarão ao grupo.

Foto: Humane Society

Com mais de 100 outros animais de fazenda no santuário, esta pequena família está em ótima companhia.

“Eles estarão aqui em pastos espaçosos, com muita comida para comer e locais quentes para dormir, e eles nunca mais sofrerão novamente”, disse Almrud.

“As duas cabras recém-nascidas nunca experimentarão os horrores que sua mãe enfrentou antes de vir para cá em segurança.”

 

 

 

 

2.600 vacas esperam resgate após fechamento de fazenda leiteira

A ANDA já noticiou sobre os crimes ambientais cometidos pela fazenda leiteira Big Island Dairy, no Havaí. No fim do ano passado, descartou ilegalmente 600.000 galões de resíduos tóxicos de animais nas águas costeiras através do Kaohaoha Gulch. Antes disso, em maio, a fazenda já havia descartado 2,3 ​​milhões de galões de resíduos, seguida por outro descarte de 5,6 milhões de galões em agosto.

Foto: Pixabay

Felizmente, após a crescente pressão da comunidade sobre desconsiderar a lei federal da Água Limpa, a Big Island Dairy anunciou em novembro passado, que as operações cessariam em fevereiro.

Agora, membros do Hawaii Lava Flow Animal Rescue Network (HLFARN) estão se engajando para resgatar 2.600 vacas da fazenda. As informações são do VegNews e do West Hawaii Today.

Quando uma fazenda de gado leiteiro fecha, as vacas são normalmente leiloadas e distribuídas para os matadouros e outras fazendas. No entanto, em negociações com a HLFARN, a Big Island Dairy concordou em permitir que 55 vacas fossem resgatadas por uma taxa negociada, com potencial para mais liberação quando e se mais casas permanentes forem encontradas.

O grupo procura especificamente lares que não continuarão a trabalhar os animais como vacas leiteiras ou abatê-los para carne ou explorá-los de outras maneiras.

Até agora, apenas algumas casas foram encontradas, incluindo o Santuário de Plantas e Animais da FPG e o Criaturas Mágicas do Santuário Animal de Hamakua.

Helena Lundblad e Kinsey Heinrichs alimentam três dos 10 bezerros comprados da Big Island Dairy. Foto: Hollyn Johnson|  Tribune-Herald

Localizada em Laupahoehoe, em terras rurais e imensas com vista para o Pacífico, a Magical Creatures – que já abriga cavalos, porcos, cabras e cordeiros – recebeu 10 bezerros dos 55 comprados da Big Island Dairy.

Cinco permanecerão no santuário, enquanto outros cinco serão encaminhados para suas novas casas, possivelmente, até quarta-feira.

A Big Island Dairy deve ser fechada até 28 de fevereiro.

Vacas são forçadas a pular no fogo durante festival hindu

O sofrimento ou sacrifício de animais em rituais religiosos, por vezes, são justificados pela liberdade de crença e de culto. Seres indefesos, acuados e desesperados são usados com pretextos absurdos e desumanos. Eles são fadados a tortura e a dor pela ignorância humana.

O povo de Karnataka, no sul da Índia, é um triste exemplo de como a “cultura” escraviza e maltrata pobres animais.

O festival de Makar Sankranti é realizado para de trazer boa sorte ao novo ano, além de marcar o advento da primavera.

Durante a cruel “festividade”, as vacas são pintadas e vestidas com guirlandas e outras decorações antes de serem forçadas a pular em uma linha de fogo com seus donos. Os hindus veem as vacas como sagradas e acreditam que o festival as protege de qualquer dano ou prejuízo.

Os organizadores do evento espalharam palha seca ao longo da estrada antes de acendê-la.

Um vídeo aterrorizante mostra claramente o desespero dos animais com a provação.

festival, organizado principalmente no sul da Índia e realizado em estados como Karnataka e Tamil Nadu, é criticado por organizações de bem-estar animal que pediram ao governo para acabar a cruel tradição.

Os hindus afirmam que o fogo não é grande o suficiente para ferir alguém.

As vacas são realmente sagradas na Índia?

É possível um animal ser chamado de sagrado mas ser tratado com tamanha crueldade?

Associada à figura materna por fornecer leite, a vaca também virou objeto de devoção por suas qualidades simbólicas, como humildade e docilidade.

A adoração hindu é contraditória e abusa das qualidades destes animais nos rituais, infligindo a eles sofrimento, medo, dor e desespero.

 

Segundo o hinduísmo, animal à fertilidade e a divindades como Krishna. Mas a adoração não é uma unanimidade na Índia.

Embora cerca de 80% da população seja hindu, há milhões de devotos de outras crenças, como cristãos e muçulmanos, que não cultuam a vaca o que torna a Índia um dos maiores exportadores de carne do mundo.

vaca com colar de flores

Governo do Rajastão incentiva o apadrinhamento de vacas

A Diretoria de Gopalan, no distrito indiano de Rajasthan emitiu uma carta a todos os oficiais do distrito pedindo que incentivem ONGs, assistentes sociais e toda a população a apadrinharem vacas em estado selvagem. E proclamou os feriados de 15 de agosto e 26 de janeiro, Dia da Independência e no Dia da República, respectivamente, como dias para a celebração das vacas.

vaca com colar de flores

Foto: Getty Images

“A ideia por trás da medida é proteger as vacas com a cooperação das pessoas. Aqueles que apadrinham ou adotam vacas e realizam atividades de bem-estar serão recebidos pelos oficiais distritais na ocasião do Dia da Independência e da República”, disse Vishram Meena, membro da Diretoria de Gopalan.

“A diretoria enviou uma carta a todos os coletores distritais em 28 de dezembro com detalhes da campanha pela proteção de vacas em estado selvagem. Há pessoas que apadrinham as vacas dos abrigos. Eles celebram seus aniversários, aniversários de casamento e tais ocasiões passando tempo com suas vacas apadrinhadas. Pedimos aos nossos oficiais para motivar tais iniciativas”, disse ele.

Após a verificação das alegações, os oficiais irão homenagear as pessoas que apadrinharem as vacas com um certificado em nível distrital, disse ele.

A ordem também menciona que quem quiser apadrinhar uma vaca pode depositar a quantia decidida pelo abrigo de vacas local e pode visitar as vacas a qualquer momento. Aqueles que querem adotar as vacas e mantê-las em suas casas também podem fazê-lo, acrescentou.