Rede de fast food sueca lança a sua própria imitação de carne

David Arioch

“Desenvolvemos o nosso próprio hambúrguer à base de vegetais para conquistar os amantes da carne” (Foto: Divulgação/Max Burgers)

Com 135 unidades na Escandinávia, a rede de fast food sueca Max Burgers lançou recentemente sua própria imitação de carne baseada em vegetais. O produto que recebeu o nome de “Delifresh Plant Beef” foi desenvolvido ao longo de três anos pelo chef Jonas Mårtensson.

“Começamos a buscar por uma opção que se encaixasse no cardápio do Max, mas rapidamente percebemos que nenhum dos produtos que encontramos poderia atender aos nossos requisitos de bom gosto. Então desenvolvemos o nosso próprio hambúrguer à base de vegetais para conquistar os amantes da carne”, informou Mårtensson em comunicado da Max Burgers enviado à imprensa.

Segundo o chef, a prova de que o resultado foi satisfatório é que seu filho que gosta muito de carne não foi capaz de perceber a diferença. A opção está disponível como substituta de carne em qualquer lanche disponível no cardápio do Max Burgers.

A diretora de inovação e desenvolvimento da rede, Claes Petersson, disse que a proteína à base de vegetais é a proteína do futuro. “Nosso objetivo é mostrar a todos os consumidores de carne que eles podem ter um bom hambúrguer sem carne”, disse Claes.

O Max Burgers começou a oferecer opções sem carne em 2016, e desde então viu suas vendas quadruplicarem em apenas um ano. Hoje há opções de lanches e milk-shakes sem ingredientes de origem animal. A meta é alcançar 50% de vendas em 2022 baseadas em opções sem carne.

Documentário vegano é exibido em praça pública no Recife

Por David Arioch

“Muitas lágrimas, e muitas promessas de mudança em relação à alimentação” (Foto: 269life Nordeste/Vozes em Luto Nordeste)

No sábado, o documentário vegano “Dominion”, do australiano Chris Delforce, foi exibido na Praça José Sales, no bairro da Torre, no Recife (PE). A exibição, que fez parte da programação do 1º PunkVeg Fest, organizado pela banda punk vegana Guerra Urbana, contou com iniciativa dos movimentos 269life Nordeste e Vozes em Luto Nordeste.

“Foi incrível presenciar cada reação de empatia e reflexão dos presentes. Muitas lágrimas, e muitas promessas de mudança em relação à alimentação. Essa é a real intenção dos movimentos 296life Nordeste e Vozes em Luto Nordeste, levar o veganismo abolicionista a todos aqueles que não têm a oportunidade de conhecê-lo”, informam.

Além da exibição do filme, os movimentos também levaram alimentos veganos para o público experimentar. “Para que entendam que podemos nos alimentar bem sem causar danos aos animais, a nós mesmos e ao planeta”, justificam.

Com duas horas de duração, o documentário “Dominion”, que completou um ano no mês passado, explora seis facetas primárias da relação humana com os animais – animais de companhia, vida selvagem, pesquisa científica, entretenimento, vestuário e alimentos. A partir daí, se propõe a questionar a moralidade e a validade do nosso domínio sobre o reino animal.

Empreendedor neozelandês investe pesado na produção de frango à base de vegetais

Foto: PETA

Foto: PETA

Lienhard é o fundador da Blue Horizon Corporation. O grupo procura as empresas veganas em ascensão para seus investimentos.

O investidor recentemente reuniu-se com a Bloomberg News na Alemanha para discutir o crescente mercado de alimentos veganos.

“É sobre o hambúrguer no momento”, disse ele à Matt Miller da Bloomberg. Especificamente, são duas marcas que despontam no momento: a Beyond Meat e sua rival Impossible Foods, nas quais a Blue Horizon investiu.

As duas empresas estão obtendo grande sucesso com os hambúrgueres veganos que competem com a carne bovina; os hambúrgueres se parecem, cozinham e têm gosto de carne de origem animal. E comedores de carne aprovaram e tem consumido o produto em abudância.

A Beyond Meat foi intensamente aclamada e virou notícias nos principais veículos de economia e mercado no início deste mês, quando se tornou a primeira empresa de carne vegana a abrir o capital. Os preços de suas ações dispararam mais de 160% no dia da abertura, tornando-se um dos maiores IPOs nos EUA nas últimas duas décadas.

O Beyond Burger, da Beyond Meat, é vendido em cadeias de supermercados enormes como A & W, TGI Fridays e Carl’s Jr. A empresa também produz salsichas e carne moída de forma realista à bse de vegetais.

A Impossible Foods chegou no cardápio do Burger King no mês passado.O “Impossible Whopper” foi lançado em 1º de abril com uma campanha temática do Dia da Mentira, em que os “comedores de carne” ficaram agradavelmente surpresos ao saber que seus Whoppers eram livres de carne. As lojas do Burger King que vendem sanduíches sem carne registraram aumentos de dois dígitos nas vendas desde o lançamento.

Lienhard diz que é apenas o começo em relação ao potencial da carne vegana. Ele prevê que o produto vai seguir os mesmos passos dos lançamentos livres de laticínios no mercado. “A interrupção no consumo de produtos lácteos já ultrapassa 15% nos EUA”, disse ele a Miller.

As vendas de leite feito à base de vegetais e sem laticínios explodiram na última década. Entre 2012 e 2017, o mercado cresceu mais de 60%, enquanto as vendas de laticínios tradicionais diminuíram de forma substancial.

Um quarto dos britânicos será vegano em 2025 e metade será flexitariano

Foto: ISTOCK

Foto: ISTOCK

A gigante britânica de supermercados Sainsbury lançou um estudo sobre o futuro dos alimentos para comemorar seu aniversário de 150 anos. O relatório de 34 páginas faz previsões sobre os próximos 150 anos de alimentos, incluindo leite com leite de algas e carne de celular como um “concorrente genuíno de mercado para a carne de criação”.

O “Relatório sobre o Futuro da Alimentação” discute quais hábitos de consumo, “impulsionados por uma consciência sem precedentes sobre bem-estar animal, preocupações com a saúde e eco-ansiedade”, serão adotados em 150 anos, oferecendo cenários nos anos 2025, 2050 e 2069, com base em análises de tendências de compras e estatísticas e oferecendo uma visão de vários especialistas em alimentos.

“Espera-se que um quarto de todos os britânicos sejam vegetarianos em 2025 (de um em cada oito britânicos hoje) e metade da populção se identifique como flexitarianos (acima do quinto de hoje). Só a Sainsbury já notou um aumento de 24% nos clientes que pesquisam produtos veganos on-line e um aumento de 65% nas vendas anuais de produtos vegetais, já que os consumidores consideram cada vez mais um estilo de vida vegano, vegetariano ou flexitário”.

Proteína à base de vegetais em ascensão

Com relação as proteínas alternativas, o relatório diz que entre “2016 a 2019, dezenas de empresas foram lançadas, com muitas delas atraindo investimentos de alto perfil.” Segundo esses resultados, o “mercado de proteínas não tradicionais ou alternativas (4,2 bilhões de dólares em 2016) espera-se que cresça mais de 25% até 2025”.

O Sainsbury’s cita a jaca como um exemplo de uma proteína baseada em vegetais que tem obtido enorme sucesso nos últimos três anos e discute suas próximas inovações neste campo, incluindo flor de banana, leite de alga e vários produtos derivados de cogumelos.

Carne cultivada em laboratório (agricultura celular)

Em termos de carne cultivada, a Sainsburys antecipa o ano de 2050 e prevê que esses produtos sejam uma parte normal da vida do consumidor, e apresenta ao leitor leigo o conceito de “proteínas celulares”, tecido carnudo “cultivado independentemente de animais usando células-tronco”, afirmando que “em 2050, não há dúvida de que este será um genuíno concorrente de mercado para a carne proveniente de animais de criação”.

Foto: ISTOCK

Foto: ISTOCK

“Em vez de obter um corte de carne no supermercado, os consumidores podem obter seus próprios ingredientes para carne, peixe, ovos, leite ou gelatina cultivados em casa, por uma fração do custo que existe hoje. A proteína celular pode ser uma ferramenta para nos ajudar a atender às necessidades de proteína, de uma população global que cresce continuamente, no futuro”.

Pesquisa aponta crescimento da comunidade vegana na África do Sul

Foto: Livekindly/Reprodução

Foto: Livekindly/Reprodução

A comunidade vegana da África do Sul está crescendo cada vez mais, com um aumento de pessoas recorrendo a alimentos baseados em vegetais em cidades grandes e populosas como Joanesburgo.

Em uma análise dos países mais populares onde as pessoas se alimentam a base de vegetais e sem crueldade, o país ficou entre os 30 melhores do mundo.

O veganismo está na “maior alta de todos os tempos” na África do Sul, de acordo com o site de culinária Chef’s Pencil. O site reuniu dados do Google Trends (Google Tendências, na tradução livre) para analisar o movimento vegano na África, que é o segundo maior continente do planeta.

O site analisou pesquisas sob a categoria de veganismo, incluindo “o que é vegano”, “restaurantes veganos” e “receitas veganas”. De acordo com o Chef’s Pencil, o Google distribui pontos para vários locais com base no nível de interesse mostrado em um tópico ao avaliar as pesquisas que estão sendo feitas. O Google compara as pesquisas feitas sobre um determinado tópico a todas as pesquisas demais feitas nesse local.

Os dados do Google Trends colocaram a África do Sul como o 23º país do mundo em termos de interesse pelo veganismo. É o único país da África com “seguidores veganos consideráveis”, disse a Chef’s Pencil, com países como o Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia e Suécia ocupando os primeiros lugares. Stellenbosch, Joanesburgo e Cape Town, todos classificados nas dez melhores cidades sul-africanas para o veganismo.

O site Chef’s Pencil apontou que enquanto algumas palavras-chave são provavelmente pesquisadas por curiosidade, outros – como “receitas vegana” e “restaurantes veganos” – refletem uma “forte intenção de seguir uma dieta vegana”.

Os dados do Google sugerem que a atração da África do Sul pelo veganismo só tem crescido. Em 2008, o país teve uma pontuação de 12 pontos em “interesse pelo veganismo”. Esse índice tem aumentado constantemente na última década, com a África do Sul atingindo 100 – o pico de popularidade – em janeiro deste ano.

Veganismo na África do Sul

Chef’s Pencil não é o primeiro a identificar o crescente interesse da África do Sul em alimentos à base de vegetais. No ano passado, a Org de Rac, uma vinícola orgânica em Swartland, no Cabo Ocidental, prometeu tornar-se vegana para atender à “enorme demanda” de clientes adeptos da filosofia.

Org de Rac prometeu remover produtos animais – como óleo de peixe, medula óssea, gelatina e cola de peixe (gelatina de bexigas de peixe), que são todos usados no processo de refinamento do vinho – de seus produtos.

O mestre da adega de Org de Rac, Frank Meaker, disse: “Tendo mantido um olhar atento sobre o mercado de vinho local e internacional, não há como duvidar do enorme aumento do veganismo como um modo de vida, especialmente entre a chamada “geração milenium”.

Lewis Hamilton lança coleção de tênis veganos em parceria com a Tommy Hilfiger

Foto: Livekindly

Foto: Livekindly

Cinco vezes campeão mundial de Fórmula Um, o atleta vegano Lewis Hamilton, juntou-se à Tommy Hilfiger para lançar uma linha de streetwear (moda de rua) com dezenas de produtos livres de crueldade.

A nova coleção TOMMYXLEWIS possui 49 itens, incluindo moletons, calças de corrida, shorts, jaquetas jeans, camisetas, bolsas, chapéus, sapatos e meias.

Hamilton traz sua “estética diferenciada” para a marca de moda americana, escreveu on-line a Tommy Hilfiger, em uma “coleção arrojada de moda de rua com uma abordagem urbana”.

Nem todos os produtos são vegan-friendly (a linha inclui um suéter feito de lã), mas a maioria é feita sem o uso de produtos de origem animal.

Foto: Livekindly

Foto: Livekindly

A colaboração da marca com o atleta, produziu também um par de tênis masculinos veganos. Os calçados, que são da cor batizada de “marshmallow”, são feitos com couro sintético, malha reciclada e borracha. Eles exibem um design retrô de cano alto e tiras de fecho manual, passando uma “energia da moda de rua animada dos anos 80.” O calçado vem completo com um bordado do monograma de Hamilton na etiqueta.

Os calçados veganos também estão disponíveis nas cores preto e rosa, com revestimento macio e solas grossas. Os sapatos são feitos com couro sem crueldade e “parecem tão confortáveis quanto parecem”.

Uma jaqueta retrô de design ousado permite que os fãs de Hamilton “cruzem a pista” em grande estilo. O item é feito de poliamida – um polímero vegano sintético – e apresenta um revestimento de contraste reversível.

Foto: Livekindly

Foto: Livekindly

Calças de moletom sem crueldade, feitas com algodão, também estão disponíveis. Elas possuem punhos na boca da calça e uma fita do logotipo “impressionante” decoradas nas pernas da peça.

Lewis Hamilton e o veganismo

Hamilton adotou uma alimentação baseada em vegetais em 2017 depois de assistir “What The Health”, um documentário que estuda a conexão entre alimentação e doença. O piloto disse que o abandono de produtos animais ajudou-o a se sentir “o melhor que já sentiu em toda a minha vida”, acrescentando que jamais voltaria a comer carne.

Desde a mudança, Hamilton tornou-se mais interessado na ética do veganismo. Ele usou suas redes sociais para falar sobre várias questões ligadas ao bem-estar animal, usando principalmente o Instagram – onde o campeão tem 11 milhões de seguidores – para aumentar a conscientização sobre temas próximos ao seu coração como a caça às baleias e focas.

No início deste mês, Hamilton compartilhou uma foto online de um burro puxando uma carroça, dizendo que a imagem “causava muita dor em seu coração”.

Prefeito cria Semana da Consciência Vegana no Canadá

Por David Arioch

Semana da Consciência Vegana termina no domingo com o Kelowna VegFest 2019 (Foto: Kelowna Vegan Festival/Divulgação)

O prefeito de Kelowna, na Colúmbia Britânica, Colin Basran, criou a Semana da Consciência Vegana na cidade, a pedido dos coordenadores do Kelowna VegFest. A iniciativa que inclui a oferta de eventos e outras atividades até domingo, quando será realizado o tradicional festival vegano local, é uma forma de aproximar mais as pessoas da realidade do veganismo.

Esta semana, além de mostrar como o veganismo é possível, ainda serão oferecidas palestras sobre como se tornar um empreendedor vegano, nutrição vegana no esporte e jornada rumo ao desperdício zero. “Nossa equipe está profundamente comovida ao ver uma comunidade vegana se unindo”, enfatiza a direção do restaurante vegano Naked Cafe.

No domingo, pelo menos 70 expositores vão participar do Kelowna VegFest, que também oferece palestras, aulas de ioga, apresentações musicais e oficinas de culinária. Segundo a organização do evento, Kelowna está se tornando conhecida por ser vegan-friendly, e hoje é fácil encontrar opções para veganos na cidade de pouco mais de 130 mil habitantes.

Veganismo está ganhando espaço na África do Sul

Por David Arioch

Scheckter’s Raw na Cidade do Cabo, na Regent Street, em Sea Point, uma das opções para veganos (Foto: Inside Guide)

De acordo com informações do Google Trends, a África do Sul é um dos 30 principais países onde o veganismo está se tornando mais popular atualmente. Ocupando a 23ª posição, a África do Sul é uma nação onde o veganismo está ganhando mais espaço.

Para se ter uma ideia, em 2014 a pontuação da África do Sul tratando-se de veganismo era de 14 e no ano passado já subiu para 27, ou seja, quase o dobro em quatro anos. Segundo o Google, as províncias do Cabo Ocidental e do Cabo Oriental concentram o maior número de veganos.

Entre as cidades mais indicadas para quem busca opções veganas na África do Sul, considerando pontuação de 100 a 54 pontos, estão Stellenbosch, Randburg, Cidade do Cabo, Sandton (na Região Metropolitana de Joanesburgo) e Porto Elizabeth.

Infelizmente, a capital sul-africana não está entre as cidades mais populares entre veganos, segundo o Google. Joanesburgo obteve apenas 35 pontos, ficando atrás de Roodepoort, Kempton Park, Centurião e Midrand.

Depois da África do Sul, há alguns países insulares do continente onde o veganismo não é uma filosofia de vida tão desconhecida – como Seychelles, Namíbia, Maurício, Ilha da Reunião e Botsuana.

Embora a Etiópia não apareça nas pesquisas, o país é conhecido por oferecer inúmeras opções alimentícias para veganos. Exemplos? Basta considerarmos alimentos como o Injera, um tipo de pão ázimo sem glúten; e Shiro, um prato à base de pó de grão-de-bico cozido com o típico molho berbere vermelho.

Outras opções são o Atkilt Wot, um combinado de repolho, cenoura e batatas cozidas em um molho leve; Azifa, uma salada de lentilhas; e Gomen, à base de couve e especiarias cozidas, além de muitos outros pratos.

Claro, embora os dados do Google Trends sejam uma boa referência para viajantes e curiosos, é possível encontrar mais opções em outros países e regiões do continente africano que não entram nas estatísticas do Google.

Empresa que promove o veganismo patrocina quatro times de futebol do Norte do Brasil

Por David Arioch

“Estamos aqui juntos, unidos e impulsionados pela necessidade de uma mudança radical” (Foto: VeganNation/Paysandu Sport Club)

A empesa VeganNation, que promove o veganismo, se tornou a principal patrocinadora de quatro times de futebol do Norte do Brasil – Remo (PA), Paysandu (PA), Nacional (AM) e do time feminino Iranduba (AM).

O CEO da VeganNation, Isaac Thomas, conta que essa parceria com clubes de futebol é uma forma de utilizar o esporte para promover mais conscientização sobre a importância de um estilo de vida menos nocivo ao planeta e também de se proteger a Amazônia, a maior floresta tropical do mundo.

“É a maior produtora de oxigênio do qual a Terra depende. A Floresta Amazônica é o lar de cerca de 70% das espécies da Terra. As florestas tropicais são a parte mais importante da natureza e são vitais para a vida neste planeta”, defende.

A VeganNation é a responsável pela VeganCoin uma criptomoeda vegana rastreável criada para a aquisição de produtos e serviços veganos. A empresa também desenvolveu e está aperfeiçoando uma plataforma de interação entre veganos do mundo, além de ter como missão atrair quem se interessa em saber mais sobre o assunto.

Isaac Thomas defende que como o futebol tem muita visibilidade e é amado por muitos, o esporte tem o poder de tocar o coração das pessoas.

“Estamos aqui juntos, unidos e impulsionados pela necessidade de uma mudança radical. Estamos aqui para tocar os alarmes da mudança climática, para proteger nossas florestas, oceanos, vida selvagem e todos os nossos tesouros naturais. A mudança não é feita em um dia, mas todo dia conta e toda pessoa pode fazer a diferença”, enfatiza.

Saiba Mais

O aplicativo VeganNation está disponível na App Store e no Google Play.

Comida vegetariana será a norma nos eventos do governo de Amsterdã em 2020

Por David Arioch

“Esse governo está fazendo escolhas sustentáveis ​​e acho que também devemos fazê-las por nós mesmos” (Foto: Visually Spectacular Catering)

A partir de 2020, comida vegetariana será a norma nos eventos realizados pelo governo de Amsterdã. O anúncio foi feito esta semana, mas a medida deve passar antes por uma votação em junho antes da elaboração de estratégias para a implementação.

“Os quatro partidos que governam a cidade, que detêm a maioria das cadeiras do governo, adotaram a iniciativa que será oficialmente votada por todo o corpo governamental”, informou o chefe de gestação operacional Rutger Groot Wassink ao jornal britânico Telegraph.

De acordo com o representante do Partido pelos Animais, Johnas van Lammeren, no ano que vem alimentos de origem animal só serão servidos mediante prévia solicitação, já que o padrão serão refeições prioritariamente baseadas em vegetais.

A princípio, a ideia era oferecer somente opções veganas, mas ficou decidido que seria melhor “ir com calma” nessa etapa classificada como uma espécie de transição.

“Estamos invertendo as normas. A questão não é mais “você é vegetariano?”, mas “você come carne?”, disse Wassink.

E acrescentou: “Esse governo está fazendo escolhas sustentáveis ​​e acho que também devemos fazê-las por nós mesmos. Trata-se de dar um bom exemplo.”