Atleta vegano garante o 16º título no China Open e disputa mais um mundial de snooker

O atleta australiano que se tornou o campeão mundial do esporte em 2010 agora ocupa a 4ª posição no ranking mundial (Foto: Getty Images)

No último domingo, o atleta vegano Neil Robertson, de 37 anos, que agora ocupa a 4ª posição no ranking mundial, venceu o China Open de snooker em Pequim e garantiu o seu 16º título em provas de ranking na carreira. O australiano que se tornou o campeão mundial do esporte em 2010 agora vai disputar mais um mundial de snooker.

Recentemente o atleta abordou em entrevista ao Great Vegan Athtletes o crescimento do veganismo como um fator muito positivo, que inclusive permite que atletas como ele, que viajam o tempo todo, tenham menos dificuldades de encontrar opções livres de ingredientes de origem animal, já que a demanda favorece a oferta.

“Há um grande boom de opções veganas em restaurantes e serviços de entrega como Deliveroo e Uber Eats. Tem sido um grande incentivo pra mim não ter que depender de estocar comida no quarto do hotel”, relatou.

Em recente entrevista a Tom Bowles do portal de esportes Betway Insider, Bowles disse que passou a se sentir mais feliz depois que parou de consumir carnes e laticínios e perguntou se Robertson, que se tornou vegano há alguns anos, também se sente da mesma forma.

“Com certeza. Quando decidi me tornar vegano, pensei em fazer um teste por um mês. Logo senti um grande ganho de energia que jamais havia experimentado antes. Então pesquisei mais e mais sobre os aspectos éticos do veganismo e sobre como os alimentos de origem animal acabam em seu copo ou prato. Foi uma decisão bem direta e nem penso em voltar atrás”, revelou.

A rotina alimentar de Neil Robertson inclui o consumo de bananas, smoothies, espaguete vegano à carbonara ou purê de batata com ervilhas. “Também descobri o veggie burger da Beyond Meat, que é simplesmente insano e um grande sucesso, mas obviamente não é para se consumir todos os dias”, declarou ao Great Vegan Athletes.

Príncipe Harry e Maghan Markle vão criar seu filho como vegano

Foto: Getty Images

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Príncipe Harry e Meghan Markle planejam criar seu bebê que esta a caminho como vegano.

O duque e a duquesa de Sussex, que acabaram de se mudar para sua nova casa em Windsor, Frogmore Cottage (Inglaterra), estão esperando seu primeiro filho para o final deste mês.

De acordo com um “membro do palácio” não identificado, que falou com o site The Woman´s Day, “Meghan quer que seu bebê seja criado como vegano”.

O movimento esta alinhado com a recente mudança do casal em relação aos alimentos à base de vegetais.

A ex-atriz de 37 anos se alimenta de forma vegana durante a semana, enquanto Harry tem comido “menos carne e mais frutas e vegetais”, segundo uma fonte interna, conforme relatado pelo portal News.com.au.

O afastamento do casal dos produtos de origem animal vai além da alimentação; o par optou pela pintura vegana na decoração do quarto do bebe, que foi pintado em cores neutras, como cinza e branco.

A tinta vegana, feita pela Organic and Natural Paint Co, é ecologicamente correta e livre de ingredientes tóxicos. Sua composição conta com óleos essenciais de alecrim e eucalipto, que ajudam a limpar e purificar o ar.

A tinta livre de produtos animais também foi usada para decorar o “estúdio de yoga flutuante” da Frogmore Cottage, uma sala de ioga para mães e bebês com um piso “flutuante”, segundo informações do News.com.au.

Novamente se afastando da tradição e seguindo em direção ao bem-estar animal, o príncipe Harry decidiu não participar da tradicional caça da família real no Dia da Caça em 2017; e em 2018, o príncipe optou por não participar da expedição anual da família de tiro aos pássaros.

Bebês veganos

A cada dia mais pais estão optando por criar seus filhos com uma alimentação baseada em vegetais. Uma pesquisa do ano passado descobriu que uma em cada 12 famílias no Reino Unido está criando seus filhos como veganos, principalmente por motivos de saúde.

A carne e outros produtos de origem animal têm sido associados a problemas de saúde, incluindo doenças cardíacas, diabetes e câncer, enquanto que uma alimentação rica em opções à base de vegetais têm sido associadas à saúde ideal.

A família real e o veganismo

O duque e a duquesa de Sussex não são os únicos membros da família real interessados no movimento contra a crueldade animal e na alimentação a base de vegetais. No mês passado, veio ao conhecimento público que o príncipe Charles, atual príncipe de Gales, se tornando mais saudável comendo mais alimentos orgânicos e menos carne.

Em uma discussão com o historiador vegetariano sir. David Attenborough, o príncipe William, o duque de Cambridge, falou sobre o futuro do planeta.

Os dois discutiu a importância de mudar nossos próprios comportamentos para lidar com a mudança climática. Recentemente, Attenborough deu um depoimento alertando a humanidade para comer menos carne em prol do bem do planeta.

Especialistas preveem o desaparecimento da indústria de laticínios em 10 anos

Foto: FreeImages.com/ Peter Mazurek

Foto: FreeImages.com/ Peter Mazurek

Dados confirma que os consumidores estão ficando cansados dos laticínios. As vendas de leite tem apresentado uma queda contínua – dados recentes divulgados pela Dairy Farmers of America mostraram uma perda de 1,1 bilhão de dólares em receita para os resultados da indústria em 2018 – uma queda de 8% em reação a 2017.

O declínio é muito mais sistêmico e prejudicial para os produtores de leite nos EUA e no mundo todo – o consumo de leite atualmente representa apenas uma fração do que era no início dos anos 2000. De acordo com dados do USDA, as vendas de leite diminuíram 22% entre 2000 e 2016. Esses números caíram significativamente desde as décadas de 1970 e 1980.

O declínio da indústria de leite

“Na época em que a famosa campanha publicitária “Got Milk” (Tome Leite, na tradução livre) chegou as massas e as páginas das revistas, as vendas de leite já estavam em declínio”, relata o The Salt, da NPR.

E apesar da áurea de saúde que cercava o leite, especialmente para crianças – um mito que ainda hoje permeia os sistemas escolares do país e do mundo – na década de 1970, as pesquisas já começavam a apontar para os riscos à saúde ligados ao consumo de laticínios.

Quase 75% dos negros americanos são intolerantes à lactose, e a universidade de Harvard cita os produtos lácteos como a fonte número um de gordura saturada. Altos níveis de gordura saturada podem levar a sérios problemas de saúde, incluindo doenças cardíacas e diabetes.

Foto: Jo Anne McArthur

Foto: Jo Anne McArthur

“O leite é o alimento perfeito para os bezerros”, diz Marion Nestle, professora de nutrição, estudos sobre alimentação e saúde pública na Universidade de Nova York e autora de “Food Politics”, à NPR. “Não há dúvida sobre isso. Mas para os humanos, pode realmente não ser. E pode não ser sequer necessário, há muitas evidências de que o consumo de leite não é necessário à alimentação humana”.

As vendas de laticínios continuam em declínio conforme os consumidores optam pelo leite vegano

E a indústria de laticínios está sentindo a pressão.

Em uma recente conferência em Glasgow, especialistas discutiram o crescente interesse do público em produtos lácteos – optando por alternativas veganas em vez do leite tradicional. OS estudiosos alertaram que, se a mensagem atual contra os produtos lácteos persistir, a indústria poderá deixar de existir na próxima década.

A consultora de sustentabilidade da pecuária, Dra. Judith Capper, afirmou que, apesar dos veganos representarem apenas uma pequena percentagem da população, eles ainda têm uma voz ativa e alta que é ouvida pelas massas.

Foto: Jo Anne McArthur

Foto: Jo Anne McArthur

“Há uma necessidade de desmistificação no setor de produtos lácteos. Se os consumidores não comprarem nossos produtos – leite, creme, manteiga, queijo etc. – não teremos uma indústria de lácteos em cinco a dez anos ”, disse Capper.

Apesar da crença de Capper de que a indústria de laticínios precisa romper com os mitos, a verdade é que muitas pessoas estão optando por abandonar os laticínios por razões de saúde, a maioria das quais apoiadas por pesquisas científicas confiáveis e especialistas que se apoiam em evidências fortes.

Vendas de produtos “livres de leite” disparam

Os consumidores podem estar reduzindo seu consumo de leite de vaca, mas não estão renunciando ao laticínios completamente. Eles estão comprando opções de latínios “livres-de-leite” (dairy-free, no termo original) em massa e quantidade. Enquanto as vendas de leite caem, o mercado de leite vegano está crescendo – as vendas subiram 9% em 2018 e devem ultrapassar 34 bilhões de dólares até 2024.

Foto: Livekindly/Reprodução

Foto: Livekindly/Reprodução

Opções líquidas “livres-de-leite” dominam a categoria vegan, mas outras categorias estão crescendo e alcançando as primeiras rapidamente. Sorvetes sem leite estão em alta, com marcas como Magnum, Ben & Jerry’s e Halo Top lançando e expandindo suas ofertas. A IKEA lançou recentemente um sorvete de morango vegano.

O queijo vegano foi uma das tendências mais fortes e celebradas da recente Natural Products Expo em Anaheim, na Califórnia (EUA), a maior feira da indústria de alimentos naturais no país. Marcas como a Miyoko’s estão provando que os queijos sem leite de vaca podem ser feitos da mesma maneira que os queijos tradicionais – fermentando e envelhecendo o leite feito de nozes, sementes ou feijões.

 

Vegano entra na lista da Forbes como um dos empreendedores mais promissores com menos de 30 anos

“Ganhei um propósito, um estilo de vida em que posso tornar o mundo um lugar melhor” (Foto: Divulgação)

Aos 22 anos, o empreendedor vegano Abhay Rangan, de Bangalore, na Índia, está na edição deste ano da “30 Under 30 Asia”, da Forbes, que lista os empreendedores asiáticos mais promissores com menos de 30 anos. Rangan é o fundador da marca vegana Goodmylk, que realiza serviços de entrega de leites vegetais e manteigas vegetais, entre outros produtos livres de qualquer ingrediente de origem animal.

Rangan foi premiado não apenas por investir em um mercado considerado promissor, mas também por suas preocupações éticas e sociais. Em sua conta no Instagram, ele celebrou dizendo que é empolgante ser reconhecido por um trabalho que consiste em tornar alimentos baseados em vegetais mais acessíveis aos indianos, inclusive em relação aos preços.

Há dois anos, o jovem empreendedor percorria dezenas de quilômetros para realizar a entrega de seus produtos em uma scooter. Tudo era preparado por ele e por sua mãe na cozinha de casa. Mas a situação mudou no ano passado, quando Abhay Rangan conseguiu investimento de 400 mil dólares para expandir o negócio.

“Eu acho tolice quando as pessoas dizem que você precisa desistir de algo para ser vegano. Eu não perdi nada. Só substitui algumas coisas por coisas melhores. Ganhei um propósito, um estilo de vida em que posso tornar o mundo um lugar melhor”, declarou.

A Forbes define Rangan como um defensor dos direitos animais na Índia desde os 16 anos, e que depois de administrar uma organização sem fins lucrativos pautada no veganismo, lançou a Goodmylk em 2016 com a missão de criar alternativas aos lácteos acessíveis e livres de crueldade. “Rangan criou originalmente cada produto da Goodmylk com a mãe na cozinha de sua casa, mas seus alimentos à base de vegetais já chegam a milhares de famílias em todo o país”, informa.

Geltor desenvolve colágeno vegano com biocompatibilidade superior ao colágeno convencional

A companhia californiana de biodesign Geltor lançou recentemente o HumaColl21, considerado o primeiro colágeno vegano de uso humano do tipo XXI criado de forma sustentável para ser utilizado na formulação de cosméticos. O produto, que tem biocompatibilidade superior ao colágeno convencional, foi apresentado esta semana na feira global in-cosmetics realizada em Paris, na França.

O produto já faz parte da formulação de um creme facial antienvelhecimento da coreana AHC – o “Ageless Real Eye Cream for Face” (Fotos: Divulgação)

“Existem tantas proteínas naturais com funções incríveis fora do atual ecossistema animal. Nosso objetivo é liderar o uso de proteínas bioativas como o colágeno em novas categorias. O HumaColl21 abre as portas não apenas para melhores resultados, mas para um processo superior que pode ser usado com segurança na indústria da beleza, de alimentos, bebidas e até além”, informou o CEO da Geltor, Alex Lorestani, em comunicado à imprensa.

Dos 28 tipos de colágeno que o corpo humano produz, o tipo XXI é identificado como um precursor dos colágenos tipos I e III, considerados essenciais para a manutenção da elasticidade e da juventude da pele.

Segundo a Geltor, agora é possível estabelecer um paradigma revolucionário de biocompatibilidade de cuidados com a pele. Uma das vantagens do HumaColl21 é que o processo de fermentação sustentável das proteínas de origem não animal requer apenas uma fração da terra, água e tempo necessários para a produção do colágeno de origem animal.

“Atualmente a maior parte do colágeno disponível no mercado é proveniente da pele e dos ossos de porcos, bois e vacas criados em fazendas, sem considerar a biocompatibilidade com a pele humana”, enfatiza.

Entre as promessas do HumaColl21 estão a redução de rugas, firmeza da pele, elasticidade e hidratação. O produto já faz parte da formulação de um creme facial antienvelhecimento da coreana AHC – o “Ageless Real Eye Cream for Face”.

Adidas lança tênis vegano criado com tecnologia de impressão em 3D

Tênis possui uma entressola com tecnologia de impressão 3D Digital Light Synthesis (DLS), da Carbon (Foto: Divulgação)

A parceria entre a alemã Adidas e a estilista britânica Stella McCartney continua. Dessa vez o resultado é o lançamento de um tênis vegano criado com tecnologia de impressão em 3D desenvolvida pela empresa de tecnologia Carbon, sediada no Vale do Silício, no Estados Unidos, segundo informações da 3D Printing Industry.

O calçado que faz parte da série Futurecraft 4D é a mais nova versão do AlphaEdge 4D, e possui uma entressola com tecnologia de impressão 3D Digital Light Synthesis (DLS), da Carbon. O tênis é uma edição limitada e deve começar a ser comercializado este mês.

Casal vegano Rooney Mara e Joaquin Phoenix estrela novo filme baseado na Bíblia

Foto: Vegnews/Reprodução

Foto: Vegnews/Reprodução

O novo filme, Maria Madalena, chegará aos cinemas americanos em 12 de abril. O filme é estrelado por Rooney Mara (que interpreta o personagem-título) e Joaquin Phoenix (que interpreta Jesus Cristo), um casal vegano que namora desde 2017.

Embora tenha sido filmado em 2016 e exibido em locais selecionados, o lançamento do filme foi adiado devido ao colapso de seu distribuidor, The Harvey Weinstein Company.Chapéu: Lançamento

O novo filme, Maria Madalena, chegará aos cinemas americanos em 12 de abril. O filme é estrelado por Rooney Mara (que interpreta o personagem-título) e Joaquin Phoenix (que interpreta Jesus Cristo), um casal vegano que namora desde 2017.

Embora tenha sido filmado em 2016 e exibido em locais selecionados, o lançamento do filme foi adiado devido ao colapso e posterior falência de seu distribuidor, The Harvey Weinstein Company, cujo dono foi alvo de denúncias de assédio sexual.

O enredo gira em torno de Maria Madalena e conta a história de Jesus Cristo e seus seguidores através de seus olhos, um enredo que promove a compaixão – uma ideologia que tanto Phoenix quanto Mara praticam em suas vidas fora das telas.

Phoenix tem sido um defensor declarado do veganismo por décadas, mais recentemente emprestando sua voz para narração do documentário sobre direitos animais “Dominion”, um filme que também com a presença de Mara.

Ano passado, Mara lançou uma marca de roupas vegana chamada Hiraeth Collective que vem de encontro a causa defendida por ela, de utilizar apenas materiais livres de crueldade na indústria da moda.

O enredo gira em torno de Maria Madalena e conta a história de Jesus Cristo e seus seguidores através de seus olhos, um enredo que promove a compaixão – uma ideologia que tanto Phoenix quanto Mara praticam em suas vidas fora das telas.

Phoenix tem sido um defensor declarado do veganismo por décadas, mais recentemente emprestando sua voz para narração do documentário sobre direitos animais “Dominion”, um filme que também com a presença de Mara.

Ano passado, Mara lançou uma marca de roupas vegana chamada Hiraeth Collective que vem de encontro a causa defendida por ela, de utilizar apenas materiais livres de crueldade na indústria da moda.

Músico vegano Bryan Adams mostra uma de suas refeições favoritas

Foto: Instagram/Reprodução

Foto: Instagram/Reprodução

O roqueiro Bryan Adams revelou ontem nas redes sociais o almoço vegano perfeito, em sua opinião, para longas viagens de avião, descrevendo-o como a “melhor comida do planeta”.

Adams, que frequentemente fala sobre o veganismo, ressaltando as vantagens de uma alimentação baseada em vetais e livre de crueldade, dá preferência por se alimentar de alimentos e grãos integrais.

Este almoço selecionado por ele, não seguiu um caminho diferente, composto de um abacate simples, guarnecido com um toque de limão e tempero mexicano.

Almoço vegano delicioso

“O que estou comendo, você pergunta?” Adams escreveu no Instagram. “É só a melhor comida do planeta, que eu trouxe comigo para comer durante o voo. Eu estava sobrevoando a Indonésia quando almocei.

“Se você olhar com atenção para a próxima foto, verá um close dessa simples e original delícia gastronômica: abacate com limão fresco e um tempero mexicano que eu adoro chamado Tajin. Tudo livre de glúten. Só descobri este tempero ano passado. Absolutamente saboroso este almoço vegano”, se delicia o músico.

Foto: Instagram/Reprodução

Foto: Instagram/Reprodução

Vegano há anos

Adams, que é vegano há vários anos, esta sempre promovendo os benefícios de uma dieta baseada em vegetais.

Entre os muitos posts a favor do veganismo que faz no Instagram, um que ele compartilhou em 2017 dizia: “Parei de comer animais, incluindo peixes, quando tinha 28 anos e nunca mais olhei para trás. Você pode obter toda a proteína que precisa dos vegetais”.

“É ótimo ver a mudança que acontece quando as pessoas adotam uma dieta baseada em vegetais, mas ainda temos um longo caminho a percorrer. Se você quiser ver sua saúde melhorar e ao mesmo tempo mostrar que se importa com o planeta, torne-se vegano”.

O músico conclui afirmando que quem quer ser um verdadeiro ambientalista, jamais atingirá seu objetivo, se comer animais”.

Atriz Ruby Rose exibe geladeira cheia de alimentos veganos em rede social

Foto: Instagram

A atriz e modelo vegan Ruby Rose Langenheim , conhecida por seu papel na série de TV “Orange Is the New Black”, bem como seu trabalho em “Australia’s Next Stop Model”, revelou recentemente sua geladeira super abastecida de produtos veganos.

Através do Instagram, ela mostrou sua torre de iogurte vegano, ravioli e vários queijos vegetais; mussarela de cozinha de Miyoko ; siga seu coração VeganEgg; vego chocolate; candy unreal; carne vegana assada; bebidas superalimentadas; La Croix; vinho vegano; e um saco de cerejas frescas.

Foto: Instagram

Rose começou sua transição para o veganismo em 2013. Ela lutou no início devido a suas complicações com hipertireoidismo, mas lentamente desistiu de consumir carnes e derivados.

Desde então a atriz se tormou uma defensora dos direitos animais e tem dado voz à causa.

Além de falar sobre o estilo de vida vegano e seus benefícios Rose também encoraja seus fãs a se tornarem veganos.

Calçados veganos da Insecta Shoes ganham mercado internacional

A Insecta avisa que promete “polinizar o mundo com cor e consciência” (Foto: Divulgação)

Fundada em 2014 com o compromisso de oferecer produtos mais sustentáveis e sem matéria-prima de origem animal, a Insecta Shoes vai contar com um centro de distribuição de seus produtos na América do Norte a partir de abril.

Atualmente a marca que surgiu em Porto Alegre (RS) já comercializa seus calçados veganos em lojas nos Estados Unidos, Alemanha, Canadá, França e Espanha, mas com o centro de distribuição as chances de maior popularização de seus produtos aumentam bastante.

Investindo em cores, estampas e desenhos como diferenciais, a Insecta avisa que promete “polinizar o mundo com cor e consciência”. E pra isso, já confirmou que vai ampliar a gama de cores e padrões de seus produtos, que hoje podem ser encontrados em suas lojas em São Paulo e Porto Alegre, inauguradas em fevereiro e em julho de 2018. Há também a loja virtual para quem mora em outras cidades e regiões.

Conciliando criatividade e matérias-primas recicláveis baseadas inclusive em assentos de automóveis e guarda-chuvas, a Insecta Shoes oferece hoje dezenas de produtos que incluem também bolsas e acessórios. Segundo a marca, a meta sempre foi oferecer não somente opções mais sustentáveis, mas também esteticamente atraentes e confortáveis.

Em apenas um ano, a empresa reaproveitou mais de 6640 garrafas plásticas, mais de 391 metros quadrados de roupas e tecidos e mais de 2,1 mil quilos de borracha. “Temos o propósito de gerar conscientização sobre sustentabilidade, veganismo e comércio justo, e incentivar novos empreendedores a trabalharem em favor do meio ambiente, mostrando para o mundo que ser consciente pode ser divertido”, informa.