Atriz Evanna Lynch estrela curta-metragem vegano que ironiza o antropocentrismo

Foto: Vegan Life

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A atriz irlandesa e ativista pelos direitos animais, Evanna Lynch, está estrelando um novo curta-metragem vegano.

Lynch fez sucesso interpretando a bruxa sonhadora de olhos arregalados Luna Lovegood na série de filmes “Harry Potter”, que terminou em 2011. Desde então, entre outros projetos, ela estrelou como a personagem principal no filme de 2015 “My Name is Emily”, competiu no programa “Dancing With the Stars” e apresentou seu próprio podcast vegano, “The Chickpeeps ”.

Agora, ela está desempenhando o papel de uma rainha alienígena em um novo curta vegano chamado “You Eat Other Animals” (Você come outros animais, na tradução livre). Não se sabe muito sobre o curta, mas Lynch confirmou em seu Instagram que seu personagem sequestra os seres humanos da Terra.

Ao lado de uma foto dela vestida e maquiada como a personagem, a atriz escreveu: “minha caracterização para o curta-metragem vegan ‘You Eat Other Animals’ interpretando uma rainha alienígena que sequestra dois terráqueos, o filme será lançado no final deste ano, manterei vocês informados”.

Foto: Vegan Life

Foto: Vegan Life

A maquiadora vegana Tabitha Mei-Bo Li fez o cabelo, a maquiagem e as próteses de Lynch para o filme, usando materiais e produtos sem crueldade. Li enviou sua própria foto de Lynch em fantasia para o Instagram, ela legendou o post “alien heartbreaker” (alien destruidora de corações, na tradução livre).

“Assim que me tornei vegana, encontrei minha identidade”

Lynch tornou-se vegana em 2015. De acordo com o Veganuary, sua decisão foi tomada com base na compaixão. Ela disse em um comunicado: “era o caminho certo para mim”.

Eu senti que, assim que me tornei vegana, eu assumi a mim mesma, como se eu estivesse apenas vivendo de acordo com o que eu acreditava, o que é uma coisa muito libertadora quando você finalmente se compromete com isso ”.

“Eu nunca encontrei uma religião ou uma fé que estivesse exatamente de acordo com o que eu acreditava, porque há muitas coisas das quais eu não tenho certeza”, ela continuou. “Mas eu acredito fortemente na não-violência, que não devemos estar machucando outras pessoas ou criaturas.”

Lynch também narrou o documentário vegano “iAnimal: The Dairy Industry in 360 Degrees”, produzido pela organização sem fins lucrativos Animal Equality.

Os espectadores experimentaram uma visita a uma fazenda leiteira através de um fone de ouvido de realidade virtual no curta, que recebeu uma indicação para “Melhor Experiência de Impacto Social” no Festival de Cinema de Raindance de 2018.

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Vendas de produtos à base de vegetais superam as de produtos de origem animal em todas as categorias

FOTO: MEDIANEWS GROUP VIA GETTY IMAGES

FOTO: MEDIANEWS GROUP VIA GETTY IMAGES

O instituto The Good Food (GFI, na sigla em inglês) publicou dados impressionantes que demonstram que o mercado de produtos à base de vegetais nos Estados Unidos como um todo cresceu 31% nos últimos dois anos e alcançou um valor de 4,5 bilhões de dólares.

Os dados também sugerem que os produtos veganos são, de fato, um dos principais impulsionadores do crescimento dos varejistas de produtos alimentícios em todo o país, e mostram que os produtos a base de vegetais estão superando de maneira consistente seus equivalentes de origem animal no geral.

O GFI gentilmente permitiu que o site Vegconomist reproduzisse essas descobertas significativas, pois elas são altamente relevantes para os leitores de negócios e economia.

As informações representam vendas no varejo de alimentos à base de vegetais que substituem diretamente produtos de origem animal, incluindo carne, frutos do mar, ovos e laticínios, bem como refeições que contêm substitutos de ingredientes de origem animal.

Talvez os resultados mais interessantes possam ser vistos no gráfico abaixo, que resume as vendas de produtos de animais versus vendas de produtos vegetais em várias categorias, e mostra claramente que os produtos veganos estão superando em muito os seus homólogos de animais em todas as categorias:

Foto: The Good Food Institute

Foto: The Good Food Institute

As informações da GFI são categorizadas nas seguintes seções, que podem ser visualizadas nos links abaixo (no original):

Carne à base de vegetais
– Leite e laticínios à base de vegetais
Outras categorias (ovos, refeições, maionese, tofu)

Visão geral do mercado

Os resultados mostram que os produtos à base de vegetais são, de fato, um dos principais impulsionadores do crescimento dos varejistas de supermercados nos EUA: as vendas de alimentos à base de vegetais cresceram 11% no ano passado e 31% nos últimos dois anos, comparativamente, no varejo total do país. As vendas de alimentos no varejo aumentaram apenas 2% no ano passado e 4% nos últimos dois anos.

Foto: The Good Food Institute

Foto: The Good Food Institute

O leite à base de vegetais é a categoria mais desenvolvida, como refletido no relatório de investimento FoodTechConnect or Ryan Williams, que mostrou que as bebidas feitas à base de vegetais são, de longe, a categoria de maior ganho em termos de investimento.

A categoria menos desenvolvida é mostrada como sendo ovos feitos à base de vegetais, no entanto, esta categoria também está demonstrando crescimento mais rápido e é esperado que continue assim.

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Segunda maior rede de supermercados do Reino Unido inaugura ala inteira só de produtos veganos

Foto: Chooseveg

Foto: Chooseveg

A ASDA, segunda maior cadeia de supermercados do Reino Unido, criou uma seção inteiramente vegana em suas lojas.

Mais pessoas estão comprando alimentos à base de vegetais. Uma pesquisa recente de comportamento do consumidor no setor de serviços e marcas realizada pelo Ceuta Group descobriu um aumento de 469% no número de britânicos pesquisando produtos veganos on-line.

As principais redes de supermercados do Reino Unido estão ansiosas para acompanhar as mudanças nos hábitos de compra dos consumidores. A maioria dos grandes varejistas está produzindo rapidamente novos produtos veganos e alguns estão até introduzindo seções dedicadas exclusivamente aos veganos em suas lojas.

No último movimento da ASDA, a gigante dos supermercados disponibilizou freezers abastecidos apenas com alimentos à base de vegetais, além de produtos vegetarianos.

A mudança não só torna mais fácil para os compradores encontrar as opções veganas, como também traz uma vida livre de crueldade para o mercado das massas (comprador médio comum).

Seções veganas em mercados

No ano passado, em janeiro, a Waitrose se tornou a primeira grande rede de supermercados a lançar uma seção inteiramente vegana, após a notícia de que a rede havia expandido sua linha de produtos à base de vegetais em 50 itens novos.

Chloe Graves, vendedora representante da ala vegana e vegetariana da Waitrose, explicou que o movimento foi inspirado pela demanda. “Nossa atual seleção de produtos vem vendendo muito bem semana após semana. Com pedidos de mais opções vindas de nossos clientes e parceiros, pudemos ver claramente que havia um apetite para ter mais opções vegetarianas e veganas em nossas lojas ”, explicou ela.

Mais tarde naquele ano, a rede de supermercados Iceland anunciou que também lançaria uma seção totalmente vegana em suas lojas.

O chefe de desenvolvimento da Iveland, Neil Nugent, disse que a empresa está animada com a mudança devido ao sucesso “fenomenal” de seu No Bull Burger, um hambúrguer vegano que imita o gosto e textura da carne bovina. “Ele está vendendo mais do que nossos hambúrgueres wagyu e nós nem o anunciamos na tv, foi tudo por meio das mídias sociais”, disse Nugent, acrescentando depois: “temos que seguir essa tendência, pois os clientes estão exigindo isso”.

O pesquisador, Tom Milner, revelou recentemente que o número de veganos no Reino Unido tem dobrado a cada ano desde 2011. Se o movimento mantiver seu ímpeto, 15% do país consumirá apenas alimentos à base de vegetais até 2030, disse ele. Milner observou que um declínio na demanda desse porte tornaria “muito difícil para qualquer negócio baseado em produtos animais sobreviver”.

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Cerca de 30% da população da Suíça está reduzindo o consumo de carne

Foto: Livekindly

Foto: Livekindly

Cerca de 2,6 milhões de suíços ou 31% da população estão cortando ou eliminando o consumo de carne. As informações são resultado de uma pesquisa recente realizada pela Swissveg, uma revista suíça de conteúdo vegano e vegetariano.

Veganos na Suíça

Em torno de 14% da população suiça não consome carne – 11% são vegetarianos, enquanto 3% são veganos, o que significa que há atualmente 252 mil veganos na Suíça. Os mais jovens são mais propensos a adotar uma alimentação baseada em vegetais, com 6% daqueles entre as idades de 15 a 34 anos dizendo que não consomem produtos de origem animal.

Outros 17% se identificam como flexitarianos, alegando que estão conscientes de seu consumo de carne. A geração mais jovem também é mais propensa a dizer que é flexitariana, com 22% deles afirmando que come menos carne. Pessoas com idades entre 35 e 56 anos comem mais carne.

As razões mais populares para se deixar de comer carne incluem bem-estar animal (78%), ética (60%), meio ambiente (58%), preocupação com a sustentabilidade do sistema alimentar (45%) e saúde (35%). Quanto àqueles que ainda comem carne, é porque gostam, acreditam que é bom para a saúde, e por hábito.

As pessoas que vivem em cidades com educação superior são as mais propensas a ser veganas, vegetarianas ou flexitarianas.

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Aumenta em 469% o interesse dos consumidores britânicos na alimentação vegana

Os consumidores britânicos estão mais curiosos sobre o veganismo do que nunca. Uma nova pesquisa revelou um aumento de 469% no número de pessoas interessadas em estilos de vida livres de crueldade.

O Ceuta Group, uma empresa de serviços que mapeia marcas e consumidores, reuniu dados do Google para descobrir que o número de britânicos pesquisando produtos veganos cresceu 469%. O Ceuta Group também descobriu que o Reino Unido é o quarto maior país europeu para aqueles que procuram alimentos e bebidas à base de vegetais e produtos de saúde e cuidados pessoais sem crueldade, precedidos pela Holanda, Grécia e Portugal.

Por que as pessoas estão se tornando veganas?

Embora o bem-estar animal tenha sido há muito tempo um motivador para aqueles que abandonam produtos de origem animal – sendo esta a principal razão pela qual 79 mil consumidores de carne participaram no Veganuary no ano passado – as preocupações com saúde e meio ambiente estão agora liderando os motivos de mudança entre os britânicos.

O Ceuta Group descobriu um aumento de 159% no número de pessoas pesquisando o impacto ambiental de uma vida vegana. A agropecuária é uma das principais causas do uso (e exaustão) da terra, da água, poluição, extinção de espécies e emissões de gases de efeito estufa.

A análise mais abrangente do impacto da agropecuária no planeta revelou que os alimentos à base de vegetais são a escolha mais eficaz para combater as mudanças climáticas. O pesquisador da Universidade de Oxford e autor do estudo, Joseph Poore, disse que a adoção de uma alimentação vegana é “a melhor maneira de reduzir seu impacto no planeta Terra”.

A pesquisa do Ceuta Group descobriu que o número de britânicos explorando os benefícios de saúde do veganismo aumentou em 61%, tornando-se o segundo motivo mais popular entre a população para abandonar os produtos de origem animal. Pesquisas sobre o veganismo e o bem-estar animal tiveram um aumento de 30%.

Ficar à frente da curva

O Grupo Ceuta, desde então, tem motivado as empresas a expandir a sua gama de produtos para acompanhar as mudanças nas preferências dos consumidores.

Annette D’Abreo, diretora do Grupo Ceuta, disse a Bdaily: “Os consumidores estão prestando mais atenção ao que colocam sobre seus corpos e dentro de em seus corpos quando pensam em saúde, beleza, comida e bebida. Essa mudança sísmica está forçando os donos de marcas a pensar de maneira diferente ”.

“A sustentabilidade, os ingredientes de origem ética, a redução de plástico e a pegada de carbono são temas importantes para as marcas e as escolhas mais saudáveis estão agora na vanguarda das mentes dos compradores”, continuou D’Abreo. Ela acrescentou que é responsabilidade dos varejistas “ficar à frente da curva”.

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Maiores padarias de Israel estão abandonando os ovos e se tornando veganas

Foto: Marc Israel Sellem

Foto: Marc Israel Sellem

A Vegan Friendly entrou em contato com algumas das maiores redes de padaria do país do Oriente Médio para ajudá-las a recriar suas receitas sem o uso de produtos de origem animal.

La Farina, Mr. Donuts, Davidovich, Lehamim, Biga, Neeman, Biscotti, Piece of Cake, Antikovich, Gold Cookies e Roladin, a maior rede de padaria de Israel com 81 filiais, participaram da iniciativa.

La Farina introduziu um bolo vegano de chocolate em seus 15 locais. O novo item economizará 12 mil ovos, 370 litros de leite de vaca e 250 quilos de manteiga a cada ano.

A Mr. Donut – que fornece milhares de donuts a cafés, lanchonetes, hotéis e salões de banquetes todos os dias – se comprometeu a tornar-se totalmente vegana depois da Páscoa. A decisão vai economizar para a empresa cerca de 200 mil ovos por ano.

A certificação da Vegan Friendly agora aparece em quase 5 mil produtos em Israel.

Visão vegana

A organização sem fins lucrativos explicou ao jornal ISRAEL21c que os produtos de origem animal não são necessários para que os assados sejam saborosos e vendam bem.

“Consultamos especialistas e eles disseram que não havia motivo para muitos produtos não serem veganos. Ovos, manteiga e leite estão lá apenas por tradição e hábito ”, disse o fundador da Vegan Friendly, Omri Paz, à publicação.

A Vegan Friendly descobriu que não precisava convencer as empresas a se envolver, já que atualizar as receitas para ser vegano geralmente torna os produtos mais baratos e saudáveis.

Foto: Livekindly

Foto: Livekindly

O movimento também torna os itens disponíveis para uma gama mais ampla de pessoas, incluindo aquelas com alergias a laticínios ou ovos e clientes kosher à procura de produtos parve (sem laticínios ou carne). O serviço prestado pelo Vegan Friendly também é gratuito.

Paz apontou que grandes redes de padaria não se comprometeriam com a troca se as receitas não tivessem um sabor tão bom, ou melhor, até que o original.

A mudança não é demorada, geralmente levando apenas de uma a três visitas até que a empresa esteja satisfeita com o novo produto livre de animas. O Vegan Friendly trabalha com o chef de pastelaria premiado Tal Hausen para reestruturar as receitas.

Hausen treinou em Paris e fez sobremesas para a família real britânica, incluindo aniversários para a rainha. Hausen ganhou um prêmio pelo melhor chef de pastelaria em Londres em 2011, enquanto trabalhava na culinária vegana.

Paz quer levar o projeto da Vegan Friendly ainda mais longe. “No momento, estamos nos concentrando em padarias. Quando chegamos a um ponto em que 60% a 70% dos doces em Israel passarem a ser veganos, passamos para outros produtos ”, disse ele. “Eu realmente acredito que este projeto será um divisor de águas”.

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Nova agência de recrutamento é especializada em empregos para veganos

Foto: Adobe

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Uma agência de recrutamento especializada em combinar pessoas e empregos veganos oferecidos por empresas alinhadas com seus valores – tratamento sustentável, vegano e ético para todos – foi lançada recentemente.

A Citizen Kind foi lançada por Emma Osborne, que tem mais de uma década de experiência no recrutamento e é vegana desde 2015.

Foto: Citizen Kind

Foto: Citizen Kind

Despertar

Quando Osborne percebeu que ela estava cansada de defender empresas cujos valores ela não compartilhava, a recrutadora tirou um ano sabático e viajou pelo mundo.

Ela montou seu negócio para que pudesse trabalhar de forma proativa para encontrar para os veganos candidatos o lugar certo dessa forma eles se antecipariam às necessidades do crescente movimento vegano, que conta restaurantes, sites de comércio eletrônico, empresas de investimento e uma instituição de caridade entre os clientes da Citizen Kind.

Desmistificando o veganismo

“Ser vegano ainda é considerado uma escolha extrema e difícil até agora, e por isso eu queria ajudar a normalizar e popularizar este estilo de vida compassivo, abrindo oportunidades em empresas veganas, sustentáveis e éticas para aqueles que conscientemente estão reduzindo seu impacto no planeta”, disse a fundadora da empresa Emma Osborne.

Foto: Citizen Kind

Foto: Citizen Kind

“Ao trazer amor e compaixão uns pelos outros, o planeta e os animais para o local de trabalho, você cria um ambiente onde ideias, colaboração e ação podem crescer”, disse Emma.

“Dessa forma, estou colocando minhas habilidades corporativas em uso para o bem daqueles que não podem falar por si mesmos, e trazendo consciência para a crise em questão. Eu não consigo pensar em um trabalho melhor para mim.”

Você pode descobrir mais sobre Citizen Kind aqui.

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Cosméticos veganos são a mais nova tendência na indústria da beleza

Foto: We heart living

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Um estudo realizado pela equipe responsável pela ferramenta de busca de beleza “Cosmetif” como parte de um estudo já em andamento sobre o surgimento de tendências de beleza consciente, descobriu que as mulheres britânicas tem dado preferência aos cosméticos veganos mesmo sem ser veganas.

Os resultados mostraram que 56% das mulheres britânicas estão comprando produtos de beleza veganos, mas 39% desse grupo não se identificam como veganas.

Para a pesquisa, a Cosmetify questionou mais de 2.200 mulheres com idades entre 18 e 45 anos, todas que usam maquiagem regularmente.

Verificou-se que quase uma em cada 10 mulheres optou propositadamente por comprar apenas produtos de beleza veganos. Em torno de 44% delas disseram que estariam preparados para pagar mais por produtos de beleza “conscientes”, e a maioria das mulheres (62%) declarou que seus hábitos conscientes de compra de beleza mudaram significativamente nos últimos cinco a 10 anos.

Em termos de hábitos de compra consciente/ética em cosméticos, as entrevistadas foram questionadas sobre o tipo de produtos que compram com mais frequência: o orgânico foi o mais popular (68%), depois o natural (61%) e os veganos (49%). Enquanto apenas 9% admitiram apenas comprar produtos veganos, 47% disseram que o fazem mais do que costumavam fazer antes (comprar produtos de beleza veganos), fazendo desta a mais popular tendência ascendente da beleza.

Curiosamente, dos 56% das entrevistadas que admitiram comprar produtos veganos o tempo todo ou mais do que costumavam, quase dois quintos (39%) revelaram que elas mesmas não eram realmente veganas.

Falando sobre as conclusões do estudo, Isa Lavahun, Gerente de Marca Digital da Cosmetify.com, disse: “Muitas das tendências atuais na indústria da beleza são impulsionadas pela beleza consciente, especialmente quando se trata de produtos orgânicos, veganos e naturais. Isso coincide com a rápida mudança nas escolhas de estilo de vida e que os consumidores são mais eticamente conscientes do que nunca. A informação é a chave para mudar, por isso as marcas de beleza precisam ser mais transparentes sobre como fazem e distribuem seus produtos. É ótimo ver consumidores questionando determinadas embalagens e que movimentos como “livre de plástico” estejam ganhando força e popularidade”.

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Extensão para navegador promete exibir somente produtos veganos em sites de compras

Por David Ariock

Intenção é permitir que as pessoas tenham mais facilidade na busca por produtos veganos (Imagem: Reprodução)

Foi lançada recentemente no Reino Unido uma extensão para navegador que promete filtrar e exibir somente produtos veganos em sites de compras.

Intitulada “The Vegan Filter”, a extensão ainda está em fase experimental e a promessa é de que com o tempo a busca funcione no maior número possível de sites de compras.

A extensão é uma criação da startup de tecnologia Xarista, sediada em Londres, e a intenção é permitir que as pessoas tenham mais facilidade na busca por produtos veganos, principalmente quem se tornou vegano há pouco tempo ou está em fase de transição.

Além disso, segundo a desenvolvedora Isabella Arbele, o objetivo é tornar a extensão uma ferramenta gratuita de uso internacional que estimule as pessoas a priorizarem produtos veganos.


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Advogados e juristas do mundo todo se reúnem em conferência para discutir os direitos animais

Foto: The Vegan Society

Foto: The Vegan Society

A proposta do parlamento europeu de proibir o uso de rótulos como ‘hambúrguer’ e ‘salsicha’ de serem usados para descrever produtos vegetarianos e veganos é uma das questões que serão discutidas por especialistas legais em uma conferência pioneira de direitos animais e veganos na Itália.

As propostas, se aprovadas, significariam que produtos como hambúrgueres vegetarianos e veganos poderiam ser chamados de “discos” e salsichas de “tubos”.

À luz dessas questões e assuntos semelhantes, advogados e juristas veganos de todo o mundo se reunirão em uma conferência jurídica anual para discutir como influenciar a lei em benefício dos animais e do planeta. O evento é organizado pela Aliança Internacional dos Direitos Veganos (IVRA) e pela The Vegan Society, com a primeira fusão oficial para se tornar a Rede Internacional de Direitos da Sociedade, no dia 31 de maio.

O tema da Conferência da IVRA deste ano – que acontece na Universidade de Milão, Itália, de 31 de maio a 1 de junho – é como os direitos veganos podem ajudar a criar uma sociedade que respeite, em vez de explorar, os animais.

A Dra. Jeanette Rowley, fundadora da IVRA, falará em seu discurso de abertura sobre o uso da lei dentro do movimento vegano e criticará as recentes propostas da UE para proibir certas denominações de produtos veganos.

A Dra. Rowley disse: “O veganismo na lei interrompe a ideia de direitos exclusivos de proteção apenas para os seres humanos.

“Ele enfatiza nossa capacidade natural de ser responsável, zeloso e compassivo em resposta à vulnerabilidade, injustiça, opressão e sofrimento dos animais.

“Promover o veganismo na lei ajudará a trazer a mudança de paradigma de que precisamos para garantir que os animais recebam a proteção de que precisam e merecem.”

A fundadora da IVRA também dirige o serviço de direitos da Sociedade Vegana, que ajudou com casos como na ajuda a crianças em idade escolar, pacientes de hospitais e prisioneiros a terem acesso a comida vegana; garantir permissões para os alunos usarem materiais amigáveis aos veganos em suas avaliações; e conseguir que os trabalhadores tivessem acesso a uniformes amigáveis aos veganos. Este é o único serviço legal gratuito dessa natureza atualmente em execução.

Louise Davies, Chefe de Campanhas, Políticas e Pesquisas da The Vegan Society, disse: “Estamos muito felizes por estar assumindo o importante trabalho da IVRA. “Esperamos trabalhar com toda a nova Rede Internacional de Direitos para liderar na defesa de veganos vulneráveis e, por extensão, proteger e promover os direitos dos animais”.

Os participantes ouvirão especialistas veganos que viajam da Inglaterra, Escócia, Irlanda, Estados Unidos, Canadá, Itália, Portugal, Alemanha e França, e compartilharão suas experiências com lobby de vários governos e se envolverão em casos legais relacionados ao veganismo.

Os palestrantes da conferência também incluem Sandra Higgins da Go Vegan World, cuja campanha de cartazes “inumanos” foi aprovada pela Advertising Standards Authority e Mark Banahan, da The Vegan Society, falando sobre sua revolucionária campanha Catering for Everyone para opções veganas em cardápios do setor público.

Os detalhes da conferência podem ser encontrados nesta página e informações sobre a Rede Internacional de Direitos da Sociedade Vegana podem ser encontradas aqui.

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