Vereador quer proibir uso de penas e plumas de origem animal em SP

Por David Arioch

“As agremiações carnavalescas deverão usar materiais sintéticos, sem o uso de penas e plumas advindas de animais”, reforça Giannazi (Foto: Reprodução)

Uma proposta legislativa apresentada pelo vereador Celso Giannazi (PSOL) quer proibir o uso de penas e plumas de origem animal em São Paulo.

Caso o Projeto de Lei 459/2019 seja aprovado, a fiscalização deverá ser feita pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente. Em caso de infração, as multas podem variar de R$ 5 mil a R$ 2 milhões.

Os valores arrecadados serão direcionados ao Fundo Especial do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, visando principalmente atividades de educação ambiental nas unidades escolares da cidade.

“As agremiações carnavalescas deverão usar materiais sintéticos, sem o uso de penas e plumas advindas de animais”, reforça Giannazi.

O vereador lembra que na Câmara dos Deputados também está em andamento o Projeto de Lei 1097/2019, de autoria de Célio Studart (PV-CE), que visa proibir a comercialização de penas e plumas de origem animal.

“Opções sintéticas podem evitar que os animais sejam submetidos à crueldade, uma vez que os métodos de retirada das penas mais comumente utilizados são cruéis”, acrescenta o vereador.


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Vereador propõe a proibição da venda de cães e gatos em SP

Foto: Pixabay

O vereador Celso Giannazi (PSOL) está pedindo apoio ao Projeto de Lei 115/2019, que visa proibir o comércio de animais de estimação em estabelecimentos comerciais em São Paulo.

“Esse projeto é um passo em direção a uma sociedade que respeite os direitos dos animais, especialmente desses que tanto nos acompanham. As vidas animais também não têm preço, animais não devem servir a interesses humanos de exploração, não são mercadorias, e adotar é um ato de amor”, justifica Giannazi.

Por meio do projeto, o vereador estabelece normas gerais sobre a proibição da comercialização de animais de estimação na capital paulista. “Expostos como mercadorias em vitrines, eles são alienados do convívio familiar e social, além de sofrerem abusos e maus-tratos. São inúmeras as denúncias, como o confinamento em jaulas ou locais pequenos e abafados”, aponta.

Para apoiar o PL 115/2019, assine o abaixo assinado – clique aqui.

Vereador quer proibir zoos e aquários em SP

Foto: Pixabay

Um projeto de lei do vereador Reginaldo Tripoli (PV) pode paulatinamente dar voz aos anseios dos ativistas em defesa dos direitos animais de São Paulo. O PL prevê a proibição da abertura de novos zoológicos e aquários na cidade e também propõe reduzir o recebimento de novos animais a fim de eliminar o aprisionamento de animais para entretenimento humano de forma progressiva.

Tripoli afirma que reconhece a importância dos zoos de SP como centro de tratamento de animais resgatados e abrigo para animais que devido a maus-tratos ou acidentes ficam impossibilidades de serem devolvidos ao seu habitat, mas defende que há tecnologia suficiente para um novo modelo educativo e de entretenimento que não envolva o sofrimento e exploração de animais.

O vereador propõe também que enquanto ainda existir animais nos zoos, que as visitas sejam supervisionadas por monitores, para minimizar o estresse dos animais. “Os locais deverão adotar providências no sentido de colocar avisos alertando aos frequentadores de que os animais são seres capazes de sentir e vivenciar emoções e que não devem ser expostos a ruídos excessivos e agressões de qualquer tipo”, diz trecho extraído do PL.

O projeto foi protocolado na Câmara Municipal e agora segue para a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara antes de ir para o plenário. O texto será submetido a duas votações e caso aprovado, seguirá para veto ou sanção do prefeito Bruno Covas (PSDB).

Vereador quer proibir anúncios da campanha Veganuary na Inglaterra

O líder do vice-conselho de Shopshire, que descreveu os anúncios como “notícias falsas”, disse que o veganismo não deve ser promovido em países que foram “construídos pela agricultura”.

Foto: Shropshire Veggies and Vegans

Um vereador sênior criticou uma empresa de ônibus por veicular anúncios do Veganuary – chamando-a de “vergonha”. Ele alega que anúncios pró- vegetarianos não devem ser veiculados em um país agrícola.

O vice-líder do Conselho de Shropshire, Steve Charmley, é um ex-produtor de leite cujo filho é agricultor.

Ele fez seus comentários na semana passada em uma série de tweets, nos quais ele criticou a empresa de ônibus Arriva e disse que queria parar com as “falsas notícias” do “vegangalismo”.

Anúncios veganos

Imagem: Reprodução | Twitter

“Arriva Salop é uma vergonha para vocês divulgarem estes anúncios em Shropshire”, escreveu ele. “Você está sendo usada para promover as falsas notícias dos vegangalistas! Se fosse um cartaz político, não seria permitido.

“Embora eu não tenha objeções a ninguém escolher o que comem e quando comem. Eu realmente me oponho aos ônibus da Arriva divulgando anúncios do Veganuary em Shropshire, um grande condado construído sobre a agricultura! Estou pedindo para me encontrar com a Arriva para discutir e espero que o @NFUShrops faça o mesmo. #Vegansneedfacts. ”

Busdoor

A empresa de em questão – Arriva – respondeu publicando uma declaração dizendo: “A publicidade nos nossos ônibus é gerida por uma empresa terceirizada, que trabalha conosco para garantir que as mensagens que exibimos a bordo da nossa frota não ofendam nossos passageiros ou o público em geral, disse o porta-voz.

“Levamos todas as reclamações e o feedback dos clientes a sério e estamos trabalhando com a publicidade para investigar a acusação.”

Charmley deletou sua conta no Twitter desde que fez os comentários.