Anemia em cães: veterinário faz alerta para os cuidados necessários

Tanto os animais preguiçosos, quanto os mais sapecas estão sujeitos a várias doenças. E entre elas está a anemia em cães, que pode ser ocasionada por picadas de pulgas e carrapatos.

Tutores devem manter consultas constantes ao veterinário — Foto: Arquivo Pessoal

Existem vários tipos de anemia que podem acometer o animal. O tipo hemolítica é a causada pelo carrapato ou pulgas contaminados com babesia ou erlichia, que são protozoários que causam a destruição de hemácias, provocando a anemia. “Quando o animal tem o contato com pulga e carrapato contaminada, ela transmite o protozoário (Erlichiose e Babesiose) para o animal, que acomete principalmente a série vermelha dos animais, destruindo hemácias que vão causar a anemia”, explica o veterinário Max Lyra.

O design gráfico Rafael Nardy conviveu em casa com a doença. A cadelinha Lesse, de 15 anos, morreu por complicações de uma anemia, que foi causada por leishmaniose e Babesiose. “No começo foram mudanças sutis e, que devido a idade dela, foram confundidas com fatores normais. Ela começou a ficar menos ativa, menos disposta e passava a maior parte do dia deitada. Ela emagreceu um pouco e passou a se interessar menos pela comida. Trocamos as marcas, sabores e tipos das rações e petiscos, mas não funcionava no longo prazo”.

Sintomas da doença

Os sintomas da anemia são muito semelhantes aos de outras doenças. Apatia, diminuição da alimentação e amarelidão na pele – em caso avançado – são alguns quadros que o animal pode apresentar.

Lesse morreu após complicações da anemia — Foto: Rafael Nardy/Arquivo pessoal

Segundo Max Lyra, o tutor deve sempre ficar atento ao bem-estar do animal, com consultas regulares, para que a anemia seja diagnosticada no início. “As vezes os tutores não percebem que seu animal está no início de desenvolver uma anemia e quando você não consegue observar isso, as vezes está um pouco avançado quando leva o animal para o veterinário. Por isso que é ideal os tutores sempre visitarem o seu médico veterinário a cada seis meses”.

O especialista pontua quatro formas de realizar o diagnóstico no animalzinho doente. “O diagnóstico é através de exame clínico e, principalmente, exame de sangue, como o hemograma. Existe um exame que chama pesquisa hemoparasitária, que distingue se a hemácia do animal está parasitada ou não, por babesia ou por erlichia. E, além disso, há uma sorologia que é feita também”, completa.

Tratamento

De acordo com o veterinário Max Lyra, o tratamento para anemias é feito à base de medicação, suplementação de ferro e complexo B. A alimentação do animal é tida como um fator importante, para uma boa nutrição do animal. O veterinário orienta marcas que contenham maior concentra de vitaminas, essenciais para a saúde do animal.

Fonte: G1

Veterinário opera peixinho com tumor e salva sua vida

O peixinho oranda laranja, que tem um ‘capuz-bolha’ em sua cabeça chamado de ‘wen’, tem seis anos e precisou ser submetido a uma cirugia para a retirada de um tumor que atrapalhava sua visão.

O tutor procurou o veterinário Abou-Zahr, um exótico entusiasta de animais, quando percebeu que o ‘wen’ de Eric havia crescido demais, tirando sua visão.

O procedimento de 30 minutos aconteceu clínica veterinária da Great Western Exotics em Greenbridge, Wiltshire.

O Dr. Tariq Abou-Zahr disse: “Eric foi cedado usando um anestésico especial para peixes colocado em água”.

“Ele foi imerso inicialmente para dormir, então um tubo foi colocado em sua boca para permitir o fornecimento de anestésico e água sobre suas guelras durante todo o procedimento.”

A equipe usou uma pinça eletrônica para controlar a perda de sangue durante a operação.

“Nós usamos a cirurgia de rádio e instrumentos cirúrgicos muito finos para remover o tumor sob sua mandíbula”, acrescentou o Dr. Abou-Zahr.

“O tumor foi enviado para ser analisado e, felizmente, era benigno, embora bastante invasivo – o que significa que há uma chance de que ele retorne.”

“Os peixes são animais de domésticos como qualquer outro animal e é bom ter um tutor disposto a dar-lhes o melhor atendimento e tentar curá-los quando estão mal.

“Na verdade, só realizei esse tipo de operação três ou quatro vezes antes.”

“É uma pena que muitas pessoas não saibam que podemos fazer muito para tratar peixes hoje em dia. As pessoas tendem a descartá-los quando adoecem.

Eric se recuperou bem da cirurgia e já está de volta nadando em seu aquário.

Veterinário que colocava heroína no estômago de cães é preso e condenado

Andres Lopez Elorez, de 39 anos, foi condenado a seis anos de prisão na última quinta-feira(7), após passar 10 anos foragido. A sentença foi anunciada no Brooklyn pelo procurador Richard P. Donoghue após ele se declarar culpado em setembro passado por conspirar com o tráfico de heroína para os Estados Unidos.

O veterinário fazia parte de um esquema que transformava cães em traficantes de drogas costurando sacos contendo as substâncias seus estômagos. Pelo menos nove cães foram submetidos ao terrível e cruel procedimento cruel e três deles morreram depois de contrair vírus.

 

O governo dos EUA disse que Elorez, nascido na Colômbia, arrendou uma fazenda em Medellín, na Colômbia, onde secretamente criou cães para a tráfico de narcóticos.

No dia 1 de janeiro de 2005, a polícia revistaram a fazenda e apreenderam 17 sacos de heroína líquida, incluindo 10 sacos que foram retirados dos filhotes e outros que seriam implantados.

Elorez estava foragido até ser preso na Espanha em 2015. Ele foi extraditado para os Estados Unidos em maio de 2018 por suas ações “calculadas e aberrantes”.

“Como veterinário em treinamento, o réu tinha o dever de não causar danos aos animais”, escreveram os promotores para a sentença.

“Ele traiu esse dever quando usou suas habilidades veterinárias como parte de um esquema para implantar heroína líquida em cães, para que narcotraficantes colombianos pudessem importar heroína para os Estados Unidos.”

O homem, que os professores descreveram como um dos melhores de sua turma na escola veterinária, reconheceu que suas ações foram uma completa traição à sua promessa de fazer o que puder para evitar o abuso de animais.

“Eu fiz isso mesmo sabendo que estava errado e cometendo um crime”, disse Elorez no tribunal.

O destino dos filhotes

Existem informações apenas sobre duas fêmeas regatadas.

Uma delas se tornou farejadora de drogas e é chamada de “Heroína”. A Rottweiler foi treinada pela polícia colombiana.

Donna, uma beagle, foi adotada por um policial colombiano e sua família.

O promotor dos Estados Unidos para o Distrito Leste de Nova York disse que Elorez teve seu castigo.

“Todo cão tem seu dia, e com a sentença de hoje, Elorez foi responsabilizado pelo uso repreensível de suas habilidades veterinárias para esconder heroína dentro de cachorrinhos como parte de um esquema para importar narcóticos perigosos para os Estados Unidos”, disse Richard Donoghue.

Tutora pede ajuda financeira para levar cão doente ao veterinário

O cachorro tutelado por Yngrid Stefanny adoeceu. Ela encontrou sangue nas fezes do animal, que também tem perdido o apetite. Além disso, o cachorro está apático. Correndo risco de morte, devido à gravidade do caso, o cão precisa ser examinado por um veterinário com urgência. No entanto, a tutora não tem condições financeiras para arcar com os gastos da consulta e tratamento do animal e, por isso, pede ajuda.

Além do valor que será cobrado pelo veterinário, Yndrig arcará também com o deslocamento, já que só há clínicas veterinárias em locais distantes da casa dela, em Aracaju (SE).

A tutora conta que ama muito o cachorro e que, inclusive, ele dorme na cama com ela. Por isso, está preocupada com o estado de saúde dele e apela para a sensibilidade das pessoas, para que elas colaborem doando qualquer quantia.

Interessados em ajudar devem entrar em contato com Yngrid para solicitar os dados bancários dela: 079 9 99432142.