Homem encontra gata enquanto viaja pelo mundo e adota o animal

Dean Nicholson viajava pelo mundo de bicicleta quando encontrou uma gata abandonada. O ciclista saiu de sua terra natal, Dunbar, na Escócia, pedalou nos três primeiros meses até Newcastle, seguiu de balsa para Amsterdã, passou pela Bélgica, Suíça, França, Itália e Bósnia. Quando cruzou a fronteira da Bósnia para Montenegro, ele encontrou a gata.

Foto: Arquivo Pessoal / Dean Nicholson / Reprodução / Amo Meu Pet)

Ao subir uma colina íngreme, Nicholson ouviu um miado desesperado. Foi então que encontrou a pequena gata, que era apenas um filhote, em uma estrada. “Ela era uma coisinha pequenina e tão distante de qualquer lugar”, disse Nicholson ao StoryTrender . “Eu não ia levá-la comigo no começo, mas logo me apaixonei por ela e não consegui deixar ela sozinha”, completou. As informações são do portal Amo Meu Pet.

O ciclista tirou alguns objetos da cesta da bicicleta e colocou a gata, que logo pegou no sono. Nala, como passou a ser chamada, foi levada até uma clínica veterinária, onde foi examinada e vacinada. Em seguida, Nicholson conseguiu um passaporte para o filhote e seguiu a viagem.

Foto: Arquivo Pessoal / Dean Nicholson / Reprodução / Amo Meu Pet)

Os dois viajaram juntos pela Albânia e pela Grécia. Na Albânia, o ciclista resgatou outro filhote. Mas, como não tinha condições de adotá-lo também, o deixou aos cuidados de um veterinário, que o encaminhou para a adoção.

“Todo mundo a ama quando a vê saindo do carrinho na frente da minha bicicleta e sempre pede fotos dela”, disse Nicholson. “É muito louco. Eu tive pessoas parando em seus carros e saindo para vir vê-la também”, acrescentou.

Foto: Arquivo Pessoal / Dean Nicholson / Reprodução / Amo Meu Pet)

Jogador troca carreira no futebol para viajar com sua cadela adotada

Um ex-jogador de futebol americano, Joe Hawley, vive com menos para experimentar mais. Este desportista de espírito livre viaja por diversos lugares com seu carro e com sua melhor amiga, uma cadela adotada. Eles estão explorando diferentes regiões, conhecendo novas pessoas e aproveitando cada segundo da vida.

Foto: Reprodução / Pet World Global

Hawley saiu de seu apartamento em Tampa, nos Estados Unidos, e doou a maior parte de seus pertences para a caridade da sua cidade. Ele também vendeu seu carro para comprar uma van e viajar.

Logo depois ele adotou uma mestiça de boxer de 2 anos de um abrigo e apropriadamente nomeou-o “Freedom”, que significa Liberdade. Ele deixou a área de Tampa Bay em 5 de abril de 2018 e agora dirige por todo o país e vive na sua van.

Joe Hawley se considera muito abençoado por ter vivido o sonho de uma criança de jogar na NFL. Hawley diz que é fácil se apaixonar pela competição, pela fisicalidade e pela fraternidade no futebol, mas o jogo pelo qual ele se apaixonou começou a se tornar um negócio que lentamente prejudicou seu corpo e espírito.

Mas a rotina da sua carreira como jogador o cansou. “Eu senti que queria apenas experimentar a vida, ser livre, e com um melhor amigo.” Jogar futebol por 16 anos tornou-se sua identidade, mas ele sabia que queria ser mais do que apenas um jogador de futebol.

Fonte: Pet World Global

Melhor trabalho do mundo: 260 mil reais para viajar pelo mundo provando comida vegana

Já imaginou viajar pelo mundo com tudo pago, comer comida vegana da melhor qualidade e ainda receber muito dinheiro por isso?

Esta é a proposta da Vibrant Vegan Co., empresa sediada no Reino Unido está recrutando pessoas para um emprego que oferece salário de 50 mil libras (cerca de 260 mil reais) para viajar pelo mundo degustando comida vegana.

A Vibrant Vegan Co., um serviço de assinatura de alimentos, está procurando por um “Diretor de Paladar”, que viajará para lugares como Ásia, América do Sul e Leste Europeu por até quatro meses, procurando por novos e excitantes ingredientes veganos e dar feedback sobre suas descobertas.

De acordo com a empresa, o candidato precisa ter pelo menos três anos de experiência no ramo de alimentos ou como chef de cozinha e, apesar de a empresa ser vegana, o candidato não precisará ser vegano, mas deve se concentrar apenas em ingredientes vegetais quando estiver trabalhando.

“Estamos sempre em busca de novos talentos, porque acredito firmemente que são as pessoas que fazem uma empresa de sucesso”, disse Iain Burke-Hamilton, fundador da Vibrant Vegan Co. As informações são do Plant Based News.

“No entanto, eu não acho que nós já tenhamos recrutado alguém para um trabalho tão empolgante antes. Este é um trabalho muito original e recompensador, mas apesar de seus extensos benefícios, reconhecemos que ele também é muito exigente.

“Existem centenas de ingredientes e receitas em todo o mundo que não foram apresentadas ao consumidor do Reino Unido, por isso esperamos que o nosso novo colaborador possa inspirar algumas receitas novas e saborosas para a nossa oferta de refeições veganas prontas.

 

Ativistas veganos documentam o sofrimento animal pelo mundo

Foto: Moving Animals

Foto: Moving Animals

Os ativistas e fotógrafos embarcaram no projeto há 10 meses, quando deixaram suas vidas em Londres (Inglaterra) para documentar a situação dos animais explorados e abusados em todo o mundo.

O casal de ativistas veganos lançou um arquivo de livre acesso e gratuito contendo fotografias e filmagens da exploração de animais, chamado Moving Animals, em uma tentativa de conquistar um progresso efetivo no movimento pelos direitos animais.

A ferramenta, que será alimentada continuamente, contém atualmente mais de 500 imagens que foram acumuladas nos últimos 10 meses em todo o Sri Lanka, Índia e Reino Unido.

O arquivo foi criado pelos ativistas e fotógrafos Amy e Paul, que se conheceram enquanto trabalhavam para a PETA UK. Eles começaram a documentar a exploração animal em todo o mundo depois de receber apoio da Culture and Animals Foundation.

Eficácia comprovada

De acordo com o casal, as imagens e filmagens já foram divulgadas por algumas das mais importantes plataformas de notícias, instituições de caridade para animais e canais de mídia social, incluindo nomes como UNILAD, The Independent, PETA e Mail Online.

“Acreditamos que imagens poderosas e narrativas eficazes têm o poder de mudar a mentalidade das pessoas e, assim, cada acesso que recebemos traz consigo a promessa de tornar o mundo um lugar melhor para os animais, um ser humano de cada vez”, afirmaram os ativistas em um comunicado enviado ao Plant Based News.

“Temos a esperança que nossas fotografias e filmagens ajudem a contar as histórias dos animais que são forçados a permanecer em silêncio”.

O arquivo esta disponível aqui – todo o conteúdo é gratuito para organizações, ativistas, grupos de discussão de mídia e plataformas de mídia social, mas a utilização das imagens deve ser creditada à Moving Animals.

Conheça Quebec no estilo vegano

Assim que você pisar na cidade de Quebec, você vai jurar que chegou ao país errado. Essa é a beleza desta cidade canadense: os marcos históricos da Velha Quebec, um Patrimônio Mundial da UNESCO, são como a França. Desde a língua até os sobrenomes, Quebec é muito francesa com uma exceção: a comida. Embora ainda haja uma pesada influência francesa, você encontrará uma quantidade surpreendente de comida vegana. Se você aprender algumas frases em francês antes de ir (é recomendado para pessoas não falam inglês), a mais importante delas é “Je suis végétalien” – que se traduz como “eu sou vegano”. A cidade é mágica em qualquer época do ano, mas no inverno ela brilha ainda mais. Aqui está o seu guia de 48 horas na cidade de Quebec.

Dia 1

Aprenda a história

Faça de sua casa de férias o Hotel Pur – um hotel moderno e elegante que oferece uma linha de produtos veganos e sem crueldade chamada Pharmacopia. O hotel tem vista para Saint-Roch Church, um magnífico edifício que apresenta uma estátua de ouro de Saint Roch (santo padroeiro das doenças, enfermidades e perigos) com seu cão ao seu lado no pico do telhado. Comece sua jornada com uma visita ao Le Monastère des Augustines, um resort holístico comprometido com a continuação do trabalho das irmãs agostinianas que essencialmente lançaram as bases para a assistência médica moderna. Ele está localizado nas alas históricas do mosteiro Hôtel-Dieu de Québec, que se tornou um dos 12 hospitais-mosteiro das irmãs. Reserve tempo para uma visita autoguiada ao museu curado, onde você pode aprender como as irmãs viviam, praticavam a medicina e cuidavam – e ainda se importavam – com os doentes. Se você tiver tempo, o hotel também oferece aulas diárias de yoga no Noon, e os hóspedes são bem-vindos por uma taxa mínima.

Escorregue nos esquis

Desfrute de uma refeição no Le Restaurant, o restaurante zen do resort, onde seu mantra “Bem-estar está sempre no cardápio” talvez seja um eufemismo. Há três pratos diários (um deles é sempre vegano), uma sopa do dia (geralmente vegana) e um bar impressionante com saladas criativamente saudáveis. Em seguida, vá até as Planícies de Abraão, um parque histórico nacional onde os ingleses e britânicos já lutaram – que agora é usado para esportes, relaxamento, shows ao ar livre e festivais. Com a queda de neve regular que a cidade recebe (é uma das 10 cidades mais nevadas do mundo), você deve encontrar pó branco mais do que suficiente para esquiar ou praticar snowshoe. O parque possui sete quilômetros de trilhas de esqui cross-country, a maioria dos quais são preparados, e uma trilha de duas milhas para os snowshoers.

Beba cerveja com tema de gato

Todo bom dia nas trilhas merece uma cerveja e, felizmente, a menos de dois minutos de caminhada do Hotel Pur está o Noctem Artisans Brasseurs, onde os gatos contribuem fortemente para o tema. Você encontrará referências de gato nos nomes de suas cervejas, como o Catnip IPA e o Catkenny cream ale, e serpentinas no brewpub decorado com fotos de gatos. Toda a cerveja no menu é vegana (com exceção do Moloko + milkshake IPA). Para o jantar, mime-se com o Bistro L’Orygine, especializado em pratos orgânicos e saudáveis que colocam os vegetais no centro das atenções. O cardápio muda sazonalmente, mas você sempre encontrará opções veganas, cada uma delas uma obra de arte. O L’Orygine também serve menus de degustação, então pergunte se há uma opção vegana para a noite.

Dia 2

Visite o hotel de gelo

Desfrute de um café da manhã no restaurante conectado do Hotel Pur, Table, onde o melhor assento da casa tem vista para a igreja e, sem dúvida, montes de neve. Aqui, o pessoal é bem versado em guiá-lo através das opções veganas. Depois do café da manhã, pegue um táxi ou caminhe até Château Frontenac, o castelo de conto de fadas da cidade, que já foi um hotel para a Canadian Pacific Railway – onde você pegará um ônibus para o Ice Hotel, oficialmente conhecido como Hotel de Glace. Vista-se calorosamente, pois você estará em turnê, o que pode ser chamado de hotel mais legal (geralmente entre 17 e 23 graus Fahrenheit). A cerca de 40 minutos da cidade de Quebec, está localizado nos terrenos do Village Vacances Valcatier. Indiscutivelmente o maior playground de inverno da América do Norte, o resort dispõe de mais de 35 escorregas de neve. Tire um tempo para brincar no parque aquático coberto ou vá direto para o hotel (aberto até 24 de março). Um montante de 500 toneladas de gelo e 35 mil toneladas de neve foram usadas para criar 40 mil pés quadrados de magia. O local é composto de 42 quartos e suítes (você pode ficar no hotel para a aventura final), uma capela onde você pode se casar, um grande tobogã que você pode descer e um bar de gelo que serve coquetéis divertidos em copos artesanais de gelo. Uma lareira na seção lounge ajudará a aquecê-lo. uma capela onde você pode se casar, um grande tobogã que você pode descer em seu traseiro e um bar de gelo que serve coquetéis divertidos em copos artesanais de gelo. Uma lareira na seção lounge ajudará a aquecê-lo.

Experimente “poutine”

Você não pode visitar o Canadá sem experimentar poutine, um clássico canadense que consiste em batatas fritas cobertas com coalhada de queijo e molho. O prato pode ser feito vegano em Poutineville, que fica a uma curta distância do seu hotel. O menu “Construa seu próprio” oferece queijo vegano e vários molhos veganos. Quando estiver saciado, vá até a Velha Quebec. Vá direto para o Dufferin Terrace e faça fila para o tobogã, uma tradição que remonta a mais de 100 anos. Você terá que andar por um caminho designado, mas as vistas do Château Frontenac, Lower Town e St. Lawrence River valem o trabalho. De lá, desça o funicular para mais vistas deslumbrantes.
Suba as escadas mais antigas da cidade.

Você vai pousar no Quartier Petit Champlain, um bairro pitoresco onde você pode passear pelas ruas estreitas de paralelepípedos, especialmente a Rue de Petit Champlain, apenas para pedestres. Aqui, você passará por edifícios históricos e inúmeras galerias, lojas e restaurantes. Para subir de volta, suba as escadas Breakneck Stairs que foram construídas em 1660 e reivindicam o título como a escada mais antiga e, sem dúvida, mais íngreme da cidade. A poucos passos de distância está o Bistro Le Sam, no Fairmont Le Château Frontenac, onde um assento na janela lhe dará vistas do Rio St. Lawrence e do Terraço Dufferin. Há um menu vegetariano com três opções, que podem ser veganas. Experimente o tempeh assado de gengibre e castanha de caju servido com puré de girassol grelhado e legumes salteados sazonais.

Por Karen Asp, autora do Anti-Aging Hacks e jornalista premiada, atleta recordista mundial (em caminhada nórdica) e um mentora vegana com a PETA.

Fonte: VegNews

Cachorro acompanha tutores em viagem de bicicleta pelo mundo

O casal Douglas e Michele decidiu colocar o pé na estrada e explorar o mundo de bicicleta na companhia do cachorro Bento. Eles saíram de Campinas, no interior de São Paulo, em 18 de fevereiro, e quase um mês depois chegaram à Maringá, no Paraná. O objetivo é passar por todos os países da América do Sul e, depois, ir ao Canadá.

Foto: Elvis Marçal

“De Maringá, a gente vai para Foz do Iguaçu, depois para o Paraguai e por um pedacinho da Argentina. Depois, voltamos para o Brasil, porque queremos explorar o Rio Grande do Sul e, passar por Gramado. Depois voltamos para o Uruguai”, explicou Michele. As informações são do portal RIC Mais.

A dupla conta que decidiu viajar de bicicleta para combater o estresse que vivia com a rotina diária. “Decidimos dar um novo rumo e tentar fazer algo que fizesse a gente voltar a se sentir vivo de novo. Está valendo muito a pena, mais do que a gente imaginava”, disse Michele.

Os planos feitos para enfrentar o desafio de viajar por vários países usando bicicletas sempre incluíram o cachorro que, segundo a família, jamais seria deixado para trás.

“Em nenhum momento pensamos em deixar o Bento ou entregar ele para alguém. Desde o início a gente imaginou que a viagem seria com ele”, reforçou Bento.

Gato entra em caminhão e viaja quase mil quilômetros da Áustria à Holanda

Um gato entrou em um caminhão sem que o motorista percebesse e se acomodou dentro do veículo, onde permaneceu durante uma viagem de quase mil quilômetros da Áustria até a Holanda.

Foto: Dierenambulance de Ronde Venen / Amstelland/Facebook

A história se tornou pública após ser relatada pelo serviço de proteção animal da cidade de De Ronde Venen, na Holanda. As informações são do portal G1.

A presença do gato só foi percebida pelo motorista quando ele chegou na cidade holandesa de Aalsmeer. O homem suspeita que o gato tenha entrado no caminhão em St Georgen, na Alemanha, nas proximidades da cidade austríaca de Salzburg, onde ele fez uma parada durante a viagem.

O próximo passo é conseguir descobrir quem são os tutores do gato. A ONG de proteção animal que divulgou o caso está responsável por isso.

Cadela com dificuldade para andar ganha cadeira de rodas e viaja com tutor

Uma cadela paraplégica que vivia em um abrigo foi adotada e ganhou uma cadeira de rodas. A partir de então, a vida dela se transformou: Mel passou a viajar com o tutor, desbravando os lugares e se divertindo.

Foto: Arquivo Pessoal / Tom Dilworth

Tom Dilworth havia ido ao abrigo do Yonkers Animal Shelter, em Nova York, nos Estados Unidos, para adotar outro cachorro. Mas ao conhecer Mel, pit bull de oito anos, apaixonou-se e decidiu levá-la para casa.

Após adotá-la, ele percebeu que ela tinha problemas com seu equilíbrio que continuaram a piorar com o tempo. Ao investigar a causa do problema, um veterinário descobriu uma doença neurológica, que causava dor à cadela e a fazia ter dificuldade para andar sozinha.

Foi então que a Rodas de Eddie para Animais de Estimação entrou na história. Com uma cadeira de rodas, Mel pôde voltar a se locomover livremente.

Fotógrafo profissional, Dilworth viaja pelos Estados Unidos conhecendo novos lugares. Mas nunca vai sozinho. Mel é sua fiel companheira.

Foto: Arquivo Pessoal / Tom Dilworth

Cão precisa de ajuda financeira para mudança do Piauí para São Paulo

O cachorro Veloz precisa de ajuda financeira para que possa mudar de estado com o tutor. Rodrigo Sousa, responsável pelo animal, está correndo contra o tempo. Ele, que mora em Teresina (PI), tem viagem marcada para Araraquara (SP). O avião partirá no próximo dia 11 e, até lá, ele precisa arrecadar fundos para poder levar o cachorro.

Até o momento, Rodrigo arrecadou R$ 620. Apenas a passagem do animal custa R$ 700. É necessário arcar também com os custos da caixa de transporte de tamanho grande – já que o animal pesa 32 kg – e do taxi dog, já que o cachorro viajará de avião de Teresina até Campinas (SP) e, ao chegar, será levado de taxi dog até Araraquara.

A arrecadação de dinheiro é urgente, já que o cachorro não terá mais onde morar em Teresina e precisa viajar com Rodrigo para o estado de São Paulo.

Interessados em ajudar devem entrar em contato com Rodrigo e solicitar os dados bancários para transferência da doação. O telefone do tutor do cachorro é o (86) 9940-1020.

Gato viaja 180 quilômetros preso a motor de carro no Paraná

Um gato viajou cerca de 180 km no motor de um carro que saiu do balneário de Ipanema, em Pontal do Paraná, no litoral do estado, e foi até Mandirituba, na Região Metropolitana de Curitiba, na tarde de sexta-feira (4).

Foto: Scharles de Moro Oliveira/Reprodução

O professor de geografia Scharles Moro de Oliveira, de 37 anos, conta que estava com a família em uma casa no litoral se preparando para o retorno da viagem de fim de ano, por volta das 13h, quando ouviu o miado do animal.

“Tentei tirá-lo durante meia hora ou mais até que achei que ele tinha saído. Fui perceber que o gato veio junto já era 20h quando voltou a miar”, explica. “O nativo do litoral veio para o primeiro planalto”, brinca o professor.

Na viagem, ele diz que passou por Curitiba e que depois de chegar a Mandirituba voltou até Fazenda Rio Grande, cidade vizinha, antes de perceber que o animal estava no veículo.

Segundo o professor, para conseguir resgatar o gato ele contou com ajuda do irmão para retirar peças do carro, como a bateria e o filtro de ar. “Mesmo assim ele não saía. Usei uma mangueira de água, e o gato fugiu”, afirma.

Oliveira explica que colocou comida para o animal – que ficou pela vizinhança. “Capaz de em casa não ficar por causa dos cachorros”, diz.

Fonte: G1