Homem cria “cadeira de rodas flutuante” para salvar a vida de peixinho-dourado

Foto: Caters

Foto: Caters

Muitas pessoas preferem a companhia animais fofinhos e peludos, mas não todos, há também aqueles que amam os animais domésticos que vivem a água, como os peixinhos-dourados.

Embora seus tutores não possam realmente acariciá-los como a um cão ou um gato, isso não significa que eles não amem seus minúsculos companheiros. Tomemos por exemplo, o estilista de 32 anos Henry Kim, da Coréia do Sul, que tem um amor inegável pelo seu peixinho-dourado.

O homem de bom coração e apaixonado por peixes garante que nenhum animal é deixado para trás quando se trata de cuidado e atenção, seja marinho ou terrestre. Então, depois de perder alguns deles para uma doença, Henry inventou uma “cadeira de rodas flutuante” que salvou a vida de seu amado peixe.

Foto: Caters

Foto: Caters

Infelizmente, peixinhos-dourados são conhecidos por serem comumente afetados pela doença da bexiga natatória. Esta doença perturba sua capacidade de regular adequadamente o ar que entra e sai da bexiga natatória, fazendo com que os peixes nadem de lado ou de cabeça para baixo.

“A desordem da bexiga pode ser causada por muitas razões, como comer demais ou por nadar em águas impuras. Eu normalmente a encontro em peixes que vem da Tailândia ou da China para a Coréia ”, disse Henry.

Foto: Caters

Foto: Caters

Para ajudar o peixe, Henry teve uma ideia brilhante. Ele decidiu criar um dispositivo minúsculo que faz com que o peixe permaneça em uma posição correta enquanto estiver debaixo d’água.

Depois de passar inúmeras horas on-line procurando idéias e pesquisando maneiras de resolver o problema, Henry inventou algo que ele chama de “cadeira de rodas flutuante” – um dispositivo de flutuação feito de plástico que permite que os peixes afetados nadem normalmente.

Foto: Caters

Foto: Caters

“Peixes com esse problema só vivem alguns meses, mas graças a esse dispositivo, um dos meus peixes viveu até os cinco meses de idade. Minha cadeira de rodas “flutuável” os ajuda a se manter à tona e ter uma vida mais longa ”, disse Henry.

Henry Kim | Foto: Caters

Henry Kim | Foto: Caters

Assista ao vídeo do peixe dourado aproveitando a invenção de Henry abaixo:

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Relatório revela que mais de 28 mil espécies estão ameaçadas de extinção

Foto: Sonja Wolters/WAPCA/IUCN

Foto: Sonja Wolters/WAPCA/IUCN

Do topo das árvores às profundezas dos oceanos, a destruição da vida selvagem pela humanidade continua a levar muitas espécies à extinção, é o que revela a última “lista vermelha” da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) ressaltando que um terço de todas as espécies avaliadas está sob ameaça.

A destruição de habitats e a caça de animais selvagens agora levaram sete espécies de primatas a entrar em declínio, enquanto a pesca levou duas famílias de extraordinários arraias à beira do abismo.

Poluição, barragens e excesso de captação de água doce são responsáveis por graves quedas na vida selvagem fluvial do México ao Japão, enquanto a extração de madeira está devastando o pau-rosa-de-madagascar e a doença está dizimando o olmo americano.

A lista vermelha, realizada pela IUCN, é a avaliação mais respeitada do status das espécies. A lista publicada na quinta-feira acrescenta quase 9 mil novas espécies, elevando o total para 105.732, embora esta seja uma fração dos milhões de espécies que se imagina viver na Terra. Nem uma única espécie foi registrada como tendo melhorado seu status.

Foto: Matt Potenski/IUCN

Foto: Matt Potenski/IUCN

Um exame de referência da saúde do planeta publicado em maio já havia concluído que a civilização humana estava em perigo pelo declínio acelerado dos sistemas naturais de suporte à vida da Terra. As populações de animais silvestres despencaram 60% desde 1970 e as extinções de plantas estão ocorrendo a uma taxa “assustadora”, segundo os cientistas.

“A natureza declinando a taxas sem precedentes na história da humanidade”, disse Jane Smart, diretora do grupo de conservação da biodiversidade da IUCN. Ela acrescentou que medidas decisivas são necessárias para deter o declínio, com a cúpula da convenção de biodiversidade da ONU no próximo ano na China como evento crucial para tomada de ações.

A lista vermelha destaca a situação dos peixes-espada e dos gigantes peixes-viola ou peixes-guitarra, eles são agora as famílias de peixes marinhos mais ameaçadas do mundo, com todas menos uma das 16 espécies criticamente ameaçadas – o que significa que elas estão a um passo da extinção.

A pesca intensificada e não regulamentada é a culpada, com as arraias geralmente capturadas “não intencionalmente”, sendo o alvo da pesca outra espécie.

Entre as sete espécies de primatas que estão mais perto da extinção, seis estão na África Ocidental, onde o desmatamento e a caça por carne são abundantes.

Atualmente, restam apenas 2 mil macacos-roloway (Cercopithecus roloway) na Costa do Marfim e em Gana, o que significa que sua população é precariamente pequena. Seu tamanho corporal relativamente grande e o valor de sua carne e pele fizeram deles um dos alvos preferidos dos caçadores.

Foto: Chong Chen/IUCN

Foto: Chong Chen/IUCN

A busca incansável da humanidade por água doce, particularmente para a agricultura, está tendo um impacto especialmente grande sobre a vida selvagem dos rios e dos lagos.

A atualização da lista vermelha revela que mais da metade dos peixes de água doce no Japão e mais de um terço no México estão agora ameaçados de extinção. Pesquisas recentes descobriram que dois terços dos grandes rios do mundo não fluem mais livremente.

“A perda dessas espécies de peixes de água doce poderia ter efeitos secundários em ecossistemas inteiros”, disse William Darwall, chefe da unidade de biodiversidade de água doce da IUCN.

A atualização da lista vermelha também incluiu 500 espécies de peixes ósseos de profundidade, como peixes-lanterna bioluminescentes, que enfrentam ameaças potenciais pela pesca profunda, perfuração de petróleo e gás e mineração no fundo do mar. O caracol é o primeiro molusco que vive nas fontes hidrotermais profundas a ser adicionado à lista e é avaliado como ameaçado de extinção.

A IUCN tem novas avaliações para a maioria das árvores da floresta seca em Madagascar, incluindo 23 espécies de jacarandá e palissandro, e descobre que 90% estão ameaçadas. Sua madeira é valorizada na construção de móveis e é o produto selvagem ilegal mais traficado do mundo. O olmo americano entrou na lista vermelha pela primeira vez como ameaçado. A árvore, que já foi comum, diminuiu ao longo de décadas devido a um patógeno fúngico invasivo, doença dos olmos holandeses.

“As doenças invasivas, juntamente com a poluição do ar e a mudança climática, dizimaram populações numerosas de espécies de árvores norte-americanas que antes ofereciam alimentos abundantes para a fauna nativa, assim como a beleza paisagem”, disse Healy Hamilton, da NatureServe, uma rede de cientistas da biodiversidade.

Os fungos são uma presença crescente na lista, com a atualização revelando que pelo menos 15 espécies que crescem tradicionalmente no campo de muitos países europeus estão agora ameaçadas de extinção. O fungo red waxcap (Hygrocybe coccínea), encontrado no Reino Unido e na Alemanha, é aquele que mais sofreu com as pastagens semi-naturais sendo convertidas em agricultura intensiva.

Outras espécies adicionadas incluem o rato-de-vidoeiro-húngaro (Sicista trizona), agora extinto em 98% comparado a sua antiga variedade devido à agricultura intensiva, e o sapo-de-poça do Lago Oku (Xenopus longipes), antes o sapo mais abundante no Lago Oku nos Camarões mas possivelmente extinto devido a um fungo devastador que tem amatado anfíbios em todo o mundo.

“A perda de espécies e a mudança climática são os dois grandes desafios que a humanidade enfrenta neste século”, disse Lee Hannah, da Conservation International. A lista vermelha aborda ambos, disse ele, ao incluir a ameaça do aquecimento global na avaliação do risco de extinção. “Os resultados são claros, devemos agir agora em ambos.”

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Mercado de venda de animais selvagens aumenta no Facebook e Instagram

Filhote de leão resgatado pelas autoridades de proteção à vida selvagem que estava a caminho do Reino Unido, vindo de Bangladesh | Foto: Interpol

Filhote de leão resgatado pelas autoridades de proteção à vida selvagem que estava a caminho do Reino Unido, vindo de Bangladesh | Foto: Interpol

Redes sociais e mercados on-line há muito são centros de todo tipo de atividades ilegais, incluindo tráfico de animais. Os contrabandistas usam as plataformas como outdoors digitais, geralmente compartilhando fotos e vídeos para os usuários do mundo todo.

No Facebook e no Instagram, é comum que os vendedores publiquem seus números de WhatsApp ou do WeChat junto com seus produtos, um sinal para os possíveis compradores se conectarem em um fórum mais privado.

De orangotangos e leopardos a opiáceos e antiguidades raras do Oriente Médio, se algo puder ser vendido ilegalmente, dizem os pesquisadores, é provável que seja vendido em algum lugar no Facebook ou no Instagram.

“Se houvesse os T-Rexes vivos, eles os venderiam”, disse Patricia Tricorache, diretora assistente do Cheetah Conservation Fund.

Policiais chilenos com um periquito de bico fino resgatado de traficantes em junho | Foto: Interpol

Policiais chilenos com um periquito de bico fino resgatado de traficantes em junho | Foto: Interpol

Como o Facebook permite a mudança para comunicações mais pessoais e atividades em grupo privado, a sitação piora. Isso está dando aos defensores dos animais uma sensação de urgência em fazer com que a rede social reprima o comércio do mercado paralelo de animais antes que se torne mais difícil rastreá-lo.

“Estamos no meio de uma grande tempestade sobre o que as mídias sociais devem ser responsáveis em suas plataformas”, disse Tim Mackey, professor da escola de ciências da saúde da UC San Diego. “Animais estão morrendo na natureza e suas plataformas estão sendo usadas para facilitar o tráfico.”

Mackey passou grande parte do ano passado estudando o comércio de produtos ilegais no Facebook e no Instagram e recentemente publicou um artigo sobre vendas de drogas no Instagram. Agora ele está pesquisando a venda de partes de animais selvagens – como chifres de rinoceronte e tartarugas em extinção – específicos para compradores e vendedores chineses.

“Parece que este não é um espaço que o Facebook tem policiado muito”, disse ele.

Dados precisos sobre o tráfico são escassos, dada a natureza sigilosa dos negócios, e grupos privados no Facebook tornam ainda mais difícil quantificá-los. A Operation Dragon, um esforço de dois anos da WJC que foi destacado pela National Geographic em 2018 e incluía tartaruga malaia, encontrou mais de 20 mil tartarugas marinhas e terrestres à venda, valendo mais de 3,2 milhões de dólares.

“Notou-se que nas plataformas de mídia social como o Facebook havia uma quantidade significativa de tráfego aberto e agressivo de comerciantes”, dizia o relatório da WJC, uma fundação internacional.

O Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal recentemente analisou sites de mídia social como Facebook e Instagram como parte de um relatório a parte sobre tráfico de animais publicado em 2018.

Ao longo de um período de seis semanas cobrindo posts de apenas quatro países, o IFAW encontrou 275 listagens vendendo espécies (ou partes do corpo) ameaçadas ou criticamente ameaçadas de extinção nos dois serviços – um pequeno número, porém que não inclui quaisquer mensagens que possam ter sido parte de grupos privados do Facebook.

“Também deve ser notado que se os grupos “fechados” no Facebook fossem incluídos nesta pesquisa, os níveis de comércio de animais selvagens descobertos nas mídias sociais poderiam ter sido significativamente maiores”, de acordo com o relatório.

Tartaruga-estrela-indiana, uma espécie protegida, resgatadas por autoridades de proteção da vida selvagem na Índia | AFP/Getty Images

Tartaruga-estrela-indiana, uma espécie protegida, resgatadas por autoridades de proteção da vida selvagem na Índia | AFP/Getty Images

Embora não intencional, o Facebook tem um papel fundamento em facilitar esse tipo de transações e esse fato é preocupante para os pesquisadores, muitos dos quais estão se unindo para compartilhar recursos e aumentar a conscientização.

Mackey faz parte de uma nova organização chamada Aliança para o Combate ao Crime Online ou ACCO, uma coalizão de pesquisadores e acadêmicos focados no combate aos traficantes da Internet, especificamente no Facebook e no Instagram, que eles chamam de “marco zero” para o crime organizado online.

Dan Stiles, membro da ACCO e pesquisador independente no Quênia, estuda o comércio de animais silvestres desde 1999, com foco em grandes símios. Ele escreveu relatórios sobre o comércio de macacos para inúmeras organizações de vida selvagem, como as Nações Unidas.

No final de 2016, ele chegou a orquestrar uma operação realizada no Facebook e no WhatsApp para ajudar a prender um traficante que estava vendendo dois orangotangos bebês em Bangcoc.

Stiles confirmou o que muitos outros pesquisadores disseram: o Facebook não faz o suficiente para procurar de forma proativa esse tipo de postagens, que servem como anúncios para a mercadoria dos traficantes.

Em vez disso, sua abordagem tem sido remover as postagens quando os outros as sinalizam e denunciam – mas mesmo isso pode representar um dilema. Remover os posts significa eliminar a evidência de que policiais e pesquisadores podem usar para monitorar esses traficantes.

“Eles não estão realmente procurando essas postagens por si mesmos”, disse Stiles, “porque eles teriam fechado muito mais [contas] até agora se realmente estivessem”.

Tornando mais rígida uma política anterior que proibia a venda de animais em extinção, o Facebook proibiu em maio a venda de todos os animais “peer to peer” (usuário para usuário), de tartarugas raras de água doce a filhotes de cachorro.

“Esta política nos permite maior agressividade e capacidade de remover esses animais vivos”, disse Max Slackman, gerente de políticas do Facebook. A política anterior foi tão difícil de aplicar que a empresa descartou, disse ele. “Na escala em que atuamos, treinar nossas equipes de

Esse pode ser um dos maiores problemas do Facebook no futuro. À medida que a empresa se afasta do compartilhamento público e passa para a criptografia, até mesmo o Facebook não terá acesso a comunicações privadas enviadas por meio de sua rede.

O grupo já possui um serviço de mensagens criptografado no WhatsApp, e o Messenger e o Instagram também criptografaram todas as mensagens em breve. Os três serviços têm mais de um bilhão de usuários cada.

Instagram também criptografaram todas as mensagens em breve. Os três serviços têm mais de um bilhão de usuários cada.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Cachorrinha que vivia no meio do lixo dorme em uma cama pela primeira vez

Foto: Charley Walton

Foto: Charley Walton

Nala foi resgatada de um quintal sujo e cheio de lixo em Detroit, nos Estados Unidos onde ela passava todo o seu tempo. Ela nunca foi autorizada a entrar em casa, e desde que ela tinha apenas 5 meses de idade quando foi resgatada, é possível que ela tenha passado a vida toda vivendo do lado de fora.

Apesar da maneira como ela foi tratada, Nala só queria amor, e quando sua nova família a adotou, eles estavam determinados a dar tudo de si.

Quando Nala foi resgatada, a pequenina foi imediatamente levada para um veterinário nas proximidades, a cachorrinha estava incrivelmente magra e suja, e foi diagnosticada com vermes também.

Estava claro que a cachorrinha havia sido definitivamente vítima de maus-tratos, e ainda assim sua natureza doce nunca deixou de existir. Conforme ela foi limpa e tratada, Nala demonstrou toda a sua gratidão por alguém finalmente estar cuidando dela.

Foto: Charley Walton

Foto: Charley Walton

Frequentemente, os cães que vêm de situações de maus-tratos e abandono têm medo de pessoas, mas Nala parecia absolutamente feliz em conhecer todos que vinham em sua direção – e quando chegou a hora de sua nova família levá-la para casa, eles estavam tão animados e esperançosos, tudo que seus novos guardiães queriam era ver como ela se ajustaria à sua nova vida.

A nova família de Nala não tinha certeza de como ela reagiria quando a levassem para casa, já que era a primeira vez que ela chegava em uma casa. Eles pensaram que talvez ela estivesse um pouco nervosa ou insegura – mas Nala rapidamente provou que eles estavam errados e agiu como se a casa fosse sua. E realmente era.

“O rabinho de Nala fica muito agitado quando ela está feliz”, disse Charley Walton, a nova guardiã de Nala, ao The Dodo. “É a primeira impressão. Ela estava tão animada, não parecia nervosa ou triste. Literalmente pura felicidade”.

Foto: Charley Walton

Foto: Charley Walton

No antigo quintal imundo em que ela vivia, Nala não tinha realmente nada macio onde dormir e descansar, e por isso era importante para sua nova família que ela tivesse a cama mais aconchegante que existisse. Ela foi presenteada com uma cama confortável e vários cobertores quentinhos, sua família pode então perceber o quanto ela estava emocionada por ter um lugar tão especial para descansar.

“Podíamos ver o olhar em seu rosto, era evidente o quão confortável e feliz ela estava por ter sua própria cama”, disse Walton. “Logo ela se esticou nela”.

Mais tarde naquela noite, Nala pulou para a cama de seus novos pais – e percebeu que amava ainda mais esse cantinho. Agora, ela dorme abraçada com seus pais na cama deles todas as noites, para que ela possa sempre estar confortável e próxima das pessoas que tanto ama.

Foto: Charley Walton

Foto: Charley Walton

“Ela está mimada agora, de tanto amor que recebeu”, disse Walton.

Nala está com sua nova família há vários meses e pode ser encontrada aconchegada em algum lugar macio a cada chance que tem. Ela também adora ganhar carinho de sua família, brincar com sua irmãzinha, correr e se meter em problemas com seu irmão cachorro, e fica claro ao observá-la, que ela definitivamente não trocaria sua nova vida por nada no mundo.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Homem salva vida filhote de urso usando técnicas de ressuscitação cardiopulmonar

Ronnie Dean Harris | Foto: Angelina Hopkins Rose

Ronnie Dean Harris | Foto: Angelina Hopkins Rose

Quando Ronnie Dean Harris viu uma ursa negra enorme morta ao longo da rodovia em British Columbia, no Canadá, ele nunca pensou que dali a poucos minutos ele estaria salvando a vida de um filhote inconsciente da mesma ursa.

Graças aos esforços de Harris, voluntários de um comitê local especializado em ursos negros e de oficiais de conservação da região, dois filhotes órfãos foram salvos e estão a caminho de um centro de reabilitação em Langley.

“Estou feliz que eles [os filhotes] estejam sendo ajudados e tenham uma chance de sobrevivência”, disse Harris.

Depois de ver pela primeira vez o cadáver da ursa adulta na quarta-feira, Harris inicialmente continuou dirigindo. Mas sua consciência começou a corroê-lo por dentro.

Ele então parou o carro e começou a colocar um pouco de tabaco em seu corpo.

Foto: Ronnie Dean Harris

Foto: Ronnie Dean Harris

“Em nossas culturas indígenas, ajuda o espírito desses animais a ter uma transição melhor”, disse ele.

Quando Harris parou, viu uma pequena ponta de pelo negro sobre a mureta de proteção da rodovia e que correu para longe. O motorista saiu do carro para dar uma olhada melhor e viu um segundo filhote de urso numa árvore próxima. O primeiro filhote correu e subiu na árvore também.

Harris fez uma série de chamadas para as sociedades de proteção da vida selvagem locais e para o Serviço de Conservação do Estado. Enquanto ele esperava pelo retorno do contato das entidades, os filhotes começaram a descer a árvore. Ele notou que um deles tinha algo preso em volta do pescoço.

“Ele estava lutando e tentando se desvencilhar de algo”, disse Harris, que voltou ao seu carro para pegar uma faca para liberá-lo.

Mas quando ele voltou, ele viu o urso bebê inconsciente na árvore.

“Quando eu o vi pendurado lá achei que estava morto e fiquei pensando ‘eu tenho que fazer alguma coisa'”, disse Harris.

Foto: Ronnie Dean Harris

Foto: Ronnie Dean Harris

Ele cortou e desatou o que parecia ser um fino cordão de borracha de um pneu queimado preso no pescoço do pequeno. Mas o filhote não respondeu.

Harris conta que então colocou o ursinho de lado e começou a fazer compressões ritmadas no seu peito usando técnicas de ressuscitação cardiopulmonar, ao mesmo tempo que implorava para que ele ficasse bem. Depois de meia dúzia de compressões, o filhote soltou um pequeno suspiro.

“Foi apenas uma reação”, disse ele. “Eu nunca fiz CPR [antes]”.

Assim que fizeram contato visual, Harris diz que o filhote fugiu.

Encontrando os filhotes

Harris finalmente recebeu o retorno do BC Conservation Officer Service (Centro de Conservação de Britsh Columbia), que lhe disse para ligar de volta se houvesse outro avistamento.

Através de um post no Facebook, Lydia Koot da ONG Hope Mountain Black Bear Committee entrou em contato com Harris e se ofereceu para ajudar. Seu grupo resgata animais órfãos e possui armadilhas para filhotes de urso. Geralmente eles trabalha com oficiais de grupos de conservação.

Foto: Angelina Hopkins Rose

Foto: Angelina Hopkins Rose

No sábado, Koot e Harris viram um dos filhotes voltar para o local onde estava o corpo de sua mãe para tentar mamar, então eles colocaram uma armadilha e alertaram os policiais.

“Às vezes as armadilhas podem levar semanas para capturar os bebês”, disse Koot, mas, em poucas horas, eles pegaram o primeiro filhote. “Nós tivemos sorte”.

Sozinhos na natureza sem a mãe os bebês provavelmente morreriam.

Mais tarde, eles também conseguiram pegar o segundo filhote.

Koot diz que os filhotes pesavam em torno de seis quilos e provavelmente não tinham mais de quatro meses de idade.

O primeiro filhote estava extremamente agitado e assustado dentro da armadilha “gritando como um louco”. Mas quando abriram a gaiola para permitir que o irmão do filhote ficasse junto com ele, os dois se aconchegaram e instantaneamente se acalmaram.

“Toda essa história foi simplesmente desoladora”, disse Koot. “Mas todos nós nos unimos e salvamos aqueles dois filhotes.”

Ela disse que não tem dúvidas de que se Harris não tivesse parado quando viu o cadáver da ursa mãe, os filhotes teriam o mesmo destino que ela.

Os filhotes estão agora a caminho da Critter Care Wildlife Society, em Langley, onde Harris afirma que serão reabilitados e preparados antes de eventualmente serem devolvidos à natureza.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Cerca de 100 milhões de tubarões são mortos em pescarias anualmente

Foto: linkedin.com

Foto: linkedin.com

Embora o tubarão carregue o falso estereótipo de ser uma espécie selvagem e perigosa, quase tudo o que as pessoas acham que sabem sobre os tubarões, na maioria das vezes, é falso, e a humanidade corre o risco de perder a presença desses belos animais completamente dos oceanos, antes mesmo de conhecê-los de verdade.

Esses animais incríveis existem no planeta há mais de 400 milhões de anos, muito antes dos seres humanos, e até mesmo antes das árvores evoluírem. No entanto, hoje, esses reis dos mares estão sendo discretamente aniquilados pelos oceanos, com cerca de 100 milhões deles sendo mortos em pescarias todos os anos.

Esse é um número enorme, grande demais para se crer nele o que requer uma contextualização. Ao longo de décadas e séculos, as pessoas capturaram e mataram tubarões, o que levou a declínios maciços em algumas espécies e levou muitos à extinção. Hoje, um quarto das espécies de tubarões e raias é considerado ameaçado de extinção e em oceano aberto essa taxa sobe para uma em cada três espécies.

Algumas populações foram tão gravemente afetadas que foram reduzidas em 99%.

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

Parte disto é porque os tubarões são alvos de pesca para alimentação, ou apenas por suas barbatanas, mas uma grande quantidade é chamada de “captura acessória”, quando as espécies são acidentalmente capturadas e mortas em pescarias que tinham como alvo outra espécie.

As capturas acessórias (quando a espécie-alvo é outra) simplesmente não deveriam acontecer, mas as frotas implacáveis de barcos de pesca rondando indiscriminadamente o oceano, forma-se uma ameaça fenomenal à vida marinha, incluindo aves marinhas, tartarugas, tubarões, golfinhos e baleias.

Isso acontece porque redes enormes e linhas de anzóis com muitos quilômetros de comprimento cruzam o oceano para pegar peixes. Os tubarões, possivelmente procurando por comida, são pegos e arrastados a bordo com as redes e acabam morrendo.

Foto: Antony Dinckinson/AFP

Foto: Antony Dinckinson/AFP

Relatórios também descobriram que algumas pescarias atacam tubarões diretamente e, para piorar, muitas dessas espécies estão em extinção. O tubarão mako de barbatana curta (Isurus oxyrinchus), provavelmente o tubarão mais veloz do oceano, está sendo pescado até a extinção.

Um novo relatório do Greenpeace mostra que cerca de 25 mil desses animais foram mortos em 2017, um número incrivelmente alto, apesar de um claro alerta dos cientistas recomendando que nenhum tubarão da espécie seja pego ou morto sob nenhuma circunstância. Esses números são alarmantes e provam que tanto os oceanos quanto os tubarões estão sob séria ameaça.

No oceano os tubarões são os principais predadores, mas o verdadeiro predador do topo da cadeia que eles devem temer são os seres humanos. A pesca tem destruído repetidamente a vida selvagem em todo o mundo, levando algumas das mais icônicas criaturas oceânicas à beira do abismo – incluindo atum-azul, tartarugas marinhas, albatrozes e muitas, inúmeras espécies de tubarões também.

Foto: Mark Conlin/VW PICS/UIG

Foto: Mark Conlin/VW PICS/UIG

Quando se trata de leis de proteção ao oceano, o déficit é claro. Isso é ainda mais óbvio quando se trata de alto mar, as áreas fora da jurisdição dos países – que são basicamente o oeste selvagem, lugar sem lei para a vida selvagem.

Os cientistas calculam que pelo menos 30% dos oceanos devem ser protegidos como santuários seguros para a vida selvagem. Isso não é essencial apenas para uma vida marinha saudável e próspera, é também de grande importância para a sustentação de populações de peixes em todo o mundo e para permitir que os oceanos lidem com os impactos da mudança climática.

Este ano, os países estão discutindo um novo Tratado de Oceanos Globais nas Nações Unidas. Esse tratado pode, e deve, ser o primeiro grande passo para proteger os oceanos e toda a vida marinha. Mas questão também abrange a proteção da humanidade – porque dependemos dos mares para metade do oxigênio que respiramos, e para nos ajudar a lidar com o crise climática.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Ativista é espancada por comerciantes de carne de cachorro ao tentar salvar os animais

Foto: AFP/Getty Images

Foto: AFP/Getty Images

Uma ativista chinesa foi hospitalizada após comerciantes de carne de cachorro a terem atacado e espancado quando ela tentou salvar centenas de cães de seus depósitos que seria mortos para o festival bárbaro de Yulin na China.

Du Yufeng, fundadora do Bo Ai Animal Protection Center, conta ter sido atingida na cabeça e no corpo todo por comerciantes de carne de cachorro que impediram que ela e outros ativistas dos direitos animais libertassem os cães de seu depósito.

Relatos afirmam que os cães estavam a caminho dos matadouros para o festival anual de carne de cachorro de Yulin, que começou dia 21 de junho.

As fontes do Daily Mail em Yulin afirmaram que o festival deste ano foi mais moderado do que os dos anos anteriores, com muitas barracas vazias vistas nos mercados.

Foto: Bo Ai Animal Protection Centre

Foto: Bo Ai Animal Protection Centre

No entanto, é observado que mais barracas de comida do que o normal são vistas após o anoitecer.

A ativista Du disse que foi agredida no final de maio enquanto tentava resgatar cerca de 300 cães – muitos dos quais eram animais domésticos roubados – de um grupo de comerciantes de carne na cidade de Lugu, na província de Sichuan, no sudoeste da China.

Ela e outras duas ativistas foram atacadas pelos comerciantes depois de um impasse de dois dias.

Du disse que um de seus parceiros, que tem quase 60 anos de idade, teve duas costelas fraturadas enquanto ela estava se sentindo tonta e ainda estava hospitalizada quase um mês depois.

Foto: Bo Ai Animal Protection Centre

Foto: Bo Ai Animal Protection Centre

Ela também acusou os funcionários da cidade de Xichuang, que supervisiona Lugu, de conspirar (mediante propina) com comerciantes de carne, impedindo os ativistas de fotografar e resgatar os cães.

O grupo de bem-estar animal não salvou os cachorros que foram secretamente mortos pela autoridade local de quarentena de animais em 30 de maio em uma tentativa de eliminar evidências, afirmou Du.

Relatos afirmam que a província montanhosa de Sichuan é hoje o ponto de parada mais popular para os comerciantes de carne manter, vender e distribuir cães capturados, muitos dos quais acabariam em Yulin, na província de Guangxi, sul da China.

Em uma carta aberta ao governo de Sichuan, Du confessou que não conseguia dormir à noite, sabendo que caminhões carregados de cachorros espremidos em pequenas jaulas de galinha eram transportados todos dias pelas estradas rumo à morte.

“Eles estão prestes a chegar ao portão do inferno e serão espancados até a morte, escaldados em água fervente, queimados e esfolados vivos. Eles ficam tão aterrorizados”, escreveu ela.

Foto: AFP/Getty Images

Foto: AFP/Getty Images

Ela pediu ao governo de Sichuan que puna os comerciantes de carne de cachorro.
Todos os anos, milhares de cães são cruelmente mortos, esfolados e cozidos com maçaricos antes de serem comidos pelos habitantes de Yulin durante o festival que é realizado no solstício de verão.

Um morador de Yulin, que afirma ser amante de cães, disse ao Daily Mail que viu pessoas jantando ao ar livre – presumivelmente comendo pratos de carne de cachorro – na Meilin Avenue, uma das ruas de restaurantes da cidade.

Mas o morador, conhecido como Kenny, explicou que comer cachorros era uma tradição apenas entre as gerações mais velhas.

Ele disse que os jovens de Yulin se recusam a comer cachorros e até começaram a adotar animais domésticos.

Embora o festival de carne de cachorro Yulin tenha deixado o mundo em estado de choque, a maioria das pessoas na China não come de fato cães.

Foto: AFP/Getty Images

Foto: AFP/Getty Images

Os animais são tipicamente consumidos por uma minoria de residentes no norte da China, perto da península coreana e da Mongólia, bem como no sul da China, perto do Vietnã.

Claire Bass, diretora executiva da Humane Society International (HSI), ONG que atua em defesa dos direitos animais, disse: “O comércio de carne de cachorro na China representa, antes de tudo, atos de crime e crueldade”.

‘O festival de Yulin é um pequeno mas angustiante exemplo de um comércio indescritivelmente bárbaro dirigido por ladrões de cães e comerciantes criminosos.

“Esses ladrões e vendedores roubam rotineiramente animais domésticos em plena luz do dia usando dardos venenosos e cordas, desafiam as leis de saúde pública e da segurança, e causam um sofrimento horrível aos animais, tudo por uma carne que a maioria das pessoas na China não consome.”

Os parceiros chineses da organização salvaram 62 cães destinados a serem mortos em um matadouro no Yulin dias antes do festival.

Foto: Bo Ai Animal Protection Centre

Foto: Bo Ai Animal Protection Centre

A atriz britânica a atriz Judi Dench e a violinista Vanessa-Mae enviaram nesta semana mensagens sinceras de apoio – por meio da HSI – aos ativistas chineses que lutam apaixonadamente para encerrar o evento anual.

“Não posso imaginar o sofrimento daqueles pobres cães, e espero muito que um dia, em breve, esse comércio cruel termine”, disse a atriz Judi Dench.

Uma petição de 1,5 milhão de assinaturas foi entregue à Embaixada da China no Reino Unido ontem pela HSI junto com outro grupo de bem-estar animal Care2.

Estima-se que 10 milhões de cães são mortos por sua carne na China anualmente.

No ano passado, a Humane Society International, organização de bem-estar animal, resgatou 136 cães de três matadouros subterrâneos perto de Yulin, antes do início do festival que dura de três dias.

Foto: EPA

Foto: EPA

Eles disseram que os trabalhadores dos frigoríficos e matadouros matam cerca de 50 cães todos os dias para consumo humano.

Mas a organização explicou que a influência e o tamanho do festival foram reduzidos nos últimos anos graças aos protestos do público.

Embora a China tenha leis para salvaguardar a fauna silvestre e terrestre, atualmente falta legislação para proteger o bem-estar animal ou para evitar a crueldade contra os animais.
Em setembro de 2009, ativistas pelos direitos animais e especialistas jurídicos começaram a circular um projeto de lei sobre a proteção dos animais.

E em 2010, um projeto de Lei sobre a Prevenção da Crueldade contra os Animais foi submetido ao Conselho de Estado para sua consideração.

O esboço propõe uma multa de até 6.000 yuans (cerca de 900 dólares) e duas semanas de detenção para os culpados de crueldade contra animais, segundo o jornal China Daily.

No entanto, até este dia, nenhum progresso foi feito.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Três razões pelas quais o veganismo é mais próximo das pessoas do que elas acreditam

Foto: Adobe

Foto: Adobe

Muitas pessoas estão começando a entender que o veganismo, mais do que uma mera escolha alimentar, é uma maneira de pensar e viver.

Aqui estão três razões pelas quais você já pensa como um vegano e não sabe disso:

1. Você ama animais

Você tem grande admiração por animais que conhece pessoalmente: seu gato é mais zen do que você jamais poderia imaginar e o cachorro de seu amigo está sempre atraindo seus carinhos.

Em algum momento de sua vida, você sentiu uma conexão comovente com seu animal de companhia ou cm o animal doméstico de outra pessoa. Uma conexão profunda que é mais facilmente descrita como “amor”, mas que, de certa forma, vai além dessa palavra usada em excesso; é um tipo de amor puro e reverente que não se importa com reciprocidade: incondicional.

Você descobriu que, ao observar animais – selvagens ou domésticos, na vida real ou mesmo através de uma grade ou janela – você está testemunhando uma vida interior complexa.

Quando você vê um vídeo de um humano intervindo para salvar um tubarão encalhado, seu coração se enche de alívio e orgulho na raça humana. Mesmo que no caso seu instinto seria nadar em outra direção se você visse um tubarão nadando ao seu lado.

Foto: Adobe

Foto: Adobe

2. Você se sente frustrado com a falta de ação contra a mudança climática

Você entende perfeitamente que o tempo está passando e nós temos que encontrar soluções rápidas e poderosas para consertar os danos que já causamos como espécie.

Você deseja que seus os seres humanos mostrem um sinal de união coletiva voltada para o cuidado com o planeta, nosso lar compartilhado.

Você não consegue nem imaginar a catástrofe que nos espera se não agirmos todos juntos.

3. Você está exausto por todo o sofrimento do mundo

Evitar ler as notícias porque sabe que o conteúdo delas vai trazer tristeza e preocupação é sinal de que você esta antenado com a situação do mundo.

Você se desespera porque a paz parece tão ilusória no mundo e você sonha com um futuro em que as coisas sejam diferentes.

Você teme em pensar nos animais sendo abusados e mantidos em gaiolas.

Da mesma forma, você fica enojado ao ouvir sobre seus outros companheiros animais humanos que sofrem fome ou abuso.

Em tempos difíceis, você tem empatia consigo mesmo e se sente solitário ou incompreendido.

Você sente todas essas coisas porque a empatia está arraigada em todos nós. Esse sentimento está no coração da experiência humana; quando deixamos de abordar emoções que ela invoca em nós, nos desumanizamos.

Flexibilidade psicológica

“Quando você olha pra si mesmo de um modo compassivo, bondoso e amoroso, a vida se abre e então você consegue se voltar para o significado e propósito da vida e percebe como você é capaz de trazer amor, contribuição, beleza e bondade para a vida dos outros.”

Essas palavras são proferidas pelo professor de psicologia Dr. Steven Hayes em sua palestra no TED de 2016. Como o amor transforma a dor em propósito. Hayes considera a capacidade de se envolver e responder ativamente às emoções dos outros de “flexibilidade psicológica”.

“Basicamente, isso significa permitir que pensamentos e sentimentos apareçam, depois, de forma ponderada, atentar para o que o ajuda a se mover na direção que valoriza”.

Mova-se na direção que você valoriza

Se você já está pensando como um vegano, tente viver como um por um mês ou dois e veja se você desenvolve um relacionamento melhor consigo mesmo.

Pode parecer impossível no começo, mas é fácil quando você já sabe como agir. Você logo descobrirá que há muito mais a ser ganho do que sacrificado.

Se você está procurando orientação, pesquise no Facebook por uma comunidade vegana local. Os veganos adoram compartilhar dicas e quase todos começaram não-veganos, para que eles saibam de onde você está vindo.

Ninguém espera que você faça isso e se transforme de uma vez, e partindo do nada. Mas você aprenderá muito ao longo do caminho, e um dia, muito em breve, olhará para trás e terá orgulho de ter sido corajoso o suficiente para se apropriar de seus valores em um mundo que não o encoraja a fazer isso.

Mais de 600 mergulhadores se unem para coletar lixo do oceano

Foto: Livekindly

Foto: Livekindly

Mais de 600 mergulhadores quebraram um recorde mundial participando de uma limpeza no fundo do oceano em Deerfield Beach na Florida (EUA).

Ao todo seiscentos e trinta e três mergulhadores se reuniram na semana passada para coletar o lixo do fundo do oceano próximo ao pier de Deerfield Beach International.

O juiz da Guinness (Livro dos Recordes), Michael Empric, viajou de Nova York até o estado da Flórida para conduzir o número oficial de funcionários. “Eu realmente fiquei lá e conferi todos quando entraram na água”, disse ele a Sun Sentinel.

Os mergulhadores foram obrigados a permanecer na água por pelo menos 15 minutos para serem contados.

Redes de pesca no fundo do mar

A mergulhadora de 13 anos, Dahlia Bolin, estava entre o time, acompanhada por sua mãe, Rebecca. As duas par vieram de outro estado para participar da coleta.

Bolin disse que entre os “peixes realmente lindos” no fundo do mar, há “muito lixo e porcaria lá embaixo também”. Ela levantou uma grande placa de metal descartada, do fundo do oceano.

A quantidade exata de lixo coletado é difícil de estimar, no entanto, o mergulhador e ecologista RJ Harper – que ajudou a recrutar pessoas para a limpeza – disse que os mergulhadores recuperaram 1600 libras de pesos de pesca de chumbo (usados para segurar as redes no lugar), deixados para trás pelos pescadores.

“Todas as vezes que a linha é pega, ou seja que eles pescam um peixei, eles nunca pensam nas consequências disso, nem na atitude covarde de tirar a vida do peixe nem no descarte correto do material, simplesmente deixam tudo lá no mar”, disse Harper ao jornal Sun Sentinel.

Foto: Livekindly

Foto: Livekindly

“Obviamente, o lixo foi coletado, mas a beleza disso tudo é que 633 mergulhadores se uniram para essa ação conjunta, fomos capazes de fazer uma limpeza completa”.

O peso total do lixo coletado está sendo contabilizado ainda, mas os mergulhadores retiraram pelo menos 60 quilos de linha de pesca do mar, informou a CNN. O grupo de conservação do oceano Project AWARE prevê que os participantes tenham coletado cerca de 3.200 quilos de lixo.

O juiz da Guinness Empric disse que o esforço foi “incrível”.

O recorde anterior para uma limpeza subaquática incluiu 614 mergulhadores e ocorreu no Mar Vermelho, no Egito, em 2015. A equipe levou 24 horas para ser concluída, enquanto o evento da Flórida levou apenas duas.

“Não importa o que aconteça hoje com o Guinness World Records”, disse Empric. “O que realmente importa é que todo mundo está lá fora, limpando o píer e tentando melhorar a comunidade.”

A cidade garantirá que todo o lixo seja descartado de forma responsável.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Meghan Markle fala sobre a alegria incomparável de se adotar um animal

Foto: AP

Foto: AP

A duquesa de Sussex revelou na visita anual realizada a ONG de resgate de animais que ela patrocina, a alegria poderosa e transformadora de vidas que ela sentiu ao adotar um animal resgatado.

Meghan de 37 anos, é patrona do The Mayhew Animal Home, em Londres, Inglaterra pode estar naturalmente ocupada com maternidade, cuidando de Archie, seu filho de apenas seis semanas de idade, mas ela ainda tem a caridade como uma de suas maiores prioridades na vida.

“Como tutora orgulhosa de cães resgatados, sei por experiência própria que imensa alegria a adoção de um animal pode trazer a sua casa”, escreveu ela.

A ex-atriz adotou dois cães de resgate, um beagle chamado Guy e uma mistura de pastor de labrador chamado Bogart.

Enquanto Guy veio para o Reino Unido com Meghan quando ela se mudou de Toronto para morar com Harry – e desde então tem sido visto cavalgando com a rainha – Bogart era muito idoso para viajar e teve que ficar para trás com os amigos da duquesa.

Meghan acrescentou: “O papel que nós, como pessoas, desempenhamos no reavivar e resgatar esses animais é vital, mas o papel de organizações como a Mayhew é incomparável”.

“O que inicialmente me impressionou em relação a Mayhew especificamente é a abordagem baseada na comunidade, não apenas em reabilitar os animais, mas nos cuidados preventivos que inibem esses gatos e cachorros de acabar em abrigos”.

Foto: The Mayhew Animal Home

Foto: The Mayhew Animal Home

Mãe de um menino, Meghan passou a incentivar as pessoas a apoiarem a instituição de bem-estar animal de qualquer maneira que puderem – seja através da adoção, do voluntariado, doação ou espalhando mensagens de conscientização.

“A escolha de adotar um animal doméstico é uma grande decisão que envolve muita responsabilidade, mas tem também um retorno infinito sobre o investimento”, acrescentou ela. “Isso, sem dúvida, mudará sua vida.”

A duquesa visitou o abrigo Mayhew Animal Home em 16 de janeiro, quando estava grávida de seis meses de Archie, marcando sua primeira visita oficial à instituição de caridade já em seu papel de patrona.

Foto: Kensington Royal/Twitter

Foto: Kensington Royal/Twitter

De acordo com os espectadores, a amante de animais Meghan ficou particularmente impressionada com uma cachorrinha sem raça definida mas com uma mistura proeminente da raça jack russell, chamada Minnie, que entraria para adoção.

Ela queria levá-la para casa, mas disse: “Não podemos levar outro cachorro antes do bebê, pois nossas mãos estão muito cheias!”

Durante sua visita, Meghan também acariciou um cachorro chamado Roobarb e conheceu Wully Struthers, um antigo frequentador do abrigo, que estava lá com seus dois Staffies, Azzy e Gallis.

Foto: Kensington Palace/Twitter

Foto: Kensington Palace/Twitter

A duquesa perguntou gentilmente sobre a ex-moradora do abrigo Maggie (anteriormente conhecida como Truffle), que vive atualmente com sua nova tutora, Emma. O filhote de jack russell foi resgatado de uma fazenda suspeita de ser uma fábrica de filhotes, em outubro do ano passado.

O filhote que roubou o coração de Meghan, Minnie, é descrito pelos funcionários do abrigo como uma “garota tímida e sensível” que “pode ficar acuada perto de estranhos e se assusta com ruídos altos”.

Meghan se reuniu com funcionários, voluntários e beneficiários durante sua visita hoje, e ouviu mais sobre as várias iniciativas da instituição, desde o envolvimento da comunidade até projetos internacionais.

Ela também aprendeu sobre vários projetos administrados pela instituição, criados para melhorar a vida de animais e pessoas e para melhorar as comunidades tanto em Londres quanto internacionalmente.

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

Essas iniciativas incluem resgates de animais, trabalho com moradores de rua e seus animais domésticos, programas de bem-estar animal, como o programa Trap, Neuter and Return (castrar, esterilizar e devolver), e projetos internacionais, incluindo vacinação contra a raiva canina em Cabul.

Meghan passou um tempo visitando as instalações, conhecendo membros da comunidade e animais que se beneficiaram diretamente do trabalho da entidade.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.