Gatos se vêem todos os dias pela janela dos apartamentos e se apaixonam

Simon vendo Theo | Foto: Mackenzie Coffman

Simon vendo Theo | Foto: Mackenzie Coffman

Simon nunca esteve muito interessado em fazer amigos.

O gato laranja malhado tinha muitas oportunidades para se socializar com os outros gatos como residente do Crumbs & Whiskers, um café de gatos em Los Angeles (EUA). Em vez disso, ele escolheu se guardar em si mesmo.

“Ele está definitivamente acostumado com outros animais”, disse Mackenzie Coffman, a mãe de Simon, ao The Dodo, “mas nunca brincou com os outros gatos no café”.

Theo vendo Simon | Foto: Twitter/Theothecat5

Theo vendo Simon | Foto: Twitter/Theothecat5

Mas tudo mudou quando Simon colocou os olhos em seu vizinho do outro lado da rua.

“Eu estava na cama e acordei com Simon choramingando e miando em frente a janela”, disse Coffman.

Olhei para cima e, para minha surpresa, vi um gato sentado na janela do meu vizinho. Eu moro neste apartamento há dois anos e nunca havia visto o gato deles”.

Simon ficou instantaneamente apaixonado pelo misterioso felino, mas não ficou claro se o objeto de sua afeição sentia o mesmo. Essa indiferença inicial não impediu Simon de tentar conquistar o carinho do outro gato.

“O outro gato nunca olhou para Simon ou prestou atenção nele, era totalmente indiferente”, disse Coffman. “Então Simon pulava para cima e para baixo no peitoril da janela para tentar chamar sua atenção”.

Coffman nunca tinha visto Simon se comportar assim antes, e decidiu intervir como uma espécie de relações públicas para seu animal doméstico apaixonado.

Inspirada no videoclipe de “You Belong With Me”, de Taylor Swift, Coffman colou um pequeno cartaz com uma mensagem, na brincadeira, no vidro de sua janela.

Mensagens trocadas pela janela | Foto: Mackenzie Coffman

Mensagens trocadas pela janela | Foto: Mackenzie Coffman

Logo depois, inesperadamente os vizinhos penduraram seus próprios cartazes em resposta. Coffman descobriu que a adoração de Simon não passara despercebida.

“Eles abriram a janela, se apresentaram e eu disse a eles que Simon sempre espera por Theo”, disse Coffman. “Eles disseram que sempre vêem Simon, mas não sabem como chamá-lo, então o chamam de Chester”.

A obsessão de Simon por Theo só ficou mais forte desde a troca de mensagens nos cartazes, mas Theo ainda insiste em jogar duro com Simon.

Mensagens trocadas pela janela | Foto: Mackenzie Coffman

Mensagens trocadas pela janela | Foto: Mackenzie Coffman

“Quando Simon vê Theo, ele toca na janela, se cola no vidro e anda pelo peitoril”, disse Coffman. “Theo, por outro lado, olha para Simon talvez duas vezes no máximo e depois continua a olhar na direção oposta indiferente”.

Coffman então resolveu compartilhar a história de amor de seu gato no Twitter, escrevendo: “Meu gato Simon está apaixonado pelo gato do meu vizinho e espera o dia todo por ele. Manterei a todos atualizados”.

Em apenas dois dias, seu post recebeu mais de 200 mil curtidas e quase 100 mil retweets. E, a partir dos comentários, parece que todas as mídias sociais estão torcendo pelos dois gatos.

A repentina popularidade do tweet levou Coffman a colar outro cartaz na janela – dessa vez dizendo a Theo que o relacionamento deles se tornou viral. Theo escreveu de volta, e os dois se tornaram amigos no Twitter.

Agora, depois de semanas de saudade através da vidraça, Simon finalmente encontrará seu amado.

Coffman e seus vizinhos organizaram um meet-and-greet (encontro para se conhecerem) para os gatos, e Simon não poderia estar mais animado.

Acho que teremos que esperar e ver se o amor é mesmo real.

Mais de 100 peixinhos dourados morrem ao serem usados como decoração em casamento

Foto: Unsplash/kazuend

Foto: Unsplash/kazuend

Uma dama de honra compartilhou a história on-line contando como o casamento de sua melhor amiga foi fácil de ser planejado, tudo ja estava pré-embalado na sala de recepção do buffet, no salão de festas onde seria realizada a festa – incluindo convites, bolo, bufê, mesas, cadeiras e decoração.

A única personalização da celebração em que a noiva teria que decidir e opinar era a peça central de decoração que ficaria sobre as mesas dos convidados.

“O local oferecia uma variedade de recipientes de vidro que a noiva poderia preencher com o que quisesse”, escreveu a dama de honra no fórum. “Vasos cilíndricos altos, pratos decorativos, tigelas, globos, este tipo de enfeite”.

“A forma do recipiente escolhido por ela dependia do que a noiva pretendia exibir nela. Ela queria flores? Velas? Seixos? Não, ela teve uma ideia bem mais sinistra”.

A dama de honra então revelou o que fez de sua ex-melhor amiga uma bridezilla (noiva monstro): descrita como amante de animais, às vezes vegetariana outras vegana, e apoiadora pública da PETA – incoerentemente a noiva queria ter um par de peixinhos dourados vivos em um globo de vidro como peça de enfeite central de cada mesa.

Quando questionada sobre o que seria feito dos peixinhos após o casamento, a noiva disse que eles seriam levados para casa pelos convidados como uma lembrança do evento.

A dama de honra expressou suas preocupações com o bem-estar dos animais e apontou que nem todos gostariam de levar para casa o peixinho dourado, mas a noiva descartou suas preocupações e seguiu em frente com o plano.

Embora a dama de honra tentasse ficar de olho nos pares de peixinhos dourados nas decorações centrais das mesas, a maioria deles já havia morrido durante a noite.

Nenhum dos convidados levou para casa os peixinhos, o que deixou a equipe do buffet sem saber o que fazer com eles.

Foto: Pixabay

Foto: Pixabay

A noiva e o noivo também partiram rapidamente para sua lua de mel, não se preocupando em assumir a responsabilidade alguma sobre o ocorrido, o que deixou a dama de honra encarregada em lidar com os peixinhos dourados abandonados.

“Naquela noite, entrei numa grande loja de animais de estimação com meu enorme vestido de cetim de festa vermelho comprido até o chão, saltos batendo nos ladrilhos e comprei um grande tanque retangular, um filtro e algumas embalagens de comida para peixe”, disse ela.

“Alguns deles já estavam mortos quando cheguei em casa e mais morreram na manhã seguinte. Mais mortes ocorreram de novo à tarde, à noite e na manhã posterior. No terceiro dia, restaram cinco vivos e fomos perdendo um peixinho por dia até restar apenas um.

“E o último? Está vivo a cinco anos. Eu o batizei de Sun. Ele ficou comigo por mais tempo do que minha amizade com a noiva durou e muito mais do que o casamento dela”.

Esta não é a primeira vez que uma noiva foi chamada de “bridezilla”(noiva monstro) por agir contra os animais.

Neste mês, uma noiva desabafou suas frustrações em uma página de casamento no Facebook, ao se recusar a fornecer “comida especial” para veganos e outros convidados com restrições alimentares, enfatizando que ela “não é responsável pelas necessidades alimentares” de seus convidados.

Ela deixou claro que não forneceria alimentos à base de vegetais para seus amigos veganos, então eles precisavam trazer sua própria comida, o que resultou em uma reação de revolta nos membros do grupo de casamento no Facebook.

No início deste ano, uma noiva vegana também enfrentou reações adversas tanto de veganos como de comedores de carne por proibir todos os seus parentes que comiam carne, incluindo seus pais, de ir ao seu casamento.

Os veganos a apoiaram por escolher realizar um casamento vegano, pois se alinhava ao estilo de vida livre de crueldade deles, mas ao mesmo tempo eles chamaram a atenção de noiva para o modo como ela estava tratando sua família, especialmente quando os chamava de “assassinos”.

Recordação: empresa transforma cinzas de animais mortos em objetos

Uma empresa norte-americana transforma cinzas de animais mortos em objetos. O objetivo é permitir que os tutores tenham uma recordação palpável daqueles animais que um dia viveram com eles.

Foto: Reprodução / GreenMe

A Davenport Memorial Glass, localizada em North Idaho (EUA), é capaz de transformar as cinzas em patas, pingentes circulares, corações, elefantes e outros itens, todos em vidro. As informações são do portal GreenMe.

A ideia foi bem aceita pelos norte-americanos. E, apesar do Brasil não ter um serviço como esse, é possível que um brasileiro consiga um objeto feito com as cinzas de um animal. Para isso, basta cremá-lo e enviar as cinzas à empresa pelos correios.

Para produzir os objetos, técnicas clássicas são combinadas com métodos modernos. As cinzas são processadas de forma a serem transformadas em um objeto decorativo.

As peças são vistas pelos tutores como uma forma de manter mais vivas as lembranças do animal, que mesmo após a morte continua sendo parte da família.

Foto: Reprodução / GreenMe

Foto: Reprodução / GreenMe

Jogo de fliperama com garra de metal para pegar objetos usa cães reais como prêmios

Foto: Metro UK

Foto: Metro UK

O vídeo que mostra os cães vivos dentro de uma máquina com uma garra de metal sobre eles causou revolta nos usuários das redes sociais e avalanches de pedidos às autoridades chinesas para que agissem com urgência.

As imagens são de qualidade ruim, porém impactantes e apesar de durarem apenas alguns segundos, são o suficiente para que os expectadores tomem consciência da cena e compreendam o que se passa.

O jogo de fliperama tradicional (sem animais) com as garras de metal é popular no mundo todo, mediante uma ficha os jogadores ganham a oportunidade de “tentar” a sorte, mas em sua forma original os produtos apresentados são ursinhos de pelúcia, celulares ou outros produtos que possam despertar o desejo dos jogadores. Jamais vidas.

Ativistas que atuam em defesa dos direitos animais também expressaram sua indignação com as imagens.

As condições em que são mantidos os animais permanecem um mistério, sem água ou comida aparentes, ventilação adequada ou mesmo por quanto tempo os cães ficam dentro do fliperama permanecem um mistério.

Não está claro onde o vídeo foi filmado, mas as imagens foram compartilhado online pelo respeitado biólogo Daniel Schneider.

Ele disse ao jornal Mirror Online que as imagens foram enviadas para ele, mas ele já viu “jogos semelhantes” outras vezes.

No vídeo, um homem pode ser visto se curvando e pegando um cachorro vivo – embora não esteja claro se foi a ação ocorreu como resultado de um “prêmio” oferecido pela máquina.

Depois de ver o clipe, que supostamente foi filmado na China, Elisa Allen, diretora da ONG que atua em defesa dos animais, PETA, descreveu-o como uma “questão de vida ou morte”.

Ela disse: “Os animais não são brinquedos descartáveis, e a PETA pede às autoridades chinesas que examinem este vídeo com urgência – se os cães são reais, não é um jogo de fliperama arcade inofensivo, mas uma questão de vida ou morte.

“Animais vivos – incluindo lagostas, tartarugas e caranguejos – são comumente vendidos em máquinas de garra em toda a China.

“Eles podem ser facilmente feridos por serem descartados repetidamente, e alguns foram deixados para suportar uma dolorosa morte por desidratação ou fome”.

Em 2017, a TV chinesa Chung Tien TV alegou que gatos vivos estavam sendo usados como prêmios em máquinas similares.

Literalmente os criadores desse cenário criminoso estão brincando com a vida desses animais. Exibidos como produtos eles correm o risco de ficar por horas presos, sabe-se lá em que condições, expostos a condições cruéis, sem comida ou água e fazendo suas necessidades dentro do brinquedo.

Precificados com valor de uma ficha e explorados por dinheiro, os cães que parecem jovens e confusos, sem poder se mexer ou sair das instalações onde se encontram.

É realmente triste e desalentador que algum ser humano considere esse ato covarde de violência uma forma de diversão.