Gato é encontrado morto com sinais de facadas e de abuso sexual em MT

Um gato foi encontrado morto, com sinais de facadas e de abuso sexual, em uma casa em Rio Brilhante, a 163 quilômetros de Campo Grande, no estado do Mato Grosso. O caso aconteceu no bairro Pró Moradia XIV e é investigado pela Polícia Civil.

(Foto: Rio Brilhante em Tempo Real / Olimar Gamarra)

O corpo do animal foi encontrado pelos tutores, que chegaram de viagem e se depararam com uma das portas da residência arrombada e o local revirado. O gato estava morto em cima da cama. As informações são do portal Rio Brilhante em Tempo Real.

Ao lado do gato foram encontrados um preservativo e uma faca, usada para matar o animal. Ainda não há suspeito de ter praticado o crime de maus-tratos.

Outro caso

Não é a primeira vez que um crime brutal contra um animal é registrado em Rio Brilhante. Em janeiro, um jovem de 18 aos matou três cachorros a facada em sua casa.

No dia seguinte ao crime, o agressor se apresentou à delegacia e disse que matou os cães porque estava sob efeito de álcool. Ele prestou depoimento, foi multado pela Polícia Militar Ambiental em R$ 4,5 mil, mas foi liberado em seguida, já que o crime de maus-tratos é considerado de menor potencial ofensivo e, por isso, não cabe prisão.

De acordo com o artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais (9.605/98), casos de maus-tratos a animais silvestres, domésticos ou domesticados configuram crime e podem ser punidos com detenção de três meses a um ano, além de multa. Os criminosos, no entanto, costumam ter as penas substituídas, por exemplo, por prestação de serviços à comunidade.


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Cães ameaçados que vivem nos porões de orfanato no Haiti recebem uma oportunidade nos EUA

Foto: Haiti Children

Foto: Haiti Children

Chapéu: Nova chance

Título: Cães ameaçados que vivem nos porões de orfanato no Haiti recebem uma oportunidade nos EUA

Olho: A região assolada por tragédias como terremotos e desmoronamentos sofre de fome e escassez de recursos, o que leva os moradores a verem os animais como competidores por alimentos e os matarem

Cães que vivem nos porões do orfanato Haiti Children, no Haiti, correm o risco de ser mortos caso não sejam retirados rapidamente de seu lar. Foi oferecida uma oportunidade aos animais ameaçados no Aspen Animal Hospital em Aspen, no Colorado, EUA, porém os recursos para transferi-los são altos e ainda estão sendo arrecadados.

As condições extremas de fome, as gangues e a violência política aumentaram na área rural em torno do orfanato, e enquanto os moradores da instituição estão seguros, infelizmente, não ocorre o mesmo com os cães. Muitos deles já foram envenenados e mortos por moradores revoltados que os viam como competidores por comida.

A situação é especialmente desoladora porque, por nove anos, os cães do orfanato têm sido um marco na vida das 162 crianças residentes na instituição. Os animais são parte da família dessas crianças, ensinando-as sobre responsabilidade, respeito e compaixão.

Como os cães convivem com as crianças desde cedo são bem socializados, dóceis e sem traços de agressividade, conforme informações da diretora do orfanato, Susie Krabacher.

Krabacher trabalha com órfãos haitianos há 25 anos conta ela. O orfanato recebeu seu primeiro cachorro após o terremoto de 2010 e eles se tornaram uma parte muito amada da vida no campus segundo a diretora.

Contudo, muitos moradores da área onde fica o orfanato, conhecida como Williamson, não conseguem entender que os cães recebem alimentos que os humanos não poderiam comer, como rações e petiscos, disse Krabacher.

Assim, os animais de estimação são cada vez mais vistos como uma ameaça. Como o orfanato abre o campus para a comunidade quando as remessas de arroz e feijão chegam, e também para a realização de exames médicos e serviços religiosos pessoas transitam dentro das instalações esses dias.

Krabacher acredita que foi durante um culto na igreja em janeiro de 2018 que um aldeão, a quem ela descreveu como praticante de vodu, alimentou com seis dos cães carne de rato envenenada. Cinco não sobreviveram.

A mesma coisa aconteceu novamente em janeiro e dois cães foram mortos.

Em outro exemplo contado por ela, uma mulher idosa jogou uma pedra em um cachorro que estava vindo em direção a sua comida e o animal não sobreviveu.

Essas fatos combinados com o aumento da violência política devido a conflitos envolvendo milicianos que dominaram a área e estão trabalhando para um grupo governamental de oposição, Krabacher decidiu que era hora de tirar os cachorros de lá.

As crianças e os funcionários do orfanato estão bem e protegidos, enfatizou ela, mas com tantas pessoas entrando e saindo e com atitudes culturais difusas em relação aos animais, a segurança dos cães não pode ser garantida, disse a diretora.

“Tem sido difícil para as crianças, que passaram a amar os cães, mas eles reconhecem que os cães estão em risco”, disse Krabacher. A idéia dos cães serem transferidos para uma área como Aspen se tornou atraente para as crianças, disse a diretora.

A realidade é que os cães precisam de ajuda urgente e até mesmo as crianças do orfanato, que os amam e sofrerão ao perdê-los, entendem o perigo da situação e aceitam que precisam realocar seus animais de estimação para salvar suas vidas.

Conforme informações do Aspen Daily News, Susie Krabacher, CEO da Haiti Children, e Anne Cooley do Aspen Animal Hospital estão arrecadando doações para pagar um voo de um jato particular que leve os 22 cães, incluindo oito que são filhotes de 7 meses de idade até os EUA.

Lares adotivos em Aspen e áreas vizinhas também serão necessários para os cães resgatados que são descritos como uma “versão menor de uma mistura entre um pastor alemão e um labrador.” A maioria dos cães viveu suas vidas inteiras no orfanato e receberam cuidados veterinários, todos documentados, com exceção dos filhotes que ainda não foram imunizados.

Uma vez realocados com segurança, o Hospital de Animais de Aspen informou que doará “todas as necessidades médicas iniciais, incluindo vacinas para os filhotes, procedimentos de castração e esterilização contra parasitas e exames de saúde”.

Casos de violência contra animais aumentam em Campo Grande (MS)

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e Bem-Estar Animal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, registrou 1.706 caos de maus-tratos contra animais no município de janeiro de 2017 a fevereiro de 2019. Dados da Secretaria Estadual e Justiça e Segurança Pública (Sejusp) indicam o registro de 134 boletins de ocorrência por atos de abuso contra animais, de janeiro de 2017 a 25 de março de 2019. Em todo o estado, foram 411 ocorrências.

Foto: Pixabay

Os números indicam um aumento de 35% da violência contra animais em todo o estado de 2017 para 2018 e de 39% em Campo Grande, no mesmo período. Apenas nos dois primeiros meses de 2019, 177 casos já foram registrados no CCZ. As informações são do portal A Crítica.

Diante deste cruel cenário, a Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade Contra os Animais (ASPCA) decidiu instituir o “Abril Laranja”, mês dedicado à prevenção da crueldade contra animais em todo o mundo. A iniciativa é apoiada em Campo Grande pelo presidente da Comissão Permanente de Defesa do Bem-Estar e Direitos dos Animais, vereador Veterinário Francisco (PSB).

“Eu estou vereador. Minha bandeira é a Causa Animal. Eu sou veterinário há 40 anos e me deparo infelizmente todos os dias com violências contra animais e a campanha Abril Laranja é uma forma de divulgar e mostrar para as pessoas que precisam ter consciência e proteger os animais. Essa campanha é de fácil adesão e é só compartilhar um laço laranja nas mídias sociais”, explica o parlamentar.

De acordo com ele, as redes sociais se tornaram um facilitador para a realização de denúncias e coleta de provas de crimes contra animais, além de serem locais onde podem ser propagadas campanhas de conscientização.

“Há mais relatos de maus-tratos em redes sociais do que nas delegacias. Então a falta de resolução do Poder Público desestimula as pessoas a procurarem os órgãos competentes, mas temos que denunciar mesmo assim. Hoje, todo mundo tem um celular com câmera. Fica mais fácil fazer uma denúncia e reunir provas em favor dos animais”, comenta.

Francisco explica que são considerados maus-tratos, entre outros casos, abandonar, espancar, envenenar, deixar o animal preso com corrente, negar água e comida, capturar animais silvestres, obrigar animais a puxarem pesos superiores à sua força, negar assistência veterinária a animais feridos ou doentes, não abrigar os animais da chuva ou do sol, explorar animais em shows que lhes cause estresse e promover rodeios e rinhas de galo.

Com a intenção de implementar políticas públicas que beneficiem os animais, foi criado o Conselho do Municipal do Bem-Estar Animal (Combea), sob incentivo do parlamentar. Colegiado de caráter permanente, deliberativo e consultivo, o conselho é vinculado à Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) e tem por função buscar condições necessárias à defesa, proteção, bem-estar e preservação da vida animal, assim como dos direitos dos animais.

Como denunciar

Em Campo Grande, a população pode denunciar crimes de maus-tratos a animais na Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Ambientais e Atendimento ao Turista (DECAT) e no Ministério Público. Os telefones da delegacia são: 3325-2567 / 3382-9271.

Trabalhar em matadouros pode alterar a personalidade humana

Eu não sinto mais nada, mas no começo foi muito ruim”, frisou um homem identificado apenas como RP9 (Foto: Vegan Australia)

Recentemente, o professor do Departamento de Psicologia Organizacional e Industrial da Universidade da África do Sul, Antoni Barnard, republicou um estudo concluído em 2016 sobre o impacto psicológico e emocional de se trabalhar em matadouros.

Para a realização do trabalho, ele entrevistou dezenas de magarefes, pessoas que matam animais criados para consumo. Todos disseram que jamais se esqueceram da primeira vez que abateram um animal. Além do desconforto, muitos relataram tremores, tristeza, aflição e vergonha.

“Eu estava com muito medo, mesmo segurando uma arma”, disse um dos entrevistados. Um dos maiores pontos de estranhamento foi reconhecer que estava trabalhando em um local por onde centenas de animais entram a cada dia e não saem de lá com vida.

“A primeira vez que matei não foi fácil. Eu sinto vergonha disso. Só queria fechar os olhos, me virar e fugir. Foi muito triste, mas quanto mais você faz, mais fácil fica. Ontem, por exemplo, tive que atirar na cabeça de algumas vacas. Eu não sinto mais nada, mas no começo foi muito ruim”, frisou um homem identificado apenas como RP9.

Barnardi conta que nos primeiros meses, os funcionários de matadouros costumam ter sonhos vívidos e pesadelos paranoicos repletos de medo e ansiedade. Alguns citaram experiências em que eram perseguidos pelos animais que mataram; outros os viam em um sofrimento que parecia não ter fim, agonizando incessantemente. Sentimentos de culpa, medo e vergonha são os mais comuns na “fase de adaptação”.

Um participante declarou que sonhou que uma vaca saltava da caixa de abate e o perseguia. Outros lembram de experiências em que os animais se comunicavam com eles, perguntando algo como: “Por que você está me matando?”

As respostas emotivas são bastante intensas durante um período que pode variar muito de pessoa para pessoa, mas há uma certa unanimidade em relação ao fato de que seus dias fora do matadouro também são tomados por emoções negativas em decorrência da prevalência da raiva e do temor. O entrevistado RP9 revelou que começou a se tornar mais impaciente e explosivo. Se alguém o magoa, “seus punhos balançam”.

Por outro lado: “Os funcionários de matadouros transmitem uma preocupação moral, acreditando que terão que responder por suas ações quando morrerem. Sentimentos de tristeza também são frequentemente mencionados em histórias de abate”, destacou o pesquisador.

Outro entrevistado, RP10, contou que quando chegava para trabalhar o seu encarregado dizia que ele deveria abater uma grande quantidade de animais, e quando ele olhava para os bovinos, grandes e fortes, aquilo parecia errado e o deprimia.

O estudo também apontou que quem trabalha diretamente no abate de animais acaba desenvolvendo baixa tolerância à frustração e, em decorrência disso, seus níveis de irritação aumentam. RP8 segredou que nunca havia agredido um animal como um cão ou gato, mas desde que começou a matar bovinos ele já não sente a mesma inibição de antes:

“Eu acredito que posso chutar se eu quiser porque eu mato boi todos os dias. Chutar um cão ou gato e jogá-lo para longe já não é uma preocupação.” Relatos como esse são consequências da mudança de personalidade que os funcionários do matadouro experimentam quando o cotidiano se resume a tirar vidas.

Mesmo que não falem abertamente a respeito com qualquer pessoa, os participantes da pesquisa deixaram claro que perceberam tanto mudanças em si mesmos quanto nos colegas de trabalho ao longo do tempo:

“Os participantes narram que o abate afeta suas capacidades de pensar com clareza e percebem que se sentem ‘loucos’. Fazer o trabalho de abate também impacta de uma forma que eles parecem se tornar mais agressivos do que antes, com uma atitude descuidada no que diz respeito às consequências de suas ações em relação a outras pessoas.”

As emoções intensificadas de medo, ansiedade, culpa, vergonha e tristeza diminuem com o tempo. Algumas até mesmo desaparecem, mas a adaptação à realidade do matadouro como algo banal não impede que ninguém que ganhe a vida matando animais passe por um embrutecimento que pode ter consequências sociais. E isso é parte da realidade de quem vive nesse universo.

Referência

Barnard, Antoni; Victor, Karen. Slaughtering for a living: A hermeneutic phenomenological perspective on the well-being of slaughterhouse employees. International Journal of Qualitative Studies in Health and Well-being (2016).

Cadela grávida é enforcada com corda presa à árvore no litoral de SP

Uma cadela grávida foi enforcada com uma corda presa a uma árvore em um terreno baldio na praia da Enseada, em São Sebastião, no litoral do estado de São Paulo. O corpo do animal foi encontrado na quinta-feira (21) e revoltou biólogos que realizavam pesquisa nas imediações.

(Foto: Arquivo Pessoal)

“Como biólogo é uma situação revoltante, cena muito triste”, disse Manuel Albaladejo, que pede às autoridades que o responsável pela morte do animal seja identificado e punido. “Quero que ele saiba que isso não vai ficar barato e que não continue cometendo essas atrocidades”, acrescentou.

Os biólogos foram até a Delegacia de São Sebastião e registraram um Termo Circunstanciado para que o crime seja investigado. De acordo com o comandante da Polícia Militar Ambiental, o tenente Jonas Stanich Conde, a corporação ainda não foi notificada. As informações são do portal Nova Imprensa.

“Nos colocamos à inteira disposição para tomar todas as medidas penais e administrativas que couberem contra os responsáveis desses atos”, disse Conde.

O tenente lembra que a violência promovida contra a cadela é crime previsto no artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais (9.605/98), com pena de detenção de até um ano, além de multa. No entanto, por se tratar de um crime de menor potencial ofensivo, o agressor não costuma ir para a prisão, tendo a punição revertida em, por exemplo, prestação de serviços à comunidade. Além da área penal, o crime pode ser punido também administrativamente, com multa de R$ 6 mil.

“Infelizmente não foi possível salvar esse animal, porém, essa conscientização pode salvar outros dessa mesma crueldade”, concluiu o tenente.

Informações sobre o responsável por matar a cadela ou por qualquer outro crime contra animais cometido em São Sebastião pode acionar a Polícia Ambiental pelo telefone (12) 3832-6088. O atendimento telefônico funciona 24h e a denúncia pode ser realizada anonimamente.

 

Bancário diz que “todos os veganos deveriam ser socados na cara”

O bancário tentou se justificar, alegando que os ativistas veganos o incomodam (Foto: Reprodução)

Esta semana o banco britânico NatWest se desculpou publicamente depois que uma cliente que ligou solicitando um empréstimo foi maltratada por um funcionário. Em entrevista à Rádio BBC Bristol, uma mulher, que pediu para não ser identificada, contou que o bancário disse que empréstimos são oferecidos a todos, menos aos veganos.

Quando ela revelou ser vegana, o homem ficou furioso e, não apenas deixou claro que ela não receberia o empréstimo, mas também disse que “todos os veganos deveriam ser socados na cara”. O relato foi confirmado depois em uma gravação analisada pelo banco. O objetivo dela era conseguir 400 libras esterlinas para custear um diploma de nutrição.

O bancário tentou se justificar, alegando que os ativistas veganos o incomodam com suas mensagens do tipo “animais são amigos, não comida”, e que isso “é uma tentativa de tentar forçar crenças sobre ele”.

Segundo o The Guardian, o NatWest se desculpou com a mulher e deu a ela 200 libras esterlinas: “Lamentamos muito a forma como nossa cliente foi tratada por um membro de nossa equipe e pedimos desculpas por qualquer problema e perturbação. Esses comentários foram totalmente inadequados e já iniciamos um procedimento disciplinar.”

bezerro torturado

Investigação secreta revela funcionários torturando bezerros por ‘diversão’ em uma fábrica de laticínios

Investigadores secretos da PETA filmaram cenas cruéis de funcionários de uma fábrica de laticínios torturando bezerros com ferros quentes. Um deles disse que era mais “divertido e excitante” ver os animais gritando de dor.

bezerro torturado

Foto: PETA

O vídeo, filmado na Heifer Solutions em Wisconsin, Estados Unidos, em dezembro, mostra os criminosos usando ferros quentes para queimar a cabeça dos animais e impedir que os chifres cresçam.

O vídeo mostra os animais se debatendo e gritando de dor, enquanto a fumaça sobe de sua carne carbonizada. De acordo com a PETA, as queimaduras de terceiro grau causadas nesse tipo de procedimento podem causar dor aos animais por semanas.

“O funcionário disse que fornecer anestésicos aos bezerros antes de queimá-los tornaria o ato ‘muito mais fácil, mas onde está a graça nisso?'”, disse a organização. “Ele até disse que manter o ferro quente pressionado contra as cabeças dos bezerros enquanto eles pulavam e chutavam tornava o processo ‘mais excitante’ para ele.”

“Os bezerros lutavam violentamente, de uma forma que indica extrema angústia, dor e sofrimento”, disse um veterinário que revisou as imagens. “Na minha opinião profissional, esse procedimento realizado nas fábricas é cruel e causa dor e sofrimento extremo.”

O funcionário flagrado no vídeo recebeu apenas uma suspensão da Heifer Solutions.

cachorro Apolo

Cachorro é morto a tiros por assaltantes em Nova Iguaçu (RJ)

Um cachorro, da raça dachshund, foi morto por bandidos em um assalto na cidade de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro. O cachorro, chamado Apolo, estava com a família há três anos.

cachorro Apolo

Foto: G1

Os assaltantes abordaram os tutores no portão de sua casa, exigindo celular e dinheiro. O tutor alegou que não tinha, e os bandidos atiraram no cachorro. Eles roubaram um cordão e fugiram.

Apolo recebeu cuidados veterinários imediatamente e foi internado, mas infelizmente não resistiu aos ferimentos e morreu. A identidade dos criminosos permanece desconhecida.

Adeptos da caça atacam van com ativistas pelos direitos animais

Um vídeo gravado recentemente mostra o suposto ataque de um grupo pró-caça a uma van lotada de ativistas pelos direitos animais.  A investida começou depois a van dos ativistas foi estacionou em um pub.

As cenas chocantes mostram um grupo de ativistas pelos direitos animais sendo atacados por partidários da caça do lado de fora de um pub, em Cheshire.

Um homem mascarado é visto pulando no capô do veículo e arrancando um limpador depois que os sabotadores de caça foram encurralados. Outro homem também foi filmado batendo na van com uma taco de sinuca antes que o motorista conseguisse manobrar e escapar por uma outra saída do Wheatsheaf Inn em Onneley, Cheshire.

Os Sheffield Hunt Saboteurs afirmam que estavam se reagrupando com outras equipes quando foram alvos de torcedores “frustrados” da North Staffordshire Hunt na tarde do último sábado – depois que o protesto deles interrompeu um encontro de caçadores. As informações são do Daily Mail.

A polícia de Staffordshire informou que seus policiais foram chamados ao local, mas nenhuma prisão foi feita e as investigações estão em andamento.

As imagens divulgadas pelos sabotadores de caça mostram várias pessoas em pé na frente de uma van, bloqueando a saída.

Os sabotadores de caça alegam que um homem empunhou um taco de sinuca depois da chegada do grupo.

Um homem que usa um boné de beisebol parece ameaçar os ocupantes com um taco de sinuca.

Dentro da van, um homem pode ser ouvido desesperadamente chamando a polícia para ajuda e diz ao operador que eles estão sendo atacados por caçadores.

Um segundo vídeo mostra o homem mascarado correndo atrás de outro furgão que também faz uma fuga apressada.

Em um comunicado, Sheffield Hunt Saboteurs disse: “Durante um encontro em um pub local, membros das equipes de Sheffield, West Yorkshire, Liverpool e Manchester foram sujeitos a um ataque não provocado por bandidos com tacos de bilhar que ameaçaram os sabotadores, danificaram um veículo.

“Os indivíduos envolvidos foram vistos após a caçada e se comportaram de maneira ameaçadora ao longo do dia – uma indicação clara de como a North Staffordshire Hunt estava frustrada em fazer as malas mais cedo.”

O suposto incidente aconteceu fora de um bar em Onneley, Cheshire

Um porta-voz da Polícia de Staffordshire disse: “Os policiais foram chamados ao Inn Wheatsheaf na Bar Hill Road, Onneley, por volta das 3:30 da tarde de sábado, após relatos de uma discussão entre um grande grupo de pessoas no estacionamento do pub. Um veículo também foi alegadamente danificado durante o incidente. Nenhuma prisão foi feita em relação ao incidente e as investigações estão em andamento”.

O grupo de caça disse em um comunicado: “O North Staffordshire Hunt terminou suas atividades legais de caça durante o dia e seus membros deixaram a área sem nenhum incidente no sábado, 5 de janeiro.

A caça não tolera nenhuma forma de violência, mesmo quando confrontada com provocações extremas, assédio pessoal, invasão maliciosa e outras ofensas. No entanto, com a constante intimidação e perseguição de ativistas aos apoiadores e proprietários de terras, não é surpreendente que membros comuns do público possam reagir dessa maneira a serem filmados ”.

Lei norte-americana protege animais contra violência doméstica

Em 2014, foi introduzida a Lei de Animais de Estimação e Segurança das Mulheres (PAWS) , com o objetivo de proteger as vítimas de violência doméstica, agressão sexual, perseguição e violência psicológica causados ​​por atos ou ameaças contra seus familiares e animais. ”O PAWS Act foi assinado em lei como parte da Farm Bill.

Foto: Pixabay

De acordo com o The Cut, a Lei PAWS expandirá as proteções federais existentes para vítimas de violência e incluirá seus animais domésticos. Além disso, estabelecerá um programa federal de subsídios para ajudar as vítimas a encontrar abrigo seguro para seus animais. O ato também criará uma emenda à definição de perseguição para incluir “conduta que leve a pessoa a experimentar um medo razoável de morte ou lesões corporais graves a seu animal doméstico”.

Frequentemente, o abusador usa o animal da vítima como outro meio para a violência , ou uma maneira de manipular a vítima para ficar com ela. Apenas 3% dos abrigos de violência doméstica atualmente permitem animais e um terço das vítimas relataram que deixando chegar a uma situação abusiva, porque não encontraram um lugar seguro para irem com seus animais.

O ato também exigirá a cobertura dos custos veterinários em casos de violência doméstica envolvendo abuso contra animais. A congressista Katherine Clark e a congressista Ileana Ros-Lehtinen, que foram fundamentais para a aprovação do ato, como parte da Farm Bill, chamaram a Lei PAWS de um passo importante e empoderador para ajudar as vítimas de violência doméstica.

“Ninguém deveria ter que fazer a escolha entre encontrar segurança e ficar em uma situação violenta para proteger seu animalzinho”, disse Clark.

“Esta lei capacita os sobreviventes com os recursos para deixarem uma situação perigosa, enquanto continuam a cuidar de seus animais. Sou grata pelas parcerias que formamos entre as organizações que trabalham para acabar com a violência doméstica e o abuso de animais. Juntos, vamos ajudar a salvar vidas ”.

A Lei PAWS foi apoiada por movimentos contra a violência doméstica e defensores do bem-estar animal em todo o país. Organizações como a Rede Nacional para Acabar com a Violência Doméstica, a Coalizão Nacional Contra a Violência Doméstica, a Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade contra os Animais e a Humane Society endossaram o ato.

“A inclusão do PAWS Act na Farm Bill ajudará as vítimas de violência doméstica e seus animais a escaparem de ambientes abusivos e buscar o abrigo e a segurança que precisam”, disse Richard Patch, vice-presidente de assuntos federais da ASPCA.

“Somos gratos a Clark por sua firme liderança nesta questão e aplaudimos o Congresso por incluir esta disposição inovadora na Farm Bill.”