Cães esperam por tutora internada há uma semana em frente a hospital

Dois cachorros esperam há uma semana pela tutora em frente ao Hospital São Paulo, em Xanxerê (SC). Roseli vive em situação de rua com os animais, que são seus companheiros.

Foto: Reprodução/NSC TV

O caso comoveu a comunidade e os funcionários do local, que acionaram uma ONG de proteção animal para pedir ajuda. Desde então, voluntários da entidade passaram a ir ao hospital diariamente para cuida dos cães.

“Chamou a atenção porque eles estavam querendo adentrar na porta de emergência. É como nós humanos, né? A gente espera que nossos familiares saiam, voltem ao contexto familiar”, disse ao G1 a assistente social do hospital, Maquieli Casaril.

O voluntário Vagner Ribeiro contou que, apesar dos cuidados que estão recebendo, os cachorros estão se negando a comer por estarem deprimidos, com saudade da tutora. “Viemos aqui para dar uma manutenção neles, trocar a coleirinha, botar antipulgas, dar vermífugo para eles, manter a saúde deles boa”, disse Ribeiro.

“A gente reza muito que ela se recupere, até porque é uma saúde, é uma vida e esses cães aqui até ultimamente não têm comido. A gente vê vários pontos de ração aqui em volta do hospital, mas eles não comem, eles querem a dona deles”, completou o voluntário.

Roseli está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) desde que foi levada ao hospital, no dia 20 de julho.


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Cães abandonados ganham coleiras reflexivas para evitar acidente de trânsito em SC

Os cães abandonados de Xanxerê, no Oeste do estado de Santa Catarina, estão recebendo coleiras que refletem a luz de carros, para evitar que sejam vítimas de acidentes. Por ano, são distribuídas cerca de 300 faixas reflexivas.

Foto: NSC TV/Reprodução

“A gente percebeu que poderia ser bem útil no meio do trânsito. O intuito é de visualização desses cães por parte do motorista, que ele consiga desviar ou parar para evita um acidente”, explica o zootecnista e adestrador de cães, Vagner Pacheco Oliveira.

As coleiras ficam no carro dele e sempre que encontra um animal pela rua, coloca neles. As faixas são confeccionadas pela mãe do zootecnista, que mora em Pelotas (RS) e é costureira. Ela manda para ele pelos Correios. São feitas de duas partes de tecido, que quando unidas, se encaixam e não apertam, podendo ser retiradas facilmente.

“Os lares temporários estão esgotados. Não têm mais onde colocar esses animais. A gente precisa cuidar desses que andam na rua”, defende Vagner.

Fonte: G1


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