
A elefanta Dakshayani, de 88 anos.
Também conhecida como “Gaja Muthassi” (avó de elefante), a podre elefanta passou toda sua vida sendo explorada em um templo de Kerala, no sul da Índia. Segundo o Daily Mail, seu último suspiro foi dado na última terça-feira(5).
“Às 3 da tarde, um arrepio repentino passou através de sua grande estrutura começando da região da cabeça. Depois de alguns minutos, ela dobrou seus membros anteriores e se deitou. E foi isso”, disse T. Rajeev à AFP.
Existe um triste ranking que registra elefantes em cativeiros. O mais velho deles, reconhecido pelo Guinness World Records tinha 86 anos – Lin Wang, outro elefante asiático que morreu em 2003 em um zoológico de Taiwan.
Lamentavelmente, estes animais são explorados ou caçados em todo o mundo mas, na Índia, culturalmente eles são usados também em festividades, rituais e procissões.
Recentemente, em um festival de um templo no distrito de Palakkad, o elefante Ithithanam Vishnu Narayanan foi exibido durantes comemorações gravemente ferido em suas patas, o que viola as diretrizes para desfilar com os animais. Ainda assim, um mahouts (um cavaleiro, treinador ou guardião de elefantes) subiu no animal.

Ithithanam Vishnu Narayanan. Foto: Reprodução | New Indian Express
Conservacionistas da vida selvagem, como PS Easa criticaram a prática de manter elefantes em cativeiro e explorá-los independentemente de suas condições.