Cantor Ed Sheeran faz homenagem a seu gato após morte do animal

Ed Sheeran fez uma publicação no Instagram em homenagem ao gato Graham, que morreu após ser atropelado. O cantor publicou uma foto do animal, na qual ele aparece em cima de uma guitarra, com um coração partido na legenda.

Foto: Reprodução/Instagram/@teddysphotos

Quando o cantor precisava se ausentar, o gato ficava sob a responsabilidade de Liberty Shaw e do empresário de Ed, Stuart Camp. Foi Shaw quem deu mais informações sobre a morte do animal. As informações são do portal EOnline.

“Nosso amável pequeno broto, Baby Ba Boo, também conhecido como Graham, o gatinho, morreu ontem à noite depois de ser atropelado por um carro. Nós estamos absolutamente de coração partido. Ele era um cara tão legal. Engraçado, esperto e o melhor amigo de um enorme pastor alemão. Nós vamos sentir muito a sua falta. Obrigado por toda a diversão”, escreveu Shaw.

Foto: Reprodução/Instagram/@teddysphotos

Por estar fora de casa frequentemente, devido à sua profissão, Ed afirmou durante uma entrevista em 2014 ao Stars at Joiz que sentia falta de ver o gatinho crescendo.

Além de Graham, Ed também é tutor dos gatos Calippo e Dorito e sempre publica fotos dos animais em suas redes sociais.


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Número de orangotangos permanece estável, mas o cultivo do óleo de palma ainda é uma ameaça

Por Rafaela Damasceno

As taxas de sobrevivência dos orangotangos em florestas protegidas de Bornéu, ilha asiática do Arquipélago Malaio, são estáveis. Os números permaneceram praticamente os mesmos nos últimos 15 anos, segundo um estudo da World Wide Fund for Nature (WWF). Infelizmente, o número de orangotangos presentes nas áreas florestais onde o óleo de palma é cultivado caiu nesse mesmo período.

Um bebê orangotando na grama

Foto: Getty

A WWF está emitindo alertas de que a fabricação do óleo de palma pode ter um efeito devastador nos animais. Apesar disso, os esforços para manter os orangotangos protegidos parecem estar tendo um bom resultado: grandes extensões da floresta estão protegidas, e cerca de 70% da espécie vive nas reservas. Em duas áreas do país que foram protegidas, os números aumentaram em 600 animais em 15 anos.

Infelizmente, nas florestas onde se cultiva o óleo de palma, as áreas não são mais grandes o suficiente para abrigar os orangotangos. A Malásia é uma das maiores produtoras de óleo de palma, usado na fabricação de vários produtos (inclusive chocolates e batons). Ele vale muito dinheiro e é o produto agrícola mais exportado no sudeste asiático.

As árvores das florestas são cortadas e muitas vezes queimadas, o que acaba poluindo a área e devastando o habitat dos orangotangos.

É difícil substituir o óleo de palma na fabricação dos produtos, mas a WWF recomenda que as empresas procurem aqueles que são certificados pela Mesa Redonda do Óleo de Palma Sustentável. A organização também ajuda empresas a procurarem por óleo de palma que não foi cultivado através do desmatamento das florestas e morte dos orangotangos.


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Incêndio em pet shop mata mais de 30 cães e gatos no Japão

Um incêndio destruiu uma pet shop e matou mais de 30 animais, entre cachorros e gatos, no Japão. A loja atingida pelas chamas fica em Yashiro, na cidade de Gifu, e o caso aconteceu nesta sexta-feira (2).

Foto: Pixabay

O fogo foi descoberto por um dos familiares do proprietário da Pet Shop Amin. Morador de um imóvel localizado nas proximidades da loja, ele percebeu que o local sofria um incêndio por volta das 5h30 e acionou o Corpo de Bombeiros.

A pet shop fica em um sobrado de madeira de dois andares que foram completamente consumidos pelas chamas. As informações são da CBC TV e da CTV.

O Corpo de Bombeiros esteve no local e levou cerca de uma hora para conseguir apagar o fogo. Foram localizados oito focos de incêndio na loja. Apesar da ação dos bombeiros, não foi possível salvar a vida dos mais de 30 animais que estavam no local. Não houve vítimas humanas.

A corporação acredita que o fogo tenha se iniciado no primeiro andar, já que essa foi a área da loja que sofreu maior destruição. A causa do incêndio será investigada por peritos e pelo Corpo de Bombeiros.

Os bombeiros perceberam que o primeiro andar queimou mais, por isso, levam em consideração que tenha começado nesse piso.


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Mais de 2.400 ovelhas morrem de calor em navio até o Oriente Médio

Por Rafaela Damasceno

A exportadora Emanuel Exports e seus dois ex-diretores estão sendo acusados de maus-tratos aos animais depois que mais de 2.400 ovelhas morreram de calor em uma viagem até o Oriente Médio, em agosto de 2017.

Ovelhas mortas em um lugar imundo

Foto: Animal Australia

A empresa foi acusada por violar as leis de bem-estar animal e perdeu sua licença de exportar animais vivos no ano passado. A infração cometida foi transportar animais de uma maneira que gerou danos desnecessários. A pena para esse tipo de crime é uma multa de 50.000 dólares (187.500 reais) ou 5 anos de prisão.

A investigação pelas autoridades federais começou no começo de 2018 e foi motivada por um relatório entregue ao departamento de agricultura federal, que mostrava taxas de mortalidade acima do permitido. Dois meses depois, o governo também estabeleceu uma suspensão das exportações de animais vivos para o Oriente Médio no verão.

A partir de agora, as próximas exportadoras deverão apresentar um gerenciamento térmico e um observador independente deverá acompanhar todos os navios de exportação.

Imagens feitas por aqueles que denunciaram mostram as ovelhas a bordo do Awassi Express, o navio que transportava as 2.400 que morreram, ofegando por ar. Elas estavam aflitas e presas em gaiolas.

Depois de ver o vídeo, a veterinária Lynn Simpson declarou que elas estavam morrendo devido o calor. “Esses animais estão cozinhando ainda vivos!”, disse, ao Fairfax Media.

Segundo ela, as imagens mostram que é impossível transportar animais vivos, principalmente nos climas mais quentes, sem crueldade.


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ONG denuncia parque aquático de Portugal por maus-tratos a animais

O parque aquático Zoomarine, localizado em Albufeira, em Portugal, está entre os 12 zoológicos e parques aquáticos denunciados por maus-tratos a animais. A denúncia foi feita pela organização intencional de defesa animal World Animal Protection.

Para elaborar um relatório sobre os maus-tratos, membros da entidade assistiram aos espetáculos oferecidos pelos zoológicos e parques aquáticos. A World Animal Protection pede que os turistas tomem “uma posição, não visitando nem apoiando estes locais”.

Golfinhos são explorados para entretenimento humano e forçados a aprender truques anti-naturais (Foto: Pixabay/Ilustrativa)

“No Zoomarine, em Portugal, os treinadores sobem em cima do dorso dos golfinhos e surfam na água. O espetáculo também inclui os golfinhos puxando um pequeno barco onde estão crianças”, denuncia o documento ao relatar os abusos aos quais os animais são submetidos.

De acordo com a ONG, “muitos dos comportamentos apresentados como ‘brincadeiras’ durante o espetáculo são na verdade manifestações de agressividade ou perturbação”. A entidade lembrou ainda que, além dos maus-tratos impostos aos animais, o contato direto com os visitantes pode sugerir que a interação com golfinhos “é completamente segura para os humanos”, mas que, na verdade, tratam-se de “animais selvagens incrivelmente fortes que, quando perturbados, podem ser um risco para a segurança das pessoas”.

A World Animal Protection lembrou também que aprisionar animais em cativeiro sob a alegação de promover conservação ambiental não é argumento porque a maior parte das espécies mantidas em aquários não está ameaçada de extinção. O cativeiro, continua a ONG, é uma “severa restrição ao bem-estar” dos animais e o treino ao qual eles são submetidos é feito com “métodos controversos”, como a “retirada de comida e estímulo social aos golfinhos para depois os usar como recompensas”.

Dentre as “atividades e exibições cruéis e degradantes” denunciadas pela entidade, estão “leões e tigres fazendo truques e acrobacias em palco”, elefantes sendo forçados a transportar turistas e macacos “explorados como adereços fotográficos”.

“Os locais incluídos nestes casos de estudo não representam os piores jardins zoológicos do mundo”, segundo a ONG, mas fazem parte da Associação Mundial de Zoológicos e Aquários, que não está cumprindo suas diretrizes, apesar de alegar que desejam “ser modernos e favoráveis ao bem-estar animal”.

O parque aquático Zoomarine foi procurado pela agência Lusa para se pronunciar sobre o caso, mas preferiu não emitir qualquer posicionamento.


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Protetora pode construção de hospital veterinário público na Zona Sul de SP

Foto: Pixabay

A bibliotecária e protetora de animais Claudia Chamas criou um abaixo assinado solicitando a construção de um hospital veterinário público na Zona Sul de São Paulo. Ela afirma que a região possui muitas demandas de protetores e nenhuma unidade pública para supri-las.

Segundo Claudia, o pedido foi feito durante o período eleitoral ao deputado estadual Bruno Ganem (PODEMOS) e finalmente oficiado ao prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), no dia 16 de abril. Desde então o trâmite segue lento e sem prazo de conclusão. A petição online criada por Claudia já alcançou mais de 6 mil assinaturas e está endereçada à Prefeitura Regional Santo Amaro e à Prefeitura de São Paulo.

Para a protetora, a construção do hospital vai atender aos anseios de todos que lutam pela proteção animal nos bairros da Zona Sul. “Há muitos animais nas ruas e a prefeitura não dá conta, assim são formados os grupos de protetoras que precisam de apoio. Eles estão esgotados fisicamente, psicologicamente por verem tantos abandonos e não poderem cuidar com mais eficiência, portanto esgotas financeiramente também”, disse em entrevista à ANDA.

Claudia reforça ainda que a construção da unidade de saúde faz parte do compromisso legal de guarda responsável dos animais que habitam a cidade e estão em situação de abandono. “Além das ONGs, que organizam para cobrir as necessidades da sociedade, há protetoras com suas casas lotadas de cães ou gatos, sem apoio nenhum, apenas gastos, em hospitais que extorquem, diárias de 200 a 300 reais, medicações caríssimas, e quem não paga em uma situação de emergência?”, questiona.

E completa: “clinicas populares estão lotadas e a principal solução que é a castração. Os mutirões demoram para acontecer ou ainda são trabalhos que muitos duvidam da eficiência, devido ao imediatismo e a ausência monitoramento adequado dos animais antes e pós cirúrgico”, concluiu.

Para assinar a petição clique aqui.


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Universidade de Brasília ofertará disciplina de direitos animais

Por Rafaela Damasceno

Direito animal é o nome da nova matéria da Universidade de Brasília (UnB). A disciplina é aberta também à comunidade e abordará tanto o aspecto acadêmico quanto o ativista.

Uma mão humana e uma pata de cachorro se tocando

Foto: Jennings Wire

“Pela primeira vez a Universidade de Brasília chega com a oferta de uma disciplina para tratar os direitos animais no primeiro plano. Ou seja, pelo fundamento dos direitos animais. Geralmente você tem essa disciplina dentro de conteúdos de direito ambiental. Mas uma disciplina exclusiva para pensar o direito animal, assim como a gente já pensa, por exemplo, os direitos humanos, é a primeira vez”, explicou a Vanessa Negrini, professora de Comunicação Organizacional da Faculdade de Comunicação da UnB.

A ideia da criação da disciplina partiu dela, em sua tese de doutorado, onde falou sobre direito animal e comunicação, e já está sendo um sucesso: há 70 vagas para os alunos e 30 vagas para a comunidade, e o número de interessados ultrapassou 100 pessoas. Há uma lista de espera, caso algum inscrito desista, segundo o Tarde Nacional – Brasília.

A disciplina foi criada pela primeira vez na Universidade de São Paulo (USP), no começo deste ano.


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Vereador quer proibir uso de penas e plumas de origem animal em SP

Por David Arioch

“As agremiações carnavalescas deverão usar materiais sintéticos, sem o uso de penas e plumas advindas de animais”, reforça Giannazi (Foto: Reprodução)

Uma proposta legislativa apresentada pelo vereador Celso Giannazi (PSOL) quer proibir o uso de penas e plumas de origem animal em São Paulo.

Caso o Projeto de Lei 459/2019 seja aprovado, a fiscalização deverá ser feita pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente. Em caso de infração, as multas podem variar de R$ 5 mil a R$ 2 milhões.

Os valores arrecadados serão direcionados ao Fundo Especial do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, visando principalmente atividades de educação ambiental nas unidades escolares da cidade.

“As agremiações carnavalescas deverão usar materiais sintéticos, sem o uso de penas e plumas advindas de animais”, reforça Giannazi.

O vereador lembra que na Câmara dos Deputados também está em andamento o Projeto de Lei 1097/2019, de autoria de Célio Studart (PV-CE), que visa proibir a comercialização de penas e plumas de origem animal.

“Opções sintéticas podem evitar que os animais sejam submetidos à crueldade, uma vez que os métodos de retirada das penas mais comumente utilizados são cruéis”, acrescenta o vereador.


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Youtuber agride cão e posta vídeo na internet

Foto: YouTube/Reprodução

Foto: YouTube/Reprodução

Os usuários da rede social de vídeos estão sendo incentivados a denunciar um canal no Youtube que mostra vídeos de um filhote de cachorro sendo agredido e mordido por seu tutor.

Um vídeo contendo imagens fortes do youtuber batendo em seu animal doméstico foi visualizado milhares de vezes nas redes sociais.

O ator e comediante Ricky Gervais disse que quer “partir sua cara” (do Youtuber) depois de ser marcado na filmagem, enquanto outros descreveram como “horrível” e “covarde”.

Compartilhando o vídeo, um usuário do twitter, que usa o nome de Doodah-Doodah na rede social, escreveu: “Não tenho mais ideia do que dizer e me sinto muito impotente perante essas imagens. Eu poderia pedir às pessoas para denunciar o canal dele, mas quem sabe o que ele poderia fazer com o cachorro depois disso. Imagine viver com medo o tempo todo ou pensar que é assim que os humanos demonstram afeição. Estou arrasado”.

O site coreano Koreaboo identificou o youtuber conhecido como Sseungnyangie e disse que não é a primeira vez que ele atrai atenção por seu comportamento.

Ele já foi denunciado por abuso de animais várias vezes desde 2017.

O site diz que a polícia foi enviada ao seu apartamento depois que um espectador preocupado reclamou.

Ele foi declaradamente agressivo com oficiais e ainda reclamou quando eles saíram

O Koreaboo afirma que ele disse aos espectadores: “Eu posso fazer o que quiser, o cachorro é meu. Eu avisei vocês. Eles não podem fazer nada comigo se quiser bater no cachorro”.

Foto: YouTube/Reprodução

Foto: YouTube/Reprodução

O canal não foi excluído, mas ao que parece, alguns vídeos foram removidos.

Acredita-se que o cão foi resgatado pelas autoridades.

Vídeos compartilhados em mídias sociais parecem mostrar o mesmo filhote sendo transportado para longe da casa do youtuber.

Foto: YouTube/Reprodução

Foto: YouTube/Reprodução

O tweet foi correspondido a uma conta no Instagram chamada Catchdog, que foi informada do canal de vídeos abusivos há dois dias.

Uma foto compartilhada em seu Instagram hoje parece mostrar o mesmo cão seguro e bem em sua sede.

O post foi recebido com uma efusão de elogios com as pessoas agradecendo-lhes por salvar o cão do que foi descrito como “um monstro descontrolado” nos comentários.

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Cachorro acorda família para avisar que gatinho pede ajuda do lado de fora

Courtesy photo | The Dodo

Courtesy photo | The Dodo

O desfecho feliz dessa história poderia ter um final tragicamente diferentes se não fosse por esse cachorrinho alerta e solidário chamado Max.

Nas primeiras horas da última sexta-feira de manhã, enquanto sua família já estava deitada provavelmente dormindo em suas camas, Max foi acordado por um som que não pôde ignorar. Saindo de dentro da quietude da noite do lado de fora da porta da frente da casa da família, vinham os gritos de um gato aflito.

E para Max, isso exigia extrema ação.

“Ele começou a latir sem parar”, disse Laylany, tutor de Max, ao The Dodo. “Ele continuou arranhando a porta incansavelmente.”

Percebendo que algo deveria estar errado, a família do cachorro se levantou para checar.

Eles abriram a porta da frente e descobriram um gatinho perdido cuja cabeça estava presa em uma sacola de comida.

Ela por procurou ajuda e encontrou no Max.

“A pobre gatinha estava sufocando, mas de alguma forma conseguiu encontrar o caminho para a nossa porta”, disse Laylany. “Meu pai se aproximou e tirou a sacola da cabeça dela.”

O momento foi registrado no vídeo abaixo:

Depois, a gatinha correu para a noite – graças, em grande parte, à insistência de Max de que sua família acordasse para ajudá-la.

“Ele é um herói”, disse Laylany, “porque se não fosse por ele latir, nunca saberíamos que o gato estava precisando de ajuda.”

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