Cão resgatado após ser jogado de carro em movimento busca um lar em SP

O cachorro da foto é o Igor. Ele tem 5 anos, é vacinado e castrado e está para adoção em São Paulo. Igor foi jogado de um carro em movimento na rua e resgatado todo machucado.

Ele é sociável com fêmeas, adora gatos e crianças. Devido ao trauma que sofreu e à personalidade que tem, ele não pode ser instigado a ficar muito agitado porque isso o deixa ansioso e bravo. Igor sabe os comandos deita e senta e preciso passear todos os dias para gastar energia.

É importante que a pessoa interessada em adotá-lo saiba que quando ele anda de carro não para de chorar achando que vai ser abandonado.

Só será doado para local seguro, com muros altos, sem acesso à rua e para uma família que tenha condições de cuidar muito bem dele e com muito amor.

Adoção mediante preenchimento de questionário e entrevista.

Interessados devem entrar em contato com Barbara Juliana pelo WhatsApp: (11) 98108-2884.


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Autoridades apreendem 125 kg de chifres de rinoceronte no Vietnã

Autoridades do Vietnã apreenderam 125 quilos de chifres de rinoceronte. Pelo menos 55 peças foram encontradas após serem escondidas em gesso no Aeroporto Noi Bai, de Hanói. A apreensão foi feita na última quinta-feira (25), mas o caso só foi divulgado neste domingo (28).

Foto: Reprodução / Pixabay / Ilustrativa

“Precisamos de metade do dia para tirá-los de onde estavam escondidos”, disse uma fonte de segurança à AFP.

No mesmo dia em que os chifres foram encontrados, três pessoas foram presas por envolvimento num caso em que corpos congelados de tigre foram localizados em um veículo parado em um estacionamento.

Partes de animais silvestres, como chifres de rinoceronte e de elefante, são vendidas dentro do Vietnã e enviadas para a China. Os produtos costumam ser usados, em muitos casos, na medicina tradicional. Não há, no entanto, nenhum estudo científico que comprove qualquer benefício dessa prática cruel que tira a vida de inúmeros animais.

As autoridades vietnamitas lutam contra o tráfico de partes de animais, mas o comércio, que chega a lucrar até 60 mil dólares por quilo de chifre, persiste.


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Cadela viaja de carro pelo mundo na companhia da tutora

Nina é a companheira de aventuras de sua tutora. A bordo de um carro, as duas já passearam pelos estados do Pará, do Paraná e do Mato Grosso do Sul, foram até a cidade Las Vegas, conheceram o Grand Canyon, e estiveram na Rota 66, que liga Chicago à Califórnia, nos Estados Unidos.

Foto: Arquivo Pessoal

Atualmente, a dupla mora em Palmas (TO), para onde se mudaram há cerca de um ano. O lar, no entanto, rapidamente dá lugar ao carro quando Nina ouve a palavra “viagem”. As palavras da tutora, a veterinária Ana Cláudia Lehmann, animam a cadela, que imediatamente corre para o banco de trás do veículo.

As viagens são bem planejadas para dar conforto e segurança à cadela. Ana Cláudia providenciou uma caixa de transporte, usada em avião, que não pode ter rodinhas e nem exceder 7 kg, e um cinto de segurança próprio para animais que fica preso à coleira e permite que Nina fique dentro do veículo sem risco de acidente.

“Eu me preocupei na questão de sempre ter tudo em mãos dentro da viagem. Tudo o que é necessário para eles. Além de alimentação, hidratação, uma guia, coleira adequada para a gente poder utilizar nas paradas, cinto de segurança, caixa de transporte. Então eu sempre tive bastante cuidado em proporcionar para ela o maior conforto e segurança em todas as viagens”, contou Ana Cláudia, em entrevista ao G1.

Foto: Arquivo Pessoal

A veterinária lembrou, porém, que nem todo cachorro gosta de andar de carro. “Nem todos os cães, eles têm essa habituação a andar de carro. Como eu falei, a Nina eu preparei. E o que eu digo para todos os tutores é: prepare o seu cão para tudo o que for futuro na vida deles. Se o futuro for viajar de avião, prepare para ele estar habituado a viagens de avião. Se for viajar de carro, então prepare para viagens de carro”, disse.

As regras de segurança respeitadas pela veterinária são importantes para proteger o animal e os ocupantes do veículo e não podem ser descumpridas, conforme explicou o superintendente da Polícia Rodoviária Federal do Tocantins, Hallysson Melo.

Foto: Arquivo Pessoal

“De jeito nenhum, o animal no colo do condutor. No colo do condutor é uma infração. Seja entre os seus braços ou entre ele e a porta. Não pode também o animal solto, também é uma infração de trânsito. A pessoa perde a atenção ali. O cão pode se movimentar, vir para cima dele”, afirmou.

Motoristas flagrados dirigindo com animal solto no veículo são punidos com 3 pontos na CNH e multa de R$ 88,38. Se o animal estiver no colo do condutor do carro, a punição é uma multa de R$ 130,16 e 4 pontos. Caso o animal esteja solto na carroceria do automóvel, são aplicados 5 pontos na carteira e multa de R$ 195,23.


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Cão rejeitado por ser preto e adulto busca um lar na região de Campinas (SP)

O cachorro da foto é o Shubaca. Depois que os amigos caninos dele foram adotados, ele acabou ficando sozinho no abrigo. A protetora que está buscando um lar pra ele acredita que ele esteja sendo rejeitado pelos adotantes por ser preto e adulto.

Shubaca é dócil, tem porte médio (15kg), está castrado e vacinado. Está para adoção responsável em Campinas (SP) e região. Interessados em adotá-lo devem entrar em contato com Ana Cavalcanti pelo 19 99817.3741 (WhatsApp).


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Vaca deficiente salva de matadouro precisa de ajuda para a compra de uma prótese

Foto: Arquivo pessoal

A história do projeto Amor pela Vida é uma história de amor e luta pelo reconhecimento dos direitos animais. Criada pela auxiliar veterinária Denise Berdinai e o tradutor Javier Ramos, a iniciativa acolhe atualmente mais de 20 animais, entre aves, cães, equinos e bovinos em um sítio na cidade de Socorro, no interior de São Paulo.

As dificuldades são muitas e as lutas infinitas. Além de preocupação diária com os cuidados básicos com os animais como alimentação, higienização e despesas veterinárias, o projeto abriga há três meses uma hóspede muito especial: uma bezerrinha deficiente resgatada de um matadouro. Carinhosamente chamada de Pitanga, ela tem apenas um ano, mas uma longa jornada de superações.

Foto: Arquivo pessoal

Pitanga foi resgatada quando tinha apenas nove meses de vida. Ela possui uma deformidade em uma das patinhas traseiras e como não poderia ser explorada para a indústria leiteira, seria vendida a uma frigorifico por apenas R$ 50. Voluntários da causa animal foram alertados que a bezerra seria condenada à morte e reuniram esforços para resgatá-la. Após ser salva, Pitanga foi levada para o sítio do Amor pela Vida.

Lá, ela encontrou amor, conforto e segurança, mas seu bem-estar ainda está comprometido. Uma das patinhas traseiras de Pitanga é curvada para trás, em formato de foice. Esta limitação faz com que todo peso da bezerra fique concentrado em apenas uma pata, o que ocasiona o risco de fraturas e muitas dores. Ela precisa ser submetida a uma cirurgia e depois precisará do uso de uma prótese produzida especialmente para sanar suas necessidades.

Foto: Arquivo pessoal

Pitanga receberá atendimento veterinário especializado na Universidade de São Paulo (USP), mas para isto será necessário angariar fundos para quitar as despesas de transporte, cirurgia e a prótese. Para ajudar na captação de recursos foi criada uma campanha de financiamento coletivo na plataforma Vakinha. É possível doar com dinheiro ou cartão de crédito. O valor estimado para suprir todo o processo é de R$ 20 mil.

Denise Berdinai explica que é muito importante que a cirurgia seja feita o quanto antes. “Essas intervenções devem ocorrer agora enquanto ela ainda é pequena, pois a cada dia que ela está sem a prótese para a melhor distribuição do peso corporal e sem as devidas correções, os problemas de saúde aumentam e a estrutura óssea e articular são comprometidos com desgastes, artrose, artrite, compressão medular e após esses problemas adquiridos será tarde demais”, disse em entrevista à ANDA.

E completa: “ao atingir o peso adulto ela pode não suportar, apesar de estar clinicamente bem, se alimentando, caminhando, mesmo com dificuldade, ela já demonstra a olho nu a sobrecarga sobre os três membros que ainda estão funcionais. Estas intervenções precisam acontecer em no máximo dois meses para frear os danos e amenizar as dores e desconfortos”, afirma.

Para ajudar a bezerrinha Pitanga clique aqui e faça sua doação.

O projeto também precisa de ajuda para alimentar os animais acolhidos, construção de baias e piquetes, veículos de transporte adaptados e contribuições para a compra de um sítio definitivo para a criação do santuário. Atualmente o Amor pela Vida está em uma propriedade alugada e isso dificulta a expansão das atividades.

Foto: Arquivo pessoal

“Nosso maior sonho além de ver a Pitanga ter sua perninha restaurada através da prótese é poder comprar o sítio que é alugado para a construção do santuário Amor pela Vida, para atender os animais de grande porte e desenvolver nossos projetos de sustentabilidade e ecologia. Por termos que pagar aluguel já tivemos que nos mudar com os animais resgatados 11 vezes e isso é estressante e cansativo tanto para os animais quanto para nós, que não temos voluntários. Por isso é tão importante comprar o sítio para continuar desenvolvendo este trabalho que é feito com muita seriedade e com a estrutura da forma que os animais precisam”, concluiu Denise.

Quer conhecer mais sobre o Amor pela Vida? Acompanhe a página do projeto no Facebook clicando aqui.


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Cães esperam por tutora internada há uma semana em frente a hospital

Dois cachorros esperam há uma semana pela tutora em frente ao Hospital São Paulo, em Xanxerê (SC). Roseli vive em situação de rua com os animais, que são seus companheiros.

Foto: Reprodução/NSC TV

O caso comoveu a comunidade e os funcionários do local, que acionaram uma ONG de proteção animal para pedir ajuda. Desde então, voluntários da entidade passaram a ir ao hospital diariamente para cuida dos cães.

“Chamou a atenção porque eles estavam querendo adentrar na porta de emergência. É como nós humanos, né? A gente espera que nossos familiares saiam, voltem ao contexto familiar”, disse ao G1 a assistente social do hospital, Maquieli Casaril.

O voluntário Vagner Ribeiro contou que, apesar dos cuidados que estão recebendo, os cachorros estão se negando a comer por estarem deprimidos, com saudade da tutora. “Viemos aqui para dar uma manutenção neles, trocar a coleirinha, botar antipulgas, dar vermífugo para eles, manter a saúde deles boa”, disse Ribeiro.

“A gente reza muito que ela se recupere, até porque é uma saúde, é uma vida e esses cães aqui até ultimamente não têm comido. A gente vê vários pontos de ração aqui em volta do hospital, mas eles não comem, eles querem a dona deles”, completou o voluntário.

Roseli está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) desde que foi levada ao hospital, no dia 20 de julho.


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Tartarugas são encontradas presas em linhas de pesca em Arraial do Cabo (RJ)

Duas tartarugas foram encontradas com linhas de pesca presas aos seus corpos na orla da Praia do Pontal, na cidade de Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro.

Foto: Renatinho Vianna / Arquivo Pessoal

O prefeito do município, Renatinho Vianna, passava pelo local na companhia do coordenador de esportes da cidade, Luciano Ralf, quando encontrou os animais. O caso aconteceu na manhã de sexta-feira (26).

Com a ajuda de Ralf, o prefeito usou uma faca e pedaços de caco de vidro encontrados no local para retirar as linhas que prendiam as tartarugas. Após o resgate, os animais foram soltos na praia.

Em um vídeo divulgado por Renatinho, ele alega ter ficado feliz com o resgate, mas triste por saber que as tartarugas poderiam ter morrido se não tivessem recebido ajuda.

“Foi um momento de tristeza e alegria ao mesmo tempo. Tristeza por encontrar as tartarugas ali abandonadas a própria sorte e a alegria de termos encontrado esses animais a tempo de poder salva-los, então ficamos com a sensação de alívio e dever cumprido”, disse ao G1.

Renatinho afirmou que é crucial que a população tenha consciência sobre a importância da vida marinha e de sua preservação. O prefeito disse ainda que as pessoas precisam ter responsabilidade pelos seus atos.

O caso está sendo investigado pela Secretaria do Meio Ambiente de Arraial do Cabo.


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Cão que espera por adoção há quase 2 anos busca uma família em Campinas (SP)

O cachorro das fotos é o Pirata. Ele é porte pequeno (10 kg), super dócil, carinhoso e amoroso! Gosta de brincar, mas é mais na dele. Se dá bem com outros cachorros e está à procura de um lar em Campinas (SP). Se você estiver procurando uma companhia para sua vida, olhe pra este menino! Ele já sofreu muito, foi resgatado em dezembro de 2018 da casa de um acumulador. Dos 36 animais resgatados na época, apenas ele não foi adotado ainda.

Ele já está vermifugado, vacinado e castrado! Tem aproximadamente 3 anos.

Para adotar basta entrar em contato pelo e-mail: adote@operacaoresgatecampinas.com.br.


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Animais não conseguem se adaptar rápido para acompanhar as mudanças climáticas

Por Rafaela Damasceno

Animais como cervos e pegas (uma espécie de pássaro) não são capazes de se adaptar com rapidez suficiente para acompanhar as mudanças climáticas, segundo cientistas.

Um passarinho na natureza

Foto: Press Association

Algumas espécies respondem ao aumento de temperatura, adaptando seus corpos para que possam sobreviver. Mas uma pesquisa descobriu que talvez essas mudanças não ocorram rápido o bastante para garantir a persistência de alguns animais a longo prazo.

A pesquisa foi publicada na Nature Communications e explica que os momentos do ciclo de vida das espécies (fenologia), como migração e criação, são incompatíveis com o clima atual. Os animais podem reagir alterando suas fenologias, mas apenas se houver variação genética suficiente em seu comportamento ou desenvolvimento.

Uma equipe de cientistas revisou 10.090 resumos científicos e extraiu dados de 71 estudos publicados de 17 espécies em 13 países, para avaliar as respostas dos animais em relação às mudanças climáticas. Eles focaram nas aves, porque dados completos sobre outros grupos de animais eram escassos.

Eles comprovaram que as espécies podem permanecer em seus habitats de origem, desde que acompanhem o aquecimento da região. Infelizmente, isso é improvável. “Mesmo as populações que estão passando por mudanças adaptativas estão fazendo isso em um ritmo que não garante sua persistência”, explicou um dos autores da pesquisa, Alexandre Courtiol.

Eles temem que o processo de adaptação das espécies atualmente ameaçadas de extinção seja ainda mais lento, o que não garantiria suas sobrevivências no futuro.


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Caçadores de troféu posam para foto ao lado de urso polar morto

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

Fotos de caçadores de troféus com os corpos de ursos polares mortos estão sendo usadas para anunciar excursões de caça que custam milhares de dólares, com “altas taxas de sucesso e boa qualidade de troféu” prometidas.

Em viagens de caça organizadas com o propósito de matar uma espécie específica para adicionar à sua “coleção”, os caçadores sedentos de sangue perseguem a enorme presa seu habitat natural, que se torna um alvo fácil.

Muitas vezes, os caçadores de troféus removem as partes do corpo do animal derrotado, às vezes transportando-os ilegalmente para o Reino Unido ou EUA para serem preservados e exibidos em suas casas.

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

Especialistas revelam que em torno de 5 mil animais foram mortos “por esporte” no círculo polar ártico nos últimos anos.

Desde 1995, houve 17 tentativas de importar “troféus” de ursos polares para o Reino Unido, relata o The Mirror.

Acredita-se que um aumento no número de empresas especializadas em caça que oferecem viagens para a região do Círculo Polar Ártico diretamente acima do Canadá para clientes no Reino Unido, nos EUA e na China tenha levado ao aumento da tendência preocupante.

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

Eduardo Gonçalves, fundador da Campanha de Proibição da Caça ao Troféu, disse ao The Mirror: “É bem sabido que os ursos polares estão em sério risco de extinção devido à mudança climática”.

“Se quisermos vê-los sobreviver, precisamos parar com esse massacre sem sentido.”

“O governo deve proibir imediatamente a importação de todos os troféus de caça”.

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

Segundo informações do Daily Mail existem vários sites que oferecem a “oportunidade única” de caçar as criaturas majestosas.

Um operador de caça, que declara ter trabalhado com caça polar por 30 anos, explica que usa “sistemas de cotas” implantados pela população inuíte local para atender às necessidades de caça daqueles que estão dispostos a pagar.

O preço publicado para um americano matar um urso polar durante uma excursão de 12 dias é listado como £ 845 (cerca de 1000 dólares) – adicional ao preço da caça listada em £ 36.000 (cerca de 44 mil dólares).

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

O site anuncia a caça como sendo feita com “tendas de parede aquecidas e acampamentos avançados” e oferece um “guia de ursos polares inuit acompanhado de uma equipe de cães durante toda a caçada”.

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

Um taxidermista para o “troféu” do cliente, no caso o urso assassinado, também é recomendado pelo site que escreve: ”o couro do ‘seu’ urso polar, assim como o crânio e osso de baculum serão enviados congelados para um recomendado taxidermista canadense para serem polidos e limpos adequadamente”.

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

Os ursos polares são classificados como “vulneráveis” pela World Wildlife Foundation, que acredita que existam entre 22 mil e 31 mil indivíduos da espécie restantes na natureza.

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