Ursa “rouba” tigela de ração de cachorro para alimentar seus bebês

Foto: Elizabeth Loflin/Storyful

Foto: Elizabeth Loflin/Storyful

Uma mamãe ursa, desafiadora e corajosa, enfrentou uma família cujos gritos assustados espantaram seus três filhotes que correram de volta à floresta ao serem descobertos andando tranquilamente pela varanda da residência que fica na Carolina do Norte, EUA – e então a ursa roubou a tigela do cachorro cheia de comida e levou embora.

O momento em que os ursinhos curiosos passeavam pelo quintal da casa da família Loflin, em Banner Elk, foi filmado em vídeo minutos depois do cachorro começar a latir e implorar para deixarem ele entrar de volta.

Elizabeth Loflin disse que o incidente, em 18 de julho, aconteceu por volta das 3:30 da tarde – e ela não tinha conhecimento dos visitantes inesperados até que eles deixaram o cão sair para o quintal.

“No segundo em que ele saiu, ele começou a latir e implorar para entrar de volta. Achamos aquilo estranhamo, mas nem cinco minutos depois, uma mamãe ursa e três filhotes sobem na nossa varanda e roubam comida de cachorro”, disse Loflin.

No vídeo, a mãe caminha pela varanda dos fundos da casa da família, seguida por seus três filhotes.



A mãe imediatamente fareja alguns alimentos para cães que estão próximos e mergulha diretamente na direção da comida.

De dentro de casa, um homem tenta espantar os ursos gritando e fazendo barulhos altos.
Isso assusta a família de ursos momentaneamente, fazendo com que eles debandem.

Os filhotes, em seguida, seguem em direção a um caminho para a floresta nas proximidades, mas a mãe urso certifica-se de pegar a tigela de comida de cachorro antes de correr atrás de seus bebês.

Foto: Elizabeth Loflin/Storyful

Foto: Elizabeth Loflin/Storyful

Rindo, a família assiste enquanto os ursos desaparecem na floresta.

“Não importa!”, o homem diz de dentro da casa referindo-se a tigela.

Thomas Loflin disse à WSOCTV: “Eu achei a cena incrível. As pessoas imaginam que, no lugar onde vivemos, em meio a natureza e os animais selvagens, você os veria o tempo todo, mas isso é muito mais raro do que você pensa”.

A Carolina do Norte Wildlife Commission relata que os ursos são comuns na Carolina do Norte.

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Reino Unido pretende cortar o consumo de carne e laticínios de 50% até 2030

Foto: Adobe

Foto: Adobe

O Reino Unido deve reduzir seu consumo de carne e laticínios em 50% até 2030, conforme informações divulgadas por membros do parlamento do bloco de países no início desta semana.

A Aliança Eating Better (Comendo melhor, na tradução livre), formada por mais de 60 organizações, incluindo a Compassion in World Farming e a WWF, apresentou um relatório aos políticos, empresas e ONGs em Westminster, Inglaterra.

Segundo o lema da Aliança, “Melhor pela metade: um roteiro para menos e melhor carne e laticínios”, a iniciativa fornece “ações para ajudar a criar o ambiente certo para as pessoas se alimentarem melhor, de forma que elas façam bem para elas mesmas e para o planeta”.

Mudando hábitos alimentares

A Aliança Eating Better diz que o momento para agirmos e passarmos a comer “menos carne e laticínios e melhorar a qualidade da alimentação com vegetais” é bem evidenciado, citando o impacto nocivo que a criação de animais tem no planeta.

“O valor de diversificar a alimentação incluindo mais vegetais, grãos integrais, nozes, sementes e leguminosas é claro. Mas nem sempre é fácil para as pessoas fazerem boas escolhas alimentares. A aliança Eating Better entende que este é um desafio complexo que ninguém consegue por conta própria”, acrescenta.

A iniciativa identificou 24 ações voltadas para o governo, serviços alimentares, varejo, produtores de alimentos e investidores, dizendo que “fornecer o ambiente certo” será mais eficaz para fazer as pessoas mudarem a maneira de comer, do que “dizer às pessoas o que podem e não pode comer “.

Opções alimentares

“Sabemos que, onde vivemos, o trabalho desempenha um grande papel em nossa saúde e bem-estar. As crianças das áreas mais pobres, com os ambientes alimentares menos saudáveis, têm duas vezes mais chances de serem obesas do que suas contrapartes mais ricas”, disse Shirley Cramer da Royal Society for Public Health (Sociedade Real para Saúde Pública) disse em um comunicado.

“É vital que tenhamos políticas nacionais e locais robustas para melhorar o meio ambiente, para que a opção alimentar padrão seja saudável. Somente então começaremos a enfrentar nossas crescentes desigualdades em saúde.”

Comer de forma mais sustentável

“A Aliança Eating Better tem sido encorajada e apoiada por recentes anúncios do governo do Reino Unido. Eles estabeleceram uma legislação para o bloco de países com o objetivo de contribuir com zero emissões de gases de efeito estufa até 2050 e anunciaram uma revisão independente para informar uma Estratégia Nacional de Alimentos”, disse Simon Billing, executivo Diretor do Eating Better.

“Nós da Aliança estamos ansiosos para ver esses compromissos se tornarem ações, pois há um sentimento de que o governo ficou para trás dos consumidores, produtores e empresas de alimentos por muito tempo. Eles precisam estar à mesa para criar o ambiente certo para as pessoas comerem de forma mais sustentável”.

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Cachorro morre após ser exposto ao sol e calor por passeador de cães

Foto de Speedy hospitalizado | Foto: Medivet

Foto de Speedy hospitalizado | Foto: Medivet

Um cachorro doméstico da raça galgo morreu depois que um passeador de cães o levou para sair no sol escaldante do meio-dia enquanto seu tutor estava viajando.

Speedy começou a ofegar sofregamente durante a caminhada na terça-feira à hora do almoço, e sua temperatura corporal subiu para 43°C.

Mais tarde, naquela noite, ele sofreu uma convulsão e foi levado para a clínica veterinária Medivet em Hampstead, Londres (Inglaterra), onde recebeu pulverizações de água fria e foi colocado no soro intravenoso, antes de ser transferido para o Royal Veterinary College.

Um porta-voz da Medivet disse ao Daily Mail que o cão morreu de insuficiência renal e insolação extrema nesta manhã.

A tutora de Speedy, Karen Pierce, disse que não era culpada pelo que houve.

Ela disse ao Metro: “Speedy estava sob os cuidados de um passeador de cães enquanto estou no exterior”.

“Speedy não deveria ter sido exposto à altas temperaturas, pois ele é particularmente sensível ao calor”.

“Ele foi transportado em uma van com vários outros cães cujas temperaturas do corpo devem tê-lo feito sofrer terrivelmente.”

Speedy primeiro começou a ofegar e mostrar sintomas de insolação depois que ele foi levado para uma caminhada no calor do meio do dia.

Mais tarde ele entrou em colapso e teve um ataque (convulsão).

A equipe da Medivet em Hampstead, Londres, tratou o cachorro com água fria e o colocou no soro imediatamente.

Mas logo perceberam que sua condição era muito pior do que eles imaginavam.

O cachorro precisava de uma transfusão de sangue, então eles o levaram para o hospital de animais de emergência mais próximo.

Especialistas em Hendon, em Londres, continuaram a resfriá-lo em uma tentativa de impedir que seus órgãos começassem a falhar

E ele foi colocado na UTI durante a noite com um suporte de enfermagem um-para-um (acompanhado sempre de alguém).

Mas Speedy não pôde ser salvo.

A cirurgiã veterinária e parceira da filial da Medivet Hamsptead, Sarah Furminger, disse: “Infelizmente, os tutores nem sempre percebem que os seus cães sofrem de insolação, já que um dos principais sintomas é a respiração ofegante.

“Se os tutores suspeitam de insolação, é fundamental que eles ajam rapidamente e procurem orientação imediatamente para dar a seus animais domésticos a melhor chance de sobrevivência possível”.

O veterinário chefe da Medivet 24 Hour Hendon Jerry Dunne acrescentou: “Enquanto qualquer cão pode sofrer insolação, raças com pêlo espesso, nariz curto e aqueles com condições médicas pré-existentes, como obesidade, correm um risco maior”.

“Da mesma forma, cães extremamente ativos ou agitados são mais suscetíveis e devem ser vigiados cuidadosamente durante esse período de tempo excepcionalmente quente”.

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Construção de barragem hidrelétrica em reserva ameaça rinocerontes e elefantes

Vista aérea mostra o rio Rufiji durante o lançamento da construção do projeto Rufiji Hydro Power | Foto: REUTERS

Vista aérea mostra o rio Rufiji durante o lançamento da construção do projeto Rufiji Hydro Power | Foto: REUTERS

O presidente da Tanzânia inaugurou o enorme e polêmico projeto da construção de uma barragem hidrelétrica em uma reserva de vida selvagem no centro das advertências e esforços para proteger as populações de rinocerontes e elefantes.

Grupos conservacionistas se opuseram ao projeto da Stiegler’s Gorge, na Reserva de Selous Game Reserve, a maior área de vida selvagem do país, que, segundo a Unesco, tem uma das concentrações mais significativas de elefantes e rinocerontes negros do mundo.

O presidente John Magufuli chamou o projeto de “o início da liberação econômica”, dizendo que a reserva – que também é um paraíso para guepardos e girafas – tem sido considerada uma fonte de energia potencial por décadas.

Apenas uma em cada 10 famílias na nação do leste da África tem acesso à rede nacional e os preços da eletricidade são altos.

“A partir de hoje, isso indicará que a Tanzânia é um país independente e não um país pobre”, disse Magufuli.

O projeto, que deverá levar três anos para ser finalizado, e levará a derrubada de 2,6 milhões de árvores para inundar uma área de cerca de 1.200 km2, incluindo os habitats dos últimos rinocerontes negros do local.

A barragem teria 130 metros de altura e se estenderia 700 metros através do Canyon Stiegler no Rio Rufiji, em um Patrimônio Mundial da Unesco, uma das maiores áreas protegidas da África e relativamente não perturbada por humanos.

O presidente disse que espera que o projeto impulsione o desenvolvimento industrial na região.

“É hora de nos beneficiarmos de nossos recursos nacionais”, disse ele.

Os opositores do projeto dizem que a barragem também pode ameaçar a subsistência de dezenas de milhares de pessoas que moram nas proximidades do projeto e dependem do rio para agricultura e pesca.

No mês passado, a IUCN, juntamente com o Centro do Patrimônio Mundial da Unesco, pediu a suspensão imediata da atividade madeireira e outros preparativos do projeto, alertando sobre “danos irreversíveis” se ele fosse adiante.

Uma revisão independente encomendada pela IUCN destacou a “inadequação” da avaliação de impacto ambiental.

“A construção dessa barragem cortaria o coração da reserva de Selous, com impactos catastróficos na vida selvagem e habitats do local”, disse Peter Shadie, do Programa de Patrimônio Mundial da IUCN.

Após a inauguração, o Worldwide Fund for Nature (Fundo Mundial para a Natureza) disse que a reserva era de “importância extraordinária” e pediu ao governo da Tanzânia para considerar “alternativas energéticas menos nocivas”.

Mas no início deste mês, Magufuli minimizou os temores pelo meio ambiente, dizendo que, ao fornecer energia, a barragem impediria os moradores locais de derrubar árvores para combustível.

“Eu quero tranquilizar a todos sobre este projeto, que na verdade, visa promover o meio ambiente”, disse Magufuli, disse o Business Day.

“Além disso, é apenas uma pequena parte da reserva – apenas 3% da área total”.

O presidente disse que a represa não atenderia apenas às necessidades nacionais de eletricidade, mas também forneceria energia para exportação.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a economia da Tanzânia crescerá 4% este ano, em comparação aos 6,6% no ano passado.

A Elephant Protection Initiative (Iniciativa de Proteção ao Elefante) disse que o fato de um país líder em vida selvagem (lar de muitos animais selvagens) estar “preparado para contemplar o afogamento de ‘jóias da coroa natural’ em busca de megawatts deve servir como um alerta para todos na conservação”.

“Destruir o habitat pode apresentar a ilusão de ganhos econômicos de curto prazo, mas a longo prazo é contraproducente, não apenas para a vida selvagem, mas também para pessoas e economias.”

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Grupo de 16 rinocerontes negros é transportado para reserva em Eswatini

Uma mãe e seu filhote, "deschifrados" por segurança em sua nova casa | Foto: BG Parks

Uma mãe e seu filhote, “deschifrados” por segurança em sua nova casa | Foto: BG Parks

Cerca de 80% dos rinocerontes do mundo vivem na África do Sul – e o país foi duramente atingido pela caça a esses belos animais e seus chifres. Em um esforço para conservar o número cada vez menor de rinocerontes negros restantes, uma equipe de especialistas transferiu recentemente 16 membros das espécies criticamente ameaçadas da África do Sul para um território mais seguro em Eswatini, como relata a Reuters.

Entre os rinocerontes realocados estão animais do sexo feminino e masculino em idade de reprodução, adultos, jovens e filhotes, tornando-se um “grupo demograficamente completo”, disse a BG Parks, uma organização privada que promove tanto o ecoturismo quanto a conservação, em um comunicado.

Os animais já haviam sido mantidos em um rancho na África do Sul, mas a ameaça dos caçadores levou o custo de proteger os animais a “níveis insustentáveis”, explicou a ONG .

Somente em 2018, 769 rinocerontes foram mortos na África do Sul, de acordo com a Save the Rhino – um declínio acentuado em relação a 2017, quando 1.028 rinocerontes foram caçados, mas ainda um número desconcertantemente alto.

Eswatini, um país sem litoral, rodeado pela África do Sul e Moçambique, tem um histórico melhor; apenas três rinocerontes foram perseguidos nos últimos 26 anos, graças a leis “muito rigorosas” e “sólida vontade política e apoio à conservação da vida selvagem”, disse BG Parks.

Os rinocerontes-negros, o menor das duas espécies de rinocerontes africanos, foram levados à beira da extinção por caçadores e colonos europeus no século 20, de acordo com o World Wildlife Fund. Em 1995, seus números caíram 98%, para menos de 2.500. Esforços de conservação continuados trouxeram a população de volta para entre 5 mil e 5.455 indivíduos, mas a espécie ainda é considerada criticamente ameaçada. A caça visando o comércio internacional de chifres de rinocerontes permanece a maior ameaça à espécie.

O esforço para transportar os 16 rinocerontes da África do Sul para Eswatini levou 11 meses de planejamento. Outras relocações recentes de rinocerontes negros não foram tão bem sucedidas. No ano passado, 10 dos 11 rinocerontes negros morreram enquanto eram transportados para um parque de vida selvagem no Quênia, e o único sobrevivente foi atacado por leões.

Para a realocação da Eswatini, a equipe trabalhou cuidadosamente para garantir que os animais fossem transportados com segurança e com o mínimo de estresse. Especialistas em rinocerontes e translocadores participaram da iniciativa, e a polícia de Eswatini estava à disposição para escoltar os rinocerontes até seu novo lar. A BG Parks observa que filhotes com menos de seis meses foram transportados e reunidos a suas mães sem ferimentos – um sinal do sucesso do esforço.

Os 16 rinocerontes viverão agora em um parque nacional recomendado pelo Grupo de Especialistas em Rinocerontes Africanos da IUCN. Antes de serem libertados, os animais foram desmamados, para desencorajar os caçadores a atacá-los. Mas o trabalho para manter os rinocerontes seguros será contínuo.

“A realocação da última semana marca o fim da primeira fase deste projeto”, disse Ted Reilly, executivo-chefe da BG Parks. “Com todos os 16 rinocerontes transportados com segurança na África do Sul, levados por mais de 700 km através de uma fronteira internacional, “deschifrados” e lançados em segurança em habitat privilegiado, a segunda e mais árdua fase de monitoramento e segurança está apenas começando!”

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Mamãe pata ataca bombeiro para defender seus filhotes

Imagem ilustrativa | Foto: Pinterest/Divulgação

Imagem ilustrativa | Foto: Pinterest/Divulgação

Apesar de bem intencionado um bombeiro foi atacado por uma pata enquanto salvava seus patinhos que caíram em dreno de esgoto.

Na terça-feira, o Corpo de Bombeiros de Lauderhill, na Flórida (EUA), respondeu a uma ligação que pedia socorro para um grupo de patinhos havia caído em um bueiro na West Oakland Park Boulevard.

A equipe do corpo de bombeiros veio para resgatar as aves, mas, como diz o post no Facebook, “Nenhuma boa ação fica impune!”

No vídeo, o bombeiro Greg Marrero estava pegando e tirando os quatro patinhos para fora do escoadouro de água, um por um, quando a mamãe pata decidiu que ele estava muito perto de seues filhos.

Enquanto segura um patinho na mão, a pata voa em direção a Marrero e atinge o homem na cabeça.

A mãe pata enfurecida consegue derrubar os óculos de Marrero e, ao pousar, tem um pequeno enfrentamento com o bombeiro antes que o patinho esteja novamente no chão.

Dando um último grasnado e agitando as asas, a família de patos se afasta.

Imagem ilustrativa | Foto: Caters News Agency

Imagem ilustrativa | Foto: Caters News Agency

Outra razão pela qual o combate a incêndios é um trabalho arriscado ”, continuou o post no Facebook.

O bombeiro Marrero ficou surpreso, mas não ferido pela mamãe pata protetora.

O chefe dos bombeiros Jeff Levy disse ao jornal Miami Herald: “Você nunca sabe o que vai encontrar todos os dias”, disse ele. “Este é um exemplo do que poderia acontecer.”

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Cães idosos são abandonados juntos em banheiro público

Foto: Carol Lair

Foto: Carol Lair

A gerente do supermercado de animais americano Petco percebeu que havia algo estranho em um casal que andava sem rumo pela loja em Allen Park, Michigan (EUA), no último sábado à noite.

O casal tinha dois cachorros grandes com eles, nenhum dos quais estava usando coleira. As guias dos cães tinham sido amarradas em um nó improvisado, juntas – o que significava um alerta vermelho para o gerente.

“Rachel [a gerente] se aproximou deles e questionou sobre o fatos dos cães não estarem usando coleiras”, escreveu Julie Sly em um post no Facebook. “O casal disse que as esqueceu em casa, e que eles só precisavam pegar algumas coisas e seguiram para a parte de trás da loja onde fica a comida de cachorro.”

Foto: Carol Lair

Foto: Carol Lair

O casal evasivo já estava longe quando os funcionários que estavam fechando a loja começaram a ouvir gritos chorosos vindos do banheiro. Eles abriram a porta e lá estavam os dois cachorros velhos, assustados e sozinhos.

A gerente ligou para a um resgate de animais local, mas eles estavam muito cheios para levar os cães, então ela postou um pedido de ajuda no Facebook. Carol Lair, membro do conselho do P.O.E.T Animal Rescue, viu o post e sabia que tinha que ajudar.

“Isso não me surpreende por se tratar de cães idosos”, disse Lair ao The Dodo. “As pessoas se cansam deles e querem se livrar deles.”

Foto: Carol Lair

Foto: Carol Lair

Quando Lair chegou ao Petco no domingo de manhã, percebeu claramente que o par de cães tinha sido claramente traumatizado por sua provação. “Eles estavam muito, muito assustados”, disse Lair. “Eles estavam tremendo e queriam ficar juntos o tempo todo.”

Lair os ajudou a entrar na parte de trás do carro, mas o mais velho dos dois cães ficou curioso e imediatamente pulou no colo de Lair. “Ela aprendeu a mover a janela para cima e para baixo, e então ela começou a mover também o assento para frente e para trás”, disse Lair. “Foi engraçado e terno ao mesmo tempo”.

Os dois cães, que os voluntários chamaram de Marigold e Daffodil, agora estão relaxando em segurança em um lar temporário.

Foto: Carol Lair

Foto: Carol Lair

Embora os dois cães pareçam bem alimentados, isso não significa que suas vidas tenham sido fáceis. “Parece que eles foram explorados para reprodução muitas, muitas vezes”, disse Lair. “Parece que eles foram muito usados por criadores inescrupulosos”.

Mas os dois cães parecem determinados a mostrar aos seus salvadores que ainda têm muito a oferecer. Eles adoram brincar de buscar o brinquedo e de cabo-de-guerra com sua família adotiva e de receber carinhos e afagos. No entanto, conhecer novas pessoas pode representar um desafio para o par.

“Eles gostam de estar com as pessoas, mas demoram um pouco para relaxar”, disse Lair. “Quando eles conhecem alguém diferente e ficam perto dessas pessoas, suas patas traseiras e quadris tremem muito. Isso parte meu coração”.

“Eles passaram por muita coisa”, acrescentou Lair. “Nós nem sabemos a bagagem que eles estão trazendo com eles.”

Uma vez que os cães estejam prontos para adoção ao final desta semana, eles serão esterilizados e vacinados, e começarão a procurar por um lar amoroso.

“Agora estamos apenas alimentando-os e mantendo-os aquecidos e seguros”, disse Lair.

Marigold e Daffodil são ambos dóceis e adoram interagir com gatos e crianças. Mas, considerando tudo o que passaram, Lair acredita que eles se sairiam melhor em uma casa onde receberão toda a atenção que merecem.

“Eu escolherei alguém que possa estar em casa com eles e onde eles não serão deixados sozinhos, porque eles precisam de confiança e apoio”, disse Lair. “Mas eu sinceramente acho que eles se sairiam bem em qualquer casa.”

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Justiça absolve acusada de maltratar cão que participou de julgamento na Costa Rica

Uma mulher acusada de maltratar um cachorro na Costa Rica foi absolvida pela Justiça. O julgamento repercutiu por ter sido o primeiro na América Latina em que um animal esteve no tribunal na condição de vítima.

Foto: Ezequiel Becerra/AFP

As audiências foram realizadas na segunda-feira (22) e na sexta-feira (26). Campeão, como é chamado, foi mantido em uma sala, na cidade de Atenas, ao lado de várias pessoas, e se manteve de maneira dócil e comportada.

O cão foi resgatado pela presidente da Fundação Ateniense de Ajuda a Animais Abandonados, Dora Castro, quando tinha seis meses de idade. Desnutrido e repleto de pulgas, ele foi encontrado preso em uma corda que estava bastante apertada no pescoço. As informações são da agência AFP.

O resgate foi realizado após o irmão da ex-tutora do cachorro acionar a ONG. O depoimento dele, no entanto, que era considerado fundamental no julgamento, não ocorreu porque ele não compareceu à audiência.

O juiz Mario Rodríguez reconheceu que o cachorro sofreu maus-tratos, mas afirmou que não havia elementos suficientes para condenar a acusada.

Na Costa Rica, um lei que entrou em vigor recentemente pune casos de crueldade cometidos contra animais com prisão de seis meses a dois anos, além de multa. Segundo a imprensa local, a punição é aumentada para três anos de prisão caso o animal morra.


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Atriz Evanna Lynch estrela curta-metragem vegano que ironiza o antropocentrismo

Foto: Vegan Life

Foto: Vegan Life

A atriz irlandesa e ativista pelos direitos animais, Evanna Lynch, está estrelando um novo curta-metragem vegano.

Lynch fez sucesso interpretando a bruxa sonhadora de olhos arregalados Luna Lovegood na série de filmes “Harry Potter”, que terminou em 2011. Desde então, entre outros projetos, ela estrelou como a personagem principal no filme de 2015 “My Name is Emily”, competiu no programa “Dancing With the Stars” e apresentou seu próprio podcast vegano, “The Chickpeeps ”.

Agora, ela está desempenhando o papel de uma rainha alienígena em um novo curta vegano chamado “You Eat Other Animals” (Você come outros animais, na tradução livre). Não se sabe muito sobre o curta, mas Lynch confirmou em seu Instagram que seu personagem sequestra os seres humanos da Terra.

Ao lado de uma foto dela vestida e maquiada como a personagem, a atriz escreveu: “minha caracterização para o curta-metragem vegan ‘You Eat Other Animals’ interpretando uma rainha alienígena que sequestra dois terráqueos, o filme será lançado no final deste ano, manterei vocês informados”.

Foto: Vegan Life

Foto: Vegan Life

A maquiadora vegana Tabitha Mei-Bo Li fez o cabelo, a maquiagem e as próteses de Lynch para o filme, usando materiais e produtos sem crueldade. Li enviou sua própria foto de Lynch em fantasia para o Instagram, ela legendou o post “alien heartbreaker” (alien destruidora de corações, na tradução livre).

“Assim que me tornei vegana, encontrei minha identidade”

Lynch tornou-se vegana em 2015. De acordo com o Veganuary, sua decisão foi tomada com base na compaixão. Ela disse em um comunicado: “era o caminho certo para mim”.

Eu senti que, assim que me tornei vegana, eu assumi a mim mesma, como se eu estivesse apenas vivendo de acordo com o que eu acreditava, o que é uma coisa muito libertadora quando você finalmente se compromete com isso ”.

“Eu nunca encontrei uma religião ou uma fé que estivesse exatamente de acordo com o que eu acreditava, porque há muitas coisas das quais eu não tenho certeza”, ela continuou. “Mas eu acredito fortemente na não-violência, que não devemos estar machucando outras pessoas ou criaturas.”

Lynch também narrou o documentário vegano “iAnimal: The Dairy Industry in 360 Degrees”, produzido pela organização sem fins lucrativos Animal Equality.

Os espectadores experimentaram uma visita a uma fazenda leiteira através de um fone de ouvido de realidade virtual no curta, que recebeu uma indicação para “Melhor Experiência de Impacto Social” no Festival de Cinema de Raindance de 2018.

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Copo e sacola de plástico são encontrados no intestino de uma tartaruga

Por Rafaela Damasceno

Em 2012, Robson Guimarães dos Santos fez uma necropsia de uma tartaruga-verde que morreu em uma costa brasileira. Ele gravou a necropsia para usar em sua pesquisa de doutorado, e hoje as imagens são usadas pelo biólogo para conscientizar as pessoas sobre o impacto do plástico na natureza.

Uma tartaruga morta na praia ao lado de muito lixo

Foto: Foto: Robson Santos / Arquivo Pessoal

A divulgação do vídeo é uma das formas que ele encontrou para chamar a atenção das pessoas para as ameaças ambientais do descarte indevido do plástico. Se não receber o destino correto, este material afetará a natureza de alguma forma, podendo até mesmo causar a morte de animais.

“A ingestão de plástico é hoje um dos principais problemas para a conservação das espécies de tartarugas marinhas tanto pela mortalidade direta como por todos os problemas crônicos decorrentes de sua ingestão, como contaminação por poluentes, por exemplo”, disse o biólogo em entrevista ao G1.

As tartarugas não precisam ingerir muito plástico para serem afetadas pelas consequências: meio grama de plástico já é o suficiente para causar a morte de uma tartaruga-verde jovem. Como o material não é digerido, permanece em seu corpo e normalmente obstrui o trato gastrointestinal. Dessa forma, funções fisiológicas básicas não são mais possíveis de serem realizadas, o que leva o animal a uma morte lenta e dolorosa.

Uma pesquisa realizada pelo biólogo, feita na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), descobriu que em média 70% das tartarugas que morrem no Brasil ingeriram plástico. Segundo Robson, há cerca de 5 trilhões de fragmentos de plástico nos oceanos do mundo atualmente, o que torna a ingestão do material pelos animais marinhos ainda mais difícil de combater.


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