Ativistas em defesa dos direitos animais são definidos como “terroristas domésticos” na Austrália

Por Rafaela Damasceno

Ativistas em defesa dos direitos animais que invadem fazendas australianas para protestar serão multados a partir de agora pelo governo do sudoeste da Austrália, depois de serem definidos como “terroristas domésticos” por um dos políticos da região, John Barilaro.

Um grupo de pessoas protestam a favor do veganismo em uma rua, segurando cartazes

Foto: EPA

O governo de Nova Gales do Sul introduziu multas de mil dólares (3.750 reais) para cada ativista flagrado em terras agrícolas privadas. Outras punições também foram impostas (corporações podem ter de pagar 440 mil dólares – 1,65 milhões de reais – por violarem as regras da Lei de Biossegurança), e as novas regras entram em vigor a partir do dia primeiro de agosto.

As penalidades foram criadas para tentar conter uma onda de protestos realizadas por ativistas dos direitos animais realizadas em fazendas privadas e matadouros nos últimos meses.

“Esta é apenas uma primeira parte de um pacote mais completo de reformas que o governo está trabalhando, e a prisão será incluída nas próximas legislações”, afirmou Barilaro.

O grupo Aussie Farms diz que as novas multas incluídas pelo governo são muito pesadas. “Mais uma vez, a biossegurança está sendo usada como desculpa para limitar a consciência do consumidor sobre a crueldade que acontece em fazendas e matadouros do país”, informou o diretor, Chris Delforce.


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Nove cavalos morreram em pistas de corrida de Nova York em dez dias

Por Rafaela Damasceno

Nove cavalos morreram recentemente em Nova York, em um período de dez dias, despertando a preocupação de ativistas em defesa dos direitos animais. A corrida de cavalos já vem sendo analisado com mais cuidado desde o início do ano, quando uma série de mortes aconteceu em uma pista da Califórnia.

Uma pista de corrida de cavalos, cheia de espectadores

Foto: The Associated Press

As mortes aconteceram em quatro pistas diferentes, e algumas pessoas afirmaram que isso foi mais um indício de que a prática, considerada esporte, é perigosa.

“As mortes não são incomuns. Isso é algo já ligado ao sistema”, disse o fundador e presidente da Horse Racing Wrongs, Patrick Battuello. A organização sem fins lucrativos busca o fim das corridas de cavalos.

Um total de 50 cavalos, a maioria puro-sangues (aqueles que não tiveram contato com material genético de outras raças), morreram ou foram sacrificados desde janeiro em 11 pistas de corrida de Nova York.

Trinta cavalos morreram nesta primavera em uma pista da Califórnia, o que gerou um debate nacional em relação aos perigos da prática.

Um porta-voz da Comissão de Jogos declarou que a agência analisa as condições de cada morte e vai usar as informações para evitar futuras ocorrências semelhantes.

Um total de 1.357 mortes foram registradas entre 2009 e 2018, uma média de 180 mortes por ano.

Patrick acredita que as mortes recentes na Califórnia abriram os olhos do público e os pedidos para que o esporte seja banido ganhou força. Neste ano, pistas fecharam permanentemente no país e o número de puro-sangues sendo reproduzidos por ano diminuiu, o que demonstra uma indústria em declínio. Ele está planejando protestos em 17 estados para aumentar a visibilidade da causa.

Apesar de reformas acontecerem, tentando diminuir o número de mortes, elas continuam acontecendo – juntamente com os ferimentos. A única forma de realmente manter os cavalos seguros é banir a exploração disfarçada de esporte.


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Alimentar-se de animais significa se alimentar de alguém

Por David Arioch

O desejo de viver não é uma prerrogativa restritamente humana (Foto: Jo-Anne McArthur/We Animals

Quando as pessoas se alimentam de animais, normalmente elas não consideram que estão se alimentando de algo que foi alguém; e este alguém teve olhos para testemunhar o mundo sob uma ótica não muito auspiciosa; um mundo que pode ser visceralmente injusto e violento com os mais vulneráveis.

Nós endossamos isso das mais diferentes formas, mas principalmente negando-lhes o direito à vida. Para negar esse direito, não reconhecemos, ou fingimos não reconhecer, a capacidade não humana em sofrer e amargar as implicações de uma privação que termina somente com a morte.

No momento em que alguém leva um pedaço de carne à boca, dificilmente esse alguém vai despender tempo pensando que o bife é parte da coxa ou da traseira de um boi, por exemplo. As pessoas simplesmente comem, seguindo um hábito naturalizado. Não há contestação ou associação com a morte nem com a vida – apenas comida – a dissimulada mecânica da vida.

Definitivamente, não vejo como negar que somos estranhos se refletirmos que nos alimentamos de partes de membros de outras criaturas que, assim como nós, também fazem o que podem para evitar a morte. Afinal, o desejo de viver não é uma prerrogativa restritamente humana.


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Governo do MS veta criação de delegacia virtual de proteção animal

Por Rafaela Damasceno

O projeto de lei encaminhado pela Assembleia Legislativa que visava criar um portal na internet para que as pessoas registrassem denúncias contra maus-tratos aos animais foi vetado pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB), no Mato Grosso do Sul.

Dois cachorros, um branco e um preto, olhando para o lado

Foto: Valdenir Rezende/Correio do Estado

O projeto foi sugerido pelo deputado Antônio Vaz (PRB) e aprovado nas duas discussões da Casa do Legislativo estadual, segundo o Correio do Estado.

Azambuja justificou no texto do veto que o projeto precisa de uma análise da constitucionalidade, legalidade, conveniência e oportunidade. Ele também escreveu que a aprovação do projeto criaria uma sobrecarga para a administração pública do estado, o que aumentaria as despesas de maneira inesperada.

Para o governador, a Devir (Delegacia Virtual) faria o mesmo efeito, além do sítio eletrônico da Polícia Civil, que possui canais abertos para recebimento de denúncias.

Apesar das alternativas citadas por Azambuja, a criação de uma delegacia virtual especializada em ocorrências envolvendo animais seria a melhor maneira de socorrê-los. Se existisse um portal focado nisso, as autoridades responsáveis poderiam agir rapidamente para prestar o melhor atendimento possível.

O governo de São Paulo possui a DEPA, serviço virtual onde as pessoas podem denunciar maus-tratos aos animais e acompanhar as providências que serão tomadas pela polícia.

Onça resgatada em pet shop se recupera e deve ser solta na natureza na Argentina

Uma onça-pintada que foi resgatada em agosto de 2019 em uma pet shop em Sorriso (MT), quando ainda era filhote, recuperou-se após passar por um período de reabilitação. O animal deve ser levado para a Argentina para ser devolvido à natureza.

Foto: Rauzito Coimbra

Os funcionários da pet shop chamaram o Corpo de Bombeiros após um morador da cidade levar o filhote, que tinha entre 2 e 3 meses, até o estabelecimento. Na época, os militares cogitaram a possibilidade da mãe da onça ter sido morta por um caçador. As informações são do G1.

Em junho deste ano, após 10 meses de cuidados no hospital veterinário da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a onça foi levada para um centro de reabilitação de animais em Goiás (GO). A transferência foi realizada, segundo a médica veterinária do hospital Elaine Dione, porque o animal já havia crescido o suficiente para retornar à natureza. No período em que a onça que esteve em Mato Grosso, uma parceria foi firmada entre a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) e uma clínica para garantir os cuidados ao animal, que foi monitorado por vídeo e câmeras noturnas.

Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

A onça-pintada foi levada para Goiás para receber um tratamento de aprendizagem para que a reintrodução ao habitat possa ser feita. A operação de transferência contou com o apoio da Força Aérea Brasileira (FAB) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Atualmente, o animal está sendo mantido em cativeiro, mas deve ser transferido em breve para uma floresta na Argentina.

De acordo com Elaine, a onça tem cerca de um ano de vida e integra um programa do ICMBio que reabilita animais para reintegrá-los à natureza, contribuindo para o desenvolvimento da espécie, que que está ameaçada de extinção.

Foto: Arquivo pessoal


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Santuário das Fadas precisa de ajuda para não fechar as portas

Por David Arioch

Criado pela médica veterinária Patrícia Fittipaldi, o santuário passa por dificuldades financeiras para custear despesas com a manutenção do local e para alimentar os animais (Foto: Divulgação/Santuário das Fadas)

Fundado em Teresópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, em 2008, o Santuário das Fadas, que realiza um trabalho diário de cuidados aos animais vítimas de maus-tratos, negligência e abusos, está precisando de ajuda para não fechar as portas. Criado pela médica veterinária Patrícia Fittipaldi, o santuário passa por dificuldades financeiras para custear despesas com a manutenção do local e para alimentar os animais.

Recentemente, Patrícia criou uma campanha no site Vakinha para arrecadar R$ 30 mil. Mas por enquanto não arrecadou mais de R$ 2,7 mil. “Estamos muito longe de bater a meta em nossa ‘Vakinha’ para que possamos pagar os boletos atrasados e pedir mais ração. Realizamos esse trabalho com tanta dificuldade e pouquíssimo apoio”, explica.

O trabalho do Santuário das Fadas é voltado ao resgate e acolhimento de animais criados no meio rural, e normalmente vistos apenas como alimentos e fontes de outros produtos – como bovinos, suínos e aves. “No santuário, esses animais chegam muitas vezes debilitados e sem dignidade nenhuma. Aqui, além de tratarmos o físico, também tratamos o emocional deles, trazendo de volta a autoestima e a confiança nos seres humanos”, garante a fundadora Patrícia Fittipaldi.

Como o Santuário das Fadas é uma associação sem fins lucrativos, a manutenção do espaço depende de doações e parcerias. “Tanto de pessoas físicas como jurídicas, que possam colaborar nos ajudando”, enfatiza Patrícia.

Você pode contribuir com o Santuário das Fadas de várias formas:

Vakinha

Apoia.se

Depósito ou transferência

Associação Santuário das Fadas
Itaú
AG: 0488
Conta Corrente :06365-2
CNPJ: 16.724.958/0001-65

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Moradores denunciam envenenamento de 10 animais em Linhares (ES)

Moradores do bairro Santa Cruz, em Linhares (ES), denunciam o envenenamento de pelo menos 10 animais encontrados mortos nas últimas semanas. Ao menos sete cachorros e três gatos teriam sido vítimas.

Um dos animais mortos foi a rottweiler Shakira, tutelada pelo comerciante Amilton Silva. “Minha esposa foi a primeira pessoa que encontrou ela ensanguentada, babando muito. Ela morreu nos braços da minha esposa. Está acontecendo uma onda de envenenamentos aqui no bairro, foram vários envenenados”, relata Silva ao G1.

Shakira morreu nos braços da tutora (Foto: Arquivo Pessoal/ Amilton Silva)

Com medo de que Thor, o outro cachorro da família, também seja envenenado, Silva passou a deixar o animal dentro de uma casinha.

A dona de casa Giliane Matos também presenciou a morte de animais tutelados por ela. Três cachorros que viviam com ela foram mortos. Agora, a tutora passou a impedir que os dois gatos da casa saiam para a rua para que não sejam mortos também.

“Eu fiquei muito triste e fiquei até uma semana sem me alimentar direito, porque eu gostava muito deles. Eu estou com medo e segurando meus gatos para eles não irem para rua”, contou.

Uma audiência pública foi realizada na noite de segunda-feira (22) para discutir uma forma de combater crimes contra animais registrados no município. A Polícia Civil não informou se está investigando os casos de envenenamento e disse que recebe denúncias através do telefone 181.

Coordenadora de uma ONG de proteção animal, Roziane Scandian defende a criação de uma diretoria de bem-estar animal para a criação de leis específicas e fomento de ações de combate aos maus-tratos. Segundo ela, há cerca de 4 mil animais em situação de rua em Linhares.


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Número de animais mortos em rodovias aumenta durante queimadas

O número de animais encontrados mortos em rodovias do Tocantins aumenta neste período do ano graças às queimadas e ao tempo seco. A fumaça obriga os animais a fugir para buscar abrigo, levando-os para as estradas, onde muitos são atropelados e morrem.

Mais de 360 animais silvestres foram resgatados este ano no Tocantins. Muitos não sobrevivem após ao resgate e outros já são encontrados mortos no acostamento das rodovias.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Na segunda-feira (22), uma família de quatis foi vítima de atropelamento e perdeu a vida enquanto passava pela BR-153. Também no final de semana, uma onça-pintada foi atropelada e morreu na TO-296 e uma onça-parda foi encontrada morta na rodovia que liga Palmas a Porto Nacional, provavelmente vítima de atropelamento.

“Essa época coincide com as queimadas e é uma época de muita seca, então os animais tendem a se movimentar mais, seja fugindo do fogo, ou da fumaça e até mesmo na busca de alimentos. Eles se movimentam mais e estão mais suscetíveis aos atropelamentos”, explica ao G1 o biólogo do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) Tiago Scapini.

Para evitar atropelamentos, o motorista deve prestar atenção na rodovia, respeitar o limite de velocidade e não buzinar ao ver um animal, já que o barulho pode assustá-lo e fazê-lo correr sem rumo, piorando a situação. Os cuidados devem ser redobrados principalmente nas estradas rurais.

A Polícia Militar Ambiental lembra ainda que nunca se deve tentar resgatar um animal silvestre por conta própria. “Jamais recomendamos que qualquer cidadão, mesmo que o animal esteja machucado, que ele vai lá e tente capturar esse animal. O recomendado é que sempre procurem entrar em contato com o batalhão ambiental para que estejamos encaminhando equipe com profissionais qualificados, com materiais e equipamentos apropriados para fazer essa captura e dar destinação correta a esse animal”, explicou o capitão da PM Ambiental Messias Albernaz.


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Soama lança campanha contra uso de peles no RS

Por David Arioch

No Rio Grande do Sul e em alguns outros estados do Sul e Sudeste do Brasil há empresas que investem nesse mercado, inclusive importando peles de animais morte em outros países (Arte: Divulgação/Soama)

Sociedade Amigos dos Animais (Soama), de Caxias do Sul (RS), lançou esta semana uma iniciativa contra o uso de peles. Intitulada “Quem usa pele veste a morte”, a campanha aproveita este período de inverno para enfatizar que não faz sentido usar a pele de um animal para cobrir o corpo quando há alternativas que não envolvem exploração, violência e morte de animais.

“Esta campanha é inspirada em dezenas de jovens que já vimos em vários lugares usando peles de animais”, informa a diretora de marketing da Soama, Natasha Oselame Valenti, acrescentando que a proposta é reforçar que nenhum suposto glamour justifica a crueldade animal.

No Rio Grande do Sul e em alguns outros estados do Sul e Sudeste do Brasil há empresas que investem nesse mercado, inclusive importando peles de animais abatidos em outros países.

“Os animais que são criados para este fim adquirem comportamentos neuróticos e praticam até mesmo automutilação e canibalismo. Desenvolvem comportamento psicótico e chegam a bater suas cabeças nas grades das gaiolas, movendo-se furiosamente de um lado para o outro”, lamenta Natasha.

Outro fato lamentável apontado pela campanha é que em muitos casos são mortos vários animais de pequeno porte para a confecção de apenas um casaco. “Animais são eletrocutados, asfixiados, envenenados, gazeados, afogados ou estrangulados. Nem todos morrem imediatamente. Há casos de animais esfolados vivos. E para não danificar a pele, há duas formas usuais de abate: a quebra da coluna cervical e a eletrocussão anal”, enfatiza.

A Soama também realizou um levantamento que aponta que um a cada quatro animais capturados na natureza para serem vendidos como matéria-prima para essa indústria acabam presos em armadilhas e se obrigam a roer as próprias patas na tentativa de se libertar:

“Os que conseguem escapar morrem pouco tempo depois por hemorragia, infecção, fome ou mesmo caçados por outros predadores em consequência de sua vulnerabilidade.”

Apoio

A campanha “Quem usa pele veste a morte” conta com parceria e apoio da Agência 42, Infront Mídia, Darla Pereira, Tchê Vegano, Sara Oss Emer, Rafa Rottini, Lisi Viezzer e Mágica Adesivos Decorativos.

Saiba Mais

A Sociedade Amigos dos Animais (Soama) é uma ONG que defende o abolicionismo animal e que foi fundada em Caxias do Sul (RS) em 1998.

Acompanhe o trabalho da Soama:

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Câmera flagra jovem arremessando gato em direção a cachorro em SP

Uma jovem foi flagrada por uma câmera de segurança enquanto jogava um gato na direção de um cachorro em Sorocaba, no interior de São Paulo. O caso de maus-tratos aconteceu na segunda-feira (22) no bairro Jardim Simus.

Foto: Reprodução/TV TEM

O vídeo mostra dois jovens caminhando com um cachorro na rua quando a mulher vê um gato na calçada. Ela para, segura o animal no colo, faz carinho nele e, em seguida, o joga na direção do cão, que aparenta ser da raça rottweiler.

O cachorro avança na direção do gato, mas é segurado pelo rapaz, que quase é arrastado pelo animal. Assustado, o gato foge enquanto a dupla segue andando pela rua. As informações são da TV TEM.

Foto: Reprodução/TV TEM

Submeter um animal a uma situação de risco, causando sofrimento psicológico a ele, configura maus-tratos, crime previsto na Lei Federal nº. 9.605/98, com pena de até um ano de detenção, além de multa.

Denúncias sobre maus-tratos a animais, em situação emergencial ou de flagrante, devem ser feitas à Polícia Militar (190) ou à Guarda Civil Municipal (153).


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