Acariciar animais reduz níveis de estresse, revela estudo

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, concluiu que acariciar animais diminui os níveis de estresse das pessoas. Apenas 10 minutos fazendo carinho em um cachorro ou gato são suficientes para reduzir o cortisol, principal hormônio ligado ao estresse.

Foto: Pixabay

Para o estudo foram observados 249 universitários, divididos em quatro grupos. Um deles interagiu com animais por 10 minutos, outro apenas observou. O terceiro grupo viu fotos de animais em um slideshow e o quarto ficou na lista de espera sem ter contato com os animais, mas tendo ciência de que se aproximariam deles em breve.

Os pesquisadores analisaram a saliva dos participantes antes e depois de instruções serem passadas a eles. Todos os grupos registraram redução do cortisol, mas o que apresentou maior diminuição dos níveis do hormônio foi o que teve contato direto com os animais. As informações são do portal Metrópoles.

“Nós já sabíamos que os alunos gostam de interagir com os animais e que isso os ajuda a experimentar emoções mais positivas”, disse a coautora do estudo Patricia Pendry, em entrevista ao site oficial da universidade.

Segundo ela, a novidade do estudo está em mostrar que o contato com animais tem efeitos que não são apenas subjetivos. “Isso é empolgante porque a redução dos hormônios do estresse pode, ao longo do tempo, ter benefícios significativos para a saúde física e mental”, afirmou.

Os pesquisadores consideraram os resultados do estudo bastante positivos. Eles pretendem publicar um artigo sobre o assunto até o final de 2019.


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Animais cada vez mais jovens são enviados para os matadouros no Brasil

Por David Arioch

O aumento é apontado como consequência da procura tanto no Brasil quanto fora do país de carne de bovinos mais jovens (Foto: Getty)

Animais estão sendo enviados cada vez mais jovens para os matadouros no Brasil. Isso é o que mostra uma análise do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em relação ao número de bovinos abatidos no primeiro trimestre de 2019.

Só nos primeiros três meses deste ano, 239.587 novilhas, ou seja, fêmeas com menos de dois anos de idade, foram abatidas somente no Mato Grosso, o que significa crescimento de mais de 58% em relação ao mesmo período do ano passado – em que foram abatidas 151.379 novilhas.

O aumento é apontado como consequência da procura tanto no Brasil quanto fora do país de carne de bovinos mais jovens e principalmente fêmeas. A justificativa mais comum é que a “carne é mais macia e de melhor qualidade em comparação com os machos”.

Alguns países pagam R$ 4 a mais pela arroba de bovinos mais jovens, o que significa que a expectativa de vida dos animais é pautada pelo mercado. Se há procura, os pecuaristas pesam o custo/benefício de abatê-los cada vez mais jovens.

Em geral, vacas também estão sendo abatidas mais cedo, conforme dados do IBGE que apontam crescimento de 3,2% em relação a 2018.

No MS programa estadual incentiva abate de animais mais jovens

No Mato Grosso do Sul, desde 2017 o Programa de Apoio à Criação de Gado para o Abate Precoce (Novilho Precoce) estimula pecuaristas a criarem e desenvolverem bovinos que possam ser abatidos mais cedo. Só no primeiro ano após a implementação, quase 800 mil animais foram abatidos com idade a partir de 20 meses. No entanto, a idade não é o critério primordial do programa, mas sim o peso – o macho deve render pelo menos 225 quilos de carcaça e a fêmea 180 quilos.


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Cadelas são esfaqueadas e têm olhos perfurados em Ponta Porã (MS)

Duas cadelas tiveram os olhos perfurados e outra foi esfaqueada no bairro Parque das Aroeiras, em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul. Os crimes preocupam os tutores de animais da região.

Foto: Reprodução / Ponta Porã Informa

A cadela esfaqueada, que estava grávida, foi resgatada no domingo (21) à noite pela ONG Irmandade das Patinhas após ser encontrada com as vísceras expostas. Devido ao horário em que ela foi socorrida, voluntárias da entidade se uniram para encontrar um veterinário que pudesse prestar atendimento.

Levada para a clínica “É o Bicho”, a cadela foi examinada pelos veterinários Denise e Roberto, que tiveram que submetê-la a uma cirurgia de emergência. Apesar de ter sido resgatada, o estado de saúde da cadela é delicado, já que ela perdeu muito sangue e foi encontrada com hipotermia. As informações são do portal Ponta Porã Informa.

“Agora temos que fazer uma vaquinha para pagar as custas”, informou uma voluntária da ONG. Além de dinheiro para o tratamento da cadela, a entidade precisa também de mantas, casinhas, remédios e lar temporário para animais que esperam por adoção. Interessados em ajudar devem entrar em contato com Rosane pelo telefone 67 9938-7600 ou com Silvia através do número 67 9660-6102.

Olhos perfurados

A cadela Branquinha saiu sozinha à rua e quando retornou estava com o olho lacrimejando. A tutora, que preferiu não se identificar, contou que encaminhou a cadela para o veterinário, onde foi constatado que ela teve o olho perfurado. Além dela, Pipoca também sofreu uma perfuração no olho e outra na testa.

Foto: Reprodução / Ponta Porã Informa

Moradores do bairro da Granja afirmam que crimes semelhantes têm ocorrido no local.

Informações que possam levar à identificação do responsável por violentar os animais devem ser repassadas à polícia. Maus-tratos é crime e tem como punição até um ano de detenção, além de multa. Caso o animal morra, a pena pode ser aumentada.

Nota da Redação: a ANDA recomenda aos leitores que não permitam que seus animais, sejam cães ou gatos, tenham acesso à rua. É imprescindível que passeios ocorram apenas na companhia dos tutores, fazendo uso de coleiras e guias, para garantir a proteção dos animais. Sozinhos na rua, eles podem contrair doenças, ser atropelados, agredidos, abusados sexualmente e, caso não sejam castrados, procriar, colaborando com o aumento do abandono com o nascimento de filhotes na rua. 


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Morre cachorro que se tornou símbolo de São Tomé das Letras (MG)

Kovu, um cachorro da raça chow chow que se tornou um dos símbolos da cidade de São Tomé das Letras (MG), morreu na madrugada de segunda-feira (22). O animal tinha cerca de 14 anos e morreu de morte natural.

Foto: Reprodução / Facebook / Ser Criativo Pizza na Pedra

A pizzaria “Ser Criativo Pizza na Pedra”, onde Kovu vivia, lamentou a morte dele através das redes sociais. O cachorro ficou famoso na cidade por ser muito dócil e estar sempre deitado na porta da pizzaria. Os turistas que passavam pelo local costumavam parar e tirar uma foto ao lado do cão. As informações são do portal Varginha Online.

“É com imenso pesar que essa madrugada nos despedimos do nosso leão Kovu. Vai deixar saudades em todos nós. Já era quase um ponto turístico de São Thomé das letras. Vai em paz kovuzao. Nos vamos sentir muito sua falta e vamos te amar pra sempre. O melhor cachorro do mundo”, escreveu a pizzaria no Facebook. Uma imagem com fundo preto e a palavra “luto” foi colocada no perfil do Facebook do estabelecimento.

Foto: Reprodução / Facebook / Ser Criativo Pizza na Pedra

A publicação gerou comoção na internet. Até o momento, 1,4 mil pessoas curtiram a homenagem feita na rede social e mais de 380 fizeram comentários sobre Kovu. Muitos internautas publicaram fotos que tiraram com o cachorro.

“Meus sentimentos. Ele foi um cachorro tão adorado, sempre que eu ia em São Tomé via ele e fazia um carinho. Que saudade que vai ficar”, escreveu uma internauta. “Muito prazer ter conhecido esse cachorro tão especial. Descanse em paz Kovu”, disse outra.


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Focas apavoradas se ferem e morrem ao fugir de turistas que invadem seu habitat

Foto: The Seal Alliance

Foto: The Seal Alliance

Focas apavoradas foram filmadas saltando e se arriscando em penhascos em uma tentativa desesperada de evitar que turistas chegassem perto demais delas.

Vídeos mostram as focas caindo de costões rochosos no mar, muitas vezes se machucando no caminho para baixo.

Outras imagens capturaram uma debandada de focas provocada pelo aparecimento de um drone, e outra mostra um animal flagrado tentando escapar de um cachorro depois dele ter sido solto pelo tutor.

Um aumento acentuado no número de incidentes como este levou a realização de um relatório chamado “Não perturbe! A crescente ameaça às nossas focas”.

O relatório – publicado pelo Seal Protection Action Group e pelo Cornwall Seal Group Research Trust – afirma que as focas são frequentemente perturbadas por embarcações motorizadas, jet-skis, caiaques, paddle boarders, passeios de observação da vida selvagem em terra ou mar, bem como por pescadores e caminhantes.

As pessoas que tentam alimentar focas também são motivo de crescente preocupação.

Andy Ottaway, do Action Group, disse que as focas já enfrentam ameaças suficientes em problemas de habitat e excesso de pesca nas águas, e precisam ser deixadas em paz.

Foto: The Seal Alliance

Foto: The Seal Alliance

“Nossas focas estão sob ameaça crescente de mortes deliberadas, mudanças climáticas, pesca, poluição tóxica, emaranhamento de redes, ingestão de plástico e ferimentos graves causados por colisões com navios”, disse ele.

“Precisamos dar a todos os nossos preciosos animais marinhos, incluindo as focas, mais espaço”.

“O impacto cumulativo de todas essas ameaças, juntamente com esses crescentes problemas de perturbação, está colocando esses maravilhosos animais em sério risco.”

Foto: The Seal Alliance

Foto: The Seal Alliance

Com o início das férias de verão, milhões de visitantes viajam para a costa e a superlotação aumenta a pressão sobre a fauna marinha, incluindo focas.

O relatório destaca o crescente impacto prejudicial que a atividade humana pode ter sobre essa vida selvagem.

A análise também documenta estudos de caso em torno da costa britânica, onde populações de focas protegidas estão sofrendo distúrbios crônicos causados por atividades humanas.

Foto: The Seal Alliance

Foto: The Seal Alliance

As ONGs dizem que tais atividades podem causar ferimentos graves e ter conseqüências potencialmente fatais.

O relatório cataloga graves incidentes no sudoeste da Inglaterra; North-West Wales; Nordeste da Inglaterra e nordeste da Escócia em locais de importância crítica.

Foto: The Seal Alliance

Foto: The Seal Alliance

Os pesquisadores encontraram evidências de que a população de focas está sofrendo por causa da intrusão humana por meio de atividades recreativas.

O relatório adverte que a perturbação repetida pode causar sérios danos aos animais individualmente, por meio de estresse e até mesmo de ferimentos graves.

A perturbação também pode afetar a população local e nacional, reduzindo o sucesso reprodutivo, causando abandono de filhotes dependentes e até a morte prematura.

Sue Sayer, do Cornwall Seal Group Research Trust, disse: “Muitas comunidades se beneficiam financeiramente do turismo e do tipo de vida selvagem confiável (não-agressiva) que as focas proporcionam.

“No entanto, precisamos tomar cuidado e reduzir os já altos níveis de perturbação caso contrário, esses benefícios ambientais, sociais e econômicos poderão desaparecer em breve, junto com as focas”, concluiu Sayer.

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Autoridades americanas afirmam que drogas jogadas na privada afetam os jacarés

Por Rafaela Damasceno

A polícia do Tennessee, nos Estados Unidos, publicou em seu Facebook um pedido para que as pessoas deixem de dar descarga em drogas. A metanfetamina, por exemplo, não se dissolve ao ser descartada – ela passa pelo sistema de esgoto e contamina habitats. Os jacarés acabam ingerindo a droga e são afetados.

Um jacará na água, perto de uma vegetação

Foto: Pexels

A publicação na rede social foi feita após uma operação em que a polícia impediu um homem de jogar as drogas em um vaso sanitário.

O coordenador de laboratórios no departamento de biologia da Universidade da Flórida, Kent Vliet, afirma que os jacarés não são afetados da mesma forma que os humanos. Ele diz ainda que não sabe se é preciso pouca ou muita metanfetamina para que o organismo dos jacarés comece a reagir. Kent também acredita que a droga é sim diluída pela água.

Mesmo assim, não é recomendado que as drogas, assim como quaisquer outras substâncias, sejam descartadas pelo vaso sanitário. De uma forma ou de outra, toda a poluição dos esgotos chega aos rios, mares e oceanos.

 

Análise descobre que uma dieta baseada em vegetais diminui o risco da diabete tipo 2

Por Rafaela Damasceno

As pessoas que seguem uma alimentação baseada em vegetais, como é o caso dos veganos e vegetarianos, reduzem o risco de desenvolver diabete tipo 2 – que causa um aumento na quantidade de açúcar no sangue -, segundo estudo.

Pesquisadores analisaram cerca de 300 mil pessoas que seguiam dietas baseadas em vegetais – aqueles que realmente se comprometiam com os estilos de vida que escolheram tinham menores chances (23% a menos) de desenvolver a doença.

Um prato colorido de vegetais

Foto: Shutterstock

Os adultos que se alimentam de comidas com baixo açúcar, gordura ou sal, como frutas e vegetais frescos, foram os que apresentaram os menores riscos. Os pesquisadores ainda não sabem dizer se o que diminui o risco é a falta do consumo de produtos derivados dos animais ou se é o alto consumo de fibras.

Atualmente, 4 milhões de pessoas vivem com diabetes no Reino Unido e 90% das doenças são do tipo 2.

A pesquisa foi feita por pessoas da Harvard T.H. Chan School of Public Health, em Boston, nos Estados Unidos. Elas analisaram 9 estudos que envolviam análises sobre dietas baseadas em vegetais e diabetes tipo 2. Os resultados da pesquisa foram publicados no Journal of the American Association Internal Medicine.

Os pesquisadores ainda não garantem ao certo qual é o motivo das dietas baseadas em vegetais reduzirem o risco da diabete tipo 2, mas possuem algumas teorias: alimentações saudáveis e ricas em vegetais demonstram melhorar a sensibilidade à insulina, pressão sanguínea e aumentam a perda de peso.

Além de todos os benefícios, pessoas que seguem uma alimentação voltada aos vegetais também costumam reduzir o risco de outras doenças, como as cardíacas.


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Porcas são forçadas a dar à luz em gaiolas minúsculas

Por Rafaela Damasceno

A Compassion in World Farming, instituição de caridade de bem-estar animal, apurou e investigou a realidade de milhares de porcas ao redor do Reino Unido. As fêmeas são confinadas em gaiolas de parto, onde são forçadas a parir e criar seus filhotes.

Porcas em gaiolas pequenas, em um lugar escuro e fechado

Foto: Compassion in World Farming

De acordo com a instituição, mais da metade das porcas do Reino Unido (mais de 250 mil) estão presas nessas gaiolas estreitas, onde não possuem espaço suficiente para fazer movimentos básicos, como andar ou se virar. Também são incapazes de construir ninhos para seus filhotes ou procurar alimento.

“Nossa investigação revela a miséria causada pelo aprisionamento dos animais nas fazendas”, explicou a gerente de campanhas da Compassion in World Farming, Natasha Smith. “Essa é a realidade de milhares de inteligentes e sensíveis mamães porcas”.

Ela ainda fala sobre o orgulho que a Grã-Bretanha sente de seus altos padrões de bem-estar animal, que contrastam com as condições terríveis em que muitos porcos nascem. “É simples ver que esse tratamento é errado. Então por que essas gaiolas não são ilegais?”, indagou.

Deborah Meaden, que relatou a investigação, afirmou que é péssimo para os animais estarem sendo criados em ambientes tão antiquados e bárbaros. “É hora de parar essa crueldade. É hora de parar a Era da Gaiola”, concluiu.

Nota da Redação: Assim como seres humanos, porcos são animais sencientes que formam laços profundos e complexos com outros membros de sua espécie. Condenar um animal a uma vida de exploração e tortura apenas para a satisfação humana é egoísta, fútil e cruel. Eles merecem muito mais do que viver uma vida em cativeiro.


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Gatinha presa em engrenagem de carro é salva por mecânicos

Foto: Midas of Frankfort

Foto: Midas of Frankfort

Um homem esperava tranquilamente por sua refeição na janela do drive-thru de um restaurante, no Kentucky (EUA), quando notou um funcionário dando-lhe alguns olhares estranhos. Ele rapidamente notou então, que miados altos e aflitos, estavam sendo reproduzidos pelo alto-falante do drive-thru – e eles estavam vindo de algum lugar embaixo do seu carro.

Ele parou e olhou debaixo do carro, e suas suspeitas foram confirmadas: havia uma gatinha presa debaixo do automóvel, e estava claro que a filhote não tinha como sair sozinha.

Foto: Midas of Frankfort

Foto: Midas of Frankfort

Felizmente, havia uma loja de mecânica, chamada Midas de Frankfort, bem ao lado do restaurante, e então o gerente do estabelecimento foi até lá para ver se algum dos mecânicos poderia ajudar.

Eles imediatamente concordaram em ajudar e trouxeram o carro até a loja para que pudessem trabalhar no resgate. Todos estavam incrivelmente preocupados com a pequena gatinha, e esperavam que eles pudessem libertá-la do carro o mais rápido possível.

Foto: Midas of Frankfort

Foto: Midas of Frankfort

“Ela tentou se arrastar por um buraco no chassi traseiro e se alojou ali mesmo depois de perceber que não poderia recuar para trás para sair”, disse D. Scott Bourne, proprietário e diretor da Midas of Frankfort, ao The Dodo.

A gatinha já estava presa há várias horas e estava notavelmente muito confusa e assustada. Enquanto a equipe de mecânicos trabalhava para desmontar o carro e libertá-la, eles conversavam com ela e acariciavam-na gentilmente, esperando ajudá-la a entender que estavam ali para ajudá-la.

Foto: Midas of Frankfort

Foto: Midas of Frankfort

“Ela era muito dócil porque estava muito cansada e desidratada”, disse Bourne. “Era mais de 32 °C graus do lado de fora e é difícil dizer o quanto estava quente sob o veículo”.

Finalmente, depois de mais de uma hora de trabalho desmontando partes do carro, os mecânicos conseguiram libertar a gatinha, e todos ficaram radiantes ao ver que ela parecia estar saudável e sem ferimentos.

O dono do carro ficou tão grato aos mecânicos por ajudar que se ofereceu para pagá-los, mas eles recusaram. Tudo o que eles queriam era ajudar a gatinha, e saber que ela estava em segurança e bem, era pagamento suficiente.

Foto: Midas of Frankfort

Foto: Midas of Frankfort

A gatinha, mais tarde chamada de Marigold, foi cuidada por seus salvadores durante a noite e depois levada diretamente ao veterinário logo pela manhã. O veterinário determinou que ela tinha cerca de 9 semanas de idade, e além de ácaros na orelha e alguns pequenos cortes e arranhões, ela estava em ótima saúde. Marigold de alguma forma sobreviveu à sua provação ilesa, graças ao amor e determinação de seus salvadores.

Marigold já foi adotada por alguns amigos de seus salvadores e está se acomodando maravilhosamente bem em sua nova casa. Ninguém sabe exatamente de onde ela veio ou como ela acabou presa debaixo do carro, mas de alguma forma ela encontrou seu caminho para onde deveria estar, e está muito feliz por ter uma nova família que a ama e protege.

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Cachorro perdido que vivia em situação de rua reencontra família e não contém a felicidade

Foto: Sertaç Araç

Foto: Sertaç Araç

Dois meses atrás, quando este cachorrinho chamado Leo desapareceu de sua casa na Turquia, sua família ficou arrasada. Eles procuraram em todos os lugares possíveis por qualquer sinal do filhote amado, mas sem sucesso.

Então, de repente tudo mudou.

Na semana passada, o filho do tutor de Leo, Sertã Araç, estava em uma cidade vizinha a cerca de 100 quilômetros de distância de sua casa, quando um cachorro familiar chamou sua atenção – um cachorro que parecia muito semelhante ao animal doméstico desaparecido da casa de seus pais.

Foto: Sertaç Araç

Foto: Sertaç Araç

O cão aparentemente perdido estava sentado do lado de fora de um café, parecendo desgrenhado e sujo pela vida nas ruas.

“Eu tirei uma foto e enviei para minha mãe e meu pai”, disse Araç ao The Dodo, admitindo que parecia improvável, dada a distância, que este fosse seu cão. “Mas eu estava em dúvida.”

Apesar de diferente, a chance de que realmente fosse Leo existia, então os pais de Araç decidiram dirigir até o local para verificar por si mesmos.

E, como é possível acompanhar neste vídeo que mostra o que aconteceu a seguir, toda a dúvida foi logo deixada de lado:

Leo reconheceu sua família imediatamente – e depois de meses vivendo perdido nas ruas, o cachorrinho ficou muito feliz por finalmente ter sido encontrado.

“Quando Leo nos viu, ele ficou muito feliz e ficamos mais felizes ainda”, disse Araç. “Foi difícil conter a emoção completou ele.

O cachorro perdido estava finalmente indo para casa.

Leo está agora de volta ao lugar ao qual ele pertence, cercado pelo amor de sua família.

Foto: Sertaç Araç

Foto: Sertaç Araç

O final da história de Leo é certamente feliz, mas ela representa uma esperança, também. Por volta do mesmo período em que Leo desapareceu, os outros dois cães dos pais de Araç também desapareceram misteriosamente – trabalho realizado, suspeitam eles, por algum sequestrador local.

Mas com a descoberta e retorno seguro de Leo, as esperanças agora são reforçadas de que eles também serão encontradas um dia.

Foto: Sertaç Araç

Foto: Sertaç Araç

“Estamos tão felizes que Leo está em casa. Vou olhar com cuidado em todos os lugares que visito, na esperança de encontrarmos [os outros dois cães]”, disse Araç. “Meu pai e minha mãe continuarão a procurar o máximo que puderem, porque eles os vêem como filhos e os amam muito.”

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