Crocodilos são explorados para entretenimento humano

FOTO: REUTERS

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Crocodilos são animais selvagens, e como tal tem seu habitat específico, considerados os maiores predadores de água doce do mundo eles habitam a Terra há 200 milhões de anos.

Vítimas da vaidade humana, esses répteis magníficos são perseguidos pelo couro de suas costas usado na confecção de bolsas e sapatos.

Mas não é apenas pelo couro de seus corpos que esses animais estão sendo ameaçados, agora eles têm sido incomodados em seu habitat para entreter turistas ávidos por shows e alienados quanto às questões de bem-estar animal.

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Recentemente um homem foi fotografado beijando um crocodilo para uma plateia de turistas que assistia a cena durante uma viagem de barco na Costa Rica.

Juan Cerdas disse que é um dos seus “hobbies” alimentar e beijar as criaturas para turistas assistem no “tour do rio dos crocodilos” que navega no rio Tarcoles.

O rio, na província de Puntarenas, tem uma das maiores populações de crocodilos do mundo.

Muitos deles são crocodilos americanos, que são tipicamente encontrados na Flórida e são uma das únicas espécies que podem andar sobre quatro patas.

Eles podem crescer até 17 pés de comprimento e pesar centenas de libras.

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Mas Juan, de forma inconsequente, diz que eles “não são tão agressivos quanto nos querem fazer acreditar”.

O rio tem sido explorado como uma grande atração turística nos últimos anos.

Turistas se reúnem para visitar uma ponte sobre o rio Tárcoles, que ficou conhecida como “puente de cocodrilo”, ou “ponte do crocodilo”.

Por baixo da ponte, os crocodilos tomam sol à tarde.

Essa semana o Mirror relatou cenas horríveis de crueldade com animais, enquanto centenas de crocodilos foram espancados até a morte por uma multidão de aldeões enfurecidos, depois que um morador local foi aparentemente devorado por um dos répteis.

Os crocodilos viviam em um lago em uma propriedade do empresário Sorong Regency, no oeste de Papau, na Indonésia, e foram culpados pela morte de um morador na sexta-feira.

Os moradores locais irados invadiram sua propriedade para se vingar cruelmente dos animais no sábado.

Um vídeo mostra a multidão sedenta de sangue arrastando crocodilos de dois metros de comprimento da água antes de espancá-los até a morte com picaretas e outras ferramentas.

Seja no turismo ou nas reações em massa o ser humano continua carente de bom senso e compaixão ao lidar com animais selvagens e respeitar os limites naturais e ecossistêmicos desses seres.

Animais selvagens são propícios a interações com humanos e se provocados ou ameaçados eles vão reagir como o instinto lhes ordena: em defesa própria.

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Guaxinim quase perde a pata ao prendê-la em lata de refrigerante jogada na floresta

Foto: Fox Wood Wildlife Rescue

Foto: Fox Wood Wildlife Rescue

Um guaxinim ficou com a pata imensamente inchada e quase perdeu o membro após prendê-lo em uma lata de de refrigerante que foi irresponsavelmente descartada em uma floresta.

O pobre animal foi encontrado na mata lutando para andar e comer com a pata presa na lata afiada.

Equipes de resgate de animais foram chamados para a floresta em Collins, Nova York, EUA, e o guaxinim foi levado às pressas para um veterinário.

Foto: Fox Wood Wildlife Rescue

Foto: Fox Wood Wildlife Rescue

Sua pata foi cuidadosamente liberada, fotos mostram como o membro ficou vermelho e inchado em até quase quatro vezes o seu tamanho normal.

Os guaxinins usam suas patas para caminhar, escalar e comer, por isso, precisam de assistência médica contínua antes de poderem ser devolvidos à natureza.

Em um apelo ao público, voluntários da Fox Wood Wildlife Rescue disseram que este é um “lembrete valioso” do dano que o lixo pode causar aos animais.

Foto: Fox Wood Wildlife Rescue

Foto: Fox Wood Wildlife Rescue

Eles escreveram nas redes sociais: “Se você trouxer algo para a floresta, leve-o consigo, não jogue no chão. Esta lata foi deixada em terras florestais do Estado de Nova York em Collins”.

“Um guaxinim do sexo feminino curioso e saudável, ao cheirar e tentar lamber os restos do conteúdo doce, tornou-se uma vítima do lixo dercartado de forma irresponsável”

“Um morador da região notou o guaxinim lutando para andar, subir nas árvores e comer com a lata presa em sua pata”.

Foto: Fox Wood Wildlife Rescue

Foto: Fox Wood Wildlife Rescue

“Ele contatou a Fox Wood Wildlife Rescue e um plano para capturar e ajudar o guaxinim foi colocado em prática”.

“Uma vez capturada, ela foi levada para o Dr. Reilly no Springville Animal Hospital em Springville, que gentilmente ofereceu ajuda.

“Ela foi anestesiada e a lata foi cortada e retirada de sua pata com todo cuidado”.

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Ivanka Trump é criticada na internet após postar foto do cão que comprou para a filha

Foto: Ivanka Trump/Instagram

Foto: Ivanka Trump/Instagram

Ivanka Trump está sendo criticada ferozmente nas redes sociais depois de revelar que comprou de presente de aniversário para sua filha Arabella, um cachorro todo branco chamado Winter.

Com tantos animais em abrigos à espera de um lar, a filha do presidente Trump compartilhou uma foto do novo cão que havia acabado de comprar para sua filha, que fez oito anos, em um post no Instagram no sábado.

“Conheça o Winter, o sonho de aniversário de Arabella se tornou realidade e este é o mais novo membro da família Kushner!”, Escreveu Ivanka ao lado da foto.

Ivanka não revelou o tipo de raça, mas seus seguidores especularam que Winter seja um cão da raça pomsky, que é um cruzamento entre um Husky Siberiano e um Lulu da Pomerania que é frequentemente referido como uma “raça de cachorro criada” (raça que não existia e foi criada por cruzamentos forçados de raças que naturalmente não ocorreriam).

Quase imediatamente depois de compartilhar a imagem de Winter, Ivanka e sua família foram atingidos por uma série de comentários negativos sobre a postagem, tanto por comprar o animal quando tantos há cães abandonados precisando de uma família, como acusações de racismo por ter escolhido um cão completamente branco.

Foto: Getty Images

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Muitos foram rápidos em criticar a cor do pelo do cachorro e fazer comparações com o tratamento de crianças migrantes em centros de detenção de controle de fronteira.

O advogado Michael Avenatti estava entre os que criticaram o ato, ele retweetou a foto de Ivanka e trouxe seu irmão Donald Trump Jr. para a discussão ao mencioná-lo no comentário.

‘Biff @ DonaldJTrumpJr – condolências à sua irmã substituindo você como seu filhote favorito. Aliás, sua família permite algo em suas vidas que não seja BRANCO? Avenatti twittou.

Foto: Ivanka Trump/Instagram

Foto: Ivanka Trump/Instagram

Outros twittaram: “Se fosse um cachorro marrom, você o colocaria em uma gaiola? Mas é claro que vcs querem ter um cão todo branco, racistas”.

“O cachorro se chama Winter (inverno) e é todo branco, eu acho essa é a única coisa que o mantém fora de uma gaiola na casa dos Trump”, escreveu um usuário do Twitter.

Outro usuário do Twitter mencionou as crianças imigrantes em detenção, questionando: “Eu me pergunto o que as crianças em celas recebem por seus aniversários?”.

Foto: Ivanka Trump/Instagram

Foto: Ivanka Trump/Instagram

“Milhares de crianças sob a custódia dos EUA não tomaram banho, nem puderam escovar os dentes ou foram abraçadas em semanas graças a seu pai, mas é legal você ter um novo filhote, não é?”, uma pessoa twittou.

Acredita-se que Winter seja o único animal doméstico da família Kushner.

Arabella completou oito anos em 17 de julho e o cachorro foi presente para o aniversário dela.

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Resgatada do abandono, cadela pinscher busca um lar no Recife (PE)

Divulgação

A cadelinha da raça pinscher da imagens foi encontrada em situação de abandono no Recife (PE) no último sábado (20). Muito dócil, companheira e carente, ela está com as mamas repletas de leite, o que sugere que ela podia estar sendo explorada como reprodutora. A cachorrinha aparenta ter cerca de dois anos e é muito assustada.

Divulgação

Ela precisa encontrar um lar o quanto antes, pois a pessoa que a acolheu já tutela cinco gatos e não possui espaço para mais animais. A pinscher está disponível para adoção responsável. Interessados em dar uma chance para ela entrem em contato com a Socorro através do telefone: 81 99961 3107.

Representante da ONU revela que um desastre ocorre a cada semana causado pela mudança climática

Foto: EMIDIO JOZINE/AFP/Getty Images

Foto: EMIDIO JOZINE/AFP/Getty Images

Um alto funcionário da ONU emitiu um alerta a respeito da mudança climática, apontando que desastres decorrentes da crise climática considerados de “impacto menor”, capazes de causar morte, deslocamento e sofrimento, agora ocorrem a uma taxa de cerca de um por semana.

Falando com Fiona Harvey, do Guardian, Mami Mizutori, diplomata japonesa e representante especial do secretário geral da ONU sobre redução de risco de desastres, diz que esses eventos de menor escala – incluindo ondas de calor intensas, tempestades e inundações – são muitas vezes ofuscados por desastres catastróficos, como as inundações na Índia e os ciclones que devastaram Moçambique no início deste ano.

Mizutori enfatiza que as crises climáticas de pequena escala estão acontecendo muito mais rapidamente e com mais frequência do que o previsto anteriormente. É essencial, portanto, que os governos parem de encarar a mudança climática como uma questão de longo prazo e, em vez disso, passem a investir em medidas de “adaptação e resiliência” destinadas a conter os efeitos de eventos de impacto mais baixo.

Mizutori explica: “Isso não se trata mais do futuro, é sobre o presente”.

Como Harvey escreve, grande parte da discussão em torno das mudanças climáticas centra-se na mitigação, ou na redução das emissões de gases do efeito estufa, em vez de adaptação. Embora esta abordagem seja mais fácil de quantificar e evite incentivar uma falsa sensação de complacência em relação à urgência de reduzir as emissões, Mizutori diz ao Guardian que o mundo não está mais em um ponto em que os humanos possam simplesmente escolher entre mitigação e adaptação.

“Falamos de uma emergência climática e de uma crise climática, mas se não conseguirmos enfrentar isso [a questão da adaptação aos efeitos], não sobreviveremos”, diz ela. “Precisamos olhar para os riscos de não investir em resiliência”.

Segundo um relatório de 2017 do Banco Mundial e do Fundo Global para Redução e Recuperação de Desastres, os desastres naturais extremos causam danos globais de cerca de 520 bilhões de dólares por ano, levando anualmente cerca de 26 milhões de pessoas à pobreza. Comparativamente, observa o Guardian, o custo de implementação de infraestrutura resistente ao aquecimento equivaleria a um custo adicional de apenas 3% ao ano, ou um total de 2,7 trilhões de dólares nos próximos 20 anos.

O aumento dos padrões de resiliência para infra-estrutura, como habitação, transporte e redes de fornecimento de energia e água, pode ajudar as regiões vulneráveis a evitar os piores efeitos das inundações, secas e outras formas de clima extremo.

Dado o preço relativamente baixo de tais medidas preventivas, Mizutori argumenta que os investidores “não têm feito o suficiente”, acrescentando que “a resiliência precisa se tornar uma mercadoria pela qual as pessoas vão pagar”.

De acordo com a especialista da ONU, as comunidades devem priorizar “soluções baseadas na natureza”, que dependem de barreiras naturais, como manguezais, florestas e áreas úmidas para impedir inundações. Outros caminhos para a serem explorados incluem estudar a melhor forma de proteger os que vivem em assentamentos informais ou favelas versus centros urbanos e adotar uma abordagem mais holística em relação às mudanças climáticas, talvez colocando questões ambientais e de infraestrutura sob a alçada de um ministério do governo.

As comunidades no mundo desenvolvido e em desenvolvimento poderiam evitar os piores efeitos de muitos eventos climáticos de menor escala com a ajuda de infraestruturas mais fortes, sistemas de alerta antecipado e melhor conscientização do governo sobre quais regiões são mais vulneráveis a desastres climáticos, diz Mizutori.

Se os países não conseguirem priorizar a resiliência e os desastres de curto prazo, as consequências poderão ser terríveis. Como Megan Rowling relata para a Reuters, Mizutori ofereceu uma previsão similarmente alarmante na Plataforma Global para Risco e Redução de Desastres em maio, concluindo: “Se continuarmos vivendo dessa forma, interagindo uns com os outros e com o planeta da maneira que fazemos, então nossa própria sobrevivência está em dúvida ”.

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Inundações matam 12 rinocerontes raros na Índia

Foto: Associated Press

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Pelo menos 12 rinocerontes de um chifre, uma espécie ameaçada de extinção, morreram como resultado das enchentes que alagaram um parque nacional no nordeste da Índia, disseram autoridades.

Onze deles se afogaram enquanto tentavam escapar das inundações e um deles caiu em uma vala enquanto tentava escalar para um local mais alto, disse um funcionário do Parque Nacional de Kaziranga, no estado de Assam, no nordeste da Índia.

O imenso parque de 430 quilômetros quadrados foi classificado como Patrimônio Mundial da UNESCO e abriga dois terços da população mundial do Rhinoceros Unicornis – mais comumente conhecido como o rinoceronte indiano.

Na última contagem, em 2015, o parque tinha uma população de 2401 rinocerontes.

As recentes inundações afetaram cerca de 90% da área do parque, forçando os animais a fugir para um lugar mais alto.

Pelo menos 141 animais selvagens morreram desde o dia 13 de julho. Entre eles rinocerontes, um elefante, javalis e diferentes espécies de veados, disse o diretor do parque, P Sivakumar.

A maioria deles se afogou enquanto alguns foram atingidos por veículos quando atravessaram uma rodovia que cruza o parque para chegar nas colinas de Karbi Anglong.

Pelo menos 60 animais foram resgatados e a maioria deles soltos na natureza. Embora as águas da inundação tenham começado a recuar, cerca de 60% do parque ainda está inundado.

Muitos dos animais buscaram abrigo em outeiras artificiais construídas para tais situações, disse Sivakumar.

A temporada de monções da Índia, de junho a setembro, registra fortes chuvas que são uma tábua de salvação para os agricultores, mas muitas vezes deixam um rastro de morte e destruição.

Mais de 200 pessoas morreram em incidentes relacionados à chuva na Índia em julho, uma grande parte deles em Assam e no leste do estado de Bihar.

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Atriz Mayim Bialik investe em restaurante vegano

Por David Arioch

Segundo Mayim, todas as opções no Bodhi Bowl podem ser personalizadas de acordo com o gosto do cliente (Fotos: Divulgação)

A atriz e neurocientista vegana Mayim Bialik, mais conhecida por séries como Blossom e The Big Bang Theory, recentemente se tornou coproprietária do restaurante vegano Bodhi Bowl em Los Angeles (EUA), fundado por seu amigo, o chef Ali Cruddas.

Em entrevista ao Haute Living, ela revelou que o conhece há 20 anos e que Cruddas sempre quis abrir um restaurante de fast food vegano, mas voltado à alimentação saudável.

Segundo Mayim, todas as opções no Bodhi Bowl podem ser personalizadas de acordo com o gosto do cliente, e que os preços são razoáveis considerando a localização – centro de Los Angeles. Entre os pratos oferecidos estão sanduíches, wraps, sopas e bowls.

De acordo com o Bodhi Bowl, a missão do restaurante é inspirar as pessoas a escolherem um estilo de vida mais saudável, mais verde e mais compassivo por meio da alimentação baseada em vegetais.


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Após protestos, a elefante Minnie não desfilará mais no 4 de julho de Springfield, EUA

Por Rafaela Damasceno

O 4 de julho, dia da Independência dos Estados Unidos, é uma das datas mais importantes e celebradas no país. Em Springfield, no estado de Delaware, os desfiles foram marcados por mais de 30 anos pela presença de uma elefante chamada Minnie. Ela era forçada a carregar pessoas e caminhar pelas ruas todos os anos.

Minnie anda pelas ruas carregando um homem e uma crianças, com várias pessoas em volta

Foto: Springfield Republican Party

Em 2019, Minnie foi explorada pela última vez. Após uma onda de debate nacional acerca dos direitos animais, especialmente os elefantes, o comitê do Partido Republicano de Springfield (responsável pelo desfile) decidiu que Minnie nunca mais será obrigada a desfilar.

O presidente do partido, Puppio, anunciou a decisão essa semana, declarando que estava na hora de Minnie se aposentar. A medida foi tomada após uma discussão com especialistas, segundo ele.

Recentemente, o número de pessoas conscientes acerca dos direitos animais está aumentando. Circos e zoológicos já estão sendo criticados pela exibição animal há anos.

O Philadelphia Zoo fechou sua exibição de elefantes em 2007. Após protestos de ativistas, além do aumento das restrições federais e estaduais, o circo Ringling Bros e Barnum & Bailey Circus parou de explorar elefantes em suas exibições em 2016. Um ano depois, o local fechou definitivamente.

Poucos dias antes do anúncio do partido, uma petição online pedindo a proibição da exploração de animais silvestres em Springfield foi criada.

“O Partido Republicano de Springfield usou por muitos anos um elefante vivo como propaganda, montando o pobre animal com ganchos para que ele obedecesse. Os animais não pertencem a desfiles, circos, zoológicos ou qualquer outro meio de exibição. Esse tipo de coisa leva o público a acreditar que é aceitável explorar animais para o entretenimento humano e ensina crianças de que eles estão aqui para o nosso uso, sem merecer direitos básicos”, dizia a petição.

Nas redes sociais, muitos ficaram contentes com a decisão do partido. Alguns criaram outra petição, pedindo para que Minnie e outros dois companheiros elefantes fossem liberados do zoológico onde permanecem e realocados em um santuário.


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Nova York proíbe procedimento de extração de unhas de gatos

O procedimento de extração de unhas de gatos foi proibido em Nova York. Trata-se do primeiro estado americano a aplicar a proibição, que já existe em várias cidades dos Estados Unidos e também em outros países, inclusive no Brasil.

Foto: Pixabay

Desde 1987, quando o convênio europeu para proteção dos animais domésticos foi aprovado pelo Conselho Europeu, a retirada de garras e dentes dos animais foi proibida em 24 países do velho continente.

Durante a cirurgia, a primeira falange dos dedos dos gatos é amputada para que as garras sejam retiradas. O procedimento costuma ser feito por tutores que, de maneira cruel, querem impedir que os gatos usem as unhas para, por exemplo, arranhar móveis. As informações são da agência AFP.

Em Nova York, a medida foi aprovada pelo Parlamento em junho e ratificada pelo governador do estado, Andrew Cuomo, nesta segunda-feira (22).

“É uma operação cruel e dolorosa, que pode provocar problemas físicos e de comportamento em animais indefesos”, afirmou o governador. “Ao proibir esta prática arcaica, nos asseguramos de que os animais não serão mais submetidos a estas intervenções desumanas e desnecessárias”, acrescentou.

A lei autoriza que as garras dos gatos sejam retiradas apenas por razões de saúde. A Sociedade Veterinária de Nova York, no entanto, se opôs à medida durante sua revisão sob o argumento de que extirpar as unhas desses animais é um procedimento justificado em determinadas condições.

A ONG internacional de defesa animal PETA comemorou a decisão do governador de ratificar a nova norma. “Vitória!”, escreveu a entidade no Twitter.

De acordo com dados da Associação Americana de Veterinária, colhidos entre 2017 e 2018, 25% dos lares têm um gato nos Estados Unidos, o que corresponderia a mais de 30 milhões de animais.


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Estudo revela que crocodilos e jacarés já foram vegetarianos

Por David Arioch

“As pessoas tinham anteriormente formulado a hipótese, apenas de olhar para os dentes, que alguns desses animais eram herbívoros” | Pixabay

Um estudo liderado pelo pesquisador Keegan Melstrom, do Museu de História Natural de Utah, em Salt Lake City (EUA), revela que crocodilos e jacarés já foram animais pacíficos e vegetarianos.

Pertencentes aos grupos dos crocodiliformes, jacarés e crocodilos existem há mais de 200 milhões de anos e, como muitos foram extintos, poucas das espécies que habitaram a Terra há muito tempo acabaram sendo conhecidas; e apenas por meio da localização e identificação de fósseis.

“As pessoas tinham anteriormente formulado a hipótese, apenas de olhar para os dentes, que alguns desses animais eram herbívoros”, disse Melstrom à revista britânica NewScientist. No entanto, eram apenas suposições que consideravam o fato de que os dentes dos antigos crocodiliformes não coincidem com os de qualquer outro animal moderno.

Mas depois de fazer uma avaliação sistemática das formas dos dentes de 16 crocodiliformes extintos, o pesquisador descobriu que pelo menos metade deles eram vegetarianos.

Keegan Melstrom cita como exemplo o Pakasuchus, que tinha dentes traseiros que se encaixavam, assim como os de mamíferos – o que significa que eles mastigavam bem a comida em vez de simplesmente engoli-la de qualquer forma.

No estudo, Melstrom concluiu também que o herbivorismo aparece em até seis períodos da árvore genealógica de crocodilos e jacarés. Hoje, embora os crocodiliformes conhecidos sejam claramente carnívoros, ocasionalmente eles comem frutas e outras matérias vegetais – o que pode ter relação com os hábitos de seus ancestrais.

O pesquisador acrescenta que ainda não se sabe por que jacarés e crocodilos abandonaram a herbivoria. “Há muitas coisas que mudaram nos últimos 66 milhões de anos”, destaca e frisa que às vezes animais carnívoros evoluem para o consumo de plantas. Como exemplo, cita pandas e até mesmo uma aranha vegetariana.


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