Gata dócil e em situação de rua corre risco de morte em SP

Divulgação

A bela gatinha da imagem foi covardemente abandonada nas ruas do bairro Campo Limpo, na zona Sul de São Paulo. Ela é muito dócil e corre o risco de ser morta. Precisa de um lar seguro o quanto antes.

Divulgação

A gatinha está sendo carinhosamente chamada de Malhadinha e pode ser levada até a casa do adotante na região de Santo Amaro, Vila Andrade, Morumbi, Vila Sônia, Taboão da Serra e do Butantã.

Interessados em ajudar a gatinha entrem em contato através do telefone (WhatsApp): (11) 9-6647-5331.

Vacas se aproximam para ouvir saxofonista tocar ao ar livre

Foto: Richard Herrmann

Foto: Richard Herrmann

Richard Herrmann, vive em Oregon, no Estados Unidos esta aprendendo a tocar saxofone há sete meses e está melhorando a cada dia. Ele nem sempre tem a chance de tocar para um público, e recentemente, quando ele e sua esposa estavam viajando juntos, eles tiveram uma ideia perfeita.

“Minha esposa e eu viajamos juntos para o campo ocasionalmente”, Herrmann disse ao The Dodo. “As vacas sempre parecem curiosas. Eu perguntei a minha esposa: “Eu me pergunto se elas gostariam ou se aproximariam se eu tocasse o saxofone?”, ela disse então: “Vamos tentar.”

Há vídeos por toda a internet de pessoas tocando música para animais, e Herrmann decidiu que era sua vez de tentar. Ele e sua esposa foram para o campo e saíram do carro, e Herrmann rapidamente se posicionou para iniciar a sessão de música.

Foto: Richard Herrmann

Foto: Richard Herrmann

“Na verdade, esta é a minha primeira apresentação para uma audiência ao vivo”, disse Herrmann para a câmera quando sua esposa começou a gravar. “Vamos ver como vou me sair!”

Herrmann decidiu começar com “Isn’t She Lovely”, de Stevie Wonder – e no momento em que ele começou a tocar, todas as vacas no campo pararam o que estavam fazendo.

“Eles estavam andando em uma direção e quando eu comecei a tocar, você podia vê-las parar por alguns segundos, prestar atenção e, em seguida, começar a caminhar até a cerca para o ponto onde eu estava”, disse Herrmann.

Foto: Richard Herrmann

Foto: Richard Herrmann

Não demorou muito para que todas as vacas no campo estivessem próximas e enfileiradas na cerca como se estivessem em um show de rock. Empurrando uma à outra para tentar chegar o mais perto possível da música.

Após sua primeira música, Herrmann passou a tocar “Whisper Careless”, de George Michael, e “Tequila”, do The Champs. As vacas ficam completamente paradas durante todo o tempo em que ele estava tocando e coisa toda foi muito melhor do que ele poderia ter imaginado.

Depois de ver os vídeos, a filha de Herrmann decidiu compartilhá-los online – e, é claro, todos rapidamente se apaixonaram pelo adorável pai que conquistou um grupo de vacas com um saxofone.

Isso apenas mostra que a música realmente pode reunir todos os tipos de pessoas e criaturas. Se você está passando por um campo de vacas e tem algum talento, por que não tentar fazer um show? Você nunca sabe o que pode acontecer!

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Estudo mostra que bodes e cabras conseguem distinguir emoções nos chamados de seus companheiros

Por Rafaela Damasceno

Os bodes e as cabras, animais explorados principalmente pelo leite, são criaturas sensíveis e capazes de diferenciar as emoções de seus companheiros. O estudo que atesta isso, realizado pela Queen Mary University of Londres (Universidade Rainha Mary de Londres), mostra ainda que eles respondem aos sentimentos de seus pares, um fenômeno conhecido como contágio emocional.

Um bode encostando a cabeça em outro

Foto: Cultura Mix

O principal pesquisador do estudo, Luigi Baciadonna, declarou que “apesar de sua importância evolutiva, a comunicação social das emoções em animais não humanos ainda não é bem compreendida”.

Os pesquisadores selecionaram os bodes como animais com potencial emotivo devido a estudos anteriores que comprovaram que eles são inteligentes e possuem vidas sociais complexas. Um experimento indicou que eles conseguem distinguir as chamadas de seus amigos e isso foi essencial para que levantassem a hipótese de que os animais poderiam também saber como eles estavam se sentindo.

Ser capaz de compartilhar as emoções de outros animais da mesma espécie pode fortalecer laços sociais entre os membros do grupo.

A pesquisa foi feita com os animais felizes e tristes. Então os pesquisadores tocaram os sons para outros da mesma espécie, que reagiram de acordo com as diferentes emoções. Ao ouvirem os sons positivos, o ritmo cardíaco dos bodes se tornou regular.

O especialista Frans de Waal, da Emory University, afirmou que “a empatia é uma característica principalmente dos mamíferos”, o que explicaria o compartilhamento de emoções presente nos bodes.

Rachel Sparks, porta-voz da Sociedade Britânica dos Bodes, declarou que não se impressionou com o resultado da pesquisa. “Essa espécie é muito mais sensível a mudanças do que outros animais”, declarou ao The Guardian. “Se estou tendo um dia ruim, os bodes sempre me animam. Eles sabem quando você está feliz, triste ou estressado”, completou.

As descobertas, que foram publicadas na revista Frontiers in Zoology, podem provocar mudanças na pecuária, principalmente na maneira que os animais são alojados.


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O segredo para viver uma vida longa e saudável pode estar em uma alimentação à base de vegetais

Por Rafaela Damasceno

Uma longa expectativa de vida pode ser alcançada por diversas mudanças simples: exercícios regulares, pouco ou nenhum consumo de álcool, uma alimentação saudável. Mas atualmente existem tantas formas de alimento que as pessoas não sabem mais o que devem ou não consumir.

Vários alimentos saudáveis dispostos em uma mesa. Entre eles frutas, legumes e vegetais

Foto: Getty

De acordo com a consultora médica, Dra. Sarah Brewer, e a nutricionista Juliette Kellow, uma alimentação livre de produtos de origem animal pode ser extremamente benéfica, e a melhor opção para o organismo humano. No livro que escreveram juntas, “Coma melhor, viva mais”, as duas afirmam que as comunidades do mundo com a maior expectativa de vida compartilham uma alimentação focada principalmente nos vegetais, frutas e legumes.

“Basear sua alimentação nos vegetais parece proteger contra muitas condições relacionadas a idade, como doenças cardíacas, câncer, obesidade e diabetes tipo 2”, afirmam.

Muitos estudos mostram que uma alimentação sem produtos de origem animal reduz a mortalidade significativamente. Em 2015, uma pesquisa descobriu que se alimentar de pelo menos 70% de vegetais reduz o risco de doenças cardiovasculares em 20%.

Dra. Brewer e Kellow declaram que parar de consumir produtos de origem animal implica em uma redução dos nutrientes que eles contêm, que são ligados à problemas de saúde. Já os vegetais possuem inúmeros nutrientes benéficos.

Os povos do Mediterrâneo são conhecidos por sua longevidade. Na Sardenha (ilha italiana) e na ilha grega de Ikaria muitos adultos chegam até os 90 anos de idade. Segundo as especialistas, eles tendem a limitar o consumo de carne vermelha, manteiga, alimentos processados e ricos em açúcar. Se alimentam de muitos produtos naturais.

Estudos também mostram uma queda de 53% do risco da doença de Alzheimer nas pessoas que seguem uma dieta parecida.


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Vídeo flagra veadinho brincando com visitantes em lago de reserva

Foto: Kathleen Kennedy Ferris

Foto: Kathleen Kennedy Ferris

Kathleen Kennedy Ferris visita o Parque Estadual de Saugatuck Dunes, no Michigan (EUA) todos os anos com a família, mas nunca chegou perto da vida selvagem do parque antes da segunda-feira.

Kathleen e seus filhos estavam entre as dezenas de visitantes do parque que assistiram a um veadinho brincalhão passar pela multidão na praia e entrar no Lago Michigan nos últimos dias.

Vídeos do animal, que mostram o veadinho brincalhão na praia, se misturando aos visitantes e interagindo com eles por pelo menos 30 minutos, se tornaram virais na internet, provocando reações de todo tipo de centenas de usuários das mídias sociais.

Enquanto alguns visitantes encontraram o cervo no sábado, Kathleen não conseguiu encontrar-se com o veadinho até segunda-feira.

Para os visitantes do parque, Kathleen disse que o encontro inicialmente causou espanto.

“Meus filhos acharam de início que era um cachorro grande e, em seguida, ficaram surpresos e disseram “Meu Deus, é um cervo””, disse Kathleen. “Todo mundo estava absolutamente em choque.”

A visitante do parque disse que não tinha certeza de como lidar com a situação – em todas as suas visitas a Saugatuck, ela e sua família nunca foram abordados por animais.

“Deveríamos ter pegado nossas toalhas e absolutamente saído da praia? Eu não sei”, disse ela.
Enquanto alguns visitantes acariciavam o cervo ou ficavam nas proximidades para observá-lo de perto, Kathleen disse que nenhum dos banhistas estava perseguindo o veadinho – era o animal que não saía e continuava se aproximando das pessoas.

“É como pombos no parque, esquilos no parque, eles só se acostumam com as pessoas e se aproximam, e é um pouco assustador, mas é lindo”, disse Kathleen.

Foto: Kathleen Kennedy Ferris

Foto: Kathleen Kennedy Ferris

Em um ponto, Kathleen, o animal se tornou particularmente atraído pelas pranchas de bodyboard que a família ao seu lado trouxe, e não saía de perto deles.

Don Poppe, biólogo de vida selvagem do condado de Allegan, do Departamento de Recursos Naturais de Michigan, disse que quando os cervos se tornam muito à vontade com os humanos, eles se tornam “habituados” e podem se tornar agressivos. Poppe disse que o DNR está de olho neste cervo em particular, que vem se aproximando dos humanos desde o início de junho.

Viu um cervo selvagem? Não acaricie ou toque nele

Kathleen disse que acha cada vez mais comum que veados selvagens se misturem com as pessoas. Quando ela viu três veados andando pelo seu bairro recentemente, ela ligou para a polícia para ter certeza de que os animais estariam seguros ali, e o departamento informou a ela que, “isso começou a acontecer com maior frequencia e você tem apenas que deixar a natureza seguir seu curso”.

Veados habituados com pessoas aparecem às vezes em áreas urbanas ou nos subúrbios, disse Poppe, mas geralmente mostram algum medo dos seres humanos. Este cervo era destemido, disse Kathleen, que estimou que levou 30 ou 45 minutos para o animal deixar a praia.

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Filhotes resgatados recebem o nome dos personagens da série “Stranger Things”

Por Rafaela Damasceno

Uma família acordou de manhã e viu um balde azul em seu quintal – um balde que não pertencia a nenhum dos habitantes da casa. A confusão se transformou em choque assim que o recipiente começou a se mexer. Foi então que eles encontraram quatro cachorrinhos – pequenos, quase sem pelo, doentes e claramente desamparados.

Os cachorrinhos dentro de um balde azul, sem pelo e doentes

Foto: RSPCA

A família rapidamente se moveu para ajudar e entrou em contato com a RSPCA, uma ONG de proteção aos animais do Reino Unido. Quem atendeu ao chamado foi a inspetora Rebecca Timberlake, que rapidamente foi até até o local.

Ela afirmou que quase não acreditou no estado em que encontrou os filhotes. “Eles estavam quase sem pelo, com a pele vermelha e doente”, comunicou à imprensa. “Já é completamente inaceitável deixar um animal chegar nesse estado, uma ninhada toda de cachorrinhos é ainda pior”, afirmou, indignada que uma pessoa pudesse abandoná-los depois de falhar tão gravemente com os cuidados necessários.

Os quatro cachorrinhos no abrigo, comendo

Foto: RSPCA

Rebecca os levou rapidamente até um veterinário, que confirmou um caso grave de sarna – infecção de pele que causa intensa coceira e feridas. Além disso, eles estavam desidratados, e dois possuíam problemas nos olhos. Os quatro cachorrinhos foram inicialmente tratados e depois transferidos para Centro Animal Millbrook, onde poderiam continuar seu tratamento e recuperação.

Atualmente, eles estão tomando medicamentos e recebendo banhos regulares, segundo a inspetora. Apesar do começo difícil, os filhotes começaram a melhorar e se animar gradativamente, conforme o tratamento avançava. Com muita comida e água, além de conforto e cuidados, eles foram se recuperando com o passar das semanas.

Um dos cachorrinhos, já se recuperando

Foto: RSPCA

Rebecca contou que todos os funcionários do abrigo estão esperançosos em assistir a melhora dos cachorrinhos. Os quatro foram nomeados como El, Mike, Dustin e Lucas, em homenagem aos personagens de Stranger Things (Coisas Estranhas), “porque eles parecem coisinhas estranhas no momento”, brincou a inspetora.

Devidamente nomeados, cuidados e amados por todos do abrigo, os filhotes estão prontos para se recuperarem definitivamente para que possam encontrar um lar.


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Investigação expõe sofrimento e crueldade com porcos em fazenda de criação

Ativistas ocuparam uma fazenda de criação de porcos na Inglaterra no início desta semana para protestar contra o sofrimento, abuso e as más condições de vida a que os animais são submetidos.

Cerca de 100 militantes do movimento Meat The Victims (um trocadilho com a palavra carne em inglês e o verbo conhecer que possuem a mesma pronúncia na língua inglesa meat/meet: Conheça as Vítimas ou Vítimas da Carne) participaram da ação no Moss Rose Piggeries em Lancashire, uma fazenda de criação de porcos que existe desde 1963.

Seguiu-se uma investigação de três meses realizada pelo grupo, que descobriu animais “cobertos com suas próprios fezes em baias imundas” com prolapsos e outros ferimentos. Um ativista disse que havia mais de 30 centímetros de urina e fezes em algumas áreas onde os porcos ficavam confinados.

Nada a esconder

Apesar das fotos da ação mostrarem compartimento de contenção e gaiolas imundas e pelo menos um animal com um prolapso, o fazendeiro Wayne Baguley disse que não tem “nada a esconder”, e que as autoridades competentes inspecionaram minuciosamente a fazenda.

“Os ativistas da Meat The Victims vieram esta manhã. Pedi a eles que saíssem educadamente. Eles disseram que não iam sair e eu teria que telefonar para a polícia, e foi o que eu fiz”, acrescentou Baguley.

Foto: Virtue for Animals

Foto: Virtue for Animals

“Eles disseram que os porcos não foram mantidos em bom estado e tentaram me confrontaram. É o direito deles protestarem se quiserem fazer isso, mas eu não acho que eles deveriam ter o direito invadir minha fazenda”.

“O grupo deles deve ter vindo aqui antes, uns dois ou três meses atrás, mas foi durante a noite. Eu fui inspecionado três vezes desde que eles supostamente vieram e houve um incidente em uma inspeção que dois dos 90 bebedores de água estavam bloqueados.

Ação

“Moss Rose é uma instalação intensiva de criação de porcos que abriga centenas de indivíduos vistos vivendo em condições insalubres, com muitos deles cobertos com suas próprias fezes (e urina) em baias de concreto imundas. Um certo número de animais no local também foi visto alojado em pisos de azulejos sujos e molhados, causando um claro risco de deslizamento para os animais”, disse um porta-voz do Meat the Victims.

“Longe das baias principais, os ativistas também encontraram indivíduos com o que pareciam ser prolapsos dolorosos em pequenos cercados sem acesso à cama, sem sinais visíveis de comida, e manchas de sangue eram vistas no chão e nas paredes”.

“Outro motivo de preocupação é o número de baratas que cobrem as paredes e infestam os compartimentos de comida nas instalações. Isso vai expor ao público a realidade da pecuária e conscientizar a população sobre como eles podem ajudar a impedir a exploração e a morte desses animais de criação adotando um estilo de vida vegano”.

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Testes realizados em beagles aumentam no Reino Unido

Por Rafaela Damasceno

Os testes de laboratório realizados em cachorros aumentaram no Reino Unido. Os números chegaram a quase 5 mil só em 2019, um aumento de 16% em relação ao ano passado. Apesar dessa elevação, a maior parte dos testes ainda é realizada em outros animais, como camundongos e peixes. Ao todo, 3,52 milhões de procedimentos foram realizados no país em 2017.

Um beagle preso em uma gaiola

Imagem ilustrativa | Foto: Getty

Os beagles são os cachorros mais explorados nos testes. A maior parte dos procedimentos (71%) visava experimentar a segurança de produtos medicinais, odontológicos e veterinários.

Gatos, cachorros, macacos e cavalos são normalmente considerados espécies protegidas e compõe ao todo 1% dos testes no mundo. O número de gatos explorados diminuiu em 20%, mas o número de macacos cresceu 8%.

Em 2017, cerca de metade dos procedimentos foram experimentais, mas 1,72 milhões de animais foram explorados para estudos envolvendo criação de espécies geneticamente modificadas.

Todos os lugares que fazem testes em animais recebem uma licença para isso. A maior parte, 51%, foram realizados em universidades de medicina.

Desde 2014, os testes são classificados de acordo com a quantidade de sofrimento que causa. Há cinco categorias: sublimiar, sem recuperação, leve, moderada e grave.

Lindsay Marshall, cientista da Sociedade Humana Internacional, afirma que as pesquisas médicas da Grã-Bretanha são ultrapassadas e irracionais. Já a Dra. Frances Rawle, diretora do Conselho de Pesquisa Médica, acredita que os testes em animais ainda são essenciais para a pesquisa progressiva.

“Essas figuras compõem um sistema ultrapassado, cujos experimentos drogam, envenenam, mutilam e matam certos animais apenas porque sempre fizeram isso”, declara a consultora política da PETA, Julia Baines. Ela ainda chama atenção para o fato de que camundongos, ratos e peixes têm menos proteção do que cachorros e gatos, mesmo tendo a mesma capacidade de sentir dor.

“O governo do Reino Unido tem uma obrigação moral de proteger os animais e podem continuar promovendo a saúde humana trocando os testes em seres vivos pelas tecnologias atuais, como os chips que recriam órgãos”, completou.


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Cachorrinha não se afasta da avó da família para garantir que ela fique segura

Foto: Cathy Officee

Foto: Cathy Officee

Lollipop foi encontrada quando tinha 8 meses de idade, vagando sozinha perto de uma lava-rápido de carros. Não querendo que ela corresse para estrada movimentada próxima do local, alguns homens que trabalhavam lá a amarraram e passaram a sair com ela o dia todo, apaixonando-se mais por ela a cada minuto.

Quando Cathy Officee parou no lava-rápido e e viu a doce Lollipop, resolveu se aproximar da cachorrinha e perguntar sobre ela. Todos os novos amigos da pit bull teceram elogios a ela, explicando que a cachorrinha parecia estar abandonada ou perdida, e Cathy rapidamente concordou em aceitá-la.

Foto: Cathy Officee

Foto: Cathy Officee

Depois de procurar por um microchip, dirigir pelo bairro onde foi encontrada, postar por toda a internet e colocar avisos de cães perdidos em abrigos locais, Cathy finalmente aceitou que Lollipop não tinha ninguém procurando por ela – e imediatamente a adotou em sua família.

“No final de cinco dias eu estava tão apaixonada por ela que eu fiquei feliz que ninguém a reivindicou e não havia qualquer dúvida de que eu a queria em minha família”, disse ela ao The Dodo.

Lollipop tem agora 3 anos e é tão apaixonado por todos em sua família quanto eles por ela. Ela segue constantemente seu irmão cachorro, Isaac, e sempre precisa estar o mais perto possível de sua mãe.

Foto: Cathy Officee

Foto: Cathy Officee

Um tempo atrás, Lollipop e sua família foram morar com a mãe de Cathy e seus três cachorros, e agora a pit bull tem ainda mais membros da família para amar – e se tornou incrivelmente protetora de sua avó em particular.

A mãe de Cathy tem 90 anos e anda muito devagar atualmente por causa de suas limitações. Ela usa um andador para se locomover, e muitas vezes tem que fazer pausas enquanto se locomove. Recentemente, Cathy começou a perceber que sempre que a mãe dela está de pé e andando, Lollipop está ao lado dela e imediatamente se levantará ou se deitará na frente da vovó assim que ela fizer uma pausa para descansar.

Foto: Cathy Officee

Foto: Cathy Officee

“Não conseguimos descobrir se Lolli quer que ela volte e se sente ou se está pronta para o caso de a mamãe cair e precisar dela”, disse Cathy.

Seja qual for o motivo, sempre que a avó está de pé, o mesmo acontece com Lollipop, e os dois formaram a mais doce amizade por causa disso.

Foto: Cathy Officee

Foto: Cathy Officee

“Mamãe tem três cachorros e eu tenho dois, então sempre tem um cachorro por perto”, disse Cathy. “Mas Lollipop é a única que entra no caminho da mamãe.”

Não importa a hora do dia ou para onde a mãe de Cathy está indo, Lollipop está sempre ali, protegendo-a e cuidando dela para ter certeza de que ela chegará ao seu destino sã e salva.

Foto: Cathy Officee

Foto: Cathy Officee

Quando Lollipop foi encontrada, um grupo inteiro de pessoas se reuniu para ter certeza de que ela estava segura – e agora parece que a cachorrinha está retribuindo o favor para as pessoas que ela mais ama.

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Animais dão exemplo de amizade e lealdade aos seres humanos

Foto: Tail and Fur

Foto: Tail and Fur

O Dia do Amigo é comemorado em 20 de julho, a data foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro (1924-2008) em 1999, que considerou a chegada do homem à Lua como um símbolo de união entre todos os seres humanos.

Por meio das campanhas de divulgação realizadas por Febbraro, aos poucos, o Dia do Amigo celebrado também como Dia Internacional da Amizade, passou a ser comemorado em outras partes do mundo, e hoje quase todos os países festejam esta data.

E quem disse que a amizade precisa se restringir às relações humanas? Alguns dos exemplos mais belos e sinceros de amizade estão entre os animais: cabras órfãs adotadas por cachorras, bezerrinhos cegos guiados por pit bulls solidários, potrinhos órfãos adotados por cães altruístas, gatos protegidos por cães, ambos em situação de rua, patas e gatinhas sendo companheiras de brincadeira uma da outra e tantos outros exemplos pelo mundo todo.

Foto: Funny Pets

Foto: Funny Pets

Capazes de um amor incondicional e de uma entrega incomparável, os animais ensinam lições preciosas ao seres humanos, mantendo sua lealdade mesmo depois que seus tutores faleceram, como no caso do famoso cão japonês Hachiko que ganhou uma estátua em homenagem à sua lealdade na cidade de Shibuya.

O cão da raça akita esperou todos os dias durante anos em uma estação de trem, pelo retorno de seu tutor que havia falecido de hemorragia cerebral durante o trabalho e nunca mais voltou pra casa. Mas isso não impediu Hachiko de se manter fiel e nem o fez perder as esperanças. Até o dia de sua morte.

Assim como ele muitos outros exemplos de cães dedicados e fiéis chegam ao nosso conhecimento todos os dias. Assim como gatos, vacas, cavalos, esquilos e tantos outros animais que criam vínculos verdadeiros entre si, com outras espécie e com humanos também.

Foto: Tail and Fur

Foto: Tail and Fur

Sempre dispostos a perdoar, companheiros em todo tipo de aventuras, esses seres sencientes são capazes de decodificar nossas emoções, sentir quando estamos tristes e oferecer uma “pata” amiga a qualquer momento.

Diferentes dos seres humanos, os sentimentos de inveja, ganância, prepotência ou qualquer outro que ameace uma amizade verdadeira estão longe do coração dos animais que apenas oferecem seu amor e carinho, sem nada pedir em troca.

Foto: List25

Foto: List25

Celebremos o Dia da Amizade com nossos amigos animais e se você ainda não teve essa experiência maravilhosa, adote um animal, há muitos cães, gatos e outros bichos à espera de um lar para compartilhar sua vida e sua amizade. Basta dar o primeiro passo.

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