Uma das maiores águas-vivas que habitam o oceano é vista na Inglaterra

Uma água-viva gigante, da espécie água-viva-barril (Rhizostoma pulmo), foi encontrada no litoral de Falmouth, em Cornualha, na Inglaterra. Trata-se de uma das maiores espécies de água-viva existentes no oceano.

Imagem: Dan Abbott/Wild Ocean Weekregistr

Do tamanho de uma pessoa adulta, a água-viva foi vista pela bióloga e mergulhadora britânica Lizzie Daly durante a gravação de um programa da BBC para vida selvagem.

O encontro da mergulhadora com o animal marinho foi descrito por ela como “de tirar o fôlego”. Lizzie publicou uma foto, nas redes sociais, na qual aparece ao lado da água-viva. A presença da mergulhadora na imagem faz com que seja mais fácil reconhecer o porte do animal ao compará-lo ao tamanho da bióloga.

“Que experiência inesquecível. Eu sei que a água-viva barril fica muito grande, mas eu nunca vi nada parecido antes”, disse Lizzie, que classificou a experiência como a melhor que ela já teve.

Apesar de ser uma das maiores águas-vivas encontradas no oceano, a água-viva-barril não costuma ultrapassar um metro de extensão, nem pesar mais de 25 quilos.


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Intenção de Bolsonaro de rever taxa para visitar Fernando de Noronha (PE) ameaça o meio ambiente

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que vai rever uma taxa ambiental cobrada para visitar o Parque Nacional Marinho, do qual fazem parte algumas das praias mais famosas de Fernando de Noronha (PE), como a do Sancho e a Baía dos Porcos. A declaração do presidente expõe mais uma ação de desmonte das políticas de proteção ambiental promovida pelo governo. Atualmente, os turistas brasileiros pagam R$ 106 para visitar o local e os estrangeiros desembolsam R$ 212 – valores válidos por dez dias.

Morro dos Dois Irmãos, em Fernando de Noronha (Foto: Fábio Seixo / Agência O Globo)

O parque é administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), do Ministério do Meio Ambiente, e a taxa cobrada para visitação, além do controle rígido do número de visitantes, para que não exceda o permitido, são ações importantes para garantir a manutenção do local e proteger a fauna e a flora. Além dessa cobrança, para entrar em Fernando de Noronha o turista também paga a Taxa de Preservação Ambiental (TPA), cobrada e arrecadada pelo Governo Estadual de Pernambuco. O valor, usado para administrar a ilha, varia de acordo com a quantidade de dias que o visitante permanece em Noronha e começa em R$ 73,52, segundo informações do jornal O Globo.

Ao criticar a taxa, Bolsonaro afirmou que o valor dela “explica porque quase inexiste turismo no Brasil”. Os dados divulgados pelo portal oficial do Ministério do Turismo, no entanto, desmentem o presidente. Isso porque, em 2018, os turistas gastaram US$ 5,9 milhões em viagens pelo Brasil.

“Isso é um roubo praticado pelo GOVERNO FEDERAL (o meu Governo). Vamos rever isso”, escreveu o presidente ao criticar a taxa instituída em 2012 por uma portaria do Ministério do Meio Ambiente.

Projeto Tamar presta atendimento à tartaruga (Foto: Eduardo Vessoni)

Não satisfeito em atacar a medida que visa a proteção do parque, Bolsonaro ainda pediu que a população “denuncie práticas porventura semelhantes em outros locais”, deixando claro que pretende estender o desmonte das políticas ambientais para outras regiões.

O ICMBio e o Ibama foram procurados para comentar a declaração de Bolsonaro, mas não se posicionaram e deram a orientação de que o Ministério do Meio Ambiente fosse consultado. A pasta, por sua vez, não respondeu ao questionamento até a publicação da reportagem. O governo de Pernambuco disse que não se pronunciaria.

Santuário para espécies ameaçadas

Reconhecido e tombado, em 2001, pela UNESCO como Patrimônio Natural Mundial da Humanidade, o Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha (PARNAMAR-FN) foi criado em 14 de setembro de 1988 para proteger os animais, os ecossistemas e os demais recursos naturais da região.

Piscina natural na Trilha dos Abreus (Foto: Eduardo Vessoni)

A área, segundo o parque, é considerada uma das mais importantes para a reprodução de aves marinhas do Atlântico e funciona como “um refúgio perfeito para diversos grupos ameaçados de extinção, como cetáceos (baleias), tartarugas, ouriço-satélite, coral-de-fogo e tubarão-limão”.

O parque abriga aproximadamente 230 espécies de peixes e 15 de corais. Também vivem no local golfinhos-rotadores e várias espécies de tubarões e raias.

Suspensão de taxa compromete parque

Ambientalistas denunciam que a suspensão da taxa cobrada para que visitantes acessem o parque comprometeria ainda mais a já insuficiente infraestrutura do local.

De acordo com o professor do Instituto Oceanográfico da USP e responsável pela Cátedra Unesco para Sustentabilidade dos Oceanos, Alexander Turra, o fim da taxa tem caráter populista e pode afetar o meio ambiente de maneira negativa.

“Se há uma taxa de turismo e limitação de acesso de pessoas, é porque esse instrumento de gestão está adequado e dimensionado de acordo com a capacidade de esgoto, de água do local. Sem isso, há risco para o meio ambiente”, disse Turra, em entrevista ao jornal O Globo. “O que compromete o turismo no Brasil não são as taxas, cujas cobranças são feitas em poucos parques. O problema do turismo é a falta de estrutura, saneamento, coleta do lixo, que é o que faz com que as praias percam qualidade e se tornem impróprias”, completou.

Trilha do Piquinho, localizada na ilha de Fernando de Noronha (Foto: Eduardo Vessoni)

Além de prejudicar o parque, a declaração do presidente contraria uma política do próprio Ministério do Meio Ambiente, conforme explicou a diretora Executiva da Rede Nacional Pró Unidades de Conservação, Angela Kuczach. Isso porque a pasta defende concessões para administração de parques e o ministro Ricardo Salles anunciou, inclusive, que pretende fazer 20 novas concessões até o final de 2019.

“Quando Bolsonaro fala do acesso à Praia do Sancho, está falando do valor pago para chegar naquelas áreas através do serviço prestado por uma concessionária, que é exatamente a agenda que o Ministério do Meio Ambiente vem defendendo”, disse. “Ainda sobre as concessionárias, o valor é este porque foi feito um estudo de viabilidade econômica para determinar que aquela área poderia ser concessionada, foi aberto um edital. Não é algo que saiu da cabeça de alguém. Teve todo um processo que ele parece desconhecer”, acrescentou.

Pousadeiros são contra extinção da taxa

A Associação dos Pousadeiros de Fernando de Noronha criticou a decisão de Jair Bolsonaro de rever a taxa cobrada para acessar o Parque Nacional Marinho e se posicionou contra a declaração do presidente de que “quase inexiste turismo no Brasil”.

Pousada com vista para a Baía do Sueste (Foto: Eduardo Vessoni)

“Não dá pra encher a ilha de visitantes como quer o presidente. Precisamos alertar que é necessário controlar o número de pessoas”, disse Ivan Costa, presidente da Associação dos Pousadeiros, em entrevista à revista Época. “Somos contra cobrar mais caro dos estrangeiros. Deveria ser o mesmo valor para todos. Mas o ingresso garante que a manutenção do parque seja realizada por uma concessionária que cuida, por exemplo, dos acessos às praias”, completou.

O empresário José Maria Coelho, de 63 anos, explicou ainda que o aumento do número de turistas na ilha esbarra também na infraestrutura local.

“Sabe qual é o principal problema de Noronha? É a água. Obtemos por meio de poços artesianos ou pelo processo de dessalinização. É uma capacidade limitada que não daria conta de um aumento repentino do número de pessoas na ilha”, afirmou Coelho.

Morro Dois Irmãos (Foto: Eduardo Vessoni)

De acordo com o empresário, o fornecimento de energia elétrica é outra vulnerabilidade da ilha que impede o aumento do número de visitantes no local. “Quase 95% da energia vem de uma termelétrica existente em Noronha. Um aumento do consumo de energia também precisa ser levado em consideração se a ideia for aumentar a presença de turistas”, disse.

“O governo tem todo o direito de revisar os valores. Não acho que o cancelamento seria a solução ideal. Mas, com taxa ou sem taxa, é preciso ter um controle e dimensionar a entrada de pessoas, porque existe uma limitação na ilha para receber os turistas”, finalizou.


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Chimpanzé foge de zoo em busca de liberdade

Por Rafaela Damasceno

Um chimpanzé, conhecido como Yang Yang, fugiu de sua jaula na última sexta-feira (15). Ele escalou uma árvore caída e conseguiu sair do ambiente em que ficava. Os funcionários do zoológico solicitaram aos visitantes que saíssem do local, mas diversos curiosos ficaram do lado de fora, espiando pelas grades.

Imagens tiradas do vídeo, que mostram o chimpanzé indo em direção do portão

Foto: India Today

Um vídeo publicado pela China Global Television Network (CGTN) mostra o animal claramente agitado, correndo em direção às pessoas do lado de fora do portão e dos funcionários que tentavam chamar sua atenção. Nenhuma tentativa de atraí-lo de volta para a cela obtiveram sucesso.

Sentindo-se ameaçado, Yang Yang correu de um lado para o outro. Assustado e nervoso, o chimpanzé chegou a chutar um funcionário, que caiu no chão.

Com toda a movimentação e perseguição, ele chegou a subir em um telhado, tentando se proteger e procurar uma rota de fuga, mas foi atingido por um dardo tranquilizante disparado por um policial.

Yang Yang passa bem, mas foi devolvido à sua cela. Infelizmente, ele retornou ao cativeiro, onde permanecerá por tempo indeterminado.

 

Ativistas veganos dividem opiniões após fixarem adesivos em bandejas de carne

Por David Arioch

Adesivos estão sendo fixados em embalagens de carne em supermercados da Nova Zelândia (Foto: Reprodução/1 News)

De acordo com informações da rede de TV 1 News, ativistas veganos estão sendo acusados de fixarem adesivos em bandejas de carne em supermercados da Nova Zelândia. Em um dos produtos disponibilizados em um açougue, é destacado em um adesivo que a embalagem contém partes do corpo de alguém que não queria morrer.

Em crítica à ação, representantes da indústria da carne disseram que essa é uma “tentativa ilegal de impedir que as pessoas comprem carne e que essa atitude é preocupante e perturbadora”. A cooperativa Foodstuffs North Island está pedindo que as lojas ampliem a segurança e que os produtos com os adesivos sejam retirados dos refrigeradores e isolados.

O chefe-executivo da Beef and Lamb New Zealand, Rod Slater, um dos representantes da indústria da carne, declarou que a atitude dos ativistas veganos é inadmissível. “O que eles estão fazendo é simplesmente ilegal, interferindo na vida das pessoas e em seu trabalho.”

Já o ativista Deno Stock, também ouvido pela TV 1 News, considera a reação da indústria exagerada. Ele avalia que não há nada de mais nesse tipo de ação, defendendo que são simples adesivos de conscientização, assim como os alertas que acompanham outros produtos. Ele acrescentou ainda que os adesivos são facilmente removíveis.

A porta-voz da Sociedade Vegana da Nova Zelândia, Claire Insley, declarou que a organização simpatiza com os ativistas, mas não sugere que seus membros participem da prática: “Nós vemos isso mais como ativismo e disseminação de consciência do que vandalismo.”

Claire afirmou também que esse tipo de ação não é unanimidade – há veganos que concordam e outros que não. “Mas também há muitas pessoas que pensam que essa é uma ótima maneira de estimular conscientização e levar informação para as pessoas.”

Hans Kriek, do movimento SAFE, divide a mesma opinião de Claire Insley e explicou que está envolvido na defesa dos animais há mais de 35 anos e que esse tipo de ação se associa ao crescimento do veganismo no país.

“Temos visto um grande número nos últimos cinco anos. Muitos jovens estão passando a querem agir pelos animais – e muitas pessoas estão decidindo não comer animais para se tornarem veganas ou vegetarianas.”


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Fotos de cães antes e depois de serem adotados mostra importância da adoção

A adoção é um ato de amor capaz de salvar vidas. Muitos animais são encontrados debilitados, com doenças físicas e psicológicas.

Traumatizados, feridos e doentes, eles têm a vida completamente transformada ao serem adotados. Muitos deles ficam totalmente irreconhecíveis devido à evolução física e psíquica que apresentam depois de encontrarem um lar onde são amados e respeitados. As informações são do Portal do Animal.

Para provar o poder da adoção e a importância dela na vida de um animal, as fotos abaixo expõe cachorros antes e depois de encontrarem novos lares. Confira.

1 – Salvo de um incêndio quando era filhote, este cachorro sofreu queimaduras em 75% do corpo. A vida dele mudou quando ele foi adotado por um bombeiro.

Reprodução/ Portal do Animal

2 – Condenado ao sacrifício, este cão teve a vida salva por um voluntário de um abrigo de animais, que o levou para casa e cuidou dele.

Reprodução/ Portal do Animal

3 – Apenas dois meses depois de ser adotado, este cão apresenta uma mudança notável.

Reprodução/ Portal do Animal

4 – Este cachorro encontrou um novo lar após viver em um canil na Rússia.

Reprodução/ Portal do Animal

5 – Após sobreviver a maus-tratos, tendo passado meses sofrendo, este cão finalmente encontrou um tutor para amá-lo.

Reprodução/ Portal do Animal

6 – Com o pelo repleto de nós, este cachorro foi encontrado em situação deplorável. Cuidados e um lar cheio de amor mudaram a vida dele.

Reprodução/ Portal do Animal

7 – Ainda filhote, este pit bull foi encontrado com uma doença de pele. A diferença entre o antes e depois dele, no entanto, não se restringe à cura da doença, mas também a mudança na feição do cachorro, que estava visivelmente deprimido quando foi resgatado e que hoje demonstra imensa felicidade.

Reprodução/ Portal do Animal


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Nova área de proteção ambiental aumenta preservação costeira na Paraíba

Uma nova Área de Proteção Ambiental (APA) aumentou para 10,7% a área de preservação costeira na Paraíba. Apenas 0,5% do local era protegido antes da criação da APA, que recebeu o nome de Naufrágio Queimado.

Foto: Braulio Santos

Maior área de proteção do estado, a APA se estende pelo litoral de João Pessoa e de Cabedelo, abrangendo uma área de cerca de 420 km², que protege desovas de tartarugas, recifes, peixes, crustáceos e outros animais, incluindo espécies ameaçadas de extinção, como tubarão-lixa, toninha e peixe-boi-marinho.

No local, há três embarcações naufragadas, conhecidas como Alice, Alvarenga e Queimado. Os navios são atualmente habitados por corais e outras espécies marinhas. As informações são da Agência Brasil.

“O projeto começou com bases científicas, monitoramento das espécies e do ambiente para identificar o diagnóstico de preservação e propor medidas que favoreçam a conservação da natureza”, disse Robson Capretz, coordenador de Ciência e Conservação da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

O projeto de criação da APA é de responsabilidade de professores e alunos da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), com financiamento da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.


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Governo incentiva aplicação de agrotóxicos com drones

Por David Arioch

Mapa argumenta que agora em todo o país será possível aplicar agrotóxicos em áreas onde aviões agrícolas não são capazes de alcançar | Foto: Pixabay

De acordo com informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), deve ser publicada nos próximos dias a instrução normativa que regulamenta a aplicação de agrotóxicos com drones em todo o Brasil.

O uso de drones no agronegócio é defendido pelo ministério como uma “tecnologia que pode substituir o pulverizador costal e que possibilita aplicação mais segura, eficiente e econômica”.

Além disso, o Mapa argumenta que agora em todo o país será possível aplicar agrotóxicos em áreas onde aviões agrícolas não são capazes de alcançar, assim como as máquinas agrícolas.

A iniciativa é resultado de uma demanda de representantes do agronegócio, e o compromisso do governo em atendê-la foi firmado na semana retrasada em Campinas (SP).

“Todos os operadores de drones de pulverização (pessoas físicas ou jurídicas) terão que ter registro no Mapa. Eles devem ser qualificados para operar esse equipamento e aplicar o produto com segurança”, informa o Ministério da Agricultura.

O coordenador de agricultura digital e de precisão do Mapa, Fabrício Juntolli, reforça que o drone já é muito aplicado na pulverização de culturas de alto valor agregado como morangos, flores e em áreas pequenas para substituir o pulverizador costal.

“O drone não intoxica o operador, que fica distante, garantindo o uso eficiente e correto do agrotóxico. Em última análise, contribui para a produção de alimentos mais seguros”, acrescenta.

Este mês o Partido Verde enviou um documento ao Supremo Tribunal Federal questionando nove atos do Ministério da Agricultura que liberaram o registro de mais de 200 agrotóxicos no Brasil nos seis primeiros meses deste ano. Segundo o partido, entre os agrotóxicos liberados, pelo menos 11 são proibidos no exterior.

A sigla argumenta que a conduta contraria frontalmente diversos preceitos fundamentais da Constituição Federal, entre eles o direito à saúde e à alimentação e ao meio ambiente equilibrado.


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Cães obesos podem ter a vida reduzida em mais de dois anos, diz estudo

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Liverpool e do Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal WALTHAM™, da Mars Pet Care, concluiu que cachorros obesos podem ter a vida reduzida em até dois anos e meio quando comparados aos cães saudáveis.

Foto: Pixabay

A pesquisa, que foi publicada no ‘Journal of Veterinary Internal Medicine’, foi realizada durante 20 anos e acompanhou mais de 50 mil cães. Doze raças foram avaliadas e, embora todas tenham demonstrado redução do tempo de vida quando há excesso de peso, houve variação. No caso do pastor alemão macho, a redução registrada foi de cinco meses. Os machos da raça yorkshire, porém, atingiram uma redução de dois anos e seis meses.

O co-autor do estudo, Alex German, Professor de Medicina Veterinária de pequenos animais na Universidade de Liverpool, lembrou que “para muitos tutores, oferecer alimentos, particularmente restos de comidas e petiscos, é uma forma de demonstrar afeição pelo animal. Ter cuidado com o que você oferece ao seu cão pode ajudar a mantê-lo em boa forma e permitir que ele esteja por perto por muitos anos”. As informações são do blog Coisas de Pet.

Dados recentes indicam que um em cada três cães e gatos está acima do peso nos Estados Unidos. Além disso, segundo outro estudo da Mars Pet, 54% dos tutores de cachorro e gatos sempre ou frequentemente os alimentam se eles pedem e 22% oferecem comida em excesso para fazer o animal feliz.

Outra pesquisa, feita em 2018 pelo Centro de Nutrição e Bem-estar Animal WALTHAM™, concluiu que 59% dos cachorros e 52% dos gatos em todo o mundo estão acima do peso ideal. Mas apenas 24% dos tutores admitem que os animais estão com peso excessivo. O estudo descobriu também que 59% dos tutores se sentem recompensados ao alimentar o animal e que 77% percebe que o animal fica feliz ao ser alimentado.


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Famosa por cosplay do desenho ‘Cão covarde’, mulher pede ajuda para salvar seu cachorro

Solange Amorim, de 52 anos, que ficou famosa por fazer cosplay do desenho animado “Coragem, o cão covarde”, está arrecadando recursos pela internet para o tratamento médico de seu cachorro. Além da vaquinha, ela também decidiu colocar algumas de suas fantasias à venda.

Tia Sol, como é conhecida, conseguiu arrecadar R$ 1,3 mil, mas ainda faltam R$ 200 para alcançar o valor total do tratamento de Doug.

Reprodução/Facebook

“Como todos sabem, fiz uma vaquinha para poder salvar a vida dele (Doug). Como estou desempregada, coloquei alguns cosplays à venda, era o mínimo que eu poderia fazer por ele, amo meus bichinhos, sou apaixonada por eles”, escreveu Solange.

Doug teve dificuldade para comer, mas recentemente apresentou melhora, voltou a latir e tem até brincado com os gatos. “Sem a ajuda de vocês, não seria possível. Estou imensamente agradecida a todos vocês que ajudaram com depósito, ajudaram na vaquinha, e até mesmo compartilhando. Obrigada de coração! Muita gratidão a todos vocês!”, disse.

Solange explicou, em entrevista ao portal Amazonas1, que Doug contraiu uma infecção de outro animal. “Ele pegou essa doença de pele, que o médico chamou de fungo, de um gato em situação de rua que o Doug brincava com ele. O gatinho estava cheio de problema de pele e a bactérias entraram na boca do meu cachorro”, contou.

Interessados em ajudar podem entrar em contato com Solange através da página Tia Sol, no Facebook.


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População de tatu-bola caiu pela metade no Brasil

Por David Arioch

Combate à caça também é considerado de sua importância para a preservação da espécie | Pixabay

De acordo com informações do Programa Tatu-Bola, criado pela Associação Caatinga, a população de tau-bola já caiu pela metade no Brasil em decorrência do desmatamento, degradação ambiental e caça. Na última avaliação do Livro Vermelho da Fauna Brasileira, o animal foi reclassificado de “vulnerável” para “em perigo”.

Originário principalmente da Caatinga e do Cerrado, o tatu-bola começou a sofrer redução populacional há 27 anos. Inclusive isso explica porque o animal já não é visto com tanta frequência como na década de 1990. Hoje a espécie se limita mais às unidades de conservação e remanescentes naturais.

Para impedir que o animal com cerca de 50 centímetros de comprimento não desapareça, o Programa Tatu-Bola tem priorizado ações de educação ambiental, pesquisas sobre a distribuição da espécie e iniciativas de criação de corredores ecológicos e mais unidades de conservação.

O combate à caça também é considerado de sua importância para a preservação da espécie. Em sete anos de realização do programa, a Associação Caatinga conseguiu garantir a criação do Parque Estadual do Cânion do Rio Poti e a elaboração do Plano de Ação Nacional de Conservação do Tatu-Bola.

Agora a meta é viabilizar o Centro de Pesquisa e Conservação do Tatu-Bola, que deve ajudar em atividades de pesquisa e geração de conhecimento sobre a espécie. Para a viabilização do projeto, a associação criou uma campanha de financiamento coletivo no Kickante para arrecadar R$ 100 mil.

Saiba mais

Seu nome científico é Tolypeutes tricinctus e é encontrado, especificamente, na Caatinga e em algumas áreas de Cerrado do país. É o menor entre as 11 espécies de tatus que são encontradas no Brasil e a única endêmica do país. Entretanto, é uma das espécies menos conhecidas e com poucos estudos científicos sobre a sua distribuição atual, histórica, ecológica e reprodução.

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