Los Angeles proíbe a venda de pele animal

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A ANDA noticiou no ano passado quando a proposta começou a tramitar e tornaria Los Angeles a maior cidade dos Estados Unidos a proibir a venda de pele animal.

Em uma vitória marcante para ativistas dos direitos animais em todo o mundo, a cidade finalmente proibirá a venda de peles. A votação não foi unânime, então a lei voltará ao conselho para uma votação processual antes de ir para o prefeito Eric Garcetti para sua assinatura. Greig Smith foi o único vereador que votou contra a lei.

“Los Angeles assumiu uma postura ética e moral de que a crueldade contra os animais não é aceitável”, disse Marc Ching, fundador e CEO da Animal Hope and Wellness Foundation, em um comunicado.

“A proibição da pele não é apenas criar uma consciência sobre o bem-estar animal – é sobre criar uma comunidade mais humana, sobre estar alinhado com os valores desta cidade.”

A proposta foi apresentada pela primeira vez pelo vereador Bob Blumenfield, co-apresentada pelo vereador Paul Koretz e apoiada pelo vereador Mitch O’Farrell. A proibição entrará em vigor em 2021 e proibirá a venda de vestuário e acessórios feitos, no todo ou em parte, de peles, incluindo casacos, bolsas, sapatos, chapéus e joias.

Infelizmente existem isenções que incluem peles usadas em lojas de segunda mão e peles de animais preservadas através de taxidermia. A cidade também não proibirá peles obtidas legalmente por meio de uma licença de captura.

“Com essa votação, estamos dizendo ao mundo que Angelenos se preocupa com o bem-estar animal. Agradecemos ao membro do Conselho Paul Koretz e Marc Ching da Animal Hope and Wellness Foundation por fazerem parceria neste esforço e ajudar a mobilizar tantas vozes. Continuaremos a ser líderes em esforços de bem-estar animal e devemos trabalhar com outras cidades e estados até que essa prática vil seja encerrada em toda a nação”. As informações são do LiveKindly.

Los Angeles se tornará a quarta cidade na Califórnia a banir o comércio de pele animal, incluindo São Francisco e West Hollywood e se juntará a países da Europa como Áustria, Holanda, Noruega, Luxemburgo e Reino Unido.

Um número crescente de designers está se afastando da pele também, incluindo Versace , Tom Ford , Gucci, Donna Karan, Chanel e Victoria Beckham.

Chipanzés resgatados de laboratórios são levados para um santuário

Animais indefesos são brutalmente torturados e mutilados enquanto ainda são “úteis” e, quando não mais, são assassinados e descartados como lixo.

Como exemplo dessa luta, seis chipanzés foram resgatados de programas de pesquisa biomédica e já chegaram à nova casa em Chimp Haven, na Luisiana (USA).

“É muito emocionante começar o ano dando boas-vindas a outro grupo de chimpanzés em nossa família Chimp Haven”, disse Rana Smith, presidente e diretora executiva do santuário.

 “Os recém-chegados nos aproximam da meta de fazer a transição do maior número possível de chimpanzés das instalações de pesquisa para cá”.

Quatro fêmeas e dois machos – iniciam o que promete ser um excitante ano de crescimento no Chimp Haven. Depois de receber 42 chimpanzés no santuário em 2018, e com nossos mais novos residentes, o local é o lar de mais de 270 chimpanzés – o maior santuário desse tipo no mundo.

O ambiente está preparado para receber ainda mais chimpanzés e os responsáveis trabalham para concluir um projeto de expansão de 20 milhões de dólares para desenvolver mais habitats e instalações de cuidados veterinários para acomodar os muitos primatas que ainda vivem em instalações cruéis de pesquisa. As informações são do World Animal News.

Métodos alternativos                                               

Cientistas já desenvolveram dispositivos e tecidos humanos em laboratórios que são capazes de substituir perfeitamente os testes convencionais.

Recentemente a Índia anunciou o fim do uso de animais em testes biomédicos e deu um ótimo exemplo de humanidade respeito a todas as espécies.

Empresas aéreas também já se posicionaram contra o transporte de animais explorados em laboratórios.

Nova York está prestes a proibir o foie gras

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A cidade vem promovendo esforços contra a crueldade animais ao londo dos anos e, com mais esta iniciativa, pode acabar com uma das mais terríveis práticas humanas de exploração animal.

Se aprovado, o projeto de lei, apresentado pela vereadora Carlina Rivera (D-Lower Manhattan), proibirá a produção e comercialização do produto e quem a descobrir será culpado por contravenção, que inclui uma multa de até US$ 1.000 e um ano de prisão por cada ofensa.

Foie gras não faz parte da dieta diária dos nova-iorquinos. Menos de 1% de todos os restaurantes de Nova York servem. Este é realmente um item de luxo”, disse Rivera ao New York Post.

Ela acredita que esta é o momento certo, considerando que a Suprema Corte recentemente derrubou um desafio para reverter a proibição do foie gras na Califórnia.

“A cidade de Nova York tem uma longa história de oposição à crueldade contra os animais mas ainda existem práticas agrícolas industriais cruéis”, disse Allie Feldman Taylor, chefe do grupo Voters for Animal Rights. As informações são do LiveKindly.

O projeto de lei de proibição do foie gras de NYC está sendo revisado pelo presidente da Câmara, Corey Johnson. Eric Phillips, porta-voz da prefeitura, disse que o gabinete de Blasio “certamente revisará” o projeto.

A proibição de foie gras no mundo

Como a ANDA vem noticiando, projetos de leis e algumas iniciativas buscam o fim deste absurdo gastronômico.

Países, celebridades e empresas lutam contra a produção, comércio e consumo do “fígado doente dum ganso ou dum pato, engordado de maneira forçada, várias vezes por dia, com um tubo de metal preso em suas gargantas até que o órgão se expanda”.

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Devido à sua crueldade inerente, a Califórnia o proibiu desde 2004. Em dezembro do ano passado, a gigante do e-commerce Amazon anunciou que não comercializaria mais o produtos após ter violado a lei durante um bom tempo.

Os Postmates também concordaram em interromper as entregas de foie gras.

Proibições de produção já estão em vigor em vários países, incluindo Argentina, Austrália, Alemanha, Reino Unido e outras nações da UE.

Foie gras vegano

Alguns chefs encontraram uma maneira de fazer uma versão livre de crueldade. O restaurante francês vegano Delice & Sarrasin, com sede em Nova York, serve um foie gras à base de tahine. O chef francês de formação clássica Alexis Gauthier, proprietário do Gauthier Soho de Londres, faz foie gras vegan de uma mistura de lentilhas, nozes, chalotas e cogumelos.

o suspeito em pé ao lado do carro branco utilizado

Homem é preso por matar 10 cães com dardos envenenados na China

Na cidade de Wuhan, na China, um homem foi preso pela polícia por matar 10 cães com dardos envenenados e escondê-los em seu carro. O homem pretendia vender a carne dos animais. A polícia descobriu uma besta, utilizada para atirar os dardos, e mais três pacotes de dardos envenenados no porta-malas.

o suspeito em pé ao lado do carro branco utilizado

Foto: Wuchang Police Department

O suspeito, de sobrenome Dai, disse à polícia que matou os cães em uma aldeia remota e estava transportando os corpos para vendedores de carne de cachorro.

O carro branco do homem chamou a atenção dos guardas de trânsito, já que o carro estava equipado com uma placa que pertencia a um modelo diferente, de acordo com a polícia do distrito de Wuchang.

Oficiais foram despachados para investigar o veículo em 11 de dezembro, por volta de 16h, de acordo com o oficial Ou Xiaolong.

No entanto, o motorista parecia muito nervoso e se recusou a abrir seu porta-malas para inspeções policiais. Vários minutos depois, o homem trancou o carro e tentou fugir do local, levando os policiais a pará-lo, quebrando a janela do lado do motorista.

Imagens gravadas do incidente mostram policiais inspecionando o veículo do homem quando fizeram a terrível descoberta.

O vídeo mostra de cerca de 10 cães mortos e empilhados no baú e uma grande besta no banco do passageiro, com centenas de dardos envenenados espalhadas pelo chão. Um dos cachorros mortos ainda tinha um dardo preso em seu corpo.

De acordo com casos semelhantes anteriores, esses dardos são geralmente seringas modificadas com uma mola em sua ponta, para que possam ser disparados à distância.

As seringas continham uma dose do relaxante muscular suxametônio, que era alta o suficiente para matar os cães instantaneamente, de acordo com a agência de notícias Xinhua.

Foto: Wuchang Police Department

O homem confessou o assassinato dos cães com a besta e os dardos envenenados. Ele disse à polícia que há mais pessoas consumindo carne de cachorro durante o inverno e que ele pretendia ganhar algum dinheiro vendendo carne de cachorro para os comerciantes, de acordo com a Hubei Television.

Dai comprou o equipamento online, alugou um carro e equipou-o com uma placa diferente para cometer o crime. Ele foi detido por cinco dias em meio a investigações em andamento, disse a polícia, acrescentando que os cães foram enterrados.

O consumo de carne de cachorro não é proibido na China, mas o sequestro de cães e a venda de carne de cachorro envenenada é ilegal.

A carne de cachorro é popularmente consumida em algumas áreas da China, particularmente nas províncias de Hunan, Zhejiang, Guangxi e Guangdong. Estima-se que 10 milhões de cães são mortos por sua carne na China todos os anos.

No entanto, preocupações recentes com a crueldade contra os animais fizeram com que o comércio diminuísse à medida que ativistas e grupos de direitos animais de todo o mundo fizeram e fazem inúmeras campanhas pela proibição do consumo de carne de cachorro.

Australiano usa bebê tubarão para fumar erva

Foto: YouTube / Ky Sinh

Foto: YouTube / Ky Sinh

Você pode fazer um bong (aparelho com entrada e saída de ar, utilizado para fumar qualquer tipo de erva, normalmente cannabis, tabaco e derivados) de praticamente qualquer coisa. Desde garrafas de bebida até brinquedos ou enfeites, enfim, algo em que se possa enfiar um canudo e inalar a fumaça da erva aquecida. Recentemente, um pescador australiano transformou um bebe tubarão em um bong. Ao colocar uma saída de ar em formato de cone na cabeça do animal morto e outra em formato de puxador de ar em sua barbatana, Billy Brislane criou o que poderia ser chamado de “o primeiro bong de tubarão” do mundo. Ele ainda postou um vídeo onde faz uso do bong ao som da música Tubarão Bebê tocando ao fundo. Como não poderia deixar de ser, isso causou intensas reações nas mídias sociais.

Billy, que é moderador de um grupo popular do Facebook chamado Fried Fishing (Pesca Frita, na tradução livre), se tornou conhecido fazendo bizarrices como essa. Sua página tinha mais de 25 mil seguidores quando esse artigo foi escrito, e está lotada de vídeos de mau gosto, como um em que ele pendura um caranguejo em seus mamilos e um peixe em seu pênis. Ele é basicamente o Stevie-O* da comunidade de pesca australiana. Porém, as imagens do bong de tubarão mexeram realmente com os internautas, causando severas críticas nos vários comentários postados em diversas mídias sociais.

“Os seres humanos precisam fazer melhor do que isso. Os tubarões não são troféus, brinquedos ou cachimbos … Que vergonha dessa pessoa e de qualquer outra que pense que isso seja remotamente normal”, dizia um comentário. Outra pessoa escreveu: “Você só pode estar louco”.

Em defesa própria, Billy respondeu ao seus detratores avisando que o tubarão havia sido “pego por engano por seu amigo quando os dois estavam pescando no sábado” e que “era tabaco” o que ele estava fumando no vídeo.
“Depois de duas noites em que o tubarão ficou na caixa de gelo foi que eu tive essa ideia”, ele disse. “Não havia nenhuma possibilidade dele estar vivo”.

Outras pessoas entraram no debate adotando uma linha de argumento similar, dando ênfase ao fato de que o tubarão já estava morto quando Billy o transformou em um bong. “Eu não entendo porque as pessoas ficaram tão ofendidas”, escreveu uma pessoa no Facebook. “Não se pode fazer piada sobre nada mais”

Não é primeira vez que Billy atrai a atenção para si mesmo. No mês passado, ele apareceu nas manchetes do jornal New South Welshman depois de capturar cinco tubarões grandes no rio Macleay, perto de Coffs Harbour – alguns dos quais ele afirmou que tinham arraias, filhotes de tubarões e golfinhos dentro de seus estômagos. Desde então, ele anunciou que planeja “sair das mídias sociais” em função das fortes reações causadas pelo bong de tubarão, mencionando ter recebido mensagens abusivas e até ameaças de morte, além de estar preocupado com sua própria saúde mental. Em um post posterior, ele afirmou que as reclamação em andamento levaram os policias ate a casa dele.

“Eu só quero agradecer ao bando de covardes que reclamou ao ponto da polícia vir atrás de mim”, ele escreveu. “Honestamente eu desisto”.

Steve-O*: protagonista da série americana exibida na televisão “Jackass” onde os participantes expunham-se a situações de perigo real para conseguir audiência, entre elas grampear o próprio escroto a perna, tatuar uma caricatura de si mesmo nas costas

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Dezenas de chimpanzés morrem devido a surto de vírus humano

Em menos de dois anos após o primeiro relato de um vírus humano, o mesmo que causa o resfriado, ter infectado e matado dezenas de chimpanzés selvagens em Uganda, um novo estudo identificou mais dois vírus de origem humana infectando grupos de chimpanzés na mesma floresta.

chimpanzé

Foto: Richard Wrangham

Os pesquisadores dizem que os novos surtos aconteceram simultaneamente, e um deles foi letal aos chimpanzés infectados. Os surtos afetaram diferentes comunidades de chimpanzés na mesma floresta entre dezembro de 2016 e fevereiro de 2017.

Um grupo, composto por 205 chimpanzés conhecidos como Ngogo no Parque Nacional Kibale, em Uganda, foi extremamente atingido, com quase 44% dos animais do grupo sofrendo de doenças respiratórias. Até agora, foi relatada a morte de 25 chimpanzés do grupo Ngogo durante o surto.

O outro grupo de chimpanzés, chamado Kanyawara e reunindo cerca de 55 animais, foi acometido por um surto em que 70% dos animais foram afetados por doenças respiratórias. Mas, em contraste com o grupo Ngogo, nenhum animal da comunidade Kanyawara morreu da doença.

O vírus que infectou os chimpanzés Ngogo foi identificado como o metapneumovírus, que é conhecido por causar a morte de chimpanzés em toda a África.

Já os chimpanzés Kanyawara foram infectados por um vírus diferente, parainfluenza 3, que é uma causa comum de gripe em crianças na idade pré-escolar.

“Isso foi realmente chocante”, diz Tony Goldberg, professor na Universidade de Wisconsin–Madison. “Na época, nós estávamos convencidos de que ambos os surtos foram causados pelo mesmo vírus, considerando que os surtos aconteceram exatamente ao mesmo tempo”.

Papagaios têm suas asas cortadas e são usados como iscas para outras aves

O contrabando de animais silvestres é umas das maiores atividades ilegais do mundo. Milhares de espécies que correm risco de extinção são perseguidas, caçadas e traficadas. Os danos causados à biodiversidade são graves e, muitas vezes, irreversíveis.

Uma filmagem chocante, feita em Camarões, mostra os ameaçados papagaios-cinzentos africanos, tendo suas asas brutalmente cortadas para serem exportados como animais domésticos ou para servirem como iscas de outras aves maiores e mais valiosas.

A World Animal Protection investigou o comércio ilegal destes animais e descobriu que cerca de dois terços dos papagaios morrem antes de chegarem a um tutor. Além da crueldade na captura, eles são transportados em péssimas condições, apertados em caixotes ou pedaços de canos, onde morrem asfixiados, de fome ou sede.

Os psitacídeos são transportados da Nigéria, Mali e República Democrática do Congo para países do Oriente Médio e Ásia. As informações são do Daily Mail.

As armadilhas

O grupo de defesa dos direitos dos animais disse que os caçadores abusam dos papagaios por serem animais sociáveis e os usam para atrair outros pássaros selvagens até galhos de árvores ou redes revestidas com cola.

Os pássaros são manuseados de forma brutal pelos caçadores e amarrados por suas asas ou pés para impedir que eles escapem. O sofrimento e a dor são visíveis e perturbadoras.

Tráfico de aves no Brasil

Estudos realizados sobre o tráfico de animais silvestres em todo o país revelaram que as aves representam o grupo mais comercializado de todos os animais.

De acordo com a ONU, o crime movimenta 23 bilhões de dólares por ano e é o quarto maior no mundo, depois de tráfico de drogas, pirataria e tráfico de pessoas. Estima-se que o Brasil participe com 5% a 15% do total mundial e, no país, o crime movimente 2,5 bilhões de dólares por ano.

À legislação branda, soma-se a falta de conscientização quanto à proibição de manter animais silvestres como domésticos e, na última década, a transição da oferta e da demanda para as redes sociais. Em junho do ano passado, o Ibama realizou uma operação nas redes sociais e encontrou 1 277 animais à venda na internet. Foram cumpridos 34 mandados de busca e apreensão em 15 estados, com o resgate de 137 animais, 12 pessoas detidas e a aplicação de mais de R$500 mil em multas.

Coala morre afogada em piscina ao procurar abrigo do calor escaldante

Foto: Wildcare Autralia Inc.

Foto: Wildcare Autralia Inc.

A coala foi encontrada morta no fundo da piscina pelos moradores da residência que fica em Gold Coast, Austrália, na manhã de domingo. Consternados pela situação, eles ligaram para a ONG Wildcare Australia Inc. que atendeu à emergência prontamente.

A equipe da ONG concluiu que o animal estava tentando se refrescar na piscina em função do calor excruciante provocado pelas altas temperaturas na região, como não encontrou meios de sair da água, acabou morrendo afogada.

“Mesmo que os coalas saibam nadar, se não encontrarem uma forma de sair da piscina, eles vão acabar se afogando”, postou no Facebook a ONG Wildcare Australia Inc.

A vida do animal poderia ter sido salva pela adoção de medidas simples, como um dispositivo que permitisse à coala sair da piscina com segurança.

Os moradores que têm piscina em casa e vivem em áreas habitadas por coalas foram aconselhados a ter um dispositivo de flutuação (boia de borracha, pneu) na água, amarrado com uma corda grossa e preso a uma árvore, cerca ou muro, para ajudar na segurança. Recomenda-se que a boia seja feita de material resistente, pois os coalas têm garras afiadas.

Já as piscinas que não estiverem em uso devem ser cobertas para evitar acidentes, conforme orientação da ONG.

Existem diversos equipamentos de segurança disponíveis feitos para piscinas, como rampas móveis, escadas submersas e cordas de apoio laterais.

Foto: Wildcare Australia Inc. / Facebook

Foto: Wildcare Australia Inc. / Facebook

Com o verão de temperaturas altas, calor excruciante e nenhuma chuva que vêm assolando o país, a colaboração de todos é necessária para garantir a segurança da vida selvagem. “São pequenas atitudes que devem ser tomadas, e que podem fazer a diferença entre a vida e a morte”, alerta a Wildcare Australia.

Para evitar acidentes com animais domésticos é importante que casas com piscina tenham uma opção segura de saída acessível que permita aos peludos deixar a água quando estiverem devidamente “refrescados”.

Foca ferida é encontrada com rede de pesca em seu pescoço

As imagens comoventes mostram uma foca ensanguentada com uma rede de pesca enrolada em seu pescoço, que cortou sua pele.

Imagens comoventes mostram uma foca ferida e triste com uma rede de plástico enrolada em seu pescoço.

A fêmea ferida foi encontrada na costa de Norfolk por um fotógrafo que estava à procura de animais para um calendário anual.

As fotos – tiradas em Blakeney Point, a maior colônia de focas na Inglaterra – mostram os terríveis efeitos da poluição plástica nos mares e o alto preço que as espécies marinhas pagam por ela.

A espécie Atlantic Grey é reconhecida por sua pele branca e olhos negros.

Paul Macro avistou o pobre animal e imediatamente procurou um guarda. Segundo o Daily Mail, Macro, de 44 anos, disse que a foca estava acompanhada por um macho maior e claramente machucada pelo estrangulamento causado pela rede.

O fotógrafo viu a foca indefesa enquanto tentava capturar imagens dos animais para um calendário anual.

“É doloroso”, disse ele. ‘Você podia ver sua tristeza.’

“Eu não queria me aproximar, então imediatamente encontrei um diretor da Friends of Horsey Seals“.

“Na frente dela, tinha um macho grande e era como se ele estivesse cuidando dela”.

Macro também disse que telefonou para os voluntários em busca de ajuda mas infelizmente eles disseram que não conseguiram resgatar a foca.

Alison Charles, a gerente do Centro de Vida Selvagem de East Winch, que normalmente trata esses casos, disse que os voluntários esperavam poder ajudar as focas Atlantic Grey em breve.

Ela disse: ‘Há sangue fresco lá e a rede de nylon parece ser muito resistente. Eu tenho vontade de ajuda a todos eles. É frustrante, mas fazemos o melhor que podemos”.

A foca  estava acompanhada por um macho maior, que parecia cuidar dela.

Antes do Natal, várias focas foram encontradas na mesma área com frisbees enrolados em seus pescoços, que os cortavam à medida que os animais cresciam.

Uma das focas, apelidada de Mrs Pink Frisbee, foi levada ao centro da RSPCA em East Winch e deve ser devolvida ao mar no próximo mês.

O centro de vida selvagem tratou oito pacientes em seu hospital e disse que a situação piora a cada dia.

A poluição plástica nos oceanos

Poluição plástica é uma catástrofe que está devastando a superfície do planeta. Agora, ela já atinge o fundo dos oceanos.

Na parte mais profunda do oceano é encontrada na Fossa das Marianas, localizada no oeste do Oceano Pacífico, a leste das Ilhas Marianas. Estende-se a quase 11.000 metros abaixo da superfície.

Um saco plástico foi encontrado a 10.858 metros abaixo da superfície nesta região, a parte mais profunda conhecida de poluição humana no mundo. Este pedaço de plástico descartável foi encontrado mais profundo do que 33 torres Eiffel, colocadas ponta a ponta, alcançaria.

Enquanto a poluição plástica está afundando rapidamente, ela também está se espalhando para o meio dos oceanos. Um pedaço de plástico foi encontrado a mais de 620 milhas (mil milhas) da costa mais próxima – mais do que a extensão da França.

O Centro de Dados Oceanográficos Globais (Godac) da Agência do Japão para Ciência e Tecnologia da Terra Marinha (Jamstec) foi lançado para uso público em março de 2017.

Nesta base de dados, existem os registros de 5.010 mergulhos diferentes. De todos esses diferentes mergulhos, 3.425 itens de detritos feitos pelo homem foram contados.

Mais de 33% dos detritos eram de plástico, seguidos de metais (26%), borracha (1,8%), utensílios de pesca (1,7%), vidro (1,4%), tecido / papel / madeira (1,3%) e “outros” itens antropogênicos (35%).

Também foi descoberto que, de todos os resíduos encontrados, 89% eram descartáveis. Isso é definido como sacos plásticos, garrafas e pacotes. Quanto mais aprofundado o estudo, maior a quantidade de plástico que eles encontraram.

De todos os itens produzidos pelo homem encontrados abaixo de 20.000 pés (6.000 metros), os índices aumentaram para 52% para o plástico macro e 92% para o plástico descartável.

O dano direto que isto causou ao ecossistema e ao meio ambiente é evidente, já que os organismos do fundo do mar foram observados em 17% das imagens de detritos plásticos registradas pelo estudo.

Golfinho fêmea carrega por dias seu filhote morto

A cena aconteceu em águas na Ilha Norte da Nova Zelândia , perto da Baía das Ilhas, segundo autoridades de conservação da área.

Segundo eles, a mãe pode ter dado a luz ao bebê, já morto,  no início desta semana e o carregava por dias como um luto. As informações são do Daily Mail.

Ela podia ser ouvida vocalizando para o filhote enquanto nadava, afirmou o Departamento de Conservação.

Durante a jornada, ele foi vista várias vezes separada de seu grupo, o que a deixou bastante vulnerável.

“Ela deixou o corpo cair várias vezes enquanto tentava nadar e depois voltava para pegá-lo”, disse a chefe da área de biodiversidade, Catherine Peters.

As autoridades pediram que os barcos na baía ficassem longe deles.

“A mãe está sofrendo e precisa de espaço e tempo para isso”, disse o Dr. Peters.

No início deste ano, uma orca chamou a atenção depois de levar seu filhote morto em sua cabeça por mais de duas semanas no norte do Pacífico.

Jenny Atkinson, diretora executiva do Museu das Baleias, na ilha de San Juan, disse que a orca e seu grupo passaram por um profundo processo de luto juntos.

O filhote foi o primeiro a nascer em três anos na população cada vez menor de baleias orcas residentes no sul. Existem apenas 75 destes mamíferos.

No início deste ano, um estudo realizado por uma organização sem fins lucrativos revelou que baleias e golfinhos fazem “vigílias” por seus filhotes mortos.

Os animais se agarraram aos corpos sem vida de seus filhos por dias na tentativa de mantê-los a salvo de predadores.

Por que os cientistas acreditam que as baleias e os golfinhos choram?

Baleias e golfinhos já foram vistos carregando ou cuidando de seus filhotes mortos várias vezes.

Essas criaturas ficam em luto e não aceitam reconhecer que a prole ou um companheiro morreu.

Os cientistas ainda não sabem se os mamíferos aquáticos realmente reconhecem a morte e estão procurando realizar mais pesquisas sobre esse assunto.

Em 2016, cientistas encontraram evidências de que baleias e golfinhos realizam “vigílias” por seus mortos.

Na época, eles disseram que a explicação mais provável era o luto. O estudo compilou evidências de 14 eventos.

Eles descobriram que as mães muitas vezes carregavam seus bebês mortos acima da água, muitas vezes acompanhados por amigos.

Em muitos casos, os animais mortos estavam decompostos, indicando que eles foram mantidos por um longo tempo.