Urso negro protege menino de 3 anos que se perdeu na floresta

Os animais são seres realmente extraordinários e surpreendem com a capacidade de amar e proteger suas crias, assim como os humanos. Mas os bons sentimentos deles se estendem além de suas espécies e ensinam o verdadeiro significado de amor ao próximo.

Foto: Facebook Breanna Hathaway

Não é a primeira vez que um animal salva a vida de um ser humano em condições de riscos e a cada notícia dessas podemos entender o quanto eles são especiais.

Semana passado, um menino de 3 anos, da Carolina do Norte, desapareceu por dois dias em uma floresta e ao ser encontrado, disse que um urso o manteve em segurança por todo o tempo.

Antes de desaparecer, Casey Hathaway estava brincando no quintal de sua avó na cidade de Ernul , quando se afastou na última terça-feira (22).

A polícia foi alertada sobre o choro de uma criança vindo de dentro da mata e, felizmente, eles conseguiram encontrar o menino. O xerife do Condado de Craven, Chip Hughes, disse que as equipes de busca encontraram Casey muito molhado, com frio e enroscado em arbustos espinhosos, com ferimentos leves.

Muitas pessoas ficaram confusas sobre como o menino havia chegado lá e como ele foi mantido ileso. Na sexta-feira (25), Chip Hughes relatou que as equipes de resgate precisaram atravessar a água, que passava da cintura, para alcançar o menino de 66 cm de altura.

Casey disse à polícia e a membros da família que ele esteve com um amigo urso durante todos os instantes e que foi protegido por ele. A tia do menino disse em um post no Facebook que seu sobrinho estava “saudável, sorrindo e conversando. Ele disse que ficou com um urso por dois dias. Deus enviou-lhe um amigo para mantê-lo seguro. Deus é um bom Deus. Milagres acontecem”. As informações são do World Animal News.

A floresta da Carolina do Norte é o lar de muitos ursos negros e é realmente possível que Casey tenha encontrado um deles por por lá.

A família agradeceu o enorme apoio que recebeu e disse que está planejando montar uma caixa postal para aqueles que mencionaram que queriam enviar ursinhos de pelúcia para o menino.

Pele humana impressa em 3D pode trazer o fim aos testes de cosméticos em animais

Testes de cosméticos feitos em tecido cutâneo humano impresso em 3D ao invés de animais podem ser uma realidade até 2020. A Organovo, uma empresa que produz tecido humano para testes medicinais e aplicações terapêuticas, está oferecendo uma alternativa ética às empresas de cosméticos que desejam acabar com os testes em animais.

Foto: BBC

“O que antes só aparecia em histórias de ficção científica agora está se tornando uma realidade em nossas pesquisas”, disse Taylor Crouch, CEO da Organovo, ao Financial Times.

Em 2015, a L’Oréal anunciou que estava experimentando o uso de pele humana impressa em 3D para testar seus cosméticos. A empresa de cosméticos francesa foi a primeira a anunciar tais intenções. No mesmo ano, a L’Oréal fez uma parceria com a Organovo. Esses tecidos impressos em 3D imitam a forma e a função do tecido nativo no corpo, aumentando a precisão dos resultados dos testes realizados.

Existem dois tipos de tecidos da pele que podem ser criados pela tecnologia de bioprinting, de acordo com Joshua Zeichner, dermatologista e diretor de pesquisa clínica e cosmética em dermatologia do Hospital Mount Sinai, em Nova York, EUA. O primeiro tipo de tecido da pele é desenvolvido com as próprias células do indivíduo e pode ser usado para tratar queimaduras ou doenças de pele.

O segundo tipo é uma pele regular formada usando um estoque de células de DNA humano. Aqui as células são retiradas de órgãos de doadores e restos de cirurgia plástica e depois transformadas em uma bio-tinta imprimível. É esse segundo tipo de tecido que poderá ser uma alternativa aos testes em animais.

Segundo a PETA, entre 100 mil a 200 mil animais – incluindo coelhos, cobaias, hamsters, ratos e camundongos – sofrem e morrem em cruéis experimentos realizados pela indústria de cosméticos a cada ano em todo o mundo.

A União Européia proibiu o teste de produtos cosméticos em animais em 1998 e proibiu a venda de cosméticos cujos ingredientes foram testados em animais em 2013. Enquanto isso, nos EUA, apenas quatro dos 50 estados aprovaram leis que proíbem testes em animais. De acordo com a Cruelty Free International, milhares de animais morrem em testes de cosméticos a cada ano nos EUA.

Na China, a realização de testes de cosméticos em animais ainda é legalizada, o que significa que as empresas geralmente terceirizam os experimentos para este e outros países onde a prática ainda não foi proibida. A L’Oréal, apesar de ter afirmado que “não testa mais seus ingredientes em animais e não tolera mais nenhuma exceção a essa regra”, ainda permite que seus produtos sejam testados em animais em alguns países.

A coordenadora de mídia e parcerias da PETA, Jennifer White, disse que “a PETA reconhece que a L’Oréal está dando passos significativos no sentido de fabricar produtos mais éticos, e esperamos ansiosamente pelo dia em que a empresa acabará com todos os testes em animais – visto que a empresa atualmente paga ao governo chinês para conduzir os testes em seus produtos na China.”

Além do óbvio argumento contra os testes em animais, que é a crueldade envolvida no processo, outro fato que refuta a suposta relevância da prática é que 92% das drogas que foram testadas em animais e consideradas seguras para seres humanos falharam em testes em humanos. Andrew Knight, assessor científico do Animal Welfare Party e professor de bem-estar animal na Universidade de Winchester argumenta que “faz sentido testar produtos de beleza em pele humana impressa em 3D em vez de animais, pois é mais ético e mais confiável”.

Outra boa notícia é que os testes em pele impressa em 3D também acabarão custando menos. Em experimentos que realizam testes em animais, leva de dois a três anos para se obter os resultados, enquanto com os testes em pele humana impressa em 3D, os resultados saem em até duas semanas. Quanto menos tempo levarem os testes, menos dinheiro será gasto nos experimentos.

Estima-se que os Estados Unidos gastem anualmente mais de 12 bilhões de dólares em testes em animais para fins de pesquisa. O uso de métodos “in vitro”, pele humana e outros órgãos impressos em 3D, reduziria significativamente esse valor.

golfinho morto

Golfinho é encontrado morto em praia com sinais de ingestão de plástico

Imagens chocantes mostram o corpo de um golfinho em decomposição em uma praia da Cornualha, na Grã-Bretanha. A repercussão das imagens causou um debate sobre a gravidade da poluição plástica.

golfinho morto

Foto: SWNS

O animal foi encontrado por Simon Heester, que disse que o golfinho estava enrolado em uma corda e mostrava sinais de ingestão de plástico.

Heester o encontrou na praia de Pentewan, perto de St. Austell, na Cornualha. Acredita-se que seja o 31º golfinho encontrado morto na região somente neste ano. Outros animais mortos foram encontrados em lugares como Par, Porthtowan e a Península de Rame.

Ruth Williams, gerente de conservação marinha da Marine Stranding Network, disse que os números são chocantes, mas não sem precedentes.

O comitê de auditoria ambiental do Parlamento do Reino Unido alerta sobre o lixo plástico, esgoto não tratado, fertilizantes e metais pesados ​​despejados nos oceanos. Ele disse que a Grã-Bretanha pode fazer muito mais para impedir que o plástico termine no oceano através de rios e esgotos. Cerca de 80% dos resíduos despejados no oceano vêm da terra.

No início deste mês, remadores encontraram um bezerro flutuando na água perto de Kingsand, na Cornualha, em 17 de janeiro. A Rame Peninsula Beach Care descreveu a descoberta como “devastadora”.

Outro golfinho foi encontrado na praia de Long Rock, em Penzance, na Cornualha, com uma gravata de plástico presa em sua cauda.

Dee Kellow, de Newlyn, fotografou o animal e disse: “Eu estava andando no caminho do litoral esta manhã, quando vi o coitadinho. É tão triste.”

Um golfinho também foi encontrado morto este mês em Jersey por Sandra Hilton, com um anel de plástico preso em seu focinho.

anne evers

Vegana de 97 anos diz que ‘nunca é tarde demais para fazer a diferença’

Anne Evers abandonou o consumo de produtos de origem animal quando tinha 95 anos, depois de assistir ao documentário “What the Health”. Segundo Evers, até então, ela era adepta à “dieta americana padrão” desde o seu nascimento.

anne evers

Foto: Anne Evers

O documentário “What the Health” abriu seus olhos para o que ela descreve como “impactos extremamente negativos à saúde e ao meio ambiente provenientes da cruel indústria agropecuária”. A partir daí ela decidiu adotar o veganismo.

“Eu gostaria de ter encontrado essa informação mais cedo?” ela disse. “Sim. Mas assim que eu soube, mudei meus hábitos e agora sou apaixonada por espalhar a verdade.”

“Não precisamos consumir produtos de origem animal para sobreviver, portanto não temos o direito de matar outro ser senciente e contribuir para a destruição de nosso planeta no processo.”

“Os benefícios de saúde são apenas um bônus adicional. Escolha o veganismo. Pelas pessoas. Pelo planeta. Pelos animais. Nunca é tarde demais para fazer a diferença.”

Evers também falou que ela nunca voltará a comer animais. Em uma entrevista, Evers diz se sentir “maravilhosa” com o resultado de sua dieta. Ela listou alguns dos benefícios da alimentação baseada em vegetais. “Eu tenho mais energia, me sinto mais leve e menos dolorida, minha pele fica mais firme e eu estou me movimentando melhor. Eu definitivamente acho que isso me mantém mais saudável à medida que envelheço”, disse ela.

Ela também discutiu os benefícios ambientais e éticos do veganismo, falando sobre as emissões de carbono e a indústria pecuária, bem como as percepções sociais que fazem com que muitas pessoas amem seus animais domésticos, mas comam outros.

“Eu quero que as futuras gerações tenham um planeta saudável e depois de aprender sobre o impacto que a indústria pecuária tem no planeta, eu senti que era meu dever adotar uma dieta vegana e encorajar outros a fazerem o mesmo,” disse ela.

Dentista passa as noites de inverno cobrindo cães e gatos abandonados nas ruas

O amor e a compaixão pelos animais está tomando muitos corações ao redor do mundo. Embora ainda exista tanta maldade e sofrimento, algumas pessoas devolvem a fé na humanidade e mostram que ninguém está sozinho na luta pelo bem-estar dos animais. É uma causa coletiva que vem contagiando e conscientizando mais e mais pessoas a cada dia.

Um dentista turco escolheu uma missão para sua vida: aquecer cães e gatos durantes o inverno, envolvendo-os em cobertores enquanto dormem nas ruas de Istambul.

Huseyin Yurtseven mora na Turquia e anda por seu bairro em busca dos animais, os cobrindo todas as noites. As informações são do Daily Mail.

Tudo começou após assistir a um vídeo nas mídias sociais que mostrava a realidade das ruas e dos cães e gatos que vivem nela.

Ele também distribuiu os cobertores aos comerciantes locais e para outros amantes de animais para ajudá-lo na missão e ampliar a rede para tentar impedir que os cães e gatos congelem.

O dentista e seus amigos também deixaram seus contatos para que os moradores de Istambul possam devolver os cobertores sujos.

A neve já atingiu a Turquia este ano em uma onda de frio em toda a Europa. A menor temperatura já registrada no país em janeiro foi de -25C, em 1942.

 

 

 

 

Quase 180 raposas são resgatadas e vão morar em santuário budista

Foto: Facebook Karen Gifford

A tortura e o sofrimento dos animais criados em cativeiro por suas peles já foi comprovada e é assustadora – além das terríveis condições em que são mantidos, são esfolados vivos ou mortos por eletrocussão, para não danificar suas peles.
Noruega, Bélgica, Luxemburgo, Alemanha, República Tcheca, Bélgica e Suécia são algumas das nações que proibiram a terrível prática.

Recentemente, 174 raposas, destinadas ao mesmo fim, foram resgatadas de uma fazenda de peles e realojadas em um santuário budista.

As raposas brancas foram resgatadas na China pelo ativista animal BoHe, que dedicou sua vida a salvar animais. Ela opera um abrigo de resgate em Mudanjiang, com mais de 2.700 cães, muitos resgatados do comércio de carne de cachorro . Ela também conseguiu o apoio de dezenas de voluntários, incluindo Karen Gifford, que conscientiza e apoia os esforços de resgate da BoHe.

Compartilhando vídeos e fotos, Gifford atualiza as pessoas sobre o resgate das raposas. Os animais “nascem na primavera e são esfolados no inverno”, disse Gifford no Facebook . “É horrível, com certeza.”

Karen revelou que o resgate foi feito após saberem que os agricultores estavam fechando seus negócios por falta de lucro. Em vez de doar as raposas para um santuário, os fazendeiros estavam assassinando os animais e alimentando as próprias raposas com essas carnes. As informações são do Live Kindly.

Infelizmente, por terem sido criadas em cativeiros desde bebês, elas não podem ser libertadas em seu habitat natural.

Talvez isso não seja realmente um problemas já que assim não correrão mais riscos de serem capturadas por caçadores. Agora, todas viverão suas vidas em um santuário cercado pela natureza e por monges.

Gifford mostra os animais sendo liberados de pequenas gaiolas no Jardim de Enfermagem Budista Jilin, em Mudanjiang, China, que funcionará como um lar temporário até que um recinto adequado seja construído para eles.

“Lágrimas de alegria!!! Omg omg omg você pode imaginar ???” é a legenda de um post, dizendo também que agora “ essas raposas estarão livres do mal e alimentadas pelo resto de suas vidas! Essas preciosas criaturas agora podem correr, brincar e viver”.

Um vídeo mostra um monge budista ajoelhado ao lado das raposas em oração.

A ativista está ajudando o BoHe a levantar dinheiro para comprar ração para alimentar os animais resgatados. Em um comunicado, BoHe disse que em breve eles estarão sem comida para as raposas.

Foto: Facebook Karen Gifford

Karen implorou aos amantes de animais que andassem menos de táxi, não comprassem cigarros e, em vez disso, usassem qualquer dinheiro extra para doar à causa. “Salvar vidas é mais fácil do que proteger vidas. Proteger as virtudes é igualmente importante”, disse BoHe.

Gifford agradeceu aos que já demonstraram apoio. Ela escreveu: “Tenho certeza que seus corações se inspiram vendo esses vídeos do monge budista entre as raposas livres no jardim. O que pode ser melhor que isso?

animais mortos e pendurados

Imagens mostram animais presos em meio a cadáveres e poças de sangue em matadouro

Imagens perturbadoras do interior de um matadouro foram divulgadas pela polícia de Dyfed-Powys, no sudoeste do País de Gales. Porcos e ovelhas são vistos acorrentados ao lado de cadáveres de animais e poças de sangue espalhadas por todo o local.

animais mortos e pendurados

Foto: Media Wales

“A horrível descoberta de ontem mostrou a importância das denúncias feitas pela comunidade e de nossos relacionamentos vitais com as agências parceiras para acabar com essas práticas cruéis,” disse a polícia em seu perfil no Twitter.

animais presos e poças de sangue espalhadas

Foto: Media Wales

“O Conselho de Pembrokeshire confirmou que duas prisões foram feitas na segunda-feira (21) em um endereço na área de Pembroke em relação a uma investigação sobre a morte e o abuso de animais,” disse um porta-voz do Conselho, que está conduzindo as investigações.

Cerca de 15 ovelhas, incluindo as ovelhas mortas, foram encontradas no endereço. Ainda não se sabe exatamente quantos animais foram mortos no matadouro desde o início da operação.

Macacos são torturados e explorados nas ruas para entreter turistas

Macacos são cruelmente explorados e mortos em laboratórios de todo o mundo e, em circos e zoológicos, são forçados a aprender, com privação de alimentos, truques “engraçados” para divertir pessoas. Mas a maldade do homem não tem limites e, na Indonésia, eles são torturados e abusados nas ruas de Medan, a quarta maior do país, para entreter turistas e moradores.

Fotos angustiantes mostram os animais acorrentados pelo pescoço, vestem trajes bizarros, máscaras grotescas e andam de motocicletas em miniatura. Como não bastasse tamanha atrocidade, no fim dos “shows”, os pobres e indefesos macacos são mantidos em cativeiros minúsculos, escuros, sujos e com as correntes ainda em volta do pescoço.

Os homens que “cuidam” dos animais também foram registrados nas imagens pegando-os pelas mãos, pelos pés, deixando-os no chão, apenas para trocar as fantasias bizarras.

 

Quem capturou as terríveis imagens foi Sutanta Aditya, que visitou as ruas de Medan, na Indonésia, na semana passada. As informações são do Daily Mail.

Ela acredita que isto acontece devido a necessidades econômicas. “Os shows são controversos por causa da sensibilidade dos sentimentos humanos”.

Nada justifica torturar outras criaturas e as privar da liberdade em gaiolas e correntes de ferro para ganhar dinheiro.

“Se você está domando uma criatura de Deus, deve haver uma responsabilidade que vem disso. Sinto-me triste pelos macacos e espero que minhas fotos produzam pensamentos e ações”.

As tristes exposições também são encontradas na Índia, Vietnã, Paquistão, Tailândia, China, Camboja, Japão e Coréia do Sul.

 

 

 

Alerta: vida urbana aumenta risco de câncer em animais

Pesquisadores sugerem que os mesmos fatores que aumentam o risco de câncer em humanos, como luz, poluição química e sonora, alimentos ricos em açúcares e vírus também são responsáveis por aumentar o perigo para animais selvagens que vivem em cidades.

Luz, poluição química e sonora, alimentos ricos em açúcares e vírus são fatores podem estar aumentando o risco de câncer em animais selvagens que vivem em cidades como pássaros, esquilos, ratos, ratos e ouriços.

Liderados por Giradeau Mathieu, para o Proceedings B da Royal Society, os pesquisadores disseram: “As populações de animais selvagens podem ser comparadas a populações humanas pré-históricas, em que dados fósseis indicam uma baixa prevalência de câncer.

“Está claro que as características de um estilo de vida moderno e do ambiente de urbanização trouxeram consigo uma mudança na prevalência de câncer em humanos, mas até agora pouca atenção foi dada a mudanças similares em animais selvagens.

Segundo o Daily Mail, os autores escreveram que apenas recentemente foi indicado que as atividades humanas podem aumentar a taxa de câncer em populações selvagens.

Aves, esquilos, ratos e ouriços são alguns dos animais selvagens afetados das cidades poluídas, afirmam os cientistas.

A alimentação de animais, como esquilos, com pão – que não é uma parte natural de sua dieta – está levando à obesidade, embora precise de mais pesquisas para identificar a ligação, eles sugeriram.

A obesidade está ligada a 10% dos casos de câncer em humanos.

Os pesquisadores também disseram “sugerimos que turistas alimentando pequenos mamíferos, como os esquilos, em parques urbanos, são um bom ponto de partida para começar a procurar por ligações entre alimentos antropogênicos, obesidade e câncer na vida selvagem”.

Acredita-se que a poluição marítima esteja comprometendo o sistema imunológico das tartarugas marinhas e dos leões marinhos, tornando-os mais suscetíveis ao câncer.

Gatos domésticos que vivem em cidades são mais propensos a sofrer o equivalente felino da infecção pelo HIV, enfraquecendo seus sistemas imunológicos e isso os torna mais propensos ao câncer, afirmam os pesquisadores.

As cidades também podem levar à fragmentação do habitat, o que leva a uma maior endogamia das populações devido a barreiras como estradas.

A poluição luminosa já foi apontada com fator de risco para o aumento do câncer em seres humanos.

Conhecido como ALAN, a luz artificial durante a noite, também é susceptível de provocar câncer em animais. Os autores sugerem que mais pesquisas devem olhar para os efeitos da luz sobre as aves – como o aumento dos níveis hormonais, que devido à maior exposição à luz têm sido associados a maiores taxas de câncer.

Poluição no Reino Unido 

A poluição do ar no Reino Unido já foi rotulada como um “constrangimento nacional”.

Os números de 2017 mostraram que 37 das 43 zonas de qualidade do ar em todo o Reino Unido tinham níveis ilegais de poluição por dióxido de nitrogênio, o mesmo número do ano anterior.

Os níveis médios anuais do poluente dos gases do escapamento caíram na maioria dos lugares, segundo dados do governo e da lei ambiental que a ClientEarth revelou.

Mas os níveis ainda são mais do que o dobro do limite legal na Grande Londres e também acima do limite em áreas como Gales do Sul, West Midlands, Glasgow e Grande Manchester.

Brighton, Worthing e Littlehampton, em West Sussex – uma área declarada como legal no ano anterior – subiram para pouco abaixo do limite novamente, segundo as estatísticas.

O Reino Unido tem violado os limites de poluição da UE para dióxido de nitrogênio, muitos dos quais vêm de veículos a diesel, desde que as regras entraram em vigor desde 2010. As informações são do Daily Mail.

A poluição do ar causa cerca de 40.000 mortes prematuras por ano no Reino Unido e está ligada a problemas de saúde, desde doenças infantis até doenças cardíacas e até mesmo demência.

Poluição do ar no Brasil

A OMS, alertou ano passado que a poluição do ar é responsável por mais de 50 mil morte no Brasil a cada ano.

As partículas poluentes estão em toda parte e são produzidas pelo escapamento de veículos, usinas de energia e agricultura. As substância entram no corpo humano e animal através da respiração se liga aos pulmões provocando problemas respiratórios e aumentando o risco de câncer.

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Queimada no cerrado. Foto: José Cruz | ABr Agência Brasil

O novo levantamento da OMS indica que entre as cidades que monitoram os poluentes, Brasília foi a que registrou o nível mais alto (137 microgramas por metro cúbico), em 2013. Uma das possíveis explicações para esse número é a seca prolongada e as queimadas no Cerrado.

Em São Paulo, um hospital veterinário da Zona Sul de São Paulo, registra um aumento no número de atendimentos de 40% no outono e no inverno. “Eles têm as mesmas doenças respiratórias, bronquite, pneumonia, asma. Nessas épocas em que há muita poluição, ar muito seco, eles podem vir a sofrer, mesmo medicados”, diz o veterinário Mário Marcondes ao G1.

Dois elefantes morrem eletrocutados por fio de alta tensão

Não é a primeira vez que elefantes e outros animais morrem por eletrocussão na Índia.

Dois elefantes foram eletrocutados em Gurguripal em Bengala Ocidental, leste da Índia.

Mais de 100 elefantes asiáticos em risco de extinção já foram mortos por linhas de energia e cercas elétricas no estado de Odisha, nos últimos 12 anos. Girafas, leopardos, búfalos do Cabo e rinocerontes brancos também foram eletrocutados em vários países.

Primatas também são vítimas frequentes. Pelo menos 30 espécies e subespécies, metade das quais estão ameaçadas de extinção, são afetadas por este perigo na Ásia, África e América Latina.

Infelizmente, no último fim de semana mais dois animais foram vítimas dessa ameaça à vida silvestre. Elefantes selvagens morreram depois de serem eletrocutados por cabos de energia perigosamente baixos.

Os mamíferos foram encontrados em um campo de arroz na aldeia de Nepura em Gurguripal em Bengala Ocidental, leste da Índia.

Os animais tinham entrado em fios de eletricidade “perigosamente baixos” na vila de Nepura.

Pelo menos 80 elefantes passaram pela vila duas semanas antes de os elefantes entrarem em contato com os fios, que estavam a apenas 60 cm do solo, na manhã do último sábado (19). As informações são do Daily Mail.

Especialistas criticaram o conselho de eletricidade estatal WBSEC e afirmaram que haviam alertado sobre o fio anteriormente.

Pradeep Vyas, principal conservador-chefe do chefe da Divisional Forest, disse: “Os animais ficaram lá por quase três semanas. Dissemos ao WBSEC que eles deveriam consertar o fio porque era uma frequente zona de elefantes”.

“Mas por causa de sua negligência, aconteceu de novo e de novo – no ano passado, outro incidente deste tipo aconteceu”.

Especialistas criticaram o conselho estadual de energia elétrica WBSEC, com um afirmando que eles haviam sido avisados ​​sobre o fio anteriormente, e que isso tinha acontecido antes.

Os animais foram encontrados mortos por moradores locais que informaram o departamento florestal.
Rabindranath Saha, Oficial da Divisão de Florestas, disse: “Os corpos de dois elefantes foram encontrados no campo de arroz da aldeia de Nepura, na área da delegacia de Gurguripal, na manhã de sábado”.

“Parece que eles morreram de eletrocussão. Alguns dos cabos de alta voltagem estão caindo perigosamente na área”.

Estes fios são muito perigosos e podem causar morte e danos a pessoas que trabalham no campo também.