São Paulo terá Encontro Vegano Sabores do Mundo no dia 14

Por David Arioch

“Todos em versões veganas, ou seja, livres de qualquer ingrediente de origem animal” | Foto: Pixabay

No dia 14 (domingo), das 12h às 20h, vai ser realizado no Club Homs, em São Paulo, o Encontro Vegano Sabores do Mundo JMA J’adore mes amis. Entre os principais atrativos, pratos típicos de países como Índia, México, Itália, Japão, Estados Unidos, etc.

“Todos em versões veganas, ou seja, livres de qualquer ingrediente de origem animal”, garante a organização do evento.

Como já é tradição, também haverá bazar com artigos de confecção, calçados, acessórios, cosméticos, produtos de higiene, decoração e artesanatos, além da Feirinha de Hortufruti Orgânicos.

Realizado há cinco anos, o Encontro Vegano JMA já ultrapassou 60 edições na capital paulista, região do grande ABC e interior do estado, além de participações internacionais. A entrada é gratuita.

Serviço

Das 12h às 20h – Bazar e Espaço de Alimentação

Das 10h às 12h – Yóga e Meditação na Avenida Paulista

Endereço: Club Homs – Avenida Paulista, 735, Bela Vista (próximo ao metrô Brigadeiro)


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Projeto de lei defende que atropelamento de animais seja considerado infração gravíssima

Por David Arioch

Na proposição, são citados dados do CBEE, que aponta que mais de 400 milhões de animais são mortos por ano nas estradas brasileiras | Foto: Pixabay

Ontem, o deputado Célio Studart (PV-CE) apresentou na Câmara dos Deputados um projeto de lei que acrescenta dispositivo ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para punir o motorista que atropela, de forma proposital, animais em vias públicas ou particulares.

Segundo Studart, a infração será considerada gravíssima, equivalente a R$ 1.467,35 – cinco vezes o valor de referência do CTB. Na proposição, são citados dados do Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas (CBEE), que aponta que mais de 400 milhões de animais são mortos por ano nas estradas brasileiras.

Outra proposta, de autoria do deputado Celso Sabino (PSDB-BA), quer tornar obrigatório o socorro a animais atropelados. A matéria do Projeto de Lei 1362/19 também prevê alteração no Código de Trânsito Brasileiro, que versa apenas sobre seres humanos enquanto vítimas.

O argumento de Sabino é que muitos animais, domesticados ou silvestres, poderiam ser salvos se recebessem socorro em tempo hábil. Com a aprovação do PL 1362/19, quem atropelar um animal terá de pagar multa, “caso não constitua elemento de crime mais grave”.

Outra proposição associada ao tema, o Projeto de Lei (PL) 466/15 prevê a adoção de medidas que assegurem a circulação segura de animais silvestres pelo território nacional. A intenção da proposta do deputado Ricardo Izar (PP-SP) é garantir a redução do número de acidentes envolvendo animais nas estradas, rodovias e ferrovias.

Além de defender que a segurança dos animais seja considerada nas construções de obras públicas voltadas ao tráfego, Izar também quer que seja criado um Cadastro Nacional Público para contabilizar todos os acidentes envolvendo animais silvestres, além de cobrar medidas de fiscalização e monitoramento.


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Não consumir alimentos de origem animal pode reduzir até 70% das emissões de dióxido de carbono

Por David Arioch

Apenas para produzir um quilo de carne bovina são necessários 25 quilos de grãos – para alimentar o animal – e aproximadamente 15 mil litros de água | Foto: Pixabay

De acordo com o relatório Veganism Impact Report, publicado no site homônimo disponível para consulta detalhada, não consumir alimentos de origem animal pode reduzir até 70% das emissões de dióxido de carbono, um dos gases do efeito estufa apontado como responsável por gerar desequilíbrio no meio ambiente e favorecer as mudanças climáticas.

A abdicação massiva do consumo de alimentos de origem animal no mundo todo poderia impedir a liberação de 9,6 bilhões de toneladas de dióxido de carbono, segundo o relatório. A conclusão é baseada em estatísticas anuais sobre geração de gases do efeito estufa por meio da produção e consumo de produtos, serviços e meios de transporte.

O relatório também indica que se animais não fossem criados para consumo, seria possível poupar uma área de mais de um bilhão de hectares. Afinal, apenas para produzir um quilo de carne bovina são necessários 25 quilos de grãos – para alimentar o animal – e aproximadamente 15 mil litros de água.

A escala do problema também pode ser vista no uso da terra: cerca de 30% da superfície terrestre é usada atualmente para a pecuária. Assim como os alimentos, água e terra são escassos em muitas partes do mundo, e isso representa uso ineficiente de recursos.

O relatório inclui uma ferramenta interativa que permite aos usuários selecionarem uma porcentagem da população de 0 a 100 – mostrando o impacto que a mudança teria se não consumissem alimentos de origem animal.


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Busca por alternativas vegetais deve impulsionar mercado de proteína de amêndoas

Por David Arioch

Previsão é de que bebidas proteicas à base de amêndoas registrem taxa de crescimento anual composta de 5,9% até 2025 | Foto: Pixabay

A busca por alternativas vegetais deve impulsionar o mercado de proteína de amêndoas. Esta conclusão é baseada em um relatório divulgado na semana passada pela Grand View Research, que estima que até 2025 o mercado de proteína de amêndoas deve valer pelo menos 491,2 milhões de dólares, com taxa de crescimento anual composta de 5,8%.

Segundo a GVR, o consumo de proteínas à base de plantas deve crescer, e as amêndoas se apresentam como uma alternativa com potencial de se tornar cada vez mais acessível. A preocupação com a saúde e a procura por outras fontes de origem não animal por motivos diversos são os fatores que beneficiam esse mercado.

“A mudança de percepção dos consumidores sobre a saúde e o crescimento da oferta de produtos voltados para atletas estão acelerando ainda mais o crescimento do mercado”, informa o relatório.

O mercado de bebidas proteicas é um dos segmentos de destaque, e as amêndoas estão sendo utilizadas no desenvolvimento de bebidas que visam tanto ganho em saúde quanto outras finalidades – como contribuir para a recuperação muscular.

Desde 2016, a proteína de amêndoas vem conquistando espaço no segmento de nutrição esportiva, e a previsão é de que bebidas proteicas à base de amêndoas registrem taxa de crescimento anual composta de 5,9% até 2025 – um pouquinho mais do que a média geral – 5,8%.


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Abandono e maus-tratos de cavalos são retrato de triste realidade na bela Monte Verde (MG)

Por David Arioch

Cavalos são vistos revirando lixo, parcialmente cegos e caídos, sem forças, sobre a grama (Fotos: Divulgação)

Distrito de Camanducaia (MG), Monte Verde tem um cenário paradisíaco, repleto de muito verde, que atrai turistas de todas as regiões do Brasil e também do exterior. No entanto, essas belezas têm sido ofuscadas pela irresponsabilidade de pessoas que, além de lucrarem com o aluguel de cavalos, os submetem a uma triste realidade de abandono e maus-tratos.

Esse fato começou a ser denunciado no mês passado quando fotos, vídeos e depoimentos dessa realidade começaram a ganhar visibilidade nas mídias sociais, atraindo mais atenção para a questão da omissão e violência contra cavalos usados como meio de transporte para turistas.

Triste realidade dos animais começou a ser denunciada no mês passado (Fotos: Divulgação)

Moradores relatam que não é nenhuma novidade que Monte Verde sempre teve a cultura do aluguel de cavalos, mas a omissão e maus-tratos contra os equinos se intensificou nos últimos dez anos.

Tudo indica que a situação piorou porque antes quem mantinha um ou dois cavalos no fundo do quintal, e os alugava no final de semana, passou a ter dez, e sem qualquer preocupação com os cuidados que esses animais necessitam. Prova disso é que não é difícil encontrar animais passando fome, sede e sofrendo violência.

“Se você vier pra cá, consegue ver um cavalo morto na rua, tendo que ser sacrificado – piorou muito”, lamenta a administradora da Fazenda Hotel Itapuá, Rebecca Wagner, que também é diretora da Associação de Hotéis e Pousadas de Monte Verde.

Não é difícil encontrar animais vagando por Monte Verde a qualquer hora do dia (Foto: Divulgação)

Quem circula pelas ruas de Monte Verde reconhece o mau estado de muitos animais. Magros demais, com graves ferimentos e incapazes de transportarem turistas por estarem combalidos.

Animais disponibilizados para aluguel no final de semana normalmente são encontrados a partir de segunda-feira nas propriedades da região ou na rua mesmo – para que procurem por comida. Alguns moradores já perderam as contas de quantos cavalos já recolheram abandonados por proprietários omissos.

Cavalos já foram incendiados e encontrados com as quatro patas presas e deixados para morrer. Em junho abandonaram três animais na área da Fazenda Hotel Itapuá – um cavalo, uma mula e um burro. Os três ainda apresentam graves problemas de saúde, e dois deles sofrem de cegueira parcial em decorrência de olhos furados.

Quem circula pelas ruas de Monte Verde reconhece o mau estado de muitos animais (Fotos: Divulgação)

Animais com pneumonia e bem debilitados

“O primeiro caiu dentro de um buraco no hotel e sofreu ferimentos graves, ficando à beira da morte”, relata Rebecca Wagner. Mesmo após moradores registrarem boletins de ocorrência e recorrerem às autoridades, a situação ainda parece distante de um desfecho alentador para os animais.

Quando as denúncias começaram, quem explora a atividade e não oferece nenhuma assistência aos cavalos optou apenas por tirá-los de circulação por uma semana, mas eles já estão de volta às ruas de Monte Verde – inclusive revirando lixo em busca de comida.

“Encontramos animais com pneumonia e bem debilitados, sem forças para se levantarem. E vamos mantê-los sob nossos cuidados até que a promotoria decida o que fazer”, garante Rebecca.

Há animais em condições tão preocupantes que precisam ser transportados por veículos automotores (Foto: Divulgação)

Um dos sobreviventes, Guerreiro, que ainda inspira muitos cuidados, já foi escolhido como mascote do movimento contra maus-tratos aos cavalos em Monte Verde. Ele teve um olho perfurado e deve passar por cirurgia em breve.

Em Monte Verde, foi alçado à vítima emblemática do inconsequente aluguel de cavalos por parte de quem não está muito preocupado em suprir as necessidades mais básicas desses animais.

Um dos sobreviventes, Guerreiro, que ainda inspira muitos cuidados, já foi escolhido como mascote do movimento contra maus-tratos (Fotos: Divulgação)

A omissão dos turistas favorece a crueldade contra os cavalos

Um ponto importante que não pode ser ignorado é que a omissão dos turistas favorece a crueldade contra os cavalos em Monte Verde (MG), assim como em qualquer outra parte do Brasil. Afinal, esses cavalos que são vítimas de maus-tratos não estariam sendo submetidos a essa realidade se não houvesse quem financiasse isso.

“Em Monte Verde, até seis turistas sobem em uma charrete sem antes avaliarem o estado do animal. É comum ver pais com filhos pequenos montando em cavalos visivelmente doentes”, revela Rebecca Wagner.

Ainda assim, há pessoas que acham que está tudo bem em ficar em cima de um cavalo que se “resume à pele e osso” ou que fica o dia todo amarrado em um poste. E infelizmente isso é algo que acontece em muitas cidades do Brasil.

Monte Verde continua sendo um lindo destino para turistas, mas é melhor ainda experimentar bons momentos em um cenário paradisíaco sem ajudar a perpetuar a omissão e violência contra os animais.

Animais vítimas de maus-tratos recebendo atendimento na Fazenda Hotel Itapuã (Fotos: Divulgação)

Saiba Mais

A Lei Federal nº 9.605, de 12 de fevereiro 1998, tipifica como crime praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. A pena de reclusão é de até um ano e multa.


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Exigência de caução para internamento de animais pode ser proibida em todo o Brasil

Por David Arioch

Viabilização de uma lei federal é classificada como importante porque normatiza a proibição em todo o território nacional (Foto: Reprodução)

Uma proposta protocolada hoje na Câmara dos Deputados quer proibir a exigência de caução para internamento emergencial de animais em hospitais e clínicas veterinárias de todo o Brasil.

A iniciativa é do deputado Célio Studart (PV-CE), que prevê devolução do dobro do valor depositado pelo cliente caso seja comprovada a cobrança de caução.

O entendimento do deputado é de que na busca de atendimento emergencial a vida do animal está em risco, então isso deve ser priorizado. O Projeto de Lei 3894/2019 também prevê pagamento de multa de um a cinco salários mínimos, caso a lei não seja respeitada. O valor deve ser destinado a abrigos de proteção animal.

No Brasil, há estados e municípios que já proíbem a cobrança de caução. No entanto a viabilização de uma lei federal é classificada como importante porque normatiza a proibição em todo o território nacional.

Em 2018, o Paraná proibiu essa prática em caso de internamento de animais em hospitais e clínicas veterinárias. A proibição se aplica principalmente a casos de emergência, como atropelamentos, acidentes graves, lesões com risco de morte e outras situações que demandam atendimento urgente.

Em caso de descumprimento da lei, além do pagamento de multa, a clínica ou hospital deve devolver ao depositante o valor em dobro. A lei é resultado do PL 758/2015, do ex-deputado Rasca Rodrigues (PV).


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Número de touros explorados como entretenimento na Espanha cai em 56%

Por David Arioch

Normalmente o toureiro o esfaqueia com uma espada, e caso o touro continue vivo, ele usa um punhal para cortar a medula espinhal do animal (Foto: Josep Lago/AFP)

De acordo com uma estimativa divulgada esta semana pela organização Pessoas Pelo Tratamento Ético dos Animais (PETA), touradas e outros eventos envolvendo touros têm atraído menos interesse da população e dos turistas. E reflexo disso é que houve queda de 56% no total de touros feridos e mortos em um período de dez anos.

“O número caiu de aproximadamente 16 mil em 2008 para cerca de sete mil em 2018”, informa e aponta que isso significa que embora esses eventos ainda sejam realizados a previsão é que cada vez mais pessoas parem de apoiá-los, reduzindo a demanda por touros.

Vale lembrar que a Catalunha e as Ilhas Baleares já aprovaram leis pelo fim das touradas. Segundo a PETA, o Festival de San Fermín, em Pamplona, que é mais conhecido pela “Corrida com Touros”, atrai mais de um milhão de turistas, e principalmente britânicos.

No evento, 48 touros são barbaramente torturados e mortos. A PETA acredita que ainda hoje muitas pessoas não sabem que os touros são mortos ao final dos eventos – o que justifica a importância de divulgar informações sobre o destino desses animais.

Já na “tradicional” tourada, os toureiros provocam e apunhalam um touro com bandarilhas, até que depois de perder uma determinada quantidade de sangue o animal começa a sentir fraqueza.

Então o toureiro o esfaqueia com uma espada, e caso o touro continue vivo, ele usa um punhal para cortar a medula espinhal do animal. Com o touro já paralisado, mas consciente, o toureiro corta suas orelhas ou cauda como troféu.


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Holandeses criam barracas de papelão à prova d’água para festivais de longa duração

Por David Arioch

Segundo a KarTent, cada barraca acomoda confortavelmente duas pessoas e ainda dispõe de espaço para armazenamento (Foto: Divulgação)

Dois empreendedores holandeses se juntaram e criaram barracas de papelão à prova d’água para festivais de longa duração. A iniciativa é uma reação ao abandono de barracas de plástico ao final dos eventos.

De acordo com a KarTent, as barracas de papelão ecológico, que são fáceis de montar e de transportar, foram desenvolvidas para contribuírem com a diminuição da poluição plástica. Feitas de papelão grosso e não tratado, são facilmente reaproveitáveis. Além disso, permanecem secas por dentro mesmo com muita chuva.

Para comprovar a qualidade do material, os desenvolvedores citam que avaliaram a resistência submetendo o produto a um lava-jato, e ainda assim não houve nenhum comprometimento.

Cada barraca acomoda confortavelmente duas pessoas e ainda dispõe de espaço para armazenamento, segundo a KarTent. Além disso, ficam completamente escuras por dentro e são mais frescas do que as barracas de plástico.

Saiba Mais

Só no Reino Unido, mais de 250 mil barracas de plástico são abandonadas por ano ao final dos festivais.


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Indústria da carne deve mais de R$ 88 bilhões à União

Por David Arioch

Somente os frigoríficos devem 42,9 bilhões de reais (Foto: Estadão Conteúdo)

De acordo com um levantamento feito e divulgado pelo observatório do agronegócio De Olho nos Ruralistas, a soma de dívidas da cadeia da indústria da carne com a União chega a 88,1 bilhões de reais. As informações são baseadas em dados obtidos junto à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

O montante envolve frigoríficos, pecuaristas, curtumes, comercializadores de carne e de animais vivos. “O valor equivale ao déficit previdenciário dos 26 estados brasileiros mais o Distrito Federal, estimado em R$ 88,5 bilhões em 2018, segundo estudo publicado em maio pelo economista Raul Velloso”, informa o observatório.

No total, há 4.169 empresas que compõem a cadeia da indústria da carne que estão na lista de devedores da União. Somente os frigoríficos devem 42,9 bilhões de reais.

“Na sequência aparecem os criadores de gado bovino, suínos, aves, caprinos e outros animais destinados à pecuária, com R$ 17,5 bilhões; seguidos do comércio atacadista de carnes, com uma dívida de R$ 16,8 bi”, aponta o levantamento. Já os curtumes devem 3,8 bilhões de reais e o comércio de animais vivos soma 900 milhões de reais.

De Olho nos Ruralistas também frisa que o valor poderia ser bem maior se em 2017 a JBS não tivesse recorrido ao Refis, programa de refinanciamento de débitos tributários da União.

“Graças ao acordo, o frigorífico comandado pelos irmãos Joesley e Wesley Batista – pivô de dois dos maiores casos de corrupção da história brasileira, investigados nas operações Carne Fraca e Lava-Jato – conseguiu quitar boa parte das dívidas do grupo, recebendo um “desconto” de R$ 1,1 bilhão”, cita o observatório.

Leia o levantamento completo, clique aqui. 


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BH recebe mais uma edição do Festival Paraíso Veg

Por David Arioch

“Trabalhamos para que cada evento seja único, para que os frequentadores possam acompanhar a evolução do festival a cada edição” (Foto: Divulgação)

No dia 14 (domingo), das 10h às 18h, Belo Horizonte recebe mais uma edição do Festival Paraíso Veg, mas dessa vez no espaço Begreen, no Shopping Boulevard. Entre as opções gastronômicas estão inúmeros pratos, além de kombucha, salgados, molhos, doces, pães artesanais e cerveja artesanal.

Outros atrativos incluem a comercialização de artigos e acessórios, mini-palestras, bate-papo com a nutricionista Grazi Paiva, atrações artísticas e educativas e feira de adoção de cães e gatos. Após a realização da primeira edição, que atraiu mais de mil pessoas, os idealizadores Rodrigo Oliveira e Miguel Rocha se mostram bem otimistas.

“O resultado nos levou a tornar o evento itinerante. Dessa forma, podemos abranger outras regiões [de BH], bem como difundir a cultura vegana”, enfatiza Rodrigo, que também é proprietário da Veggie Roots, fabricante de burgers veganos congelados.

Marcando presença pela segunda vez, a Litta Massas Veganas compartilha do mesmo otimismo e acrescenta que os expositores estarão mais preparados para atender ao público interessado em produtos artesanais de qualidade.

“Vendemos todas as pizzas [na primeira edição], mais que o dobro do que estamos acostumados. Alguns colegas precisaram sair para repor o estoque e continuar atendendo aos visitantes’, revela a responsável pela Litta Massas Veganas, Regina Hamaguti.

Segundo Miguel Rocha, o Paraíso Veg sempre apresentará novidades. “Trabalhamos para que cada evento seja único, para que os frequentadores possam acompanhar a evolução do festival a cada edição, trazer a família, os amigos e seus pets”, enfatiza.

E acrescenta: “E claro, desmistificar essa falsa ideia de que a gastronomia vegana é inacessível, cara, e sem gosto.”

Serviço

O Festival Paraíso Veg, que tem entrada gratuita, vai ser realizado na BeGreen, no Shopping Boulevard – Rua Professor Otaviano Almeida, nº 44, bairro Santa Efigênia – BH


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