Estudantes de agropecuária enviam animais para santuário em vez de matadouro

Por David Arioch

Bruce, um dos animais encaminhados ao Farm Sanctuary em Acton, na Califórnia (Foto: Hans Gutknecht/Los Angeles Daily News)

Cinco estudantes de um curso de agropecuária integrado ao equivalente ao ensino médio em Fullerton, na Califórnia (EUA), decidiram enviar animais para um santuário em vez do matadouro, segundo o jornal OC Register.

Os jovens participam do programa Future Famers of America (FFA), em que aprendem sobre o funcionamento da agropecuária e nesse processo suas famílias precisam investir dinheiro na compra de animais, comida e equipamentos necessários para criá-los.

Ao final, eles deveriam participar de um leilão júnior de gado realizado no mês passado, em que os animais seriam vendidos para o matadouro com a finalidade de “recuperar o investimento”.

No entanto, cinco estudantes optaram por entrar em contato com o Farm Sanctuary em Acton, na Califórnia, para encaminhar cinco animais – os bodes Bruce e Kevin e a cabra Pam, além dos cordeiros Shawn e Phry, visando garantir que eles vivam até os seus últimos dias em paz e longe da exploração.

“Não vou julgar outras pessoas, mas eu não quero fazer isso [enviá-los para o abate]”, disse Rilea Reed, de 15 anos, ao OC Register. O administrador do Farm Sanctuary, Gene Baur, declarou que os estudantes do programa Future Farmers of America não são encorajados a buscarem outra opção que não seja abater os animais.

“Sua consciência e empatia muitas vezes é cortada para que eles sigam nesse caminho”, avaliou. Sabrina Ifantis, outra estudante de 15 anos, responsável pela criação do bode Kevin, desistiu do programa depois de enviá-lo para um santuário. “Não achei que isso me atingiria tanto”, argumentou em referência à consideração de que aqueles animais com quem ela conviveu ainda que brevemente seriam mortos e reduzidos a pedaços de carne.


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IPA oferece disciplina de direitos animais em Porto Alegre (RS)

Por David Arioch

Segundo o IPA, serão abordados tanto os aspectos teóricos quanto práticos dos direitos animais (Acervo: Adobe)

A partir de sexta-feira (9), às 10h30, o Centro Universitário Metodista (IPA) de Porto Alegre (RS) dará início às aulas da disciplina de direitos animais ministrada pelo professor Rogério Rammê.

Embora seja oferecida como parte do curso de direito, a instituição permite a participação de alunos ouvintes. Segundo o IPA, serão abordados tanto os aspectos teóricos quanto práticos dos direitos animais, e também como oferta de atividades extensionistas.

Rogério Rammê é doutor em direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), mestre em direito ambiental pela Universidade de Caxias do Sul (UCS) e professor de direito ambiental, administrativo, constitucional e direitos humanos do IPA.

Para mais informações, envie um e-mail para atendimento.integrado@ipa.metodista.br ou ligue para (55) 3316-1336.


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Polícia Militar Ambiental resgata 46 animais de rinha em Biguaçu (SC)

Por David Arioch

Havia também um ringue cercado por cadeiras e um quadro com informações sobre os pesos dos galos (Fotos: PMA/SC)

No sábado (3), a Polícia Militar Ambiental de Florianópolis resgatou 46 animais de uma rinha de galo no bairro Fazendinha, em Biguaçu (SC).

O espaço onde os galos eram colocados para lutar foi localizado após denúncia. No local, animais foram encontrados com esporões e biqueiras de ferro.

Havia também um ringue cercado por cadeiras e um quadro com informações sobre os pesos dos galos. O espaço era alugado para a realização de rinhas de galo e oferecia inclusive bar com bebidas e alimentos.

Embora a PMA não tenha conseguido conter todos os participantes, já que alguns fugiram enquanto os policiais tentavam arrombar um portão de ferro, pelo menos 28 foram detidos e autuados por crime de envolvimento em maus-tratos contra animais.


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Empresário quer ajudar a garantir que grupo acusado de matar mais de mil onças pague por seus crimes

Por David Arioch

Letícia Filpi: “Entendemos que o acusado cometeu mil crimes ambientais, tendo em vista que, em cada caça e onça morta há conduta criminosa distinta, nos termos do artigo 69 do Código Penal” (Foto: Reprodução/PF)

O empresário e engenheiro José Corona Neto contratou recentemente o Grupo de Advocacia Animalista Voluntário de São Paulo (GAAV) para entrar com um pedido de habilitação para atuar como assistente de acusação no processo-crime contra o grupo acusado de matar mais de mil onças-pintadas no Acre.

A preocupação e motivação de Corona Neto veio após revelação dos resultados de uma série de investigações da Polícia Federal envolvendo uma rede de caçadores no Brasil.

A PF apurou que somente um dos acusados, e o mais antigo do grupo, o dentista Temístocles Barbosa Freire, praticava crime de caça ilegal desde 1987, sendo acusado de matar aproximadamente mil onças-pintadas em mais de 30 anos.

“Entendemos que o acusado cometeu mil crimes ambientais, tendo em vista que, em cada caça e onça morta há conduta criminosa distinta, nos termos do artigo 69 do Código Penal”, argumenta a advogada Letícia Filpi, do GAAV.

E reforça: “Assim, o acusado deve ser condenado pela crueldade praticada ao longo dos anos contra cada um desses seres sencientes, devendo-se somar as devidas penas.”

O Grupo de Advocacia Animalista protocolou hoje na 3ª Vara da Seção Judiciária do Estado do Acre o pedido de participação no processo-crime que envolve não apenas Temístocles Barbosa Freire, mas também outros acusados de matarem de uma a três onças.

O processo lista os nomes Gilvan Souza Nunes, Sinézio Adriano de Oliveira Júnior, Gisleno José Oliveira de Araújo Sá, Manoel Alves de Oliveira, Sebastião Júnior de Oliveira Costa, Gílson Dória de Lucena Júnior, Reginaldo Ribeiro da Silva e Gersildo dos Santos Araújo. Além de onças, também são acusados de matarem ilegalmente catetos, capivaras e veados.

“O requerente, José Corona Neto, como membro da sociedade, tem legitimidade ativa para requerer participação no processo, já que os crimes praticados pelos acusados são crimes ambientais contra a fauna, que integram direitos difusos e coletivos”, explica Letícia Filpi.

E acrescenta: “Afinal, a matança de animais silvestres afeta o sistema como um todo, e atinge diretamente o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado previsto no artigo 225 da Constituição Federal.”

A intenção de Corona Neto e do GAAV, que consideram importante que os autores sejam devidamente responsabilizados em proporção à gravidade dos crimes, é abrir um precedente para que a sociedade civil seja mais participativa no processo jurídico, e que se engaje mais na luta contra a caça no Brasil.


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TV Assembleia de Roraima produz documentário sobre vegetarianismo e veganismo

Por David Arioch

Filme aborda vegetarianismo e veganismo e suas diferenças, e destaca que ser vegano está muito além de uma opção alimentar (Imagem: Reprodução)

No mês passado, o documentário de média-metragem “Sem carne, Por Favor!” estreou na programação da TV Assembleia, de Roraima.

Exibido em três horários no último dia 24, o filme aborda vegetarianismo e veganismo e suas diferenças, e destaca que ser vegano está muito além de uma opção alimentar.

No decorrer das filmagens de “Sem Carne, Por Favor!”, que tem duração de 28 minutos, o jornalista Johann Barbosa, diretor do documentário, se surpreendeu com a profundidade do veganismo, e também com a grande diversidade de pratos que podem ser recriados sem ingredientes de origem animal.

A produção do documentário faz parte de uma proposta da TV Assembleia de se aprofundar em assuntos considerados de grande relevância na atualidade, segundo a coordenadora da TV Assembleia, Sônia Lúcia Nunes.


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Guardas-florestais: heróis invisíveis da conservação da vida selvagem

Por David Arioch

“Os guardas-florestais também estão contribuindo com a construção ambiental da paz”, acrescenta Refisch (Foto: Reprodução/Facebook)

Você sabia que o número de gorilas das montanhas dobrou nos últimos 30 anos graças à proteção efetiva dos seus habitats por guardas-florestais?

“Existem muitos ângulos pelos quais podemos olhar para o importante trabalho dos guardas-florestais e ecológicos”, afirma Johannes Refisch, coordenador da Parceria pela Sobrevivência dos Grandes Primatas, do Programa da ONU para o Meio Ambiente.

“Os gorilhas das montanhas são um exemplo fantástico: nenhum gorila sequer foi morto nos últimos dez anos.”

Em novembro de 2018, a União Internacional para a Conservação da Natureza declarou que o gorila da montanha não seria mais considerado “criticamente em perigo”. A espécie foi reclassificada como “em perigo”, devido aos esforços de conservação.

“Contudo, não devemos esquecer o importante trabalho dos guardas-florestais em ‘parques (em situação) de conflito’ na República Democrática do Congo — Garama, Virunga, Maiko e Kahuzi-Biega”, aponta Refisch.

“O parque de Virunga, sozinho, perdeu 200 guardas-florestais em 20 anos.”

O Dia Mundial dos Guardas-Florestais, uma iniciativa da Federação Internacional dos Guardas-Florestais, é observado em 31 de julho para celebrar o trabalho que esses profissionais empreendem para proteger os tesouros naturais do planeta. A data lembra os guardiões do meio ambiente que foram mortos em serviço.

“Os guardas-florestais também estão contribuindo com a construção ambiental da paz”, acrescenta Refisch.

“Existe uma variedade de exemplos na África em que a gestão dos recursos naturais baseada na comunidade, combinada a uma proteção efetiva pelos guardas ecológicos, reduziu o conflito entre humanos e a vida selvagem. O trabalho da Associação das Terras do Norte do Quênia é um exemplo muito bom.”

As comunidades estão na linha de frente da conservação da vida selvagem. E elas precisam assumir o seu lugar de direito na economia da biodiversidade. Essa questão foi tema de destaque na Cúpula da Economia da Vida Selvagem Africana, realizada recentemente no Zimbábue.

“O comércio ilegal da vida selvagem beneficia muito poucos (indivíduos), mas fere tantos outros”, alerta a chefe da ONU Meio Ambiente para Vida Selvagem, Doreen Robinson.

“As evidências são claras: quando as comunidades e os guardas-florestais trabalham juntos, com o apoio dos governos e das organizações internacionais, podemos proteger a vida selvagem e garantir que os que suportam os custos de viver com a vida selvagem sejam capazes de colher os maiores benefícios.”

Em algumas regiões do mundo, os guardas-florestais estão usando equipamentos melhores para proteger o meio ambiente. Tecnologias modernas permitem a esses guardiões da natureza detectar a caça ilegal à noite e notificar atividades suspeitas para centros de controle em tempo real. Assim, contramedidas rápidas podem ser tomadas.

Governos africanos estão ampliando as suas políticas anticaça e alcançaram recentemente várias conquistas na conservação da vida selvagem.

As autoridades do Quênia, por exemplo, estão separando 300 hectares para a conservação do bongo da montanha, considerado criticamente em perigo. O Serviço da Vida Silvestre do país africano e parceiros vão criar zonas de proteção intensiva, mantidas por uma força permanente de segurança, que realizará patrulhas diárias, além de atividades anticaça e mapeamento de armadilhas.

Para gerir a atividade humana no entorno dos habitats do bongo, a instituição, o Serviço Florestal do Quênia e outras organizações vão trabalhar com associações de comunidades das florestas e com comunidades de acolhimento para conter práticas ilegais e melhorar estratégias sustentáveis, afirma a Conservação da Vida Selvagem do Monte Quênia.

Na Tanzânia, as populações de elefantes e rinocerontes aumentaram após uma dura repressão à caça.

Em Uganda, uma nova lei sobre a vida selvagem prevê multas pesadas e prisão por tempo considerável para atividades ilícitas. A legislação também fortalece o papel das comunidades no apoio à gestão da vida selvagem e no uso sustentável dos seus benefícios.


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Peixe-boi Paty se prepara para retornar à natureza

Por David Arioch

A fêmea com quatro anos e nove meses foi levada, entre os dias 29 e 30 de julho, para o cativeiro de aclimatação em Porto de Pedras, em Alagoas (Foto: Michelly Gadelha)

De acordo com informações do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o peixe-boi Paty está se preparando para voltar para casa. A fêmea com quatro anos e nove meses foi levada, entre os dias 29 e 30 de julho, para o cativeiro de aclimatação em Porto de Pedras, em Alagoas, na Área de Proteção Ambiental Costa dos Corais.

Lá, ela será preparada para a soltura, devendo se adaptar às variações das marés, interagir com outros animais do manguezal e receber alimentação natural. Paty é o primeiro encalhe de filhote vivo de peixe-boi em Alagoas, ocorrido em outubro de 2014, na praia de Pratagy em Maceió. Durante os anos de permanência no cativeiro, o animal se desenvolveu bem e hoje tem 2,48 metros de comprimento, pesando 317 quilos.

Na época, o peixe-boi foi resgatado pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos (CMA) e pelo Instituto Biota de Conservação, e foi transportado para o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres – CRAS/ICMBio em Itamaracá (PE). As equipes ainda tentaram encontrar a mãe do filhote recém-nascido, mas ela não foi localizada.

Segundo a coordenadora-substituta do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Marinha do Nordeste (Cepene) e responsável pelas ações de conservação do peixe-boi marinho, Iara Sommer, é uma fêmea com comportamento bastante sociável com as outras fêmeas, contudo, mantém uma postura arisca quando se sente ameaçada, demonstrando que, apesar do tempo em cativeiro, apresenta características positivas para um animal que em breve será reintroduzido.

O transporte do peixe-boi Paty da base avançada do Cepene até o cativeiro natural em Porto de Pedras, na APA Costa dos Corais, foi realizado por via terrestre utilizando um caminhão munck, em uma piscina forrada com colchões umedecidos. A ação teve início na segunda às 23h30, com a retirada do animal do recinto, estabilização na piscina e formação do comboio com seis veículos, incluindo dois batedores e o caminhão.

O trajeto durou mais de cinco horas e durante todo o período o animal teve sua temperatura, frequência cardíaca e comportamento monitorados por uma equipe composta pela veterinária Michelly Gadelha, biólogos e tratadores.


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Exportadora de “carga viva” é processada por crueldade contra animais na Austrália

Por David Arioch

Relatório revelou taxa de 3,76% de animais mortos nas exportações da Emanuel (Foto: Reprodução)

A empresa Emanuel Exports está sendo processada por violar as leis de bem-estar animal na Austrália após deixar mais de 2,4 mil ovelhas morrerem de calor em a caminho do Oriente Médio em agosto de 2017. Um vídeo que foi ao ar no programa 60 Minutes, da CBS, mostrou as terríveis condições em que os animais eram transportados.

A ação é uma iniciativa do Departamento de Indústrias Primárias e Desenvolvimento Regional da Austrália Ocidental. No processo, a empresa e dois ex-diretores são acusados de crueldade contra animais.

De acordo com informações do The Guardian, os dois diretores, incluindo o ex-diretor administrativo Graham Daws, deixaram a empresa no ano passado, ao mesmo tempo em que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos anunciou que estava revisando a licença de exportação da empresa. Mas eles ainda terão de comparecer ao tribunal.

Além de multa, caso diretores ou ex-diretores sejam condenados, eles podem ter de cumprir até cinco anos de prisão. O diretor-gerente da Emanuel Exports, Nicholas Daws, que assumiu o cargo de seu pai, Graham, em junho do ano passado, disse que a empresa “defenderia vigorosamente a questão no tribunal”.

A investigação estadual começou em fevereiro de 2018 e foi motivada por um relatório que revelou taxa de 3,76% de animais mortos nas exportações da Emanuel. Agora, entre as exigências do governo, está a obrigatoriedade de um observador independente em todos os navios de exportação de animais vivos para o Oriente Médio.

A ministra da Agricultura da Austrália Ocidental, Alannah MacTiernan, alertou os exportadores em 2017, após a morte de mais de três mil ovelhas no navio de exportação de Emanuel, Al Messilah, que o governo estadual poderia processar os exportadores de carga viva sob suas leis de bem-estar animal e faria isso se o episódio se repetisse.


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PL quer viabilizar financiamento de matadouros municipais em todo o Brasil

Por David Arioch

Albuquerque diz que a prioridade dos recursos federais será para reforma de abatedouros já existentes | Foto: Pixabay

De autoria do deputado Nivaldo Albuquerque (PTB-AL), o Projeto de Lei 2979/219 quer viabilizar financiamento de matadouros municipais em todo o Brasil, sob a justificativa de “contribuir com a economia dos pequenos criadores de animais”.

Segundo o autor, a construção dos matadouros deve ser feita por convênio entre a União e os municípios. Albuquerque diz que a prioridade dos recursos federais será para reforma de abatedouros já existentes, mas desativados “ou que não cumprem as normas de vigilância ambiental, bem-estar animal e proteção ambiental”.


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Restaurante Reduto Vegano é inaugurado no Centro Histórico de SP

Por David Arioch

Reduto Vegano quer desmitificar a ideia de que é necessário pagar caro por opções veganas (Fotos: Divulgação)

No final de semana foi inaugurado no Centro Histórico de São Paulo o restaurante Reduto Vegano, que prioriza principalmente a recriação de pratos já queridos pelos brasileiros.

“Trabalhamos com a ideia de preço consciente, em que o cliente avalia o prato, local e serviço e diz qual o valor a ser pago”, explica a direção do estabelecimento.

O Reduto Vegano quer desmitificar a ideia de que é necessário pagar caro por opções veganas. “A proposta realmente é não ter valores fixos para os pratos. Cada pessoa paga o que achar justo”, reforça a direção.

A escolha de um edifício tombado para abrigar o restaurante surgiu da preocupação em encontrar um espaço aconchegante no centro da capital paulista.

Entre as opções oferecidas no cardápio estão strogonoff de legumes ou soja com champignon e palmito, arroz e batata palha; paella – arroz com mix de pimentões, abobrinha, berinjela e cenoura feito com especiarias; baião de dois – feijão de corda, arroz, farofa, calabresa vegana e tofu seco; risoto de shitake e curry indiano – grão-de-bico, tofu seco, batata e cenoura preparados com curry indiano e chapati.

Serviço

O Reduto Vegano abre de segunda a sábado das 12h às 16h.

Rua Álvaro de Carvalho, 79 – Centro Histórico de São Paulo (SP).


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