Documentário “O Fim da Carne” vai estar disponível para os brasileiros na próxima semana

O documentário é dirigido e produzido pelo mesmo diretor do documentário vegano “Live and Let Live”, ou “Viva e Deixe Viver”

O documentário alemão “The End of Meat” ou “O Fim da Carne”, de Marc Pierschel, que discute um futuro sem carne sob diversas perspectivas, vai ser lançado mundialmente na próxima terça-feira, 12. A data foi alterada para que o filme fosse disponibilizado para mais países, incluindo o Brasil. O documentário é dirigido e produzido pelo mesmo diretor do documentário “Live and Let Live” ou “Viva e Deixe Viver”.

“Embora as evidências do impacto negativo do consumo de carne no planeta e na saúde humana continuem se acumulando à medida que o bem-estar animal está em declínio, o caso de amor da humanidade com hambúrgueres, bifes, nuggets e costeletas simplesmente não termina”, informa o documentário.

Partindo dessa reflexão, ambientada na Alemanha da bratwurst e da schnitzel, que Pierschel mostra que, embora o mundo não seja vegano, as transformações estão acontecendo. Cada vez mais pessoas estão abraçando a redução ou a completa abstenção do consumo de alimentos de origem animal. Nessa esteira, a Alemanha é um exemplo, considerando que, em resposta à demanda, hoje é o país que mais lança produtos veganos.

“As preocupações com a saúde e os escândalos da carne levaram a um debate público sobre as implicações éticas do consumo de carne e o aumento das dietas baseadas em vegetais. Os produtores de carne lançaram seus próprios produtos veganos. Hoje temos supermercados veganos e quase todos os fabricantes de alimentos estão adicionando e rotulando opções veganas. É esse o começo do fim da carne? Estamos nos aproximando de um ponto de virada no relacionamento humano-animal?”, questiona Marc Pierschel.

Em “The End of Meat”, que vai estar disponível para os brasileiros no Vimeo, Pierschel apresenta um breve relato da história do movimento vegano na Alemanha, visita a primeira cidade vegetariana da Índia, conhece a famosa porca Esther e levanta questões sobre o futuro dos animais na sociedade.

Estudantes de Harvard ganham mais opções de refeições veganas

O primeiro contato da Universidade Harvard com o treinamento de culinária vegana da Humane Society International foi em janeiro de 2015 (Foto: HUDS)

Desde o ano passado, os estudantes da Universidade Harvard, sediada em Cambridge, Massachusetts, ganharam mais opções de refeições veganas. Hoje faz parte do cardápio pratos como aloo chole (à base de grão-de-bico, batata, chana masala em pó e sementes de romã), palak paneer (baseado em espinafre, garam masala e especiarias), abóbora assada, ravioli de cogumelos, rolinhos de primavera recheados com vegetais, chili e lentilhas.

A mudança vem ocorrendo desde que alguns chefs da Harvard University Dining Services (HUDS) começaram a participar de um programa intensivo de culinária vegana com a chef Wanda Branco e o chef Ken Botts, da Humane Society International. Entre os ingredientes mais utilizados estão legumes, frutas, leguminosas, oleaginosas e sementes.

Uma pesquisa divulgada no site da Harvard University Dining Services revelou que no ano passado 57% dos estudantes disseram que é muito importante ter uma alimentação baseada em cereais integrais e vegetais.

O diretor administrativo David Davison explicou que durante muito tempo os chefs de Harvard eram qualificados para verem a carne como o elemento mais importante de um prato, inclusive como responsável pela definição dos sabores. No entanto, isso tem mudado nos últimos anos.
O primeiro contato da Universidade Harvard com o treinamento de culinária vegana da Humane Society International foi em janeiro de 2015. Eles começaram incluindo um prato de proteína vegetal em todos os almoços e jantares. Já em 2017, só um ano depois, eles serviram quase 47 mil libras [mais de 21 toneladas] a mais do que em 2016.

A Harvard University Dining Services, que serve cerca de de 25 mil refeições por dia, opera em 13 refeitórios, 15 cafés, uma cozinha kosher e oferece serviços completos de catering.

Encontro Vegano vai ser realizado no domingo em São Paulo

Encontro Vegano de Gastronomia vai ser realizado na Vila Mariana (Foto: Encontro Vegano/Divulgação)

No domingo, o Encontro Vegano de Gastronomia JMA J’adore mes amis vai ser realizado na Rua Joaquim Távora, 605, na Vila Mariana, próximo à Estação Ana Rosa, em São Paulo. O evento que tem entrada gratuita começa às 12h e termina às 20h, mas antes serão oferecidas algumas atividades.

O evento disponibiliza ao público uma grande diversidade de opções que incluem salgados, lanches, refeições completas, bebidas e sobremesas. Além da área alimentícia, o evento reúne expositores comercializando roupas, calçados, cosméticos, artesanatos e acessórios livres de matéria-prima de origem animal e de testes em animais.

Às 10h, o Encontro Vegano oferece aulas de yoga e meditação. Também faz parte da programação a oferta de oficinas culinárias que incluem dicas e práticas de como levar a culinária vegana para dentro de casa.

Desmatamento e uso de agrotóxicos ameaçam polinização no Brasil

Das 191 plantas cultivadas ou silvestres utilizadas para a produção de alimentos no Brasil, 114 (60%) dependem da visita de polinizadores como as abelhas (Foto: Getty Images)

Das 191 plantas cultivadas ou silvestres utilizadas para a produção de alimentos no Brasil, com processo de polinização conhecido, 114 (60%) dependem da visita de polinizadores, como as abelhas, para se reproduzir.

Esse serviço ecossistêmico tem sido ameaçado por fatores como o desmatamento, as mudanças climáticas e o uso de agrotóxicos. O desmatamento leva à perda e à substituição de habitat por áreas urbanas, e diminui a oferta de locais para a construção de ninhos e reduz recursos alimentares utilizados por polinizadores.

Já as mudanças climáticas podem modificar o padrão de distribuição das espécies, a época de floração e o comportamento dos polinizadores. Também são capazes de ocasionar alterações nas interações, invasões biológicas, declínio e extinção de espécies de plantas das quais os polinizadores dependem como fonte alimentar e para a construção de ninhos, além de desencadear o surgimento de doenças e patógenos.

Além disso, a aplicação de agrotóxicos para controle de pragas e patógenos, com alta toxicidade para polinizadores, pode provocar a morte, atuar como repelente e causar efeitos tóxicos subletais como desorientação do voo e redução na produção de prole. E o uso de pesticidas tende a suprimir ou encolher a produção de néctar e pólen em algumas plantas, restringindo a oferta de alimentos para polinizadores.

O alerta foi feito por um grupo de pesquisadores no 1º Relatório Temático de Polinização, Polinizadores e Produção de Alimentos no Brasil lançado no mês passado durante evento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

O grupo de pesquisadores fez uma revisão sistemática de mais de 400 publicações, sintetizando o conhecimento atual e os fatores de risco que afetam a polinização, os polinizadores e a produção de alimentos no Brasil.

A fim de combater essas ameaças, que colocam em risco a produção de alimentos e a conservação da biodiversidade brasileira, eles apontam que são necessárias políticas públicas urgentes que integrem ações em diversas áreas, como a do meio ambiente, da agricultura e da ciência e tecnologia.

Saiba como apoiar o projeto que proíbe uso de penas e plumas de animais no Carnaval

Foto: Pixabay

No mês passado, o deputado federal Célio Studart (PV-CE) protocolou um projeto de lei que prevê a proibição da utilização de penas e plumas de origem animal para a produção de fantasias e alegorias no Brasil, o que inclui o Carnaval.

A justificativa é que como as aves são sencientes, ou seja, têm capacidade de experimentar dor, frio, fome, sede e medo, se torna inadmissível ser conivente com esse tipo de prática simplesmente para a confecção de adereços para fantasias.

“Ainda mais quando existem opções sintéticas de produção exclusivamente industrial, sem utilizar animais, o que pode evitar com que sejam submetidos a essa crueldade. É possível manter a alegria carnavalesca de maneira mais ética, sem maltratar os animais”, justifica Célio Studart.

O projeto de lei 1097/2019 defende a cobrança de multa de R$ 5 mil a R$ 2 milhões para quem utilizar penas ou plumas de animais. Quem concorda com a proposta, pode apoiar a iniciativa acessando o site da Câmara dos Deputados e seguindo alguns procedimentos.

Primeiro, digite PL 1097/2019 na barra de busca e depois clique no número do projeto. Então é só clicar no quadro à direita “O que você acha disso?” e confirmar o apoio. É um processo simples e rápido. Você também pode clicar na opção “compartilhar essa enquete” para motivar mais pessoas a apoiarem o PL.

Rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG) destruiu centenas de hectares

Dados obtidos pelo Ibama por meio de imagens de satélite (Imagem: Divulgação)

Dados obtidos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) por meio de imagens de satélite indicam que o rompimento de barragem da mineradora Vale em Brumadinho (MG) causou a destruição de pelo menos 269,84 hectares.

Análise realizada pelo Centro Nacional de Monitoramento e Informações Ambientais (Cenima) do Ibama aponta que os rejeitos de mineração devastaram 133,27 hectares de vegetação nativa de mata atlântica e 70,65 hectares de Áreas de Preservação Permanente (APP) ao longo de cursos d’água afetados pelos rejeitos de mineração.

A avaliação de impacto foi realizada no trecho da barragem da Mina Córrego do Feijão até a confluência com o Rio Paraopeba. Foram comparadas imagens de satélite obtidas dois dias após o rompimento com imagens de três a sete dias antes da catástrofe.

De acordo com a Fundação SOS Mata Atlântica, antes do rompimento da barragem da Vale, Brumadinho possuía 15.490 hectares de remanescentes de mata atlântica acima de três hectares, o equivalente a 830 campos de futebol. Agora será preciso lidar com as consequências para uma área que representa 24,22% do bioma original.

A fundação defende que o Brasil precisa de um licenciamento ambiental mais sério e eficiente do ponto de vista técnico, que considere a vocação da região, características do entorno e riscos para as comunidades locais.

A SOS Mata Atlântica enfatiza também que muitas barragens no Brasil estão em áreas de cabeceiras dos rios e, com isso, os deslizamentos podem afetar bacias inteiras, colocando em risco o meio ambiente e os serviços ambientais para a população.

É possível comercializar cosméticos na China sem realizar testes em animais

Ainda é necessária a instituição de uma lei federal que impeça ostensivamente a realização de testes em animais (Foto: Getty Images)

No ano passado, a organização Cruelty Free International firmou uma parceria com a empresa Knudsen & Co e com o Parque Industrial de Fengpu, no subdistrito de Xangai, na China, para promover a fabricação e comercialização de produtos cosméticos livres de testes em animais.

A parceria, que conta com o aval do governo chinês, permite que empresas “cruelty free” possam fabricar e comercializar seus produtos na China, desde que se instalem no Parque Industrial de Fengpu.

Embora a China seja o maior mercado de cosméticos do mundo, inúmeras marcas internacionais sempre se recusaram a entrar nesse mercado por causa da exigência da realização de testes em animais.

Isso também justifica porque veganos normalmente evitam comprar produtos de empresas que atendem ao mercado chinês. Mas a realidade está começando a mudar, ainda que não na proporção ou tempo desejado.

Em 2014, considerando a tendência mundial de rejeição aos testes em animais na indústria cosmética, o Departamento de Administração de Alimentos e Medicamentos da China começou a desenvolver os primeiros métodos de testes alternativos à realização de testes em animais.

Como resultado, mais tarde, o governo chinês passou a permitir que cosméticos de uso “não especial” produzidos internamente, como perfumes, maquiagens e produtos de cuidados com unhas e cabelos, pudessem ser comercializados sem a obrigatória realização de testes animais.

Já em setembro de 2016, o Instituto Zhejiang inaugurou um laboratório em colaboração com o Institute for In Vitro Sciences, dos Estados Unidos. Desde então, cientistas chineses estão sendo treinandos para desenvolverem testes com células e tecidos criados artificialmente que possam vir a substituir completamente os testes em animais.

E mais recentemente, este mês, a Associação Nacional de Produtos Médicos da Província de Gansu, anunciou que não serão exigidos testes em animais para cosméticos importados ou produzidos por empesas estrangeiras na China, caso o produto já tenha sido lançado no mercado, segundo informações da organização Cruelty Free International.

Porém, isso não significa que os testes em animais chegaram ao fim, até porque a China ainda precisa se posicionar sobre a situação dos muitos produtos importados que são lançados anualmente no mercado chinês. Além disso, é necessária a instituição de uma lei federal que impeça ostensivamente a realização de testes em animais, como ocorre em outros países.

Por enquanto, uma forma de assegurar que uma empresa cosmética possa comercializar seus produtos na China, sem submeter ou permitir que submetam seus produtos a qualquer tipo de testes em animais, é entrando em contato com a Cruelty Free International para participar de um projeto piloto desenvolvido em parceria com a Knudsen & CO CRC.

Saiba Mais

De acordo com a organização Humane Society International (HSI), cosméticos comuns produzidos na China voltados para exportação nunca exigiram testes em animais, assim como cosméticos comprados na China via E-commerce.

Homem de 81 anos pretende fazer um milhão de flexões para mostrar a “força vegana”

“Quero mostrar às pessoas os benefícios para a saúde de um estilo de vida vegano” (Fotos: Anthony Yeates/Somerset Live)

Paul Youd, de 81 anos, vive em Taunton, na Inglaterra, e se tornou vegano há 15 anos. Ele contou ao Somerset Live que a sua transição se deu pela sua preocupação com o bem-estar dos animais.

Dois anos depois de parar de consumir carne, Youd descobriu que havia muito mais a ser feito. “Comecei a investigar a indústria de laticínios e ovos e percebi o quão cruel era e só pensei que eu não poderia mais fazer parte disso”, explicou.

Agora, para chamar a atenção para a causa vegana, ele assumiu a missão de completar um milhão de flexões nos próximos dez anos. Considerando o estilo de vida de Paul Youd, isso não é impossível. “Eu vou fazer isso. Estou determinado”, garantiu.

Recentemente, Youd arrecadou 850 libras esterlinas para uma instituição de caridade depois de realizar mil flexões. Segundo o Somerset Live, o homem já chegou a marca de 170 mil desde o seu aniversário de 80 anos.

Com muita energia, Paul Youd mantém uma rotina semanal de exercícios com kettlebell, e sua manhã já começa com um pouco de dança ao atravessar a sala para abrir as cortinas e deixar o sol entrar:

“Eu tenho tanta energia. Me sinto tão bem, me sinto como uma pessoa de 40 anos. Também quero mostrar às pessoas os benefícios para a saúde de um estilo de vida vegano, porque nunca é tarde demais para se tornar vegano”.

Dinamarca está entre os dez países mais indicados para veganos na Europa

Copenhagen ficou em 12º lugar entre as melhores cidades da Europa para veganos (Foto: Copenhagen Municipality )

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Chef’s Pencil, baseada em dados do Google Trends, a Dinamarca está entre os dez países mais indicados para veganos na Europa, e Copenhagen ficou em 12º lugar entre as melhores cidades.

A Dinamarca conta com 499 restaurantes recomendados para veganos, e o que também tem contribuído para afastar os dinamarqueses do consumo de alimentos de origem animal são iniciativas como o aplicativo “Quit Meat”, que ajuda qualquer pessoa disposta a fazer uma transição de uma tradicional dieta onívora para uma dieta baseada em vegetais.

Embora o país ainda registre um alto consumo de alimentos de origem animal, o Chef’s Pencil afirma que o veganismo está em alta na Dinamarca desde o ano passado, e é isso que tem feito do país nórdico um destino com atrativos para turistas veganos.

Em Aarhus, na região central da Dinamarca, partidos de esquerda e centro-esquerda, que somam 16 dos 31 membros da Câmara Municipal, defenderam no final de 2018 a aprovação de um projeto que exige a oferta de opções vegetarianas em todas as instituições públicas da cidade, incluindo creches, escolas e centros de atendimento ao idoso.

Segundo o jornal diário Politiken, Gro Jensen, membro da câmara e do partido Alternativa, relatou que a intenção, que também favorece veganos e vegetarianos, é ajudar a cidade a atingir a meta de neutralidade de carbono até 2030.

“A carne desempenha um papel importante na mudança climática, por isso, obviamente, precisamos assumir nossa responsabilidade enquanto município, oferecendo aos nossos cidadãos alimentos baseados em plantas”, declarou Jensen, acrescentando que o objetivo não é dizer o que cada um deve ou não comer, mas sim permitir mais opções.

Onças são mortas no Brasil e comercializadas no Suriname

“Foi revelado um comércio clandestino e cruel, que explora um animal icônico das florestas tropicais da América do Sul” (Foto/Acervo: Proteção Animal Mundial)

Uma investigação realizada pela organização Proteção Animal Mundial revelou que onças estão sendo mortas no Brasil e comercializadas no Suriname. De lá, as partes dos animais são exportadas para a China, onde são usadas com fins medicinais.

Após a caça, as onças passam por um processo de cozimento que dura até uma semana para serem reduzidas a uma pasta preta. Outras partes do corpo, como os dentes, são exportadas ou vendidas para serem utilizadas com outra finalidade, inclusive adereços.

“O resultado da investigação é muito triste. Foi revelado um comércio clandestino e cruel, que explora um animal icônico das florestas tropicais da América do Sul para uma medicina que nem mesmo foi comprovada”, declara Roberto Vieto, da Proteção Animal Mundial no Brasil.

Em um dos casos investigados, uma onça foi atingida por sete tiros antes de morrer. Evidências apontam ainda que além da matança de onças, os filhotes são recolhidos e vendidos. “Eles vivem em gaiolas até ficarem grandes, e às vezes acabam na mesa, já que sua carne também é consumida entre a população chinesa do Suriname”, destaca Vieto.

A captura de onças com a finalidade de atender ao mercado chinês começou a ganhar força com a queda nas populações de tigres na Ásia. Hoje, além das onças, as jaguatiricas também são visadas na produção de supostos medicamentos e suplementos alimentares.

De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza, atualmente há 173 mil onças-pintadas na natureza. No entanto, com a perda de habitat em decorrência da exploração madeireira e da agropecuária, as onças têm se tornado alvos cada vez mais fáceis para caçadores, o que gera grande preocupação.

Além disso, o que pode complicar ainda mais a situação é que o deputado Alexandre Leite (DEM-SP) entrou com um pedido de desarquivamento do projeto de lei nº 6.268/2016 na Câmara dos Deputados. O PL de autoria do ex-deputado Valdir Colatto (MDB-SC) prevê a liberação da caça de animais silvestres no Brasil.