Filme sobre pecuarista que se torna vegetariano é indicado ao prêmio BAFTA

Em vez de enviar os animais para a morte, Wilde os levou para um santuário (Foto: Reprodução)

O filme “73 Cows”, de Alex Lockwood, que conta a história do ex-pecuarista britânico Jay Wilde, que se tornou um vegetariano ético, foi indicado ao prêmio BAFTA 2019 na categoria curta-metragem. Wilde atuava no ramo de produção de leite e carne até que um dia, incomodado com a ideia de ter que enviar suas vacas para o matadouro, já que esse é o destino comum quando cai a produção de leite, ele decidiu mudar a sua vida e a das vacas que viviam em sua propriedade.

Em vez de enviá-las para a morte, Jay Wilde, de Derbyshire, na Inglaterra, as levou para um santuário, iniciando uma nova jornada de respeito e compaixão pelos animais. No filme com duração de 15 minutos, Wilde rompe uma tradição familiar e passa a investir na produção orgânica de vegetais com o apoio da organização Vegan Society. A cerimônia do BAFTA vai ser no dia 10 de fevereiro no Royal Albert Hall em Londres.

Galinhas poedeiras desenvolvem órgãos vitais alargados e tumores

Realidade de muitas galinhas poedeiras em regime industrial (Foto: Itamar K.)

De acordo com a especialista em aves Mary Britton Clouse, fundadora da Chicken Run Rescue, uma organização sediada nos Estados Unidos, e que oferece abrigo para aves que seriam descartadas pela indústria de ovos, é comum as as galinhas poedeiras desenvolverem órgãos vitais alargados, como fígados maiores, e tumores em decorrência do desgaste constante em seus organismos.

Mary Britton revela que muitas vezes, o oviduto, um tubo pelo qual os ovos passam através do ovário, se desintegra e o material do ovo se rompe na cavidade do corpo e apodrece, o que chamamos de peritonite do ovo, envenenando lentamente a galinha.

“A pressão dos órgãos aumentados e a acumulação de líquido impede que seu trato digestivo funcione e ela acaba por morrer literalmente de fome. É uma morte horrível,” garante a fundadora da Chicken Run Rescue, acrescentando que essa é uma infeliz consequência da demanda por ovos.

ONG denuncia uso de maçarico para queimar pelos de vacas leiteiras nos EUA

O vídeo foi registrado na fazenda McArthur, da Dean Foods, maior companha de laticínios dos EUA, em Okeechobee, na Flórida (Foto: ARM)

A organização Animal Recovery Mission (ARM) publicou recentemente um vídeo mostrando uma prática cruel em fazendas leiteiras dos Estados Unidos – o uso de maçarico para queimar os pelos dos úberes das vacas. A prática é utilizada para facilitar o trabalho das máquinas usadas no processo de ordenha mecânica.

O vídeo foi registrado na fazenda McArthur, da Dean Foods, maior companha de laticínios dos EUA, em Okeechobee, na Flórida. Segundo a ARM, a prática pode ser bastante dolorosa e também afeta o estado psicológico e emocional das vacas, já que a proximidade com o fogo pode facilmente deixá-las aterrorizadas, mesmo quando um maçarico não é usado na queima de seus pelos.

Além disso, o vídeo não se resume à queima dos úberes – mostra também a realidade de outras práticas pouco conhecidas pelos consumidores de leite e derivados, como a precoce separação da vaca e do bezerro, a alimentação forçada e outros maus-tratos.

Conheça 16 livros disponíveis gratuitamente no Le Livros para repensar a relação entre humanos e animais

Em menor ou maior proporção, todos têm algo a acrescentar à discussão e à percepção sobre a existência animal não humana

Em uma das minhas buscas por livros digitais, decidi dedicar um tempinho a reunir informações sobre 16 livros disponíveis gratuitamente no site Le Livros. São obras que de alguma forma nos levam a refletir sobre as nossas relações com os animais não humanos. Há narrativas ficcionais e obras de caráter filosófico, jornalístico e científico de autores brasileiros e estrangeiros. Em menor ou maior proporção, todos têm algo a acrescentar à discussão e à percepção sobre a existência animal não humana.

“Comer Animais”, de Jonathan Safran Foer

Jonathan Safran Foer discorre sobre o mundo da criação intensiva de aves, porcos e bois, assim como a pesca em larga escala e suas implicações. Após três anos de pesquisas, o resultado é um panorama revelador que mostra que o preço relativamente acessível dos produtos de origem animal só foi possível por causa da intensa violência e do tratamento cruel que dispensamos aos animais no regime industrial.

“De Gado a Homens”, de Ana Paula Maia

Edgar Wilson é um ex-carvoeiro que trabalha em um matadouro de gado em que a carne é destinada à produção de hambúrgueres que nunca experimentou. Exercendo com perícia a função de atordoador, o responsável pelo abate se vê, junto de seu chefe e de outros funcionários, surpreso diante da morte inesperada de animais e dos questionamentos despertados por tais eventos, até então considerados impossíveis.

“A Hora dos Ruminantes”, de José J. Veiga

Conta a história da pequena cidade de Manarairema, que é tomada por cães, que chegam às dúzias no vilarejo, causando uma inversão de papéis. Enquanto os moradores ficam acuados em suas casas, os animais passeiam livremente pela cidade. E, por último, a chegada de centenas de bois completa o quadro alegórico do romance.

 “Eles Sempre Estarão ao Seu Lado”, de Teresa J. Rhyne

O que levaria uma advogada amante de queijos e carnes a se tornar vegana? A reflexão despertada pelo amor por seu companheiro canino. Teresa Rhyne e Seamus, o beagle, sobrevivem ao câncer uma vez, então, quando Seamus desenvolve outro câncer, Teresa embarca em uma intensa jornada de mudanças. Quando ela se depara com outros dois cachorros que precisam de ajuda, incluindo um que foi resgatado de testes com animais, virar as costas parece impossível diante de toda a crueldade que ela descobre.

“Canto de Muro”, de Luís da Câmara Cascudo

O livro pode ser definido como um deslavado namoro com a natureza e reverência pelas espécies animais menos prestigiadas pelo bicho humano: ratos, cobras, escorpiões, morcegos, aranhas, baratas “profissionalmente famintas”, formigas, besouros, o grilo “solitário e tenor”, o sapo “orgulhoso, atrevido e covarde na classe musical dos barítonos”, as lagartixas, muito educadas, balançando “as cabecinhas triangulares concordando com tudo”, todo o povinho miúdo que vive nos quintais das velhas casas, nos cantos de muro, entre trepadeiras, tijolos quebrados, e um tanque, no qual vão se abeberar os bem-te-vis, os xexéus, as lavadeiras de casaca preta.

“Caninos Brancos”, de Jack London

Parte lobo, parte cão, Caninos Brancos é vendido por um índio ao perverso Beleza Smith. Sofrendo mil tormentos, o animal aprende que para sobreviver é preciso adaptar-se sempre e sempre. Nesta aventura clássica, Jack London mais uma vez traça um empolgante paralelo entre bicho e homem, natureza e civilização.

“Elizabeth Costello”, de J.M. Coetzee

A consagrada romancista australiana Elizabeth Costello, personagem criada por J. M. Coetzee, já havia protagonizado “A Vida dos Animais”, livro em que profere duas conferências sobre a crueldade com que são tratados os animais não humanos. Em “Elizabeth Costello”, ela vive um novo conflito e o assunto volta a ser rediscutido em um capítulo.

“Desonra”, de J.M. Coetzee

Embora “The Lives of Animals” e “Elizabeth Costello” tenham se popularizado nesse aspecto, a discussão em torno dos direitos animais na literatura de J.M. Coetzee começou modestamente com o romance “Desonra”, em que os animais ocupam papel consideravelmente proeminente, ainda mais quando o protagonista decide realizar trabalho voluntário em um local onde cuidam de animais enfermos e abandonados.

“A Mulher que Matou os Peixes”, de Clarice Lispector

“A mulher que matou os peixes infelizmente sou eu”, afirma Clarice Lispector confessando o “crime” que cometeu sem querer. E para explicar como tudo aconteceu, ela escreveu uma história de compreensão e afeto para com pessoas e bichos. Clarice conta sobre todos os bichos de estimação que já viveram em sua casa. Os que vieram sem ser convidados e foram ficando, e os que ela escolheu para criar, e que foram muitos: uma lagartixa que comia os mosquitos e mantinha limpa a sua casa, cachorros brincalhões, uma gata curiosa, um miquinho esperto, vários coelhos…

 “O Grande Ivan”, de Katherine Applegate

Ivan é um gorila que há 27 anos vive com outros animais em um cativeiro em um shopping. Impedido de sair de um espaço reduzido, as suas únicas distrações são uma TV velha, uma piscina suja e um balanço de pneu.

“A Evolução de Bruno Littlemore”, de Benjamin Heale

Bruno Littlemore é um chimpanzé nascido no zoológico de Chicago, e logo transportado a um laboratório, onde fica sob os cuidados da primatóloga Lydia Littlemore. Como nasceu distante da natureza, o animal que tem uma inteligência muito acima da média não sabe como lidar com seus instintos mais primitivos.

 “O Estranho Caso do Cachorro Morto”, de Mark Haddon

Christopher John Francis Boone gosta de animais, mas não entende nada de relações humanas. Um dia, christopher encontra Wellington, o cachorro da vizinha morto no jardim. É acusado de assassinato e preso. Depois de uma noite na cadeia, decide descobrir quem matou o animal. Então escreve um livro relatando suas investigações.

“Zoo”, de James Petterson

Uma misteriosa doença começa a se espalhar pelo mundo. Inexplicavelmente, animais passam a caçar humanos e a matá-los de forma brutal. A princípio, parece ser algo que se dissemina apenas entre as criaturas selvagens, mas logo os bichos de estimação também mostram as suas garras e as vítimas se multiplicam.

“A Criação”, de Edward O. Wilson

“A Criação” é um apelo para que deixemos o embate entre religião e ciência de lado para podermos salvar a vida no planeta, que nunca esteve tão ameaçado. Valendo- se de suas experiências como um dos biólogos mais destacados no cenário mundial, Edward O. Wilson prevê que, até o final do século, pelo menos a metade das espécies de plantas e animais da Terra poderá ter desaparecido, ou estará a caminho da extinção precoce.

“O Ano do Dilúvio”, de Margaret Atwood

Pensamentos uniformes, comportamentos programados, regimes de exceção, controle social, experiências genéticas e a luta por uma sobrevivência cada vez mais em risco pelo desrespeito à natureza compõem “O ano do dilúvio”, romance pós-apocalíptico da escritora canadense vegetariana Margaret Atwood.

“Os Elementos da Filosofia Moral”, de James Rachels

Abordando os temas centrais da filosofia moral de forma clara e despretensiosa, o autor guia o leitor pelos labirintos fascinantes de problemas, teorias e argumentos relacionados com o modo como devemos viver a vida. Um dos aspectos mais destacáveis da obra é a integração de diversos problemas de ética aplicada, como a eutanásia e os direitos animais.

Há pessoas que já nascem para o veganismo

Há pessoas que já nascem para o veganismo. São aquelas que ao primeiro sinal do reconhecimento do sofrimento animal já decidem mudar a maneira como vivem. Não precisam de mais do que um choque de realidade para refletirem sobre o que estamos fazendo com as outras criaturas sencientes, que antes de serem reduzidas a alimentos e produtos parecem vulneráveis como bebês sob o nosso domínio.

(Foto: Brightside Farm Sanctuary)

Pessoas com essa consciência, com essa abertura para um despertar voluntário, não necessitam de mais do que os próprios olhos para tomarem a decisão de não tomar mais parte na exploração de seres inocentes, que normalmente já nascem subjugados. Afinal, para quem reconhece sem muito esforço o interesse dos animais em não morrer, a privação e o derramamento de sangue, mesmo que não testemunhado, são justificativas bem convincentes.

James Cromwell perdeu as contas de quantas vezes foi preso por defender os animais

Para o ator, o veganismo é a melhor forma de ajudar os animais

O ator vegano James Cromwell, conhecido principalmente pela interpretação do fazendeiro Hoggett, do filme “Babe”, e de Warden Hal Moores em “The Green Mile” ou “À Espera de um Milagre”, tem 78 anos e uma invejável vontade de fazer a diferença. Nem a pecha de “ecoterrorista”, que já lhe atribuíram, o incomoda. Pouco o preocupa a iminência de, a qualquer dia, ser enviado novamente para a cadeia por causa de suas intervenções e manifestações a favor dos animais.

James Cromwell foi preso tantas vezes que já perdeu as contas. Uma de suas campanhas mais bem-sucedidas foi contra a exploração de golfinhos pelo SeaWorld, que gerou comoção internacional. Uma das ações mais recentes em que participou foi a libertação de 100 perus em parceria com a rede de defesa dos direitos animais Direct Action Everywhere (DxE). Há pouco tempo, Cromwell entrou no Capitólio do Estado de Utah com um leitãozinho morto em seus braços para chamar a atenção do governo para a crueldade contra os animais.

A transição do ator para o vegetarianismo ocorreu em 1975, logo depois que ele percorreu o Texas de moto e observou como viviam os animais em confinamento. “Isso é realmente uma porcaria. Não posso fazer parte disso”, ponderou. Depois que retornou da Austrália, após a finalização de “Babe”, que o fez refletir mais profundamente sobre as nossas relações com os seres não humanos, James Cromwell se viu na obrigação de fazer algo pelos direitos animais. Então iniciou a sua trajetória como ativista.

O ator atuou no resgate de muitos animais, narrou documentários sobre a exploração animal, incluindo “Farm to Fridge”, de 2011, e ajudou santuários. Segundo Cromwell, negar a um animal o direito à vida e à autodeterminação é uma agressão contra o planeta e todos os seres sencientes. Para o ator, o veganismo é a melhor forma de ajudar os animais.

 

 

475 milhões de animais foram mortos nas estradas brasileiras em 2018

A região Sudeste responde pelo maior número de mortes de animais por atropelamento (Foto: SunnyS/Fotolia)

Aproximadamente 475 milhões de animais foram mortos nas estradas brasileiras em 2018. A estimativa do atropelômetro do Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas (CBEE) é de que 15 animais foram mortos por segundo, chegando a 1,3 milhão de mortes por dia. Os maiores índices de atropelamentos se concentram em rodovias federais de pista simples.

A região Sudeste responde pelo maior número de mortes de animais por atropelamento, seguida pelas regiões Sul, Nordeste e Centro-Oeste. Cerca de 430 milhões de vítimas são animais de pequeno porte. Os de médio porte correspondem a 40 milhões e os de grande porte a cinco milhões, segundo o CBEE.

 

Complexo habitacional para vegetarianos é inaugurado na Rússia

O complexo é autossuficiente em geração de energia, água e rede de esgoto (Foto: Divulgação)

Foi inaugurado recentemente em São Petersburgo, na Rússia, um complexo habitacional para vegetarianos e veganos que fica a 30 minutos do centro histórico da cidade e a 15 minutos do metrô de Ladojskaia. O Veda Village, que defende a filosofia ahimsa, ou seja, da não violência, é autossuficiente em geração de energia, água e rede de esgoto.

De acordo com a gerente Maya Podlipskaya, cada prédio do complexo tem quatro andares e 30 apartamentos. “Durante a construção, as leis do vastu e do feng shui foram levadas em conta. O Veda Village é uma combinação de hospitalidade oriental e tecnologia e praticidade ocidentais”, informa Maya e acrescenta que em 2017 os apartamentos começaram a ser vendidos por preços a partir de 2,2 milhões de rublos – o equivalente a pouco mais de 111 mil reais.

Uma das exigências para a aquisição de um apartamento no complexo habitacional é que os interessados sejam veganos ou vegetarianos. O Veda Village conta com complexo desportivo, que inclui pistas de atletismo e ciclismo, salas de dança, ioga e de musculação, além de parque infantil, spa e salão de beleza. Há um ponto de ônibus a sete minutos do complexo.

Outros diferenciais são um jardim de infância e escola com pedagogia waldorf que começam a funcionar este ano. Por enquanto os estudantes que moram no Veda frequentam o liceu a 800 metros do complexo residencial, na Rua Kommuny, assim como outras duas escolas que funcionam na mesma área.

“Não procuramos nos fechar para o mundo, nos esforçamos para nos unir e dar um bom exemplo ao mundo”, enfatiza Maya Podlipskaya. O Veda Village também tem micro-ônibus próprio para levar os moradores até a Estação Ulitsa Dybenko.

Fonte: Vegazeta

Maior companha aérea da Austrália oferece opções para veganos

Macarrão com vegetais está entre as opções veganas (Acervo: The Chopping Board)

A Qantas, maior companhia aérea da Austrália e terceira mais antiga do mundo, tem oferecido cada vez mais opções de refeições para veganos, inclusive na classe econômica – como falafel, salada de quinoa, salada de lentilhas, macarrão com vegetais, azeitonas marinadas e petiscos à base de castanha-de-caju e gergelim.

A companhia também tem promovido o cardápio da cafeteria vegana Matcha Mylkbar, de Melbourne, que oferece versões veganas de “Ovos com Torradas” – com a “gema” feita à base de proteína de linhaça e batata-doce, e a porção branca baseada em ágar-ágar com uma infusão de leite de coco.

Há também “O Grande Café da Manhã”, que oferece “bacon” vegano à base de cogumelos desidratados, além de outras opções.

Fonte: Vegazeta 

Primeiro santuário europeu para elefantes vai ser inaugurado nos próximos meses

“Os elefantes merecem um lugar feliz para viver o resto de suas vidas” (Foto: Divulgação)

A cada ano aumenta o número de países europeus contra o uso de animais em circos. Com isso, surge um dilema. Como garantir um lugar seguro para esses animais que não podem mais ser reintroduzidos na natureza depois de anos de abuso na indústria do entretenimento? Pensando nisso, organizações em defesa dos animais estão financiando a construção do Elephant Haven, o primeiro santuário europeu para elefantes, que vai ser inaugurado nos próximos meses.

Situado em uma área de 30 hectares na Nova Aquitânia, na França, o santuário tem a missão de oferecer qualidade de vida e segurança aos elefantes. Por isso, câmeras estão sendo instaladas dentro e fora dos celeiros para garantir que os animais recebam todos os cuidados necessários.

“Os elefantes merecem um lugar feliz para viver o resto de suas vidas”, enfatiza o cofundador do Elephant Haven, Tony Verhulst. Após a inauguração, o local vai oferecer um horário específico para visitas, mas os visitantes só poderão observar os animais à distância.

Vale lembrar que o primeiro país europeu a banir o uso de animais em circos foi a Dinamarca após uma campanha endossada por mais de 50 mil defensores dos animais. O exemplo estimulou mais 14 países a trilharem o mesmo caminho. Atualmente a estimativa é de que há mais de 100 elefantes sendo usados como entretenimento em países europeus que ainda não baniram a prática.

O Elephant Haven e seus parceiros têm dialogado em favor da libertação desses animais que sofrem a vida inteira, mantidos em cativeiro e forçados a enfrentar um treinamento cruel e intensivo, segundo Velhulst. O santuário já recebeu doações da organização Proteção Animal Mundial e da Fundação Brigitte Bardot, entre outras entidades e doadores anônimos.

Fonte: Vegazeta