Bezerros são deixados para morrer de frio em grande fazenda leiteira

Por David Arioch

Animais que aparecem congelando até a morte na filmagem têm entre um e 150 dias de idade (Foto: Animal Equality/Divulgação)

A organização Animal Equality, que atua em defesa dos animais, publicou ontem em seu canal no YouTube um vídeo que denuncia a negligência e os maus-tratos vividos por bezerros em uma grande fazenda leiteira nos Estados Unidos.

Situada no estado do Nebraska, o vídeo mostra a dura realidade de 11 mil bezerros mantidos em pequenos espaços no Summit Calf Ranch, de propriedade da Tuls Dairies. Os animais que aparecem congelando até a morte na filmagem têm entre um e 150 dias de idade.

Para registrar essa realidade, a Animal Equality enviou um investigador que trabalhou na fazenda alimentando bezerros. “Os cascos estavam quase completamente cortados, e você podia ver o osso. [O bezerro] fica principalmente no chão, mas tenta ficar de pé mais uma ou duas vezes, o que faz com que as feridas sangrem”, informa o investigador anônimo.

Na propriedade, além de bezerros morrendo de frio, animais são vítimas de agressões com objetos e ferro quente. Outros aparecem doentes no vídeo, assim como algumas vacas já mortas, que não receberam os devidos cuidados veterinários. Há também bezerros que recebem mordidas de cães – possivelmente treinados para contê-los.

“Nossa investigação sobre o Summit Calf Ranch revela uma chocante falta de cuidados prestados aos bezerros”, criticou o diretor internacional de investigações da Animal Equality, Sean Thomas.

E acrescentou: “Nós documentamos recém-nascidos já doentes e cercados por seus companheiros de gaiolas já mortos em uma área chamada de ‘hospital’, onde eles foram deixados para sofrer por dias até morrerem.”

Em sua defesa, o proprietário da Tuls Dairies, Todd Tuls, disse que a empresa tem um forte compromisso de cuidados aos animais.

“Desde o inverno passado, os fazendeiros têm enfrentado algumas das condições climáticas mais desafiadoras em décadas. As temperaturas frias extremas e prolongadas apresentam demandas sem precedentes em operações normais. Apesar dessas circunstâncias difíceis, nossos trabalhadores estão lidando com os animais de forma que indica que eles estão atentos às suas necessidades e seguindo as diretrizes adequadas.”


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Mercado de leite de cânhamo deve valer US$ 454 milhões até 2024

Por David Arioch

Leite de cânhamo oferece boa quantidade de proteínas e ácidos graxos ômega-3, além de baixo teor de gordura (Foto: Divulgação)

Com a crescente procura por alternativas não lácteas, o leite de cânhamo está entre as opções de origem vegetal que deve registrar maior valorização global até 2024. Enquanto o leite de vaca tem sofrido queda de 3% ao ano, a previsão é de que o leite de cânhamo registre taxa de crescimento anual composta de 16% até 2024. A estimativa é da empresa de pesquisa global de mercado Research and Markets.

A busca por alimentos mais saudáveis, crescimento da população intolerante à lactose e aumento do número de vegetarianos e veganos são fatores que têm contribuído para a ampliação do interesse pelo leite de cânhamo, que oferece boa quantidade de proteínas e ácidos graxos ômega-3, além de baixo teor de gordura.

“Os fabricantes globais estão produzindo leite de cânhamo com sabor, baixo teor calórico e variedades sem açúcar para atender à crescente demanda da população preocupada com a saúde”, informa o relatório, acrescentando que esse mercado tem se destacado também por preocupar-se em oferecer principalmente opções orgânicas.

Além disso, o leite de cânhamo tem sido indicado como boa fonte de proteína por médicos e nutricionistas de diversas partes do mundo. “Para ampliar a demanda e venda de seus produtos, os fornecedores de leite de cânhamo estão em grande parte se voltando especificamente aos consumidores preocupados com o bem-estar”, destaca a Research and Markets.

E o que tem favorecido esse produto é o endosso de celebridades, atletas e até mesmo grandes empresas como o Google, que estão promovendo produtos à base de plantas:

“A crescente preferência por dietas veganas e vegetarianas entre os consumidores, devido à crescente preocupação com os direitos animais e a crescente responsividade à proteção ambiental, também está impulsionando o mercado de alimentos e bebidas à base de vegetais, e assim estimulando a demanda por leite de cânhamo.”

Outro ponto de diferenciação do mercado de leite de cânhamo do leite de vaca, por exemplo, é que os fornecedores do primeiro competem principalmente pela oferta de produtos de alta qualidade que se baseiam em critérios de inovação e justa competitividade.

“É provável que o mercado permaneça altamente competitivo e volátil, e espera-se que a concorrência se intensifique ainda mais durante o período de previsão com aumento das inovações tecnológicas na produção de leite de cânhamo”, prevê o relatório.


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Covas confirma em NY que todos os ônibus de SP deverão circular com “energia limpa” em 20 anos

Por David Arioch

“Há vários governos locais que estão agindo desta forma, para que a gente possa reduzir as emissões de gases de efeito estufa e reduzir a ampliação da temperatura na Terra”

Na terça-feira (16), durante visita à sede da ONU em Nova York, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, confirmou que em 20 anos todos os ônibus da capital paulista deverão circular com “energia limpa”.

A iniciativa é um compromisso contínuo da prefeitura de contribuir com a redução das emissões de gases do efeito estufa, assim ajudando no combate às mudanças climáticas.

“Vim aqui, em primeiro lugar, para mostrar o que a cidade de São Paulo vem fazendo, por exemplo, a mudança na frota de ônibus hoje movida a diesel, que nós aprovamos uma lei no ano passado, para que os mais de 14 mil ônibus sejam transformados em 20 anos em ônibus movidos a energia sem emissão de CO2 [dióxido de carbono], sem emissão de óxido de nitrogênio e sem emissão de material particulado”, disse.

Covas enfatizou que São Paulo tem condições de contribuir não apenas em áreas como transporte, mas também envolvendo água e espaços verdes.

“As ações que a cidade vem desenvolvendo para reduzir as emissões de gases de efeito estufa reafirmam o seu compromisso com o Acordo de Paris (para o clima) e vêm aqui mostrar que, no Brasil, há uma voz dissonante”, declarou o prefeito de São Paulo.

E acrescentou: “Há vários governos locais que estão agindo desta forma, para que a gente possa reduzir as emissões de gases de efeito estufa e reduzir a ampliação da temperatura na Terra.”


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Doação a fundo de proteção animal pode ser deduzida do imposto de renda

Por David Arioch

“O abandono de animais é um problema nacional, não apenas pela questão pertinente à saúde pública, mas principalmente por conta do sofrimento desses animais, vítimas de maus-tratos, fome e intempéries climáticas” | Pixabay

Um projeto de lei de autoria do deputado Uldurico Junior (Pros-BA), neto do ex-deputado federal José Alencar Furtado, quer garantir que os contribuintes, tanto pessoas físicas como jurídicas, possam realizar doações a fundos de proteção animal municipais, estaduais e nacionais por meio de dedução do imposto de renda.

“Esses recursos [que podem ser de até 6% do IR] serão destinados a políticas de proteção, defesa e bem-estar dos animais domésticos”, explica o deputado, acrescentando que fica a critério do poder executivo criar ou declarar fundo específico de proteção animal.

“Mesmo com o intenso trabalho de muitos protetores por todo o país que, em suas lutas por melhorias das condições dos animais, começam a atuar até mesmo nos ambientes virtuais, milhares de animais ainda estão aguardando um lar”, argumenta Uldurico Junior, apontando que os protetores de animais precisam cada vez mais de ajuda para lidarem com a situação do abandono animal.

E acrescenta: “O abandono de animais é um problema nacional, não apenas pela questão pertinente à saúde pública, mas principalmente por conta do sofrimento desses animais, vítimas de maus-tratos, fome e intempéries climáticas.”

O Projeto de Lei (PL) 3226/2019 será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


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Série “Moradores da Floresta” apresenta maior e mais raro tatu do mundo

Por David Arioch

Animal se destaca por ter um metro de comprimento e pesar 60 quilos (Foto: Murilo Couto)

Este mês, na série “Moradores da Floresta”, a organização WWF Brasil apresenta o tatu mais raro do mundo que habita a Amazônia, embora tatus também sejam típicos de savanas e cerrados.

Conhecido como tatu-canastra, o animal de hábitos noturnos é apresentado na série por meio de uma câmera escondida instalada na floresta amazônica. As imagens são consideradas raras porque ele passa boa parte do tempo sob o solo, o que dificulta sua visualização e explica por que há poucas informações disponíveis sobre a espécie.

O canastra não é o único dos tatus que vivem na Amazônia. No bioma, é possível encontrar também tatu-rabo-de-couro, tatu-galinha e tatu-de-quinze-quilos. Mas o tatu-canastra acaba se destacando por ter um metro de comprimento e pesar 60 quilos.

Com sua grossa carapaça, ele consegue não apenas se proteger de predadores, mas também usá-la como escudo contra arranhões e espinhos. Segundo a WWF Brasil, muitas pessoas não sabem que os tatus podem servir como hospedeiros de doenças como hanseníase, leishmaniose e doença de Chagas.

“O que significa que quem caça ou come tatu corre o risco de contrair essas enfermidades”, aponta. O canastra, assim como tatus menores, também se alimenta de insetos e vegetais, e suas garras são utilizadas principalmente para escavar tocas e abrir cupinzeiros.

“O combate à caça ilegal e a existência de áreas protegidas são muito importantes para a sobrevivência dessas espécies”, informa o episódio “Tatus da Amazônia”, da série “Moradores da Floresta” disponibilizada no YouTube.


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Ibama e PM Ambiental resgatam 193 animais silvestres em SP

Por David Arioch

Os animais apreendidos foram encaminhados para o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres da Associação Mata Ciliar, em Jundiaí (SP) (Fotos: Ibama/Divulgação)

Na sexta-feira (12), uma operação de combate à criação e comércio ilegal de fauna silvestre realizada pelo Ibama em parceria com a Polícia Militar Ambiental de São Paulo resultou em resgate de 193 animais silvestres em Salto (SP).

Dois jabutis-piranga (Chelonoidis carbonarius), espécie da fauna silvestre nativa, e 191 serpentes exóticas eram mantidos irregularmente em uma residência no município. Segundo o Ibama, a apreensão é resultado do monitoramento de remessas e encomendas postais realizado pela Unidade Técnica do Ibama no aeroporto de Viracopos em conjunto com a PM Ambiental, em Campinas (SP).

O responsável foi autuado em R$ 49 mil por introduzir espécie exótica no país sem licença ambiental e manter animais silvestres da fauna nativa de forma irregular. As informações reunidas durante a ação fiscalizatória serão encaminhadas ao Ministério Público Federal (MPF) para apuração de responsabilidade criminal.

Equipes da Vigilância Sanitária e de Controle de Zoonoses do município de Salto foram acionadas para encerrar as atividades de biotério, criadouro de roedores para alimentação das serpentes, que funcionava na residência do infrator.

Os animais apreendidos foram encaminhados para o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres da Associação Mata Ciliar, em Jundiaí (SP).


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PL prevê guarda unilateral ou compartilhada de animais em casos de separação litigiosa

Por David Arioch

O autor da proposta, Juninho do Pneu (DEM-RJ) defende que é um tema que merece atenção especial porque envolve sentimento | Foto: Pixabay

Apresentada na Câmara dos Deputados no último dia 12, uma proposta legislativa do deputado Juninho do Pneu (DEM-RJ) defende que em caso de separação litigiosa de casal, seja considerada na dissolução tanto a guarda unilateral quanto compartilhada do animal, ponderando o que é melhor para ele.

Segundo Juninho do Pneu, o Projeto de Lei (PL) 4099/2019 é uma evolução na consideração do bem-estar animal, já que prevê não apenas o que é mais saudável em relação à tutela após separação judicial litigiosa, mas também cobra “prestação de alimentos ao animal doméstico”.

Sobre a justificativa para o PL, o deputado diz que o tema tem sido cada vez mais discutido no âmbito judiciário e que por isso já é mais do que hora de se criar uma lei que ampare esse tipo de situação.

“Os animais são muito importantes para as famílias atuais. Segundo o IBGE, existem mais famílias com gatos e cachorros (44%) do que com crianças (36%). Países como França, Inglaterra, Alemanha e Estados Unidos já contam com legislação sobre o tema”, explica.

Juninho do Pneu aponta que é um tema que merece atenção especial porque envolve sentimento. “Vejo necessidade do parlamento se debruçar neste tema. É um tema do momento, da pós-modernidade”, reforça.

E acrescenta: “É inevitável a presente proposta para suprir uma lacuna na norma jurídica brasileira e conduzir para uma melhor pacificação familiar na condução da dissolução litigiosa.”


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Projeto de lei visa criminalização do comércio de carne de cães e gatos no Brasil

Por David Arioch

“Vale dizer que a tendência em abominar tais práticas é mundial. Visto que mesmo países que adotavam tal cultura, estão abandonando-a, como tem acontecido nos países da Ásia” | Pixabay

Está tramitando na Câmara dos Deputados um projeto de lei que visa a criminalização do comércio de carne de cães e gatos no Brasil.

De autoria do deputado Célio Studart (PV-CE), o PL 3017/2019 estabelece multa de R$ 2 mil para quem comercializar carne de cães e gatos.

Em caso de reincidência, o valor da multa é dobrado. Caso haja uma terceira infração o estabelecimento perde a inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).

O deputado defende que o consumo de carne de gatos e cachorros é algo que não deve ser admitido no cenário brasileiro atual, e justifica que o projeto de lei é necessário porque há casos em que a carne desses animais é encontrada em mercados populares.

“Vale dizer que a tendência em abominar tais práticas é mundial. Visto que mesmo países que adotavam tal cultura, estão abandonando-a, como tem acontecido nos países da Ásia”, declara Célio Studart.

A proposta deve ser analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


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Crescimento do veganismo é tema de série documental que estreia em outubro

Por David Arioch

Dividida em cinco partes, a série documental aborda vários aspectos do movimento vegano (Foto: Divulgação)

Uma série documental sobre o crescimento do veganismo tem previsão de estreia para o dia 5 de outubro. Dirigida por James Hoot, “Planet Vegan” vai mostrar a expansão do movimento vegano em mais dez países – incluindo Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Suíça, Holanda, Canadá, Portugal, Espanha e Noruega.

Hoot conta que eles passaram um ano viajando e documentando eventos, conhecendo empreendimentos veganos e se aprofundando no trabalho de alguns ativistas dos direitos animais.

“Essa jornada levou a equipe a ver que o movimento vegano não é algo isolado, mas sim um movimento mundial que está se consolidando em um momento crucial da história da humanidade”, enfatiza o documentarista.

Dividida em cinco partes, a série documental aborda vários aspectos do movimento vegano. Cada episódio trata de um tema específico – como ativismo vegano, saúde vegana, mercado vegano e eventos veganos; além de atletas e outros exemplos de pessoas que de alguma forma estão fazendo a diferença no meio vegano.

Entre os participantes da série estão Rich Roll, James Aspey, Ethan Brown, Tia Blanco, Michael Greger, Lisa Lange, Anita Krajnc, Earthling Ed, Matt Rice, Leah Doellinger, Neal Barnard, Sebastian Joy, Seb Alex e Dominika Piasecka.

No momento, “Planet Vegan” está em fase de pós-produção e a meta de James Hoot é conseguir que a série seja uma das escolhidas para veiculação na Netflix após a estreia em outubro.


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Justiça permite enterro de pessoas e animais no mesmo cemitério

Por David Arioch

Os desembargadores Jorge Rachid, José de Ribamar Castro e Angela Salazar deram parecer favorável ao sepultamento de animais no Cemitério Jardim da Paz (Foto: Divulgação)

Na semana passada a 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) garantiu o direito de sepultamento de pessoas e animais no Cemitério Jardim da Paz, em São José de Ribamar, na Região Metropolitana de São Luís.

A controvérsia começou quando um homem ajuizou uma ação por danos morais por considerar inaceitável que três cachorros tenham sido sepultados perto do local onde seus pais foram enterrados.

Ele alegou que o contrato com a prestadora de serviços Memorial Maranhense não previa isso. Em sua defesa, a prestadora Memorial Maranhense apontou que ele fez uma leitura errada do contrato.

Animais não podem ser enterrados no mesmo jazigo que seus pais, mas nada impede que eles sejam enterrados em outros locais do cemitério, segundo a Justiça do Maranhão, que se baseou também em lei estadual que reforça a autorização.

Os desembargadores Jorge Rachid, José de Ribamar Castro e Angela Salazar deram parecer favorável ao sepultamento de animais no Cemitério Jardim da Paz, assim como fez previamente a juíza Lorena Brandão, da 16ª Vara Cível de São Luís.


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