Pit bull sensível não para de chorar na parte mais triste do “O Rei Leão”

Foto: Facebook/Josh Myers

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Os orgulhosos adotantes e novos pais de uma pit bull resgatada estão descobrindo só agora o quão sensível e doce sua cachorrinha, Luna, realmente é.

Luna veio ao mundo há meses atrás em uma situação muito difícil. Ela nasceu de uma pit bull grávida e desabrigada, muiro sofrida, que foi levada para um lar temporário bem a tempo de ter seus 12 filhotes.

Felizmente, várias semanas depois, a mãe pit bull, Melon e seus doze bebês começaram a ser adotados, graças à Humane Educational Society, um abrigo no Tennessee nos EUA.

Foto: Facebook/Josh Myers

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Foi assim que Luna encontrou sua nova família.

Luna foi adotada por Josh Myers e Hannah Huddleston, um jovem casal que vive em Chattanooga.

O casal conta que nunca esquecerá aquela primeira volta para casa com Luna, Myers dirigindo enquanto Huddleston estava ao lado dele com a filhotinha toda enrolada e encolhida em seus braços.

Foto: Facebook/Josh Myers

Foto: Facebook/Josh Myers

Nesses meses em que Luna já faz parte da família, ela cresceu e amadureceu. E Myers e Huddleston estão conhecendo sua doce personalidade pouco a pouco.

Mas o que Luna fez outro dia realmente os surpreendeu de forma única.

Eles estavam assistindo ao desenho em animação do clássico da Disney “O Rei Leão” enquanto Luna estava na sala brincando “descontroladamente” com seus brinquedos, como estava costumada a fazer, de acordo com a página do Facebook de Myers.

Foto: Facebook/Josh Myers

Foto: Facebook/Josh Myers

Quando o filme mostrou uma cena trágica, Luna parou de repente.

“Assim que Mufasa cai morto, ela para e se vira para a TV e parece estar assistindo a cena”, escreveu Myers.

Quando o filme mostra Simba está tentando acordar seu pai na tela, Luna começou a choramingar e ganir.

“Ver ela chorando em frente a televisão foi a coisa mais doce e encantadora que eu já vi”, escreveu Myers. “Ela até se deita logo depois que Simba se deita com seu pai morto também”.

Luna não é a única que tem um lado sensível, de acordo com Brad Ladd, da família que adotou o outro irmão de Luna; ele disse que toda a ninhada de pit bulls daquele resgate é sentimental e emocional.

“A história de vida deste filhote prova que o amor se sobrepõe ao sofrimento” Lad comentou. “Eles foram amados e mimados mais do que qualquer filhote de cachorro no mundo”.

Foto: Facebook/Josh Myers

Foto: Facebook/Josh Myers

A família, conhecida como The Melon Dozen (Os 12 filhos da Melon), ainda se reúne para em datas específicas para matar a saudade e se divertir e acima de tudo para que os irmãos possam continuar interagindo enquanto crescem.

“Nós não merecemos cachorros”, acrescentou Myers. “Quatro meses de idade e ela já está mostrando empatia”.

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Elefante coberto de argila se diverte em poça de água com antílopes

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

As fotos feitas por uma fotógrafa da vida selvagem, flagram o momento único e raro em que um elefante todo coberto de argila branca surge de um oásis no deserto enquanto persegue (brincando) uma manada de antílopes.

O paquiderme teve sua cor natural e habitual em tons de cinza transformada para um tom fantasmagórico esbranquiçado graças a abundância de argila na poça de água do Parque Nacional de Etosha, na Namíbia (África).

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

O imenso elefante macho molhava os antílopes enquanto espirrava água nos animais brincando dentro da poça em Nebrowni, na reserva que fica no noroeste do país.

Anja Denker, 51, uma artista visual e fotógrafa da vida selvagem de Windhoek, Namíbia, capturou as fotos impressionantes em uma visita ao parque.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

Ela estava tirando algumas fotos padrão quando captou as imagens do animal –imenso e coberto de argila branca.

Denker disse: “O elefante se divertiu muito em pular e rolar na água, jogando lama em volta e encharcando um pouco os antílopes desavisados no processo, fazendo com que eles corressem tentando escapar dos jatos de água do espalhafatoso fanfarrão.

Ele também parecia gostar de espalhar água para todo lado com os pés, eventualmente saindo e voltando para sua banheira gigante favorita.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

“Eu realmente me senti privilegiada de poder testemunhar sua exuberância brincalhona em seu habitat natural, parecia que ele estava mesmo curtindo o encharcamento dos antílopes enquanto os pulverizava com a tromba”.

Etosha – onde Denker capturou as imagens – é um dos principais destinos pata apreciação da vida selvagem no mundo.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

A reserva atrai muitos fotógrafos da vida selvagem e é um dos parques mais populares para cinegrafistas e turistas interessados em ver esses belos animais na natureza.

Mas os turistas são aconselhados a permanecerem vigilantes e nunca saírem de seus veículos a menos que estejam em áreas cercadas de acampamento.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

Os animais estão em seu habitat natural e é esperado que ajam em defesa própria se forem perturbados, o grande número de animais de hábitos predadores na área faz com que seja extremamente perigoso andar por ali – e alguns estão bem camuflados em seu ambiente.

A vida em Etosha vida é centrada em torno do oásis no deserto, principalmente durante a estação seca de setembro a outubro.

Animais como elefantes, zebras, leões, antílopes e girafas, permanecem por lá, refugiados durante o calor escaldante.

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Investigação revela tortura sofrida por elefantes e macacos na indústria do turismo

Foto: PETA

Foto: PETA

Uma investigação recentemente divulgada sobre indústria de turismo animal revelou os graves abusos e exploração de animais na Tailândia.

As imagens foi feita pela ONG PETA na Samutprakarn Crocodile Farm and Zoo

Abuso de animais

O vídeo mostra elefantes – incluindo um bebê – presos por correntes pesadas e extremamente curtas. Manipuladores (mahouts) são mostrados espetando os animais com ferramentas criadas especialmente para “treiná-los” que tem pontas de metal afiadas em forma de gancho (bullhooks) para forçá-los a dar passeios e executar truques antinaturais, deixando-os com feridas sangrentas.

Elefantes são vistos continuamente balançando para frente e para trás, um sintoma de sofrimento psicológico, como resultado de serem incapazes de interagir uns com os outros.

De acordo com a PETA, os investigadores e também testemunhas oculares da ONG encontraram animais, incluindo um tigre, um chimpanzé e um orangotango, usados como adereços para fotos de turistas, e mantidos em gaiolas apertadas e insalubres entre uma foto e outra.

Violência e privação

“Os animais deste zoológico tailandês não vêem nada além de concreto, correntes e gaiolas”, diz o vice-presidente de campanhas internacionais da PETA Asia, Jason Baker.

“A PETA está convocando viajantes e turistas do mundo todo a ficar longe de qualquer instalação que condene animais selvagens a uma vida miserável de violência e privação”.

A investigação segue um grande relatório da National Geographic que expõe a crueldade na indústria de turismo animal.

Gato foge de casa para ir a cemitério acompanhar velório de tutora

Um gato fugiu de casa para ir ao velório da tutora que morreu em um acidente. A menina Júlia dos Santos, de três anos, foi vítima, assim como sua mãe, Luzia Aparecida Alencar dos Santos, de 32 anos, de um acidente com um ônibus de turismo que saía de Campos do Jordão (SP) com destino à Baixada Santista. Parentes relevaram que o gato foi escondido para o cemitério.

Foto: Carlos Nogueira/Jornal A Tribuna de Santos

Ópera, como foi batizado o gato pela tutora, a pequena Júlia, aproveitou que o portão da casa onde ele vive estava aberto, fugiu e encontrou dentro do carro da família, que seguia para o velório, e ficou escondido embaixo do banco. As informações são do G1.

Mãe e filha foram duas das 10 vítimas fatais do acidente, que aconteceu na serra de Pindamonhangaba (SP). Outras 51 pessoas se feriram. Os corpos de Júlia e Luzia foram velados na funerária Osan, em São Vicente, no litoral de São Paulo. Durante todo o velório, Ópera não saiu de perto do corpo da criança.

Durante toda a manhã desta terça-feira (11), o gato foi visto em volta dos caixões e até mesmo sentado em uma cadeira, ao lado dos familiares e amigos das vítimas. Em alguns momentos, Ópera saiu do interior da capela para beber água em uma vala localizada no entorno da funerária, mas depois voltou para perto dos corpos.

Foto: Nina Barbosa/G1

Justiça determina transferência de ursos Dimas e Kátia de zoo para santuário

A Justiça determinou a transferência dos ursos Dimas e Kátia, atualmente mantidos no Zoológico de São Francisco, no Ceará, para o Rancho dos Gnomos. O zoo foi notificado na terça-feira (11) da decisão “da transferência dos animais, em caráter de urgência, para o santuário “Rancho dos Gnomos”, localizado em Joanópolis, São Paulo”.

O zoológico, que poderá recorrer da decisão, afirmou que vai realizar uma reunião, da qual “sairão definições”. O processo foi ajuizado pela 3º Vara da Comarca de Canindé e divulgado, na quarta-feira (12), no Diário Oficial da Justiça.

Dimas foi levado para o zoo em 2008, após ser salvo de um circo que o maltratava. Kátia chegou ao zoológico três anos depois (Foto: Alex Pimentel/SVM)

O Instituto Luísa Mell, responsável por uma campanha em prol da transferência dos ursos, confirmou a decisão judicial. “Fomos notificados e estamos resolvendo alguns trâmites, mas não podemos dar mais informações agora”, pontuou Marcelo Glauco, diretor financeiro do instituto, que disse que espera o resultado de outra ação judicial, sobre a qual optou por não dar detalhes. As informações são do G1.

O calor extremo do Ceará foi o principal motivo para a transferência dos animais. “Apesar de todo o carinho e cuidados que os animais recebem junto ao requerido, possuindo uma história no Zoológico e também na própria cidade, tradicionalmente devota de São Francisco de Assis, há um fato insuperável: a alta temperatura inerente à região”, citou a liminar assinada pela juíza Tassia Siqueira.

No santuário para onde os ursos serão levados já vive Rowena, ursa que ficou famosa no país inteiro após ser retirada de um zoológico em Teresina, no Piauí.

“Estamos aguardando a finalização dos trâmites burocráticos, para daí então, colocarmos em prática nossa operação”, informou o Rancho dos Gnomos sobre o caso de Kátia e Dimas.

Espaço no qual os ursos vivem no zoológico (Foto: Santuário de Canindé/Divulgação)

A Associação Brasileira dos Defensores dos Direitos e Bem-Estar dos Animais, que moveu o processo em prol dos ursos, participou de uma tentativa de conciliação sobre o caso, em 4 de junho, com o Zoológico de São Francisco de Canindé, mas não houve acordo.

A entidade solicitante ficará responsável pelos custos e pela logística da transferência, enquanto o zoológico foi condenado ao pagamento de indenização “por danos morais coletivos causados ao meio ambiente”, que deverá ser revertida em ações em prol dos animais.

De acordo com a liminar, exames prévios sobre a saúde dos animais deverão ser feitos, um atestado médico deverá ser apresentado e nele precisará constar informações sobre a condição física dos ursos que atestem que a viagem não acarretará riscos à saúde e à vida dos ursos. Um acompanhamento técnico durante todo o percurso, segundo a juíza, também deverá ser feito.

Centenas de ativistas em defesa dos direitos animais marcham pelas ruas de Paris

Por David Arioch

Segundo a Associação L214, a estimativa é de que três a quatro mil pessoas participaram da Marcha Vermelha (Fotos: L214/Instagram)

Centenas de ativistas dos direitos animais de diversos grupos marcharam pelas ruas de Paris pedindo o fechamento de todos os matadouros no último sábado (08). Na manifestação a favor da libertação dos animais da exploração humana, e que recebeu o nome de Marcha Vermelha, os ativistas, que usavam camisetas vermelhas, soavam tambores e gritavam frases de efeito.

A intenção foi denunciar o massacre de animais para consumo humano. Algumas placas e cartazes traziam frases como: “Por trás de cada pedaço de carne há um ser sensível”. Durante o protesto organizado pela Associação L214, os ativistas destacavam as condições de vida dos animais e a maneira como eles são transportados e mortos.

Segundo a Agência France-Presse, alguns ativistas foram presos depois de jogarem sangue falso sobre a estátua de Marianne – que simboliza a república francesa, e se situa na Place de La République, no centro de Paris.

“Estamos aqui para dizer que não é porque um indivíduo é diferente de nós que tem menos valor”, disse Hugo Bouxom, da L214, à AFP, acrescentando que é equivocado valorizar mais o paladar do que a vida dos animais.

Ativistas do movimento Boucherie Abolition afirmaram que querem o fim completo do “holocausto” da criação de animais para abate, que descrevem como “genocídio” e “um grande crime da humanidade”. Segundo a Associação L214, a estimativa é de que três a quatro mil pessoas participaram da Marcha Vermelha.


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Japão vai retomar caça de baleias em julho

O Japão anunciou que irá retomar a caça de baleias no dia 1º de julho. A matança ocorrerá na região de Hokkaido. A decisão veio após o país abandonar, em dezembro de 2018, a Comissão Internacional da Baleia (IWC, na sigla em inglês).

Foto: Pixabay

Fontes do setor pesqueiro da cidade japonesa de Kushiro, ilha mais setentrional do arquipélago, confirmaram a decisão de retomar a caça a esses animais. As informações são das agências de notícias “Kyodo” e “ANSA”.

Conforme anunciou Tóquio, a caça será feita nas águas de sua própria zona econômica, o mar do Japão, e não mais o Oceano Antártico.

O Japão informou ainda que os navios irão respeitar os limites territoriais para garantir que a população de baleias não diminua. No entanto, apesar disso, é fato que a caça coloca a preservação desses animais em risco.

A decisão do Japão de voltar a praticar a caça de baleias foi criticada em todo o mundo. A atividade é vista com maus olhos pela população mundial em geral.

Elefantes órfãos ganham vida nova graças ao orfanato que os acolhe e reabilita

Quando Enkesha foi encontrada em Masai Mara, no Quênia, em 2017, a tromba do elefante bebê havia sido quase cortada pela armadilha de arame que ficou enrolada em volta dela.

A elefantinha estava com dor intensa e em risco de perder o membro tão necessário para sua alimentação e a sobrevivência.

Ela foi submetida a uma operação de três horas e muitos cuidados posteriores, mas, dois anos depois, a tromba da filhote se recuperou bem. Quando a equipe de reportagem da CNN a viu no orfanato de elefantes da Sheldrick Wildlife Trust, em março de 2019, ela está com o resto do pequeno grupo – não medindo mais que quatro pés de altura – atravessando o mato e puxando a folhagem com suas trombas ágeis.

Foto: NBC News

Foto: NBC News

A armadilha que colocou em perigo a Enkesha é uma das mais de 150 mil ameaças removidas pela ONG desde que a entidade formou sua primeira equipe de remoção de armadilhas em 1999, como parte de seu trabalho contínuo para a proteção e conservação de habitats silvestres e selvagens no Quênia.

O orfanato de elefantes no Parque Nacional de Nairobi é o mais famoso dos nove programas da entidade. Fundado em 1977, foi a primeira organização do mundo a conseguir criar órfãos dependentes do leite de mamadeira e reintegrá-los de volta à natureza.

Como criar um elefante

“Com a ajuda do berçário que temos aqui, criamos mais de 244 elefantes”, disse Angela Sheldrick, diretora executiva da entidade, à CNN. Elefantes órfãos em consequência da caça, destruição de habitats e conflitos entre humanos e animais selvagens são resgatados pelas equipes de resgate e mantidos pelos cuidadores do orfanato.

“Quando você pega um filhote de elefante para criar, é um projeto de longo prazo”, explica ela, porque “suas vidas refletem as nossas próprias”. Um elefante de um ano é tão vulnerável e necessitado de cuidados quanto uma criança humana.

Foto: Siyabona

Foto: Siyabona

“Atualmente, temos 93 elefantes dependentes do leite de mamadeira”, diz ela. “Eles ficam conosco aqui no berçário nos primeiros três anos de vida. Depois que envelhecem, eles precisam de exposição aos grupos selvagens, porque no fim das contas, todo elefante que criamos volta para vida selvagem. Nós apenas os conduzimos pelos anos difíceis em que eles ainda dependem do leite”.

Leva tempo e paciência para ensiná-los a viver de forma independente. Diz Sheldrick. “Como nossos próprios filhos, eles não voam do ninho rapidamente. Eles precisam ter essa confiança.” O processo leva cerca de cinco anos, mas os ex-alunos do berçário estão florescendo. Existem agora cerca de 150 órfãos reabilitados, com 30 filhotes conhecidos vivendo por sua conta já.

O orfanato também “criou a mão” 17 rinocerontes. Um dos moradores mais populares do local é Maxwell, um rinoceronte que nasceu cego e depois foi rejeitado por sua mãe. Ele está em seu berçário que também sua “casa definitiva” desde 2007.

Alegres e divertidos

A entidade foi fundada há mais de 40 anos pela mãe de Angela, Daphne Sheldrick, em memória de seu falecido marido, o conservacionista David Sheldrick. Daphne faleceu no ano passado, enquanto a fundação é gerida por Angela desde 2001.

“Minha mãe foi uma pioneira, ela foi a primeira pessoa no mundo a criar um elefante bebê”, diz Sheldrick. “Foi difícil. Não se tinha a Internet; não se tinha o benefício de alguém ter feito isso antes. É impressionante o quão longe chegamos”.

Foto: National Geografic

Foto: National Geografic

O cuidador de confiança de Angela, Edwin Lusichi, está no berçario há 20 anos. Ele disse à CNN que trabalhar com elefantes é “importante, alegre e divertido, e você se sente relaxado ao lado deles”.

“É lamentável que o motivo deles terem ficado órfãos sejam os seres humanos”, acrescenta Edwin.

É nossa responsabilidade cuidar de nossos semelhantes, pelo o nosso planeta e para o futuro. “Nossos jovens nunca poderão vê-los se não os protegermos agora”, diz ele.

Nunca se esqueça

A fundação é aberta ao público por uma hora por dia, para que os visitantes possam conhecer os elefantes e aprender sobre as ameaças que a espécie enfrenta.

Órfãos podem ser adotados a partir de 50 dólares por ano e seus “pais” adotivos podem desfrutar de uma hora extra de visitas à noite.

Lusichi liderou o tour na noite que a reportagem da CNN visitou o local, apresentando os 21 elefantes, dois rinocerontes e uma girafa que residem no terreno da ONG.

Os elefantes adultos seguem em frente com suas vidas novas no Parque Nacional Tsavo East, o maior parque nacional do Quênia, mas o vínculo com aqueles que os criaram não está perdido.

“Eles nunca esquecem a bondade e o amor de que foram alvo e querem voltar”, diz Sheldrick.

“Os elefantes do sexo masculino menos que os demais pois eles viajam grandes distâncias e se tornam mais independentes – mas os grupos femininos são todos unidades familiares unidas. Eles nunca esquecem aqueles que os criaram”.

Canadá aprova lei que proíbe a captura e manutenção de baleias e golfinhos

Foto: The Whale and Dolphin People Project

The Whale and Dolphin People Project)

O governo federal aprovou uma legislação que proíbe a captura de baleias e golfinhos no Canadá.

O projeto de lei foi introduzido pela primeira vez no Senado em 2015 e finalmente chegou à Câmara dos Comuns, onde teve sua terceira e última leitura hoje.

Sob a nova lei, a prática de manter baleias, golfinhos e botos será eliminada, embora os animais atualmente em cativeiro permaneçam onde estão.

A lei também proíbe a captura de golfinhos e baleias selvagens, ou cetáceos, bem como a prática de reprodução em cativeiro e a importação e exportação desses animais.

O projeto de lei eliminará a prática de manter baleias, golfinhos e botos cativos, mas avós naqueles que já estão sendo mantidos em duas instalações no país.

Marineland em Niagara Falls, Ontário e o Vancouver Aquarium em Britsh Columbia são os únicos dois lugares que atualmente mantêm cetáceos cativos.

O projeto proíbe a captura de cetáceos selvagens, reprodução em cativeiro e a importação e exportação desses animais, com exceções limitadas.

Mas a medida permite a reabilitação e resgate de cetáceos.

“Os canadenses têm sido claros, querem que a prática cruel de manter baleias e golfinhos em cativeiro termine. Com a aprovação da lei, garantimos que isso acontecerá”, disse Elizabeth May, líder do Partido Verde, responsável pela lei.

“A ciência comprova com cada vez mais evidências que é uma crueldade com os animais capturar esses cetáceos e mantê-los em espaços mínimos confinados”, acrescentou ela.

Sob a nova lei, parques e aquários que violam as disposições definidas podem enfrentar multas de até 200 mil dólares. Ela faz exceções para as tradições culturais dos povos indígenas no país, no entanto.

A nova lei do Canadá vem depois de vários documentários lançados nos últimos anos se concentrando nas condições de vida dos animais dentro dos parques temáticos. Um desses filmes, o “Blackfish”, da CNN, levantou questões sobre se os animais podem sobreviver ao confinamento e criticou o tratamento das baleias orcas pelo SeaWorld.

Grupos de defesa dos direitos animais, incluindo a PETA e a Humane Society International/Canada, aclamaram a decisão como um passo positivo para enfrentar a crueldade contra os animais.

“A aprovação da lei é um divisor de águas na proteção de animais marinhos e uma vitória para todos os canadenses”, disse a diretora executiva da Humane Society International/Canadá, Rebecca Aldworth, em um comunicado.

“As baleias e os golfinhos não pertencem aos tanques, e o sofrimento inerente a esses animais altamente sociais e inteligentes em confinamento intensivo não pode mais ser tolerado. Parabenizamos os patrocinadores deste projeto de lei e o governo canadense por mostrar uma liderança forte na resposta ao público. vontade e som ciência sobre esta questão crítica “, acrescentou.

“Assim como a ciência mostrou que os golfinhos em zoológicos e aquários vivem tanto quanto ou mais que seus colegas na natureza, o governo canadense decidiu ignorar essas descobertas e aprovar uma medida drástica e equivocada que negará aos canadenses a oportunidade de ver e vivenciar estes incríveis animais de perto e pessoalmente e, com o tempo, deteriorará a perícia de mamíferos marinhos de seus especialistas, que contribuiu muito para o bem-estar dos mamíferos marinhos no cuidado humano e na natureza ”, disse o grupo.

Dia dos Namorados: animais dão exemplo de amor e fidelidade

Foto: Pixabay

Em todo o mundo o Dia dos Namorados é comemorado dia 14 de fevereiro, em homenagem a São Valentim, bispo romano que uniu casais durante um período de intensas guerras no Império Romano no século III, mas no Brasil, a data é comemorada dia 12 de junho. Alguns afirmam que o nosso país adotou esta data diferenciada por ser mais próxima do dia de Santo Antônio, considerado santo casamenteiro e cuja celebração é dia 13 de junho, já outras fontes acreditam que a nova data para comemoração foi instituída apenas por uma questão comercial e foi uma ideia do publicitário João Doria (pai) em 1948.

Independente da versão oficial, o Dia dos Namorados é um dia para passar junto de quem se gosta. Enquanto muitos seres humanos buscam suas caras-metades em redes sociais e aplicativos e investem em relações líquidas e superficiais, o reino animal dá uma verdadeira lição de amor puro e companheirismo a toda prova. Para comemorar este Dia dos Namorados selecionamos dez casais de animais que têm apenas um companheiro por toda a vida. Eles ensinam sobre lealdade, amizade, fidelidade e amor profundo.

1 – Arara-canindé

Foto: Pixabay

Cerca de 90% das aves são monogâmicas e uma das espécies mais emblemáticas é a arara-canindé, que mantém um único parceiro por toda a vida e valoriza a fidelidade eterna.

2 – Albatroz-real

Foto: Pixabay

Machos da espécie albatroz-real não medem esforços para conquistar suas parceiras e usam danças e lindas acrobacias para chamar a atenção das fêmeas. Albatrozes-reais formam casais para toda a vida e mesmo quando precisam se separar por longos períodos, sempre retornam ao local onde se conheceram. A espécie também costuma utilizar sempre o mesmo ninho e fêmeas e machos dividem as responsabilidades na criação dos filhotes.

3 – Cisnes

Foto: Pixabay

Cisnes são o exemplo mais famoso de animais que formam casas eternos. Imortalizados tradicionalmente em imagens que mostram estas aves nadando com bicos unidos e os pescoços formando um coração, o cisne é uma espécie extremamente fiel e formam casais que se mantem unidos por toda a vida. Machos e fêmeas constroem os ninhos juntos e sempre retornam ao mesmo local durante a época do acasalamento.

4 – Lobos

Foto: Pixabay

Lobos são considerados um dos animais mais fiéis de todo o reino animal. São profundamente leais e além de formarem casais para toda a vida, possuem um forte senso familiar e são unidos e companheiros de todos os membros da alcateia, formando uma forte e complexa estrutura social.

5 – Pinguins

Foto: Pixabay

Nativos de habitats extremos, pinguins evoluíram com uma apurada percepção de união e isso é estendido aos seus parceiros. Embora alguns especialistas afirmem que casais de pinguins podem se separar após o crescimento e independência dos filhotes, a espécie é conhecida por formar casais profundamente unidos que sobrevivem a diversas intempéries juntos.

6 – Águia-careca

Foto: Pixabay

Animal símbolo dos Estados Unidos, águias da espécie careca são conhecidas por formar casais monogâmicos e fiéis por toda a vida. Durante o período migratório, elas voam isoladamente, mas sempre retornam ao mesmo local durante a época de acasalamento. Para conquistar a fêmea, o macho faz linda acrobacias no ar para demonstrar sua força e leveza.

7 – Baratas

Foto: Pixabay

Baratas são animais singulares e extremamente complexos. Apesar da rápida reprodução, esta espécie tem apenas um único parceiro por toda vida e machos e fêmeas são ótimos pais de seus bebês. As baratas têm muito a ensinar aos seres humanos.

8 – Castores

Foto: Pixabay

Castores são animais fiéis aos seus companheiros e pais muito responsáveis e devotos de seus filhotes. Os casais não se separaram nunca, nem mesmo após o crescimento dos filhos.

9 – Coruja-das-torres

Foto: Pixabay

A coruja-das-torres tem uma maneira muito peculiar de acasalamento. Elas gritam, assobiam e fazem sons agudos. Apesar não parecer muito romântico aos olhos dos seres humanos, isso simboliza um importante laço de amor. Corujas desta espécie têm apenas um parceiro por toda vida.

10 – Polvos

Foto: Pixabay

Polvos são os animais invertebrados mais inteligentes do planeta. Eles têm apenas um parceiro para toda a vida e acasalam inúmeras vezes, gerando múltiplas posturas de ovos durante a existência.


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