Famílias ribeirinhas protegem desovas de quelônios no Acre

Eles registram o número de ninhos, de ovos e de filhotes vivos e soltos nos rios (Foto: SOS Amazônia/Divulgação)

Eles registram o número de ninhos, de ovos e de filhotes vivos e soltos nos rios (Foto: SOS Amazônia/Divulgação)

Por David Arioch

Desde 2003, e com o apoio da associação SOS Amazônia, famílias ribeirinhas do Acre protegem voluntariamente desovas de quelônios como tartarugas, tracajás e iaçás em praias do Rio Juruá, situadas na região do Parque Nacional da Serra do Divisor e da Reserva Extrativista Alto Juruá.

Nas duas maiores Unidades de Conservação (UC) do Acre, que concentram grande diversidade biológicas na fronteira com o Peru, os ribeirinhos têm desempenhado papel fundamental na proteção das praias e no monitoramento da desova, eclosão dos ovos e da soltura dos filhotes.

“Demonstram muito amor pela causa. As crianças acompanham os pais nessa atividade, o que as aproxima da prática de conservação dessas espécies. Eles registram o número de ninhos, de ovos e de filhotes vivos e soltos nos rios”, destaca a SOS Amazônia.

As informações coletadas e registradas em fichas de campo são repassadas à associação que analisa e monitora os resultados. “Por outro lado, e muito importante também, são as pessoas e empresas que, mesmo de longe, ajudam esse trabalho a acontecer, fazendo doações no nosso site institucional”, informa.

Com os recursos arrecadados a SOS Amazônia consegue mobilizar mais famílias na proteção de quelônios – entregando kits de proteção das praias, realizando visitas técnicas e distribuindo material para registro e mapeamento, além de acompanhar o período de soltura dos filhote de quelônios.

Falta de recursos pode levar animais de abrigo para a rua em Maceió (AL)

O Centro de Recuperação Animal Esperança (Crae), de Maceió (AL), pode encerrar as atividades devido à falta de apoio financeiro. O local abriga 270 animais, sendo 216 cães e 50 gatos, e funciona há cinco anos no bairro do Village Campestre II.

FOTO: ARQUIVO PESSOAL

Representante do abrigo, Mary Nogueira afirma que o local necessita do apoio da população e de entidades públicas para se manter aberto. As informações são do portal Gazeta Web.

“Os animais precisam todos os dias se alimentar, precisam de remédio, de cuidados, não adianta acumular animais sem ter condições de mantê-los. Nós não temos condições nem de comprar remédio e nem dar comida de qualidade”, lamentou Mary.

No abrigo, são gastos cerca de R$ 11 mil mensais. Porém, Mary tem conseguido arrecadar por mês no máximo R$ 2 mil e, segundo ela, “às vezes nem isso”.

FOTO: ARQUIVO PESSOAL

Sem ajuda para manter o abrigo, a fundadora do local lembra que os cães e gatos podem acabar voltando para as ruas. Ela critica o descaso da população e dos órgãos públicos diante do caso.

“Uma grande parte das pessoas não castra seus animais e acha que jogá-los nas portas do abrigo é uma solução. Conseguimos recursos para pelo menos transformar o Crae em instituto, mas não temos recursos para manter os cuidados dos animais. Já fomos no Ministério Publico, na prefeitura, já fui em todos os lugares”, disse.

Interessados em fazer doações ao abrigo, diretamente na unidade da entidade ou através de transferência bancária, pode entrar em contato com Mary através do número (82) 9929-0761.


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Cachorro não consegue dormir sem seus brinquedos de estimação

Foto: Kelly Madsen

Foto: Kelly Madsen

Quando Bentley chegou pela primeira vez em sua nova casa, ele tinha dois bens valiosos: um cachorro de pelúcia e um cobertor cor de bronze.

Esses dois itens tinham o cheiro da mãe dele e de seus irmãos – mas mesmo depois do cheiro passar, continuavam preciosos para o filhote. Quando chegava a hora de relaxar e ir para a cama, Bentley pegava um desses dois itens e saía feliz pata descansar e dormir.

Agora, com quase 2 anos de idade, a obsessão de Bentley por seu cobertor evoluiu para um ritual noturno adorável. Antes de subir as escadas para o quarto de seus pais para que as luzes sejam apagadas, o cachorro vai pegar algo extra para aconchegar junto de si.

Acho adorável além de peculiar que ele traga suas coisas com ele, então não nos importamos”, disse Kelly Madsen, a mãe de Bentley, ao The Dodo. “Na verdade, nós esperamos por isso.”

Embora não seja necessariamente “confortável” para os pais terem os itens extras de Bentley na cama, pelo menos o bom menino limpa sua bagunça. “Ele também costuma levar o item de volta escada abaixo pela manhã”, observou Madsen.

O cobertor e o cachorro de pelúcia de Bentley agora estão rasgados com a idade, então o filhote começou a procurar por novos companheiros de cama. Ele agora traz qualquer item que ele esteja gostando mais no momento.

Cada fase dura cerca de uma semana e, em seguida, o filhote sairá em busca de um novo parceiro de cama.
“Ele levará o cobertor dele, o lhama empalhado, um alce recheado de espuma gigante”, disse Madsen. “Ele trouxe bolas de tênis, ossos, potes de manteiga de amendoim, um dos nossos travesseiros de sofá, suas próprias bandanas … a lista é interminável.”

Foto: Kelly Madsen

Foto: Kelly Madsen

Mas esta não é a única peculiaridade de Bentley. O filhote também leva seus brinquedos quando sai para usar o banheiro. Madsen e seu marido chamam esses itens escolhidos de “companheiros do xixi” de Bentley ou “companheiros de cama”.

Por que a Bentley precisa da companhia extra quando está fazendo suas necessidades continua sendo um mistério.

“Nossa única tentativa de adivinhar o motivo seja talvez a ansiedade da separação, porque ele adora estar perto de mim ou do meu marido, por isso os brinquedos podem dar-lhe conforto quando não estamos por perto”, disse Madsen.

Bentley ainda bebê | Foto: Kelly Madsen

Bentley ainda bebê | Foto: Kelly Madsen

Os pais de Bentley não mudariam as peculiaridades hilárias do cachorro por nada no mundo – mesmo que isso signifique ocasionalmente compartilhar sua cama com um brinquedo gigante na forma de um alce.

“Ele é o cão mais amoroso e pateta do mundo”, disse orgulhosa Madsen. “Quase todas as noites meu marido e eu falamos sobre a sorte que temos em ter Bentley conosco. Ele trouxe muito amor e alegria ao nosso relacionamento”.

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Mais de 4 mil répteis são resgatados em operação contra o tráfico

Uma união de autoridades globais contra o tráfico de répteis levou ao resgate de mais de 4 mil animais vivos e à prisão de 12 suspeitos. Os répteis foram encontrados em aeroportos, criadouros e pet shops da Europa, América do Norte e outras localidades. Os resgates foram feitos durante os meses de abril e maio.

FOTO: PEDRO PELOSO

A Operação Blizzard – uma brincadeira com a palavra lagarto em inglês, que é lizard – foi coordenada pela Interpol e pela Europol. Foram salvos cobras, tartarugas e outros répteis. Alguns dos animais resgatados estão ameaçados de extinção. As informações são do portal National Geographic Brasil.

Milhões de répteis têm sido traficados para a União Europeia e para os Estados Unidos para viver em cativeiro, sendo tratados, equivocadamente, como animais domésticos, ou para serem explorados e mortos pela indústria que fabrica artigos – como sapatos, cintos e bolsas – a partir da pele desses animais.

Os répteis sofrem com a falta de proteção. Apenas 8% das 10 mil espécies existentes integram a Convenção Internacional de Comércio de Espécies Ameaçadas da Fauna e da Flora Selvagens, que é um tratado que regula o comércio de animais selvagens através das fronteiras.

Relatórios de inteligência foram revisados na Operação Blizzard por forças de segurança de 22 países – incluindo a Nova Zelândia, a Itália, a Espanha, a África do Sul e os Estados Unidos. Essas autoridades também cruzaram informações com casos mais antigos, monitoraram redes sociais e fizeram inspeções em criadouros, segundo Sergio Tirro, gerente de projetos de crimes ambientais na Europol, que levantou inteligência para a operação. Com o compartilhamento de dados entre os países, foi possível identifica mais de 180 suspeitos.

FOTO: PEDRO PELOSO

“Essa operação claramente demonstra o valor da cooperação internacional”, disse Chris Shepherd, diretor executivo da Monitor, uma entidade localizada na Colúmbia Britânica, no Canadá, que trabalha em prol do combate ao tráfico de animais silvestres. “Também ilustra o tamanho desse comércio imenso e bem organizado”, completou.

De acordo com a Interpol, seis prisões foram feitas na Itália e outras seis na Espanha. Além delas, mais prisões e denúncias serão realizadas. Um dos casos descobertos pela investigação foi de um passageiro de uma companhia aérea que estava traficando 75 tartarugas vivas. Os animais estavam na bagagem do homem.

“Em geral, nosso alvo não é apenas um passageiro ou indivíduo – nosso foco são grupos de crime organizado por trás do tráfico”, diz Tirro. Segundo ele, muitas das pessoas identificadas não lideravam organizações. A esperança das autoridades é conseguir construir casos contra os grandes traficantes de animais.

Os trabalhos das forças policiais levaram ao resgate de mais de 20 crocodilos e jacarés, seis jiboias da areia do Quênia, encontradas em aviões de carga nos Estados Unidos, e 150 itens feitos de pele de répteis – bolsas, pulseiras de relógios, remédios e produtos taxidermizados. Apesar do foco da operação ser os répteis, foram encontrados também gaviões, cisnes, corujas, marfim de elefante e carne de animais silvestres caçados.

FOTO: PEDRO PELOSO

De acordo com Sheldon Jordan, líder da unidade de vida selvagem do ministério de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas do Canadá, nove répteis foram resgatados no Canadá enquanto eram traficados do estado americano de Washington para a Colúmbia Britânica. Três deles morreram no trajeto. Segundo Jordan, isso demonstra o quão fatal o tráfico pode ser.

Jordan explicou que a operação foi realizada em abril e maio porque o tráfico de répteis no Hemisfério Norte é realizado prioritariamente entre a primavera e o verão, época em que esses animais de sangue frio conseguem manter a temperatura alta o suficiente para sobreviver.

Para Shepherd, resgatar 4 mil répteis é significante, mas “há milhões de répteis sendo traficados todo ano”, e a demanda por esses animais aumenta cada vez mais. Segundo ele, combater redes organizadas que regem o tráfico e trabalhar em países nos quais esses animais são retirados da natureza é essencial.

FOTO: PEDRO PELOSO


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A expressão zangada desse gato está fazendo dele uma estrela da internet

Foto: LouisandMonae/Instagram

Foto: LouisandMonae/Instagram

A expressão de raiva e braveza do gato Louis engana muita gente, mas é tudo só aparência pois ele é um amor em todos os aspectos.

O gato persa de 6 anos de idade, que ostenta uma carranca permanente desde que era um gatinho filhote, está ganhando fama no Instagram graças à sua expressão zangada.

E enquanto nunca poderia haver outro “Grumpy Cat”, isso não impediu que os fãs o chamassem exatamente desso nome.

A expressão de Louis, com boca virada para baixo e os grandes olhos amarelos apertados, que ele tende a piscar frequentemente, fazem com que o gato pareça um “velho mal-humorado”, de acordo com sua mãe, Michelle Alexis. Mas quando se trata da personalidade de Louis, a aparência pode ser enganadora.

“Louis é agora chamado de o novo “Grumpy Cat”, falecido em maio último, disse Alexis ao LADbible. “Mas ele é realmente muito doce, feliz e brincalhão”.

Foto: LouisandMonae/Instagram

Foto: LouisandMonae/Instagram

“Ele adora se aconchegar na gente e esfregar a cabeça; ele persegue lasers e brinca com seus brinquedos o dia todo”, acrescenta ela.

Alexis é frequentemente questionada se a expressão dramática de Louis é o resultado de uma deformidade genética. No entanto, nariz arrebitado de Louis e bochechas rechonchudas são apenas como ele é mesmo.

Seu longo e esvoaçante pelo precisa de uma boa quantidade de escovação diária e o ocasional “corte de leão”. Mas ele tem um guarda-roupa cheio de suéteres e camisas para mantê-lo quente e confortável quando seu pelo está mais curto.

Foto: LouisandMonae/Instagram

Foto: LouisandMonae/Instagram

Louis mora com sua mãe em Austin, Texas (EUA), e gosta de sair em aventuras ao ar livre e brincar com sua irmã, Monae.

No entanto, quando Monae se juntou à família em 2015, a gatinha resgatada da ONG Austin Pets Alive atormentou seu irmão mais velho.

Felizmente, os dois cresceram e se tornaram os melhores amigos, felizes em ficar juntos no pé da cama de sua mãe ou se unir para pedir guloseimas. “Ela até provoca e aborrece ele”, disse Alexis, “mas na verdade ela o ama”.

Louis atualmente tem mais de 4 mil seguidores no Instagram e está a caminho de se tornar uma sensação na Internet (quer esteja satisfeito com isso ou não).

O Grumpy Cat nunca poderá ser substituído, mas talvez Louis e seu rosto peculiarmente furioso possam ajudar a preencher o vazio deixado por ele.

Como Louis diz em um post no Instagram: “Deixe-me tranquilizá-lo. Estou muito longe de ser mau-humorado, mas pode me chamar assim se quiser”.

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Músico e produtor Simon Cowell defende os animais e adota o veganismo

Foto: Getty Images

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O músico, produtor e juiz do programa American Idol, Simon Cowell, tem dado passos significantes em defesa dos animais.

Cowell que disse recentemente em um entrevista ao The Sun que estava se tornando vegano em comemoração ao seu aniversário de 60 anos (em outubro), conta que abandonou a carne, os laticínios, o trigo e açúcar e alega que sua nova dieta o tornou mais bonito – dizendo “Eu ganharia uma nota oito [numa escala de 10] e agora eu sou um 11!”.

O músico revela que graças a sua alimentação tem se sentido mais disposto e ainda perdeu 10 kg desde que mudou seus hábitos alimentares.

Mas não é só na alimentação que o produtor e executivo tem agido em prol dos animais, ano passado Cowell doou 49 mil dólares para a Humane Society International (HSI) para salvar 200 cães de uma fazenda de carne de cachorro sul-coreana.

A HSI disse que os cães estavam amontoados em gaiolas minúsculas e imundas. Alguns eram animais domésticos e ainda usavam coleiras.

Os cães financiados por Cowell chegaram a St. Catharines no início de outubro.

“Estamos orgulhosos por fazer parte da parceria com a Humane Society International e Simon Cowell, e temos o prazer de ajudar esses cães que certamente merecem casas amorosas”, disse o diretor executivo da ONG Kevin Strooband.

“A generosa doação de Simon significa muito para nós e dá um enorme impulso ao nosso apelo para fechar esta horrenda fazenda de carnes de cães”, disse a diretora-executiva da HSI UK, Claire Bass, em um comunicado.

“Mais de 200 cães estão definhando nas condições mais terríveis imagináveis, mas temos uma chance real de salvá-los.”

Uma vez que tenham sido apanhados na fazenda, os cães serão levados para o Canadá e adotados em novas casas. Ms Bass diz que é um pequeno passo no caminho para fechar toda a indústria.

“Com todas as fazendas de cães que fechamos e todos os criadores que ajudamos a mudar para um negócio mais lucrativo e humano, estamos mostrando ao governo sul-coreano que é possível acabar com esse comércio cruel”.

“Esses pobres cães tiveram as piores vidas até agora, então estamos desesperados para tirá-los daquelas terríveis gaiolas e mostrar-lhes amor, camas macias e braços amorosos pela primeira vez em suas vidas.”

De acordo com a HIS, os criadores sul-coreanos normalmente criam 2,5 milhões de cães por ano para comer. Mas a carne de cachorro diminuiu em popularidade nos últimos anos. A carne é mais frequentemente consumida durante os meses de verão em uma sopa chamada bosintang, que a crença popular acredita aumentar a resistência.

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Mais de 70 baleias cinzentas apareceram mortas em menos de 6 meses preocupando cientistas

Foto: NOAA

Foto: NOAA

Mais de 70 baleias cinzentas surgiram na costa oeste da América do Norte causando preocupação aos cientistas. Mas por que tantas baleias cinzentas estão morrendo de repente?

Desde janeiro deste ano, mais de 70 baleias cinzentas morreram na costa dos estados da Califórnia, Oregon, Washington, Alasca e também do Canadá. Isso é o máximo de mortes ocorridas em um único ano desde 2000, e os especialistas afirmam que tem motivos para se preocuparem.

Na semana passada, a NOAA – Administração Nacional Oceânica e Atmosférica – classificou esses encalhes como parte de um evento de mortalidade incomum (UME). Sob a lei de Proteção aos Mamíferos Marinhos dos EUA, a designação de uma UME significa que mais recursos e perícia científica serão dedicados a investigar o que está causando tantas mortes de baleias.

O avistamento de diversas baleias cinzentas (Eschrichtius robustus) nadando ao longo da costa oeste nesta época do ano é esperado. De março a junho, esses grandes mamíferos marinhos nadam para o norte a partir da costa da Baja California, no México, até as águas frias e ricas em alimentos dos mares de Bering e Chukchi, ao norte do Alasca. Eles vão começar sua viagem de volta ao sul em novembro.

Esses belos gigantes marinhos já foram severamente ameaçados por baleeiros. Havia apenas cerca de 2 mil deles em 1946, quando um acordo internacional para parar a caça às baleias cinzentas foi iniciado com o objetivo de ajudar a população da espécie a se recuperar, segundo o Centro de Mamíferos Marinhos, uma ONG que resgata e reabilita mamíferos marinhos na Califórnia.

As baleias cinzentas foram retiradas da lista de espécies ameaçadas dos EUA em 1994, quando a população era estimada em cerca de 20 mil membros.

Uma UME anterior de 1999 a 2000 derrubou essa população, chamada população do Pacífico Norte Oriental, para cerca de 16 mil indivíduos, mas as baleias se recuperaram. Em 2016, os cientistas estimaram que havia cerca de 27 mil baleias cinzentas.

“Sabemos com base em dados passados que essa população é capaz de se recuperar de uma perda na ordem de pelo menos 6 mil, talvez”, disse David Weller, biólogo especializado em pesquisa da vida selvagem do Centro de Ciências da NOAA Southwest. Mas ainda não está claro o que está causando tantas mortes de baleias.

Por enquanto, a prioridade é aprender o máximo possível com os animais mortos que chegam as praias, disse Weller. “Os números são alarmantes e precisamos continuar a monitorá-los de perto”.

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Cão que se feriu após ficar preso em parapente será submetido à cirurgia

Um cachorro que se feriu após cair de um parapente, no qual ficou preso acidentalmente, será submetido à cirurgia. O caso aconteceu no último domingo (2) na Serra de Santa Helena, em Minas Gerais.

Cão fica preso a parapente e sofre fratura após queda (Foto: TV Globo)

Enquanto brincava com uma mochila em uma área de voos de parapentes, o animal ficou pendurado ao equipamento, que voou com ele preso. Instantes depois da decolagem, o cachorro caiu.

Socorrido, Luck, como passou a ser chamado, foi diagnosticado com uma fratura no cotovelo. As informações são do portal Gshow, da Globo.

O brigadista Armando contou que, após o acidente, um grupo de pessoas pediu ajuda para o cão. “A situação ocorreu no último domingo, na parte da manhã. Nós estávamos fazendo a ronda e identificamos um grupo de pessoas pedindo ajuda. A gente identificou que se tratava de um animal que caiu. Ele, numa atitude de brincadeira, prendeu na mochila de um paraquedista. Em seguida, fiz contato com a Jéssica (protetora de animais)”, disse.

A protetora já é conhecida pelos brigadistas devido ao trabalho que faz com animais abandonados e maltratados. Segundo ela, a cirurgia de Luck tem que ser feita com urgência.

“Ele quebrou o cotovelo e vai fazer uma cirurgia, que precisa ser urgente. Vai ficar uns 15 dias na clínica de repouso, porque não pode se movimentar. A gente vai aproveitar para fazer a castração, ele vai tomar todas as vacinas e vai seguir para adoção”, concluiu Jéssica.


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Estudo aponta que 86% das pessoas se separariam de um parceiro que não gostasse de seu cão

De acordo com uma nova pesquisa, se você gosta de alguém, de forma romântica, é melhor se dar bem com o cachorro dessa pessoa também.

A pesquisa foi conduzida pela empresa Wag!, empresa de passeadores de cães, relata o site WJLA. Descobriu-se que quatro em cada cinco donos de cães disseram que a reação que seu cão tem em relação a um parceiro em potencial, afeta seus sentimentos no relacionamento.

Além disso, 86% dos participantes da pesquisa disseram que se separariam de um parceiro que não gostasse de seu cachorro, dizendo que um parceiro em potencial que não gostasse do cachorro era pior do que uma pessoa que não quisesse ter filhos, tivesse mal hálito ou não se vestisse bem.

A CEO da Wag!, Hilary Schneider, disse: “Não é surpresa para nós da Wag! que os pais do cão dão valor às opiniões de seus cães sobre outros seres humanos e que isso represente um fator decisivo em suas vidas amorosas”.

A relação entre tutores e cães é desenvolvida no dia a dia, repleta de particularidades, entrega e momentos únicos que muitas vezes não são partilhados por nenhum outro ser humano nas relações do tutor.

É natural que o cachorro desempenhe papel fundamental na hora de escolher um parceiro amoroso, em virtude da força da troca e do amor envolvidos entre tutor e animal.

Muitas pessoas consideram seus cães e gatos mais importantes que outros seres humanos e delegam a eles o papel primordial em seus corações e sentimentos.

Ou seja, para entrar no coração dessas pessoas, é preciso antes passar por seus companheiros de quatro patas primeiro.

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Mãe leva sua filha de nove meses nas costas quando sai para caçar animais

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Uma caçadora revelou que leva sua filha de nove meses em suas caçadas, e até veste a criança uma “roupa especial de caça” para as expedições onde diversos animais são mortos.

A mãe em tempo integral, Rebekah Stephens, 30 anos, de Ohio (EUA), tinha apenas sete anos quando acompanhou pela primeira vez o pai em uma de suas caçadas e passou a realizar a atividade frequentemente desde então.

Agora Rebeca, que caça com arco e flecha, contou como levou sua filha junto com ela durante as expedições, carregando-a nas costas, e até comprou uma roupa “fofa” para a menina usar nas viagens de caça.

Ela disse: “Espero que ela goste de caçar e pescar como eu; ela já adora o ar livre”.

Rebekah cresceu alimentando-se dos animais que seu pai caçava, e ela teve sua primeira caçada (matou por si mesma) em 1999, quando ela tinha 10 anos de idade.

Ao longo dos anos, ela tem caçado veados, perus, coelhos e seu maior “troféu” foi um cervo de cauda branca. Rebeca usa um arco e flecha para caçar.

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Os animais que são mortos por ela são comidos ou são transformados em itens de decoração da casa ou roupas, já que Rebekah tenta aproveitar o máximo possível dos animais depois de suas caçadas.

Mas sua paixão pela caça não diminuiu, mesmo quando ela se tornou mãe em agosto de 2018 – sua filha agora tem nove meses – e seu nome é Isabella, e Rebekah tem caçado com ela desde que a criança nasceu.

Algumas pessoas desejaram-lhe coisas ruins em função de seu hobby, mas ela conta que aprendeu a ignorar os comentários.

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Rebeca disse: “Eu fui criada em uma pequena cidade em Nova Jersey e meu pai me ensinou a caçar e pescar desde muito cedo”.

A caçadora diz que se sente grata ao pai por encorajá-la a caçar, dizendo: “Mesmo muito jovem eu já estava obcecada em caçar ao ar livre e levei isso ainda mais a sério que meus irmãos. Sou extremamente grata por ter um pai que achava que as meninas também poderiam caçar”.

“Quando criança, eu achava que a caça era apenas uma maneira de colocar comida na mesa; nós não comprávamos carne, sempre tínhamos carne de cervo para comer”.

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Ela continuou com sua linha de pensamento distorcida: “Eu amo tudo sobre caçar, mas sempre adorei estar ao ar livre. É um momento de paz, vejo tantas coisas na mata que os outros nunca conseguem ver”.

“Eu também estou fornecendo comida para mim e para a família. Por fim, o dinheiro da minha licença de caça vai para o financiamento da conservação”, defende-se ela.

A mãe caçadora, conta que já matou vários animais, incluindo veados e coelhos, diz que ela matou mais recentemente um peru.

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Ela explicou: “Você só pode caçar enquanto é dia, mas eu me levanto muito cedo, então estou na mata antes do amanhecer e os perus não me veem andando pela floresta”.

Rebekah fez questão de envolver sua filha no hobby e começou a levá-la para caçar desde muito cedo.

Eu recebo alguns comentários de ativistas anti-caça dizendo coisas como “como você tem coragem de submeter sua filha a um ritual de morte” e outras coisas como “como você pode ensinar a um bebê inocente coisas tão horríveis como caçar?”.

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

‘Eu tento não deixar isso me incomodar; pode ser difícil às vezes, mas estranhos online não me conhecem, então realmente não podem me julgar.

E Rebekah admitiu que tem grandes esperanças para sua filha Isabella, que segundo a mãe, já ama o ar livre e se comporta bem nas caçadas.

Ela disse: “Espero que ela goste de caçar e pescar como eu; ela já adora o ar livre. No entanto, se ela optar por não caçar e pescar, vou respeitar sua decisão”.

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Enquanto muitos pais se esforçam para ensinar aos filhos valores como compaixão, ética e amor universal. Outros os introduzem em um mundo de sangue e morte.

Todas as vidas tem valor, a morte de animais indefesos é um violência e um crime contra esses seres sencientes e únicos.

Como um usuário das redes sociais deixou registrado em um comentário para Rebekah: “como você se sentiria se você e sua filha fossem as presas a serem caçadas, perseguidas e mortas?”.

Assim se sentem os animais.

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