Cachorros e gatos presos em gaiolas são resgatados em Canoas (RS)

Onze cachorros e oito gatos encontrados, em sua maioria, presos em gaiolas, foram resgatados em uma ação da Polícia Civil e da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, no bairro Mathias Velho, em Canoas, no Rio Grande do Sul.

(Foto: Divulgação/Polícia Civil)

A residência na qual os animais eram mantidos estava escura e em condições precárias de higienização. As informações são do portal O Sul.

A proprietária do local foi autuada pelo crime de maus-tratos a animais. O nome dela não foi divulgado, segundo a polícia, para não atrapalhar as investigações. Um possível comércio clandestino de animais domésticos será apurado.

De acordo com o delegado Thiago Lacerda, da 4ª Delegacia de Polícia, parte dos animais era filhote e estava sem alimentação há pelo menos 24 horas.

Os cachorros e gatos foram encaminhados para o Centro de Bem Estar Animal, em Canoas. Eles serão submetidos a tratamento veterinário e, depois, serão encaminhados para adoção.

Jornalista Maurizio Giuliano defende que mitigar mudanças climáticas é essencial para a paz

Por David Arioch

Mas outros desafios são as mudanças climáticas e os desastres associados a riscos naturais que estão frequentemente ligados às mudanças climáticas” (Foto: PA Images)

No último dia 7, durante a 1ª Plenária do Fórum Mundial pela Paz, realizado pela organização Together for Peace na Universidade Veiga de Almeida (UVA), no Rio de Janeiro, o diretor do Centro de Informação da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Brasil, Maurizio Giuliano, convidou mais de 100 universitários a refletirem sobre a relação entre a paz e as mudanças climáticas.

“A paz é a eliminação de qualquer conflito. Mas sem debelar as mudanças climáticas e sem desenvolvimento, a paz pode ser muito mais difícil de se conseguir. E inversamente, só a paz permite que possamos — entre países democráticos — avançar na Agenda 2030 [para o Desenvolvimento Sustentável] e preservar a espécie humana””, declarou.

Segundo Giuliano, a paz é uma questão de justiça, mas, acima de tudo, é uma necessidade para a sobrevivência. “Temos neste momento uma quantidade enorme de guerras, conflitos, situações de violência e deslocamento forçado, situações de gravidade extrema. A ameaça nuclear que caracterizou os últimos 75 anos ainda persiste”, enfatizou.

E acrescentou: “Mas outros desafios são as mudanças climáticas e os desastres associados a riscos naturais que estão frequentemente ligados às mudanças climáticas”.

Giuliano também explicou aos estudantes as razões de utilizar o termo “desastres associados a risco natural” no lugar de “desastres naturais”. “O que causa um desastre não é necessariamente e apenas o fenômeno natural em si. Um terremoto de mesma escala pode passar pouco percebido no Japão e matar milhares de pessoas em um país em desenvolvimento”.

Algas impedem livre acesso de gansos e patos a lago em São Pedro (SP)

Uma denúncia feita pelo morador de São Pedro (SP) e proprietário da página do Facebook SOS Meio Ambiente São Pedro, Haroldo Botta, indicou que o excesso de algas no lago do bairro Novo Horizonte está prejudicando a qualidade de vida dos gansos e patos que vivem no local.

Foto: Haroldo Botta

“Ano passado a prefeitura fez uma limpeza por causa de excesso de taboas, assim como do aumento da profundidade do lago. Levaram um mês para fazer isso, em agosto, e levou mais de dois meses para encher novamente”, disse Botta. “Não demorou um mês e estava tomado por essas algas, que impedem 13 gansos, e 16 patos de nadarem, ou terem uma vida saudável no local”, completou.

Botta afirma que visitou o lago na última semana e constatou “uma saída de esgoto do bairro, e que provavelmente é a causa da eutrofização”. Eutrofização é o crescimento excessivo de plantas aquáticas em um nível que afeta o uso desejável da água.

A ANDA entrou em contato com o Serviço Autônomo de Água e Esgoto de São Pedro (SAAESP) para buscar explicações sobre o possível despejo irregular de esgoto no lago, mas recebeu a resposta, do diretor-presidente do órgão, Thiago Silva, de que o lago em questão não era de responsabilidade da SAAESP e que, portanto, o órgão não tinha informações a respeito do que poderia ou não estar sendo despejado no local. Thiago ainda repassou à questão à prefeitura, a quem repassou a responsabilidade por dar explicações sobre o assunto.

Foto: Haroldo Botta

A ANDA tentou contato com a prefeitura, através dos telefones disponíveis no site oficial do município, mas não conseguiu contato. Por essa razão, um e-mail foi enviado para Luis Carlos Piedade, responsável pela Secretaria de Obras, Meio Ambiente e Serviços Públicos. Piedade, no entanto, não respondeu ao questionamento da redação sobre o possível despejo irregular de esgoto no lago.

Botta lembrou ainda que “o vereador Robson Pedrosa (PSL) fez um requerimento em novembro do ano passado, e reiterou o pedido mês passado” para que alguma providência sobre o excesso de algas no lago fosse tomada, “mas até agora nada foi feito”.

Foto: Haroldo Botta

Ao ser questionado sobre a chance das algas terem nascido em excesso devido à limpeza feita em 2018 pela prefeitura no lago, Botta afirmou que “há algumas possibilidades quando se mexe num local como esse: excesso de luz do sol, adubos, ou esgoto”. Ainda segundo ele, “com o acúmulo de algas, a água pode ficar ácida e prejudicar a saúde dos animais”. Apesar de afirmar que a limpeza pode ter interferido na questão, Botta acredita que é mais provável que um possível despejo irregular de esgoto no local seja “a causa desse desequilíbrio”.

O morador contou ainda que os peixes que viviam no lago foram retirados do local. Ele não soube informar para onde os animais foram levados e, devido à impossibilidade de contato com a prefeitura, a ANDA não conseguiu essa resposta. Botta afirmou também que pretende acionar a unidade de Piracicaba, da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), que é responsável por fiscalizar questões ambientais em São Pedro.

“Os animais na cidade são considerados como ‘coisas’ pela atual administração”, criticou Botta.

Foto: Haroldo Botta

Foto: Haroldo Botta

* Por Mariana Dandara

Joaquin Phoenix e Dave Navarro vão conduzir procissão funerária de animais mortos nos matadouros

Por David Arioch

A iniciativa faz parte das homenagens que serão feitas no Dia Nacional dos Direitos Animais (Fotos: Shutterstock)

No dia 2 de junho, o ator Joaquin Phoenix e o músico Dave Navarro vão conduzir em Los Angeles uma simbólica procissão funerária dedicada a animais mortos para consumo. Eles e os demais participantes carregarão nos braços os corpos desfalecidos de leitões, frangos, galinhas e cordeiros.

A iniciativa faz parte das homenagens que serão feitas no Dia Nacional dos Direitos Animais a bilhões de animais mortos anualmente pela indústria de carnes, laticínios, ovos e outros produtos.

Até agora 32 cidades já confirmaram participação no evento, incluindo não apenas cidades dos EUA, mas também da Dinamarca, Reino Unido, França, Alemanha, Canadá, Austrália e Índia, entre outras.

O objetivo do Dia Nacional dos Direitos Animais, instituído em 2011, é refletir sobre a violência humana contra animais de outras espécies. O evento memorial traz em sua programação a leitura da Declaração dos Direitos Animais, discursos, poesia, música e apresentações audiovisuais.

Além disso, convida as pessoas a adotarem um estilo de vida vegano, em oposição à exploração animal que se estende à alimentação, vestuário, cosméticos, produtos domésticos, medicamentos, mão de obra, esportes e entretenimento.

Segundo a organização Our Planet. Theirs Too, sediada em Los Angeles e responsável pela criação do Dia Nacional dos Direitos Animais, dezenas de bilhões de animais são mortos nos matadouros do mundo todo ao longo de um ano.

Somente nos Estados Unidos, 10 bilhões de animais terrestres e 20 bilhões de animais marinhos foram reduzidos a alimentos. Tivemos dez milhões de animais mortos em laboratórios, três milhões mortos para a extração de suas peles e 200 milhões assassinados por caçadores. São 80 milhões de animais mortos por dia.

“Esses indivíduos, que têm uma alma, um caráter único e uma vontade de viver, são exatamente como nós: eles vêm em todas as formas, cores e tamanhos. Alguns deles têm penas, alguns deles têm pelos, alguns deles têm patas e outros têm pernas minúsculas”, justifica a organização.

E acrescenta: “Mas todos compartilham a mesma coisa que também temos em comum: eles têm o direito de viver. Com seus filhos e famílias. Felizes e livres. Nesse dia, paramos tudo e nos lembramos deles.”

Kombi atropela cão em São José dos Campos (SP) e não presta socorro

O cãozinho não sobreviveu | Foto: Reprodução

Um vídeo que viralizou nas redes sociais essa semana mostra o momento em que uma kombi escolar atropela um cãozinho, passa por cima dele e vai embora sem prestar socorro. As imagens foram registradas por uma câmera de segurança no bairro Vila Paiva, em São José dos Campos, no interior de São Paulo.

O motorista e proprietário da kombi foi identificado como um prestador de serviço da prefeitura. Segundo informações do portal G1, ele não estava no horário de trabalho e usava o veículo para resolver questões particulares. Em nota, a prefeitura afirma que motorista foi contratado através de uma licitação para transportar alunos do município.

As imagens aterradoras mostram que o cãozinho foi atingido enquanto atravessava a rua. O animal se debate embaixo do veículo e após ser atropelado, se arrasta agonizando até a calçada. Uma passageira da kombi retira o cinto e faz menção de desembarcar do veículo, mas após ver que o cão ainda estava vivo e já tinha saído debaixo da kombi, muda de ideia e segue viagem.

O cãozinho foi amparado por Shirley Maria da Silva, uma moradora que também é enfermeira. Ela tentou amenizar o sofrimento dele, mas o estado do cachorro era muito grave e ele não sobreviveu. “Eu tentei tirar ele da rua e levar para minha casa, mas a hemorragia estava muito grande, ele estava agonizando. Quanto mais eu mexia, mais sangrava. Ele ficou olhando para mim o tempo todo e choramingando baixinho de dor, até morrer. Foi horrível”, disse em entrevista ao G1.

Ela afirma que os moradores contataram a prefeitura através do número 156, mas receberam a informação que o órgão público não presta este tipo de serviço. Para o auxiliar de produção Diogo Dias Ribeiro, o acidente claramente poderia ter sido evitado. “Dava para ver o cachorro de longe, é uma rua residencial, com tráfego devagar, tem lombadas. Não era para acontecer isso, ele não freou nenhuma vez. Ele sofreu muito, é muito revoltante esse tipo de coisa”, lamentou.

A Polícia Civil informou quem uma ONG de proteção animal registrou um boletim de ocorrência por maus-tratos contra animais. Testemunhas precisarão comparecer à delegacia para prestar depoimento. Não há prazo para a abertura do inquérito. A identidade do motorista responsável pelo cãozinho não foi revelada.

Grife Prada anuncia fim do uso de peles animais em suas coleções

Foto: Manfred Segerer

Seguindo o caminho de grandes grifes internacionais como a Gucci, a Chanel e a Versace, o Prada anunciou o fim do uso de peles de animais em suas próximas produções. A notícia é uma vitória importante para os direitos animais e demonstra que grandes empresas estão atentas a demandas de um público cada mais consciente e exigente.

A decisão foi tomada após uma campanha feita por ONGs e grupos de proteção animal, como a Fur Free Alliance e a PETA, que pediam que a grife italiana se conscientizasse sobre a dor e sofrimento animal envolvido na indústria da alta moda e investissem em matérias-primas sustentáveis.

A CEO da empresa, Miuccia Prada, acredita que esta foi decisão certa para o futuro da grife. “Focar em materiais inovadores vai permitir à companhia explorar novas fronteiras do design criativo, ao mesmo tempo em que atende à demanda por produtos éticos”, disse.

A primeira coleção livre de peles de animais será lançada em 2020. O produtos feitos com pele em estoque serão vendidos normalmente até serem esgotados.

Empresa que promove o veganismo patrocina quatro times de futebol do Norte do Brasil

Por David Arioch

“Estamos aqui juntos, unidos e impulsionados pela necessidade de uma mudança radical” (Foto: VeganNation/Paysandu Sport Club)

A empesa VeganNation, que promove o veganismo, se tornou a principal patrocinadora de quatro times de futebol do Norte do Brasil – Remo (PA), Paysandu (PA), Nacional (AM) e do time feminino Iranduba (AM).

O CEO da VeganNation, Isaac Thomas, conta que essa parceria com clubes de futebol é uma forma de utilizar o esporte para promover mais conscientização sobre a importância de um estilo de vida menos nocivo ao planeta e também de se proteger a Amazônia, a maior floresta tropical do mundo.

“É a maior produtora de oxigênio do qual a Terra depende. A Floresta Amazônica é o lar de cerca de 70% das espécies da Terra. As florestas tropicais são a parte mais importante da natureza e são vitais para a vida neste planeta”, defende.

A VeganNation é a responsável pela VeganCoin uma criptomoeda vegana rastreável criada para a aquisição de produtos e serviços veganos. A empresa também desenvolveu e está aperfeiçoando uma plataforma de interação entre veganos do mundo, além de ter como missão atrair quem se interessa em saber mais sobre o assunto.

Isaac Thomas defende que como o futebol tem muita visibilidade e é amado por muitos, o esporte tem o poder de tocar o coração das pessoas.

“Estamos aqui juntos, unidos e impulsionados pela necessidade de uma mudança radical. Estamos aqui para tocar os alarmes da mudança climática, para proteger nossas florestas, oceanos, vida selvagem e todos os nossos tesouros naturais. A mudança não é feita em um dia, mas todo dia conta e toda pessoa pode fazer a diferença”, enfatiza.

Saiba Mais

O aplicativo VeganNation está disponível na App Store e no Google Play.

MP denuncia ex-BBB Maycon Santos por apologia a maus-tratos a animais

O Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou o ex-participante do Big Brother Brasil 19, Maycon Santos, por apologia a maus-tratos a animais e crime contra a paz pública. Isso porque o mineiro deu declarações, durante o programa, nas quais disse que havia perdido a virgindade com uma cabra – o que configura estupro – e amarrado bombinhas no rabo de um gato.

(Foto: Reprodução / Globo)

Em fevereiro, o delegado Maurício Mendonça, titular da 32ª DP, do Rio de Janeiro, abriu um inquérito para investigar o caso após receber denúncias de entidades de proteção animal. O ativista Randel Silva foi o responsável por registrar a ocorrência contra o ex-BBB. As informações são do Notícias da TV.

Na última segunda-feira (20), a petição do Ministério Público foi encaminhada ao 16ª Juizado Especial Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que irá analisar se aceita a denúncia. O ex-BBB foi procurado para se posicionar, mas não comentou o caso.

Após sair do programa, Maycon falou sobre o assunto. “Falei algumas coisas que foram mal interpretadas, outras erradas, e não quero ser mal interpretado novamente”, disse. Sobre a apologia a zoofilia – isso é, o estupro de animais – o ex-BBB disse: “isso foi uma brincadeira e tenho a humildade de reconhecer que falei coisas erradas no programa”.

Mais de mil filhotes de marreco são incinerados vivos em SC

Após 1,4 mil filhotes de marreco terem sido encontrados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Ponte Alta, em Santa Catarina, em um caminhão baú, os animais foram incinerados vivos. O caso aconteceu em 10 de abril, mas só se tornou público nesta semana. Os marrecos foram retirados do caminhão devido a rígidas normas da Vigilância Sanitária e à falta de documentação dos animais.

Foto: Pixabay

O procedimento foi realizado pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (CIDASC), mas apesar de ser extremamente cruel, é amparado pela lei. As informações são do portal Brasil 247.

Indignado, o deputado Marcius Machado afirmou que vai propor uma alteração na legislação para que os animais que são transportados de forma ilegal sejam doados para assentamentos e pequenos agricultores ao invés de serem incinerados ou enterrados vivos.

“Altera a Lei nº 10.366, de 1997, que instituiu a Lei sobre a fixação de política de defesa sanitária do animal, visando proibir o enterro ou incineração de animais de produção vivos sem indicação de patologia emitida por autoridade competente e estabelece outras providências”, disse. O projeto, no entanto, abre brecha para que animais explorados pela indústria, que possuam algum tipo de patologia, sejam mortos através dos métodos cruéis de enterro e incineração.

O projeto, que foi enviado à CIDASC, para que o órgão se manifeste sobre o tema, tem como relato o deputado Mocellin.

A advogada animalista Letícia Filpi afirmou que “a Cidasc está tratando os animais como coisas inanimadas. O correto seria em contato com órgãos ambientais para saber como destinar os patinhos. Além disso, não havia prova do risco desses animais. A única coisa que tinha era falta de documentação, mas nada indicava que havia motivo para justificar a morte de 1.400 animais. A Cidasc agiu de forma inconstitucional, foi contra a lei de crimes ambientais. Na minha opinião de jurista, isso configura 1.400 crimes de maus-tratos com mortes, porque você só mata o animal quando você tem certeza de que isso é estritamente necessário. Neste caso, eles tomaram a opção mais simplista, mais prática e mais barata. E não a mais moral, a mais ética e a mais correta. Enterrar 1.400 indivíduos e tocar fogo não passa nem perto da moralidade administrativa. Isso é um ato criminoso e não adianta dizer que existe a lei porque a lei deve ser interpretada de forma moral inclusive. Isso é revoltante, aviltante. Um estado de direito não pode funcionar deste jeito. Nessa frieza. Se não há documentação, a punição deve ir para a empresa e não para os animais. O estado de Santa Catarina não pode mais justificar a matança deliberada que a Cidasc está fazendo, seja com os animais de produção, seja com a farra do boi ou com quais animais forem”.

“A Cidasc é um órgão da agropecuária, mas não pode se sobrepor a um órgão ambiental. O Brasil possui o princípio da não crueldade e o princípio do in dúbio pró natura. Os animais antes de ser propriedade humana, são bens ambientais”, completou.

Coruja fica com corpo repleto de cola após cair em armadilha em Goiás

Uma coruja-buraqueira caiu em uma armadilha e ficou com o corpo repleto de cola em Anápolis, a 55 quilômetros de Goiânia, em Goiás. O caso aconteceu no bairro São Joaquim.

Foto: Elisângela Sobreira/Divulgação

A armadilha havia sido feita para capturar ratos. De forma também equivocada, já que nenhuma espécie de animal deve ser condenada ao sofrimento de ter o corpo preso por cola. As informações são do G1.

Um casal de moradores da residência socorreu a coruja e a levou até um quartel do Corpo de Bombeiros para pedir ajuda. No local, o animal foi encaminhado para uma veterinária.

A médica veterinária Elisângela Sobreira prestou atendimento à coruja, que foi medicada e tomou banho para retirada da cola. O animal silvestre passa bem.

Foto: Elisângela Sobreira/Divulgação

No último domingo (19), a coruja foi devolvida à natureza em uma mata do condomínio em que a veterinária mora.

“Ela estava fraca, sem movimento e com asa sangrando. Ao tentar sair da armadilha, a coruja acabou machucando a asa. Fiz a limpeza do corpo dela, mediquei e fiz a alimentação dela, incluindo água com vitamina na seringa”, contou Elisângela.