Manifesto contra projetos que querem liberar caça a animais reúne 648 adesões

Um manifesto contra projetos de lei que visam liberar a caça a animais silvestres no Brasil, denominado “Sociedade reage: não à liberação da caça no Brasil”, já reúne 648 adesões, distribuídas em 28 redes e coletivos, 239 instituições privadas, 292 pesquisadores e técnicos, 69 artistas e 20 políticos.

Nesta quarta-feira (15) será encerrada a coleta de adesões para iniciar a formatação e entrega de versão impressa, na próxima quarta-feira (22), na Câmara dos Deputados.

Foto: Pixabay

De acordo com o manifesto, as propostas que tramitam na Câmara dos Deputados “ignoram o Princípio da Dignidade Animal (art. 225, §1º, VII, da Constituição Federal de 1988), e de que animais são seres sencientes (Tratado de Amsterdã, 1999 e Declaração de Cambridge, 2012), não podendo ser tratados como meras coisas ou mercadorias que podem ser mortos para diversão ou comercialização”.

O documento lembra ainda que os projetos contrariam a opinião da maioria da população brasileira, que é contra a caça. “Em 2003, o PNUD/IBAMA realizou a mais abrangente pesquisa para aferir o que pensa o brasileiro sobre a caça. Denominada “Pesquisa de Opinião Pública – Utilização de Animais Silvestres”, envolveu um público aleatório de 1.676 pessoas, nas 27 unidades federativas brasileiras, totalizando 81 (oitenta e uma) cidades (incluindo todas as capitais dos estados brasileiros). Os entrevistados em momento algum souberam que o contratante era o IBAMA, para não influenciar nos resultados. Uma das perguntas do questionário, a ser respondida com “sim” OU “não”, foi a seguinte: “Deve ser permitido caçar animais?”. O resultado apontou que dos pesquisados, 1.521/1.676 (90,8%) são contra a caça, 92/1.676 (5,5%) são favoráveis e 63/1.676 (3,7%) não souberam ou não responderam”.

O documento expõe também a existência de “diversas outras manifestações da sociedade civil, do Ministério Público e da população foram realizadas, demonstrando a ampla rejeição aos projetos que pretendem liberar a caça, especialmente o PL 6.268/2016”, como as “cerca de 400 mil assinaturas eletrônicas (nas plataformas Change, Avaaz e outras) já foram coletadas contra o referido PL, sendo a mais conhecida a da Change.

Os responsáveis pelo manifesto também expuseram argumentos contrários à caça, dentre eles, o fato da fauna brasileira ser de alta biodiversidade e de baixa densidade populacional por espécie, o alto endemismo da fauna e a possibilidade de grande instabilidade nas populações faunísticas serem causadas pela caça, a falta de recursos humanos, logísticos e financeiros dos órgãos fiscalizadores e o risco de animais de outras espécies serem mortos pelos caçadores.

Confira o manifesto na íntegra clicando aqui.

Vaca é resgatada após cair em cisterna e ficar submersa na água em GO

Uma vaca caiu em uma cisterna e ficou submersa na água, na zona rural de Goianésia, em Goiás. O acidente aconteceu no último domingo (12) e o animal foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros.

Foto: CMBGO/Divulgação

De acordo com os bombeiros, o buraco tem cerca de quatro metros de profundidade e fica no Assentamento Presente de Deus. As informações são do portal G1.

O próprio tutor da vaca acionou a corporação, segundo o tenente Eder Rosa da Silva. O resgate durou aproximadamente 1 hora e 20 minutos.

“O resgate foi dificultoso, pois o animal é adulto e de grande porte. A vaca foi resgatada sem ferimentos, mas foi encontrada debilitada pelas más condições do local”, disse o tenente Eder Rosa da Silva.

De acordo com a corporação, para que o resgate fosse possível, três bombeiros participaram da ação. Eles usaram equipamentos como corda, roldanas e tripé. Após ser resgatada, a vaca foi devolvida ao tutor.

Foto: CMBGO/Divulgação

Jovem é detido após matar gato, esquartejá-lo e postar caso na internet

Um jovem de 17 anos foi detido pela Polícia Militar após matar um gato, esquartejá-lo e publicar o caso na internet. O crime ocorreu na cidade de Bom Despacho, em Minas Gerais.

Foto: Reprodução / Diário da Amazônia

As imagens mostram o adolescente sufocando o gato e depois esquartejando-o. Ao divulgar o vídeo, ele confessou o crime. “Asfixiei meu gato, abri ele, tirei todos os órgãos e comi o coração dele. Sim, eu sou psicopata”, afirmou.

A mãe do rapaz confirmou que ele cometeu o crime. Segundo ela, o jovem faz tratamento psiquiátrico, toma medicação controlada e é dependente químico. As informações são do Diário da Amazônia.

O delegado Rodrigo Noronha, responsável pelo caso, disse que o rapaz precisa de tratamento especializado. De acordo com ele, um inquérito foi instaurado. O delegado afirmou ainda que espera decisão do Judiciário sobre uma possibilidade de internação compulsória do jovem em um hospital psiquiátrico.

Na internet, o caso gerou comoção. “Estudos comprovam que muitos assassinos possuem histórico de maus-tratos a animais”, disse uma internauta. “Pode ter certeza que ele tem coragem de fazer com um ser humano”, disse outra.

Cadela com deficiência adota filhote de gato e produz leite para alimentá-lo

Uma cadela da raça poodle, com deficiência, adotou um filhote de gato recém-chegado na casa onde ela vive, em Rio Pardo, do Rio Grande do Sul.

Foto: Reprodução / GAZ

A autônoma Rosi Trindade, de 35 anos, é tutora de Jady e dos pais dela, Aycha e Ravy. Ela ficou surpresa ao ver o carinho de Jady com um filhote de gato que foi viver com a família. As informações são do portal GAZ.

“Ela anda pela casa e adota as meias. E não deixa ninguém chegar perto”, conta, ao falar da cadela.

Há duas semanas, a família decidiu adotar Theodoro, um gato de 35 dias de vida. No começo, Rosi teve medo dos cães machucar o filhote, mas todos eles acolheram o animal, especialmente Jady.

A cadela, inclusive, produziu leite e foi flagrada pela tutora amamentando Theodoro. “Eu olhava na televisão, mas nunca tinha presenciado. Ela criou leite, não muito, mas criou. O amor verdadeiro eu vi hoje entre uma mãe adotiva e seu filhote de espécie diferente”, conta.

Cão tem pata amputada após ser atropelado por trem em Porto Alegre (RS)

Um cachorro teve uma das patas amputada após ser atropelado por um trem, na segunda-feira (13), em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

Uma estudante de medicina veterinária, que acompanhou o animal no atendimento, afirmou que o cão estava ferido nos trilhos quando a maquinista anunciou que iria socorrê-lo. As informações são do portal GaúchaZH.

Foto: Arquivo Pessoal

“Ela avisou via rádio que estava fazendo o resgate e perguntou se alguém poderia ajudar. Disse que o estado do cachorro era grave”, afirmou a jovem, que preferiu não ter a identidade revelada.

A universitária desceu do vagão na estação São Pedro para observar a situação, mas o veículo arrancou e ela só conseguiu encontrar o cachorro quando desembarcou na rodoviária.

“Um carro da Trensurb buscaria o cachorro, e já fazia uns 40 minutos que ele estava agonizando de dor, mas o veículo teve que atender a um imprevisto. Mais uns 40 minutos depois, fui na entrada da estação e falei com atendentes, que disseram que levaria outros 10 minutos, mas acabou chegando antes”, disse.

Preocupada com o animal, enquanto o carro não chegava, a jovem tentou buscar ajuda com a Brigada Militar e com a prefeitura, mas foi informada que os órgãos não prestam este tipo de serviço.

A estudante acompanhou o cachorro, que foi levado para uma clínica particular. Ele será submetido a uma cirurgia para amputar mais uma parte da pata. Uma vaquinha online irá arrecadar recursos para o tratamento.

A Trensurb se pronunciou sobre o caso através de uma nota. “Informamos que uma veterinária estava na estação e se colocou à disposição de ajudar; a segurança da Trensurb fez o transporte até a clínica para os procedimentos. Informamos, ainda, que a Trensurb possui parcerias com ONGs e busca firmar convênios institucionais com as prefeituras para buscar atendimento nesses casos de urgência”, diz o comunicado.

MP intima Havan por propaganda em que cachorro come chocolate

O Ministério Público de Santa Catarina intimou a empresa Havan a prestar esclarecimentos sob o fundamento de uma propaganda da loja considerada abusiva por incitar “o oferecimento de alimentos prejudiciais à saúde dos animais domésticos”, de acordo com o promotor de Justiça Marcelo Brito de Araújo. Na propaganda, relacionada à Páscoa, feita em forma de desenho animado, coelhos alimentam um coelho com ovos de chocolate. A cena gerou denúncias na Justiça, levando o MP a tomar uma atitude.

Foto: Reprodução / YouTube

O MP afirmou, no entanto, que o pedido foi arquivado após descobrir que a “alegação era descabida por tratar-se de desenho animado que desenvolve, em sua breve história, simples narrativa de humor.” As informações são da Gazeta do Povo.

Em nota, o Ministério Público informou que “a solicitação de informações, sem caráter obrigatório, é um procedimento padrão” e que a intimação “tem por objetivo oportunizar o exercício do contraditório, por meio de manifestação da parte interessada, antes do ajuizamento.”

De acordo com o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), não há processos em análise sobre o comercial. O órgão atende denúncias de consumidores, autoridades, associados ou da própria diretoria.

A publicidade abusiva é aquela que, segundo o art. 37, parágrafo 2º, do Código de Defesa do Consumidor, é “discriminatória de qualquer natureza, a que incite à violência, explore o medo ou a superstição, se aproveite da deficiência de julgamento e experiência da criança, desrespeita valores ambientais, ou que seja capaz de induzir o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa à sua saúde ou segurança.”

Homem encontra gata enquanto viaja pelo mundo e adota o animal

Dean Nicholson viajava pelo mundo de bicicleta quando encontrou uma gata abandonada. O ciclista saiu de sua terra natal, Dunbar, na Escócia, pedalou nos três primeiros meses até Newcastle, seguiu de balsa para Amsterdã, passou pela Bélgica, Suíça, França, Itália e Bósnia. Quando cruzou a fronteira da Bósnia para Montenegro, ele encontrou a gata.

Foto: Arquivo Pessoal / Dean Nicholson / Reprodução / Amo Meu Pet)

Ao subir uma colina íngreme, Nicholson ouviu um miado desesperado. Foi então que encontrou a pequena gata, que era apenas um filhote, em uma estrada. “Ela era uma coisinha pequenina e tão distante de qualquer lugar”, disse Nicholson ao StoryTrender . “Eu não ia levá-la comigo no começo, mas logo me apaixonei por ela e não consegui deixar ela sozinha”, completou. As informações são do portal Amo Meu Pet.

O ciclista tirou alguns objetos da cesta da bicicleta e colocou a gata, que logo pegou no sono. Nala, como passou a ser chamada, foi levada até uma clínica veterinária, onde foi examinada e vacinada. Em seguida, Nicholson conseguiu um passaporte para o filhote e seguiu a viagem.

Foto: Arquivo Pessoal / Dean Nicholson / Reprodução / Amo Meu Pet)

Os dois viajaram juntos pela Albânia e pela Grécia. Na Albânia, o ciclista resgatou outro filhote. Mas, como não tinha condições de adotá-lo também, o deixou aos cuidados de um veterinário, que o encaminhou para a adoção.

“Todo mundo a ama quando a vê saindo do carrinho na frente da minha bicicleta e sempre pede fotos dela”, disse Nicholson. “É muito louco. Eu tive pessoas parando em seus carros e saindo para vir vê-la também”, acrescentou.

Foto: Arquivo Pessoal / Dean Nicholson / Reprodução / Amo Meu Pet)

Jaguatirica é encontrada dentro de casa em Eugênio de Castro (RS)

Uma jaguatirica foi encontrada na segunda-feira (13) dentro de uma casa em Eugênio de Castro, no Rio Grande do Sul. O animal silvestre estava atrás de uma caixa de cerâmica, dentro de uma lavanderia. Ao encontrar o animal, a moradora da residência buscou ajuda com uma vizinha.

Foto: Divulgação/Brigada Militar

“Chegou aqui correndo no meu salão e disse: ‘Vem cá, tem um animal bem estranho na minha casa’. Aí eu fui e disse: ‘É um gato’. Ela disse: ‘Não é gato. Olha a orelha dele, é diferente!'”, contou ao G1 a empresária Lanir Schneider, de 57 anos.

A vizinha sugeriu que a porta da casa ficasse fechada e acionou a Brigada Militar. “É lindo, né? Bem bonitinho, parece um gato”, elogiou a vizinha. As informações são do G1.

Os agentes da Brigada informaram que trata-se de um animal adulto, com 2,5 kg. Ele ele foi resgatado com o auxílio de uma rede e de um cambão para contenção. Após o resgate, o animal foi solto em uma reserva ambiental.

“O veterinário deu um laudo de ‘apto para soltura’. Como ele não era domesticado, poderia ser devolvido à natureza”, explica o comandante do Pelotão Ambiental de Santo Ângelo, tenente Paulo Zilmar.

O comandante não soube explicar como a jaguatirica foi parar na casa. “Essa casa fica a uns 400 metros de uma lavoura, que tem alguma mata, mas não se tem ideia de por que esse animal foi parar na casa. Talvez tenha saído em busca de comida”, arriscou o tenente Zilmar.

Outro caso

Recentemente, um filhote de jaguatirica foi resgatado pela Polícia Rodoviária Federal em Vacaria, na serra gaúcha. O animal estava em uma rodovia e corria risco de atropelamento. O filhote foi solto a 400 metros de distância do local onde foi encontrado.

Galinhas lutam para andar, respirar e recorrem ao canibalismo em fazendas de criação

Imagens angustiantes divulgadas na segunda feira última, 13 de maio, mostram galinhas sofrendo maus-tratos, vivendo em condições desumanas, em ambientes super lotados e sujos, doentes e famintas, comendo umas as outras em fazendas de criação fornecedoras de grandes mercados.

Vídeos e fotos mostram as aves feridas e aflitas vivendo em condições precárias nos locais usados para criação em larga escala que ficam em Northamptonshire (Inglaterra), e que servem alguns dos principais supermercados do Reino Unido.

A filmagem foi divulgada pela ONG Animal Equality, que afirma que os trabalhadores podem ser vistos quebrando os pescoços das aves e deixando-as para morrer por vários minutos jogadas no chão.

O grupo também alega que as aves foram deixadas para morrer, agonizantes antes de serem bicadas e comidas por outras galinhas além de terem sido chutadas e pisadas por trabalhadores agrícolas da fazenda.

Imagens divulgadas pela ONG mostram as galinhas com as pernas abertas e batendo as asas em aflição.

As filmagens foram gravadas nas fazendas Evenley, Pimlico e Helmdon, em Northamptonshire, todas certificadas pela Red Tractor (selo de bem-estar animal) e administradas pela Avara Foods.

Investigadores dizem que encontraram sacolas cheias de galinhas mortas em uma das três fazendas durante visitas de janeiro a março, após uma denúncia.

A Animal Equity afirma que dezenas de pássaros desmoronaram sob o peso de seus “corpos anormalmente grandes” e não conseguiam nem ficar em pé, batendo as asas freneticamente em uma tentativa desesperada de se levantar.

Segundo a ONG, as aves mortas ficavam apodrecendo entre as vivas, levando as galinhas ao canibalismo em pelo menos uma das fazendas, enquanto os pássaros que já estavam morrendo eram jogados em uma pilha e deixados para sofrer por horas enquanto os funcionários limpavam o galpão para realizar mais mortes.

A ONG também disse que os trabalhadores estavam “violentamente quebrando os pescoços das aves e deixando-os a convulsionar em meio às demais”.

Pode-se ver pelo vídeo outras aves morrendo jogadas em uma pilha, deixados para sofrer por horas enquanto os trabalhadores limpavam o galpão.

O grupo também alega que funcionários estavam deliberadamente chutando e pisando em algumas galinhas repetidamente.

Um gerente de campanha pelo bem-estar animal da Woodhurst World Animal Protection disse: ‘Infelizmente, este material perturbador é típico das baixas práticas de bem-estar em muitas fazendas industriais onde galinhas são amontoadas e tratadas de maneira tão cruel que seus corações, pernas e pulmões mal conseguem aguentar a pressão.

“Algumas morrem antes de serem assassinadas pelos funcionários das fazendas devido a exaustão ou insuficiência cardíaca”.

“Ao adotar uma alimentação vegana e abrir mão da carne, as pessoas podem ajudar a terminar com o sofrimento desses animais”, disse o ativista.

Após a liberação no vídeo a Agência de Saúde Animal e Vegetal (APHA) do país realizou uma inspeção ao local sem aviso prévio. O órgão público relatou estar satisfeito com a saúde e o bem-estar das aves.

Enquanto a mentalidade especista de objetificação dos animais persistir, o sofrimento animal continuará. Galinhas são seres sencientes, extremamente inteligentes, capazes de realizar até operações matemáticas segundo cientistas, quem dirá compreender o que se assa ao seu redor.

Submetê-las a esse sofrimento é uma violência psicológica e física da qual a humanidade deve se envergonhar e eliminar o quanto antes.

Ao alimentar-se de forma vegana deixamos de alimentar essa indústria cruel e assassina.

A grife francesa Saint Laurent fez seu primeiro par de sapatos veganos sob encomenda

Foto: Livekindly/Reprodução

Foto: Livekindly/Reprodução

O baile de gala do Metropolitan Museum of Art em Nova York, conhecido como Met, da última segunda-feira (6) viu muitos “primeiros”. Katy Perry apareceu vestida de hamburguer vegano, Benedict Cumberbatch vestiu também moda livre de crueldade, usando um terno vegano feito de bambu com uma camisa de “seda de paz” por baixo.

O que muitos podem não ter percebido em todo o brilho e pompa de todo o evento, é que uma estreia muito importante aconteceu – nos pés de Miley Cyrus.

Junto com um vestido brilhante e de design arrojado feito também por Saint Laurent, Cyrus usou o primeiro par de sapatos veganos da marca para o evento, de acordo com a Vogue.

A revista comentou sobre o visual da cantora, “Cyrus protagonizou um momento para os livros de história, enquanto esbanjava estilo em um evento que ela admite ser o seu favorito”.

A casa de moda francesa Saint Laurent costumava ser conhecida como Yves Saint Laurent, ou YSL, e ainda hoje é referida como tal.

A cantora – que participou da festa pela primeira vez com seu marido, o ator Liam Hemsworth – usava um par de sandálias de salto vanguardistas da marca Paige (o design original usa couro e camurça).

“[O Met] é como uma reunião de todos os seus amigos e o evento começa a parecer uma família”, disse Cyrus à Vogue. “Eu sempre estive aqui sozinha, então usei salto mais alto porque tenho alguém em quem me apoiar dessa vez”.

O diretor criativo da Saint Laurent, Anthony Vaccarello, desenhou toda a roupa de Cyrus. “Eles tem um design feito de uma forma feroz e punk, acho que agora Saint Laurent é o que mais me faz sentir eu mesma”, disse a cantora.

Miley Cyrus, O baile do Met e a moda vegana

Cyrus é um participante regular do Met Gala, que é realizado anualmente como uma forma de arrecadar fundos para o Metropolitan Museum of Arts, em Nova York.

Esta não é a primeira vez que a celebridade lançou um visual vegano no evento; no ano passado, ela chegou vestida com uma peça de design ético da estilista Stella McCartney, um vestido de cetim de seda com as costas nuas.

Ela disse à Vogue na época: “Estou aqui, muito empolgada por fazer parte disso, porque acho que esse momento pode ser sobre tantas coisas diferentes e, para mim, quero trazer uma mensagem, que é sobre o veganismo e que não precisa haver tortura ou sofrimento animal na construção de uma moda fabulosa”.