Nova versão do Ford Bronco chega ao mercado com motor elétrico e design interno vegano

Foto: VegNews/Reprodução

Foto: VegNews/Reprodução

O tradicional modelo da Ford, Bronco, está recebendo uma reforma completa e vegan friendly (amigável a veganos) graças ao estúdio de design Zero Labs, de Los Angeles (EUA). O novo Bronco é totalmente elétrico e apresenta elementos de design atualizados, como um corpo de fibra de carbono, painéis de nogueira ou de bambu e uma opção de interior de couro vegano.

Nossos veículos elétricos clássicos da linha premium são artesanais exatamente para mostrar a qualidade do carro perfeitamente acionada por um sistema de acionamento totalmente elétrico,” a Zero Labs descreveu o novo Bronco em seu site.

“Eles são projetados para precisarem de pouca manutenção, ecologicamente corretos, com luxo e refinamento superiores. Nosso objetivo é oferecer mais de tudo que você ama,e menos tudo o que você odeia. Para ser apreciado agora e no futuro”.

A data de produção e o preço do Ford Bronco atualizado ainda não foram divulgados e apenas 150 dos novos modelos estão atualmente disponíveis para reserva.

O novo conceito da Ford se alinha a uma nova geração de veículos veganos que chegam ao mercado, incluindo o e-tron GT da Audi, o Polestar 2 da Volvo e o ID Roomzz da Volkswagen – um veículo esportivo elétrico equipado com couro vegano feito de maçãs.

Dois bezerros caem em cisterna de 5 metros de profundidade e são salvos

Dois bezerros caíram dentro de uma cisterna desativada em um sítio na MG-413, no quilômetro 20, em Araguari, no estado de Minas Gerais. O buraco tem cerca de cinco metros de profundidade e o acidente aconteceu no último domingo (28).

Foto: Pixabay / Ilustrativa

O Corpo de bombeiros foi acionado e o resgate levou aproximadamente três horas. Os animais caíram no buraco no final da tarde de sábado (27) e foram retirados dele na tarde de domingo (28), por volta das 14 horas.

Participaram da ação o sargento Fernando de Souza Terra, o sargento Terra e o cabo Aires. As informações são do portal G1.

De acordo com os bombeiros, o salvamento foi dificultado pelo fato de um bezerro ter caído em cima do outro. Para resgatá-los, uma escada foi apoiada na viatura como tripé e com a ajuda de cordas, um bombeiro entrou na cisterna para ajudar a içar os bezerros. Cada um deles pesa cerca de 150 quilos.

Aproximadamente dois minutos após o resgate, o bezerro que estava em cima do outro se levantou. O que estava em baixo, por apresentar ferimentos, estava mais debilitado. O tutor dos animais disse que chamaria um veterinário.

Depois que os animais foram retirados do buraco, um tapume foi usado para fechar a cisterna e o proprietário do sítio foi orientado sobre a importância de manter o local devidamente fechado, devido ao risco de quedas.

Disque Denúncia registra 854 denúncias de maus-tratos a animais no 1º trimestre no RJ

O Programa Linha Verde do Disque Denúncia, do Rio de Janeiro, registrou 854 denúncias de maus-tratos a animais, sendo 125 de abandono, no primeiro trimestre de 2019. Houve um aumento de 30% em relação aos casos de violência contra animais no município. Em 2018, foram 4.020 denúncias, contra 3.104 em 2017.

Os cachorros, gatos e cavalos são as principais vítimas. Dentre as denúncias, há casos de abandono, falta de alimentação, agressão, animais acorrentados, entre outros. As informações são do G1.

(Foto: Pixabay / Imagem Ilustrativa)

“Infelizmente a lei para maus tratos em geral, e o abandono está incluído entre os maus-tratos, é apenas de três meses a um ano. Com isso, você tem a chamada cesta básica e não resolve nada. Estamos lutando muito em Brasília para que essa pena passe de dois anos, seja retirada dos juizados especiais e vá para as varas criminais, onde você consegue uma condenação melhor”, contou Reynaldo Velloso, presidente da Comissão de Proteção aos Animais da OAB-RJ.

Um dos casos mais recentes registrados foi do abandono de um cão na Ilha do Governador. O animal foi deixado amarrado a um portão. Ele foi resgatado por uma ONG na última quinta-feira (25).

“Não é ursinho de pelúcia. Ele é um animal que vai precisar de uma ração de qualidade, precisar de acompanhamento veterinário, de exames”, destacou Renata Brito, protetora de animais.

As denúncias podem ser feitas diretamente na Prefeitura do Rio de Janeiro, pelo número 1746. Também pelo Linha Verde, de forma anônima, através dos telefones 2253-1177 e 0300-253-1177 (interior, ao custo de uma ligação local) ou pelo aplicativo Disque Denúncia.

Cachorro doente e quase cego é encontrado dentro de galinheiro

Um cachorro doente e quase cego foi encontrado dentro de um galinheiro, dividindo espaço com galinhas. Coberto de penas, com o pelo emaranhado, repleto de pulgas e carrapatos, ele foi resgatado. Ao ser examinado, foi diagnosticado com sarna e leishmaniose.

Reprodução / Portal Eu Amo os Animais

Resgatado pela “Save a Greek Stray”, o cão recebeu o nome de Pena. “Ninguém sabe como ele acabou morando em um galinheiro, mas é onde ele foi encontrado. Vivendo entre as galinhas, coberto de penas, cheio de pulgas e carrapatos, com o que restava de seu pelo, formando pelotas sujas”, disse um representante da ONG.

“Pena sofria de leishmaniose e, como não recebera tratamento a tempo, estava quase cego pela doença. No entanto, ele se restabeleceu totalmente e até recuperou a visão”, completou. As informações são do portal Eu Amo Os Animais.

Reprodução / Portal Eu Amo os Animais

O primeiro passo foi dar um banho no cão e tosá-lo. Ele tinha uma capa de pelo emaranhado sobre corpo que pesava 2,5 quilos.

Com o tratamento, Pena se recuperou dos problemas de saúde e o pelo dele cresceu, permitindo que ele se transformasse num animal completamente diferente do que era antes. Saudável, ele foi disponibilizado para adoção e encontrou um novo lar.

Homem coloca carro à venda para pagar cirurgia e salvar cachorro doente

Um homem decidiu colocar seu carro à venda para ter dinheiro para pagar uma cirurgia para seu cachorro, que adoeceu. Gemini, como é chamado o cão, engoliu um pedaço de plástico de uma garrafa enquanto brincava com uma criança e ficou doente.

Foto: Randy Etter

“Ele apenas começou a desacelerar e eu não achei que era normal, apenas deitado ao meu lado e me seguindo por toda parte”, disse Randy Etter, o tutor de Gemini. “Eu apenas senti como se ele estivesse dizendo: ‘ajude-me’”, completou, em entrevista ao The Dodo.

Foi então que o cachorro começou a vomitar e imediatamente foi levado ao veterinário, que não descobriu o que havia de errado com ele. “Eu perdi meu trabalho dirigindo de veterinário para veterinário e apenas parecia que eu não ia chegar a lugar nenhum ou levá-lo a ajuda que ele precisava a tempo. Foi realmente uma das coisas mais assustadoras que eu tive que lidar”, contou.

Foto: Reprodução / Facebook

Após uma longa procura, Etter encontrou um veterinário que fez o diagnóstico correto. Segundo o especialista, Gemini teria que ser operado e a cirurgia custaria US$ 4,5 mil. Como o tutor do cão não tinha esse dinheiro, ele decidiu colocar o próprio carro à venda.

“Eu ia gastar cada dólar arrecadado com a venda do carro em sua cirurgia”, disse Etter. “Eu ficaria arrasado se perdesse meu melhor amigo”, completou.

Ao saber do caso, um amigo de Etter emprestou US$ 2 mil para ele, mas não era suficiente para pagar a cirurgia. Foi então que uma ONG soube da situação e decidiu intervir.

Foto: Randy Etter

A Street Outreach Animal Response (SOAR) conseguiu arrecadar quase US$ 3 mil em doações, o que permitiu que a cirurgia fosse feita e que o cachorro sobrevivesse.

Gemini está agora passando pelo processo de pós-operatório e tem se recuperado bem. “Significa o mundo para mim. Ele é meu melhor amigo. Ele está sempre lá para mim, eu só queria poder retribuir o favor e estar lá por ele”, concluiu Etter.

Projeto que obriga clínicas a denunciar maus-tratos a animais é sancionado em MT

Um projeto de lei que obriga pet shops, clínicas e hospitais veterinários a denunciar à Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) casos de maus-tratos a animais atendidos nesses estabelecimentos foi aprovada na Assembleia Legislativa do Estado do Mato Grosso e sancionada pelo governador Mauro Mendes.

Foto: Pixabay

“Traçando um paralelo com o ser humano, pratica-se crime de maus-tratos contra animais sempre que ele é exposto a perigo em relação à sua vida e saúde”, afirmou a titular da Delegacia do Meio Ambiente, Alessandra Cozzolino, por meio da assessoria.

Segundo a delegada, crimes de maus-tratos podem ter origem em uma atitude que exponha o animal a risco de morte e prejuízo a saúde ou em uma omissão deliberada, como privação de alimento. As informações são do portal Só Notícias.

“Além da Lei de Crimes Ambientais, a própria Constituição Federal, em seu artigo 225, já protege todos os animais em relação a qualquer abuso ou maus-tratos”, explicou.

Segundo a nova lei, a comunicação do crime à Dema ou a qualquer outra delegacia deve ser feita de forma imediata, por meio de ofício físico ou comunicação digital.

Na denúncia, deve ser comunicado: nome, endereço e contato do responsável pelo animal, relatório de atendimento prestado, com espécie, raça e características físicas do animal e descrição do estado de saúde dele no momento do atendimento, além dos procedimentos adotados.

Reservas do Vietnã sofrem da “Síndrome da Floresta Vazia”

Saola espécie de antílope ameaçada | Foto: Helth Apta

Saola espécie de antílope ameaçada | Foto: Helth Apta

O Vietnã é um dos principais pontos de diversidade biológica do mundo, de acordo com uma pesquisa científica. Existem 30 parques nacionais em um país que é um pouco maior que o Novo México, e há tantos tipos de animais quanto nas prominentes savanas africanas do Quênia e Tanzânia.

Na verdade, centenas de novas espécies de plantas e animais foram descobertas no Vietnã durante as últimas três décadas, e mais são registradas a cada ano. O saola antílope, por exemplo. Seu rosto suave e repleto de listras brancas impressiona pela beleza. Anunciado como “o último unicórnio” por sua raridade, o saola é o maior animal terrestre descoberto em qualquer lugar desde 1937.

Um pequeno rebanho de rinocerontes perdidos há muito tempo, um cervo e um coelho listrado também apareceram na lista de novas espécies. Até um inseto gigante, com 21 centímetros de comprimento, e muitos outros tipos de pássaros – tordos risonhos – peixes, cobras e sapos até então desconhecidos ou considerados extintos.

Saola em close | Foto: List of Animals

Saola em close | Foto: List of Animals

As florestas do Vietnã abrigam duas dúzias de espécies de primatas – gibões, macacos, loris e langures, muitas vezes em cores que fazem a tribo humana parecer banal em contraste a eles.

Especialistas afirmam que a antiga floresta contém quase 2 mil espécies de árvores e entre elas vivem alguns animais incríveis e raros, incluindo o leopardo nebuloso, o langur de Delacour, civetas de Owston, lontras e ursos negros asiáticos. Corujas, esquilos voadores, loris, morcegos e gatos silvestres.

Mas as viagens para o destino rico em diversidade são quase impossíveis, guias turísticos indecisos quanto a áreas naturais e a vida selvagem, empurram pacotes para a paisagem habitada ou para as cidades. Quando questionados sobre seu comportamento eles simplesmente respondem: “Você já esteve no Vietnã antes, ou conhece a situação lá? É muito difícil se você não está ciente”.

Ameaça a vida selvagem

No Vietnã, os parques nacionais são basicamente apenas de fachada, e a caça (geralmente praticada por guardas florestais) e tem dizimado a vida selvagem, de acordo com informações do NY Times.

Apelos às equipes de conservação que vivem e trabalham no Vietnã reconciliaram as aparentes contradições. O país é realmente um epicentro da diversidade de espécies silvestres. Mas as viagens para conhecer a vida selvagem não são muito procuradas, e o Vietnã também se tornou um centro mundial para o tráfico de animais silvestres.

Suas populações selvagens, já cercadas pela destruição do habitat por uma população humana explodindo em números, também estão sendo fuziladas, capturadas e caçadas ao vivo de forma tão eficiente que os parques nacionais e outras áreas naturais são atualmente afetados pela “síndrome da floresta vazia”: de onde até mesmo pequenos animais e aves foram caçados até a extinção local. Outros países asiáticos estão em vários estágios da mesma convulsão. Costuma-se dizer que muitas novas espécies desaparecem antes que a ciência possa descobri-las.

Loris em cativeiro | Foto: Holocausto animal

Loris em cativeiro | Foto: Holocausto animal

O declínio da vida selvagem no Vietnã é especialmente intenso. Por exemplo, em uma única reserva nacional remota, especialmente habitada pelo saola e outros animais raros, foram encontradas 23 mil armadilhas de arame baratas, mas com eficiência fatal, em 2015, o ano mais recente apurado. Dezenas de milhares dessas armadilhas são colocadas a cada ano, tão rápido quanto podem ser confiscadas.

Apesar dos levantamentos intensivos, não se observou a ocorrência de nenhum saola (passível de verificação) desde que uma foto foi tirada de um deles, seis anos atrás. O último rinoceronte foi morto por caçadores furtivos no Parque Nacional Cat Tien em 2010. Os tigres foram efetivamente caçados até não existirem mais. Apenas pequenas populações de ursos e elefantes se agarram em espaços verdes de selva pequenos e vulneráveis. Quase todas as várias espécies de primatas estão em risco de extinção.

Parte dessa carnificina acontece para alimentar a demanda nacional e internacional da medicina tradicional oriental no Vietnã e na vizinha China. Exemplos de um extenso catálogo de “remédios” incluem: pênis de tigre para impotência, bile de urso para câncer, chifre de rinoceronte para ressaca, bílis de loris (primata) para aliviar as graves infecções das vias aéreas que surgem da poluição do ar no Vietnã.

Loris na natureza | Foto: Science News

Loris na natureza | Foto: Science News

Mais motivos para o extermínio dos animais selvagens descobertos pelas pesquisas foi “a crescente demanda por carne silvestre em restaurantes urbanos, o que é uma questão de status”, disse Barney Long, diretor de conservação de espécies da ONG Global Wildlife Conservation.

“Este tipo de consumo não como a carne do mato onde os pobres estão caçando comida para sobreviver”, disse ele. “É um símbolo de status para levar funcionários de sua empresa ou colegas do governo para uma refeição da vida selvagem. E honestamente, isso acontece em uma escala que é incompreensível. Não estamos falando de uma ou duas espécies, mas comunidades inteiras de vida selvagem estão desaparecendo”.

Dessa forma as florestas do Vietnã com sua variedade biológica rara e preciosa perecem silenciosamente enquanto um genocídio animal se consolida exterminando espécies que muitas vezes jamais chegaremos a conhecer, vítimas indefesas da ganância, estupidez e maldades humana irrefreáveis.

Mudança climática tem maior impacto sobre a vida marinha

Vida marinha sofre os efeitos da mudança climática | Foto: Ingrid Prats/Shutterstock

Vida marinha sofre os efeitos da mudança climática | Foto: Ingrid Prats/Shutterstock

A mudança climática causou o desparecimento duas vezes mais espécies marinhas do que espécies terrestres de seus habitats, descobriu um estudo conduzido pela Universidade Rutgers.

A maior vulnerabilidade das criaturas marinhas ao calor pode impactar nas populações e espécies que já estão severamente ameaçadas de extinção por fatores diversos como perda de habitat, enredamentos, choques com embarcações e outros fatores.

O estudo é o primeiro a comparar a sensibilidade das espécies marinhas e terrestres de sangue frio ao aquecimento global e sua capacidade de encontrar refúgio do calor enquanto permanecem em seus habitats normais.

Os autores investigaram pesquisas mundiais sobre quase 400 espécies, de lagartos e peixes a aranhas. Eles calcularam as condições de segurança para 88 espécies marinhas e 294 terrestres, bem como as temperaturas mais baixas disponíveis para cada espécie durante os períodos mais quentes do ano.

“Descobrimos que, globalmente, as espécies marinhas estão sendo eliminadas de seus habitats pelo aquecimento das temperaturas duas vezes mais que as espécies terrestres”, disse o principal autor do estudo, Malin Pinsky, professor associado do Departamento de Ecologia, Evolução e Recursos Naturais da Universidade Rutgers em Nova Brunswick. “As descobertas sugerem que novos esforços de conservação serão necessários se o oceano continuar ser saqueado para o bem-estar, a nutrição e a atividade econômica humanas”.

Foto: BSAC/Reprodução

Foto: BSAC/Reprodução

Os pesquisadores descobriram que as espécies marinhas são, em média, as mais propensas a viver à beira de temperaturas perigosamente altas. Além disso, muitos animais terrestres podem se esconder do calor em florestas, áreas sombreadas ou subterrâneas, um luxo que não é possível a muitos animais marinhos.

A perda de uma população pode esgotar a diversidade genética das espécies, ter impactos em cascata sobre seus predadores e presas e alterar os ecossistemas que envolvem também a sociedade humana.

O estudo observa que as extinções antigas estavam freqüentemente concentradas em latitudes e ecossistemas específicos quando o clima mudou rapidamente.

O aquecimento futuro provavelmente desencadeará a perda de mais espécies marinhas de habitats locais e maior rotatividade de espécies no oceano.

“Compreender quais espécies e ecossistemas serão mais severamente afetados pelo aquecimento, conforme as mudanças climáticas avançam, é de fundamental importância para orientar os esforços em prol da conservação dessas populações”, conclui o estudo.

Coreano cria canudos comestíveis de arroz

Por David Arioch

“Pensei em ingredientes que os sul-coreanos geralmente não depreciam. E arroz me veio à mente imediatamente” (Foto: Divulgação)

A empresa sul-coreana Yeonjigonji está fabricando canudos comestíveis a partir do arroz. A ideia de criar o produto veio depois que o CEO, Kwangpil Kim, leu um artigo sobre a marca Loliware, dos Estados Unidos, que produz xícaras comestíveis.

“Se eles podem fazer um copo comestível, não poderíamos fazer um canudo comestível? Pensei em ingredientes que os sul-coreanos geralmente não depreciam. E arroz me veio à mente imediatamente”, disse ao jornal diário indiano The Hindu.

Kim então optou por fabricar os canudos em Ho Chi Minch, a maior cidade do Vietnã que, segundo ele, tem um arroz menos aderente e mais adequado para a produção de canudos. Atualmente o seu maior desafio é reduzir custos de produção para competir com os canudos de plástico.

Após um ano e meio de pesquisa, os primeiros canudos foram criados em agosto de 2018, e atualmente Kwangpil Kim produz 500 milhões por mês. O produto já está sendo comercializado em países como Canadá, Singapura e Malásia.

Ao The Hindu, ele disse também que uma das maiores vantagens dos canudos de arroz é que eles são biodegradáveis. O que significa que o produto da Yeonjigonji se decompõe em até 100 dias enquanto os canudos de plástico levam cerca de 200 anos.

Já em contato com a água do mar, a versão de arroz se decompõe mais rápido – em oito dias. Por enquanto os canudos biodegradáveis estão sendo comercializados por 35 won. Em reais, o equivalente a 12 centavos.

“Se conseguirmos produzir de 2 a 2,5 bilhões de canudos de arroz por mês, poderemos reduzir o custo de produção em cerca de 120%”, declarou Kim, que não considera os canudos de papel uma boa alternativa porque exigem que árvores são cortadas.

Parceria para produção de carne feita a base de vegetais promete transformar o mercado chinês

Foto: Sublime China

Foto: Sublime China

O anúncio de uma parceria entre o WalMart e a Qishan Foods (maior produtora de carne vegetal da China) vem com a promeça de criar os produtos de carne vegetais mais saborosos e comercialmente adequados ao futuro do mercado chinês – tornando este um dos passos mais importantes para a integração e popularização da carne à base de vegetais na China nos últimos meses.

Em agosto passado, a Qishan Foods, a primeira empresa de produção de carne vegetal na China, aprovou a rigorosa revisão de qualificação de fornecedores e toda a cadeia da indústria e inspeção do Wal-Mart.

No início de março deste ano, a WalMart e a Qishan Foods iniciaram testes de mercado em três lojas em Shenzhen, colocando produtos de carne vegetal na área de alimentos pré-cozidos e montando prateleiras especiais para os consumidores escolherem os produtos.

Foto: Sublime China

Foto: Sublime China

A Qishan Foods é uma fabricante e também fornecedora de serviços de alimentos à base de vegetais que atende à Ásia e a diversos mercados internacionais.

Em 1993, a Qishan Foods foi oficialmente estabelecida como a primeira empresa lançada no exterior, introduzida pela Shenzhen Shajing. No mesmo ano, a sede foi transferida para Shenzhen, oficialmente renomeada para Shenzhen Qishan, e imediatamente introduzida na Alemanha na época.

A recém-lançada linha de produção e equipamento de processamento de proteína de soja formou a maior fábrica vegetariana moderna na Ásia na época. O mercado de exportação expandiu-se ainda mais para a Austrália, o Reino Unido, Portugal e outros locais.

Nos últimos 26 anos, a empresa investiu pesado em ciência e tecnologia em um esforço para tornar a China líder no movimento a base de vegetais no mundo.

Foto: Reuters

Foto: Reuters

Zhou Qiyu, gerente sênior do Departamento de Produtos da Qishan Foods, disse aos repórteres: “Quanto mais cedo o Tang and Song Dynasties, nosso restaurante vegetariano, puder usar tofu e vegetais para imitar o sabor da carne melhor. Por exemplo, uma mistura de picles Sichuan com berinjela pode fazer as pessoas acreditarem que provaram carne. A tecnologia moderna pode imitar o sabor da fibra da carne após a isomerização da proteína vegetal. Proteínas vegetais diferentes podem imitar o sabor de diferentes tipo de carnes”.