Vestido de Batman, homem encontra novos lares para animais que seriam sacrificados

Chris Van Dorn, fundador da ONG Batma4Paws (Batman 4 Patas, em tradução livre), resgata animais que seriam sacrificados em abrigos nos Estados Unidos e os leva para novos lares, dando-lhes uma nova chance de vida. O diferencial de Chris, no entanto, está na aparência: eles faz as ações solidárias vestido de Batman.

Foto: Arquivo Pessoal / Chris Van Dorn

Entre os animais salvos por ele está Koko, uma pit bull vítima de abandono. Resgatada pelo Pet Resource Center de Tampa, ela foi levada para o abrigo. Devido à superlotação do local, a cadela foi colocada na lista para ser sacrificada.

Uma hora antes de Koko ser sacrificada, Chris chegou ao abrigo, vestido de Batman, e a resgatou. Após tirá-la do local, ele a levou para um novo lar em Gatlinburg, no Tennessee.

Até chegar na nova casa, Koko viajou oito horas na companhia do Batman, seu novo amigo.

Foto: Arquivo Pessoal / Chris Van Dorn

“Eu diria que sou apenas o intermediário”, disse Chris ao The Dodo. “Os verdadeiros heróis são as pessoas que dão a esses cães um lar bom e amoroso”, completou.

Segundo ele, a ideia de fazer o trabalho voluntário em prol dos animais fantasiado de Batman tem o intuito de despertar o interesse das pessoas pela adoção. ”O traje apenas deixa todo mundo feliz e sorrindo”, disse. “É especial ver o Batman andando por aí e, quando descobrem que ele está fazendo uma boa ação no mundo, ficam ainda mais impactados”, concluiu.


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Famosos se engajam na causa animal e mudam a vida de cães abandonados

Famosos tem se engajado cada vez mais na causa animal, transformando, assim, a vida de cachorros e gatos vítimas do abandono e dos maus-tratos. O exemplo dado por essas pessoas é importante, já que elas são formadoras de opinião e acabam por influenciar seu público sobre a necessidade de combater o comércio de animais e praticar a adoção.

As atrizes Giovanna e Thaila (Fotos: Reprodução / Instagram)

Em abril, a atriz Fiorella Mattheis publicou uma foto no Instagram na qual aparece segurando dois cães no colo. Segundo ela, os animais foram abandonados, junto da mãe deles, no portão de sua casa. “Graças a minha mãe, pudemos ficar e cuidar desses bichinhos abandonados, mas nem sempre isso é possível! Por favor, castrem seus animais e jamais abandonem uma fêmea recém-parida…. Tem outros jeitos de resolver esse “problema”: entregue para um protetor, ONG ou veterinário, disse. Além das possibilidades apresentadas pela atriz, resolver o caso por conta própria, seja sozinho ou com a ajuda de amigos e pessoas sensíveis à causa animal é outra saída, já que a gravidez de um cão ou gato é de responsabilidade do tutor dele.

Outro animal que teve a vida transformada por um famoso foi Brisa. A cadela sem raça definida foi adotada pelo ator José Loreto. Além de adotar a cadela, que é o xodó do ator, Loreto também costuma divulgar notícias sobre feiras de adoção, animais perdidos e projetos relacionados à causa animal. Ele também já participou, na companhia de Brisa, da campanha #Adotei, que tem como objetivo incentivar a adoção de animais. As informações são do Observatório dos Famosos.

Giovanna Ewbank também tem envolvimento com a causa. A atriz adotou dois cachorros e chegou a realizar um bazar com a amiga Fiorella para a campanha “Adotar é Tudo de Bom”. Em maio, Giovanna usou as redes sociais para incentivar a adoção de animais ao contar a história de Favela, um de seus cães adotados.

“Esse aqui é o Favela, meu amigo que adotei pra vida! Na verdade, foi ele quem me adotou me dando amor, carinho, parceria e felicidade. Te amo tanto, Favelinha!!! Como a @pedigreebr diz há dez anos: ADOTAR É TUDO DE BOM! E eu também acredito nisso. Você já pensou em adotar um bichinho? Eu recomendo!!!”, escreveu.

 

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Esses são os bebês que contei pra vcs nos stories, que deixaram no portão da minha casa em Petrópolis! Encontramos eles recém nascidos, com olhos fechados e cordão umbilical junto da mãezinha mto cuidadosa mas desesperada! Foram quase 2 meses de cuidados e hoje estão prontos pra adoção! Se vc se apaixonou por eles e quer adotar, mande uma msg pra @protecaocaoamor e fale com a Andreia ( parabéns por todo seu emprenho com os animais aqui em Petrópolis, o mundo precisa de pessoas como vc, obrigada!) A maezinha ainda precisa tratar anemia pra poder ser castrada e depois adotada! Graças a minha mãe, pudemos ficar e cuidar desses bichinhos abandonados mas nem sempre isso é possível! Por favor, castrem seus animais e jamais abandonem uma fêmea recém parida…. Tem outros jeitos de resolver esse “problema”: entregue para um protetor, ong ou veterinário (no Google vc pode achar um perto de vc!). CASTRAÇÃO É A ÚNICA SOLUÇÃO. Por favor me ajudem a divulgar ❤️

Uma publicação compartilhada por Fiorella Mattheis (@fiorellamattheis) em

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Entre os famosos que apoiam a causa animal estão ainda as atrizes Thaila Ayala e Cleo Pires. Thaila integra a mesma ONG de proteção animal que a amiga Fiorella e, em entrevista ao Gshow, dividiu com o público um pouco da sua história de amor pelos animais.

“Eu cresci convivendo com animais. Meu pai tirava todos da rua e levava pra casa, então, aprendi o que era amor sem pedir nada em troca. Meu sonho nem é ter minha própria ONG. Quero ter um pedaço bom de terra para tirá-los da rua. Se Deus quiser, isso vai acontecer”, falou.

Cleo Pires, por sua vez, faz parte da Associação das Mulheres Protetoras dos Animais (AMPARA Animal) – ONG em que Fiorella é madrinha. “O maior objetivo é conscientizar as pessoas para que façam suas escolhas de forma consciente. E que estas escolhas sejam preservar os animais. O trabalho é feito por amor e de forma inteligente, focado no lado positivo da causa”, disse Cleo ao falar sobre a entidade.


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Cães desnutridos e feridos são salvos após serem abandonados em imóvel

Cinco cachorros desnutridos e com ferimentos pelo corpo foram resgatados na última semana após serem abandonados em um imóvel em Vargem Pequena, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. No local, havia um casal de cachorros e três filhotes, todos da raça american bully.

Foto: Reprodução/Gabinete do vereador Luiz Carlos Ramos Filho

“Recebi a denúncia de vizinhos. Os animais não se alimentavam há vários dias”, afirmou o vereador Luiz Carlos Ramos Filho, presidente da Comissão de Defesa dos Animais da Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

O parlamentar acionou a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente e a Subsecretaria de Bem-estar Animal da cidade.

“O imóvel era alugado, e o locatário está desaparecido. A polícia vai investigar. Maus-tratos a animais é crime”, acrescentou Ramos Filho, em entrevista ao G1.

Foto: Reprodução/Gabinete do vereador Luiz Carlos Ramos Filho

Ramos Filho levou os cachorros para uma clínica veterinária particular. “Depois serão encaminhados a um abrigo, castrados e colocados para adoção”, explicou.

É o segundo resgate do tipo feito em menos de um mês na cidade. No dia 12 de junho, 12 cachorros desnutridos foram encontrados pela Subsecretaria de Bem-estar Animal em uma casa no bairro Engenho de Dentro, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Outros cinco cães estavam mortos no local.

Foto: Reprodução/Gabinete do vereador Luiz Carlos Ramos Filho

Denúncias

O programa Linha Verde, do Disque Denúncia, registrou 854 denúncias de maus-tratos a animais apenas nos três primeiros meses deste ano, sendo 125 de animais em situação de abandono.

De acordo com o programa, as principais vítimas são cachorros, gatos e cavalos. Entre as denúncias consta falta de alimentação, abandono, agressão, e outras crueldades, como manter animais acorrentados.

As denúncias e os pedidos de resgate podem ser feitos através do telefone 1746 ou pelo site, em qualquer dia da semana, inclusive aos domingos e feriados.

Foto: Reprodução/Gabinete do vereador Luiz Carlos Ramos Filho

Foto: Reprodução/Gabinete do vereador Luiz Carlos Ramos Filho


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A luta pelo reconhecimento dos direitos animais é uma missão de todos

Por Bruna Araújo

Divulgação

No dia 14 de julho é celebrado em todo o mundo o Dia Mundial da Liberdade de Pensamento em alusão à Queda da Bastilha, durante a revolução Francesa, em 1789. A liberdade de expressão é considerada um direito humano inalienável e a principal égide do jornalismo desde os seus primórdios, mas ter esse direito assegurado não é tarefa fácil.

Defender valores, ideais e causas é liderar transformações, mas também é estar sob a mira da intolerância. Um exemplo flagrante disto foram os ataques sofridos pelo portal da ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais), que teve sua estrutura fortemente prejudicada após a ação de hackers.

Os ataques cibernéticos ao site da ONG foram motivados pela coragem da ANDA de denunciar a política de retrocesso em relação aos animais e ao meio ambiente do então candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) e a política de favorecimento aos agrotóxicos. Além da ação de hackers, a ANDA também foi vítima de ameaças de haters nas mídias

Atitudes que promovem o cerceamento da liberdade de expressão, assegurada a todos os cidadãos através da Constituição Federal de 1988 no Brasil, fragilizam a democracia e expõem a face mais perversa de um sistema de governo: o totalitarismo. O ataque a uma ONG é um golpe contra toda a sociedade e instituições. Defender os animais, o meio ambiente e a liberdade é um dever de todos.

Atualmente, a ANDA está funcionando em um modo de visualização básica como inúmeras limitações, mas continua no ar publicando cerca de 40 conteúdos próprios diariamente e mantendo seu compromisso de dar voz aos animais e a todos que lutam para protegê-los. Assumir um compromisso que transcende a própria existência é não ter, nunca, medo.

Ajude a reconstruir o site da ANDA

A ANDA lançou uma campanha de financiamento coletivo na plataforma Vakinha com o objetivo de arrecadar R$33 mil até o dia 19 de agosto de 2019. Deste valor, R$28 serão destinados exclusivamente à reconstrução do site, enquanto os R$5 mil restantes serão usados para cobrir taxas e outras despesas. Para premiar os colaboradores, o Sítio do Bem, e-commerce especializado em camisetas temáticas para quem é apaixonado por animais, sorteará cupons de compras no valor de 50 reais entre os doadores, que poderão ser resgatados em produtos no site. Ao final da campanha, todos os doadores receberão um agradecimento público no novo site da ANDA.

Vídeo flagra banhistas montados em tartaruga gigante ameaçada de extinção

Foto: Newsflare/Andrew Chanpapua

Foto: Newsflare/Andrew Chanpapua

Imagens perturbadoras mostram habitantes locais em uma praia da Indonésia montados nas costas de uma tartaruga gigante que tinha ido a praia para colocar seus ovos.

O vídeo foi filmado na sexta-feira depois da tartaruga ter sido “atacada” pelos banhistas enquanto lutava para se locomover com dificuldade em função dos peso em suas costas.

As autoridades locais ainda não fizeram qualquer declaração sobre o incidente.

Primeiro, um homem mais velho senta-se nas costas da tartaruga-de-couro (Dermochelys coriácea), enquanto outro parece empurrar o animal e um terceiro fica atrás segurando um pesado galho de árvore como se fosse um bastão.

Então, um homem mais jovem sobe nas costas da tartaruga, comendo indiferentemente um lanche enquanto monta o réptil em extinção.

Outro homem carregando uma criança chega e se junta a ele nas costas da tartaruga, enquanto o animal se esforça para rastejar em direção ao mar.

Um jovem toma o lugar do segundo, equilibrando-se nas costas do animal a apoiando os pés na cabeça da tartaruga.

O vídeo corta para outro homem idoso e corpulento que monta a tartaruga.

Foto: Newsflare/Andrew Chanpapua

Foto: Newsflare/Andrew Chanpapua

Outro homem ainda, de shorts amarelos, joga punhados de areia na cauda do animal em uma aparente tentativa de incitá-lo a andar, depois dá um empurrão na tartaruga antes de pegar uma de suas nadadeiras traseiras para segurar e impedir o movimento do réptil.

O homem então se apoia em ambas as nadadeiras traseiras do réptil marinho enquanto a tartaruga desce os últimos metros até a beira da água.

Foto: Newsflare/Andrew Chanpapua

Foto: Newsflare/Andrew Chanpapua

Os homens ficam nas costas da tartaruga enquanto ela se arrasta para as ondas, seus companheiros se juntam ao redor da cena para encorajá-los.

A tartaruga-de-couro ou tartaruga-marinha é a maior de todas as tartarugas e a quarta maior réptil, com mais de meia tonelada de peso.

Seu nome vem da falta de uma concha óssea, única entre as tartarugas marinhas. Em vez disso, sua carapaça é coberta por pele e carne oleosa.

Foto: AFP/Getty Images

Foto: AFP/Getty Images

Tartarugas marinhas são encontradas nos oceanos Pacífico, Índico e Atlântico. Eles estão listados como em perigo em todos, menos no Atlântico noroeste.

Tartarugas-de-couro adultas têm poucos predadores naturais e não são pescados por sua carne.

Mas a espécie enfrenta ameaças causadas pelo homem na forma de redes de pesca e lagostins, além de comer por engano balões e sacolas plásticas que lembram a água-viva que é parte natural de sua alimentação.

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Pit bull condenado a morte é salvo e adotado pela veterinária que o atendeu

Pacino e sua tutora | Foto: Brittany Elder

Pacino e sua tutora | Foto: Brittany Elder

Pacino foi encontrado sozinho e muito ferido em um quarto de uma casa abandonada em Camden, Nova Jersey, nos Estados Unidos. Ele tinha ferimentos extremos em todo o corpo, e os agentes do controle de animais que o encontraram o levaram direto para uma clínica veterinária para avaliar sua condição.

A situação definitivamente não parecia boa para o pobre cachorro, mas felizmente, era Brittany Elder quem estava trabalhando como um dos veterinários naquele dia e, assim que ela conheceu Pacino, tanto a vida dele quanto a dela mudaram para sempre.

Os policiais que trouxeram Pacino disseram à veterinária que ele estava “em estado lastimável” e era “agressivo demais”, mas Elder imediatamente passou por tudo isso.

Foto: Brittany Elder

Foto: Brittany Elder

“Quando eles o levaram para a sala de tratamento, ele estava dentro de uma caixa gigante”, disse Elder ao The Dodo. “Eu abri a caixa e ele estava encolhido em um cantinho e não saía dali, mas eu podia ver que ele estava todo ensanguentado e extremamente ferido. Eles o jogaram pra fora do caixote e ele caiu no meu colo porque ele não se aguentou em pé. Ele estava tremendo de tão assustado. Seu corpo estava frio, magro e imundo”.

Elder sentou-se no chão da clínica veterinária com Pacino no colo e apenas o segurou por um tempo. Ficou claro que esse pobre cachorro passara pelo inferno e havia retornado, e Elder queria desesperadamente mostrar a ele como era ser amado pela primeira vez em sua vida.

Foto: Brittany Elder

Foto: Brittany Elder

E com ele nos braços ela tomou uma decisão silenciosa.

Quando Elder segurava Pacino, os veterinários e oficiais de controle de animais começaram a discutir a situação de Pacino. Com base em sua condição e onde ele tinha sido encontrado, eles assumiram que ele tinha sido usado como um cão de isca para brigas de cães.

Suas feridas eram tão severas e seriam extremamente caras e difíceis de tratar, então o veterinário chefe e o oficial de controle de animais decidiram juntos que o melhor curso de ação seria aplicar morte induzida ao cachorro. Enquanto isso Elder segurava e confortava Pacino e ela sabia que jamais iria permitir que isso acontecesse ao cachorro.

Foto: Brittany Elder

Foto: Brittany Elder

“Em determinado momento, apesar de estar com muita dor, ele olhou para mim e lambeu meu rosto”, disse Elder. “Foi nesse momento que eu soube que esse cachorro não era ‘muito agressivo’ como haviam dito e que eu tinha que fazer algo para salvar sua vida. Eu decidi que iria assumir total responsabilidade financeira por ele, encorajá-lo a trazê-lo de volta à saúde e descobrir como oficializar a adoção mais tarde. Eu só precisava fazer algo e rápido”.

Elder assumiu total responsabilidade por Pacino e rapidamente providenciou para que ele tivesse suas feridas limpas e cuidadas. Seus ferimentos eram tão graves que não puderam ser costurados, e por isso a veterinária colocou cerca de uma dúzia de drenos por todo o corpo dele para evitar a infecção.

Foto: Brittany Elder

Foto: Brittany Elder

Após a cirurgia de Pacino, Elder e seu namorado começaram a tomar providências para levar o pit bull para casa com eles. Ele ainda estava muito inseguro e com muito medo de tudo, além do mais, eles não tinham ideia de como ele reagiria ao chegar em sua casa – mas assim que ele chegou, eles perceberam que não tinham nada com que se preocupar.

Nos primeiros dias em sua nova casa, Pacino estava incrivelmente nervoso, e definitivamente mostrou sinais claros de que havia sido abusado em sua vida anterior.

Mas ele rapidamente percebeu que podia confiar em Elder e seu namorado, e não teve nenhum problema em deixá-los limpar suas feridas ou dar-lhe remédios. Pacino apegou-se a eles muito rapidamente, e pareceu entender, quase imediatamente, que eles o amavam e só queriam ajudá-lo a se curar.

Foto: Brittany Elder

Foto: Brittany Elder

“Ele confiou tanto em nós que nos permitiu fazer o que precisávamos para ajudá-lo”, disse Elder.

Enquanto o casal sabia muito pouco sobre o passado de Pacino, ficou claro que ele não teve uma vida muito feliz – porque o pobre filhote não tinha ideia de como ser um cachorro.

“Ao longo de sua recuperação, nós literalmente tivemos que ensiná-lo TUDO”, disse Elder. “Nós tivemos que treiná-lo, mostrar a ele onde comer, ensiná-lo a andar na coleira, mostrar a ele os brinquedos e como brincar e fazê-lo ver que ele era um cão normal.”

Foto: Brittany Elder

Foto: Brittany Elder

Quanto mais tempo Pacino passava em sua nova casa, mais ele começava a sair de sua concha e, em pouco tempo, ele era o cão mais doce e brincalhão do mundo, que só queria estar perto das pessoas que amava sempre que podia.

Suas feridas eventualmente se transformaram em cicatrizes e suas feridas emocionais pareciam se curar também. A dedicação de Elder, seu amor e sua mão sempre tocando Pacino foram o remédio ideal para sua alma machucada.

Foto: Brittany Elder

Foto: Brittany Elder

“A coisa que mais se destaca na minha mente, foi quando um dos meus amigos deu-lhe um pacote de cuidados com uma grande bola vermelha dentro”, disse Elder. “Eu acho que deve ter sido a única vez que ele viu um brinquedo, porque ele não sabia o que fazer com ele no começo. Depois de alguns lances, ele ficou obcecado com isso e foi quando vi seu primeiro sorriso! Ele era bobo, desajeitado e, em geral, super doce e ansioso para agradar. Ficou claro para nós que éramos de fato sua família, e nós nunca poderíamos deixá-lo ir”.

Agora, Pacino está com sua família há cinco anos e todos amam cada segundo juntos. Enquanto ele ainda não está confortável em torno de outros cães por causa de seu passado como um cão de isca, ele ama todos os bebês, crianças e adultos que ele conhece, e não se cansa de conhecer e brincar com novas pessoas. Ele adora comida e passa o tempo com seus pais, e sua nova guardiã é tão grata por ter sido ela a segurá-lo aquele dia no consultório veterinário pois foi ali que ela percebeu que os dois jamais se separariam.

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Cientistas descobrem que mães golfinho cantam para seus filhos no ventre

Foto: Shane Gross/Shutterstock

Foto: Shane Gross/Shutterstock

A inteligência dos golfinhos nunca deixa de surpreender os seres humanos, seu cérebro é de deixar qualquer um com inveja. Quando se compara o tamanho do corpo desses animais com o tamanho de seu cérebro, eles têm um índice parecido com o dos humanos (6,5 para nós; 5,5 para eles). E ganham com folga dos chimpanzés (apenas 2,6), outros gênios do reino animal.

Ao redor do mundo, golfinhos provam o tempo todo sua inteligência e capacidade de cognição únicas, são donos de um cérebro fora do comum. Há espécies que não só aprendem a usar ferramentas, como ensinam seus filhos a usá-las. Há outras que jogam uma espécie de vôlei subaquático com algas apenas para se divertir. Há orcas – que não, não são baleias, mas golfinhos oceânicos – que usam dialetos para se comunicar.

Uma nova pesquisa mostrou que os golfinhos “cantam” para seus filhos ainda me gestação, em seus ventres. Os golfinhos usam “apitos ou assobios personalizados” para identificar e se comunicar uns com os outros, da mesma forma que usamos nomes. Os golfinhos-mãe foram observados fazendo um assobio personalizado para o bebê nos meses que vão até o nascimento e perduram até duas semanas depois.

Isso foi estudado antes, mas esta nova pesquisa analisou as taxas em que ocorriam esses assobios e se eles mudavam após o nascimento. Audra Ames, do Laboratório de Comportamento e Cognição de Mamíferos Marinhos da University of Southern Mississippi, mostrou algumas de suas descobertas na conferência anual da American Psychological Association, relatórios da Live Science.

“É uma hipótese que isso faça parte de um processo de impressão”, disse Ames à Live Science na conferência.

“Nós realmente vemos que bebês humanos desenvolvem uma preferência pela voz de sua mãe no último trimestre. Não sabemos se isso é algo que está acontecendo aqui, mas pode ser algo similar”, acrescentou ela.

Os cientistas gravaram 80 horas de áudio – ambos dois meses antes e depois do nascimento. O grupo de golfinhos observados, incluía uma fêmea de 9 anos que estava grávida de um golfinho do sexo feminino, mais tarde chamada de Mira.

Eles descobriram que a mãe fez um novo assobio que se intensificou em torno do nascimento e depois começou a diminuir ao longo dos meses seguintes. Também foi descoberto que outros golfinhos na área permaneceram mais quietos nesse período, o que eles acreditam ser um esforço consciente para não confundir o filhote e garantir que ele “não se prenda no apito errado”.

Além disso, quando a mãe começou a diminuir suas repetições, os outros golfinhos do grupo começaram a aumentar as taxas de seus próprios assobios. O assobio da mãe para o filhote neste período inicial também divergia do assobio que outros golfinhos faziam.

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Veterinária dorme dentro de canil para confortar cão ferido em incêndio

Foto: Care More Animal Hospital

Foto: Care More Animal Hospital

A vida do cão Taka quase chegou ao fim em um incêndio.

A casa do cachorro da raça shiba inu, de 8 anos, pegou fogo enquanto ele estava em uma varanda coberta. Por mais que sua família tentasse, eles não conseguiram chegar até ele a tempo e tiveram que fugir da casa para não morrer.

Então um milagre aconteceu. Taka conseguiu escapar da varanda sozinho e correu pela rua. Um vizinho acabou encontrando-o e o levou para ser atendido no Hospital Animal em Martinez, na Geórgia (EUA).

“Ele tinha queimaduras em volta dos olhos, boca, orelhas, barriga”, disse Emily Martin, veterinária do Care More Animal Hospital, ao The Dodo. “Nós realmente não sabíamos o quão grave seus ferimentos eram inicialmente, porque tivemos que nos preocupar primeiro com as queimaduras por inalação.”

Foto: Care More Animal Hospital

Foto: Care More Animal Hospital

Os olhos de Taka também ficaram gravemente feridos – infelizmente, ele acabou ficando cego.

Quando Taka começou a ter problemas para respirar, a equipe do centro veterinário o transferiu para a clínica da Universidade da Geórgia, onde ele poderia ser ligado a uma máquina de oxigênio. Depois de alguns dias, Taka melhorou e foi forte o suficiente para voltar ao Care More Animal Hospital, onde a equipe fez tudo que podia para ajudá-lo a melhorar.

Martin, em particular, desenvolveu um carinho muito especial por Taka.

Foto: Care More Animal Hospital

Foto: Care More Animal Hospital

“Eu tento tratar meus pacientes da mesma forma, mas o caso dele tocou meu coração um pouco mais fundo”, disse Martin. “Quando ele deu entrada no hospital, estava gritando de dor, mas ele se acalmou no momento em que me sentei com ele e comecei a cantar para ele.”

Martin falou com a família de Taka logo após sua chegada ao hospital veterinário, e eles acabaram entregando Taka aos cuidados de Martin por causa de sua saúde. Desde então, Martin decidiu se tornar mais do que a veterinária de Taka – ela se tornou sua mãe.

Foto: Care More Animal Hospital

Foto: Care More Animal Hospital

Como o hospital não está aberto 24 horas por dia, Martin trouxe Taka para casa com ela uma noite, então ele não precisou mais dormir sozinho.

“Eu estava com ele a noite toda em minha casa, então no dia seguinte estávamos exaustos”, disse Martin.

No dia seguinte, Martin rastejou pra dentro do canil de Taka no hospital veterinário, e os dois tiraram uma soneca juntos. Um dos colegas de trabalho de Martin capturou o momento em uma foto.

Para Martin, uma das coisas mais incríveis sobre Taka é o quão gentil ele é, apesar de tudo o que ele está passando.

Foto: Care More Animal Hospital

Foto: Care More Animal Hospital

“Ele não tem um único traço de maldade em sua personalidade”, disse Martin. “Muitas vezes, quando os animais estão com dor, eles começam a morder apenas porque estão sofrendo, mas ele não tentou me morder nenhuma vez. Ele aceita ser consolado pelas pessoas.

Embora ainda seja muito cedo para dizer como as queimaduras afetarão Taka a longo prazo, Martin e os outros veterinários estão otimistas sobre sua recuperação, especialmente porque ele está comendo e indo ao banheiro sozinho.

“Ele definitivamente está com muita dor, então ele não pode realmente estar feliz, mas estamos esperançosos de que ele vai ficar bem”, disse Martin.

A personalidade de Taka está começando a desabrochar.

Foto: Care More Animal Hospital

Foto: Care More Animal Hospital

“Ele gosta de esfregar a barriga e adora comida, então é um porquinho”, disse Martin. “Ele também gosta de abraçar”.

Martin se tornou muito ligada a Taka, então ela seriamente está pensando em adotá-lo. Dito isso, Martin já tem cinco outros cães e um bebê de sete meses, então ela admite que sua casa pode não ser o lugar ideal para Taka, que precisará de muito cuidado individual.

Caso Taka seja colocado para adoção, Martin está determinada a encontrar o melhor lar possível para ele – com pessoas que reconheçam o cão especial que ele é.

“Ele passou por algo tão traumático e doloroso, e ainda assim não desiste”, disse Martin.

“Ele é o cão mais forte e corajoso que eu já conheci”, conclui ela.

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Estudo revela que gorilas criam músicas para cantar enquanto comem

Foto: Reprodução/Dangerous Minds

Foto: Reprodução/Dangerous Minds

De acordo com um artigo de Brian Owens na revista New Scientist, um cientista alemão que trabalha no Congo descobriu um fato novo e divertido sobre os gorilas, eles murmuram e até cantam durante as refeições. Comportamentos especificos relacionadas à comida haviam sido documentadas em chimpanzés e bonobos anteriormente, mas nunca em gorilas.

Foi observado ainda que os animais não apenas vocalizam, os gorilas parecem emitir dois tipos diferentes de som enquanto comem. Um deles era “um tom de baixa freqüência constante” que soa como um murmúro de satisfação, ou um zumbido: E não é como se eles “cantassem a mesma música várias vezes”, comentou Luef. “Parece que eles estão compondo suas ‘pequenas canções de comida’”.

De acordo com Ali Vella-Irving, especialista em primatas de Toronto, “Cada gorila tem sua própria voz: você pode realmente dizer quem está cantando. E se é sua comida favorita, eles cantam mais alto”.

Os comportamentos, no entanto, diferem conforme os primatas estão em cativeiro ou não. Em zoológicos, todo indivíduo canta durante as refeições, mas Luef descobriu que, na natureza, “geralmente eram apenas os gorilas do sexo masculino e dominantes que murmuravam e cantavam enquanto comiam”.

Ela especulou que a vocalização pode ser o método do gorila dominante de informar ao grupo que a refeição ainda não está concluída e que a hora de seguir em frente ainda não chegou. “Ele é quem toma as decisões coletivas para o grupo”, diz Luef. “Acreditamos que ele usa essa vocalização para informar os outros ‘Ok, agora estamos comendo’”.

Como há muita variação nas vocalizações e chamados entre indivíduos e espécies, as comunicações relacionados aos alimentos fornecem uma boa maneira de estudar a origem da linguagem, diz Zanna Clay, psicóloga da Universidade de Birmingham: “Esses comportamentos dão uma boa ideia da origem do significado em sinais de animais, e também as pressões sociais que podem impulsionar a flexibilidade que vemos na linguagem deles”.

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Vaca resgatada não para de chorar até ter seu filho de volta

Foto: The Gentle Barn

Foto: The Gentle Barn

Quando Maybelle chegou ao santuário Gentle Barn, no Tennessee (EUA), uma fazenda-abrigo e refúgio para animais de criação resgatados, ela já tinha vivido oito anos sendo explorada como vaca leiteira. No santuário, Maybelle nunca mais teria que produzir leite para os humanos – em vez disso, passaria os dias pastando, dormindo e aproveitando o sol e a liberdade.

Mas a partir do momento em que Maybelle chegou ao santuário, ela ficou incrivelmente infeliz – e, a princípio, ninguém conseguia descobrir por quê.

“Ela estava chorando sem parar”, disse Andrea Burritt, gerente da fazenda onde fica o Gentle Barn’s Tennessee, ao The Dodo. “Ela apenas andava pelo pasto constantemente e não parava de chorar.”

Foto: The Gentle Barn

Foto: The Gentle Barn

Burritt só tinha visto uma outra vaca agir assim antes – uma vaca que havia sido separada de seu bebê. Mas Burritt e os outros funcionários do santuário não acharam que Maybelle tivesse um bezerro.

No entanto, Maybelle continuou chorando – e insistindo.

“Foi horrível”, disse Burritt. “Ela estava implorando para nós todos. Ela olhava profundamente nos olhos de quem se paroximasse dela, e apenas mugia de forma pungente. Era óbvio que algo estava errado, e foi difícil descobrir como poderíamos ajudar e o que poderíamos fazer.”

Foto: The Gentle Barn

Foto: The Gentle Barn

A família com quem Maybelle vivia antes de se mudar para o santuário não tinham telefone, então os funcionários não tinham como ligar e perguntar sobre um possível bezerro que teria ficado para trás. Jay Weiner, o cofundador do santuário, acabou dirigindo de volta para a fazenda com um trailer a tiracolo, para o caso de Maybelle ter mesmo um bebê.

Quando Weiner chegou à fazenda e explicou a situação ao dono da propriedade, o homem apenas apontou para Miles, um bezerro de 9 meses de idade. Aquele não apenas um bebê – era o bebê de Maybelle.

Miles ficava em um pasto separado de Maybelle na fazenda, mas eles sempre se viam e ouviam um ao outro, de acordo com Burritt.

Foto: The Gentle Barn

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A família entregara Maybelle de bom grado ao Gentle Barn para recompensá-la por todos os anos de serviço que ela havia dedicado a eles, e logo concordaram que Miles também poderia ir para o santuário.

Weiner carregou Miles até o trailer trailer e o levou ao santuário para se reunir com sua mãe. Burritt e os outros funcionários do santuário vibraram de alegria quando souberam.

“Corremos para Maybelle e lhe dissemos: ‘Temos seu bebê, temos seu bebê'”, disse Burritt. “E ela apenas ficou no canto do pasto, até que ela viu o trailer chegar. Então ela começou a perseguir o trailer através do pasto até ele parar na porteira”.

Foto: The Gentle Barn

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Enquanto Weiner chegava ao pasto, Maybelle e Miles já tinham começado a chamar um pelo o outro. Quando Miles saiu do trailer, ele correu direto para sua mãe.

“Eles se reconheceram imediatamente”, disse Burritt. “Ela o checou todinho para ter certeza de que ele estava bem, e então eles saíram andando juntos.”

Maybelle e Miles passaram o resto do dia curtindo a companhia um do outro.

“Eles ficaram juntos”, disse Burritt. “Maybelle finalmente se acalmou – ela não tinha comido muito desde que chegou, então eles se afastaram e foram pastar juntos. Então, mais tarde, naquela noite, nós os trouxemos para dormir e os mantivemos sempre juntos.”

Foto: The Gentle Barn

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“Nós os colocamos na mesma barraca para que eles pudessem dormir juntos e apenas cuidar um do outro”, acrescentou Burritt.

Mas Miles não era o único bebê que Maybelle tinha que se preocupar – no fim das contas, Maybelle estava grávida quando chegou ao santuário.

Em setembro passado, Maybelle deu à luz uma menina chamada Eclipse.

Foto: The Gentle Barn

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Miles não poderia estar mais feliz sendo um irmão mais velho.

“Eles cuidam um do outro e brincam uns com os outros”, disse Burritt. “É muito bonito de ver. Mas Eclipse ainda é menor, então Miles é muito gentil com ela.”

“Eclipse observa constantemente Miles, e ele ensina a ela como brincar e a se divertir”, disse Burritt. “Eles gostam de derrubar carrinhos de mão e correr pelos pastos o mais rápido que podem. São como duas criancinhas que adoram brincar.”

Foto: The Gentle Barn

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Para Burritt, assim como o restante da equipe do santuário, não há melhor sensação do que ver essa família de três seres maravilhosos aproveitando a vida juntos.

“É o que queremos para eles”, disse Burritt. “Estamos trabalhando muito duro para criar um mundo mais gentil, onde as mães possam criar seus bebês, não importa as espécies que sejam, e assim suas famílias podem ficar juntas – sempre – assim como nós. É o maior presente que podemos dar eles, e nós estamos felizes em fazer parte disso, e poder oferecer um lugar onde eles possam fazer isso e estar seguros”.

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