Retirada de casinhas de cães comunitários é suspensa pela Justiça em Porto Alegre (RS)

A retirada de três casinhas de cães comunitários, determinada pela Prefeitura de Porto Alegre (RS), foi suspensa pela Justiça na última quarta-feira (10). Os abrigos para os animais foram colocados por moradores em uma calçada na rua Ângelo Crivelaro, no bairro Jardim do Salso.

Foto: Reprodução/RBS TV

A prefeitura havia determinado, na sexta-feira (5), um prazo de sete dias corridos para o condomínio Tulipa retirar as casinhas da calçada. No entanto, o juiz Eugênio Couto Terra atendeu a um pedido do Movimento Gaúcho de Defesa Animal, que defende a permanência das casinhas para animais em situação de rua, e suspendeu a retirada dos abrigos.

Uma audiência entre as partes foi marcada para o dia 23 de julho. Na data, a prefeitura e a ONG poderão apresentar seus motivos para, respectivamente, defender a retirada e a manutenção das casinhas. A decisão sobre o pedido de liminar deve ser apresentada durante a audiência. Até que a decisão seja proferida, a ordem de remoção dos abrigos está suspensa.

A assessoria da Procuradoria-Geral do Município (PGM) informou que a prefeitura foi citada e intimada pela 10ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre e que irá comparecer à audiência. As informações são do G1.

As casinhas foram colocadas em frente ao condomínio por moradores do bairro. De acordo com a síndica do prédio, esses moradores alimentam os animais, oferecem água e limpam os abrigos. Segundo ela, as casinhas não atrapalham o trânsito de pedestres.

Foto: Reprodução/RBS TV

A ordem de despejo emitida pela prefeitura, no entanto, foi realizada após alguns vizinhos acionarem à administração municipal. O condomínio, porém, recorreu da decisão. O recurso foi analisado e o município manteve a ordem de retirada dos objetos com base em uma legislação municipal que impede a instalação de equipamentos, elementos construtivos e outros em logradouros e passeios públicos para assegurar o direito de livre circulação de pedestres.

Apesar da lei municipal, na esfera estadual foi aprovada, neste ano, uma lei que permite que os moradores coloquem casinhas comunitárias na rua para abrigar animais, desde que elas não atrapalhem os pedestres e os motoristas.

Ao ser notificada sobre a decisão judicial, a Prefeitura de Porto Alegre reafirmou sua insensibilidade diante do sofrimento dos animais desabrigados, reforçando a ideia de retirar as casinhas da calçada, e sugeriu que o melhor para os cães é “viver com uma família”, mas sem tomar qualquer iniciativa para retirar os cachorros da ruas e encaminhá-los à adoção.


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Meghan Markle quer que seu filho cresça na companhia de um cachorro

Foto: PA

Foto: PA

A duquesa de Sussex está planejando adotar um cão resgatado para que seu filho Archie tenha a oportunidade de crescer na companhia de um animal.

Meghan estaria procurando em centros de resgate para encontrar um animal doméstico para seu filho de dois meses.

A ex-atriz de 37 anos é patrona do The Mayhew Animal Home, em Londres, e falou anteriormente sobre a “mudança de vida” que a adoção de um animal doméstico pode trazer.

Foto: PA

Foto: PA

O duque e a duquesa de Sussex já têm dois cachorros em Frogmore Cottage, em Windsor, na Inglaterra, incluindo o beagle resgatado de Meghan: Guy.

Meghan ficou muito chateada quando foi forçada a deixar seu outro cão resgatado (já idoso) em Bogart, em Toronto, no Canadá quando se mudou para o Reino Unido para viver com o príncipe Harry.

Agora, a duquesa “realmente quer um cachorro com quem Archie possa associar sua infância”, disse uma fonte ao The Sun.

Cães adotados por Meghan, Guy e Bogart | Foto: Instagram Meghan Markle

Cães adotados por Meghan, Guy e Bogart | Foto: Instagram Meghan Markle

Em janeiro, Meghan visitou o The Mayhew Animal Home e foi especialmente cativada por uma cachorrinha de um ano da raça jack russell, chamada Minnie, que ia para adoção.

Ela queria levá-la para casa, mas disse aos espectadores na época: “Não podemos levar outro cachorro antes do bebê, pois nossas mãos estão lotadas!”

Meghan pediu aos seus seguidores que apoiassem a ONG de bem-estar animal da maneira que pudessem – seja adotando um animal, como voluntario, doando ou conscientizando as pessoas sobre os animais necessitados.

A duquesa não é a única amante de cães da família real.

Rainha Elizabeth IIFoto: PA

Rainha Elizabeth IIFoto: PA

A rainha é famosa por seu amor aos cães da raça corgi, que remonta a 1944, quando ela recebeu Susan, seu primeiro cão da raça pembroke corgi dado a ela em seu aniversário de 18 anos por seu pai, o rei George VI.

Ela possuía cerca de 30 corgis naquela época e todos – com exceção de um – são descendentes de Susan, e a rainha tornou-se uma especialista na raça.

Seu último cachorro, Whisper, morreu aos 12 anos no ano passado.

A princesa Anne tornou-se o primeiro membro da Família Real a adquirir um registro criminal quando foi multada em 500 libras depois que sua cachorra da raça bull terrier chamada Dotty mordeu uma criança em Windsor Great Park em 2002.

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

O Duque e a Duquesa de Cambridge possuem um cocker spaniel chamado Lupo que foi dado a eles como um presente de casamento em 2011 do irmão de Kate, James.

A Duquesa da Cornualha, Camila, Bowles, adotou os cães terriers da raça jack russell Beth e Bluebell do abrigo Battersea Dogs and Cats Home em 2012.

No final de semana Harry e Meghan compartilharam duas fotos do batizado de Archie com seus quase 9 milhões de seguidores, postando que se sentiam “tão felizes em compartilhar a alegria deste dia com os membros do público” e agradecendo aos apoiadores por sua gentileza.

Duquesa da Cornualha | Foto: Getty Images

Duquesa da Cornualha | Foto: Getty Images

Mas seguiu-se uma reação à insistência de que a cerimônia permanecesse privada e que as identidades dos padrinhos de Archie não fossem reveladas.

Na imagem compartilhada, Meghan foi vista olhando nos olhos de Harry enquanto o pai orgulhoso olhava para Archie, e colocava a mão no braço de sua esposa.

Apenas 25 convidados estiveram presentes no batismo, onde Archie Harrison Mountbatten Windsor foi batizado em uma capela privada no Castelo de Windsor.

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Cachorrinha especial viaja pelo mundo após ser adotada

Foto: Instagram/hotrodmel

Foto: Instagram/hotrodmel

Mel, uma Pit Bull de oito anos, pode precisar de uma cadeira de rodas para se locomover, mas isso não a impede de viajar pelo mundo todo com seu pai, Tom Dilworth.

Dilworth foi ao abrigo Yonkers Animal Shelter para ver outro cachorro, mas acabou adotando Mel. Dilworth aproximou-se de Mel, que deitou a cabeça em sua perna e, naquele momento, ele soube que precisava levá-la para casa.

Foto: Instagram/hotrodmel

Foto: Instagram/hotrodmel

Logo depois de adotar Mel, Dilworth percebeu que ela tinha problemas com seu equilíbrio que continuaram a piorar com o tempo. Dilworth acabou descobrindo que Mel tinha uma doença neurológica que afeta seu equilíbrio.

Foto: Instagram/hotrodmel

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A doença causava a dor de Mel. Ela tinha dificuldade em andar sozinha. Com a ajuda de Eddie Wheels for Pets, Dilworth colocou Mel em uma cadeira de rodas para ajudá-la a se locomover.

Dilworth é fotógrafo profissional e adora viajar, mas nunca vai a lugar algum sem a sua fiel parceira canino.

Foto: Instagram/hotrodmel

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Mel começou a conhecer e explorar novos e incríveis lugares com seu pai e está amando sua segunda chance na vida.

Clique aqui para acompanhar as aventuras de Mel no Instagram.

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Estudo revela que o plantio de árvores é a solução mais efetiva no combate à mudança climática

Foto: sharegoodstuffs

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O plantio de bilhões de hectares de árvores em uma área do tamanho dos EUA pode ser a “solução mais eficaz para combater a mudança climática até hoje”, dizem os pesquisadores.

Um estudo descobriu que há potencial extra para o plantio de mais 900 milhões de hectares (2,2 bilhões de acres) de árvores em áreas que naturalmente seriam de bosques e florestas.

À medida que crescem e amadurecem, as árvores podem absorver e armazenar 205 bilhões de toneladas de carbono, segundo a análise publicada na revista Science.

Se a maior desse carbono parte provêm da atmosfera, as árvores poderiam absorver cerca de dois terços dos 300 bilhões de toneladas extras de carbono que estão na atmosfera por causa da atividade humana desde a revolução industrial.

Em seu estudo, os cientistas suíços do Laboratório Crowther ressaltam que “a restauração global de árvores é a solução mais eficaz para a mudança climática até o momento”.

No entanto, outros especialistas afirmaram que o estudo superestimou a quantidade de carbono que essa restauração florestal poderia tirar da atmosfera, e que o foco deveria ser a eliminação das emissões de combustíveis fósseis.

O professor Tom Crowther, autor principal do estudo, disse: “Todos nós sabíamos que a restauração das florestas poderia desempenhar um papel no combate às mudanças climáticas, mas não tínhamos conhecimento científico do impacto que isso poderia causar.

“Nosso estudo mostra claramente que a restauração florestal é a melhor solução disponível atualmente e fornece evidências concretas para justificar o investimento.

“No entanto, levará décadas para novas florestas amadurecerem e atingirem esse potencial”.

“É de vital importância que protejamos as florestas que existem hoje, busquemos outras soluções climáticas e continuemos a eliminar os combustíveis fósseis de nossas economias para evitar mudanças climáticas perigosas.”

Só no Reino Unido, estima-se que 4,6 milhões de hectares de cobertura florestal poderiam ser criados, em grande parte em terras de pastagens que poderiam continuar a alimentar bois e vacas, ao mesmo tempo em que armazenam carbono, dizem os pesquisadores.

A análise utilizou quase 80 mil imagens de satélite de alta resolução de áreas protegidas para avaliar os níveis naturais de cobertura de árvores em áreas que vão desde a tundra do Ártico à savana, mata aberta e florestas densas.

O Laboratório Crowther descobriu que as florestas poderiam ser reaproveitadas em 1,7 a 1,8 bilhão de hectares de terra em áreas com baixa atividade humana que atualmente não são usadas como terras urbanas ou agrícolas, adicionando 900 milhões de hectares de cobertura florestal.

O estudo conduzido pelo Dr. Jean-François Bastin também sugere que há mais potencial para replantio de árvores em terras agrícolas e áreas urbanas.

Os pesquisadores estimam que 700 milhões de hectares de cobertura florestal poderiam ser adicionados através de árvores da cidade e “agroflorestamento” – por exemplo, plantar linhas de macieiras através de plantações só no Reino Unido.

Comentando o estudo, o professor Simon Lewis, da University College London, disse que a estimativa de que as florestas extras poderiam armazenar 200 bilhões de toneladas de carbono era “muito alta”.

Ele acrescentou: “Novas florestas podem desempenhar um papel na limpeza de algumas emissões residuais de carbono, mas a única maneira de estabilizar o clima é que as emissões de gases de efeito estufa cheguem a zero, o que significa cortes drásticos nas emissões de combustíveis fósseis e desmatamento”.

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País de Gales está a um passo de proibir animais selvagens em circos

Uma legislação que proíbe o uso de animais selvagens em circos itinerantes no País de Gales entra em votação essa semana.

A nova legislação, escrita para alinhar o País de Gales com a Escócia, será apresentada à assembleia na segunda-feira (8).

O ministro de Assuntos Agropecuários do governo de Gales, Lesley Griffiths, disse que os animais selvagens devem ser “tratados com respeito”.

Suas propostas foram bem recebidas pela RSPCA, mas um homem descrito como o último domador de leões da Grã-Bretanha, Thomas Chipperfield, disse que a nova lei era “não-aprovável”.

O governo galês disse que a nova lei foi “apoiada de forma esmagadora” em uma consulta recente que teve mais de 6.500 respostas positivas.

Existem agora apenas dois circos que visitam regularmente o País de Gales e viajam pelo Reino Unido com animais selvagens.

Leis semelhantes foram aprovadas na Escócia e na Irlanda, enquanto a legislação para proibir a prática na Inglaterra está atualmente passando pelo Parlamento.

A legislação de Gales tornará ofensivo o proprietário de um circo itinerante usar ou permitir que outra pessoa use um animal selvagem em um circo itinerante.

Qualquer pessoa condenada por infringir a lei enfrentaria uma multa ilimitada nos tribunais.

Ms Griffiths disse que os animais selvagens não devem “ser explorados para o nosso entretenimento”.

“A introdução deste projeto de lei envia uma mensagem clara de que este governo e o povo de Gales acreditam que esta prática está ultrapassada e eticamente inaceitável”, disse ela.

No entanto, Thomas Chipperfield, que trabalhou e se apresentou com circos itinerantes no Reino Unido, disse que o projeto era “um movimento muito pouco liberal”.

Ele disse que conviveu com grandes felinos nos últimos oito anos, mas atualmente possui dois rinocerontes africanos, um tigre de Bengala do sexo masculino, cavalos e cachorros. E que os animais estão “acostumados a esse estilo de vida”.

O sofrimento e a exploração de animais em circo já foi exposto mundialmente e diversos países já possuem legislação que proíbe essa prática cruel. Para citar apenas alguns deles: Áustria, Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Croácia, Chipre, Grécia, Guatemala, Israel, Itália, México, Paraguai, Peru, Escócia, Luxemburgo, Noruega, Cingapura, Romênia, entre outros.

Em sua evidência apresentada ao comitê de assembléia, Chipperfield disse que a questão dos animais selvagens em circos não era “uma grande preocupação” para o público britânico.

Enquanto isso, Claire Lawson, da RSPCA, disse que manter animais selvagens em circos itinerantes “não tem lugar no País de Gales moderno”.

“É ótimo que o governo galês tenha aceitado isso e agido em prol desses animais”, disse ela.

O chefe de assunto relacionados bem-estar animal e animais cativeiro da ONG Born Free Foundation, dr. Chris Draper, disse que o País de Gales se juntaria a uma “longa e crescente lista” de países para proibir a prática.

“A Grã-Bretanha pode em breve estar livre de circos com animais selvagens”, acrescentou ele.

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Touros são perseguidos pela multidão e obrigados a pular no mar

Foto: AFP/Getty Images

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Fotos fortes e perturbadoras mostram multidões perseguindo touros até forçá-los a pular no mar próximo à cidade portuária de Alicante, uma estância turística espanhola popular.

Os animais são incitados ao mar por aqueles que celebram a chegada do festival de touros “Bous a la mar” (touros no mar), na costa mediterrânea da Espanha.

Uma das imagens divulgadas mostra um enorme touro marrom pulando de cabeça no mar, enquanto um folião acena com uma bandeira branca para o animal.

Foto: AFP/Getty Images

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Outra foto mostra um touro negro lutando para nadar enquanto seus cascos, chifres e cabeça podem ser vistos se debatendo na água.

As fotos, tiradas na costa de Denia, fazem parte do festival cruel e bárbaro que acontece no primeiro fim de semana do mês de julho anualmente.

Uma imagem mostra cinco homens tentando domar um touro na água para retirá-lo do mar e colocá-o em um barco.

Foto: AFP/Getty Images

Foto: AFP/Getty Images

Dois homens seguram o touro por trás enquanto outro tenta amarrá-lo ao barco e um terceiro e um quarto empurram.

As imagens aparecem em seguida ao segundo dia de outro festival bárbaro em Pamplona, no norte da Espanha, que foi criticado e denunciado por ativistas dos direitos animais e causou pelo menos 10 vítimas entre pessoas com ferimentos graves e leves.

O festival, que acontece a 400 quilômetros ao norte de Alicante, causa a morte de dezenas de touros a cada ano.

A tradição ultrapassada e secular das touradas tem sido uma questão controversa na Espanha.

Foto: AFP/Getty Images

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As Ilhas Canárias se tornaram a primeira região espanhola a proibir a tradição “bárbara” em 1991. Vinte anos depois, a Catalunha seguiu o exemplo.

Enquanto os grupos pró-touradas lutaram contra as restrições, protegendo a tradição sob a lista do patrimônio cultural da Unesco, as touradas seguem em declínio.

Houve 810 lutas em 2008, mas esse número caiu mais da metade para apenas 369 no ano passado.

Esta semana em Pamplona, uma mulher de 19 anos foi ferida na região da coluna e quatro outras também ficaram feridas no segundo dia do festival de touros da cidade.

Foto: AFP/Getty Images

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Dois homens e uma mulher foram hospitalizados com ferimentos na cabeça e hematomas graves, enquanto milhares de pessoas tomaram as ruas na segunda edição no evento deste ano.

Um deles foi atingido nas costas pelos chifres de um touro e sofreu uma lesão na coluna, mas não precisou ir ao hospital.

Outro recebeu um golpe na cabeça e foi levado ao hospital ainda consciente.

Acredita-se que um terceiro tenha quebrado o ombro esquerdo e outro tenha sido chutado nas costas. Um quinto foi tratado por contusões.

Foto: AFP/Getty Images

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Acredita-se que nenhuma das lesões seja fatal.

Os seis touros da fazenda Cebada Gago, conhecida por criar touros ferozes (por meio de sofrimento e assédio), foram cercados por bois mansos durante a maior parte da rota de 850 metros até a praça de touros, enquanto corredores brigavam por um lugar no espaço limitado perto de seus chifres.

A corrida durou dois minutos e 23 segundos.

A notícia de mais feridos chega apenas um dia depois que mais cinco pessoas ficaram feridas no dia de abertura do festival.

Foto: AFP/Getty Images

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Um deles, um americano de 23 anos, esta em estado “grave” no hospital depois de ter sido ferido na perna esquerda.

As outras vítimas foram são californiana de 46 anos, que sofreu um ferimento superficial no pescoço, e um homem de 40 anos da província de La Rioja, no norte da Espanha, também ferido na perna esquerda.

Um jovem de 18 anos da cidade basca de San Sebastian e um atleta de 23 anos de Barcelona também foram levados para o hospital com ferimentos na cabeça.

Embora a condição deles não seja grave, a equipe do hospital disse que um deles saiu do local inconsciente e só recobrou os sentidos na ambulância.

Foto: AFP/Getty Images

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Imagens divulgadas por um rede de televisão mostraram um homem sendo levantado no ar e atingido no traseiro depois de ser surpreendido por trás por um dos animais de meia tonelada enquanto corria ao longo do percurso de meia milha pelas ruas de Pamplona.

Um dos seis touros da corrida, que correu cercado por seis novilhos, caiu logo no começo.

Outro se separou do resto do bando no final e foi levado para a baia após completar a corrida, em dois minutos e 40 segundos e cerca de meio minuto depois dos outros animais.

Foto: AFP/Getty Images

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Um porta-voz do Hospital de Pamplona disse inicialmente que havia recebido apenas um homem com ferimentos na perna esquerda, confirmando depois que outros dois pacientes foram trazidos para o hospital com ferimentos na cabeça.

Uma das pessoas que foi levada para o hospital com ferimentos na cabeça foi retirada da cena inconsciente, mas o porta-voz do hospital disse que ele havia recobrado os sentidos na ambulância.

O porta-voz da Cruz Vermelha, José Aldaba, disse que os mais gravemente feridos foram tratados no domingo no principal hospital regional após a corrida, que durou 2 minutos e 41 segundos.

Os seis touros, acompanhados de touros mansos mais novos, correram juntos em grupo durante a maior parte do percurso até a praça de touros da cidade.

Foto: AFP/Getty Images

Foto: AFP/Getty Images

A corrida que ocorreu sábado de manhã foi a primeira das oito corridas de touros que acontecem durante o festival anual de nove dias, conhecido na Espanha como San Fermin.

Todos os dias, touros são obrigados a correr todas as manhãs e mortos em touradas à tarde.

Dezesseis pessoas já fora mortas no festival anual, que termina em 14 de julho.

Foto: AFP/Getty Images

Foto: AFP/Getty Images

A morte mais recente foi em 2009, quando Daniel Jimeno, de 27 anos, de Madri, foi ferido no pescoço por um touro chamado Capuchino.

Vários estrangeiros, de australianos a americanos, passando por britânicos e irlandeses, estão normalmente entre os feridos.

Entre 200 e 300 pessoas são feridas a cada ano no festival durante as corridas de touros.

Foto: AFP/Getty Images

Foto: AFP/Getty Images

A abertura das festividades no sábado foi cercada de polêmica após defensores dos direitos animais invadiram a arena de uma das primeiras lutas de touros quando um touro foi espetado até a morte.

A filmagem do incidente foi divulgada pela Peta UK no Twitter, que pode ser vista acima.

Mas são as oito corridas matinais, chamadas “encierros” em espanhol, que formam o destaque do festival, e que são os principais palcos de mortes de humanos e touros, cercadas de agonia, desespero e sofrimento dos animais.

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Miley Cyrus faz discurso apaixonado em prol do meio ambiente

Foto: NME/Carolina Faruolo

Foto: NME/Carolina Faruolo

No final do Festival Tinderbox em Odense, na Dinamarca, no mês passado, a artista responsável pelo album “She Is Coming” falou sobre a poluição dos oceanos em um apelo explícito à ação imediata e ao ativismo.

“Todos vocês sabem o quanto é importante que todos vocês se envolvam na política”, disse Cyrus. “A juventude, esta geração, nós somos a última esperança neste planeta moribundo. Ele está implorando para que nós limpemos os oceanos”.

Sua mensagem pró-ambiente foi recebida com aplausos da multidão, relata a iHeart Radio.

A estrela pop de 26 anos de idade continuou: “Eu não aceito que haja mais lixo na água do que animais vivos que merecem por direito estar lá, que não têm mais para onde ir. E pelo jeito, nós não temos nenhum outro lugar para ir também! Não há planeta B, então não fique sem fazer nada!”.

O estado dos oceanos

Cyrus está certa – não há “Planeta B.” A poluição dos oceanos chegou à linha de frente das mensagens dos ambientalistas. Estima-se que haja bilhões de quilos de lixo na água, colocando em risco a vida das aves marinhas e da vida marinha em geral, que ingerem ou se emaranham no lixo. O Centro para a Diversidade Biológica estima que o lixo plástico superará os peixes até 2050.

Enquanto as proibições de plástico de uso único se tornaram um símbolo da preservação dos oceanos, estima-se que as redes de pesca, e não os canudos, constituam 50% do lixo.

Miley ativista

Cyrus segue uma alimentação vegana, então o peixe está fora de seu prato. A fashionista frequentemente fala sobre os animais quando fala sobre suas escolhas de guarda-roupa.

“Eu quero trazer uma mensagem, que é o veganismo, e que não tem que existir nenhuma forma de tortura para fazer uma moda fabulosa”, disse ela no ano passado no Met Gala, onde a cantora usou um vestido da designer de moda sustentável Stella McCartney e sapatos personalizados MINK.

Garantir que suas escolhas de roupas tenham impacto mínimo no planeta é muito importante para ela.

“Escolher viver como uma ativista vegana sustentável significa usar mais vintage (menos desperdício; usando as roupas por mais tempo)”, disse ela em entrevista à Vanity Fair.

“Brincando com os mais novos materiais ecológicos e tecnologia, e fazendo peças veganas personalizadas com alguns dos meus designers favoritos.”

Durante seu show de Glastonbury 2019 no mês passado, Cyrus usou botas veganas feitas sob medida pela Bradley Kenneth, misturadas com calças de vinil, uma regata branca e acessórios vintage.

Cyrus também fala regularmente sobre outras questões sociais, como lacunas salariais e discriminação contra a comunidade queer. A cantora refere-se a si mesma como “gender fluid”(identidade de gênero em que o gênero varia) e é pansexual. Falando sobre seu casamento com o ator vegano Liam Hemsworth, ela disse à Vanity Fair: “Estamos nos redefinindo, para sermos francos, parece estranho para as pessoas que uma pessoa queer (livre de definições de gênero) como eu eu esteja em um relacionamento hetero. Uma grande parte do meu orgulho e minha identidade é ser uma pessoa queer”.

O videoclipe recente da estrela vegana, “Mother Daughter”, mostra pessoas de diferentes tamanhos, habilidades, cores, formas e expressões de gênero.

O discurso do Tinderbox Festival de Cyrus incluía uma mensagem adicional:

“Disseram-me nos bastidores que eu poderia ofender algumas pessoas chamando meu país de lixo”, acrescentando: “Meus amigos que são gays, se sentem inseguros para andar na rua”.

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Cantor Jaden Smith cria food truck vegano para servir moradores de rua

Foto: Instagram/@c.syresmith

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Jaden Smith acaba de lançar um food truck totalmente vegano para alimentar os desabrigados e as pessoas em necessidade.

O empresário e músico de 21 anos inaugurou o food truck vegano ontem em Skid Row, uma área no centro de Los Angeles, nos Estados Unidos, com uma das maiores populações de moradores de rua país.

O @LoveYouRestaurant é um movimento que mostra as pessoas que elas merecem o que há de melhor: comida saudável, de qualidade e vegana de graça”, escreveu Smith no Instagram. “Hoje lançamos nosso primeiro food truck vegano de um dia no centro de Los Angeles.”

Sobre o projeto “I Love You Restaurante”

Um vídeo postado nas redes sociais mostra pessoas entregando sacolas de papel com refeições à base de vegetais para uma longa fila do lado de fora do caminhão. O Instagram do “I love you restaurant”, que já conquistou mais de 40 mil seguidores, mostra que o food truck entregou diversas tigelas veganas feitas com folhas, batata doce, feijão preto e grãos. As pessoas estão elogiando a missão do food truck e oferecendo-se como voluntários ou perguntando sobre o início de uma filial local.

Foto: Instagram/@c.syresmith

Foto: Instagram/@c.syresmith

Smith, que segue uma alimentação vegana, lançou o projeto I Love You Restaurant com o objetivo de oferecer alimentos saudáveis aos necessitados. Um número crescente de estudos mostra que uma limentação baseada em vegetais é uma das maneiras mais saudáveis de se comer, capaz de diminuir o risco de doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e certas formas de câncer.

Jaden Smith e a caridade

O empresário de 21 anos, ator e rapper tem um histórico de fazer o bem para os outros.

Em março passado, a empresa ecológica de Smith, JUST Water, fez uma parceria com uma igreja local em Flint, Michigan, para ajudar na crise hídrica que assola a cidade desde abril de 2014, quando a fonte de água da cidade foi transferida do Rio Detroit para o Rio Flint. A JUST Water doou um sistema de tratamento de água móvel chamado “Water Box”, que filtra agentes contaminantes como o chumbo.

“Esta foi uma das experiências mais gratificantes e que mais me ensinaram pessoalmente”, disse Smith em um comunicado. “Trabalhar em conjunto com pessoas da comunidade enfrentando os problemas e projetar algo para ajudá-los tem sido uma jornada que jamais esquecerei. Estamos planejando implantar mais caixas de água em Flint e outras comunidades que enfrentam desafios semelhantes”.

Antes disso, Smith havia doado mais de 10 mil caixas de JUST Water para as escolas locais.

O rapper responsável pela música “Again” também é apaixonado pelo meio ambiente e acredita que as gerações mais jovens têm o poder de causar um impacto positivo.

Falando ao Buzzfeed em fevereiro de 2018, ele disse: “Eu sinto que as gerações mais jovens se importam mais com o planeta do que as outras gerações. Há mais informações disponíveis diariamente sobre o efeito que a mudança climática tem sobre todos nós ”.

Smith não anunciou quando o próximo evento do I Love You Restaurant vai acontecer, mas escreveu no Instagram: “Fique de olho porque este é o primeiro de muitos”.

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Cachorros poderão assistir ‘Homem-Aranha’ em cinema de Curitiba (PR)

O Cinesystem Shopping Curitiba, no Paraná, decidiu realizar uma nova sessão do Cine Pets após o sucesso da primeira edição do projeto que permite que tutores levem seus cachorros para o cinema. A próxima sessão será realizada neste sábado (13) e os participantes poderão assistir o filme “Homem-Aranha: Longe de Casa”.

(Foto: Reprodução/Assessoria de Imprensa)

O filme aborda uma viagem do personagem Peter Parker na qual ele percorre a Europa ao lado de amigos e é surpreendido pela visita de Nick Fury. No longa-metragem, Parker enfrenta vilões em cidades como Londres, Paris e Veneza. As informações são do portal Barulho Curitiba.

A sessão terá início às 14 horas e é restrita para pessoas que queiram assistir ao filme na companhia de seus cachorros. Animais de todos os portes podem participar, desde que estejam com a carteira de vacinação atualizada.
Durante o filme, os cães podem ficar no colo do tutor ou no chão, em frente à poltrona.

A inteira do ingresso custa R$ 29 e a meia é vendida por R$ 14,50. Mais informações podem ser obtidas no site oficial do cinema.


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Burro explorado desmaia de exaustão na rua e é salvo por ativistas

Foto: El Refugio del Burrito

Foto: El Refugio del Burrito

Um burro explorado por um carroceiro desmaiou de exaustão nas ruas de Segorbe na Espanha. As pessoas que presenciaram a situação chamaram as autoridades e tiraram fotos da situação precária do animal.

Quando a polícia investigou a situação, descobriu que o explorador também tinha um cachorro. O cão também negligenciado foi imediatamente resgatado do tutor abusivo e levado para uma organização de resgate, mas infelizmente o burro não teve a mesma sorte.

Mas uma das pessoas que acompanhou o caso, sabia que o burro também merecia ser resgatado e ligou para o santuário e equipe de resgate El Refugio del Burrito (RDB).

Foto: El Refugio del Burrito

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“É frustrante que, embora ambos os animais estejam protegidos sob a mesma lei, e seja muito claro a ação necessária quando a vida de um animal está em risco, percebemos que as autoridades ainda hesitam nesses casos”, disse Veronica Sanchez, gerente nacional da RDB, em um comunicado. “Isto é negligência e omissão do dever.”

O caso havia sido relatado ao departamento local de bem-estar animal, mas acabou retido na burocracia. Ninguém percebeu que uma vida estava em jogo.

Foto: El Refugio del Burrito

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Então, apenas alguns dias depois do colapso do jumento, o RBD enviou um pedido urgente ao tribunal local e à polícia local. Mas ainda nada aconteceu.

Então os ativistas pelos direitos animais da RBD tentaram outra coisa: eles começaram uma campanha no Change.org (site de petições on-line). Em menos de 13 horas, mais de 12 mil pessoas assinaram a petição.

Essa campanha ajudou a pressionar o tribunal local a tomar medidas e, na manhã de 14 de março, equipes de resgate chegaram para o jumento. O explorador e ex-tutor se recusou a entregar o animal, apesar do burrinho estar obviamente sofrendo. Um exame veterinário posterior confirmaria que o burro precisava de tratamento para desnutrição severa, infecção do casco, múltiplas lesões de pele causadas pelo uso de cinturões inadequados, parasitas internos e externos e outras infecções.

Foto: El Refugio del Burrito

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Desta vez, a lei estava do lado do burro, e as autoridades retiraram o animal para salvá-lo.

Os salvadores chamaram o burro de Vida.

O burro foi imediatamente hidratado por via intravenosa. Ele teve seus cascos aparados e tratados. E Vida já está comendo bem, e já engordou um pouco.

Foto: El Refugio del Burrito

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“Vida está provisoriamente em um lar temporáro em Castellon, já que ele ainda não está apto para viajar”, disse Rosa Chaparro, gerente de comunicações e arrecadação de fundos para a RBD, ao The Dodo. “Assim que ele puder viajar, ele virá ao nosso santuário em Fuente de Piedra, Málaga.”

Foto: El Refugio del Burrito

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Em sua nova casa, ele se encontrará com mais de 300 jumentos abandonados e maltratados que encontraram novas vidas no santuário.

A vida está finalmente melhorando para Vida.

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