Comissão da Câmara aprova proposta que obriga pet shops e clínicas a fixarem cartazes incentivando a adoção de animais

Por David Arioch

Projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania antes de seguir para o Plenário (Foto: Reprodução)

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS) da Câmara dos Deputados aprovou hoje a proposta do deputado Fred Costa (Patri-MG) que obriga pet shops e clínicas a fixarem cartazes que incentivem a adoção de animais.

De acordo com o Projeto de Lei 50/19, o cartaz deverá apresentar o nome da ONG, grupo ou protetor independente local que está disponibilizando animais para adoção, telefone e e-mail para contato, além de informações de conscientização sobre a importância e os benefícios da adoção responsável de animais.

Costa explica que o projeto de lei foi inspirado em um projeto semelhante que está tramitando na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). “O problema demanda uma atenção a nível nacional. É fato que em todo o país existem inúmeros animais domésticos abandonados pelas ruas, um número assustador que não para de crescer”, argumenta.

E acrescenta: “Em paralelo existem criadouros especializados, legalizados ou não, que sobrevivem unicamente da venda de animais ‘de raça nobre’, verdadeiras ‘fabricas de filhotes’.” O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania antes de seguir para o Plenário.


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Cachorrinha traz um brinquedo para cada convidado que visita sua casa

Foto: Kyla Pearce

Foto: Kyla Pearce

Educação e gentileza são qualidades inerentes à personalidade de Atlas, uma cadelinha sem raça definida de 6 anos de idade. Desde que Kyla Pearce trouxe a cachorra para casa a dela, adotando-a da ONG The Animal Love Foundation, suas maneiras sempre foram impecáveis.

O doce temperamento de Atlas, que transparece naturalmente no dia a dia, parece causar impacto em todos que a conhecem. “Ela é muito calma e dócil”, disse Pearce ao The Dodo. “Até pessoas que não gostam de cachorros tendem a gostar de Atlas porque ela não as incomoda”.

Foto: Kyla Pearce

Foto: Kyla Pearce

Mas o que é mais perceptível em Atlas é o quão boa anfitriã a cachorrinha é – certificando-se de nunca receber os convidados de mãos vazias. Enquanto outros cachorros latem para as visitas na porta, Atlas corre para presenteá-los com uma lembrança: um (ou mais) de seus brinquedos de pelúcia favoritos.

“Eu notei pela primeira vez o comportamento de saudação dela quando Atlas tinha cerca de um ano e meio de idade”, disse Pearce. “Ela ficava muito animada com as visitas e pegava tantos brinquedos quanto fosse possível.”

Foto: Kyla Pearce

Foto: Kyla Pearce

“Se ela, por acaso, é pega de surpresa sem um brinquedo, você consegue ver seus cálculos mentais sobre se deve ir cumprimentar o convidado primeiro e depois pegar um brinquedo ou pegar o brinquedo primeiro”, acrescentou Pearce. “Ela tende a fazer algumas falsas partidas em direção ao visitante e depois o brinquedo vence”.

Por que trazer um brinquedo para a porta é tão importante para a Atlas? A maioria pode supor que o objetivo do comportamento da cachorrinha é convidar a nova pessoa para brincar com ela, mas a resposta certa é um pouco mais complicada do que isso.

“Quando ela lhe traz um brinquedo para brincar, coloca-o na sua mão para que você pegue”, Pearce explicou. “Mas, com o comportamento de saudação, ela apenas segura e, se você tentar pegar, ela virará a cabeça para o lado. Não para provocá-lo, apenas uma ligeira mudança para que você saiba que ela quer mantê-lo.

Foto: Kyla Pearce

Foto: Kyla Pearce

Como Pearce escreveu em um post do Reddit (rede social): “Todo mundo é presenteado com a exibição de um brinquedo. Não leva, no entanto. O presente é apenas para o seu prazer visual.

Se alguém consegue tirar o brinquedo de Atlas, a cadelinha educado não fica chateada. Ela sabe exatamente como resolver esse equívoco comum. “Os convidados geralmente pensam que ela quer brincar e eles tentam levar o brinquedo”, disse Pearce. “Ela fica muito envergonhada se alguém consegue agarrá-lo e tirá-lo dela e vai sair de pertos das visitas e buscará outro brinquedo!”

Os brinquedos que Atlas escolhe trazer podem ter um significado especial. Se Atlas trouxer um bicho de pelúcia, conhecido como “Apology Pig”, Pearce disse que isso significa que há 70% de chance da cachorrinha ter mastigado algo enquanto sua mãe estava fora.

Foto: Kyla Pearce

Foto: Kyla Pearce

Recentemente, a família Pearce presenteou Atlas com um novo brinquedo – um dragão vermelho e azul – que assumiu o mesmo significado. Quando Atlas cumprimenta sua mãe com “Désolé Dragon” e olhos tristes, Pearce já sabe o que pode estar esperando por ela do lado de dentro da porta.

Mas não importa o brinquedo que Atlas trouxer, sua mãe está feliz em vê-la se divertindo. Desde o momento em que ela era um cachorrinha bebê, Atlas parecia ser mais esperta do que sua idade demonstrava, e sua mãe não consegue nem imaginar a vida sem ela.

“Ela sempre é capaz de levantar meu ânimo”, disse Pearce. “Ela rompe as barreiras das pessoas, com seu jeito doce e gentil”.

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Gatinho sem um olho e com lábio leporino vence o preconceito e encontra um lar

Foto: Megan Boehm

Foto: Megan Boehm

Cricket nasceu nas mãos de uma criadora que planejava vender a ela e a todos os seus irmãos, mas quando a exploradora de animais viu o olho perdido, lábio leporino e queixo torto do gatinho, ela decidiu que não conseguiria vendê-la.

A criadora não queria que ninguém soubesse que ela era a responsável por um gato “imperfeito” – e decidiu que ia matá-lo. Mulher contou a alguém sobre seus planos, e essa pessoa sabia que tinha que tentar salvar o pequeno Cricket – então ela rapidamente encontrou alguém que poderia ajudar.

Quando Megan Boehm ouviu o que a criadora estava planejando fazer, ela imediatamente disse que ficaria com Cricket. Ela não sabia praticamente nada sobre ele na época, mas sabia que não poderia deixá-lo morrer.

Foto: Megan Boehm

Foto: Megan Boehm

A criador concordou então em deixar Megan pegar o gatinho e, de repente, ela se tornou a nova mãe de Cricket.

“Não foi nem uma decisão”, disse Megan ao The Dodo. “Eu nem tinha visto uma foto dele, mas assim que ouvi sua história, soube que tinha que salvá-lo. Não havia nenhuma possibilidade de eu deixar um gatinho com algumas pequenas deficiências ser morto porque ele nasceu diferente. E quando o vi, foi amor à primeira vista”.

Quando Megan primeiro levou Cricket para casa, ele estava um pouco confuso. A criadora claramente o havia negligenciado, e ele estava doente e severamente desnutrido.

Foto: Megan Boehm

Foto: Megan Boehm

Megan, uma estudante universitária, ficou em casa depois da aula no primeiro dia casa do Cricket, para que ela pudesse cuidar dele e garantir que ele estivesse bem. Com alguns dias de amor e carinho, Cricket ficou mais forte e começou a se curar, e depois de ser examinado por um veterinário, parecia que o gatinho ia ficar bem.

“Cricket parecia estar realmente em casa quando chegou aqui”, disse Megan. “Ele queria se aconchegar o dia todo! Depois que ele ganhou algum peso e percebeu que meu amor era incondicional, ele entrou no caminho da recuperação completa”.

Desde o início, Megan sabia que Cricket era um pouco diferente e provavelmente teria alguns desafios, mas isso nunca a incomodou. Para ela, Cricket é apenas um gato e, como resultado, o Cricket nunca notou que ele é diferente também.

Foto: Megan Boehm

Foto: Megan Boehm

Ele só pode comer ração úmida por causa de sua mandíbula torta e fenda labial, mas em todo o resto, ele é como qualquer outro gato.

Enquanto Cricket definitivamente parece muito diferente de um gato típico, ele também é completamente adorável e sua mãe o amaria de qualquer maneira que fosse.

Foto: Megan Boehm

Foto: Megan Boehm

“Cricket honestamente me deu um propósito”, disse Megan. “Eu fico ansiosa para vê-lo todos os dias. Mal posso esperar para chegar em casa do trabalho ou da aula para que eu possa me aconchegar com ele. Quando estou estressada, triste ou até com raiva, Cricket sempre me faz melhorar. Eu olho para ele e vejo o que ele teve que superar e eu sei que posso superar qualquer desafio da vida”.

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Cabra abandonada em clínica com a perna quebrada ganha uma família de cachorros e humanos

Foto: Piper Wood

Foto: Piper Wood

Quando Piper Wood viu a pequena e frágil cabra de apenas quatro meses sozinha dentro do minúsculo canil de concreto, seu coração ficou apertado e ela soube que precisava ajudá-la.

“Ela estava tão triste ali no canil, era notável”, disse Wood ao fundador da Hand in Paw, uma organização de resgate em Los Angeles (EUA). “Ela ficou lá por dois dias e chorava o tempo todo.”

Wood soube pela primeira vez sobre a cabra, a quem chamou Clementine, pelo gerente do Duarte Azusa Animal Hospital. Alguns dias atrás, alguém havia trazido Clementine para a clínica após ela ter quebrado a perna.

“Ela [ex-tutora] queria uma cabra, mas morava em um apartamento minúsculo”, disse Wood. “Eu acho que o namorado dela deu uma cabra para ela, mas eles não tinham onde mantê-la”.

Foto: Piper Wood

Foto: Piper Wood

O namorado da antiga tutora trabalhava em uma oficina de automóveis, de acordo com Wood, então o casal decidiu manter a cabra lá.

Mas Clementine acabou quebrando a perna na oficina.

“Ela estava pulando, como é normal para cabras filhotes e ficou com uma perna presa em alguma coisa e o que causou uma fratura grave em sua perna de trás”, disse Wood. “Sua perna traseira se partiu completamente”.

Foto: Piper Wood

Foto: Piper Wood

“Havia peças de carros e metal em todos os lugares”, disse Wood. “Não havia grama. A oficina era, definitivamente, um lugar realmente horrível para uma cabra”.

Os antigos tutores também haviam “deschifrado” a cabra filhote, de acordo com Wood, um processo doloroso que envolve colocar um ferro quente nos pontos sensíveis onde nasceriam os chifres das cabras e cabritos para impedir o crescimento deles.

Um dos funcionários da oficina levou Clementine para a clínica veterinária, onde o pobre animal ferido recebeu tratamento de emergência.

Foto: Piper Wood

Foto: Piper Wood

“Ela não podia usar a perna”, disse Donna Menzemer, gerente do Duarte Azusa Animal Hospital, ao The Dodo. “Ela tinha que ser sedada para que raios-X pudessem ser tirados e uma tala com gesso fosse colocada. Então ela teve que receber injeções de antibióticos por dias e antibióticos orais também.”

Quando a conta chegou o valor passou de 500 dólares, e os proprietários não queriam pagar – em vez disso, eles simplesmente pediram a cabra de volta, de acordo com Menzemer.

Assim, a clínica veterinária não teve escolha a não ser manter a cabra até que a conta fosse paga. Se os ex-tutores não pagassem a conta e pegassem a cabra dentro de 14 dias, o Departamento de Serviços Animais consideraria a cabra oficialmente abandonada.

Foto: Piper Wood

Foto: Piper Wood

O problema era que a clínica veterinária não tinha um recinto adequado para uma cabra, então eles tinham que manter Clementine dentro de um canil, e conseguir feno entregue especialmente para que Clementine pudesse comer.

Mas Clementine parecia infeliz dentro de seu canil.

“Ela amava as pessoas, então ela chorava porque nos queria por perto o tempo todo”, disse Menzemer. “Eu me sentia tão mal por ela.”

Foto: Piper Wood

Foto: Piper Wood

Vendo o quão triste Clementine estava em seu canil, Wood fechou um acordo com a clínica – deixou Clementine ficar no sítio onde ela morava em Pasadena, junto com seus 15 cães resgatados. Se os antigos tutores eventualmente pagassem dentro do prazo de 14 dias, ela devolveria a cabra. Se não o fizessem, Wood adotaria Clementine.

No momento em que Clementine chegou ao sítio de Wood, Wood pôde ver que ela estava muito mais feliz.

“Ela instantaneamente se uniu a todos os meus cachorros”, disse Wood. “Ela adorou a grama e saiu correndo pelos arredores – ela ainda usava curativo, então ela estava mancando um pouco. Ela passou a dormir nas camas dos cachorros e compartilhar as tigelas de comida com eles. Ela acabou se tornando parte da matilha”.

Foto: Piper Wood

Foto: Piper Wood

“Ela gosta de brincar de lutar com os cachorros”, acrescentou Wood. “Ela gosta particularmente do nosso poodle, Stewart. Eles batem cabeças juntos o tempo todo.”

Foto: Piper Wood

Foto: Piper Wood

Wood também ficou profundamente ligada à Clementine – tanto assim, que ela estava apavorada caso os antigos tutores encontrassem uma maneira de levá-la de volta.

“Eu ligava para a clínica literalmente 10 vezes por dia perguntando se [os antigos tutores] haviam aparecido, disse Wood.

Foto: Piper Wood

Foto: Piper Wood

Quando realmente ficou confirmado que os ex-tutores não retornaram ao veterinário para pagar sua conta ou para pegar Clementine, a situação foi considerada um abandono de animal, e Wood pode finalmente adotar oficialmente Clementine.

Wood ficou muito feliz.

Foto: Piper Wood

Foto: Piper Wood

“Isso é como se todos os desejos de Natal se tornassem realidade”, disse ela. “Eu tenho falado sobre adotar uma cabra toda a minha vida, e no momento em que recebi a ligação, larguei tudo para ir vê-la, e eu sabia que ela era a companheira certa, mas nunca pensei que seria uma realidade”.

No entanto, a perna de Clementine ainda não está totalmente recuperada. Depois de receber os raios-X em sua última visita ao veterinário, o veterinário viu que os ossos não estão se curando muito bem, e que ela pode precisar de placas de aço. Mas o que quer que aconteça, Wood estará ao lado de Clementine.

“Ela é parte da família agora”, disse Wood. “Eu simplesmente a amo”.

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Tigres reagem e matam domador na Itália

Por David Arioch

Weber, que trabalhava no Circo Orfei, foi derrubado por um dos tigres e na sequência os outros três também avançaram sobre ele (Foto: Reprodução)

O domador de tigres Ettore Weber, de 61 anos, morreu após ser atacado por quatro tigres durante um treinamento em Triggiano, na província de Bari, na Itália. O caso ocorreu na última quinta-feira (4).

Weber, que trabalhava no Circo Orfei, foi derrubado por um dos tigres e na sequência os outros três também avançaram sobre ele. O homem que sofreu grave lesão na coluna vertebral não resistiu aos ferimentos.

Após o acontecido, os oito tigres do circo foram apreendidos pela polícia. Ativistas dos direitos animais apontaram que isso poderia ter sido evitado se o uso de animais fosse proibido em circos.

O fato também reacendeu o debate sobre o assunto em âmbito legislativo, onde o assunto foi discutido pela primeira vez em 2017, mas não levado adiante. A expectativa é de que com a repercussão internacional a prática possa realmente ser banida no país.


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Turistas colocam populações de golfinhos em risco ao alimentá-los


As operadoras de turismo podem estar colocando em risco as populações de golfinhos, permitindo que elas sejam alimentadas pelos turistas da Austrália Ocidental, revela uma nova pesquisa sobre o assunto.

Os golfinhos são visitantes frequentes nas praias do país e em outros locais no mundo, mas um novo estudo da Universidade Murdoch, que observou mais de 60 golfinhos ao redor da área de Bunbury, apontou que golfinhos que não foram alimentados pelo Bunbury Discovery Center eram duas vezes mais propensos a dar à luz e tinha mais sucesso criando filhotes.

A pesquisadora-chefe Valeria Senigaglia disse que pouco mais de um terço dos filhotes de mães dependentes de alimentos dados por humanos em Bunbury sobreviveu até a idade de desmame cerca de três anos de idade.

“Cerca de 75% da população é desmamada com sucesso e prospera, se levarmos em conta apenas os golfinhos alimentados por humanos, esse percentual cai para 38%”, disse ela.

A pesquisa considerou uma série de fatores que poderiam impactar a sobrevivência dos filhotes em Bunbury, incluindo a mudança climática, mas Senigaglia disse que eles não tiveram um grande efeito sobre a população de golfinhos.

“O fator que tem a influência mais negativa sobre a sobrevivência é se a mãe do filhote recebeu ou não comida do centro dos golfinhos”, disse ela.

Ela disse que era provável que o resultado fosse esse porque os golfinhos se tornaram dependentes de humanos para alimentação, o que poderia levar as fêmeas a se tornarem menos maternas em relação aos filhotes.

“É apenas um par de peixes por dia, o que significa que os golfinhos ainda têm que se alimentar sozinhos, mas por ser uma fonte tão confiável como fonte de alimento que eles são fisgados para ir à praia todos os dias.”

Selvagens

Na Austrália Ocidental existem dois locais de alimentação de golfinhos licenciados pelo Departamento de Biodiversidade, Conservação e Atrações (DBCA), o Bunbury Discovery Centre e a reserva de Monkey Mia a 900 km ao norte de Perth.

Outros operadores de turismo em todo o estado, incluindo o Mandurah Cruises, não alimentam golfinhos.

A diretora de educação da Mandurah Cruises, Natalie Goodard, disse que isso se deve ao impacto do fornecimento de alimentos aos golfinhos selvagens. “É prejudicial para sua saúde e bem-estar”, disse ela.

Sem planos para parar com a alimentação dos golfinhos

O departamento responsável (DBCA) não quis dizer se pretendia proibir a prática, mas uma porta-voz do entidade afirmou que haviam condições estritas para proteger os golfinhos em Bunbury e Monkey Mia.

Em um comunicado, o Centro de Descoberta de Golfinhos disse que estudaria a pesquisa como parte de sua estratégia para proteger a população de golfinhos da cidade.

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Cachorro que teve o corpo todo coberto por cola é adotado e vence o trauma

Foto: He'Art of Rescue

Foto: He’Art of Rescue

Quando as equipes de resgate da Turquia finalmente chegaram até Pascal, o filhote de cachorro, ele estava tão rígido que parecia uma estátua. Mas o pobre animal não estava congelado de medo; a um grupo de crianças cruéis tentou afogar o inofensivo filhote em cola antes de arrastá-lo pela lama.

Eles então deixaram Pascal lá para morrer enquanto a cola se tornava cada vez mais sólida, dificultando a movimentação do cachorrinho. Ele estava perdendo o suprimento de sangue para uma de suas orelhas, já que a cola havia endurecido em sua pele. Ele também estava tendo problemas para respirar e não teria sobrevivido por muito mais tempo se não fosse pelos socorristas.

Assim que a equipe de resgate o levou de volta à clínica do He’Direct of Rescue, eles começaram a raspar toda o pelo emaranhado de Pascal que estava colado. Infelizmente, a cola se espalhou por todo o seu pelo, então eles não tiveram escolha a não ser raspar sua pele toda. Sua pele estava extremamente danificada pelos produtos químicos da cola, então eles lhe deram banhos medicinais para ajudar a aliviar a dor.

Foto: He'Art of Rescue

Foto: He’Art of Rescue

A infecção da pele e o corpo ferido foram os piores dos seus problemas. Ele era um filhote normal e saudável, tirando a agressão que havia sofrido. Agora era hora do pequeno Pascal se curar.

Foto: He'Art of Rescue

Foto: He’Art of Rescue

Como Pascal foi completamente traumatizado por essas crianças, ele hesitava em confiar nas pessoas. Mas com o tempo, ele entendeu que nem todos estavam lá para machucá-lo. A equipe da ONG o encheu de amor e, finalmente, ele começou a se curar de dentro para fora.

Foto: He'Art of Rescue Internacional Facebook

Foto: He’Art of Rescue Internacional Facebook

Adoção

Quando ele começou a curar sua alma, o mesmo aconteceu com seu corpo. Seu pelo começou a crescer e ele se tornou um cão completamente diferente. Uma vez que ele ficou saudável o suficiente, o veterinário deu alta a Pascal e ele foi morar em um lar temporário.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Logo depois, ele foi adotado por uma família amorosa na Espanha! Pascal agora tem um novo irmão, um cachorrinho lindo e ele está aproveitando sua nova vida.

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Investigação revela animais vivendo no meio de cadáveres e fezes em fazenda de pele

Foto: One Voice

Foto: One Voice

Ativistas pelos direitos animais pedem o fechamento imediato de uma fazenda de peles francesa após imagens de uma investigação secretas mostrarem os visons, também como conhecidos como martas (minks) rastejando sobre cadáveres no meio de suas próprias fezes em gaiolas imundas.

Um vídeo com imagens fortes também mostra alguns animais recorrendo ao canibalismo.

Embora perturbadoras, as imagens são uma forma de conscientizar a população mundial e as autoridades para que proíbam a importação de peles de animais, sendo a França o segundo maior fornecedor de peles, em uma indústria que ainda valia cerca de 70 milhões de libras só no mercado britânico no ano passado.



Vários países pelo mundo como Servia, Luxemburgo, Eslovênia, Noruega, Croácia, República Checa, Macedônia, Bósnia, Japão, Áustria, Bélgica e outros mais, proibiram as fazendas de pele no mundo, o Reino Unido por exemplo, proibiu fazendas de peles de animais em 2003, mas continua a importar o produto de outros países.

Uma queixa criminal por atos de crueldade foi apresentada contra os proprietários da fazenda.

Os militantes da ONG One Voice encontraram as cenas terríveis após entrarem na fazenda de criação de martas.

Foto: One Voice

Foto: One Voice

Em um clipe, um pequeno vison branco treme enquanto jaz sob uma pilha de cadáveres, outro animal é visto se esforçando para se afastar do cadáver roído e em decomposição de seu companheiro de gaiola.

Fotos de dentro da fazenda mostravam cadáveres de animais em decomposição espalhados por gaiolas, enquanto, em uma delas, a sujeira escorria sobre as martas apertadas no pequeno cativeiro.

O vídeo foi declarado uma das “mais perturbadoras evidências de crueldade em fazendas” já vistas pela ONG Humane Society International.

Foto: One Voice

Foto: One Voice

A diretora da ONG no Reino Unido, Claire Bass, disse que os animais pareciam “atormentados e sofridos”, acrescentando que era “perturbador” ver isso acontecer a esses seres indefesos.

“Na natureza os visons são belos, inteligentes e curiosos pequenos animais que cavam, caçam e nadam e alcançam quilômetros percorrendo paisagens.

Os animais nesta investigação são como cópias dos animais que vivem livres só que nesta versão são animais atormentados e trágicas.

Foto: One Voice

Foto: One Voice

“O comércio de peles tenta vender uma imagem da pele como um acessório tão elegante e glamouroso, mas eu desafiaria até mesmo o mais frio dos usuários de peles a olhar para essa filmagem e ver qualquer coisa além de miséria e desespero”.

“O Reino Unido foi o primeiro país do mundo a proibir a criação de peles, e estamos rapidamente obtendo apoio político para abrir caminho como o primeiro país a proibir a venda deste produto cruel, ultrapassado e desnecessário”.

Como parte de sua campanha #FurFreeBritain, a HSI pede que o Reino Unido proíba a venda de todas as peles de animais, estendendo a proibição atual de peles de gatos, cães e focas.

Foto: One Voice

Foto: One Voice

Desde que a filmagem foi divulgada, mais de 26 mil pessoas assinaram uma petição pedindo o fechamento da fazenda.

As imagens também levaram os políticos a alegar que a saída do Reino Unido da União Européia poderia ser usada como uma oportunidade para proibir a venda de todas as peles de animais no país.

O deputado conservador Zac Goldsmith disse que o Brexit ofereceu uma “oportunidade” para isso.

“É triste que, apesar de ter banido a criação de peles neste país há mais de quinze anos, ainda estamos financiando a mesma crueldade – ou, se essa filmagem for pior, ao permitir a importação e venda de peles do exterior“.

Foto: One Voice

Foto: One Voice

Os estilistas franceses Dior, Louis Vuitton, Saint Laurent e Celine ainda usam peles de animais em seus produtos.

A filmagem vem em seguida de outra denúncia em que raposas e martas foram retratadas em condições lamentáveis em uma fazenda de peles finlandesa no final do ano passado.

Martas, raposas e guaxinins nas gaiolas foram forçados ao canibalismo e foram retratados com feridas em carne viva.

Eles também tinham pés deformados, olhos doentes e lacerações expostas em seus corpos.

Foto: One Voice

Foto: One Voice

O professor veterinário Alastair MacMillan, que analisou a filmagem, disse que as imagens “mostravam o preço que o isolamento contínuo e o confinamento estão tendo sobre esses animais, muitos estão mostrando sinais de severo desconforto físico e psicológico”.

“Vários visons e raposas têm feridas abertas e infectadas, e várias raposas têm olhos extremamente doentes que causam imensa dor e sofrimento aos animais”.

“Se isso é o melhor que a indústria de peles pode oferecer aos animais, não é de admirar que tantos designers, varejistas e agora cidades não queiram mais ter nada a ver com isso”.

Foto: One Voice

Foto: One Voice

Fazendas na Finlândia são declaradamente os maiores produtores de pele de raposa na Europa, com cerca de 2,5 milhões de animais sendo criados e eletrocutados a cada ano para serem vendidos ao comércio global.

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Cadela abandonada após viver 10 anos com tutores tem a vida transformada

Esther foi abandonada na rua após se dedicar e amar sua família por longos 10 anos. Descartada como lixo, a cadela foi deixada na rua. Desamparada, ela sofreu, passou fome, teve sarna, carrapatos e perdeu os dentes.

Foto: Sidewalk Specials

O destino da cadela, no entanto, transformou-se quando foi encontrada por integrantes da Sidewalk Specials, da Cidade do Cabo, na África do Sul.

Resgatada, Esther comeu sua primeira refeição em muito tempo e passou a receber todos os cuidados necessários. A equipe do abrigo, no entanto, acreditou que seria difícil encontrar um novo lar para a cadela, devido à idade avançada dela. As informações são do portal I Love My Dog.

Foto: Sidewalk Specials

O pensamento dos integrantes da entidade, porém, não se confirmou e logo uma família interessada em Esther apareceu. Desde então, a cadela divide a vida com sua irmã canina Lulah e recebe todo o amor que sempre mereceu.

Esther hoje vive cercada de mimos, adora brincar com Lulah, passear e ficar na companhia de seus tutores.

A cadela se transformou completamente: o pelo falhado deu lugar a uma pelagem bonita e saudável e o semblante triste, de quem estava desolada após ter sido abandonada, ficou no passado.

Foto: Sidewalk Specials


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Toda vez que sente medo garotinha convida pit bull para dormir na cama dela

Foto: Kyle Leary

Foto: Kyle Leary

Mesmo quando Adalynn Leary era apenas um bebê, ela sempre encontrou conforto e alegria ao passar o tempo com seu melhor amigo – um pit bull de 45 kg chamado Fury.

Mas recentemente, a criança precisado da confiança que possui na doçura inabalável do cão mais do que nunca. E ela está oferecendo a ele o mesmo em troca.

No final de novembro passado, um forte terremoto ocorreu perto da casa da família de Adalynn e Fury, no Alasca. Como se isso não fosse suficientemente assustador, os tremores que se seguiram ao episódio deixaram todos todos no limite das emoções.

Tem sido especialmente difícil para Adalynn.

Foto: Kyle Leary

Foto: Kyle Leary

“Nós tivemos mais de 5 mil tremores secundários”, escreveu Kyle Leary, seu pai, nas mídias sociais. “Desde então, Ady tem tido muita ansiedade e problemas para dormir”.

E é difícil culpá-la; a experiência foi certamente assustadora, e não só para ela.

Felizmente, a pequena Adalynn encontrou uma maneira adorável de lidar com seu medo, especialmente à noite, quando pensamentos preocupantes podem facilmente surgir na mente das pessoas. Ela simplesmente olha para seu amigo Fury.

“A única maneira dela vai dormir tranquila é se Fury está lá com ela para protegê-la e aliviar sua ansiedade”, escreveu Leary.

Adalynn estava se aconchegando com Fury no chão. Mas uma noite, ela o convidou para a cama – e, embora provavelmente ainda tremesse de medo, a criança ainda achou forças para se certificar de que seu amigo querido e protetor se sentisse seguro e aconchegado também, cobrindo-o com o cobertor com todo carinho e cuidado.

A cena capturada em vídeo é emocionante:

O vídeo acima tem um ponto forte desde que foi postado online – não apenas por mostrar a ternura e carinho entre Adalynn e seu cachorro, mas também por dissipar discretamente estereótipos negativos sobre pit bulls como Fury. Para Leary, ver sua filha e cão juntos indica uma linda verdade e que ele escreveu sobre:

“Se você os cria com amor, eles só mostram amor”.

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