Arnold Schwarzenegger defende que não é preciso consumir carne para ganhar músculos

Por David Arioch

“Mas você tem que entender que isso é marketing [que um homem deve comer carne]. Isso não é baseado na realidade” (Fotos: Reprodução)

O ator e ex-fisiculturista Arnold Schwarzenegger, que também foi governador da Califórnia entre os anos de 2003 e 2011, defende no documentário “The Game Changers” que não é preciso consumir carne para ganhar músculos. Schwarzenegger vai mais além e declara que não é necessária nenhuma proteína de origem animal.

Segundo o ex-fisiculturista, uma boa dieta à base de vegetais funciona muito bem. Arnold cita a si mesmo como exemplo de alguém que acreditava que consumir carne era essencial.

“Eu já comi muita carne. Eles mostram esses comerciais – ‘Bife é o que um homem come’ – vendendo a ideia de que um homem de verdade come carne. Mas você tem que entender que isso é marketing. Isso não é baseado na realidade”, critica em um dos trailers de “The Game Changers”, que chega aos cinemas no dia 16 de setembro.

O objetivo do documentário é provar que atletas, entusiastas e praticantes de atividades físicas em geral não precisam de proteínas de origem animal para terem um bom desempenho ou ganharem massa muscular.

Desde 2017, Arnold Schwarzenegger tem estimulado seus milhões de seguidores por meio de mídias sociais como o Instagram a cortarem o consumo de carne – apontando como uma das justificativas o impacto da agropecuária no mundo.

Engajado na luta contra a mudança climática, Schwarzenegger realizou no final de maio o Austrian World Summit, em Viena, que teve como objetivo ajudar a fortalecer o Acordo de Paris, que visa a redução nas emissões de gases do efeito estufa.

Na ocasião, ele pediu que as autoridades mundiais parem de enganar o povo, principalmente os mais pobres, sobre poluição e mudança climática e pediu que invistam em energia verde. “É possível proteger o meio ambiente e a economia”, afirmou.

Ele destacou também que aqueles que não acreditam no aquecimento global, mais cedo ou mais tarde, terão de enfrentar a realidade: “Eventualmente a verdade vai pegá-los também.”


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Homem surdo adota cão com surdez e ensina a ele a linguagem dos sinais

Foto: Instagram/nickandemerson

Foto: Instagram/nickandemerson

Nick Abbott é um homem de 31 anos que vive no estado do Maine (EUA) e que nasceu surdo. Um dia, navegando pela internet Nick estava olhando para a página do abrigo NFR Maine no Facebook, e um filhote que também nasceu surdo, chamou sua atenção imediatamente.

O filhote de cachorro, cujo nome é Emerson, estava sendo colocado para adoção através do programa de resgate do abrigo, e Nick sabia que se existisse um companheiro peludo para ele, Emerson seria esse amigo.

Nick entendeu que aquele animal havia lutado com os mesmos problemas biológicos que ele e seria um parceiro ideal de vida. Assim sendo ele tomou sua decisão.

Foto: Valuablestories

Foto: Valuablestories

Então, sem pensar duas vezes sobre o assunto, Nick rapidamente entrou em contato com o abrigo NFR e fez os arranjos necessários para adoção

Quando a equipe de resgate encontrou o filhotinho, ele estava vivendo como um cão abandonado nas ruas do Maine, andando com seus irmãos a procura de comida. Não apenas o pobre filhote começou a mostrar sinais de abatimento uma vez no abrigo, mas também desmaiou por causa de uma parvovirose, uma doença que afeta filhotes não vacinados e pode ser mortal se não for tratada imediatamente.

Foto: Valuablestories

Foto: Valuablestories

Depois de passar por esse obstáculo, porém, os funcionários do abrigo desanimaram quando perceberam que o filhote de 12 semanas de idade também era surdo. Eles se perguntaram se algum dia conseguiriam achar para o cão sem raça definida, uma família que o amaria e aceitaria.

Embora a equipe do abrigo estivesse começando a achar que encontrar a família perfeita para a Emerson poderia ser impossível, eles fariam o que pudessem por ele, a começar por compartilhar a história do filhote na página do abrigo no Facebook e encontrar uma família para ele.

Ainda bem que o abrigo não perdeu toda a esperança. Porque assim que carregaram suas fotos com legenda, descrevendo a jornada dele, Nick as viu e logo em seguida ligou para o abrigo.

Foto: Instagram/nickandemerson

Foto: Instagram/nickandemerson

Nick disse à sua mãe que queria conhecer Emerson o quanto antes, pois ele tinha a sensação de que eles haviam sido feitos um para o outro.

Ao entrar em contato com o abrigo ele contou também havia nascido surdo e sabia como era a luta diária que o cãozinho enfrentava.

Nick e sua mãe foram ao abrigo depois do telefonema para conhecer Emerson.

Sem saber o que esperar do filhote, Nick, sua mãe e toda a equipe do abrigo ficaram surpresos ao ver a rapidez com que Emerson parecia se relacionar com seu novo tutor.

Assim que Emerson pôs os olhos em Nick, foi como se ele soubesse que encontrara seu humano.

O filhote instantaneamente foi em direção a Nick e se deitou quietamente aos pés dele, e todos entenderam que os dois estavam destinados um ao outro.

Uma vez que Nick levou Emerson para casa e os dois estavam bem familiarizados, o tutor começou a incansável tarefa de ensinar o filhote a ler e a entender a linguagem dos sinais para que eles pudessem se comunicar um com o outro.

As lições se tornaram um testemunho da paciência e das habilidades de treinamento de Nick, e Emerson aprendeu o novo idioma mais rápido do que qualquer um previu.

O filhote atualmente já sabe um pouco dos sinais e responde a eles. Não só ele sabe latir quando Nick mexe o lóbulo de sua própria orelha, mas ele também conhece os sinais de vir, sentar e deitar-se.

Como qualquer um poderia ter adivinhado, esses dois rapidamente se tornaram ligados para a vida toda, agora que um finalmente encontrou o outro.

Compartilhar suas deficiências auditivas apenas ajudou a conectá-los ainda mais, à medida que ambos aprenderam um com o outro. Nick até fez uma conta no Instagram chamada “Nick e Emmerson”. Lá é possível se atualizar sobre tudo o que Nick chama de “dois meninos especiais” e suas aventuras.

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Secretário-geral da ONU diz que “a mudança climática está avançando mais rápido do que nós”

Por David Arioch

O secretário-geral ressaltou durante o evento que terminou no sábado (29), a urgência de responder à mudança climática como uma prioridade | Foto: Pixabay

Durante a 14ª Reunião da Cúpula do G20 em Osaka, no Japão, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, cobrou mais compromisso dos membros do G20, formado pelas 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia, no combate às mudanças climáticas.

O secretário-geral ressaltou durante o evento que terminou no sábado (29) a urgência de responder à mudança climática como uma prioridade. Ilustrando um cenário de “ondas de calor na Europa, seca na África, tempestades acontecendo também na África e no Caribe” e a “multiplicação” de desastres naturais mais intensos e mais frequentes, Guterres disse que “a mudança climática está avançando mais rápido do que nós”.

“Todas as análises que podem ser feitas mostram que a situação, em termos práticos, está pior do que podíamos ter previsto e que a disposição política tem fracassado”, declarou. Segundo Guterres, isto é “um paradoxo que precisa ser respondido”.

Admitindo sua crença na ciência, Guterres citou o relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), que expressa que até o final do século 21 as temperaturas não podem ultrapassar 1,5°C. Isto se traduz em neutralidade de carbono até 2050, que exige mais ambição por parte de governo e de outros atores.

Guterres falou sobre a cúpula do clima, que será realizada em setembro em Nova York, onde pedirá a líderes mundiais um maior compromisso com as ações climáticas. Os tópicos a serem abordados incluem “precificação de carbono, acabar com subsídios para combustíveis fósseis e não aceitar a ideia de uma aceleração da construção de usinas de carvão”. Segundo o chefe da ONU, estes temas são “absolutamente essenciais para salvar o planeta”.


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Cachorrinha idosa resgatada do abandono se acalma ao ganhar um brinquedo

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Nicole Marie Wasieleski não tinha intenção de adotar outro cão do abrigo onde ela é voluntária, a Liga de Resgate de Animais de Iowa nos Estados Unidos. Mas quando ela viu uma cachorrinha idosa e sozinha no canil, Wasieleski não conseguia tirar a imagem do cachorro da cabeça dela.

“Quando a vi no abrigo, pensei que ela parecia uma velha loba e queria conhecê-la”, disse Wasieleski ao The Dodo. “Ela era tão quieta e gentil.”

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Aos 10 anos de idade, Kairi passou por bastante coisas nos últimos anos. Ela perdeu sua primeira família de repente e, apesar de encontrar uma nova casa com Wasieleski, Kairi estava tendo problemas para se ajustar a todas essas mudanças. Wasieleski se dedicar totalmente à cachorrinha – algo que poderia ajudá-la a se sentir segura e protegida.

Então, ela levou Kairi em um passeio especial para uma loja de animais, onde a cachorra idosa poderia escolher um brinquedo próprio, só dela. E Kairi sabia exatamente o que ela queria.

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Ela escolheu esse engraçado dinossauro cor-de-rosa e nós estávamos rindo e continuamos tentando fazer com que ela aceitasse brinquedos mais normais”, disse Wasieleski. “Ela os ignorou e levou o dinossauro por toda a loja e até o caixa”.

O “Dino” era baratinho, feito de tecido de rosa e azul e recheado de espuma, mas Kairi não deixa que ele nunca saia de sua vista.

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Foto: Nicole Marie Wasieleski

“Desde então, ela vem carregando, jogando com ele e aconchegando-o”, disse Wasieleski. “Ela vai deixar meus outros cachorros jogarem cabo-de-guerra com isso, mas eles sabem que não podem destruí-los como se destruíssem todos os outros brinquedos.”

Kairi sofre de ansiedade de separação, e sua forma de mostrar a sua nova mãe e seu pai que ela não está satisfeita com eles, é mastigando os tapetes da casa. Para ajudá-la a se sentir mais segura, a mãe começou a tentar ensiná-la a ficar sozinha e é aí que Dino realmente começou a se mostrar muito mais do que um brinquedo.

“Estávamos muito preocupados porque ela latia muito e coçava o corpo todo e não queríamos que ela se machucasse”, disse Wasieleski. “Mas quando Dino está com ela, ela fica em silêncio”.

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Kairi está se ajustando lentamente à sua nova casa e, com frequência, coloca uma de suas grandes patas cinzas no braço de sua mãe, mostrando-lhe o quão grata ela está pela segunda chance.

“Nós realmente não podemos acreditar em quanta energia ela tem para a idade dela”, disse Wasieleski. “Ela brica de lutar com meus outros cães de 2 anos de idade e depois quer descansar e se aconchegar comigo ou com seu dinossauro”.

Embora Kairi esteja se tornando mais independente, sua família ainda tem um plano alternativo, caso Dino desapareça.

“Já tratamos de voltar a loja para pegar outro dinossauro”, disse Wasieleski. “Caso algo aconteça com este”.

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Deputado Gilson Marques é contra PL que exige informações sobre uso de agrotóxicos nos alimentos

Por David Arioch

Marques: “Ocorre que o projeto imputa aos fornecedores de produtos alimentares um ônus excessivo e de dificílima implementação prática” (Fotos: Partido Novo/EBC)

Na semana passada o deputado Gilson Marques (Novo-SC) deu parecer contrário à proposta que propõe a inserção nos rótulos de produtos alimentícios informações sobre agrotóxicos, medicamentos e afins utilizados na produção agropecuária.

O Projeto de Lei 6448/2009, de autoria do ex-deputado federal Sarney Filho, enfrentou oposição de Marques, que é relator do projeto na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e votou contra o projeto na quarta-feira (26).

O deputado do Partido Novo justificou que, embora não se pretende negar o caráter fundamental do direito dos consumidores brasileiros à informação, inclusive em relação à utilização de agrotóxicos, “ocorre que o projeto imputa aos fornecedores de produtos alimentares um ônus excessivo e de dificílima implementação prática”.

E acrescentou: “Se pensarmos na complexidade da cadeia produtiva dos produtos alimentares na atualidade, que envolve uma grande diversidade de fornecedores e de matérias-primas utilizadas em um produto final, chega-se à conclusão da inviabilidade prática da implantação da proposição sob exame.”

Por outro lado, Sarney Filho sustenta na matéria do projeto que independente das dificuldades é importante que se aperfeiçoe o Código de Defesa do Consumidor, que apenas prevê genericamente que os produtos e serviços colocados no mercado para consumo devem conter informações necessárias.

“O projeto insere obrigações específicas em relação ao direito de informação dos consumidores quanto ao uso de agrotóxicos no processo de elaboração dos produtos alimentares”, defende Sarney Filho.


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Paul McCartney pede o fim dos testes com cães em universidade americana

Foto: Livekindly

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Paul McCartney escreveu uma carta em nome da ONG PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais), expressando surpresa ao ficar sabendo sobre os experimentos com cães da TAMU durante uma turnê.

A universidade cria cães da raça golden retriever para desenvolver distrofia muscular, dificultando sua locomoção, a deglutição e a respiração. De acordo com a PETA, esse tipo de experimento foi usado por quase 40 anos e não resultou em nenhum tratamento capaz de reverter a doença.

O co-fundador da Meat Free Monday descreveu o vídeo divulgado pela organização como “devastador”, e implorou ao TAMU para parar os experimentos e colocar os cães para adoção. McCartney acrescentou: “Eu convivo com cachorros desde que era menino e amei e tratei todos eles com carinho, incluindo Martha, que foi minha companheira por cerca de 15 anos e sobre quem escrevi a música‘Martha My Dear’”.

“Por favor, façam a coisa certa, acabando com o sofrimento dos cães no laboratório de pesquisas de distrofia muscular da TAMU e mudando para métodos modernos de pesquisa”, concluiu.

O ativismo de Paul McCartney

Vegetariano, desde 1975 o músico virou vegano, McCartney apareceu em várias campanhas de direitos animais, incluindo a participação como narrador do documentário produzido peka PETA “Glass Walls”, que fala sobre os horrores das fazendas de criação de animais. Ele também trabalhou com a Humane Society dos Estados Unidos e a Sociedade Mundial de Proteção aos Animais.

Em 2009, ele e suas filhas, a estilista vegana ética Stella e a fotógrafa Mary, lançaram a campanha Meat Free Monday no Reino Unido para incentivar as pessoas a comer mais alimentos à base de vegetais. O décimo aniversário da campanha foi comemrado por celebridades como Tom Hanks, Orlando Bloom e Alicia Silverstone.

Experiências com cães da TAMU

Esta não é a primeira vez que a TAMU está sendp acusada por seus experimentos. Falando à Fox News em novembro de 2017, a Dra. Alka Chandna, especialista sênior em supervisão laboratorial da PETA, disse que os testes são financiados com dinheiro público.

Um representante da TAMU defendeu os experimentos, observando que o FDA (Food and Drugs Administration/órgão regulador de vigilância sanitária dos EUA) exige que os medicamentos sejam testados em pelo menos duas espécies de animais antes de serem usados por seres humanos.

No entanto, Chandna explicou que o vídeo, obtido em 2013, mostra condições cruéis: “Eu vejo claramente que que não há amor ali. Também não há cuidado. Isto não é um tratamento humano”.

O New York Post notou que pelo menos uma outra universidade dos EUA conduz testes semelhantes em cães.

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Cadela abandonada entra em farmácia e mostra pata ferida para pedir ajuda

Uma cadela abandonada entrou em uma farmácia em Istambul, na Turquia, e mostrou uma de suas patas, que estava ferida, para pedir ajuda.

Foto: Reprodução / Instagram

O animal foi recebido no local pela farmacêutica Banu Cengiz. Quando notou a presença da cadela, Banu buscou ração para oferecer para ela. A cadela, no entanto, estendeu sua pata para mostrar o ferimento.

Ao perceber o que estava acontecendo, a farmacêutica cuidou do machucado. “Quando terminei, ela se deitou como se quisesse me agradecer”, afirmou ao portal The Dodo.

Banu adora animais e é tutora de um cachorro adotado. Ela, no entanto, disse não ter condições de ficar com mais um animal, mas reforçou que os ajuda como pode: alimentando-os e buscando lares para eles.

Confira o vídeo:

 

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JUST vende mais de oito milhões de unidades de substituto de ovo

Por David Arioch

O produto que já está sendo comercializado também na China tem a mesma quantidade de proteínas de um ovo de galinha (Foto: Divulgação)

A startup californiana JUST, de tecnologia de alimentos, informou na semana passada que já vendeu mais de 8,2 milhões de unidades do JUST Egg, um substituto do ovo baseado principalmente em proteína isolada de feijão mungo e cúrcuma.

A JUST lançou o seu “ovo sem ovo” no final de agosto de 2018, e o produto vem conquistando o mercado norte-americano pela semelhança em sabor e textura.

O produto que já está sendo comercializado também na China tem a mesma quantidade de proteínas de um ovo de galinha, mas não possui colesterol, exige menos de 77% de água no processo de produção e emite 40% menos gases do efeito estufa.

O JUST Egg foi criado principalmente para quem busca uma alternativa à omelete ou ovos mexidos. No entanto o produto não vem no formato de um ovo, mas sim em uma embalagem idêntica à de uma maionese – somando 355 ml.

“O mundo não acredita que é possível ter alimentos mais saudáveis e sustentáveis, que também sejam acessíveis e deliciosos. Estamos tentando mudar essa mentalidade”, declarou Josh Tetrick, CEO da JUST, acrescentando que o produto também é uma forma de resgatar uma memória gustativa sem que para isso seja necessário explorar animais ou gerar muito impacto ao meio ambiente.


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Ativistas pelos direitos animais fecham matadouro clandestino de cães na China

Foto: VShine

Foto: VShine

Um grupo de ativistas pelos direitos animais fizeram uma parceria com a polícia local para fechar um matadouro de cães na China.

O grupo de proteção animal chamado VShine agiu de acordo com lei e ao lado das autoridades ao efetuar a ação que ocorreu em Dalian, após a denúncia de um cidadão.

De acordo com o grupo, Dalian trabalha com uma política de tolerância zero ao comércio de carne de cachorro, e o matadouro só estava funcionando porque tinha sido aberto recentemente e por um homem que mora fora da cidade.

Foto: VShine

Foto: VShine

Cães resgatados

Os ativistas encontraram sete cães vivos na propriedade, incluindo cães das raçãs pastores alemães, golden retrievers e um rottweiler. Os cães foram entregues por um funcionário do matadouro.

Eles foram então levados para o abrigo da VShine, que é apoiado pela Humane Society International, para que eles pudessem receber atendimento veterinário. O financiamento da HSI ajudará a apoiar seu tratamento e sua reabilitação.

O grupo acredita que alguns dos cães era animais que tinham lares e foram roubado de suas famílias, já que eles usavam coleiras. Acredita-se que outros sejam cães em situação de rua ou cães de fazenda que foram roubados ou comprados de seus tutores.

Serial killer mata e mutila cerca de 70 animais em condomínio de SP

Arquivo pessoal

Cerca de 70 animais, entre cães e gatos, foram encontrados mortos ou com sinais de tortura no Conjunto Habitacional Brigadeiro Faria Lima, no bairro Grajaú, zona Sul de São Paulo. Os animais sobreviventes foram resgatados e estão sendo mantidos em lares provisórios.

A Redação da ANDA teve acesso exclusivos a áudios que informam que os animais estão sendo vítimas de envenenamento e um dos animais, inclusive, foi baleado. Também foram encontrados animais com olhos perfurados, orelhas e patas mutiladas e queimaduras.

Arquivo pessoal

Até o momento não há suspeitos. Protetoras que estão cuidando das vítimas preferem não realizar investigações independentes por temerem retaliações aos animais que protegem. Um Boletim de Ocorrência foi realizado e uma petição endereçada à Polícia Militar do Estado de SP, à OAB-SP, à Câmara Legislativa de SP e à Prefeitura de São Paulo pede celeridade na apuração dos crimes e repudia maus-tratos aos animais. Para assinar, clique aqui.

A maioria dos cães e gatos escolhidos como alvo pelo assassino são animais em situação de rua. As protetoras que atuam no local detectaram que há um modus operandi. Há pelo menos três meses toda segunda-feira são encontradas novas vítimas. Cães e gatos nunca são maltratados juntos, há uma predileção entre um ou outro a cada semana.

Arquivo pessoal

Ainda há animais em risco no local. Protetoras que estão acolhendo as vítimas sobreviventes fazem um apelo por adoções, lares temporários, doação de rações e medicamentos e ajuda de custo para tratamentos veterinários. Muitos dos cães e gatos resgatados estão sem olhos, feridos e com sequelas.

Para ajudar, entre em contato com a Claudia Chamas através do telefone (WhatsApp): 11 98277-1558.


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