Rodeio impede que ativistas pelos direitos animais filmem as competições

Os organizadores do Waikato Rodeo, na Nova Zelândia, estão fazendo tudo ao seu alcance para impedir que ativistas entrem no festival e filmem as cenas de crueldade e abusos que acontecem nestes eventos.

Entre 3500 e 4000 pessoas devem comparecer ao Waikato Rodeo no dia 16 de fevereiro.

Cenas terríveis foram registradas em outro rodeio, perto de Whangarei, no início deste mês e ele já informaram que alguns procedimentos serão implementados.

O presidente do rodeio, Wayne Raymond, se recusou a explicar o que eles serão.

No entanto, ele confirmou que a proibição de dispositivos de filmagem de alta potência – vistos no Mid Northern Rodeo – permanecerá, embora as pessoas possam filmar e tirar fotos em smartphones.

Os manifestantes no Mid Northern Rodeo afirmaram que foram empurrados e ameaçados por fãs de rodeio que eram contra a filmagem do evento.

Estima-se que cerca de 4.000 pessoas devam comparecer ao Waikato Rodeo em 16 de fevereiro no Kihikihi Domain. As informações são da Stuff NZ.

Este é o capítulo mais recente de um conflito de longa data – ativistas pelos direitos dos animais acreditam que os rodeios são cruéis e devem ser banidos, enquanto os vaqueiros e vaqueiras afirmam que rodeios não maltratam os animais e que é um esporte que faz parte da cultura dos países.

Raymon rejeitou as alegações de que as restrições de filmagem estavam em vigor porque o rodeio estava tentando esconder imagens. O Waikato Rodeo ofereceu a chance de levar os espectadores a olharem nos bastidores dos cowboys e cowgirls se preparando para o evento.

Os organizadores do Waikato Rodeo proibiram o uso de câmeras de alta potência.

Apollo Taito, da Direct Animal Action, disse que os organizadores do rodeio estavam se contradizendo com a proibição de filmar.

“A suposição é que manifestantes ou ativistas estão editando ou alterando as filmagens de uma forma não favorável. Não precisamos fazer isso e, se quisermos usá-lo como evidência para o MPI, ele não pode ser alterado ou editado”.

Ele confirmou que protestarão contra o rodeio deste ano.

“Estaremos do lado de fora da entrada principal com o nosso pessoal e nossos cartazes, pedindo a proibição dos rodeios e do governo trabalhista para cumprir suas promessas pré-eleitorais de proibir os rodeios”.

O porta-voz da Anti Rodeo Action, Lyn Charlton, disse que eles ainda estavam pensando em seus planos para o Waikato Rodeo. Se fosse tão aberto e claro quanto Raymond afirmou, não deveria haver problemas do grupo filmar a ação.

Ela disse também que o público precisa começar a pensar nos motivos que levam estes clubes de rodeio a tentar impedir que as filmagens sejam feitas.

 

 

Macacos são torturados e explorados nas ruas para entreter turistas

Macacos são cruelmente explorados e mortos em laboratórios de todo o mundo e, em circos e zoológicos, são forçados a aprender, com privação de alimentos, truques “engraçados” para divertir pessoas. Mas a maldade do homem não tem limites e, na Indonésia, eles são torturados e abusados nas ruas de Medan, a quarta maior do país, para entreter turistas e moradores.

Fotos angustiantes mostram os animais acorrentados pelo pescoço, vestem trajes bizarros, máscaras grotescas e andam de motocicletas em miniatura. Como não bastasse tamanha atrocidade, no fim dos “shows”, os pobres e indefesos macacos são mantidos em cativeiros minúsculos, escuros, sujos e com as correntes ainda em volta do pescoço.

Os homens que “cuidam” dos animais também foram registrados nas imagens pegando-os pelas mãos, pelos pés, deixando-os no chão, apenas para trocar as fantasias bizarras.

 

Quem capturou as terríveis imagens foi Sutanta Aditya, que visitou as ruas de Medan, na Indonésia, na semana passada. As informações são do Daily Mail.

Ela acredita que isto acontece devido a necessidades econômicas. “Os shows são controversos por causa da sensibilidade dos sentimentos humanos”.

Nada justifica torturar outras criaturas e as privar da liberdade em gaiolas e correntes de ferro para ganhar dinheiro.

“Se você está domando uma criatura de Deus, deve haver uma responsabilidade que vem disso. Sinto-me triste pelos macacos e espero que minhas fotos produzam pensamentos e ações”.

As tristes exposições também são encontradas na Índia, Vietnã, Paquistão, Tailândia, China, Camboja, Japão e Coréia do Sul.

 

 

 

Mais de 13 milhões de animais são explorados para fins científicos

Estatísticas revelam que mais de 13 milhões de animais foram explorados em pesquisas científicas, testes e estudos em Queensland, Austrália, durante todo o ano de 2018. Isso foi um aumento de 194% em relação ao ano anterior, quando foi calculado um total de 4,52 milhões de animais explorados.

galinhas

Foto: Getty Images

Segundo o relatório anual do Comitê de Ética Animal da Austrália, aves domésticas como galinhas e patos compunham o maior grupo de animais explorados para fins científicos no período entre 2017 e 2018, com mais de 12 milhões, seguidos por quase meio milhão de “outros mamíferos nativos”, que incluíam raposas voadoras e bandicoots, uma espécie de marsupial australiano.

Tartarugas, bois, cangurus, coelhos, cães, baleias e golfinhos, gambás, porcos, gatos, coalas, ratos e vombates também foram explorados.

Dos 154 projetos científicos do ano passado, quase 70% envolveram “intervenção consciente sem anestesia”, 3,2% envolveram animais inconscientes sem recuperação, enquanto 1,9% tiveram a morte dos animais como ponto final.

Isso significa que a morte do animal era uma medida deliberada da coleta de dados, e poderia incluir testes de toxicidade ou estudos de doenças nos quais se planejava que os animais morreriam.

“Inconsciente sem recuperação” poderia envolver o ensino de técnicas cirúrgicas em animais vivos e anestesiados que não poderiam se recuperar após o procedimento, ou animais assassinados para uso científico posterior, como ratos e sapos para dissecação.

O detalhamento completo de quantos indivíduos estavam envolvidos em cada categoria de projeto não foi fornecido pelo comitê.

Mais da metade dos projetos eram estudos ambientais; um em cada quatro eram para a “manutenção e melhoria de espécies ou saúde e bem-estar humanos”; 10% dos projetos tinham intenção “educativa”; 3,2% eram para a “compreensão da biologia humana ou animal”; e 5,8% para melhorar a gestão ou produção animal.

A diretora-executiva da Humane Research Australia, Helen Marston, disse que sua organização queria que a pesquisa com animais fosse eliminada, já que algumas das coisas às quais os animais foram expostos eram “verdadeiramente horrendas”.

“Além da óbvia crueldade em explorar os animais envolvidos como ferramentas de pesquisa, isso não é relevante para a medicina humana, pegar dados de um animal e os usar para correlacionar com os humanos”, disse ela.

“Existem tantas alternativas que são mais humanas e mais específicas, e precisamos abandonar esses métodos retrógrados de pesquisa.”

o tigre branco deitado comendo lama em seu cativeiro

Tigre branco come terra por não ser alimentado em zoo

Um tigre branco estava tão desnutrido que teve que comer terra em seu cativeiro em um zoológico na China, alegou um visitante, que se identificou como Wang. Ele disse estar chocado ao ver o tigre branco tão magro, uma espécie ameaçada de extinção, em uma recente viagem ao zoológico de Wuhan, no centro da China.

o tigre branco deitado comendo lama em seu cativeiro

Foto: Weibo | Reprodução

Wang acrescentou que não havia comida no chão, mas o tigre continuou lambendo o solo e até começou a mastigá-lo em sua boca. O zoológico negou as acusações, alegando que o tigre é saudável.

Chocado com a cena, o Sr. Wang gravou um vídeo e o postou na plataforma de mídia social chinesa Weibo. O post disse: “[O tigre] é tão magro que parece um pedaço de lenha e está com tanta fome que tem que comer lama.”

O post instou as autoridades de Wuhan a prestar atenção ao assunto. Wang disse que não viu nenhum alimento no recinto do tigre quando ele visitou. Ele condenou a equipe do zoológico pelo mau tratamento ao animal.

Em resposta, o zoológico alegou que o tigre estava comendo migalhas de comida do chão, e disse que eles o haviam alimentado com um frango inteiro. O zoológico acrescentou que o tigre tinha sete anos e pesava cerca de 120 quilos. Insistiu que era saudável e tinha um bom apetite. O peso médio de um tigre de Bengala adulto é de 249 quilos, segundo a WWF.

Um porta-voz do zoológico disse ao Beijing Youth Daily que o zoológico tinha comida suficiente para o tigre, mas o tigre “não pode comer muito.”

“Por não se movimentar muito, se comer demais, ficará muito gordo”, disse o porta-voz. “Se uma pessoa ficar gorda, ela ficará doente. É o mesmo para os animais.”

Os tigres brancos sempre foram extremamente raros na natureza. Eles são tigres de Bengala, que estão listados como “ameaçados” pela WWF. Os tigres brancos de bengala são brancos por causa de uma anomalia genética.

Um filhote de tigre branco só pode nascer quando ambos os pais carregam o gene raro, que aparece naturalmente cerca de uma vez em 10 mil nascimentos, de acordo com Animal Corner. A fascinante característica da espécie infelizmente a tornou muito procurada por circos e zoológicos, o que prejudicou ainda mais a quantidade existente de tigres brancos no mundo.

Nota da Redação: zoológicos e outros estabelecimentos que mantêm animais em cativeiro devem ser completamente extintos. Casos como este servem para revelar a crueldade escondida atrás desses lugares. É preciso entender e respeitar os direitos animais, pois eles não são objetos para serem expostos e servirem ao prazer de seres humanos. As pessoas podem obter alguns minutos de entretenimento, mas para eles é uma vida inteira de exploração e abusos condenados pelo egoísmo humano.

rato crucificado

Estudante crucifica e queima rato após ele supostamente comer sua tartaruga

Um estudante universitário pendurou um rato em uma cruz de madeira e o queimou em um campus na China. Ele alega que fez isso porque flagrou o rato comendo sua tartaruga.

rato crucificado

Foto: Daily Mail

Fotos mostrando o pequeno animal sendo amarrado à cruz de madeira com as patas dianteiras abertas de ambos os lados de seu corpo e exibidas no campus da universidade surgiram on-line.

O incidente causou revolta imediata da população no Weibo, uma plataforma de mídia social popular na China, com os usuários expressando sua indignação com o tratamento cruel com o animal.

O incidente aconteceu no Instituto de Artes de Guangxi, em Nanning, capital da região autônoma de Guangxi Zhuang, no sul da China, em 6 de janeiro, segundo postagens no Weibo.

Um post disse no domingo que o rato amarrado foi publicamente torturado ao lado de um lago no campus. Outro post afirmou na segunda-feira que o roedor ficou preso na cruz por um dia antes de ser queimado. Ainda não está claro se o rato estava ou não vivo enquanto foi queimado pelo estudante.

Um porta-voz da universidade confirmou as críticas online no site de notícias chinês btime.com. Ele disse que conversou com o aluno sobre o incidente e desaprovou seu ato bárbaro.

Idoso amarra cachorro em lixeira e o agride a pauladas

Vídeo de um idoso espancando um cachorro amarrado a uma lixeira, com um pedaço de madeira, em Paranaíba, caiu nas redes sociais e revoltou moradores da cidade ao leste de Mato Grosso do Sul. O animal grita e apesar de uma pessoa pedir para acabar com as agressões, o suspeito segue com as pancadas.

Foto: JP News

Conforme o JP News, o caso teria ocorrido na rua Sebastião de Palma, no Jardim Primavera. Primeiro, o idoso dá um chute no animal. Na sequência pega um pedaço de madeira e o atinge pelo menos cinco vezes.

Por várias vezes o cão tentou fugir, mas estava preso a uma coleira e ficou sujeito ao espancamento. Assim que termina de judiar do animal, o suspeito pega a moto e entra para a residência.

Nas redes sociais o que ficou registrado foram indignação e revolta.

“Sem comentários. Só revolta, já que não temos justiça. Fica por isso mesmo ou pior”, escreveu um internauta. Outro publicou: “Não entendi o porquê desse cachorro estar amarrado em frente a casa deste estúpido”.

Conforme o JP News apurou junto a uma integrante da Associação Amigos dos Animais, diante da repercussão do caso, o suspeito se apresentou, prestou depoimento e foi liberado. Ele teria se comprometido a não mais agredir o animal.

O animal já está sob a guarda da AMA. O caso é investigado pela Polícia Civil.

Fonte JP News

duas galinhas em um quintal

Nova decisão da Bélgica levanta debate sobre direitos animais e liberdade religiosa

Cada vez mais, as jurisdições promulgam leis que promovem considerações sociais legítimas que, por sua vez, entram em conflito com alguns costumes tradicionais religiosos.

duas galinhas em um quintal

Foto: Getty Images

A Europa Ocidental está liderando o caminho. A Bélgica agora exige que todos os animais devem ser atordoados antes de serem mortos, o que impede que sua carne seja declarada kosher ou halal de acordo com as exigências religiosas do judaísmo e do islamismo.

Até recentemente, havia uma exceção às leis de bem-estar animal que permitia isenções religiosas limitadas. Essas brechas legislativas agora estão sendo sistematicamente removidas.

A maioria dos países e a União Européia permitem exceções religiosas à exigência impressionante, embora em alguns lugares – como na Holanda, onde uma nova lei entrou em vigor no ano passado, e na Alemanha – as exceções sejam muito estreitas. A Bélgica está se juntando à Suécia, Noruega, Islândia, Dinamarca e Eslovênia entre as nações que não prevêem nenhuma exceção.

Ann De Greef, diretora da Ação Global no Interesse de Animais, um grupo belga de defesa dos direitos dos animais, insistiu que o atordoamento não entra em conflito com a doutrina kosher e halal e que ainda pode ser considerado de acordo com o ritual, mas as autoridades religiosas se recusam a aceitar sua fala.

“Eles querem continuar vivendo na Idade Média e continuar a massacrar sem atordoar – pois a técnica ainda não existia naquela época – sem ter que responder à lei”, disse ela. “Bem, me desculpe, na Bélgica a lei está acima da religião e isso vai ficar assim.”

No Brasil, entre 2017 e 2018, houve uma tentativa de proibição do abuso e da matança de animais em rituais religiosos, mas o julgamento do STF foi suspenso em agosto do ano passado, devido a um pedido do ministro Alexandre de Moraes.

brucie deitado no chão

Tutor é condenado por causar sofrimento e alimentar demais seus cães

Martin Harrison, de 58 anos, cujos dois cães ficaram tão gordos que não puderam andar depois de serem alimentados com queijo e pudim de arroz por três anos, foi proibido de manter animais.

brucie deitado no chão

Brucie, encontrado extremamente obeso e sem energia. Foto: RSPCA

No tribunal, bull terriers de Staffordshire, Brucie e Lucy, foram descritos como obesos, com depósitos de gordura sob a pele, quando foram resgatados sob a lei de bem-estar animal.

Harrison culpou sua falecida mãe por alimentar os cães com queijo e os pudins de arroz, mas ele confessou que ocasionalmente os “mimava” com bolos e guloseimas caninas.

orelha de Lucy

A orelha de Lucy, que também foi negligenciada por seu tutor. Foto: RSPCA

Os cães estavam “ofegantes” e foram colocados na sala de consulta dos veterinários depois de serem capturados pelos inspetores da RSPCA. Durante o tempo em que Harrison possuía os cães, o peso de Brucie subiu de saudáveis 20 kg para 37 kg. O peso de Lucy aumentou para 34 kg e ela tinha uma doença crônica de ouvido, que também não foi tratada.

Desde que foram resgatados em março do ano passado, os animais foram colocados em uma dieta e agora pesam cerca de 22 quilos cada. Ambos os cães foram imediata e permanentemente mantidos longe de Harrison, depois que os magistrados fizeram uma ordem de privação na Corte de Magistrados de Poole, na Inglaterra. Ele também foi multado e proibido de manter animais por dois anos.

uma fita métrica ao redor da cintura do cachorro brucie

Brucie (na foto) e Lucy estavam com quase o dobro do peso ideal. Foto: RSPCA

Brucie estava ofegando constantemente enquanto estava deitado no consultório e tinha depósitos de gordura ao redor do pescoço e nas costas. “Lucy também estava acima do peso e tinha uma doença crônica do ouvido causada a longo prazo, que causava tamanho sofrimento no cão que um tutor responsável e competente não teria permitido,” disse Jeremy Lake, promotor da Corte.

O tribunal ouviu que Harrison, que morava com a mãe, comprou Brucie e Lucy em Gumtree em novembro de 2014. A RSPCA foi alertada pela primeira vez para a sua condição em dezembro de 2016, após uma denúncia de um cidadão, e Harrison foi visitado por um inspetor e recebeu conselhos sobre como reduzir o peso dos cães.

No entanto, quando ele foi visitado novamente em janeiro de 2018, o inspetor descobriu que Brucie e Lucy engordaram ainda mais. Harrison recebeu uma advertência final da RSPCA e, dois meses depois, após um relatório de um veterinário independente expressando preocupação sobre o sofrimento dos cães, eles foram levados sob a lei de bem-estar animal em 28 de março.

lucy sentada no chão

Lucy, depois de resgatada, agora está num peso muito mais saudável. Foto: RSPCA

Uma vez que ambos os cães foram colocados sob os cuidados de um abrigo de animais, o ouvido de Lucy foi operado e seus pesos voltaram ao normal. A inspetora da RSPCA, Tina Ward, disse: “Ambos os cães estavam com excesso de peso e isso causaria danos a longo prazo à sua saúde.”

Depois de alguns minutos, eles ficaram deitados no chão ofegantes e não tinham energia. “Agora, eles são cães adoráveis ​​cheios de energia que adoram correr e brincar de bola.”

brucie deitado na grama com a boca aberta

Brucie agora, saudável e cheio de energia. Foto: RSPCA

Defendendo-se, Harrison explicou que sua falecida mãe alimentava os cachorros com queijo e arroz-doce, apesar dele pedir repetidamente que não fizesse isso. Ela parou em janeiro de 2018, e logo após os cães começaram a emagrecer depois que ele comprou um produto especial de perda de peso para eles na internet.

Harrison, que tem vários problemas crônicos de saúde, disse que não poderia se dar ao luxo de levar Lucy aos veterinários por um período de tempo, culpando Iain Duncan Smith, ex-secretário estadual do Trabalho e Pensões, por interromper seus benefícios.

Ele disse: ‘Eu admito que os cães estavam acima do peso, mas não foi minha culpa porque minha mãe os alimentou demais. Quando eu escondia a comida do cachorro, ela os dava arroz e queijo.”

“Eu tentei impedi-la, mas era impossível com a doença de Alzheimer. Você não pode vigiar alguém 24 horas por dia. Agora ela morreu (em novembro de 2018) eu posso cuidar dos cães corretamente.”

“Uma vez que eu soube sobre a ração especial para ajudar na perda de peso, o peso começou a cair. Qualquer perda de consultas veterinárias pode ser atribuída a Iain Duncan Smith. Meus benefícios foram interrompidos e eu não tinha dinheiro para levar Lucy ao veterinário. Meus cachorros são meus filhos. Eu sinto falta deles como um louco e eu só quero eles de volta. Não tenho mais ninguém.”

Harrison foi considerado culpado de duas acusações de causar sofrimento desnecessário aos seus animais domésticos, não lhes proporcionando uma dieta saudável sob a lei de bem-estar animal de 2006. Ele também foi considerado culpado de uma acusação de não fornecer cuidados veterinários para uma grave doença do ouvido sob a mesma lei.

Magistrados disseram que Harrison falhou em sua responsabilidade de impedir que seus cães ficassem “severamente acima do peso”. O presidente Colin Westom disse: “Como tutor desses dois cães, ele era responsável por cuidar deles e isso incluía seu peso.”

“Aceitamos a situação com a sua mãe tendo demência foi muito difícil e você não podia vê-la 24 horas por dia, mas o fato é que esses cães permaneceram severamente acima do peso, apesar de vários avisos da RSPCA e os conselhos que eles deram sobre como gerenciar isso.”

“Você frequentemente negligenciou consultas veterinárias por um longo período e a orelha de Lucy permanecia descuidada quando se tratava de uma doença significativa que teria sido claramente visível. Seus dois cães não serão devolvidos a você, pois você tem uma longa história de não se importar adequadamente com eles.”, disse Westom a Harrison.

Harrison também foi multado em 150 euros, tendo recebido uma sobretaxa de 30 euros e tendo que pagar mais 100 euros em custos.

galinhas enjauladas e parcialmente depenadas

Vídeo mostra o extremo abuso de galinhas em fazendas na Holanda

A fundação alemã Animal Rights divulgou um novo vídeo no YouTube mostrando o abuso de galinhas poedeiras em fazendas holandesas. O vídeo mostra poedeiras calvas e enfraquecidas quase incapazes de andar. Também mostra galinhas mortas nos estábulos, algumas até em estado avançado de decomposição.

galinhas enjauladas e parcialmente depenadas

Foto: YouTube | Reprodução

Este novo vídeo foi filmado com câmeras escondidas em fazendas nas províncias holandesas de Flevoland, Noord-Brabant, Gelderland, Limburg e Vlaanderen. As localidades de Limburg dizem respeito a estábulos em Nederweert e Oirlo, informou a emissora regional.

Segundo a Animal Rights, dezenas de milhares de galinhas poedeiras vivem em celeiros. Estes animais foram “esgotados” pela alta produção de ovos e condições de vida abaixo do padrão durante os 18 meses em que sobrevivem nesses estabelecimentos, disse a organização.

Há três meses, a Animal Rights divulgou imagens semelhantes de uma fazenda de em Tollebeek, Noordoostpolder, uma cidade holandesa. Tanto o criador de aves como a autoridade holandesa de segurança alimentar e de produtos de consumo NVWA afirmaram mais tarde que não houve abusos.

Iris Odink, do sindicato holandês de avicultores, que só viu o vídeo feito em Vlaanderen, duvida de sua autenticidade. “Olhe, filmagens de galinhas carecas não nos fazem felizes. Mas há certas organizações que estão constantemente trabalhando para enegrecer o setor. Elas invadem, saqueiam seu depósito de cadáveres, espalham eles no chão e então os filmam,” disse ela a 1Limburg.

Outros vídeos que denunciam abusos de galinhas em diversas fazendas ao redor do mundo também são divulgados. Ativistas pelos direitos animais lutam constantemente para acabar com as condições de vida precárias às quais são submetidos os animais nesses tipos de estabelecimento, que os tratam como meros objetos.

Audiência do caso de crueldade contra macacos explorados em testes é suspensa

Na Alemanha, um processo judicial de crueldade animal contra funcionários do Instituto Max Planck de Cibernética Biológica (MPI) foi suspenso. Os pesquisadores do MPI foram acusados ​​de causar sofrimento a três macacos durante a pesquisa que aconteceu em 2014.

um macaco ensanguentado e encolhido no canto de uma cela

Foto: Cruelty Free International e Soko Tierschutz

Processos criminais foram lançados pelo gabinete do procurador estadual, mas de acordo com a Cruelty Free International, o tribunal distrital de Tübingen anunciou que houve um acordo de um pagamento em dinheiro no valor de quatro a cinco dígitos em vez do julgamento.

As acusações tinham seguido uma investigação secreta conjunta sobre o MPI pela Cruelty Free International e pela organização de bem-estar animal alemã Soko Tierschutz, revelando que os macacos foram submetidos a grandes cirurgias na cabeça, privação de água e contenção física.

“Estamos extremamente desapontados pelo fato da audiência ter sido suspensa e as alegações de crueldade contra animais não serem abordadas agora”, disse a Dra. Katy Taylor, diretora de Ciência e Assuntos Regulatórios da Cruelty Free International – que agora está pedindo pela divulgação de um relatório preparado pela Universidade de Bochum, que foi apresentada pelo advogado de defesa dos pesquisadores.

“Durante nossa investigação no Instituto Max Planck, ficamos chocados com o nível de sofrimento a que os macacos foram submetidos. Os macacos são animais inteligentes e sociais e é absolutamente terrível para eles serem tratados dessa maneira.”

MPI disse que havia acabado com a exploração de macacos nesses experimentos em 2017.