Filhote de cachorro abandonado perde um olho após ser torturado por gangue de abusadores

A cadelinha Oakley após a cirurgia | Foto: Kent County Sheriff's Office

A cadelinha Oakley após a cirurgia | Foto: Kent County Sheriff’s Office

Um filhote de cachorro teve que ter seu olho removido cirurgicamente após ser baleado e torturado por uma gangue de abusadores de animais.

O filhote amigável e brincalhão, é na verdade uma cachorrinha e foi batizada de Oakley. Ela foi repetidamente alvejada por tiros de balas de festim durante a agressão covarde e cruel e depois deixada para morrer.

Oakley foi resgatada por uma uma mulher que reside na região e ouviu os tiros do lado de fora de sua casa, em Bakersfield na Califórnia (EUA), ela correu para ver o que era, foi quando encontrou o animal ferido.

Oakley recebe carinhos e mimos dos funcionários do gabinete do xerife | Foto: Kent County Sheriff's Office

Oakley recebe carinhos e mimos dos funcionários do gabinete do xerife | Foto: Kent County Sheriff’s Office

O filhote que tem o pelo curto branco com manchas marrom e brancas pelo corpo foi encontrado ganindo de dor sob o carro da mulher enquanto quatro pessoas fugiram correndo do local.

Oakley foi levada às pressas para o centro de resgate mais próximo, onde os veterinários conseguiram salvar sua vida.

Infelizmente, ela teve que ter o olho removido, devido a gravidade de seus ferimentos.

Oficiais do Gabinete do Xerife do Condado de Kent disseram que ela saiu da cirurgia alegre e animada.

Oakley será colocada para adoção assim que se recuperar totalmente.

Oakley com membros da equipe de resgate que ajudaram a salvar sua vida | Foto: Kent County Sheriff's Office

Oakley com membros da equipe de resgate que ajudaram a salvar sua vida | Foto: Kent County Sheriff’s Office

A polícia abriu uma investigação sobre o terrível ato caracterizado como crime de crueldade contra animais, relata o jornal Metro.

Esta semana um cão na Irlanda do Norte teve que ser sacrificado depois de ter ácido jogado por todo o seu corpo.

O animal de estimação da família foi levado por Hannah Marriott depois que apareceu em sua porta com ferimentos doentios. Hannah, de Newry, na Irlanda do Norte, disse: “Quem fez isso com esse pobre cachorro está doente, completamente louco”.

O cão ferido foi encontrado no bairro de Parkhead da cidade na terça-feira.

Centenas de pessoas foram às mídias sociais para desabafar seu horror ao tratamento do animal, relata Belfast Live.

Um deles disse: “A família do cachorro foi notificada e eles estão traumatizados com o que aconteceu ao seu animal de doméstico”.

Respeito à vida

Violência e brutalidade contra animais são sintomas de uma causa antiga e nociva: o especismo. Julgando-se superior às demais espécies do planeta o ser humano, abusa, mata, come e usa os animais e meio ambiente como se fosse bens de consumo descartáveis disponíveis para o seu consumo e à sua disposição.

Animais são vidas preciosas, seres sencientes, capazes de sentir, amar, sofrer, criar vínculos profundos e compreender o mundo ao seu redor. Qualquer violência contra um animal é um atentado contra a vida em si, contra seus direitos e contra a própria humanidade.

Companheiros de planeta e não seres inferiores, os animais tem sofrido sob o jugo secular, impiedoso e cruel da humanidade, arbitrariamente e sem defesa. Cabe a nós o reconhecimento de sua presença como espécies irmãs no planeta e tão dignas de direitos como os seres humanos.

É o mínimo em um mundo onde são feridos, mutilados, desrespeitados, abusados e muitas vezes mortos indiscriminadamente.

Flautista toca para vacas em santuário e elas se aproximam para apreciar a música

Foto: PETA

Foto: PETA

Em um santuário na Índia, equipes de resgate recebem alguns dos animais mais negligenciados do mundo: bois, burros e outros tantas vítimas dos seres humanos, muitos deles forçados a realizar trabalhos pesados, transportando cargas imensas, durante dias e anos seguidos nas comunidades agrícolas e pobres da Índia.

Os amigos da ONG PETA no abrigo Animal Rahat (“rahat” significa “alívio”) conhecem muitos desses animais há um longo tempo: os funcionários saem para as comunidades vizinhas e tratam animais que sofrem de desidratação, desnutrição, tensões musculares, claudicação (mancam) e lesões não tratadas.

Eles estão de prontidão para emergências envolvendo animais de qualquer tipo, seja de dia ou de noite, o ano todo. Muitas vezes, eles conseguem persuadir um proprietário a deixar um animal idoso ir viver no santuário de animais, Animal Rahat.

Lá, os animais de trabalho aposentados têm a liberdade de fazer o que quiserem e podem viver seus dias como bem desejarem.

Eles gostam da companhia de amigos, lambem blocos de sal, mastigam a grama verde fresca, comem iguarias deliciosas como bolo de amendoim e grão de bico, nadam ou rolam nas caixas de areia.

Ou eles apenas descansam na sombra, livres da ameaça de chicotes e outros instrumentos de tortura pelo resto de suas vidas.

E às vezes, os animais recebem um tratamento muito especial

Animal Rahat convidou o tocador de flauta Rasul Mulani para dar a todos os residentes do santuário um relaxante e belíssimo concerto privado. Um membro da equipe gravou o vídeo, e as images impressionam pela pureza, sensibilidade e gratidão dos animais.

Quando se trata de apreciar música, formar vínculos e amizades duradouras, nadar, brincar, relaxar ao sol e apenas apreciar a liberdade de fazer nossas próprias escolhas, todos os animais – incluindo humanos – são muito parecidos.

Reconhecer aos outros animais como indivíduos e permitir que eles sejam livres e vivam em paz é o mínimo que se pode esperar de uma escolha moral condizente com o status de espécie racional que a humanidade ostenta.

Circos com animais selvagens estão a um passo de serem proibidos

Foto: Livekindly/Reprodução

Foto: Livekindly/Reprodução

O sofrimento e a exploração dos animais de circo pode acabar em breve nos Estados Unidos. Um projeto de lei que proíbe o uso de animais selvagens em circos itinerantes acabou de ser introduzido no congresso americano.

A medida, chamada de Viagens com Animais Exóticos e Lei de Proteção à Segurança Pública (TEAPSPA), foi apresentada hoje à Câmara dos Representantes, Common Dreamsreported.

O projeto de lei alteraria a Lei de Bem-Estar Animal, uma lei que monitora o tratamento humano dados aos animais em pesquisa, transporte, entretenimento e muito mais desde 1966.

A TEAPSPA proibiria que circos itinerantes e atos semelhantes que exibissem animais exóticos e selvagens. O site do projeto explica os “efeitos adversos” do cativeiro e do transporte em animais usados para entretenimento.

“Devido ao confinamento severo, falta de exercício ao ar livre e a restrição de comportamentos naturais, os animais usados em circos itinerantes sofrem constantemente e são propensos a problemas de saúde, comportamentais e psicológicos”, explica o texto do projeto.

“É comum a equipe de circo maltratar os animais usando ganchos, chicotes, bastões elétricos e barras de metal, o que muitos considerariam ´tortura pura´”, diz a TPSPSPA.

O texto acrescenta que as autoridades policiais tem que lutar para conseguir monitorar efetivamente os circos devido à sua mobilidade constante, o que significa que a “brutalidade” enfrentada pelos animais geralmente não é documentada.

“O Congresso tem a responsabilidade de proteger o bem-estar dos animais e garantir a segurança pública”, afirma o site.

A proibição do envolvimento de animais exóticos e selvagens em circos também beneficiaria a economia, segundo a TEAPSPA, que a chama de “solução menos dispendiosa para esse problema”.

O projeto aponta que entre 2007 e 2010, o USDA inspecionou o circo Carson & Barnes Circus, 42 vezes, gastando um total de 57.246 dólares para fazer isso.

Vândalos pintam suástica no corpo de burros

Foto: Polícia de Israel

Foto: Polícia de Israel

Uma suástica foi encontrada recentemente pintada a spray em um burro na cidade de Be’er Sheva, no sul do país.

A polícia abriu uma investigação sobre o caso, que ganhou notoriedade nas mídias sociais. Um residente de 40 anos da cidade vizinha de Tel Sheva, foi detido e levado para prestar esclarecimentos. Foram encontrados vários burros na propriedade do suspeito marcados com a suástica.

A associação “Let the Animals Live” respondeu duramente aos relatórios, conclamando as autoridades a processar os responsáveis em toda a extensão da lei.

“Esperamos que a polícia lide com a gravidade aqueles que zombaram do Holocausto e torturaram um animal”, disse o fundador da Let the Animals Live, Eti Altman.

“Como filha de um sobrevivente do Holocausto, fiquei chocado. A justiça deve ser feita e esses criminosos devem ser punidos severamente.”

Burros em Israel

De acordo com informações do Ali Findlay, gerente de programas do Oriente Médio da ONG internacional, World Society for the Protection of Animals (WSPA), para o Telegraph, os burros que vivem em Israel precisam de muita ajuda: os animais continuam desempenhando seu papel tradicional de transporte para aqueles que não podem pagar carros, caminhões ou motocicletas. Burros carregam carroças lotadas de suprimentos e pesadíssimas, outros mal conseguem caminhar, cheios de caixas e sacolas nas costase a amarradas às laterais de seus corpos.

“Eu até vi um pobre burro lutando para carregar um homem adulto a pleno galope ao longo do acostamento de uma rua movimentada ao sol do meio da tarde”, conta Findlay.

Lucy's Sanctuary for Holy Land Donkeys

Foto: Lucy’s Sanctuary for Holy Land Donkeys

Com o aumento do custo do combustível, os jumentos são mais procurados do que nunca, não apenas em Israel, mas em todo o mundo em desenvolvimento explica o ativista. “Eles são frequentemente negligenciados: quando as pessoas acham difícil sustentar suas famílias, o bem-estar animal diminui a lista de prioridades”.

Fatos pouco conhecidos sobre os burros

De acordo com informações do santuário Lucy’s Sanctuary for Holy Land Donkeys que resgata e abriga burros abusados vítimas de maus-tratos em Israel e também na Palestina com unidades móveis de tratamento “in loco”, esses animais são muito mais inteligentes e amorosos do que a maioria das pessoas imagina.

Os burros são provavelmente os animais mais subestimados do mundo. Com seu comportamento silencioso e estoico, muitas pessoas não percebem que pequenas criaturas inteligentes, sensíveis, sábias e leais elas realmente são.

Conheça 16 características dos burros:

1. Esses animais têm excelentes memórias, eles são capazes de se lembrar de um lugar onde estiveram ou de outros burros que encontraram há 25 anos.

2. Um burro nunca se envolverá em uma atividade se considerá-la insegura.

3. Com o devido cuidado e amor, um burro pode viver por mais de 40 anos.

4. Os burros não são teimosos em tudo. No caso de sentirem algo de errado durante a viagem, eles simplesmente não seguirão em frente e começarão a estacar. Este é um comportamento que demonstra de sua inteligência. Esse comportamento fez as pessoas pensarem que os burros são teimosos.

5. Os burros são originários das áreas desérticas do Oriente Médio e da África e estão anatomicamente bem equipados para sobreviver nessas condições.

6. Um burro é capaz de ouvir outro burro a uma distância de 97 km em condições adequadas no deserto. Isso é possível por causa de suas orelhas grandes e audição poderosa.

7. Suas orelhas grandes também ajudam a mantê-los frescos no clima quente e árido do deserto.

8. Comparados aos cavalos, os burros são muito mais capazes de pensar e tomar decisões independentes, garantindo sua segurança.

9. Burros odeiam chuva. Sua pelagem não é à prova d’água e permanecer na chuva por um longo período na verdade prejudica a sua saúde.

10. Assim como com chimpanzés e macacos, os jumentos em um rebanho se cuidam e se mantêm limpos.

11. Os burros são capazes de utilizar 95% de toda a refeição que comem. Isso é porque eles são basicamente animais do deserto. Em áreas de deserto, a comida é escassa e desperdiçar comida não é um luxo possível nessas áreas.

12. Burros ficam deprimidos com muita facilidade quando deixados sozinhos. Essa é a razão pela qual eles vivem em grupos.

13. Burros e cavalos têm a mesma marcha, mas os burros raramente são vistos correndo. Sendo os desertos o seu clima nativo, os burros provavelmente entenderam que correr como uma atividade desnecessária em altas temperaturas. Este instinto de não correr ficou com eles desde a sua evolução.

14. Ao contrário dos cavalos, um burro dificilmente mostra dor até que seja tarde demais. É por isso que eles são frequentemente tão maltratados. Como tutor de um burro, você deve sempre observar mudanças de comportamento para não perder sinais de doença ou desconforto.

15. Um burro não deve carregar mais do que aproximadamente 20 a 25% do seu próprio peso corporal para se manter saudável.

16. Os burros podem construir um relacionamento muito forte com outro amigo burro. Se um parceiro morre, o outro pode sofrer por muito tempo.

Cadela com sinais de estupro é resgatada no interior de São Paulo

Uma cachorra com sinais de violência sexual foi resgatada por uma ativista da causa animal e pela Guarda Municipal (GM) de Cabreúva (SP) na noite desta quinta-feira (18). O animal estava com ferimentos na região genital e precisou passar por uma vulvoplastia.

Foto: Arquivo Pessoal

A denúncia foi feita por uma moradora do bairro Bananal à ativista Sheila Rodrigues, que acionou a GM, uma veterinária voluntária e o Centro de Reabilitação e Adoção de Cães e Gatos (CREADOCA).

De acordo com Sheila, o resgate foi feito na estrada dos Romeiros por volta das 20h. O animal não tem tutor e, segundo moradores, ficava perambulando por uma área onde há diversas chácaras.

A Guarda Municipal de Cabreúva foi acionada e confirmou o atendimento do caso. Em nota, afirmou que um boletim de ocorrência será registrado na Polícia Civil, nesta segunda-feira (22), já que não houve flagrante.

Segundo a ativista, após o encontro, a cadela foi levada ao centro cirúrgico de uma clínica veterinária, onde passou por uma vulvoplastia. O procedimento, que reconstrói a região da genitália do animal, durou cerca de quatro horas.

Foto: Arquivo Pessoal

Segundo a veterinária Tamyres Novack, a cachorra estava muito ferida e estaria sendo violentada há um tempo porque os ferimentos já estavam inflamados.

“Para se ter ideia, ela não tinha mais o canal por onde sai a urina. Por isso, a bexiga dela estava quase estourando. Ela estava com muita dor”, conta.

Abuso

Segundo a ativista, quando a moradora fez o primeiro contato sobre o abuso, a hipótese era de que poderiam ter violentado a cadela com um pedaço de madeira ou algum objeto. Porém, a ideia é descartada pela veterinária.

Foto: Arquivo Pessoal

“Pode ser que o ferimento tenha sido por algum objeto, mas eu ainda acredito que o estupro tenha sido causado pelo órgão sexual de um homem adulto”, diz a profissional.

Tamyres diz ainda que a cadela está reagindo bem ao pós-operatório, apesar de estar com uma sonda que a acompanhará por mais dois meses.

O animal já foi adotado por um dentista da cidade e aguarda alta médica para ir ao novo lar.

Fonte: G1

Hospital trata elefantes vítimas de abuso e exploração na Índia

O Wildlife SOS Elephant Hospital é uma unidade de saúde inaugurada em novembro de 2018 pela ONG Wildlife SOS para tratar elefantes vítimas de exploração e abuso em Uttar Pradesh, na Índia. A entidade atua na proteção animal desde 1995.

Foto: Reprodução / Wildlife SOS

Desde a inauguração, o hospital já atendeu dezenas de elefantes que apresentaram problemas de saúde devido aos maus-tratos que sofreram. Eles foram resgatados de circos, acampamentos e de tutores que os negligenciavam. Ao chegar no hospital, eles são avaliados por uma equipe composta por mais de vinte especialistas. As informações são do portal GreenMe.

Com aparelhos de alta-tecnologia, a unidade de saúde conta com ultrassom, radiologia digital sem fio, laserterapia, um laboratório de patologia, talha médica para levantar os elefantes, balança digital gigante, piscina de hidroterapia, aparelhos portáteis de raios X, instrumentos para tratar dos pés dos elefantes e câmeras de infravermelho para os veterinários monitorarem os elefantes durante à noite.

No local, esses animais recebem alimentação adequada. À base de frutas, a dieta deles é composta principalmente de banana e mamão papaia, que são os alimentos preferidos dos elefantes.

Foto: Reprodução / Wildlife SOS

Após se recuperarem, os elefantes são levados para os santuários da Wildlife SOS. No Centro de Resgate de Elefantes de Yamunanagar ou no Centro de Conservação e Cuidados com os Elefantes de Mathura, eles passam o resto de suas vidas cercados de amor, respeito e cuidados.

Além de fornecer atendimento veterinário e abrigo aos elefantes, a ONG também realiza campanhas de conscientização para que a população aprenda a proteger e respeitar esses animais, que são considerado sagrados pelo Hinduísmo.

Cão resgatado aprende a dormir em pé após anos de abuso

O cão de dois anos comoveu sua tutora enquanto tentava dormir em pé ao lado de uma cama de cachorro vazia, em Roswell na Georgia (EUA), semana passada, pois nunca havia se deitado para dormir antes.

Melissa Lentz, que resgatou o poodle branco, disse que ele só viveu em gaiolas superlotadas, onde o chão era coberto de fezes.

O vídeo perturbador mostra o cão magro, tremendo e se inclinando para a direita enquanto tenta dormir.

O pobre animal é visto ainda sobre as quatro patas enquanto permanece ao lado de uma confortável cama de cachorro no chão de madeira, sem se arriscar a usá-la.

Melissa, que batizou o cãozinho de Jordan Knight em homenagem ao cantor do grupos New Kids on the Block, disse ter pensado que o cachorro estava doente no início.

“Eu não compreendi o que ele estava fazendo no no começo, sua cabeça estava curvada para baixo e ele estava balançando para os lados, o que eu achei muito estranho”, conta ela.

“Demorei um minuto e então percebi: oh meu deus ele está dormindo em pé, bem ao lado da cama de cachorro!”, disse Melissa.

A tutora conta que ficou muito abalada ao vê-lo agindo daquela forma, o comportamento do cão mostrava a negligência e abuso que ele havia sofrido por toda a sua vida. “Eu não esperava isso, meus olhos se encheram de lágrimas”, desabafa ela.

“Ele foi encontrado em condições deploráveis, o canil era um verdadeiro inferno, as gaiolas estavam superlotados de cães cobertos de urina e fezes, pois eles não tinham para onde ir e ninguém para limpá-las”.

Melissa acredita que por causa da imundície, do frio e da superlotação, Jordan nunca se deitou, “ele não sabia como”, diz ela.

Ela começou então a transmitir segurança ao cão, mostrando a Jordan que era seguro ali e encorajá-lo a aconchegar-se na cama que ela havia comprado especialmente para ele.

Apesar da aproximação gentil e cuidadosa de Melissa, o pobre poodle estava aterrorizado demais para ficar perto dela e fugiu.

A tutora conta que naquela noite, ele estava com tanto medo dela que se afastou e se escondeu e como ela não queria mais assustá-lo, deixou que ele fosse pra longe.

“Eu tentei mostrar a ele como se deitar e gentilmente empurrei suas pernas, mas ele estava com muito medo. Por mais que eu quisesse que ele se deitasse, eu não podia força-lo a isso”.

O vídeo também mostra o cachorro andando pela grama pela primeira vez e explorando uma porta da casa.

Jordan se move lentamente ao redor do jardim farejando o chão e balançando a cauda, antes de ser recebido por um dos outros cachorros de Melissa.

Ele então se detém farejando a porta aberta, anda para trás e para frente, antes de decidir que não quer entrar mesmo e vai embora.

O cão também é mostrado explorando um pátio coberto do lado de fora da casa antes de subir o degrau dando lentamente um passo adiante para dentro.

Melissa, que já ajudou com lar temporário mais de 500 cães em oito anos, contou que Jordan adora a companhia de outros cães e está começando, aos poucos, a se acostumar com a presença de humanos.

Ela conta que notou sua cauda abanando com mais frequência desde que foi resgatado na semana passada.

A tutora conta que Jordan adora interagir com outros cães e agora já se deita para dormir, foi assim que aprendeu: copiando os outros.

“Ele nunca tinha andado na grama antes, não sabia o que era um degrau e como escalá-lo antes de vir para cá e agora ele conseguiu resolver isso”, disse orgulhosa a tutora.

“Ele está aprendendo a ser um cachorro normal, é gratificante assistir a isso. Derramo lágrimas de alegria todos os dias, observando suas conquistas”, elogia ela.

Foto: Kennedy News and Media

Foto: Kennedy News and Media

Melissa trabalha como voluntária na ONG Releash Atlanta desde 2011, e conta que apesar de as vezes ser dolorosa a experiência de adotar cães de resgates, é algo que nos modifica.

O primeiro cão adotado por ela, um Cavalier King Charles Spaniel, tinha cinco anos de idade quando os dois se conheceram.

“Ele não havia saído de sua gaiola por meses, mas quando finalmente o fez, conseguiu outras pequenas vitórias também”, foi incrível.

“Os animais que a ONG resgata estão doentes, traumatizados, com medo ou qualquer combinação disso tudo”.

“A melhor parte é vê-los florescer de animais apavorados e doentes em cães felizes e seguros que serão em breve membros de uma família”

Um porta-voz da Releash Atlanta disse que a entidade se sente honrada em ter esses cães sob seus cuidados.

“Eles estão em lares seguros, calorosos, amorosos e experientes que estão trabalhando com eles para ensiná-los que ser membro de uma família é algo bom e que nem todos os seres humanos são maus”, declarou ele.

Cantor que aparece em vídeo abusando sexualmente de porco é multado pelo Ibama

Foto: Divulgação

O cantor de forró e vocalista da Banda Na Pegada, Gabriel Tavares, também conhecido como Biel Loop, foi multado pelo Ibama. A valor da punição, segundo matéria publicada pelo portal amazonense A Crítica, é de apenas R$800,00.

Após aparecer em um vídeo supostamente abusando sexualmente de um porco indefeso, o cantor foi autuado por praticar abuso e molestar um animal doméstico. Em nota, o Ibama afirmou que “qualquer ato de abuso ou maus-tratos contra animais silvestres, domésticos, nativos ou exóticos é crime ambiental”.

O caso ganhou repercussão após ser denunciado pela deputada estadual Joana Darc (PR). As imagens do cantor encenando o ato sexual em um porco viralizaram rapidamente nas redes sociais. Ele foi notificado pelo Batalhão Ambiental da Polícia Militar e intimado a prestar depoimento na Delegacia Especializada em Crimes contra o Meio Ambiente.

Apesar de ser fortemente criticado, Gabriel gravou um vídeo ironizando e banalizando o abuso contra o animal. “Eu fui fazer vídeo, do nada fiquei famoso. Eu fui fazer vídeo, do nada fiquei famoso. Eu não tava comendo o porco. Eu não tava comendo o porco. Tava não, tava não, era só brincadeira”, diz a música.

 

Zoo abusa de leões e permite que visitantes tirem fotos dentro da jaula

Foto: Captive Wildlife Watchdog

Embora a realidade cruel dos zoos já tenha sido revelada, algumas pessoas parecem não se importar com isso e continuam financiando o sofrimento de animais selvagens.

O Taigan Safari Park é um triste exemplo disso, assim como o zoológico de Lujan, na Argentina, onde, aparentemente dopados, os grandes felinos servem para satisfazer o ego humano e enriquecer os proprietários destas instalações.

Foto: Captive Wildlife Watchdog

A experiência de “caminhar com os leões” no Taigan está disponível para aqueles que pagam um valor mais alto pela “atração especial”.

A decisão do zoológico em permitir esse tipo de interação gerou polêmica – especialmente desde julho do ano passado após o incidente com uma visitante enquanto posava para fotografias com um dos felinos. O animal estressado e coagido segurou e arrastou a mulher pelo recinto.

Especialistas estão pedindo ao zoológico para acabar a prática cruel e perigosa de uma vez por todas.

“Os casos em que grandes felinos prejudicam ou até matam turistas são trágicos”, disse Thomas Pietsch, especialista em vida selvagem da Four Paws International”.

“A pior parte é que esses incidentes são completamente evitáveis. Grandes felinos como leões e tigres nunca devem ser usados como atrações turísticas, particularmente em atividades onde você pode acariciar alimentar, nadar ou brincar com eles”.

Foto: Captive Wildlife Watchdog

Ganância humana

Esta autorização não é a primeira a causar polêmica por suas intenções.

O zoológico de Dartmoor, na Inglaterra, oferece aos visitantes uma disputa de cabo de guerra com tigres e leões. Por 15 libras esterlinas (cerca de 72 reais), equipes de quatro pessoas, incluindo crianças com oito anos, seguram uma corda com umas das extremidades amarrada a uma fatia de carne, que um dos felinos tenta manter dentro de suas mandíbulas.

Sue Dally, que criou uma petição no site 38 Degrees disse: “Parece que estamos andando para trás, o zoológico está agindo mais como um circo do que em algum lugar que realmente se preocupa com a saúde e segurança dos animais em extinção em cativeiro”.

porcos

Vídeo mostra abuso de porcos na Holanda e governo conduz debate sobre bem-estar animal

A Animal Rights Netherlands divulgou um vídeo mostrando as terríveis condições em que porcas e leitões são obrigados a viver em uma fazenda em Venray, Holanda. Um debate sobre a vida dos animais na indústria pecuária foi conduzido nesta quinta-feira (24) na Câmara dos Deputados do país.

porcos

Foto: Animal Rights Netherlands

A organização afirmou que enviou as imagens para a NVWA, o órgão do governo holandês que monitora a segurança e o bem-estar animal no país, solicitando que eles tomassem providências quanto à situação deplorável dos porcos. Infelizmente, cenas terríveis como essas são comuns na indústria pecuária, onde os animais são forçados a viverem em gaiolas apertadas em meio às próprias fezes.

“Qual é o nível de imundície que um estabelecimento precisa atingir para que o governo intervenha e feche a empresa?”, questionou a diretora da Animal Rights Susan Hartland, referindo-se ao estábulo mostrado no vídeo, onde há teias de aranha, poeira e sujeira acumuladas junto a instalações elétricas.

De acordo com a organização, os problemas elétricos e de curto-circuito são a principal causa de incêndios em estábulos ​​na Holanda, e é um dos tópicos a serem discutidos durante a reunião na Câmara dos Deputados.

“A vida dos porcos nos estábulos holandeses é extremamente deplorável”, observou Erwin Vermeulen, gerente de campanha da Animal Rights. Tragicamente, mais 5,4 milhões de leitões são mortos a cada ano nos estábulos holandeses.

No entanto, de acordo com a organização, a Federação Holandesa de Agricultura e Horticultura e a Associação Holandesa de Criadores de Porcos não aborda mais as questões de bem-estar, mas todo o seu foco está em atacar os investigadores e chamar os ativistas pelos direitos animais de “extremistas”.