Cachorra foge de casa pra brincar com cervo na floresta

Foto: Rachel Howatt

Foto: Rachel Howatt

Quando a cachorra da raça husky siberiano de Rachel Howatt, chamada de Koda, se soltou e escapou de casa, sua tutora preocupada passou muito tempo procurando por ela na vizinhança e na floresta perto de sua casa sem sucesso.

Muito amada pela família, Koda causou tristeza e preocupação com seu sumiço. Mas felizmente, alguns dias depois, o membro de confiança da família reapareceu em casa, em Manitoba, Ontário, no Canadá, como se nada tivesse acontecido.

Foto: Rachel Howatt

Foto: Rachel Howatt

“Nós definitivamente procuramos muito por ela, mas no final ela acabou por voltar sozinha mesmo”, Howatt disse ao The Dodo. “Ela é realmente muito inteligente, então eu não duvidei que ela conseguisse encontrar o caminho de casa”.

A cachorra retornou poucos dias após Howatt lembrar de checar com sua vizinha, que tinha uma câmera de trilha posicionada na floresta, perto de casa, para ver se Koda havia sido vista. Com certeza, Koda foi pega pela câmera – e ela não estava sozinha.

Foto: Rachel Howatt

Foto: Rachel Howatt

Aconchegado ao lado dela, comendo e dormindo com a cachorrinha, estava um cervo do sexo masculino.

Durante toda a noite, Koda é filmada brincando e sentada ao lado do divertido novo amigo de brincadeiras, que não parecia nada incomodado em ter um cachorro ao seu lado.

“Foi uma surpresa e tanto”, disse Howatt. “Com base no tempo registrado correndo nos quadros durante as filmagens, parece que eles passaram mais de 12 horas juntos. Há também outra foto onde há dois dólares na foto com ela.

Foto: Rachel Howatt

Foto: Rachel Howatt

Esta não é a primeira vez que veados selvagens se tornam amigos de um animal doméstico. Sabe-se que os cervos fazem amizade e se aproximam de vacas e até mesmo de gatos quando eles se encontram na floresta.

Enquanto Howatt fará o seu melhor para evitar que Koda fuja no futuro, ela tem a sensação de que a cachorrinha vai querer voltar para a floresta para se reunir com seu amigo selvagem.

“Os huskies têm um espírito tão livre”, disse Howatt. “Não me surpreende que Koda estivesse tentando fazer um novo amigo”.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA


 

Projeto de Conservação é criado para salvar o boto do rio Yangtze da extinção

Foto: WWF

Foto: WWF

Semana passada, o Projeto de Conservação do boto-sem-barbatanas do rio Yangtze (Neophocaena phocaenoides) também conhecido como golfinho do Indo-Pacífico, foi lançado na província chinesa de Hubei. As ONGs Hikvision e World Wildlife Fund (WWF) unirão forças junto ao One Planet Fund (OPF) para fornecer produtos e tecnologias avançadas para a proteção da espécie que esta em declínio e é o único mamífero aquático restante no rio mais longo da China.

Ao mencionar espécies em extinção na China, geralmente as pessoas logo pensam no Panda Gigante. No entanto, o boto-sem-barbatana do rio Yangtze (conhecido também como o “anjo sorridente” por seu icônico sorriso permanente) está ainda mais perto da extinção que o urso símbolo chinês. A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) classificou o boto como “criticamente ameaçado”, com apenas cerca de mil deles permanecendo em estado selvagem em 2017.

A boa notícia é que mais e mais pessoas têm trabalhado juntas para conservar o ecossistema do rio Yangtze. O Yangtze Finless Porpoise Conservation Project (Projeto de Conservação do boto-sem-barbatana do rio Yangtze) é apenas um exemplo de um grupo de pessoas que lutam para salvar a espécie da extinção.

Ao usar o equipamento da Hikvision, como câmeras subaquáticas e veículos aéreos não tripulados, o projeto apoiará a reserva natural no monitoramento dos hábitos dos golfinhos do Indo-Pacífico, e também o ambiente hidrobiológico de maneira eficiente, que trabalhará para melhorar sua proteção na natureza.

De acordo com o Sr. Lei Gang, diretor da região do WWF Wuhan, o número de botos do rio Yangtze nesta área cresceu de apenas cerca de 20 para quase 100. No entanto, ainda requer esforços conjuntos de governos, empresas, ONGs e outras organizações sociais para enfrentar os graves desafios e impedir que os botos se extingam.

Como um parceiro técnico importante deste projeto, a Hikvision está trabalhando em estreita colaboração com outros parceiros para realizar um gerenciamento efetivo da patrulha do habitat e fornecer proteção para os botos do rio Yangtze.

“Nos últimos anos, a Hikvision tem se engajado profundamente em iniciativas de desenvolvimento sustentável, incluindo nossos esforços para proteger o Yangtze Finless Toninha e a biodiversidade local por meio de tecnologias inovadoras”, disse Fu Hao, diretor do Centro de Negócios Hikvision Hubei na China.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA


 

Relatório aponta que a maioria da carne consumida em 2040 não virá de animais

A maioria da carne que as pessoas comerão em 2040 não virá de animais mortos, de acordo com informações de um relatório que prevê que 60% da carne no futuro será cultivada em laboratório ou substituída por produtos à base de vegetais que têm aparência e gosto de carne.

O relatório da consultoria global AT Kearney, foi feito com base em entrevistas com especialistas e destaca os fortes impactos ambientais da produção de carne convencional e as preocupações que as pessoas estão passando a ter sobre o bem-estar dos animais sob a agricultura industrial.

“A indústria pecuária em larga escala é vista por muitos como um mal desnecessário”, diz o relatório. “Com as vantagens de novos substitutos de carne vegana e a carne cultivada em relação à carne produzida convencionalmente, é apenas uma questão de tempo até que eles conquistem uma fatia substancial do mercado”.

A indústria de carne convencional cria bilhões de animais e gera mais de 1 trilhão de dólares por ano. No entanto, os enormes impactos ambientais decorrentes dessa prática foram comprovados e evidenciados em estudos científicos recentes, desde as emissões que impulsionam a crise climática até os habitats silvestres destruídos para a agricultura e a poluição dos rios e oceanos .

Empresas como Beyond Meat, a Impossible Foods e a Just Foods que usam ingredientes vegetais para criar hambúrgueres alternativos a carne de origem animal, ovos mexidos e outros produtos estão crescendo rapidamente. A AT Kearney estima que 1 bilhão de dólares tenha sido investido em produtos veganos, inclusive pelas empresas que dominam o mercado convencional de carne. A Beyond Meat levantou 240 milhões de dólares ao abrir o capital em maio e suas ações mais do que dobraram desde então.

Outras empresas estão trabalhando no cultivo de células de carne em laboratório, para produzir carne de verdade sem a necessidade de criar e matar animais. Nenhum desses produtos atingiu ainda os consumidores, mas a AT Kearney prevê que a carne cultivada dominará o mercado a longo prazo porque reproduz o sabor e a sensação da carne convencional de forma mais real do que as alternativas à base de vegetais.

“A mudança para estilos de vida flexitários, vegetarianos e veganos é inegável, com muitos consumidores reduzindo seu consumo de carne como resultado de se tornarem mais conscientes em relação ao meio ambiente e ao bem-estar animal”, disse Carsten Gerhardt, sócio da AT Kearney.

“Para comedores de carne apaixonados, o aumento previsto de produtos de carne cultivados significa que eles ainda conseguirão desfrutar da mesma dieta que sempre tiveram, mas sem o mesmo custo ambiental e animal associado a isso”.

O relatório estima que 35% de toda a carne será cultivada em 2040 e 25% serão opções alternativas veganas. O estudo destaca a eficiência muito maior das alternativas à carne convencional.

Quase metade das plantações do mundo são usadas como alimento para os animais de criação e fazenda, mas apenas 15% das calorias das plantas acabam sendo comidas pelos humanos como carne. Em contraste, o relatório diz que a carne cultivada e a carne vegana retêm cerca de três quartos de seus nutrientes.

O potencial desconforto do cliente com carne cultivada (falta de costume, novidade) não será uma barreira, diz o relatório, citando pesquisas nos EUA, China e Índia: “A carne cultivada ganhará a longo prazo. No entanto, novos substitutos de carne vegana serão essenciais na fase de transição.

Rosie Wardle, da Jeremy Coller Foundation, uma organização filantrópica focada em sistemas alimentares sustentáveis, disse: “De filés a frutos do mar, um espectro completo de opções está surgindo para substituir os tradicionais produtos de proteína animal por tecnologias de carne baseadas em vegetais e células cultivadas”.

“A mudança para padrões mais sustentáveis de consumo de proteína já está em andamento, impulsionada por consumidores, investidores e empresários, e até mesmo atraindo as maiores empresas de carne do mundo. As previsões de que 60% da ‘carne’ do mundo não virá de animais em 20 anos pode, inclusive, ser uma subestimação”.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA


 

Porcos são mortos a pauladas em matadouros na Tailândia

Imagens de câmeras escondidas feitas no matadouro central da Tailândia e compartilhadas com o jornal The Guardian mostram funcionários do local matando porcos a pauladas com bastões de madeira e acertando os animais nos olhos com o que parecem ser máquinas de atordoamento caseiras.

O ideal seria jamais tirar a vida de um animal, seja ele humano ou não humano, mas a Tailândia nesse caso, ainda tem diretrizes específicas para os matadouros de porcos – que exigem que os animais sejam mortos “sem sofrer” – práticas humanitárias de morte nos matadouros de pequeno e médio porte do país budista são praticamente inexistentes, afirmam ativistas pelos direitos animais.

“O público tailandês, em geral, não está ciente da necessidade de práticas de morte humanitária”, disse o ativista dos direitos animais Wadchara Pumpradit.

Foto: Jo-Anne McArthur/We Animals

Jo-Anne McArthur/We Animals

“As pessoas acreditam que os animais de criação nascem para serem mortos e comidos e as pessoas não consideram suas necessidades ou seu direito de serem respeitados”.

Infelizmente a carne de porco é considerado um ingrediente básico nas receitas tailandesas, desde a cozinha doméstica normal até as barracas de rua do país. Aproximadamente 18 milhões de porcos são criados por ano por produtores no país, variando de cerca de 200 mil pequenos proprietários a gigantes multinacionais, em uma indústria avaliada em cerca de 3,5 bilhões de dólares construída sobre a exploração desses animais indefesos.

Em um matadouro no centro da Tailândia, onde 500 porcos são mortos a cada dia, a fotojornalista e ativista Jo-Anne McArthur documentou recentemente os animais chegando aos montes em picapes. Ela então seguiu o processo de morte deles, e assistiu quando eles foram golpeados com um grande bastão de madeira, abertos com uma faca, deixados para sangrar e finalmente arrastado para um tanque de água fervente.

Foto: Jo-Anne McArthur/We Animals

Foto: Jo-Anne McArthur/We Animals

Do início ao fim, as práticas do matadouro são representativas das operações em matadouros em toda a região, disse a consultora mundial de animais de criação Kate Blaszak da organização internacional de proteção dos animais (World Animal Protection – WAP).

O uso gaiolas é um modo comum de transporte de animas no sudeste da Ásia. Normalmente, os animais chegam abarrotados, desidratados, exaustos e gravemente queimados pelo sol, se forem transportados durante o dia, muitas vezes através das fronteiras estaduais”, disse Blaszak.

“Você vê um péssimo cuidado com os animais: porcos caindo e escorregando, ou sendo derrubados, arrastados, espancados e chutados. Pauladas são uma tentativa manual de atordoar um animal – para deixá-lo inconsciente antes de matá-lo com faca (deixando para sangrar)”.

Foto: Jo-Anne McArthur/We Animals

Foto: Jo-Anne McArthur/We Animals

“A velocidade simples da pancada manual não pode suprir a energia necessária para um atordoamento efetivo. Uma paulada com um bastão de madeira apenas acerta e causa contusões e abusos nos animais”.

É desumano e cruel.

Imagens secretas de um matadouro a céu aberto em Phnom Penh, onde os porcos são agredidos violentamente à vista dos prédios ao redor, provocaram pedidos de ativistas para que o governo implementasse leis mais rigorosas sobre o bem-estar dos animais.

Engatinhando em relação aos direitos animais

Em 2014, a Tailândia aprovou seu primeiro ato de bem-estar animal, que abrange animais domésticos, animais de trabalho e animais para alimentação. As exceções incluem animais mortos por motivos esportivos e religiosos tradicionais.

Em 2016, uma mulher de 23 anos foi a primeira pessoa a ser processada sob a lei depois que ela jogou o chihuahua de sua colega de quarto na janela do apartamento no 5º andar em Bangcoc.

Foto: Jo-Anne McArthur/We Animals

Foto: Jo-Anne McArthur/We Animals

O incidente provocou indignação nas mídias sociais, mas em uma nação notória por seus conturbados templos de tigres, santuários de elefantes e tráfico de animais selvagens, o conceito do que constitui a crueldade contra os animais é evidentemente pouco claro.

Grupos de assistência social, juntamente com a Sociedade Tailandesa para a Prevenção da Crueldade contra os Animais (TSPCA), esperam trabalhar em conjunto com o governo tailandês para fortalecer o papel da aplicação da lei. Mas Pumpradit não está esperando milagres imediatos.

“A TSPCA foi a primeira a introduzir o ato de bem-estar animal, e isso levou cerca de 20 anos”, disse Pumpradit.

“Será uma longa batalha. Lei e regulamentação são uma coisa, mas a aplicação da lei é o mais desafiador. Se você pune exemplarmente, as pessoas provavelmente não cumprirão a lei quando estiverem a portas fechadas”.

A necessidade de uma reforma nas leis visando o bem-estar animal em toda a região é urgente, disse Blaszak, acrescentando que os porcos são animais altamente inteligentes, capazes de sentir dor e sofrimento intensos.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA


 

Levantamento revela o destino terrível que os cavalos exportados pela Austrália enfrentam

Foto: PETA

Foto: PETA

Outros 11% estão listados nos registros da Korean Racing Authority (KRA) como “indeterminado”, uma entrada que muitas vezes coincide com o fim abrupto do histórico médico, ou a listagem de uma lesão que é incompatível com as corridas.

Segue-se a publicação pela Guardian Austrália de imagens secretamente gravadas por investigadores da PETA em um dos principais matadouros de cavalos em Nonghyup na Ilha de Jeju na Coréia do Sul, mostrando cavalos sendo espancados na cabeça com tubos de plástico antes de serem empurrados para pelos corredores do matadouro.

Esse vídeo inclui imagens de três cavalos australianos, incluindo o Dynamic Tank, Bareal Jeong e Winx, todos explorados em corridas de cavalos e considerados “campeões” sendo que o último deles foi listado em uma auditoria – realizada em registros de 40 anos de mortes – realizada pela KRA em 2015. Ele provavelmente foi morto em 2010, quando seus registros veterinários terminam.

Uma análise dos registros Australian Stud Book e KRA mostra que dos 190 cavalos exportados da Austrália para a Coréia do Sul entre janeiro de 2013 e maio de 2019, 22 estão listados como tendo sido enviados para o matadouro e 29 estão listados como tendo morrido, acredita-se que a maioria dessas mortes esteja ligada à indústria da carne.

Outros 11 morreram em consequência de acidentes durante uma corrida ou treino, ou devido a doenças como cólica. Cerca de 27% – ou 53 cavalos – ainda estavam competindo, com a maioria desse número sendo de cavalos que haviam sido exportados mais recentemente. Treze cavalos haviam sido transferidos para a indústria de criação, e 40, ou 21%, haviam sido aposentados como cavalos de passeio.

O tempo médio entre a data listada de exportação da Austrália e a data em que um cavalo morreu, ou foi listado “indeterminado”, é de 22 meses.

O cientista-chefe da RSPCA, Bidda Jones, disse que as imagens mostram que há “problemas óbvios que precisam ser resolvidos” se a Austrália pretende continuar exportando cavalos.

“Pedimos à Racing Austrália que trabalhe em estreita colaboração com suas contrapartes estrangeiras para garantir o manejo humano dos cavalos australianos ao longo de suas vidas, seja aqui ou no exterior”, disse Jones.

Jones disse que a história recebeu “milhares de reações de revolta e ira” dentro de uma hora depois de ser compartilhada na página do Facebook da RSPCA na quinta-feira.

“Os australianos não vão tolerar a violência e a crueldade contra os animais”, disse ela

Jones comparou a reação expressada pelas pessoas às respostas ao comércio de exportação de ovinos vivos, que foi fortemente restringido após o lançamento no ano passado de imagens terríveis divulgadas nas mídias sociais.

“Nesta época em que vivemos, não há onde se esconder”, disse ela. “Se os animais sob seus cuidados não estiverem sendo bem tratados, quando isso acontecer, onde quer que isso aconteça, você será descoberto”.

Jones disse que as indústrias que dependem de animais devem abordar essas questões “muito antes de serem expostas em uma reportagem de alcance mundial”.

A Racing Austrália mostrou imagens do matadouro na terça-feira última, mas disse que não pretendia expandir uma declaração anterior sobre protocolos de aposentadoria de cavalos introduzida na Austrália em 2015, e também expressou seu apoio ao estabelecimento de um registro de rastreabilidade de cavalos financiado pelo governo.

Embora contatada a entidade não respondeu a um pedido de comentário.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA


 

Carne de chimpanzé é servida em casamentos como iguaria e vendida em mercados

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

Classificada pela IUCN como espécie criticamente ameaçada de extinção, os chimpanzés estão sendo caçados e mortos por sua carne. Considerada uma iguaria, a carne está sendo servida em casamentos e vendida em bancas de mercado no Reino Unido, segundo relatos de entidades de proteção aos animais.

Mês passado, uma tonelada de carne do animal – conhecida como “carne do mato ou de floresta” – foi confiscada na alfândega quando chegou ao Reino Unido, vindo da África Ocidental, disse o cientista especialista e autoridade em primatas, Ben Garrod.

A o consumo da carne de chimpanzé pode causar doenças graves, uma vez que os chimpanzés são geneticamente semelhantes aos humanos e muitas vezes a carne é embalados em ambientes insalubres.

Os chimpanzés ocidentais estão na lista de espécies criticamente ameaçadas de extinção devido a ameaças ao meio ambiente e porque sua carne é considerada uma iguaria.

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

“É comum encontrar esse tipo de carne em todas as grandes cidades da Europa e dos EUA”, disse o professor da Universidade de East Anglia ao The Sunday Telegraph.

“Vimos muita carne de chimpanzé confiscada no Reino Unido em postos de controle nas fronteiras e nos mercados.

“Muitas vezes ela é trazida para cá como iguaria para ser servida em celebrações específicas como um casamento ou um batizado”.

Jane Goodall, especialista mundialmente reconhecida em primatas com foco em chimpanzés, pediu ao governo que tome medidas e introduza testes de DNA na fronteira.

Ela sugeriu que a Interpol aumentasse seus esforços para impedir que a carne fosse levada para além das fronteiras do bloco de países e sugeriu que novas tecnologias fossem utilizadas para detectar o produto.

A “carne do mato” é mais fácil do que outros produtos contrabandeados pelo mercado paralelo, porque é defumada e enegrecida, dificultando sua identificação.

Pode alcançar até cinco vezes mais que o preço da carne bovina ou suína.

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

A questão da importação de carne de chimpanzé para países europeus não é novidade.

Durante um período de 17 dias em 2010, 134 passageiros de 29 vôos foram revistados no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris.

Descobriu-se que quase metade estava carregando peixe ou carne de vaca ou animais selvagens, incluindo crocodilos, primatas e porcos-espinhos.

Em 2011, a carne de chimpanzé foi encontrada em West Midlands durante uma invasão de checagem de padrões comerciais.

Um porta-voz do governo disse: “Além de trabalhar com parceiros de fiscalização e inteligência no Reino Unido e internacionais, a Border Force continua a investir em treinamento e equipamentos para garantir que façamos tudo o que pudermos para interceptar alimentos ilegais e combater contrabandistas”.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA


 

Pit bull sensível não para de chorar na parte mais triste do “O Rei Leão”

Foto: Facebook/Josh Myers

Foto: Facebook/Josh Myers

Os orgulhosos adotantes e novos pais de uma pit bull resgatada estão descobrindo só agora o quão sensível e doce sua cachorrinha, Luna, realmente é.

Luna veio ao mundo há meses atrás em uma situação muito difícil. Ela nasceu de uma pit bull grávida e desabrigada, muiro sofrida, que foi levada para um lar temporário bem a tempo de ter seus 12 filhotes.

Felizmente, várias semanas depois, a mãe pit bull, Melon e seus doze bebês começaram a ser adotados, graças à Humane Educational Society, um abrigo no Tennessee nos EUA.

Foto: Facebook/Josh Myers

Foto: Facebook/Josh Myers

Foi assim que Luna encontrou sua nova família.

Luna foi adotada por Josh Myers e Hannah Huddleston, um jovem casal que vive em Chattanooga.

O casal conta que nunca esquecerá aquela primeira volta para casa com Luna, Myers dirigindo enquanto Huddleston estava ao lado dele com a filhotinha toda enrolada e encolhida em seus braços.

Foto: Facebook/Josh Myers

Foto: Facebook/Josh Myers

Nesses meses em que Luna já faz parte da família, ela cresceu e amadureceu. E Myers e Huddleston estão conhecendo sua doce personalidade pouco a pouco.

Mas o que Luna fez outro dia realmente os surpreendeu de forma única.

Eles estavam assistindo ao desenho em animação do clássico da Disney “O Rei Leão” enquanto Luna estava na sala brincando “descontroladamente” com seus brinquedos, como estava costumada a fazer, de acordo com a página do Facebook de Myers.

Foto: Facebook/Josh Myers

Foto: Facebook/Josh Myers

Quando o filme mostrou uma cena trágica, Luna parou de repente.

“Assim que Mufasa cai morto, ela para e se vira para a TV e parece estar assistindo a cena”, escreveu Myers.

Quando o filme mostra Simba está tentando acordar seu pai na tela, Luna começou a choramingar e ganir.

“Ver ela chorando em frente a televisão foi a coisa mais doce e encantadora que eu já vi”, escreveu Myers. “Ela até se deita logo depois que Simba se deita com seu pai morto também”.

Luna não é a única que tem um lado sensível, de acordo com Brad Ladd, da família que adotou o outro irmão de Luna; ele disse que toda a ninhada de pit bulls daquele resgate é sentimental e emocional.

“A história de vida deste filhote prova que o amor se sobrepõe ao sofrimento” Lad comentou. “Eles foram amados e mimados mais do que qualquer filhote de cachorro no mundo”.

Foto: Facebook/Josh Myers

Foto: Facebook/Josh Myers

A família, conhecida como The Melon Dozen (Os 12 filhos da Melon), ainda se reúne para em datas específicas para matar a saudade e se divertir e acima de tudo para que os irmãos possam continuar interagindo enquanto crescem.

“Nós não merecemos cachorros”, acrescentou Myers. “Quatro meses de idade e ela já está mostrando empatia”.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA


 

Elefante coberto de argila se diverte em poça de água com antílopes

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

As fotos feitas por uma fotógrafa da vida selvagem, flagram o momento único e raro em que um elefante todo coberto de argila branca surge de um oásis no deserto enquanto persegue (brincando) uma manada de antílopes.

O paquiderme teve sua cor natural e habitual em tons de cinza transformada para um tom fantasmagórico esbranquiçado graças a abundância de argila na poça de água do Parque Nacional de Etosha, na Namíbia (África).

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

O imenso elefante macho molhava os antílopes enquanto espirrava água nos animais brincando dentro da poça em Nebrowni, na reserva que fica no noroeste do país.

Anja Denker, 51, uma artista visual e fotógrafa da vida selvagem de Windhoek, Namíbia, capturou as fotos impressionantes em uma visita ao parque.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

Ela estava tirando algumas fotos padrão quando captou as imagens do animal –imenso e coberto de argila branca.

Denker disse: “O elefante se divertiu muito em pular e rolar na água, jogando lama em volta e encharcando um pouco os antílopes desavisados no processo, fazendo com que eles corressem tentando escapar dos jatos de água do espalhafatoso fanfarrão.

Ele também parecia gostar de espalhar água para todo lado com os pés, eventualmente saindo e voltando para sua banheira gigante favorita.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

“Eu realmente me senti privilegiada de poder testemunhar sua exuberância brincalhona em seu habitat natural, parecia que ele estava mesmo curtindo o encharcamento dos antílopes enquanto os pulverizava com a tromba”.

Etosha – onde Denker capturou as imagens – é um dos principais destinos pata apreciação da vida selvagem no mundo.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

A reserva atrai muitos fotógrafos da vida selvagem e é um dos parques mais populares para cinegrafistas e turistas interessados em ver esses belos animais na natureza.

Mas os turistas são aconselhados a permanecerem vigilantes e nunca saírem de seus veículos a menos que estejam em áreas cercadas de acampamento.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

Os animais estão em seu habitat natural e é esperado que ajam em defesa própria se forem perturbados, o grande número de animais de hábitos predadores na área faz com que seja extremamente perigoso andar por ali – e alguns estão bem camuflados em seu ambiente.

A vida em Etosha vida é centrada em torno do oásis no deserto, principalmente durante a estação seca de setembro a outubro.

Animais como elefantes, zebras, leões, antílopes e girafas, permanecem por lá, refugiados durante o calor escaldante.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA


 

Investigação revela tortura sofrida por elefantes e macacos na indústria do turismo

Foto: PETA

Foto: PETA

Uma investigação recentemente divulgada sobre indústria de turismo animal revelou os graves abusos e exploração de animais na Tailândia.

As imagens foi feita pela ONG PETA na Samutprakarn Crocodile Farm and Zoo

Abuso de animais

O vídeo mostra elefantes – incluindo um bebê – presos por correntes pesadas e extremamente curtas. Manipuladores (mahouts) são mostrados espetando os animais com ferramentas criadas especialmente para “treiná-los” que tem pontas de metal afiadas em forma de gancho (bullhooks) para forçá-los a dar passeios e executar truques antinaturais, deixando-os com feridas sangrentas.

Elefantes são vistos continuamente balançando para frente e para trás, um sintoma de sofrimento psicológico, como resultado de serem incapazes de interagir uns com os outros.

De acordo com a PETA, os investigadores e também testemunhas oculares da ONG encontraram animais, incluindo um tigre, um chimpanzé e um orangotango, usados como adereços para fotos de turistas, e mantidos em gaiolas apertadas e insalubres entre uma foto e outra.

Violência e privação

“Os animais deste zoológico tailandês não vêem nada além de concreto, correntes e gaiolas”, diz o vice-presidente de campanhas internacionais da PETA Asia, Jason Baker.

“A PETA está convocando viajantes e turistas do mundo todo a ficar longe de qualquer instalação que condene animais selvagens a uma vida miserável de violência e privação”.

A investigação segue um grande relatório da National Geographic que expõe a crueldade na indústria de turismo animal.

Elefantes órfãos ganham vida nova graças ao orfanato que os acolhe e reabilita

Quando Enkesha foi encontrada em Masai Mara, no Quênia, em 2017, a tromba do elefante bebê havia sido quase cortada pela armadilha de arame que ficou enrolada em volta dela.

A elefantinha estava com dor intensa e em risco de perder o membro tão necessário para sua alimentação e a sobrevivência.

Ela foi submetida a uma operação de três horas e muitos cuidados posteriores, mas, dois anos depois, a tromba da filhote se recuperou bem. Quando a equipe de reportagem da CNN a viu no orfanato de elefantes da Sheldrick Wildlife Trust, em março de 2019, ela está com o resto do pequeno grupo – não medindo mais que quatro pés de altura – atravessando o mato e puxando a folhagem com suas trombas ágeis.

Foto: NBC News

Foto: NBC News

A armadilha que colocou em perigo a Enkesha é uma das mais de 150 mil ameaças removidas pela ONG desde que a entidade formou sua primeira equipe de remoção de armadilhas em 1999, como parte de seu trabalho contínuo para a proteção e conservação de habitats silvestres e selvagens no Quênia.

O orfanato de elefantes no Parque Nacional de Nairobi é o mais famoso dos nove programas da entidade. Fundado em 1977, foi a primeira organização do mundo a conseguir criar órfãos dependentes do leite de mamadeira e reintegrá-los de volta à natureza.

Como criar um elefante

“Com a ajuda do berçário que temos aqui, criamos mais de 244 elefantes”, disse Angela Sheldrick, diretora executiva da entidade, à CNN. Elefantes órfãos em consequência da caça, destruição de habitats e conflitos entre humanos e animais selvagens são resgatados pelas equipes de resgate e mantidos pelos cuidadores do orfanato.

“Quando você pega um filhote de elefante para criar, é um projeto de longo prazo”, explica ela, porque “suas vidas refletem as nossas próprias”. Um elefante de um ano é tão vulnerável e necessitado de cuidados quanto uma criança humana.

Foto: Siyabona

Foto: Siyabona

“Atualmente, temos 93 elefantes dependentes do leite de mamadeira”, diz ela. “Eles ficam conosco aqui no berçário nos primeiros três anos de vida. Depois que envelhecem, eles precisam de exposição aos grupos selvagens, porque no fim das contas, todo elefante que criamos volta para vida selvagem. Nós apenas os conduzimos pelos anos difíceis em que eles ainda dependem do leite”.

Leva tempo e paciência para ensiná-los a viver de forma independente. Diz Sheldrick. “Como nossos próprios filhos, eles não voam do ninho rapidamente. Eles precisam ter essa confiança.” O processo leva cerca de cinco anos, mas os ex-alunos do berçário estão florescendo. Existem agora cerca de 150 órfãos reabilitados, com 30 filhotes conhecidos vivendo por sua conta já.

O orfanato também “criou a mão” 17 rinocerontes. Um dos moradores mais populares do local é Maxwell, um rinoceronte que nasceu cego e depois foi rejeitado por sua mãe. Ele está em seu berçário que também sua “casa definitiva” desde 2007.

Alegres e divertidos

A entidade foi fundada há mais de 40 anos pela mãe de Angela, Daphne Sheldrick, em memória de seu falecido marido, o conservacionista David Sheldrick. Daphne faleceu no ano passado, enquanto a fundação é gerida por Angela desde 2001.

“Minha mãe foi uma pioneira, ela foi a primeira pessoa no mundo a criar um elefante bebê”, diz Sheldrick. “Foi difícil. Não se tinha a Internet; não se tinha o benefício de alguém ter feito isso antes. É impressionante o quão longe chegamos”.

Foto: National Geografic

Foto: National Geografic

O cuidador de confiança de Angela, Edwin Lusichi, está no berçario há 20 anos. Ele disse à CNN que trabalhar com elefantes é “importante, alegre e divertido, e você se sente relaxado ao lado deles”.

“É lamentável que o motivo deles terem ficado órfãos sejam os seres humanos”, acrescenta Edwin.

É nossa responsabilidade cuidar de nossos semelhantes, pelo o nosso planeta e para o futuro. “Nossos jovens nunca poderão vê-los se não os protegermos agora”, diz ele.

Nunca se esqueça

A fundação é aberta ao público por uma hora por dia, para que os visitantes possam conhecer os elefantes e aprender sobre as ameaças que a espécie enfrenta.

Órfãos podem ser adotados a partir de 50 dólares por ano e seus “pais” adotivos podem desfrutar de uma hora extra de visitas à noite.

Lusichi liderou o tour na noite que a reportagem da CNN visitou o local, apresentando os 21 elefantes, dois rinocerontes e uma girafa que residem no terreno da ONG.

Os elefantes adultos seguem em frente com suas vidas novas no Parque Nacional Tsavo East, o maior parque nacional do Quênia, mas o vínculo com aqueles que os criaram não está perdido.

“Eles nunca esquecem a bondade e o amor de que foram alvo e querem voltar”, diz Sheldrick.

“Os elefantes do sexo masculino menos que os demais pois eles viajam grandes distâncias e se tornam mais independentes – mas os grupos femininos são todos unidades familiares unidas. Eles nunca esquecem aqueles que os criaram”.