Gatinha finalmente encontra um lar após passar por eventos trágicos

Foto: Mirror/Reprodução

Foto: Mirror/Reprodução

A gatinha preta, batizada de Harriet chegou os cuidados do Centro de Adoção de Bridgend da Cats Protection depois que uma pessoa a encontrou em seu galpão. Ela tinha acabado de dar à luz. Infelizmente, dos três gatinhos que ela trouxe ao mundo, dois haviam morrido.

Quando a verificação de um microchip que ela tinha no corpo se provou mal sucedida, a equipe dp abrigo deu a ela o nome Harriet e levou-a ao veterinário para um check-up geral de suas condições.

O veterinário notou que ela tinha sinais de infecção e assim a internou para tratamento de emergência. Eles suspeitaram que ela poderia ter a pélvis lesionada e decidiram fazer uma radiografia para investigar. No entanto, o raio-x revelou algo muito mais surpreendente.

Foto: Mirror/Reprodução

Foto: Mirror/Reprodução

Harriet tinha uma hérnia diafragmática: um buraco no diafragma entre a cavidade torácica e o abdome. Como resultado, seus órgãos abdominais estavam em sua cavidade torácica.

Enquanto ela estava sob anestesia geral para a realização do raio-x, a gatinha começou a entrar em estado de insuficiência respiratória e o veterinário rapidamente ligou para a ONG responsável por ela para que eles permitissem a realização de uma cirurgia que potencialmente poderia salvá-la.

Foi uma operação arriscada, mas Harriet venceu as probabilidades e foi além. Ela então teve que passar 48 horas em uma tenda de oxigênio se recuperando.

Foto: Mirror/Reprodução

Foto: Mirror/Reprodução

Durante esse tempo de tensão, o minúsculo gatinho, filhote de Harriet, que se chamava Harry, estava sendo amamentado pelas enfermeiras veterinárias que se asseguraram de que ele estava recebendo todos os nutrientes importantes de que precisava.

Felizmente, depois de alguns dias ele pode se reunir a sua mãe e ela se dedicou totalmente a cuidar dele, apesar de ainda estar se recuperando da cirurgia.

A equipe da Bridgend então começou a procurar para ver se Harriet tinha um tutor, mas quando ninguém a reivindicou, eles iniciaram uma campanha levantar fundos para cobrir os custos de seus elevados gastos veterinários.

Foto: Mirror/Reprodução

Foto: Mirror/Reprodução

Graças a alguns apoiadores muito generosos, eles conseguiram arrecadar incríveis £ 500 e Harriet teve uma recuperação completa.

Quando Harry chegou a oito semanas de idade, ele e sua mãe estavam prontos para encontrar uma família. Felizmente, não demorou muito para que os novos tutores se apresentassem.

Mas nem todos os gatos em situação de rua tem a mesma sorte de Harriet. Muitos morrem nas ruas, de fome, frio ou violência, sem conhecer jamais as alegrias de um lar amoroso.

Não compre, ADOTE

A Cats Protection ajuda cerca de 200 mil gatos por meio da sua rede de abrigos e centros e, para a maioria dos animais, não demora muito a encontrar uma nova casa. A instituição reavalia cerca de 40 mil gatos e gatinhas a cada ano – e nunca coloca um gato saudável “para dormir”.

Funcionando há mais de 30 anos, A ONG expandiu-se para mais de 250 filiais administradas por voluntários e 36 centros médicos em todo o país.

Muitos gatos aguardam por um lar e há muito abrigos e ONGs que promovem feiras de adoção de animais. Animais não são bens para serem comprados, adote um amigo e conheça um tipo de amor único e especial: o incondicional.

Você não vai se arrepender.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA


 

Cão traumatizado come só metade da comida colocada em sua tigela

Foto: Joice Lamas

Foto: Joice Lamas

Quem vê Otávio hoje, sorrindo e abanando o rabo como o cachorro feliz que ele é, é difícil imaginar o sofrimento e a dor que ele passou em sua vida.

Mas a sombra negra que marcou seu passado comovente ainda perdura em sua vida.

No início do ano passado, Joice Lamas e seu marido adotaram Otávio de um grupo de resgate que o salvou de uma casa onde ele e muitos outros cães estavam sendo negligenciados e abusados. Embora agora o cãozinho estivesse em segurança e as feridas em seu corpo tinham se curado, Otávio estava, no entanto, temeroso do contato humano a princípio.

Foto: Joice Lamas

Foto: Joice Lamas

Lamas soube imediatamente que ela queria ajudar Otávio.

“Desde o primeiro momento em que o vimos, nunca mais nos separamos”, disse Lamas ao The Dodo.

Nos meses que se passaram desde que Otávio foi morar na casa dela, Lamas o viu desabrochar. O tímido filhote que estremecia quando alguém o acariciava agora amava se aconchegar à sua tutora. No entanto, as cicatrizes invisíveis de seu trauma anterior são vistas de outras maneiras – particularmente em como Otávio come.

Não importa quanta comida Lamas ponha na tigela de Otávio, ele sempre deixa a metade de tudo que é colocado para ele.

Foto: Joice Lamas

Foto: Joice Lamas

Por que, exatamente, o cão tem esse comportamento não está claro, mas Lamas suspeita que isso esteja relacionado aos anos que ele passou fome quando era negligenciado.

Naquela época as refeições de Otávio podem ter sido tão pequenas e raras, que ele aprendeu a racionar o que lhe foi dado – ou, talvez, separar alguns para os outros cães famintos ao seu redor.

“É triste”, disse Lamas. “Eu sempre digo a ele: ‘Tudo bem se você comer tudo, pode comer'”.

“Espero que, com o tempo, Otávio consiga entender que o passado é verdadeiramente apenas passado”.

Foto: Joice Lamas

Foto: Joice Lamas

Sua nova família está comprometida em ajudá-lo a cada passo do caminho. “Eu não vou deixar que nada nunca mais falte a ele na vida – nem comida, nem amor”, disse Lamas.

“Nós tentamos fazê-lo tão feliz quanto possível”.

E, no geral, essa estratégia está claramente funcionando.

Cuidar de um cão salvo de uma situação de abuso pode ser um desafio, admite Lamas. Mas vê-los transformar faz tudo valer a pena.

“Eles precisam de paciência e muito amor, porque podem demorar mais para se adaptar”, disse Lamas. “Mas é notável como o amor muda os animais. Um animal resgatado é muito mais doce, mais grato e carinhoso do que os outros. Eles são simplesmente incríveis!”

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA


 

Gatos se vêem todos os dias pela janela dos apartamentos e se apaixonam

Simon vendo Theo | Foto: Mackenzie Coffman

Simon vendo Theo | Foto: Mackenzie Coffman

Simon nunca esteve muito interessado em fazer amigos.

O gato laranja malhado tinha muitas oportunidades para se socializar com os outros gatos como residente do Crumbs & Whiskers, um café de gatos em Los Angeles (EUA). Em vez disso, ele escolheu se guardar em si mesmo.

“Ele está definitivamente acostumado com outros animais”, disse Mackenzie Coffman, a mãe de Simon, ao The Dodo, “mas nunca brincou com os outros gatos no café”.

Theo vendo Simon | Foto: Twitter/Theothecat5

Theo vendo Simon | Foto: Twitter/Theothecat5

Mas tudo mudou quando Simon colocou os olhos em seu vizinho do outro lado da rua.

“Eu estava na cama e acordei com Simon choramingando e miando em frente a janela”, disse Coffman.

Olhei para cima e, para minha surpresa, vi um gato sentado na janela do meu vizinho. Eu moro neste apartamento há dois anos e nunca havia visto o gato deles”.

Simon ficou instantaneamente apaixonado pelo misterioso felino, mas não ficou claro se o objeto de sua afeição sentia o mesmo. Essa indiferença inicial não impediu Simon de tentar conquistar o carinho do outro gato.

“O outro gato nunca olhou para Simon ou prestou atenção nele, era totalmente indiferente”, disse Coffman. “Então Simon pulava para cima e para baixo no peitoril da janela para tentar chamar sua atenção”.

Coffman nunca tinha visto Simon se comportar assim antes, e decidiu intervir como uma espécie de relações públicas para seu animal doméstico apaixonado.

Inspirada no videoclipe de “You Belong With Me”, de Taylor Swift, Coffman colou um pequeno cartaz com uma mensagem, na brincadeira, no vidro de sua janela.

Mensagens trocadas pela janela | Foto: Mackenzie Coffman

Mensagens trocadas pela janela | Foto: Mackenzie Coffman

Logo depois, inesperadamente os vizinhos penduraram seus próprios cartazes em resposta. Coffman descobriu que a adoração de Simon não passara despercebida.

“Eles abriram a janela, se apresentaram e eu disse a eles que Simon sempre espera por Theo”, disse Coffman. “Eles disseram que sempre vêem Simon, mas não sabem como chamá-lo, então o chamam de Chester”.

A obsessão de Simon por Theo só ficou mais forte desde a troca de mensagens nos cartazes, mas Theo ainda insiste em jogar duro com Simon.

Mensagens trocadas pela janela | Foto: Mackenzie Coffman

Mensagens trocadas pela janela | Foto: Mackenzie Coffman

“Quando Simon vê Theo, ele toca na janela, se cola no vidro e anda pelo peitoril”, disse Coffman. “Theo, por outro lado, olha para Simon talvez duas vezes no máximo e depois continua a olhar na direção oposta indiferente”.

Coffman então resolveu compartilhar a história de amor de seu gato no Twitter, escrevendo: “Meu gato Simon está apaixonado pelo gato do meu vizinho e espera o dia todo por ele. Manterei a todos atualizados”.

Em apenas dois dias, seu post recebeu mais de 200 mil curtidas e quase 100 mil retweets. E, a partir dos comentários, parece que todas as mídias sociais estão torcendo pelos dois gatos.

A repentina popularidade do tweet levou Coffman a colar outro cartaz na janela – dessa vez dizendo a Theo que o relacionamento deles se tornou viral. Theo escreveu de volta, e os dois se tornaram amigos no Twitter.

Agora, depois de semanas de saudade através da vidraça, Simon finalmente encontrará seu amado.

Coffman e seus vizinhos organizaram um meet-and-greet (encontro para se conhecerem) para os gatos, e Simon não poderia estar mais animado.

Acho que teremos que esperar e ver se o amor é mesmo real.

Empresa líder de venda de carne se torna 100% vegana

Foto: Loud/Reprodução

Foto: Loud/Reprodução

A Vivera Foodgroup é uma das primeiras empresas de carnes do mundo a remover a carne de origem animal de sua linha de produtos trocando-a por alimentos à base de vegetais.

A empresa acaba de vender a Enkco, especializada em carnes congeladas e ultra congeladas, para o grupo holandês Van Loon. A Vivera Foodgroup agora tem apenas empresas veganas sob o seu nome, incluindo Vivera, Culifrost e Dutch Tofu Company.

A mudança que o abandono da venda de produtos de origem animal permitirá que a empresa se concentre nas “fortes oportunidades de crescimento” apresentadas pelo mercado de alimentos vegano da Europa, informou a Vivera em um comunicado à imprensa.

A empresa detém uma “forte posição de mercado” em grandes regiões da Europa e é um dos três maiores “players” do continente, graças à sua marca Vivera, que produz refeições à base de vegetais e carne vegana, como o bacon sem gordura.

Willem van Weede, CEO da Vivera, disse em um comunicado: “Somos uma das primeiras empresas do setor de carnes do mundo a dizer o adeus final à carne. De agora em diante, nos concentraremos apenas em alimentos à base de vegetais que estão realmente conquistando o mundo”.

Van Weede continuou: “Cada vez mais consumidores estão descobrindo que os produtos à base de plantas podem ser tão saborosos quanto a carne real e têm muitos benefícios para a saúde pessoal, o impacto ambiental e o bem-estar animal”.

O CEO acrescentou que ao livrar a carne, a Vivera Food Group poderá promover sua presença internacional.

A Vivera a comida vegana

No ano passado, a Vivera lançou o primeiro bife vegano comercialmente disponível no mundo em 400 supermercados Tesco. A criação sem carne é feita com ingredientes como soja e proteína de trigo, óleo de girassol e beterraba.

A primeira remessa de Vivera de 40 mil itens esgotou quase imediatamente. Gert Jan Gombert, gerente comercial da Vivera, disse que os bifes à base de vegetais estavam “voando das prateleiras do mercado”.

Mais de um milhão de bifes veganos foram comprados desde o lançamento.
A Vivera criou uma série de outros itens desde então, incluindo o Pulled Veggie, o Shawarma Kebab e o Veggie Quarter Pounder, em uma tentativa de tornar a alimentação baseada em vegetais mais acessível para o público.

“A Vivera acredita que a vida é melhor quando você come menos carne”, diz a empresa em seu site, acrescentando que seus produtos veganos fazem dela uma “escolha fácil: mais vida, menos carne”.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA


 

Embalagens plásticas descartáveis de shampoo usadas em hotéis podem ser banidas por lei

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

Se aprovada, a lei entrará em vigor em 2023 para hotéis com 50 quartos ou mais. Os estabelecimentos de hospedagem com menos de 50 quartos teriam até 2024 para substituir totalmente os pequenos produtos de plástico.

Este não é um conceito totalmente novo na indústria hoteleira. No ano passado, o InterContinental Hotels Group e o Marriott International começaram a substituir os artigos de higiene pessoal de plástico de uso único por recipientes maiores que são presos na parede.

A Marriott implementou essas mudanças em até 450 propriedades sob sua administração e focou especificamente em propriedades que atendem viajantes de negócios.

O esforço para minimizar o uso de plásticos de uso único aumentou significativamente nos últimos anos no mundo todo.

Em 2014, o estado americano da Califórnia tornou-se o primeiro a promulgar uma proibição de sacolas plásticas em grandes lojas de varejo. O governo também impôs um encargo mínimo de dez centavos de dólar para sacolas de papel recicladas e sacolas plásticas reutilizáveis em locais específicos. Este ano, outro estado americano, Nova York seguiu o exemplo com um mandato estadual semelhante. Só nos EUA, vários condados e cidades menores adotaram legislação semelhante.

Canudos de plástico também receberam muita atenção dos legisladores. Em 2018, Seattle se tornou a primeira cidade dos EUA a proibir totalmente o uso de canudos de plástico.

A mudança cultural para longe do uso de produtos plásticos descartáveis chega em um momento importante. Estima-se que a América do Norte, definida como Bermudas, Canadá e Estados Unidos pelo Banco Mundial, tenha produzido cerca de 35 milhões de toneladas de resíduos plásticos em 2016, tornando-se o terceiro maior produtor mundial de resíduos plásticos naquele ano.

Produtos plásticos descartáveis acabam no oceano poluindo o planeta. A ONU estimam que até 80% do lixo flutuante é plástico, resultando em enormes prejuízos para a vida selvagem. Aproximadamente 1 milhão de aves marinhas e 100 mil animais marinhos morrem a cada ano devido à ingestão de plástico.

Ainda assim, eliminar os pequenos produtos de higiene pessoal de plástico dos hotéis será uma mudança cultural significativa para os consumidores que já estão acostumados a esperar esses serviços quando viajam. Muitos consumidores já esperam encontrar os mini artigos de higiene fornecidos pelos hotéis e até colecionam os itens depois de uma viagem.

No entanto, os benefícios dessa proibição parecem superar em muito qualquer inconveniente para o consumidor. De acordo com a revista Lodging, a rede de hotéis Marriott estima que uma única propriedade com cerca de 140 quartos reduz o consumo de plástico em 250 libras de plástico por ano – ou em 23 mil garrafas plásticas.

O autor do projeto, o deputado Ash Kalra, espera que seus colegas legisladores também vejam o impacto significativo que esse projeto de lei pode ter.

Kalra disse à CALmatters: “Espero que meus colegas vejam isso como uma lei de senso comum que mais uma vez nos coloca como líderes quando se trata de tentar reduzir nosso consumo de plástico e líderes em questões do meio ambiente”.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA


 

Ator Alec Baldwin pede ao SeaWorld que pare com a crueldade contra os golfinhos

Foto: Pinterest

Foto: Pinterest

O ator Alec Baldwin está pedindo ao SeaWorld que pare com o tratamento cruel que o parque dispensa aos golfinhos. A estrela dos filmes “Boss Baby” e “30 Rock” fez o pedido durante a reunião anual on-line do parque aquático.

“Minha pergunta é essa”, disse Baldwin. “Quando o SeaWorld deixará de permitir que os treinadores usem golfinhos em espetáculos de circo, disfarçados de entretenimento, que demonstram crueldade absurda, como andar em suas costas e de pé sobre seus rostos?”.

Baldwin refere-se a um recente relatório do grupo de defesa dos direitos animais da ONG PETA que encontrou feridas abertas e “cicatrizes extensas” nos mamíferos marinhos, “mas os treinadores ainda os utilizam como pranchas de surf, subindo em suas costas e ficando de pé em seus rostos em shows humilhantes em estilo dos circos”, disse Baldwin.

“Permitir que os treinadores ‘surfem’ nas costas dos golfinhos ou ‘pisem’ em seus rostos coloca sua saúde e bem-estar em risco. Os golfinhos não deixam naturalmente os humanos fazerem essas coisas. Este tratamento cruel não oferece absolutamente nenhum valor educacional ao público. Também envia uma mensagem prejudicial às crianças sobre o tratamento aceitável aos animais”.

O movimento do ator vem logo em seguida ao Canadá ter aprovado uma legislação no início desta semana, proibindo o cativeiro de baleias e golfinhos. A proibição impede que os parques marinhos, como o SeaWorld, usem os animais para fins de entretenimento.

Os maus tratos do SeaWorld aos mamíferos marinhos

“É inaceitável que golfinhos inteligentes e sensíveis estejam sendo usados como pranchas de surfe e plataformas de lançamento em óculos do SeaWorld”, disse Tracy Reiman, vice-presidente da PETA, em comunicado. “A PETA e o Sr. Baldwin estão exigindo que os treinadores do SeaWorld tirem os pés das costas e dos rostos desses animais”.

O SeaWorld tem tido queda nas vendas de entradas enfrentado protestos públicos desde que o filme “Blackfish”, de 2013, expôs os maus tratos do parque marinho às baleias orcas em cativeiro.

O filme acompanha a história de Tilikum, uma baleia orca ligada a três mortes de treinadores estimuladas pelo que os especialistas acreditam ser uma psicose causada por seu cativeiro. Mas o filme também destacou outras questões, incluindo a separação das mães orcas de seus bebês e os freqüentes ataques estimulados pelo confinamento.

Esta não é a primeira vez que Baldwin fala em favor dos mamíferos marinhos. Em 2013, a celebridade e também pai de cinco filhos pediu ao Macy’s para retirar o enorme balão flutuante do SeaWorld de sua parada do Dia de Ação de Graças.

Ele também pediu recentemente que sua cidade natal Massapequa, em Nova York (EUA), evitasse que outro parque de mamíferos marinhos, o SeaQuest, abrisse uma filial no local.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA


 

Pesquisadora cria plástico biodegradável a partir de suco de cactos

Foto: Adobe

Foto: Adobe

A pesquisadora mexicana, Sandra Pascoe Ortiz, inventou uma nova forma de plástico biodegradável feito principalmente a partir de de suco de cactos.

A réplica de plástico leva cerca de um mês para ser biodegradada se deixada no solo ou apenas uma semana se for embebida em água, e é segura para animais e humanos consumirem.

Oritz cria o material, que pode ser feito em diferentes cores, formas, espessuras e resistências, espremendo folhas de cactos e adicionando uma ‘fórmula não-tóxica’ ao conteúdo – ela então lamina o líquido e o deixa secar.

Um substituto natural

Apresentado no People Fixing The World da BBC, Oritz disse: “Minha ideia é produzir plástico a partir de ingredientes naturais e substituí-lo por alguns dos plásticos que já usamos hoje.

“Se esse plástico atingir o mar, a coisa mais provável é que os peixes ou algum tipo de vida marinha o coma”, acrescentando que isso não causaria nenhum dano a eles.

A BBC informa que Oritz quer que seu produto substitua os plásticos de uso único, como talheres e sacolas, à medida que mais países reduzem gradualmente o consumo de plástico.

O tempo de produção para criar o cacto-plástico atualmente leva cerca de 10 dias, e Oritz ainda está pesquisando quais folhas de cactos são as melhores para criar o produto, mas mantém a planta viva para que continue a cultivar mais folhas.

Caroço de abacate usado para fazer canudos e talheres biodegradáveis

Este ano também um engenheiro bioquímico mexicano descobriu como fazer bioplástico a partir do desperdício de alimentos, e em vez reaproveitamento na própria indústria alimentícia, ele criou um plástico biodegradável, orgânico e tornou-o tão barato quanto o plástico comum.

Com todos os danos causados pelo lixo plástico ao meio ambiente e às espécies, as proibições do uso do material em vigor em todo o mundo só se tornam mais severas com o passar do tempo, criando uma demanda crescente por alternativas biodegradáveis.

O problema é que alguns plásticos biodegradáveis ainda são feitos de combustível fóssil, e 80% dos “bioplásticos” biodegradáveis são feitos de fontes de alimentos, como o milho.

Os plásticos biodegradáveis normalmente custam cerca de 40% mais do que o plástico normal.

Mas o engenheiro bioquímico Scott Munguia surgiu com uma solução para a questão: caroços de abacate.

Sua empresa, a Biofase, está localizada no coração da indústria de abacate do México, onde ele transforma 15 toneladas de abacates por dia em canudos e talheres biodegradáveis.

Os caroços, descartados por empresas locais que processam a fruta, eram encaminhados para um aterro sanitário. Então, além de seus custos de produção serem baratos, ele está ajudando a reduzir o desperdício agrícola.

A empresa pode então repassar essa economia para o consumidor, mantendo os preços iguais aos do plástico convencional.

“O bioplástico de semente de abacate não corta nosso suprimento de alimentos ou requer que qualquer terreno adicional seja dedicado à sua produção”, diz Munguia.

“E o melhor de tudo, é verdadeiramente biodegradável, ao contrário de muitos plásticos que se dizem ´biodegradáveis”. Decompõe-se totalmente em apenas 240 dias, em comparação com o plástico convencional, que estima-se que levará 500 anos a degradar e nunca será totalmente biodegradável”.

A empresa informa que se mantido em local fresco e seco, o material pode durar até um ano antes de começar a degradação.

Munguia descobriu como extrair um composto molecular do caroço da fruta para obter um biopolímero que pudesse ser moldado em qualquer formato, informou o México Daily News.

“Nossa família de resinas biodegradáveis pode ser processada por todos os métodos convencionais de moldagem de plástico”, twittou a empresa.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA


 

Filhotes de pato são flagrados mastigando bituca de cigarro em reserva natural

Foto: Kennedy News

Foto: Kennedy News

A foto de uma família de patinhos tentando comer uma ponta de cigarro descartada, capturada por uma fotógrafa da vida selvagem causou revolta nas mídias sociais após ser postada online. A imagem apresenta um flagrante dos impactos danosos da poluição humana ao meio ambiente.

Kym Welsh, de 45 anos, esperava capturar belas imagens na natureza quando três filhotes de pato saíam da água atrás de sua mãe na reserva natural de Anton Lakes, em Andover, Hampshire (EUA).

No entanto, ela ficou repugnada quando os patinhos da espécie pato-real (Anas platyrhynchos) que procuravam comida na grama junto ao lago, encontraram uma bituca de cigarro.

Foto: Kennedy News

Foto: Kennedy News

Em uma foto, um patinho olha diretamente para a câmera, enquanto segura o filtro laranja de um cigarro ja fumado, em seu bico. A bituca é passada pelos patinhos, enquanto a segunda fotografia mostra outr filhote segurando o toco de cigarro.

Felizmente, Kym afirma que os patinhos então jogaram o cigarro para o lado e seguiram a mãe para longe da água – no entanto, ela acredita que a bituca de cigarro teria matado os patinhos se eles a tivessem comido.

A fotógrafa criticou o lixo descartado dessa forma irresponsável e alegou que quem fez isso não demonstrou “nenhuma consideração” pela vida selvagem protegida na reserva natural.

Kym, de Andover, em Hampshire, disse: “Eu só acho que essa bituca jogada no meio do habitat dos patos é algo absolutamente atroz. Há lixeiras espalhadas por todo o lago para que não haja lixo jogado no chão ou descartado indevidamente. Eu estava realmente preocupada com os patinhos”.

Foto: Kennedy News

Foto: Kennedy News

“Eu me senti mal por estar tirando fotos deles, mas não havia nada que eu pudesse fazer, porque mesmo que eu não estivesse lá, eles ainda fariam a mesma coisa”

“Eu me fiquei receosa que eles ingerissem a bituca porque os cigarros contêm ingredientes tóxicos, então eu realmente esperava que eles não comessem aquele lixo deixado ali, é uma ótimo notícia que eles não fizeram isso. “Eu estava preocupado que eles estavam mastigando aquilo. Não ia ser bom para eles”.

“Era uma coisa preocupante de se ver porque eu não achava que eles se incomodariam com coisas assim, mas eles simplesmente pegavam qualquer coisa. Eu estava preocupada que eles corressem o risco de morrer”.

Quando cheguei em casa, pesquisei por pontas de cigarro e animais selvagens, e li algumas coisas sobre o assunto. “Os ingredientes tóxicos contidos no interior das pontas dos cigarros são extremamente prejudiciais aos animais se ingeridos”.

“É por isso que tirei as fotos, porque achei que mais pessoas precisavam estar cientes do impacto de suas ações na natureza”, dia Kim.

A fotógrafa espera que ao compartilhar as imagens perturbadoras, ela possa fazer os fumantes pensarem duas vezes antes de jogarem as pontas de cigarro no chão.

Kym disse: “Eu não fumo, sou um grande anti-tabagista, então isso realmente me deixou muito enojada. Como alguém pode fazer aquilo? Pense nisso”.

“Eu tinha ouvido falar que os patinhos nasceram na reserva florestal, então eu fui lá cedo, logo pela manhã”.

“Acabei de chegar ao lago, e todos estavam saindo da água com a mãe deles. Como patinhos, eles procuravam por comida o tempo todo”.

“Um achou, pegou e passou para o outro. Eles deixaram a bituca cair e saíram atrás de sua mãe de volta para a água”.

“E isso aconteceu em uma reserva natural e é por isso que esse fato realmente me incomodou, porque quando você anda por lá, o que você espera? – A natureza protegida”.

“As pessoas não deveriam simplesmente jogar fora suas bitucas de cigarro. Isso é terrível e muito perigoso para ao animais”.

Cenas como essa poderiam ser facilmente evitadas com mais conscientização e respeito tanto pelos animais como pela natureza. Além de ocuparmos seus habitats naturais o mínimo que se espera é que não os contaminemos com nossos.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA


 

Veterinária usa Facebook para vender filhotes de canguru

Foto: Facebook

Foto: Facebook

Animais não são produtos para serem precificados são vidas sencientes, companheiros de planeta e qualquer tentativa de lucrar sobre eles, e afastá-los de seu habitat natural, tornando-os de animais selvagens em animais domésticos trará imensos danos e sofrimento a esses seres.

Uma criadora de animais americana enfrentou uma onda de revolta e criticas ferozes dos usuários da rede social por vender cangurus bebês no Facebook por 7100 dólares cada.

A mulher que se diz natural e residente do Texas (EUA), se descreve como uma “veterinária simples e exótica” no Facebook, vende também “zebras de qualidade, camelos e cangurus” online.

Foto: Facebook

Foto: Facebook

Seu último post provocou protestos violentos depois que a veterinária postou uma foto de seis filhotes de canguru, com um preço inicial de 7,1 mil dólares para cangurus do sexo feminino e 2800 dólares cangurus do sexo maculino.

Infelizmente não é considerado ilegal pela lei americana possuir um canguru no estado do Texas, mas os marsupiais não podem ser treinados em casa.

Eles podem crescer até dois metros de altura e pesar até 90 kg e requerem espaço adequado para se movimentar e correr.

Grupos que atuam em defesa dos direitos animais questionaram se a prática da veterinária era legal, alegando que os animais precisavam ser criados livres na natureza, de onde jamais deveriam ter saído.

“Estes animais indefesos jamais deveriam estar à venda, eles pertencem a natureza e não devem ser criados em cativeiro! Pobres filhotes de cangurus! Isso é absolutamente horrível! ”, escreveu um deles.

“Especialistas em animais devem estar envolvidos”, comentou outro.

Foto: Facebook

Foto: Facebook

“Eles não poderiam estar em estado selvagem agora, eles todos ainda tomam mamadeira infelizmente eles não se ajustariam em estado selvagem agora. Pelo menos na minha compreensão, mas devem ser soltos quando estiverem maiores, prontos e adaptados”, explicou um deles.

Desde então, a veterinária removeu a postagem do Facebook, mas ainda anuncia em seu site a venda dos animais selvagens, segundo informações do Daily Mail.

Animais selvagens nativos da Austrália sendo vendidos em redes sociais

Os animais nativos mais emblemáticos da Austrália estão sendo negociados por criadores americanos que os vendem como animais domésticos por milhares de dólares.

A repercussão do terrível comércio de animais nativos surgiu depois que os australianos ficaram chocados com um kookaburra chamado “Thunder” sendo vendido em uma gaiola em uma loja de animais em Virginia Beach por 1.200 dólares (cerca de 5 mil reais).

Infelizmente, Thunder é apenas a ponta do comércio crescente de animais nativos australianos nos EUA.

Uma pesquisa rápida em sites de animais domésticos nos EUA revela que cangurus, wallabies, planadores de açúcar e emas estão disponíveis – por um preço. Um criador divulgou online de seis cangurus albinos 45 mil dólares (cerca de 175 mil reais).

Jeff, que mora no estado de Nova York e cria emus, disse ao Daily Mail na quinta-feira (28) que entendia completamente a popularidade dos animais nativos da Austrália – especialmente os cangurus.

“Quem não gostaria de um?” ele disse.

“Eles são fofos e fofinhos quando são bebês – não há nada como ter um canguru, as pessoas enlouquecem quando o veem.”

Ele disse que viu uma pessoa passeando com seu canguru em uma loja dentro um carrinho de compras para o deleite de outros compradores.

Chris, que cria lorikeets, disse ao Daily Mail Austrália que ela estava confusa sobre o motivo pelo qual os australianos ficaram tão indignados ao saber que um kookaburra estava à venda, e alega que animais australianos nativos foram legalmente enviados para zoológicos nos Estados Unidos na década de 1970, e esses zoos passaram o excedente para os criadores – o que significa que não é ilegal para os criadores americanos venderem os animais.

De acordo com a lei australiana, os animais nativos não podem ser retirados do país, mas Chris disse que não acredita que “Thunder” tenha sido obtido ilegalmente, pois conhece seu criador – um homem idoso que está no mercado há décadas. A loja de animais também negou que o Thunder fosse contrabandeado para o país.

Anúncios em lojas de animais online mostram que os animais australianos estão à venda em todos os EUA, com preços que atingem mais de alguns milhares de dólares.

Casais de baby emus são vendidos online de 500 a 979 dólares (cerca de 2 a 4 mil reais), com um site oferecendo até mesmo o envio de aves nativas australianas para qualquer lugar dos EUA via avião.

O petauro-do-açúcar é outro animal faz sucesso entre os americanos, com os marsupiais sendo criados para uso doméstico por mais de uma década nos Estados Unidos. As informações são do Daily Mail.

O pet shop onde está “Thunder” disse em um comunicado postado em sua conta do Facebook que não há qualquer irregularidade da parte deles, mas explicaram com detalhes de onde o kookaburra veio.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA


 

Carteiro cumpre o último desejo de sua amiga Gretchen, uma cachorra resgatada

Foto: Chris Cimino

Foto: Chris Cimino

Gretchen, uma cachorra da raça pastor alemão, faleceu recentemente – mas ela encontrou a pessoa perfeita para garantir que seu legado amoroso continuasse vivo.

Quando a família Cimino, do Texas (EUA), adotou Gretchen em 2013 após ela ter sido resgatada de uma situação de sofrimento, ficou evidente que ela havia recebido muito pouco amor em sua vida até aquele momento.

“Ela era bastante desconfiada de todas as pessoas”, disse Chris Cimino ao The Dodo. “Eu não conheci todo o seu passado, mas a julgar pelas suas reações iniciais, não foi uma boa história”.

Foto: Chris Cimino

Foto: Chris Cimino

Mas logo Gretchen veio passou a adorar sua nova família – embora ela ainda fosse muito cautelosa com todos os estranhos.

Isto é, até que conheceu o carteiro Fernando Barboza.

Barboza é um amante de cães e faz questão de demonstrar isso. Desde que começou em seu trabalho há cinco anos, ele passou a conhecer todos os cães em sua rota de entrega de cartas pelo nome.

“Eu tenho um saco de guloseimas no meu caminhão de correio”, disse Barboza ao The Dodo.

“Quando eu trago uma encomenda ou uma correspondência para a porta de alguém, e lá tem um cachorro, eu dou a eles um presente. Já que estou trazendo algo para o tutor, eu também posso trazer algo para os cães também, eles são parte da família”.

Foto: Chris Cimino

Foto: Chris Cimino

Foi assim que Barboza conheceu Gretchen – e foi a primeira pessoa fora da família Cimino a conquistá-la.

“Quando a conheci, fiquei meio preocupado”, disse Barboza. “Ela ficou um pouco distante no começo, mas depois eu comecei a falar com ela, acariciá-la e trazer os petiscos para ela”.

Gretchen foi conquistada.

Com isso, uma doce e fiel tradição começou a se formar, na qual Gretchen aguardava ansiosamente na porta da frente, antecipando a chegada do carteiro.

Isso aconteceu todos os dias durante anos.

Foto: Chris Cimino

Foto: Chris Cimino

“Ela conhecia o som do caminhão de correspondência e se animava e se preparava quando o ouvia”, disse Cimino. “[Barboza] apenas usou aquela energia que ele carregava e somou a sua boa natureza e seu amor por ela. E ela também o amava.”

“Ela era minha amiga”, disse Barboza.

Mas esta semana, essa tradição infelizmente acabou.

“Na segunda-feira, vi que a caixa de correio da família de Gretchen estava com a tampa levantada, o que significava que havia correspondência de saída (para levar)”, disse Barboza.

Aquilo não era algo comum, no entanto. Dentro da caixa de correio havia uma sacola de petiscos – e uma mensagem para Barboza contando algumas notícias comoventes:

“Gretchen faleceu ontem. Ela me pediu para lhe perguntar se você dividiria as guloseimas dela que restaram aqui em casa e que ela não teve a chance de comer todos, com os outros cachorros em seu caminho. Ela sempre gostou de ver você vir até a porta e estava sempre feliz em ganhar petiscos seus”.

Foto: Chris Cimino

Foto: Chris Cimino

“Eu vi a sacola plástica e li a nota”, disse Barboza. “Eu fiquei engasgado de emoção”

Depois, Barboza foi até a porta da família Ciminos para expressar suas condolências – prometendo cumprir o desejo final de Gretchen.

E ele fez exatamente isso.

“Eu tenho distribuído as guloseimas dela aos cachorros em minha rota todos os dias. E quando eu faço isso, eu sempre digo: ‘Isto é um presente da Gretchen'”, disse Barboza.

O belo gesto ajudou tanto a família de Gretchen quanto sua querida amiga Barboza a lidar com sua morte.

“Tem sido feliz e triste ao mesmo tempo”, disse Barboza. “Estou triste quando penso nela, mas fico feliz de ver as caudas dos outros cachorros abanando como loucos quando recebem os petiscos. É uma sensação agridoce”.

Foto: Chris Cimino

Foto: Chris Cimino

“Eu sei que ela teria desejado que seus petiscos favoritos que ela não poderia terminar de comer, fossem para seus amigos”, disse Cimino. “Ela pode não ter gostado de muitas pessoas, mas ela com certeza amava outros cães”.

A família de Gretchen ainda está de luto por sua perda, mas eles estão agradecidos pelos anos de bondade e alegria que Barboza trouxe para ela – e continua a espalhar para outros cães em seu nome.

Barboza admite que, ao passar pela casa dos Ciminos agora, ele precisa lembrar a si mesmo que Gretchen não está mais esperando por ele. No entanto, juntamente com as guloseimas que ele está distribuindo em nome dela, Barboza também carrega o legado de Gretchen em seu coração:

“Eu ainda espero ver minha velha amiga Gretchen, mas é claro que ela não está mais lá”, disse ele, acrescentando que, apesar de sua morte, em alguns aspectos ela sempre estará por perto: “Para mim, os cães se tornam parte de nós.”

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.