Abaixo-assinado com mais de 2,1 milhões de apoios contra Festival de Carne de Cachorro vai ser entregue na Embaixada da China

Por David Arioch

O objetivo é mostrar que o Brasil é contra a realização desse evento e que, além de injustificável, prejudica a imagem internacional dos chineses (Foto: HSI)

No dia 12 de junho, às 11h, o movimento Nação Vegana Brasil vai entregar na Embaixada da China, em Brasília, um abaixo assinado com mais de 2,1 milhões de apoios contra o Festival de Carne de Cachorro. O objetivo é mostrar que o Brasil é contra a realização desse evento e que, além de injustificável, prejudica a imagem internacional dos chineses.

Chamado oficialmente de Festival de Lichia e Carne de Cachorro, o evento realizado em Yulin, na província de Guangxi, entre os dias 21 e 29 de junho, deve abater cerca de 10 mil cães este ano, segundo a organização Humane Society International (HSI).

O primeiro festival foi realizado em 2009, e surgiu a partir da crença de que comer carne de cachorro durante o verão chinês traz sorte e boa saúde. Há até mesmo uma crença de que afasta doenças e aumenta o desempenho sexual dos homens.

O problema é que o custo disso é a morte violenta de milhares de cães, além de gatos, que com certeza não gostariam de ter suas vidas precocemente usurpadas para atender interesses humanos não imprescindíveis, assim como fazemos com bois, vacas, porcos, frangos, galinhas, etc.

Embora tenha se tornado tradicional, já tem alguns anos que o Festival de Yulin, como também é conhecido, conquistou má fama fora da China. Ademais, não são poucos os cães e gatos servidos no evento que são abatidos aos olhos do público.

Caso queira assinar o abaixo-assinado, clique aqui.

Atriz Lady Francisco morre aos 84 anos e é lembrada pelo seu amor pelos animais

Divulgação

A Atriz mineira Leyde Chuquer Volla Borelli Francisco de Bourbon, mais conhecida pelo seu nome artístico Lady Francisco, morreu no último sábado (25) aos 84 anos. Ela estava internada desde abril após sofrer uma queda enquanto passeava com seus cães e fraturar o fêmur. Lady teve complicações pós cirúrgicas e após ser transferida para a UTI seu quadro se agravou. Ela foi vítima de um isquemia e a causa da morte foi falência múltipla de órgãos.

Lady atuou por cerca de 50 anos na TV brasileira e brilhou em inúmeras novelas como A Escrava Isaura (1976), Marrom Glacê (1979), Baila Comigo (1981), Louco Amor (1983), Barriga de aluguel (1990) e Totalmente demais (2017). Ativista pela causa animal, a atriz sempre frisou o quanto era “violentamente apaixonada” pelos animais e era presença marcante em feirinhas de adoção de cães e gatos, onde reforçava a importância de dar uma chance para um animal sem lar.

Reprodução | Facebook

A morte da atriz gerou comoção nas redes sociais. A compaixão de Lady pelos animais foi lembrada e reforçada por protetores e internautas:

O velório de Lady Francisco será realizado neste domingo (26) no Teatro Leblon, na sala Fernanda Montenegro, de 10h às 16h. A pedido da atriz, seu corpo será cremado. Descanse em paz Lady Francisco.

Elefante bebê desmaia de exaustão ao acompanhar a mãe que levava turistas nas costas

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

O filhote de elefante que perdeu os sentidos estava preso por uma corda ao corpo de sua mãe que levava turistas nos famosos e cruéis “passeios de elefantes” nas costas, relatos afirmam que o animal estava há horas andando no calor sufocante e teria caído de exaustão.

Os elefantes são explorados indiscriminadamente pela indústria do turismo na região, o incidente ocorreu no leste da Tailândia, na semana passada.

Acredita-se que o animal tenha cerca de um ano de idade e foi amarrado à sua mãe pelo pescoço com um pedaço de corda, os dois estavam na cidade de Pattaya, na Tailândia.

No vídeo, filmado por uma turista que ficou comovida pela situação, pessoas podem ser ouvidas dizendo “que horror, ele está cansado” quando o bebê desmorona no chão com o sol a pino e as temperaturas já se aproximando dos 40C.



Ele então se levanta e corre para acompanhar o elefante adulto pelo Nong Nooch Tropical Gardens.

De acordo com a turista, que não quis ser identificada, o bebê elefante parecia estar exausto de tanto andar pela área em busca de turistas que pagam para passear nas costas de sua mãe.

Ela disse: “Há muitos filhotes de elefantes amarrados às mães que são exploradas carregando turistas às costas, essas pessoas alienadas estão apenas curtindo sob o calor do sol, enquanto esses pobres animais estão sofrendo”.

“Esse filhote de elefante estava tão exausto que você pode ver nas imagens a mãe consolando-a e encorajando-a a ficar de pé”.

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

A turista é uma trabalhadora e migrante filipina no país vizinho da Tailândia: Myanmar, onde é professora.

Ela estava com amigos passando férias na área quando o incidente aconteceu.

A responsável pela filmagem acrescentou: “Estou apenas preocupada com os elefantes e quero garantir que seu bem-estar seja garantido”.

Um porta-voz do Nong Nooch Tropical Gardens negou hoje que o elefante estivesse cansado ou sendo maltratado.

Eles disseram: “Todos os elefantes são saudáveis e muito bem tratados. Se houver um problema, eles são examinados por veterinários. Todos os bebês aqui são saudáveis”.

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

No começo do mês, um bebê elefante apelidado de Dumbo morreu em um show em Phuket, no sul da Tailândia, o animal ficou tão esquelético que suas pernas quebraram durante a apresentação.

O animal de três anos de idade, que era forçado a realizar até três apresentações por dia, foi fotografado com aspecto doentio e sofria de uma infecção antes de desmaiar.

Seus detentores o levaram para uma clínica veterinária em 17 de abril, onde um exame mostrou que ele havia quebrado as duas patas traseiras e morreu três dias depois.

Sofrimento e morte

Não são raros os casos de elefantes obrigados a pintar, saltar, dirigir quadriciclos, se equilibrar sobre duas patas, fazer poses antinaturais, jogar água em turistas e ostentar tintas e enfeites religiosos em seus corpos na Ásia.

Toda e qualquer imposição sobre a vontade desses animais sencientes é uma violência e um atentado à sua dignidade e liberdade.

Elefantes nasceram livres, são animais altamente sociais, capazes de vínculos profundos, que vivem em estruturas familiares e tem uma das maiores capacidades de cognição do reino animal.

Com uma inteligência incomparável e sensibilidade profunda esses animais padecem sob o jugo de uma humanidade ambiciosa e bárbara que os explora até as últimas consequências, rouba e ocupa seus habitats, os caça por suas presas de marfim, vende seus filhos, os escraviza, e da qual na maioria das vezes, só conseguem se ver lives com a morte.

Cachorro não larga a almofada impressa com a foto de seu irmão que morreu

Foto: Beth Fisher

Foto: Beth Fisher

Por 10 longos e felizes anos, Spencer e Rocky foram amigos inseparáveis.

De fato, o maior prazer dos companheiros peludos era simplesmente estar perto um do outro.

“Eles nunca tinham passado uma noite separados”, disse Beth Fisher, tutora dos cães, ao The Dodo.

“Rocky e Spencer dormiam na mesma cama, comiam da mesma tigela e sempre caminhavam juntos, lado a lado, quando saíam pra passear”.

Foto: Beth Fisher

Foto: Beth Fisher

Infelizmente, no entanto, o tempo feliz que os companheiros de quatro patas passaram juntos havia chegado ao fim.

Durante uma visita ao veterinário para identificar uma doença que o cão de pelos claros, Rocky, tinha desenvolvido, um grande tumor cancerígeno foi encontrado crescendo dentro dele.

A descoberta trágica, feita tarde demais para o tratamento, deixando apenas uma opção para acabar com o sofrimento do pobre cão.

“Rocky teve que ser morto por indução naquele dia”, disse Fisher.

Foto: Beth Fisher

Foto: Beth Fisher

“Foi difícil processar a morte repentina de Rocky, mas não podemos imaginar o quão difícil deve ter sido para Spencer ter perdido seu irmãozinho”.

Spencer estava de coração partido, sofrendo muito – e demonstrou isso.

“Desde que Rocky faleceu, Spencer tem se levantado durante a noite para vagar pela casa procurando por seu irmão”, disse Fisher. “E então ele começa a chorar porque não consegue encontrá-lo”.

As cinzas de Rocky foram colocadas em uma prateleira acima de onde ele e seu irmão dormiam, para manter o par próximo. Mas era evidente que Spencer precisava de algo mais para ajudá-lo a lidar com o luto da perda.

Foto: Beth Fisher

Foto: Beth Fisher

Então, o pai de Fisher teve uma excelente ideia e providenciou a realização dela imediatamente: um travesseiro para Spencer com o rosto sorridente de Rocky impresso nele.

Imediatamente, o presente significativo e original deixou Spencer à vontade com ele.

O travesseiro que homenageia Rocky parece ter ajudado a preencher o vazio que sua morte havia deixado no coração de Spencer.

“Spencer está se aconchegando no travesseiro desde que ele chegou, levando-o do sofá para sua cama”, disse Fisher. “Ele parece muito mais decidido agora, ele tem algo para se aconchegar, igual fazia com o irmão”.

Foto: Beth Fisher

Foto: Beth Fisher

O cão de luto não dorme mais sozinho.

Nada, claro, pode trazer Rocky de volta completamente. Embora Spencer, que já está envelhecendo, adormeça, é reconfortante saber que seu melhor amigo ainda está ao seu lado em espírito.

Do jeito que ele sempre foi em vida.

Foto: Beth Fisher

Foto: Beth Fisher

“Eu não acho que Spencer algum dia vai superar o falecimento de Rocky, mas espero que ele possa aprender a continuar sem ele”, disse Fisher, acrescentando que o caminho a ser seguido pelo cão, é uma estrada que ele nunca terá que enfrentar sozinho.

“Esperamos que Spencer consiga conforto em seu novo travesseiro e receba forças de todo o amor e carinho que ele recebe de sua família”.

Cadelinha em situação de rua persegue ônibus até ser adotada pelo motorista

Newsflare

Foto: Newsflare

Quando Jaypee Barcelinia entrou em um ônibus em Quezon City nas Filipinas, ele não esperava dividir seu assento com um viajante peludo. Mas depois de testemunhar a extensão da dedicação que a cadela abandonada teria por uma chance de embarcar no transporte, ele ficou feliz em dar espaço para o animal.

“A cadelinha estava sentada em uma via pública, como se estivesse esperando por algo, quando nosso “jeepney” [uma forma de transporte público coletivo local] passou, e ela de repente começou a perseguir o ônibus e quis dar uma volta”, disse Barcelinia ao The Dodo.

A cachorrinha tentou seis vezes saltar para o veículo, de acordo com Barcelinia, mas todas as vezes ela não teve sucesso. Sempre que o ônibus diminuía, o cão colocava as patas dianteiras no degrau traseiro, caindo assim que o ônibus se afastava.

O motorista estava relutante em deixar a cadelinha entrar – preocupado que o animal pudesse atacar e morder algum passageiro.

“No início, o motorista do ônibus estava com medo de pegar o cachorro porque aqui nas Filipinas é incomum ver um cachorro perseguindo um veículo”, disse Barcelinia.

Não importa o quão cansado a cadelinha ficasse, ela parecia decidida a alcançar o veículo.

Foto: Newsflare

Foto: Newsflare

Assistindo àquela esforço e dedicação e toda, o coração do motorista se amoleceu e ele finalmente parou o ônibus.

Mas desta vez, a cadelinha ofegante não tentou colocar as patas no degrau traseiro.

Em vez disso, ela esperou, como se pedisse permissão para pular.

Desta forma o cachorro cansado finalmente conseguiu o que queria – um merecido descanso à sombra do veículo coberto.

Foto: Newsflare

Foto: Newsflare

“Ela entrou no jeepney e depois tirou uma soneca”, disse Barcelinia.

E isso não é tudo …

“Mesmo depois de terminada a jornada diária do ônibus, o cão não queria sair”, disse Barcelinia ao jornal Newsflare.

“O motorista agora a mantém e cuida dela até hoje”, finaliza ele.

Amizade une menino e gato resgatado que sofrem da mesma condição rara

Foto: justsomething.co

Foto: justsomething.co

Afinidades e particularidades em comum é a razão pela qual a maior parte das amizades existe. Experiências e viagens compartilhadas, interesses comuns em livros, filmes ou programas de televisão são apenas algumas dessas razões. Mas há momentos em que amizades profundas e belas são formadas por causa de uma doença ou deficiência em comum.

Ser diferente pode causar isolamento, exclusão, mas essas diferenças podem ajudar a encontrar os amigos mais necessários nas horas mais importantes. Foi assim que aconteceu com este menino de sete anos de idade que mora em Oklahoma (EUA) chamado Madden. Ele nasceu com fissura labial e heterocromia irídica completa, uma condição em que os olhos têm cores diferentes.

Foto: justsomething.co

Foto: justsomething.co

A heterocromia completa do irídio é uma condição rara, que afeta menos de 1% da população. Por causa da condição de Madden, adaptar-se e fazer amizade com crianças da sua idade era uma luta. O bullying que ele era vítima sendo tão jovem, foi o suficiente para quebrar seu espírito.

Um dia, um amigo postou uma imagem de um gato resgatado em um grupo de apoio a mães de filhos com fissuras labiais. Com apenas um olhar para a foto do gato, a mãe de Madden soube que o gato precisava se tornar parte de sua família.

Era difícil acreditar, mas o gato tinha as mesmas condições que Madden. O gato, chamado Moon, não tinha apenas uma fenda labial, ele também tinha heterocromia completa irídio. “Foi como um encontro preparado pelo céu”, disse a mãe de Madden.

Foto: justsomething.co

Foto: justsomething.co

Foi a gentileza de amigos e estranhos que ajudou Madden e sua família a viajar de Oklahoma para Minnesota. Por causa desses pequenos atos de bondade de pessoas diferentes, Moon foi levado para sua nova casa.

Apesar de Moon ser o gato resgatado das ruas de Minnesota, ele foi o único que conseguiu resgatar Madden de sua solidão. Ter um companheiro animal com suas mesmas condições raras ajudou Madden a se sentir compreendido e menos sozinho. Moon ajudou Madden a perceber que ser diferente não faz dele uma aberração, apenas o torna único.

Foto: justsomething.co

Foto: justsomething.co

A mãe de Madden está confiante de que Moon vai ajudar a aumentar a confiança de seu filho, permitindo que ele estenda o amor e a bondade para aqueles que lançam palavras indelicadas para com ele.

Para conhecer mais da adorável e inspiradora amizade de Madden e Moon, é possível visitar o Instagram deles.

Pesquisa aponta crescimento da comunidade vegana na África do Sul

Foto: Livekindly/Reprodução

Foto: Livekindly/Reprodução

A comunidade vegana da África do Sul está crescendo cada vez mais, com um aumento de pessoas recorrendo a alimentos baseados em vegetais em cidades grandes e populosas como Joanesburgo.

Em uma análise dos países mais populares onde as pessoas se alimentam a base de vegetais e sem crueldade, o país ficou entre os 30 melhores do mundo.

O veganismo está na “maior alta de todos os tempos” na África do Sul, de acordo com o site de culinária Chef’s Pencil. O site reuniu dados do Google Trends (Google Tendências, na tradução livre) para analisar o movimento vegano na África, que é o segundo maior continente do planeta.

O site analisou pesquisas sob a categoria de veganismo, incluindo “o que é vegano”, “restaurantes veganos” e “receitas veganas”. De acordo com o Chef’s Pencil, o Google distribui pontos para vários locais com base no nível de interesse mostrado em um tópico ao avaliar as pesquisas que estão sendo feitas. O Google compara as pesquisas feitas sobre um determinado tópico a todas as pesquisas demais feitas nesse local.

Os dados do Google Trends colocaram a África do Sul como o 23º país do mundo em termos de interesse pelo veganismo. É o único país da África com “seguidores veganos consideráveis”, disse a Chef’s Pencil, com países como o Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia e Suécia ocupando os primeiros lugares. Stellenbosch, Joanesburgo e Cape Town, todos classificados nas dez melhores cidades sul-africanas para o veganismo.

O site Chef’s Pencil apontou que enquanto algumas palavras-chave são provavelmente pesquisadas por curiosidade, outros – como “receitas vegana” e “restaurantes veganos” – refletem uma “forte intenção de seguir uma dieta vegana”.

Os dados do Google sugerem que a atração da África do Sul pelo veganismo só tem crescido. Em 2008, o país teve uma pontuação de 12 pontos em “interesse pelo veganismo”. Esse índice tem aumentado constantemente na última década, com a África do Sul atingindo 100 – o pico de popularidade – em janeiro deste ano.

Veganismo na África do Sul

Chef’s Pencil não é o primeiro a identificar o crescente interesse da África do Sul em alimentos à base de vegetais. No ano passado, a Org de Rac, uma vinícola orgânica em Swartland, no Cabo Ocidental, prometeu tornar-se vegana para atender à “enorme demanda” de clientes adeptos da filosofia.

Org de Rac prometeu remover produtos animais – como óleo de peixe, medula óssea, gelatina e cola de peixe (gelatina de bexigas de peixe), que são todos usados no processo de refinamento do vinho – de seus produtos.

O mestre da adega de Org de Rac, Frank Meaker, disse: “Tendo mantido um olhar atento sobre o mercado de vinho local e internacional, não há como duvidar do enorme aumento do veganismo como um modo de vida, especialmente entre a chamada “geração milenium”.

Porquinho e galinha se tornam amigos inseparáveis

Cottontail Cottage Animal Sanctuary

Foto: Cottontail Cottage Animal Sanctuary

Arnold tem apenas 7 anos de idade. Como como acontece com muitos porcos domésticos, ele passou por diversas mudanças e circunstancias difíceis em sua vida.

“Arnold teve três casas anteriores além da que ele mora atualmente”, disse Jenny Nichols, diretora executiva do Cottontail Cottage Animal Sanctuary, no Maine (EUA) ao The Dodo.

Foto: Cottontail Cottage Animal Sanctuary

Foto: Cottontail Cottage Animal Sanctuary

Porcos domésticos geralmente acabam desabrigados ou negligenciados quando as pessoas percebem que são animais muito inteligentes que exigem tempo, atenção e dedicação.

Felizmente, no caso de Arnold, houve algo em sua vida que se tornou uma fonte de conforto constante – pelo menos na memória recente.

Esta é Sammie, a galinha melhor amiga de Arnold.

Foto: Cottontail Cottage Animal Sanctuary

Foto: Cottontail Cottage Animal Sanctuary

Arnold e Sammie se conheceram e tornaram-se inseparáveis na casa atual ode vivem.

Como Arnold não consegue enxergar muito bem, Sammie ajuda a fazê-lo sentir-se calmo. Observar Sammie em pé sobre as costas de Arnold não é apenas adorável – é uma maneira de o casal de amigos se sentir conectado.

Mais uma vez, porém, Arnold está sendo abandonado por sua atual família. Foi assim que Nichols se envolveu com a dupla de amigos.

Foto: Cottontail Cottage Animal Sanctuary

Foto: Cottontail Cottage Animal Sanctuary

“Fomos questionados por seus tutores se eles poderiam entregá-los aqui para nós”, explicou Nichols. “Nós dissemos sim, mas o celeiro tem que ser construído primeiro”.

A amizade entre espécies fez Nichols se apaixonar instantaneamente pelos futuros moradores do santuário.

Determinada a manter o par unido, Nichols começou uma campanha para construir o celeiro o mais rápido possível para que os dois amigos pudessem desfrutar de alguma estabilidade e tivessem a oportunidade de viver sua amizade sem medo de se separarem.

Foto: Cottontail Cottage Animal Sanctuary

Foto: Cottontail Cottage Animal Sanctuary

É difícil saber se Arnold percebe que há algo novo chegando no horizonte para ele e sua amiga – mas ele certamente parece estar sorrindo de novo.

Em um verdadeiro trabalho de amor e dedicação, as pessoas no santuário estão correndo para levantar os fundos necessários para construir o celeiro em apenas dois meses.

“Arnold e Sammie precisam vir para”, disse Nichols. “Eles se amam”, completou ela.

Galinha maltratada e doente passa por uma transformação após conhecer o amor

Animal Justice

Animal Justice

Geoff Regier e alguns outros socorristas estavam resgatando e salvando galinhas de uma fazenda em Abbotsford, British Columbia, Canadá.

A primeira coisa que eles notaram foi o cheiro. Então, pelo brilho das lanternas, conseguiram identificar os pássaros.

Regier se abaixou e pegou no colo uma galinha muito frágil. Até pouco tempo atrás, quando foi resgatada ela estava coberta de fezes e severamente desidratada, disse Regier ao The Dodo.

Foto: Animal Justice

Foto: Animal Justice

“Suas unhas estavam absurdamente grandes e seus pés deformados por terem passado toda a sua vida em pé no chão de uma gaiola de criação de aves em escala industrial”.

“A ave estava tão fraca e magra que foi uma luta para que ela apenas conseguisse manter o equilíbrio e ficar em pé”, acrescentou ele.

Ficou claro para Regier que a pequena galinha sem penas, mais tarde batizada de Penny, não sobreviveria se a deixassem para trás.

Foto: Animal Justice

Foto: Animal Justice

Próximo a ela havia um “ovo gelatinoso” caído no chão, nome dado aos ovos que as galinhas botam sem casca. “Ela estava tão deficiente em cálcio pela intensa produção de ovos que seu corpo tinha feito, que não tinha o cálcio suficiente para produzir uma casca para o óvulo”, disse Regier.

“Com pouco mais de um ano de idade, aquela galinha severamente explorada havia chegado ao fim de sua vida útil para a indústria de ovos”.

Regier imediatamente levou Penny e algumas outras galinhas de aparência doentia ao veterinário. Penny foi colocada em um regime de antibióticos, desparasitação medicamentos e suplementos vitamínicos e de cálcio. Regier tentou limpá-la o melhor que pôde, mas Penny estava fraca demais para suportar um banho completo.

Foto: Animal Justice

Foto: Animal Justice

Depois de alguns dias de descanso em um ambiente especial aquecido, Penny começou a recuperar sua força. Mas a vida na fazenda a deixara com medo das pessoas.

Regier fez o melhor que pôde para ganhar sua confiança – e, quando as penas de Penny começaram a crescer, sua personalidade também floresceu.

“Penny passou de uma galinha medrosa a tolerante a mostrar claramente que preferia minha companhia”, disse ele.

Um ano depois de passar por toda aquela provação, e Penny esta irreconhecível: da galinha careca encontrada no fundo da lama, ela se tornou uma ave plena, bela e garbosa. Mas não é apenas a aparência dela que mudou.

Foto: Animal Justice

Foto: Animal Justice

Penny é obcecada por seu pai e insiste em segui-lo aonde quer que ele vá. Ela até exige compartilhar sua cama, em vez de dormir em um galinheiro como as outras galinhas resgatadas.

“Quando vou para a cama, ela me segue para a cama e dorme lá agora”, disse Regier. “Todas as manhãs, por volta das 7h30, ela começa a espiar para me avisar que está pronta para sair. Quando eu levanto ela me segue para fora do quarto até a porta da frente, que eu abro para deixá-la sair”.

Penny passa seus dias no quintal, socializando com as outras galinhas, tomando banho de sol e arranhando a terra atrás de insetos. Mas quando o pai dela está por perto, Penny nunca fica muito atrás.

Foto: Animal Justice

Foto: Animal Justice

“Se eu chamar o nome dela, ela vem correndo. Se estou trabalhando no quintal, ela está bem ao meu lado “, disse Regier.

“Todas as noites, antes de o sol se pôr, Penny vem até a frente da casa e começa a cacarejar para me avisar que ela está pronta para entrar. Ela vai se sentar ao meu lado no sofá enquanto eu trabalho no meu laptop ou assisto TV. Quando vou para a cama ela segue”.

“Penny ainda fica nervosa com a proximidade de novas pessoas”, ele acrescentou, “mas ela está ganhando confiança a cada dia”.

Lewis Hamilton lança coleção de tênis veganos em parceria com a Tommy Hilfiger

Foto: Livekindly

Foto: Livekindly

Cinco vezes campeão mundial de Fórmula Um, o atleta vegano Lewis Hamilton, juntou-se à Tommy Hilfiger para lançar uma linha de streetwear (moda de rua) com dezenas de produtos livres de crueldade.

A nova coleção TOMMYXLEWIS possui 49 itens, incluindo moletons, calças de corrida, shorts, jaquetas jeans, camisetas, bolsas, chapéus, sapatos e meias.

Hamilton traz sua “estética diferenciada” para a marca de moda americana, escreveu on-line a Tommy Hilfiger, em uma “coleção arrojada de moda de rua com uma abordagem urbana”.

Nem todos os produtos são vegan-friendly (a linha inclui um suéter feito de lã), mas a maioria é feita sem o uso de produtos de origem animal.

Foto: Livekindly

Foto: Livekindly

A colaboração da marca com o atleta, produziu também um par de tênis masculinos veganos. Os calçados, que são da cor batizada de “marshmallow”, são feitos com couro sintético, malha reciclada e borracha. Eles exibem um design retrô de cano alto e tiras de fecho manual, passando uma “energia da moda de rua animada dos anos 80.” O calçado vem completo com um bordado do monograma de Hamilton na etiqueta.

Os calçados veganos também estão disponíveis nas cores preto e rosa, com revestimento macio e solas grossas. Os sapatos são feitos com couro sem crueldade e “parecem tão confortáveis quanto parecem”.

Uma jaqueta retrô de design ousado permite que os fãs de Hamilton “cruzem a pista” em grande estilo. O item é feito de poliamida – um polímero vegano sintético – e apresenta um revestimento de contraste reversível.

Foto: Livekindly

Foto: Livekindly

Calças de moletom sem crueldade, feitas com algodão, também estão disponíveis. Elas possuem punhos na boca da calça e uma fita do logotipo “impressionante” decoradas nas pernas da peça.

Lewis Hamilton e o veganismo

Hamilton adotou uma alimentação baseada em vegetais em 2017 depois de assistir “What The Health”, um documentário que estuda a conexão entre alimentação e doença. O piloto disse que o abandono de produtos animais ajudou-o a se sentir “o melhor que já sentiu em toda a minha vida”, acrescentando que jamais voltaria a comer carne.

Desde a mudança, Hamilton tornou-se mais interessado na ética do veganismo. Ele usou suas redes sociais para falar sobre várias questões ligadas ao bem-estar animal, usando principalmente o Instagram – onde o campeão tem 11 milhões de seguidores – para aumentar a conscientização sobre temas próximos ao seu coração como a caça às baleias e focas.

No início deste mês, Hamilton compartilhou uma foto online de um burro puxando uma carroça, dizendo que a imagem “causava muita dor em seu coração”.