Universitários desenvolvem aplicativo para combater caça de animais e são premiados

O trabalho intitulado “Curupira: ferramenta tecnológica de fiscalização participativa sobre ações ilícitas contra a fauna”, de autoria dos discentes Nilton Teixeira Brito Junior, Pablo Oliveira de Araújo Costa e Wellyson Vieira Dias do docente Bruno Pralon, foi contemplado com o Prêmio “Profa. Dra. Laíse de Holanda Cavalcanti Andrade” no II Encontro de Etnobiologia e Etnoecologia do Piauí em 1º lugar dentre os trabalhos apresentados na modalidade oral. O evento foi promovido pela Universidade Federal do Piauí (UFPI) e realizado entre os dias 20 e 22 de junho no Campus Ministro Reis Velloso em Parnaíba/PI.

Foto: Reprodução / UFPI

O trabalho apresentado no II Encontro de Etnobiologia e Etnoecologia do Piauí foi submetido para divulgar o aplicativo Curupira criado pelos discentes da UFPI, Campus Ministro Petrônio Portella em Teresina/PI, com o objetivo de permitir que as pessoas realizem denúncias de crimes contra animais silvestres e domésticos no estado do Piauí. A equipe que desenvolveu o aplicativo é formada pelos discentes Daniele Tertulino dos Santos, Nilton Teixeira Brito Junior, Joanara Aryelly de Sousa Oliveira, Pablo Oliveira de Araujo Costa e Luiza Ester Alves da Cruz do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas e Pedro Ivo Soares Barbosa e Wellyson Vieira Dias do curso de Bacharelado em Computação da UFPI.

Segundo os estudantes, a ideia de criar o aplicativo nasceu durante o desenvolvimento de uma atividade da disciplina voltada para educação ambiental ministrada pelo professor Bruno Pralon e, posteriormente, o professor Wedson Medeiros juntou-se a equipe para finalizar o desenvolvimento do aplicativo. O aplicativo é o primeiro do tipo na América Latina e vai facilitar envio de denúncias sobre crime ambiental.

O aplicativo Curupira deve estar disponível para celulares com sistema operacional Android no segundo semestre de 2019 e o usuário poderá denunciar casos de crimes de caça, cativeiro e maus-tratos contra animais silvestres e ainda especificar que tipo de animais estão sendo alvo dos criminosos. O aplicativo terá um link direto com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA) e o denunciante que poderá enviar fotos, informações detalhadas e a localização geográfica através do GPS do Smartphone. Importante destacar que as informações do denunciante serão sigilosas.

Fonte: UFPI


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Relatório aponta o impacto benéfico do veganismo no meio ambiente

Foto: Adobe

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Um novo estudo divulgado, intitulado Veganism Impact Report (Relatório de Impacto do Veganismo, na tradução livre) revela o enorme impacto na saúde, economia e emissões de gases se apenas a população de grupo de países, no caso o Reino Unido, se tornasse vegana. Segundo o relatório haveria uma diminuição de 70% nas emissões de CO2 relacionadas com alimentos e um bilhão de hectares da superfície terrestre do mundo atualmente usada para criação de animais seria liberada.

O Relatório de Impacto do Veganismo usa estatísticas sobre o consumo anual de produtos animais, emprego, comércio, saúde, meio ambiente e economia do Reino Unido, da União Europeia e do mundo. As estatísticas do Reino Unido baseiam-se em 1,16% da população sendo vegana e não levam em consideração a população vegetariana ou pescatariana. As estatísticas da UE baseiam-se em 5,9% da população sendo vegana e vegetariana

Impacto na economia, emissões de gases e saúde

As estatísticas mostram o enorme impacto que uma população totalmente vegana e não-vegana teria na economia da UE e nas taxas de agricultura e emissões do mundo. O relatório interativo demonstra que se 100% da população global que consome carne fosse vegetariana, um número impressionante de 9,6 bilhões toneladas a menos de emissões de CO2 equivalentes a alimentos seria liberado anualmente (as emissões de gases causadores do efeito estufa equivalem a 13,7 bilhões de toneladas métricas de dióxido de carbono em 2018, mas uma população vegana reduziria essas emissões em uma taxa enorme de 70% em 4,1 bilhões).

Foto: thespruce.com

Foto: thespruce.com

O relatório também revela que um bilhão de hectares da superfície terrestre do mundo usado para criação de animais (carne) seria disponibilizado se ninguém consumisse produtos de origem animal. Cálculos baseados em números de 2018 que apontam que 1,5 bilhão de hectares da superfície terrestre total do mundo foram usados para a agricultura.

As doenças cardíacas e as taxas de câncer também seriam extremamente afetadas, com 130 mil mortes a menos só no bloco de países (Reino Unido) a cada ano se sua população se tornasse vegana (152.405 pessoas no Reino Unido morreram de doenças cardíacas em 2017, mas isso cairia de maciços 129.544 para apenas 22.861 mortes por ano se a população seguisse uma dieta vegana).

Foto: hipcamp

Foto: hipcamp

Além disso, como exemplo há 8.800 casos de câncer ligados ao consumo de carne processada ou vermelha a cada ano no bloco de países, sugerindo que a opção por uma dieta sem carne reduziria significativamente as chances de desenvolver câncer de estômago e intestino.

Indústria vegana

O relatório não considera, no entanto, o aumento de empregos que ocorreriam na indústria vegana se o veganismo fosse adotado pelo público como um todo. Quando mais e mais pessoas criam demanda por produtos veganos, isso significa, naturalmente, que mais produtos são criados e que uma nova economia, mais sustentável, é reforçada.

Foi criada recentemente a primeira empresa de recrutamento vegana, e mais e mais empregos estão sendo criados a cada semana com o crescente comércio vegano global.

Foto: PETA Kids

Foto: PETA Kids

Um ano atrás, a investidora vegan Heather Mills criou centenas de empregos ao converter uma fábrica de batatas Walkers em uma instalação de carne vegana. Em abril deste ano, a Mills comprou uma fábrica da Proctor and Gamble para criar um “Silicone Plant Valley”.

Também é desnecessário dizer que, quando as pessoas optam por alternativas de couro, isso também cria empregos em materiais à base de plantas, que já vemos acontecerem na moda, design de interiores, beleza e cosméticos e até na indústria automotiva.

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Tutor que não garantir bem-estar ao animal será multado em Portugal

O tutor que não garantir o bem-estar do animal que tutela em Portugal estará sujeito ao pagamento de multas que variam de 50 euros (cerca de R$ 218) a 3.740 euros (aproximadamente R$ 16.332). A nova norma foi instituída a partir de um decreto-lei que foi publicado no Diário da República na quinta-feira (27) e entrará em vigor dentro de quatro meses.

Foto: Pixabay

Além de casos de maus-tratos, a nova lei vai punir também tutores que não atualizarem o registro do animal em casos, por exemplo, de mudança de endereço. As informações são do portal “Público”.

Além disso, com o Sistema de Informação de Animais de Companhia (SIAC), os gatos e furões serão obrigados a usar microchip de identificação. Outros animais, como coelhos, também podem ser microchipados. As informações registradas no SIAC serão colocadas em uma espécie de documento de identidade, que o tutor deverá ter em mãos toda vez que fizer qualquer deslocamento com o animal.

Os microchips só poderão ser implantados nos animais por veterinários. Os profissionais que não usarem aparelhos registrados no SIAC ou administrarem vacina contra raiva sem que o animal esteja previamente identificado, também poderão ser multados. Os chips custam, em média, 30 euros (R$ 131), valor que deve ser pago pelos tutores, que também precisarão arcar com o valor, ainda não definido, de uma taxa para que seja feito o registro no SIAC.

Os animais devem ser identificados até 120 dias após nascerem. Caso não se saiba a data de nascimento, a identificação e registo deverão ser feitos “até à perda dos dentes incisivos de leite”. Para aqueles que nasceram antes da data de vigor da legislação, os prazos variam entre um e três anos. No caso de cães bravos, trazidos de outros países, o registro precisa ser feito em um prazo de 10 dias, contado a partir da entrada no território nacional.

O governo afirmou que as medidas foram tomada com o objetivo de combater o abandono de animais.


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Pesquisadores encontram animais antes considerados extintos em Honduras

Um grupo de pesquisadores encontrou em Honduras várias espécies raras de animais, outras que se acreditava estarem extintas e uma aparentemente desconhecida. As descobertas foram feitas nas ruínas milenares de um assentamento que alguns acreditam ser a chamada Cidade Branca, também conhecida como “Cidade Perdida do Deus Macaco”, na floresta de La Mosquita.

Sapo de vidro (Foto: Trond Larsen)

Os animais foram encontrados durante uma expedição organizada pela “Conservation International”, com o apoio do governo de Honduras. As informações são do G1.

Uma das zonas menos exploradas das florestas da América Central, a La Mosquita é a maior área protegida de Honduras e tem 350 mil hectares. Segundo os biólogos da expedição, o local conta com uma biodiversidade “excepcional”, com aves, mamíferos, insetos, peixes, anfíbios e plantas – o que, para os especialistas, indica que a floresta está “intacta e saudável”

“Nossas descobertas enfatizam o papel fundamental da conservação dos ecossistemas intactos da Cidade Branca para garantir a conectividade da paisagem e a continuidade a longo prazo de espécies ameaçadas”, diz um comunicado da “Conservation International”.

Morcego de cara pálida (Foto: Trond Larsen)

“Em geral, nossas descobertas mostram que a área tem importância ambiental e arqueológica global”, disse Trond Larsen, diretor do Programa de Avaliação Rápida da “Conservation International”.

“Com esse conhecimento em mãos, as partes interessadas podem agora começar a desenhar e implementar estratégias de conservação para proteger esse ecossistema.”


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Mais de 25 cães e gatos são mortos em uma semana em Campo Novo (RS)

Na última semana, foram encontrados 28 animais, entre cachorros e gatos, mortos na cidade de Campo Novo, no Rio Grande do Sul. Seis deles foram mortos na última quinta-feira (27). O caso, que revoltou a população, está sendo investigado pela Polícia Civil.

Foto: Pixabay

Há um suspeito de ter praticado a matança, segundo o delegado de Polícia Vilmar Schaefer. “Estamos dando prioridade para este caso, pois existe a efetiva possibilidade que tenha sido utilizado o pesticida estricnina, que é altamente tóxico e tem sua venda proibida”, disse ao portal Correio do Povo. “Se for confirmada que a morte é em decorrência do uso de estricnina, nota-se que é um psicopata que está fazendo isso”, completou.

De acordo com Schaefer, se o envenenamento for comprovado, o criminoso seja indiciado pelo crime de maus-tratos a animais, com pena de detenção de até um ano, além de multa. Em caso de morte do animal, a penalidade pode aumentar de um sexto a um terço.

Um laudo pericial sobre a morte de um dos cães está sendo elaborado pelo laboratório da Unijuí, em Ijuí, segundo o secretário do Meio Ambiente de Campo Novo, Leandro Dorneles. “O resultado dos exames deve ser conhecido na próxima semana”, afirmou.

A presidente da ONG Olhos que Falam, de Campo Novo, Tamara Correa Gonzatto, espera que o trabalho da polícia evite novas mortes. Segundo ela, animais em situação de rua e outros, que possuem lares, foram mortos. “É inadmissível que pessoas façam uma coisa dessas”, disse Tamara.


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Com pureza e profundidade os animais respondem ao amor independente do sexo

Foto: littlethings

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O Dia Internacional do Orgulho LGBTI (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Pessoas Intersexo) é comemorado anualmente em 28 de junho em todo o mundo. A data foi escolhida com base nos acontecimentos que se desenrolaram no bar gay Stonewall Inn, em Nova York em 1969.

Ali o primeiro grito de revolta contra a intolerância à comunidade LGBTI foi dado, com pessoas se reunindo e opondo-se à repressão policial num confronto direto entre a população e as autoridades.

Mas não são só os seres humanos formam casais homoafetivos, no reino animal esta orientação não é rara e é tratada com naturalidade nas espécies.

A formação de pares do mesmo sexo no reino animal é frequente. Estudos sugerem que cerca de 1.500 espécies de animais são conhecidas por se unir a companheiros do mesmo sexo. Conheça dez belos exemplos de espécies de animais que fazem parte da gigantesca família LGBTI do reino animal:

Girafas

Foto: Imago/Nature Picture Library

Foto: Imago/Nature Picture Library

Entre as girafas, há mais atividade sexual com casais do mesmo sexo do que do sexo oposto. De fato, estudos dizem que as relações entre indivíduos do mesmo sexo é responsável por mais de 90% de toda a atividade sexual observada em girafas. E essas belas criaturas não vão direto ao assunto. Girafas machos sabem flertar, primeiro se esfregando – isto é, esfregando suavemente o pescoço ao longo do corpo do outro. Essas preliminares podem durar até uma hora.

Golfinho-nariz-de-garrafa

Foto: Picture-Alliance/Mary Evans Picture Library

Foto: Picture-Alliance/Mary Evans Picture Library

Os golfinhos-nariz-de garrafa do sexo feminino e masculino exibem comportamento homossexual, incluindo movimentos em que um golfinho estimula o outro com o focinho. No mundo dos golfinhos a atividade homossexual ocorre com aproximadamente a mesma freqüência que a heterossexual. Os golfinhos-nariz-de-garrafa são geralmente bissexuais – mas passam por períodos exclusivamente homossexuais.

Leões

Foto: Artis/R. Van Weren

Foto: Artis/R. Van Weren

A homossexualidade é comum entre os leões também. Dois a quatro leões do sexo masculino geralmente formam o que é conhecido como uma “coalizão”, onde eles agem em conjunto para cortejar as leoas.

Eles dependem uns dos outros para afastar outras coalizões. Para garantir a lealdade, os leões fortalecem o vínculo entre eles fazendo sexo uns com os outros. Muitos pesquisadores referem-se a esse comportamento como o clássico “bromance” em vez de formação de pares homossexuais.

Bisões

Foto: Imago/Nature Picture Library

Foto: Imago/Nature Picture Library

O sexo entre os bisões machos é mais comum que a relação heterossexual. Isso porque os bisões do sexo femininos só se acasalam com machos uma vez por ano. Durante a época de acasalamento, os machos que sentem desejo se envolvem em atividades do mesmo sexo várias vezes ao dia. E assim, mais de 50% das relações entre jovens bisões masculinos acontece entre o mesmo sexo.

Macacos

Foto: Picture-Alliance/Robert Harding

Foto: Picture-Alliance/Robert Harding

Tanto os macacos do sexo masculino quanto os do sexo feminino praticam atividades com indivíduos do mesmo sexo. Mas enquanto os machos geralmente só o fazem por uma noite, as fêmeas formam fortes laços entre si e geralmente são monogâmicas. Em algumas populações de macacos, o comportamento homossexual entre as mulheres não é apenas comum, mas a norma. Quando não estão se relacionando sexualmente, essas fêmeas ficam juntas para dormir e se proteger, e se defendem de inimigos externos.

Albatroz

Foto: Imago/Mint Images

Foto: Imago/Mint Images

O albatroz de Layson, que nidifica no Havaí, é conhecido por seu grande número de parcerias homossexuais. Cerca de 30% dos casais na ilha de Oahu são compostos de duas mulheres. Eles são monogâmicos e geralmente permanecem juntos por toda a vida – o que leva dois pais do mesmo sexo a criar um filhote com sucesso. Os filhotes geralmente são criados por aves do sexo masculino que já estão comprometidos em outro relacionamento.

Bonobos

Foto: Picture-Alliance/R. Lanting

Foto: Picture-Alliance/R. Lanting

Os bonobos são considerados os parentes vivos mais próximos dos seres humanos e são conhecidos por buscar prazer sexual. Eles tem ralações sexuais freqüentemente, inclusive com o mesmo sexo. Esses primatas o fazem por prazer – mas também para se unirem, subir na escala social e reduzir a tensão. Cerca de dois terços das atividades homossexuais acontecem entre as mulheres da espécie, mas os homens também desfrutam de prazer sexual um com o outro.

Cisnes

Foto: Sputnik/Владимир Вяткин

Foto: Sputnik/Владимир Вяткин

Como muitos pássaros, os cisnes são monogâmicos e ficam com um parceiro por anos. Muitos deles escolhem um parceiro do mesmo sexo. De fato, cerca de 20% dos casais de cisnes são homossexuais – e eles geralmente criam famílias juntos. Às vezes, um cisne em um casal masculino terá relações com uma fêmea, e então a abandonará assim que ela colocar uma ninhada de ovos. Em outros casos, eles adotam ovos abandonados.

Morsas

Foto: Imago/Nature n Stock

Foto: Imago/Nature n Stock

As morsas do sexo masculino só atingem a maturidade sexual aos 4 anos de idade. Até lá, são quase exclusivamente gays. Quando atingem a maturidade, a maioria dos homens da espécie é bissexual e tem relações sexuais com as fêmeas durante a época de reprodução – enquanto faz sexo com outros machos no resto do ano. Não é apenas sexo gay – os machos também se abraçam e dormem perto um do outro na água.

Ovelhas

Foto: Getty Images/M.Cardy

Foto: Getty Images/M.Cardy

Estudos sugerem que até 8% dos indivíduos do sexo masculino em rebanhos de ovelhas preferem outros machos, mesmo quando há fêmeas férteis estão por perto. No entanto, isso ocorre apenas entre ovelhas domésticas. Estudos descobriram que essas ovelhas homossexuais têm uma estrutura cerebral diferente de suas contrapartes heterossexuais e liberam menos hormônios sexuais.

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Desejo de baterista da banda RPM de fundar santuário para animais pode se concretizar após sua morte

Divulgação

O sítio do baterista Paulo Pagni, o P.A. da banda RPM, que morreu em Salto (SP) após sofrer complicações respiratórias, pode ser transformado em um santuário para animais. O desejo do músico era esse, conforme informaram amigos e vizinhos dele. A propriedade está localizada na cidade de Araçariguama (SP), no bairro Cruz das Almas, onde o baterista morou nos últimos 15 anos, com os pais.

Após a morte dos familiares, o músico continou vivendo no sítio, que tem estilo chalé, com cerca de mil metros quadrados. No local, que é cercado por mata, vivem também animais que eram tutelados por Paulo.

O advogado pessoal do baterista, Denis Pedro Carvalho, contou que Paulo gostava de animais e pediu ao amigo que transformasse seu sítio em um santuário.

“É algo muito interessante e bonito, mas acredito também que é difícil. Teria que contar com muita ajuda, patrocinadores, voluntários. A ideia não foi descartada. Estamos pensando com muito carinho”, diz.

Os cachorros do músico e um papagaio, que vivem no local, estão sendo cuidados por integrantes da banda e por um vizinho.

“Seus animais estão sendo cuidados e bem alimentados. Foram levados vários sacos de ração e recomendado a um cuidador contratado para que se mantivesse firme lá”, escreveu a banda ao publicar uma nota sobre o caso em rede social.

A dona de casa Cleusa Maria da Silva, vizinha do músico, disse que ele era um homem maravilhoso. Ela deu entrevista ao G1, ao lado da cadela Montana, que foi adotada por Paulo. “Um ser humano que nem ele acabar assim foi um choque”, afirmou.


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Mulher é multada em mais de R$ 200 mil por maus-tratos a animais

Uma mulher de 53 anos, que mantinha animais domésticos e silvestres em situação de maus-tratos, foi multada em mais de R$ 200 mil pelos crimes ambientais. O caso aconteceu no Guarujá (SP), no bairro Jardim Virgínia, conforme informou a Polícia Militar Ambiental na quinta-feira (17). Na residência, foram encontrados cães, gatos, aves, jabutis, um cavalo e uma cobra.

Foto: Divulgação

Ainda segundo a corporação, a ação foi realizada em conjunto com o Fundo Municipal de Bem-Estar Animal (Fubem) após uma denúncia anônima que informou existir um imóvel em condições precárias suportando muitos animais domésticos e exóticos na Rua da Caixa D’água, no bairro Jardim Virgínia.

A dona da residência, uma podóloga, permitiu que os policiais entrassem na casa. Segundo a corporação, tratava-se de um lugar “insalubre, com muita sujeira, fezes, urina, água suja e animais desnutridos”. As informações são do G1.

Foto: Divulgação

Haviam 61 animais no local, entre vários tipos de pássaros, jabutis, coelhos, porquinhos da índia, gansos, patos, 15 galinhas, nove cachorros, três gatos, uma cobra, uma égua e um cavalo. Segundo o tenente da Polícia Militar Ambiental de Guarujá Carlos Andre, todos os animais estavam em condições de maus-tratos.

A multa, no valor de R$ 203.800,00, foi aplicada devido à prática dos crimes de maus-tratos, introdução de espécies exóticas em território nacional e manutenção de animais silvestres em cativeiro.

Os animais foram resgatados e, segundo o diretor do Fubem, Carlos Vargas, passaram por atendimento veterinário. Eles foram encaminhados para o instituto Animalia, em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, um sítio em Itanhaém e para o Bem Estar Animal de Guarujá.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

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Audiência pública irá debater envenenamento de cerca de 100 animais em MG

Foto: Pixabay

Uma audiência pública será realizada na próxima semana em Ouro Fino (MG) para discutir os casos de envenenamento de aproximadamente 100 animais na cidade. O objetivo do evento é buscar soluções junto à população e a órgãos fiscalizadores. Proposta pela Comissão de Defesa dos Animais, da Câmara Municipal, a audiência será realizada na próxima terça-feira (2), às 19h. O evento ocorrerá na sede do Legislativo e será aberto ao público.

As mortes foram denunciadas pela Associação Amigos dos Animais de Ouro Fino, conhecida como Alquimia, através de um boletim de ocorrência.

“Sempre acontece, mas nos últimos três meses está demais. Só ontem eu registrei boletim de ocorrência de 20 gatos e uma cachorra”, conta a secretária da ONG, Sandra Luz Almeida. Segundo ela, não é possível contabilizar ao certo o número exato de casos, já que muitas pessoas não entendem que se trata de um crime e, por isso, não denunciam. “As pessoas não fazem denúncia. Em nossas páginas nas redes sociais, todo dia tem novos casos”, afirma. As informações são do Correio Braziliense.

A suspeita dos moradores é de que esteja sendo oferecido alimento envenenado com chumbinho, substância que tem a comercialização proibida em todo o país. “Na quarta-feira, envenenaram um gato, tinha um pedaço de linguiça com chumbinho dentro”, afirma Sandra.

Ao ingerir o veneno, os animais apresentam convulsão. Nem sempre é possível salvar a vida do animal, isso porque a maior parte dos criminosos age durante a noite, dificultando o socorro e até impedindo, muitas vezes, que o tutor perceba que o animal está sofrendo envenenamento.

Diante de tantos casos, o presidente da Comissão Permanente de Proteção e Defesa dos Direitos Animais, Vanderlei Candido de Almeida (PR), decidiu solicitar uma audiência. “Coloquei o requerimento na Câmara e teve aprovação unânime. Agora temos que discutir qual medida tomar”, diz Almeida.

Além da preocupação com a integridade física e a vida dos animais, o vereador se preocupa também com a possibilidade de crianças, por engano, ingerirem o veneno. “Tenho preocupação ainda de alguma criança comer. Temos certeza de que vamos sanar esse problema aqui na cidade”, explica.

O debate deve contar com a presença de autoridades como a Polícia Ambiental, o Instituto Mineiro da Agropecuária e fiscais da prefeitura. “Vamos tentar unir forças. Ouvindo todos vamos pensar em quais medidas devemos tomar”, afirma o presidente da Comissão.

A ONG Alquimia reforça ainda a importância de medidas educativas para conscientizar a população sobre os casos de envenenamento. A construção de um local para abrigar animais abandonados, protegendo-os dos riscos das ruas, e de um hospital veterinário, além de programas de castração, também são apontadas pela entidade como medidas necessárias.

“A ONG tem que andar junto com a comissão, junto com a prefeitura. Precisamos de apoio deles”, exclama a secretária Sandra Luz.

Investigação

De acordo com a Polícia Civil, o caso de envenenamento em massa de animais em Ouro Fino está em situação de diligência. A falta de provas, no entanto, tem sido um problema que está dificultando a identificação dos autores do crime.

“Por enquanto não temos suspeita alguma de quem seja o autor. Não temos testemunhas, nem imagens que comprovem. O que eu percebo é que a maioria dos cachorros e gatos ficavam abandonados em via pública”, afirmou o delegado Waldir Jorge Pelarico Junior.

A polícia orienta que os casos sejam registrados através de boletins de ocorrência.

De acordo com moradores da cidade, um comércio agropecuário tem comercializado chumbinho de maneira ilegal. Em 2015, o dono de um desses estabelecimentos foi preso por comercializar o veneno, mas pagou fiança e foi solto.

Envenenar animais é crime e tem pena de seis meses a um ano de detenção. “A pessoa que faz isso não é ser humano. E o pior que a gente não sabe se é um extermínio ou se são vizinhos que estão incomodados”, desabafa Sandra.


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Elefantes filhotes órfãos se divertem em piscina gigante

Foto: Wild Heart Wildlife Foundation

Wild Heart Wildlife Foundation

Filhotes de elefantes são muitos próximos de suas mães nos primeiros dois meses de vida, e ao longo da existência os laços entre eles são duradouros e sólidos. Esses bebês elefantes órfãos não poderão desfrutar desse conforto, mas eles foram resgatados pelo orfanato de elefantes, Zimbabwe Elephant Nurser, na África e apesar de tudo o que passaram, conservam a capacidade se divertir e brincar com os demais órfãos.

Basta um rápido olhar para os filhotes de elefantes nas imagens para perceber quão felizes eles estão – sua alegria se sobressai enquanto eles brincam e rolam na água, completamente despreocupados e relaxados.



Durante um dia quente de verão, esse tipo de diversão parece ser a melhor maneira de passar o tempo – e essas pequenos elefantes têm sorte de ter sobrevivido e estarem protegidos.

Mas os seus dias nem sempre foram assim – este pequeno grupo de elefantes órfãos do orfanato está finalmente seguro depois de muitos obstáculos, tudo graças aos esforços da equipe da ONG que fez de tudo para salvar e mudar suas vidas.

Os filhotes estão sendo reabilitados com o objetivo final de serem reintroduzidos na natureza, onde eles pertencem.

Depois da perda de suas mães, com as quais os elefantes normalmente são muito próximo e dependentes nos primeiros anoas de vida, os órfãos têm que aprender a sobre viver sozinhos.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Felizmente, em lugares como este (orfanato), todo esforço é feito para dar-lhes todo o conforto e a alegria que eles exigem e que poderiam precisar. E o que é a vida de um bebê elefante sem horas e mais horas de brincadeiras? Bem, esses bebês não precisam se preocupar com isso.

*Elefantes bebês*

Os bebês elefante tomam o leite de sua mãe por cerca de dois anos, às vezes por mais tempo. Eles chegam a beber até 3 litros de leite por dia.

A partir dos quatro meses de idade, eles também já começam a comer algumas plantas, assim como os elefantes adultos, mas continuam precisando do leite de sua mãe.

Os filhotes podem continuar a beber o leite das mães por até dez anos. No começo, os pequenos elefantes não sabem muito bem o que fazer com suas trombas. Eles as balançam para lá e para cá e às vezes até pisam nelas sem querer.

Eles sugam a tromba, assim como um bebê humano pode chupar o polegar. Por volta dos 6 a 8 meses, os bebês começam a aprender a usar suas trombas para comer e beber.

Quando alcançam cerca de um ano de idade, eles podem controlar suas trombas muito bem e, como elefantes adultos, usam o membro para agarrar, comer, beber e tomar banho.

Os elefantes do sexo feminino ficam com a manada por toda a vida, enquanto os machos partem para começar uma vida solitária por volta dos 12 a 14 anos de idade.

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