Cerca de 100 animais são resgatados com vida em Brumadinho

Acervo: Extra

De acordo com informações do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Minas Gerais (CRMV-MG), o número de animais resgatados após o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, no dia 25, subiu para 98 até ontem.

Entre os resgatados estão cães, gatos, bois, vacas, cavalos, patos, galinhas, canários, tico-tico, azulão, trinca-ferro e cágado. Segundo o CRMV, a maioria dos animais está se recuperando bem.

O trabalho de resgate continua sendo feito com o suporte de médicos veterinários, biólogos, bombeiros, Defesa Civil, ativistas da causa animal e ONGs ligadas ao bem-estar animal e aos direitos animais.

bezerro torturado

Investigação secreta revela funcionários torturando bezerros por ‘diversão’ em uma fábrica de laticínios

Investigadores secretos da PETA filmaram cenas cruéis de funcionários de uma fábrica de laticínios torturando bezerros com ferros quentes. Um deles disse que era mais “divertido e excitante” ver os animais gritando de dor.

bezerro torturado

Foto: PETA

O vídeo, filmado na Heifer Solutions em Wisconsin, Estados Unidos, em dezembro, mostra os criminosos usando ferros quentes para queimar a cabeça dos animais e impedir que os chifres cresçam.

O vídeo mostra os animais se debatendo e gritando de dor, enquanto a fumaça sobe de sua carne carbonizada. De acordo com a PETA, as queimaduras de terceiro grau causadas nesse tipo de procedimento podem causar dor aos animais por semanas.

“O funcionário disse que fornecer anestésicos aos bezerros antes de queimá-los tornaria o ato ‘muito mais fácil, mas onde está a graça nisso?'”, disse a organização. “Ele até disse que manter o ferro quente pressionado contra as cabeças dos bezerros enquanto eles pulavam e chutavam tornava o processo ‘mais excitante’ para ele.”

“Os bezerros lutavam violentamente, de uma forma que indica extrema angústia, dor e sofrimento”, disse um veterinário que revisou as imagens. “Na minha opinião profissional, esse procedimento realizado nas fábricas é cruel e causa dor e sofrimento extremo.”

O funcionário flagrado no vídeo recebeu apenas uma suspensão da Heifer Solutions.

Sobe para 73 o número de animais resgatados em Brumadinho

A estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é de que 18 mil bovinos viviam na área rural de Brumadinho até o dia 25 (Foto: Estadão)

De acordo com informações do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Minas Gerais (CRMV-MG), que tem contabilizado o número de sobreviventes não humanos, pelo menos 73 animais já foram resgatados da lama tóxica da barragem da Vale em Brumadinho (MG) desde o último dia 25. Entre os resgatados estão cães, gatos, bovinos, aves e um cágado, que serão encaminhados para a adoção. A maior parte dos animais passa bem.

No local, há médicos veterinários, biólogos, bombeiros, Defesa Civil, ativistas da causa animal e ONGs ajudando nos resgates e nos planos de ação voluntária. Segundo a organização Proteção Animal Mundial, o rompimento da barragem de Brumadinho já afetou milhares de espécimes da fauna regional, o que é muito preocupante porque a região tem uma fauna bastante diversificada de aves, mamíferos e répteis.

A estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é de que 18 mil bovinos e 10 mil suínos viviam na área rural de Brumadinho até o dia 25. No entanto, ainda não é possível afirmar quantos desses animais foram afetados pelo rompimento da barragem.

Criação e venda irregular de animais geram multa de R$ 2 mil em Maringá (PR)

A Diretoria de Bem-Estar Animal, da Secretaria de Meio Ambiente de Maringá (Sema), no Paraná, faz o alerta para criação e comercialização irregular de cães e gatos, conforme previsto na Lei Municipal de maus-tratos 10.712.

A reprodução, criação e venda sem alvará autorizado para exercício da atividade, pode resultar no resgate dos animais e em multa no valor de R$ 2 mil para cada cão ou gato.

(Foto: Reprodução / Portal RIC Mais)

Denúncia de venda de cães

No último domingo, 27, a diretoria recebeu denúncia anônima da venda de quatro cachorros da raça Spitz Alemão, no entorno do Parque do Ingá. Os animais foram resgatados e os tutores receberam a multa no valor total de R$ 8 mil, por não apresentarem a documentação regular da atividade.

“Os tutores confirmaram a atividade de venda, mas alegaram que não tinham conhecimento da lei. Os cachorros estão sob cuidado da diretoria do BEA até a conclusão do processo de recurso (prazo de 10 dias), aberto pelos tutores”, disse o diretor do Bem-Estar Animal, Marco Antônio de Azevedo.

Segundo a lei, o indivíduo deve comprovar a tutela de cada animal, possuir responsável técnico pelos animais, homologar junto ao Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV/PR) a inscrição como criador, e obter alvará de licença autorizado para exercício da atividade no prazo de até 60 dias.

Denúncias podem ser feitas pelo 156

Durante a semana, equipe da Diretoria do Bem-Estar Animal fez o resgate de 11 gatos abandonados em terreno próximo a Estrada 200 e um cachorro filhote de cachorro abandonado no Parque Hortência I. Todos os animais foram encaminhados para clínica e castrados. Atualmente, o Centro de Controle de Zoonoses está com 52 cachorros e 34 gatos disponíveis para adoção. Interessados devem entrar em contato com a diretoria do BEA pelo telefone 44 3901-1885.

A diretoria orienta a comunidade para auxiliar a fiscalização com denúncias, ressaltando que o maior número de informações facilita o trabalho. As denúncias podem ser feitas pelo 156.

Multa por maus-tratos é de R$ 2 mil

A sede administrativa da diretoria do Bem-Estar Animal não recebe animais abandonados ou atropelados. O objetivo é promover ações de proteção aos animais domésticos e em situação de rua, inibindo os maus-tratos e estimulando a adoção responsável. Com a parceria de ONGs e protetores independentes, a prefeitura promove a conscientização da população em relação à guarda responsável de animais resgatados em vias públicas, por meio das feirinhas de adoção.

A multa por maus-tratos é de R$ 2 mil e pode ser aplicada em dobro na reincidência. Já a multa por condições impróprias é de R$ 500. Até a última semana, a Prefeitura de Maringá, por meio da diretoria, já aplicou 77 multas de maus-tratos, uma por condições impróprias e 60 advertências, num total de R$ 151,5 mil reais.

Nota da Redação: a ANDA reforça seu posicionamento contrário à venda de animais, inclusive quando ela é feita com alvará da prefeitura. Animais são seres sencientes, não objetos e, portanto, não devem ser tratados como mercadorias passíveis de comercialização. Além disso, maus-tratos são comuns entre os criadores de animais e só chegarão ao fim quando a venda de seres vivos for extinta.

Fonte: RIC MAIS

Maus-tratos a animais foi crime ambiental mais registrado em 2018 em Manaus (AM)

O crime de maus-tratos foi o mais registrado em 2018 na Delegacia Especializada em Crimes contra o Meio Ambiente (Dema). Segundo a Polícia Civil, quase 40% das ocorrências registradas na especializada foram de maus-tratos referentes a crimes contra os animais domésticos.

Em 2018, das 432 ocorrências registradas na Dema, 171 foram de maus-tratos, segundo a Polícia Civil. Além disso, os casos de desmatamento, poluição e transporte ilegal de carvão e madeira também estão entre os crimes mais comuns atendidos na unidade policial. No total, dessas ocorrências, 201 tornaram-se inquéritos e foram encaminhados à Vara Especializada do Meio Ambiente e Questões Agrárias (Vegama), no ano passado.

Foto: Divulgação/Semsa

Em nota, a delegada titular da Dema, Carla Biaggi, afirmou que existe uma grande categoria de crimes ambientais, que podem ser desde crimes contra a fauna (silvestre e doméstica, em que os procedimentos investigatórios são diferentes); flora (desmatamento, invasão de áreas de preservação, extração irregular de madeira); poluição (sonora, ar, queimadas, outras) e urbanístico (uso irregular de logradouro público).

Biaggi também ressalta que o trabalho da Dema acontece em conjunto com o Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAMB), da Polícia Militar. Segundo ela, 80% dos casos atendidos são oriundos do trabalho integrado entre a Polícia Civil e Militar, além da participação da população na realização de denúncias.

“Pedimos sempre que a pessoa venha até a delegacia para formalizar a denúncia, que, mesmo feita de forma presencial, é garantido o anonimato do denunciante. Também orientamos que sejam reunidas a maior quantidade de provas possíveis, como fotos e vídeos, para fortalecermos as investigações das denúncias”, disse a delegada, por meio de nota.

Após o registro do Boletim de Ocorrência, a equipe de investigação inicia o trabalho de levantamento de dados, com fotos e depoimentos e, em alguns caos, também realiza perícia no local da ocorrência. Em algumas situações, o trabalho conta com apoio de outros órgãos municipais, estaduais e federais ligados ao meio ambiente.

Maus-tratos

A delegada ressalta, ainda, que o crime de maus-tratos, em especial contra cães e gatos, não corresponde apenas a casos de agressão, mutilação, morte e trabalhos forçados dos animais.

“Os maus-tratos podem ser configurados pelo abandono do animal, por mantê-lo isolado, sem passeios, sem os devidos cuidados de saúde, como vacinação e sem alimentação. Muitas pessoas não sabem, mas pela lei, só é permitido ter no máximo dez animais por residência”, afirmou Biaggi.

A delegada lembra, ainda, que não cabe à delegacia realizar o resgate dos animais em condições de abandono, mas que, em casos de risco iminente à segurança dos cães e gatos, é pedido o apoio de entidades que trabalham na causa animal.

A Lei de Crimes Ambientais penaliza quem praticar abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos em detenção de três meses a um ano e multa. A pena pode ser aumentada de um sexto a um terço, se o animal morrer.

Dema

A sede da delegacia fica localizada na rua Paul Adam, sem número, no conjunto Shangrila IV, no bairro Parque Dez, na Zona Centro-Sul de Manaus. Para contatos e denúncias, a unidade policial disponibiliza os telefones (92) 3239-3870 e (92) 99962-2340.

Fonte: G1

Betim (MG) ganhará centro de proteção dos animais

Foto: Pixabay

Uma das principais reivindicações de entidades e pessoas protetoras dos animais começará a se tornar realidade em Betim. Nesta semana, a prefeitura anunciou que iniciará a construção de um centro de educação e bem-estar dos animais, que ficará no Parque Felisberto Neves, localizado no bairro Ingá Alto, na região Central da cidade.

Os recursos financeiros para a construção da unidade virão da iniciativa privada, de empresas que se preocupam com a causa.

Com 655 m² de área construída, o novo centro oferecerá lar provisório para animais em situação de rua e vítimas de maus tratos, além de realizar procedimentos como castração e eventos de adoção. Haverá dez canis coletivos com 25 m² cada, onde poderão ser alojados até dez animais doentes.

A unidade terá também 20 canis individuais, sendo dez para cadelas prenhas e/ou com filhotes; um espaço para gatos de 21 m²; um viveiro para aves; um local para castração; um consultório veterinário; um espaço reservado para animais em quarentena, e um local para a realização de eventos de adoção de cães e gatos.

Segundo a prefeitura, a área para a implantação da unidade foi definida após estudo criterioso de especialistas ambientais. O terreno escolhido foi o que apresentou a menor relevância no impacto ambiental, por ter árvores que não são de mata nativa. No parque também já funcionam o Centro de Educação Ambiental e as sedes da Polícia Florestal e do Conselho Municipal de Conservação e Defesa do Meio Ambiente (Codema). A previsão é que a obra seja concluída até o fim do ano.

Terraplanagem

A Empresa de Construções, Obras, Serviços, Projetos, Transporte e Trânsito (Ecos) prepara agora a terraplanagem do local. Nessa primeira etapa, segundo a Ecos, foi necessária a supressão de 29 árvores não nativas da área, o que foi feito com a autorização do Codema. Como medida compensatória haverá o plantio de 58 novas mudas originárias da flora local.

Conforme a superintendente de Proteção Animal, Roberta Cabral, a construção do centro atende a uma reivindicação antiga da população, especialmente dos protetores de animais da cidade. “Essa é uma obra reivindicada e esperada há mais de décadas e que agora, com o apoio dessa gestão e da iniciativa privada, finalmente está saindo do papel. Com a criação desse centro, vamos ter um espaço adequado para realmente cuidarmos dos animais que sofrem maus-tratos e castrar aqueles que precisam. Será uma obra que nos permitirá estruturar a política de proteção animal no município”, afirmou.

Ainda de acordo com Roberta, desde 2017, a prefeitura vem adotando uma série de ações visando a redução do número de animais de rua – hoje estimados em cerca de 10 mil – e dos casos de maus-tratos. “Para isso, foi criada a Superintendência Especial de Proteção Animal e firmado um convênio com a Sociedade Protetora dos Animais de Betim, que já vem realizando castrações a baixo custo no Centro de Controle de Zoonoses. Agora com a criação desse centro de proteção, vamos poder oferecer mais serviços de proteção animal na cidade. Com isso, o objetivo é que a Zoonoses passe a cuidar apenas daqueles que possuem doenças transmissíveis ao homem”.

Serviços

Enquanto o centro de educação e bem-estar animal não é inaugurado, a Superintendência Especial de Proteção Animal, que faz parte da Secretaria Municipal de Governo, passará a oferecer alguns serviços no Parque de Exposições David Gonçalves Lara. A previsão é que esse atendimento seja iniciado no fim de março.

Segundo a superintendente Roberta Cabral, serão prestados serviços de castração de animais de rua e aqueles de pessoas carentes, atendimento a vítimas de maus-tratos, além da realização de eventos de adoção. “Paralelo a isso, vamos fazer uma campanha educativa nas escolas. O governo municipal também está estudando e elaborando leis mais rígidas para punir aqueles que cometem maus-tratos e abandonam os animais na cidade. Essas medidas serão adotadas em breve”, afirmou.

Fonte: O Tempo 

Abrigo despejado de imóvel no Rio de Janeiro pede socorro para animais

Despejados, na última sexta-feira, do imóvel onde funcionava a ONG Amor aos Animais das Comunidades, no Flamengo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, cerca de 60 animais, entre cães e gatos, estão vivendo, desde segunda-feira, em uma tenda na calçada da Rua Marquês de Abrantes 142. Muitos deles são filhotes. O projeto vive de doações.

Foto: Fernanda Dias/Agencia O Dia

O responsável pela ONG, Joelson Torres, clama por um abrigo para os animais, mas que o local seja pela Zona Sul da cidade, que é onde acontece feira de adoção do abrigo.

“Nós já recebemos proposta de abrigos em outros municípios, mas são longe do Rio, e não temos carro para transportar todos os animais para lá e depois trazer pro Flamengo para ficarem na tenda de adoção. Eles precisam urgente de um local para dormir”, apela Joelson.

O projeto estava desde agosto do ano passado na Rua Farani 14, em Botafogo, na Zona Sul, mas, devido à superlotação de animais, os proprietários entraram na justiça e conseguiram o despejo da ONG na última sexta-feira.

Foto: Fernanda Dias/Agencia O Dia

E a mudança não foi fácil. “Levamos os animais numa carroça. Gaiolas, remédios, colchões. Levar 60 animais para rua não foi fácil, alguns estavam doentes e em tratamentos”, contou a coordenadora do projeto, Anna Buccino.

Desde 2014, o projeto resgata cães e gatos abandonados em favelas como Morro do Alemão, na Zona Norte; Morro Azul, no Flamengo; e Cidade de Deus, na Zona Oeste. Ao todo, 1.507 animais já foram adotados através do projeto.

A voluntária do projeto, Carla Zacconi, destaca a importância da ONG. Segundo ela, a Amor aos Animais das Comunidades já ajudou a conseguir um lar não só para filhotes, mas também para animais adultos, deficientes, maltratados, entre outros casos.

Foto: Fernanda Dias/Agencia O Dia

“Já vi um cachorro maltratado deixando a campanha em carro de luxo com motorista particular, rumo à casa com piscina. Vi também um labrador lindíssimo, abandonado na estação do Metrô Flamengo, agonizando com cinomose, ser cuidado pelo Joelson com ajuda de voluntários. E, mesmo com sequela da doença, ele foi adotado por uma dentista”, lembra Carla.

“Finais felizes como esses ajudam os voluntários a renovar sua fé no projeto, ajudando a superar muitos momentos de angústia, como o pequeno número de colaboradores, a falta de remédios e, agora, a falta de um teto para abrigar essa turminha alegre, inocente e carente”, ressalta a voluntária.

Quem quiser ajudar e saber mais sobre o projeto é só acessar a página da ONG no Facebook.

Foto: Fernanda Dias/Agencia O Dia

Fonte: O Dia

Polícia Civil investiga aplicação de remédio vencido em animais em canil de SP

Seringas foram encontradas armazenadas dentro de geladeira do canil, após terem sido utilizadas. — Foto: Renata Kempnski/Jornal Bom Dia

A Polícia Civil divulgou na última quarta-feira (30) que investiga a denúncia de que o Canil Municipal de Santa Isabel estava aplicando medicamentos vencidos nos animais. A situação foi denunciada por um vereador da cidade, depois que foi até o local fazer uma vistoria. Segundo ele, o trabalho foi feito após diversas reclamações do serviço prestado.

A Prefeitura informou que solicitou a readequação do espaço em acordo às normas sanitárias e a interdição do local para os próximos dias.

O parlamentar Gabriel Bendito da Silva, o Gabriel da Água, convidou uma veterinária e protetora dos animais para verificar a situação. “Lá tinha medicamento vencido desde 2016, 2017, 2018. Eram diversos tipos e nenhum deles dentro da validade”, conta.

Ainda segundo o vereador, havia uma orientação no painel para os funcionários lavarem as seringas para que fossem reutilizadas. “A gente flagrou as seringas já utilizadas guardadas dentro da geladeira”, afirma Gabriel.

A visita ocorreu durante a manhã de terça-feira (29). À tarde, após denunciar a situação, a Polícia Civil e a agentes da Promotoria foram até o local e a metade dos medicamentos já tinha sido retirada de lá e escondida dentro de uma kombi, onde estava armazenada a ração, segundo o vereador.

“Quando a gente retornou à tarde, flagramos os medicamentos sendo aplicados nos animais, mesmo vencidos”, disse.

Todo o material foi apreendido e o caso foi registrado como crime ambiental com a natureza de praticar ato de abuso a animais.

“Agora vamos cobrar, via Câmara, esclarecimentos à Prefeitura, que pediu oito dias para deixar o canil funcionando com tudo certo. Por enquanto, ele fica fechado”, explicou o vereador.

Segundo a Prefeitura, a Prefeita Fábia Porto esteve no Canil na última quarta-feira (31), acompanhando o levantamento das condições do local e determinou algumas medidas, entre elas: readequação do espaço em acordo às normas sanitárias e interdição para os próximos dias.

A Prefeitura informou que durante o período de adequação, serão implantados protocolos, normas, rotinas para uso de medicações e outros insumos destinados aos animais. Os tratamentos e cuidados especiais com os animais em observação continuarão normalmente.

Ainda segundo a administração municipal, todos os funcionários que prestam serviço no Canil Municipal passarão por treinamentos e serão readequados os protocolos para uso de medicamentos. Novas estratégias serão traçadas para atender as necessidades do local e melhor acomodar os animais.

Fonte: G1

Despejado, projeto de proteção de animais procura abrigo no Flamengo

Sem ter onde ficar, projeto se instalou provisoriamente na Rua Marquês de Abrantes Foto: Roberto Moreyra / Agência O Globo

O Amor aos Animais das Comunidades procura um abrigo. Despejado de um imóvel na última sexta-feira, o projeto de proteção a cães, gatos e outros animais ocupa temporariamente uma tenda montada no número 142 da Rua Marquês de Abrantes, no Flamengo.

O projeto estava desde agosto do ano passado em um imóvel da Rua Farani, em Botafogo. Na última sexta-feira, os proprietários chegaram ao local e pediram a saída imediata dos inquilinos, que abrigavam cerca de 50 animais no local. Uma negociação permitiu que a mudança acontecesse na última segunda-feira, com a ajuda de 10 pessoas.

“Levamos os animais numa carroça. Gaiolas, remédios, camas e outros itens tiveram de ficar nas nossas casas, conta Marcelo Soares, voluntário do projeto”, disse.

Em busca de um novo lar

Anteriormente usada apenas nas campanhas diárias de doação desenvolvidas pelo projeto, a tenda agora fica montada dia e noite para proteger os animais do calor e da chuva. Enquanto isso, a iniciativa procura um novo lugar disposto a recebê-la.

“É difícil achar um local que aceite abrigar animais. Chegamos a ver um espaço no Morro Azul, mas a tutora desistiu e continuamos à procura”, conta Marcelo.

Fonte: O Globo

Chef Fogaça leva cadela para doar sangue para animais de Brumadinho (MG)

O chef Henrique Fogaça, que é jurado do programa MasterChef Brasil, levou uma cadela tutelada por ele para doar sangue para os animais atingidos pelo rompimento de uma barragem em Brumadinho (MG).

(Foto: Reprodução / Instagram / @henrique_fogaca74)

Na última quarta-feira (31), Fogaça publicou uma foto de Granola, como é chamada a cadela, no Instagram. Na imagem, é possível ver a cadela doando sangue enquanto usa uma capa roxa de super-herói. As informações são do portal Catraca Livre.

“Ontem foi dia da minha Granola fazer doação de sangue para os animais que sobreviveram à tragédia de Brumadinho! Quem puder ajudar, por favor entrar em contato com a The Point Pet… Obrigado, qualquer doação será muito bem vinda”, escreveu o chef na legenda da foto.

Na foto, Granola, da raça labrador, se mostra bastante calma e paciente. A publicação encantou os seguidores do chef no Instagram. “Você vive me dando motivos para te aplaudir de pé”, escreveu um internauta. “Ano passado meu cachorro precisou de transfusão e quase fiquei louca para conseguir fazer. E foi uma doação como essa que salvou a vida dele”, disse outro.